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Professores no Japão querem oprimir os abusos do uso de celular

No Japão, o uso de celular em escolar é bem excessivo, principalmente quando o assunto é trocar torpedo. Para resolver isso, escolas, pais e governos locais estão tentando parar o uso de telefones, para intimidar o abuso das crianças. Assim, já se fala de aprovar decretos e leis, para resolver esses problemas.

Em fevereiro de 2009, aconteceu um incidente bastante chocante a sociedade japonesa, quando um professor responsável por uma classe de primeiro ano do ensino médio disse que uma aluna comentou que foram postadas fotos nuas de uma outra colega, num site chamado Purofu, a partir de um telefone celular.

A garota, que recebeu o nome fictício de Eri, pertencia um clube de escola de tênis e teve um recorde digno acadêmica. A professora ao acessar o site purofu encontrou mais de 20 foos obscenas, incluindo algumas completamente nuas.

A história aconteceu porque Eri teria sido intimidada no verão de 2007, por um homem da província de Kagawa, que ela conheceu por um site de jogos de telefone celular. O homem descobriu o nome verdadeiro dela, e a forçou a mandar fotos nuas de si mesma.
O cara criou um perfil chamado Eri no site purofu e começou a postar fotos obscenas em setembro de 2007.

Eri ficou aterrorizada que alguém iria descobrir aquelas fotos, por isso não confiava em ninguém. A professora tomou conhecimento apenas depois que boatos sobre o local tinha sido espalhado na escola. O caso se tornou tão insuportável que Eri não conseguia ir mais a escola.

A escola notificou a policia e o homem foi preso em fevereiro, sob suspeita de violar a lei de prostituição infantil e pornografia infantil. No entanto, Eri não voltou à escola.

“Eu gostaria que tivemos descoberto mais cedo”, disse um administrador da escola. “Pelo menos, eu desejo que nós poderíamos ter excluído o site purofu antes dos alunos terem conhecimento”.

Não tem como comparar o conhecimento de telefones celulares e internet entre alunos e professores, por isso é impossível recuperar um atraso como esse.

Os professores também lamentou que os problemas estão além de sua capacidade para lidar, em uma pesquisa sobre o uso de crianças de celulares no final de 2008 realizado pelo Departamento de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia Ministério.

Cerca de 80 por cento dos professores do ensino médio que participaram da pesquisa disse que os pais e as crianças devem ter oportunidades para aprender os riscos do uso de telefones celulares. Ao mesmo tempo, menos de 50 por cento disseram que essas oportunidades devem ser fornecidos aos professores.

Apenas 30 por cento disse que os professores devem patrulhar sites web.

O aumento de crimes e bullying, incidentes envolvendo a Internet, o Ministério da Educação em Janeiro decidiu que todas as escolas primárias e secundárias devem proibir os estudantes de levar telefones celulares para a escola.

No entanto, “o número de postagens mensagem problemática não parecem ter diminuído desde que a proibição”, disse um funcionário do Pitcrew Co., uma empresa baseada em Tóquio, que monitora os sites da Web consideradas problemáticas para as crianças.

Embora a empresa tem realizado palestras sobre o tema em todo o país, o funcionário disse que apenas alguns professores analisaram o conteúdo dos chamados gakko ura Saito, sites não oficiais escolares Web criado por estudantes.

Um professor de uma escola na região de Tóquio, costuma verificar sites como o do purofu e utiliza um computador pessoal na sala de professores e seu próprio celular. Ele teria encontrado mensagens nos sites, que teriam a mesma densidade que um bullying físico, como “Não venha a escola!” e “Você tem que morrer!”.

Mas os esforços do professor tornaram-se um jogo de gato e rato, já que alguns alunos observaram que ele estava verificando os sites que eles utilizam pra fazer isso.

Leitura de textos muito pequenos na tela, por vezes, dói os olhos do professor, mas ele diz que vai continuar o seu acompanhamento “, porque eles são importantes fontes de informação para analisar o problema até a raiz”.

“Fora de 45 professores na minha escola, apenas dois jovens professores, incluindo eu, pode fazer isso.”

Ele ensinou colegas mais velhos como ler ura escola e outros locais problemáticos da Web, mas eles não parecem estar verificando esses sites.

“Na nossa sala de professores, os assuntos da Internet não são discutidas. Acho que outros professores não têm interesse no assunto”, disse ele.

“Os telefones celulares podem ser usados em casa e em qualquer outro lugar”, disse o professor, como se estivesse falando para si mesmo.

Um país como Japão que sugere não ter tantos problemas como outros países, acaba tendo crimes e problemas diferentes ao de um país como o Brasil. Infelizmente, a tecnologia dos celulares japoneses e o excesso de uso por parte da população japonesa gera esse tipo de excessos.

Fonte: Japan Now

Floribella – Primeira Temporada

Floribella é uma produção remake da novela Argentina Floricienta, produzida em conjunto da Rede Bandeirantes, RGB e Cris Morena Group. Estreando em 04 de abril de 2005, a série conquistou uma legião de fãs e sua trilha sonora vendeu em torno de 170 mil cópias. Foram produzidas duas temporadas da novela, sendo que a duas foram reprisadas pelo canal Disney Channel que deu um toque brasileiro a sua programação.

Partindo da premissa de uma Cinderela do novo milênio, Maria Flor é uma jovem de 19 anos, cheio de alto astral, mesmo com todos os problemas que ela leva. A Flor perdeu sua mãe, Margarida Valente, quando pequena, assim desde então Titica, a melhor amiga de sua mãe, ficou responsável por ela.
Quando tudo poderia dar errado para Flor, ao ser expulsa da pensão onde morava, ela tenta ao todo custo diversos empregos, assim não desistindo nunca. No entanto, sua vida estava preste a mudar mais uma vez, assim indo trabalhar a mansão dos Fritzenwalden.
Flor torna-se assistente da governanta alemã, Helga Beethoven, assim tomando conta de seis irmãos de diferentes idades. Lembrando que a família Fritzenwalden, é composta de seis irmãos órfãos, sendo que o mais velho, o Fred é que assumiu a liderança da casa, assumindo os negócios do trabalho. Além de Fred, temos os dois irmãos gêmeos, Guto e Betinho, no qual o primeiro adora uma praia e ir atrás de gatinhas, enquanto o segundo é tímido e não consegue revelar o amor para garota que ele gosta. A quarta irmã é a Bruna, uma adolescente bastante mimada e se tornara uma grande amiga da Flor. João Paulo é o quinto irmão, estudioso e com problema de asma, ele é chamado pelo apelido de “JP”. O ultimo irmão é o mais levado, o Joca que apronta diversas confusões na casa.
A casa, ainda tem os vilões da novela, representado pela madrinha do Fred, a Malva. Ela e suas duas filhas, Delfina e Sofia, moram na casa de favor, após Malva ter ficado viúva. Por sua fortuna estar perto do fim, Malva quer a todo custo que Delfina se case com Fred, assim tornando a estadia de Flor na casa, um pesadelo sem fim.

O trama na novela, ainda tem espaço para a banda da Flor, aonde seu hobbie acaba tornando-se um destaque a parte na novela. Todos os ensaios são na Travessa dos Beijos, aonde a melhor amiga da Mãe da Flor, Titica, tem seu salão de beleza. Além disso, o filho da Titica, o Batuca é baterista dessa banda. Além dele e da Flor, temos o Di Caprio, na guitarra e a Juju e Tati no backing vocals. Mias para frente, a Bruna e o Betinho descobrem esse hobbie da Flor e acabam entrando para a banda também.
A vida agitada da Flor e a alegria que ela trouxe para dentro daquela casa, faz Fred apreciar cada vez mais esse estilo único da Flor, assim sempre rolando um clima entre dois, lógico que agregado das interrupções da Delfina, que faz ao todo custo que seu casamento com Fred dê certo, assim conseguindo manter sua riqueza.

Só que a novela tem mais uma reviravolta fantástica, quando Malta descobre que a Flor é filha ilegítima do Armando Bettencourt, assim sendo irmã da Delfina e da Sofia. Malta junto com Delfina, sem revelar o segredo para a filha, fazem de todo custo para a Flor sair de casa, assim Fred dá a chance dela trabalhar no escritório dele, arranjando bastante confusão.
Delfina que torna noiva de Fred faz a todo custo, a humilhação da Flor, desde colocar ela pra costurar a roupa de noiva e em até fazer ciúmes com Fred. O que poucos sabem é que Delfina nunca foi apaixonada por Fred, assim tendo um caso com o motorista da mansão.

Será que a Flor vai descobrir que é irmã da Delfina? Será que Fred vai se casar com a Delfina ou com a Flor? Isso só revendo a primeira temporada em dvd, em quatro discos.

Disney: Lizzie McGuire – Relembre a série

A série exibida no Disney Channel interpretada pela magnífica Hillary Duff foi uma das grandes apostas da emissora, no programa Zapping Zone. Constituída de 65 episodios, a série foi produzida em 2001 e foi ao ar até 2004.

Criada por Terry Minsky e produzida por Stan Rogow, a série se inspirou na narrativa visual do novo clássico alemão Corra Lola Corra. Com um enredo para conquistar o publico adolescente feminino, conhecemos Lizzie, Gordo e Miranda, três amigos que vivem o cotidiano na escola. Não é difícil identificar o seriado com sua vida pessoal, graças aos temas abordados e como Lizzie os enfrenta no dia-a-dia.
Uns dos grandes diferenciam dessa série é a Lizzie ter uma versão animada em SD (super deformada) que faz o papel da mente da personagem, dizendo na tela o que realmente pensando. Animação misturada com fundo com atores é uma das influências do Corra Lola Corra.

A série discute sobre vários temas bastante variantes entre alguns viajados e absurdos como briga entre ela e o irmão mais novo Matt para até temas mais sérios como Anorexia.
Lizzie também tem dois importantes núcleos bastante importantes na série, um é a sua família, formada por Sam e Jô Mcguire, respectivamente pai e mãe da Lizzie, além do irmão mais novo Matt. É neles que vemos lidar problemas caseiros e até às vezes encontrar em sua mãe, uma forma de inspiração. A briga entre ela e Matt em quase todos os episódios é algo que todo mundo que irmão já viveu algum dia. O outro núcleo é o da escola, que se torna um mundo a parte para Lizzie, no qual ela vive aventuras com Gordo e Miranda. Um dos episódios que mostra a mistura desses dois núcleos é quando a mãe da Lizzie vira professora no acampamento.

Além de núcleos, a serie tem dois grandes argumentos que se misturam durante os episódios. No primeiro argumrnto, sabemos a vida de Lizzie, enquanto o outro é a vida do Matt, com seus amigos, Lanny e Melinda.
Um grande destaque foram os convidados especiais para a série, como Aaron Carter, Erik Estrada, David Carradine, Steven Tyler, Frankie Muniz entre outros.

Lizzie McGuire foi cancelada em 2004, não por ser uma série fraca, mas por um padrão de exigências da Disney em não aumentar custos com atores em suas séries, assim os empresários responsáveis por Hillary Duff, tentaram negociar o cachê da jovem atriz, alegando que o valor pago seria o inferior que ela deveria receber. A série foi cancelada, mas não sem chances de ganhar continuações ou spin-off. Para vocês verem, a ABC chegou a oferecer uma continuação indireta para a personagem Lizzie. A Disney preferiu testar dois projetos sem grande sucesso, um foi fazer um desenho da Lizzie com o visual da Lizzie SD, enquanto a segunda alternativa foi fazer um seriado dos mesmos moldes, mas seria a família da personagem Miranda, enquanto a protagonista seria a irmã dela. Ainda nem comentamos do sucesso do filme que tornou a série uma referência em diversas séries de sucesso nos Estados Unidos.
Lançado no dia 2 de maio de 2003 nos Estados Unidos, o filme faturou no primeiro final de semana por 42 milhões de dólares. O sucesso do filme foi tanto que não deixou de se tornar referência, sendo citado em dois episódios dos Simpsons, um pelo personagem Millhouse, enquanto o outro Homer e Marge passam na frente do pôster do filme. O seriado Will e Grace, Will deseja assistir o filme da Lizzie.

A historia do filme é que depois de um grande vexame na formatura, Lizzie vai para a Itália com a escola. Lá, ela é confundida com uma famosa cantora italiana, a Isabella, que faz dupla com o misterioso Paulo que deseja ao todo custo conhecer melhor Lizzie. Assim Lizzie descobre um país misterioso ao lado de Paulo que quer ao todo custo que ela faça dupla com ele, no lugar de Isabela, por causa de uma estranha briga.

Uma bela história, embalada com versões novas de clássicos italianos e músicas americanas, Lizzie Super Star também foi exibido nos cinemas brasileiros, mas não obteve a mesma repercussão que nos cinemas americanos.

Um dado bastante interessante é que a editora Tokyopop lançou uma série em manga da personagem. Essa série faz parte de uma coleção de adaptações de series da Disney que também teve Power Rangers Trovão Ninja.

Toda a série foi lançada em DVD, sendo que nos EUA, ela foi lançada em três volumes, enquanto na Europa, foi lançada num Box único com todos os episódios. Por enquanto, a série permanece inédita em DVD, um padrão da Disney Brasil que não tem costume de lançar suas séries em DVD por aqui.

Com certeza, essa foi umas das séries que marcou a Disney Channel, como Raven, sendo a atriz e cantora Hilary Duff, uma revelação pela empresa do Mickey. Hoje, cantora e tendo feito filmes na rival Warner, Hilary Duff deixa saudades em fazer uma série tão bem humorada como essa.

Fala Série #47 – Série: Dragon Ball Kai

Sim, sim, sim!

Este é o FALA SÉRIE, SCHIAS! – O PODCAST, que traz as séries mais bacanas e inusitadas.

Vinícius Schiavini-san convoca Giuliano Peccilli-san e Leo Kusanagi-san para honrosamente deliberar sobre DRAGON BALL KAI, série que remasteriza e dinamiza a saga Dragon Ball.

Leia as resenhas de Dragon Ball Kai no blog de resenhas do Fala Série. Leia notícias de séries no Fala Série Schias – As Notícias.

DURAÇÃO: 59 minutos.

“Eu sou o maior heroi de todo o mundo!” (Mr. Satan, Dragon Ball Z)

Falece o ator de Spectreman

O ex-ator Tetsuo Narikawa morreu de câncer pulmonar no dia 1 de janeiro. Ele tinha 65 anos.

Narikawa começou carreira em 1968 e fez diversos programas da televisão japonesa. Ele foi o protagonista da série de Tokusatsu “Spectreman”, no início dos anos 70 pela PP Productions, a mesma produtora de Lion Man. Atualmente, o Tetsuo era conhecido por ser um artista marcial. Ele era o presidente e instrutor do estilo Seidokai Genseiryu de karatê.

A série Spectreman foi exibida no Brasil pelo SBT, nos anos 80 e 90, no Programa do Bozo. Até hoje, seus personagens são lembrados por aqui, como Dr. Gori.

Fonte: Tokyograph

Crítica | ROOKIES

Muitos podem dizer que é mais um dorama de esporte, porém ROOKIES impressiona desde o primeiro momento. Primeiro pelo seu elenco cheio de estrelas como Sato Ryuta, Koide Keisuke, Takeru Sato, Shirota Yu, Nakao Akiyoshi, Ichihara Hayato entre tantos outros. Segundo por ter sua música tema, do grupo GReeeeN e ter sido a música mais tocada em karaokês no Japão. Ainda em termos musicais temos a música Kiseki como destaque ao lado de Prisoner of Love da Utada Hikaru (do dorama Last Friends), no jogo Taiko no Tatsujin 12, sendo divulgada que era a música tema do dorama.

Quando comecei assistir a série, e percebi que seria uma série aonde um professor faria uma turma derrocada de baseball renascer, pensei que já tinha visto isso antes. Na verdade, já tinha mesmo, já que acompanhei a professora “yakuza” Yamaguchi Kumiko (interpretada por Nakama Yukie) em Gokusen, o professor “motoqueiro” Onizuka Eikichi em GTO (interpretado por Sorimachi Takashi) e por fim o advogado e também professor Sakuragi Kenji em Dragon Zakura. Será que o ator Sato Ryuta conseguiria-me surpreender e trazer uma nova faceta de um professor que luta pelos seus alunos? Pois bem, surpreendeu e foi muito mais além de que todos anteriores citados, pegando uma turma digna de viver no mesmo universo de Crows ZERO, portanto um caos na Terra.
Porém o que esperar de um mangá popular da Shounen Jump adaptado na forma de dorama? Não só isso, ROOKIES se orgulha de ser o nono título mais vendido da Shounen Jump, com 2.765.163 cópias vendidas. O mangá criado por Masanori Morita, demonstra ainda resquícios de uma violência exagerada, o que seria uma certa influência de quando trabalhou como assistente com Tetsuo Hara em Hokuto no Ken, outro clássico da Jump. E precisamos lembrar que a Shounen Jump é o berço da maioria das produções japonesas exibidas na televisão brasileira e lançadas nas bancas brasileiras?
Se as maiorias das produções da Jump viram anime, ROOKIES foi adaptado em dorama, nas mãos de Izumi Yoshihiro. E que não é nada desconhecido, tendo trabalhado em Yaoh, Sailor Fuku to Kikanju, Hanayome to Papa e no especial Anmitsu Hime.

Na maior parte da série, tivemos como diretor, Hirakawa Yuichiro que só tem série de nome em seu currículo. Só pra ver um pouco do currículo dele: Temos desde o excelente Stand Up!!, passando por Good Luck!!, Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu, Byakuyako, Sailor Fuku to Kikanju e até os sucessos de 2009, como MR. BRAIN e JIN.
Produzida pela TBS, um dos melhores canais de produção de doramas, a série foi exibida as noites de sábado às 20 horas, num total de 11 episódios. Faturando cinco prêmios da 58th Television Drama Academy Awards nas categorias: melhor dorama, melhor ator (Sato Ryuta), melhor ator coadjuvante (Ichihara Hayato), melhor tema (Kiseki – GreeeeN), e faturando o Special Award – Nikogaku Nine. Além disso, a série ganhou como melhor dorama renzoku da 2nd Tokyo Drama Awards e 13th Asian Television Awards. Portanto, haja fôlego que ainda nem entramos na série.

A história
A escola Futakotamagawa contrata o professor inexperiente para o cargo de literatura japonesa chamado Koichi Kawato (Sato Ryuta). Tendo um histórico nada animador, como ter espancado e arremessado um aluno do segundo andar, Koichi Kawato chega à escola com um sorriso pronto pra “domar” a difícil classe do segundo ano.

Os alunos do clube de baseball não freqüentam as aulas, causam confusão, usam a sala do clube pra jogos e até pra sexo com alunas da escola. Os alunos foram proibidos de jogar, depois que foram suspensos por agressão durante um jogo, sendo proibidos de jogar por seis meses. A escola para não expulsar todo mundo, dá certos privilégios aos alunos, e a contratação do esquentado Kawato seria ideal para expulsar a turma da escola.
Porém, todavia, no entanto não é bem isso que aconteceu já que Koichi Kawato compra o sonho de jogar baseball e as muitas discussões e porradarias (você nunca vai ver tanto sangue, porradaria e um professor sofrer agressões, como nessa série), ele consegue convencer Mikoshiba Toru (Koide Keisuke) a não abandonar a escola por seu sonho de jogar baseball. De brinde, o professor ganha a chave da sala de baseball e começa uma enorme revolução, tirando tudo que não remetia ao sonho do time de ir jogar em Koshien.

O segundo a acreditar no professor é o Sekikawa Shuta (Nakao Akyoshi) que acaba levando uma porrada de Shinjo Kei (Shirota Yu) desmaiando inconscientemente ao ter sua cabeça estourando a janela do banheiro.
Assim os alunos vão acabando entrando aos poucos pro time, na porradaria, o Kawato solta uma frase celebre que eles são amigos que não conseguem conversar e resolvem na porrada suas diferenças.

Desde o primeiro momento, Kawato não recebe apoio nem do diretor, e nem mesmo dos professores da escola. Todos ali, com raras exceções, estão esperando que sonho do Kawato se despedace entre as brigas dos alunos.

E bom, sobre as brigas, o próprio Kawato faz muita vista grossa, esperando a união do time, que ele como treinador, está aprendendo e sabe bem menos que todos ali.

Aniya Keiichi (Ichihara Hayato), o melhor arremessador do time, está de volta e com isso o time está quase completo. A sua volta é bastante tempestuosa porque ele também tinha um sonho e tinha receio desse retorno inesperado por causa do professor.

Participando de treino com uma escola vizinha, o grupo ganha confiança e volta a treinar intensamente. Porém ainda falta o retorno de Shinjo Kei que é digno de ser um personagem misterioso e confuso, que só quer jogar com os amigos, mas não se aceita parte do grupo.
Kawato decide que o inseguro Mikoshiba tem que ser o capitão do time, assim sendo um desafio pessoal e do time, em manter unido, e atravessar os obstáculos criados por ele mesmo de insegurança.
O maior desafio do time é enfrentar seus fantasmas do passado, assim começa um jogo amistoso com uma escola vizinha em que um dos principais jogadores é um ex-parceiro do time. Um dos culpados pela briga de seis meses atrás e que trocou de escola continuando ser violento e bagunceiro, como eles eram no começo da série.
Será que eles vão conseguir ir pra Koshien? Tem muito chão pela frente, mas Kawato claro que não só eles vão pra Koshien, mas que ambos vão sorrir em sua formatura daqui um ano.
A série ainda ganhou um filme nos cinemas, lançado em maio de 2009, chamado ROOKIES: A graduação, chamando grande atenção e sendo um sucesso.

ROOKIES é altamente recomendável, principalmente para que gosta de séries como Gokusen, GTO, além de ser uma boa pedida, pra quem esperava uma série de baseball desde H2 – Kimi to Itahibi.

Opinião | Entre Amor e Ódio, E o Fim do Power Rangers!

Mighty Morphin Power Rangers

Muita gente aqui adorou o podcast sobre Power Rangers e foi com certeza um dos temas polêmicos quando estamos entre o público que gosta de cultura pop japonesa. Por que? Justamente porque uma fatia desse público aprendeu a gostar de cultura japonesa graças as séries japonesas como Jaspion e Changeman, que pertencem ao um gênero japonês chamado Tokusatsu.

A invasão de Power Rangers no Brasil veio depois que o tokusatsu alcançou seu desgaste na televisão brasileira. Lembrando que começo dos anos 90, tivemos a cerca de 12 séries de tokusatsu exibidas ao mesmo tempo no país o que gerou um desgaste da mesma.
Power Rangers está ai há 17 anos no ar e sábado agora está acabando e entrando na “era da reprise” com a estréia de Mighty Morphin Power Rangers em alta definição. Sinceramente gosto muito da cronologia de Power Rangers até o espaço, por isso adorei saber desse relançamento, porém tenho minhas ressalvas.

A volta de Power Rangers trás o fim das séries atuais, como também o fim das produções na Nova Zelândia. Ruim ou bom, as séries na mão Disney, evoluíram não tanto em roteiro e carisma, mas em termos de filmagem e lutas. Cansamos de ler opiniões de fãs de ambas as produções, que Power Rangers teve lutas muito melhores coreografadas do que as suas versões originais Super Sentai.

Desde Galáxia Perdida, os americanos optaram não ter mais um elenco fixo, e sim um elenco por série, assim toda mitologia de Power Rangers foi jogada no lixo em troca de uma cópia do sistema japonês.
Não bastando isso, a última série Saban e a primeira Disney eram cópias xerocadas das suas respectivas versões originais.

A única série que fez questão de voltar a mitologia foi Dino Trovão que fez um trabalho muito interessante e bastante superior a série versão japonesa, Abaranger. Dizem as lendas que Abaranger foi feito para homenagear os americanos com o legado criado em Power Rangers.

Os fãs graças a internet que evoluiu nesses 10 anos, que existia um mundo novo a ser explorado, ao encontrar download de episódios das versões originais dos Power Rangers. As séries principalmente da época Disney o público conseguiu comparar com as originais. Porém por que essa relação amor e ódio?
Power Rangers foi feito porque o público rejeitava as séries japonesas, assim não adianta questionar. O público ocidental tem uma ressalva e as empresas não apostam suas fichas quando o assunto é cinco heróis japoneses defendendo seu país Japão.

A adaptação deu certo, gerou dinheiro, e foi um grande marco no segmento infanto juvenil nos anos 90. É inegável a entrada de dinheiro na companhia que fez ela crescer a ponto de engolir a Fox Kids do grupo Fox.

Como qualquer outro boom, Power Rangers teve problema de ser levado adiante, não foi a toa que a série quase foi cancelada em Power Rangers Turbo. A série mesmo reformulando elenco, mesmo com uma outra proposta, sofreu e conseguiu se manter até Força do Tempo.
Os brasileiros acostumados com séries japonesas e tendo a maior colônia japonesa do mundo, não foi suficiente para a invasão americana bem sucedida que aconteceu por aqui a maior emissora do país, a Rede Globo.

E sinceramente, comparar Super Sentai a Power Rangers sempre vai ser a mesma coisa que comparar filme japonês com remake americano,ou novela mexicana com remake no Brasil. Comparações são inevitáveis, mas a eficácia de cada uma em sua região é o que realmente importa.

Sobre Power Rangers, o erro da série foi desviar de sua rota, porque ela deveria ter feito algo como Robotech fez com Macross, em ter criado sua cronologia e sua história. A tal ponto que o último filme de Robotech foi feito no Japão com roteiro feito pelos americanos.

Power Rangers poderia ter evoluído a tal ponto que não precisaria mais existir a partir de séries japonesas. Sua cronologia e personagens como Ninjor, Alpha, Auric, Ranger Fantasma desapareceram porque as séries originais acabaram e uma nova série japonesa seria adaptada pelos americanos. Todos esses personagens poderiam ter sido melhor utilizados se a Saban não fosse tão mesquinha em investir em outras séries, ao invés de investir nos próprios Power Rangers.

A Saban tentou fazer um novo Power Rangers, mas fracassou em todas as tentativas, como VR TROOPERS, Masked Rider, Bettleborgs e até algumas produções totalmente americanas. Deixou seu carro chefe em um rumo que se tornou uma série genérica do que foi Power Rangers. Power Rangers como nos quadrinhos podia ter tido uma cronologia própria com personagens próprios mesmo que ainda utilizasse uma série japonesa pra ser adaptada.
É inquestionável o sucesso de Bulk e Skull na época, porque nunca foi pensado levar eles a diante numa série spin off de Power Rangers? Não teria sido mais sensato fazer isso do que aquelas adaptações medonhas da Saban?

Outra coisa alarmante é que com 17 anos, Power Rangers nunca chegou a ser visto como uma série americana pelos americanos. Prestem atenção e nunca vimos os americanos falando de Power Rangers como qualquer outro sitcom ou série animada.
O legado de Power Rangers morre em RPM, que estréia ano que vem no Brasil pela Disney XD. A volta de Mighty Morphin Power Rangers faz que essa série seja lembrada e por sua reprise em exaustão, numa remasterização que promete diminuir a falta de efeitos especiais na época.
Assistir esse tipo de série pra quem viveu a época, chega a ser nostálgico, mas é uma pena que isso não fará voltar o melhor que Power Rangers já teve. Não teremos episódios novos com vilões tão bacanas como Rita Repulsa, Divatox e Astronema. Tudo não passa de uma reprise de uma série bacana dos anos 90, uma forma barata e sensata da Disney continuar com o nome sem gastar muito.

Agora, pra uma empresa que tem séries como Hannah Montana, Jonas Brothers e Magos de Waverly Place, fácil analisar que esse tipo de produção sai muito mais barato e faz muito mais sucesso com a criançada hoje do que Power Rangers. Para que adaptar uma série japonesa, gastando em novos efeitos, elenco e o escambau, se temos séries com orçamentos mais enxutos e sucessos comerciais que geram produtos como cds musicais e filme nos cinemas?

E assim Power Rangers acaba no ocidente sendo algo ultrapassado que não funcionam mais com seu público alvo, as crianças.

Japão, Gaijin e entretenimento!

A palavra “Gaijin” significa, literalmente, “pessoa de fora”, pois é formado pelo kanji de pessoa(jin) e o kanji de fora(gai). É a maneira que os japoneses chamam as pessoas de outras nacionalidades. Existem também outras formas que eles utilizam, já que essa é considerada desrespeitosa.

Passada a explicação, a novidade é que teremos personagens Gaijin, um em um filme live-action e o outro em um anime. Não que isso seja uma novidade, mas o caso é que nesses lançamentos em especial, o fato deles serem estrangeiros é um dos pontos em destaque.

O primeiro personagem é no filme live-action Darling wa Gaikokujin(que foi traduzido como My Darling is a foreigner, ou seja, meu querido é um estrangeiro) . Ele será baseado no mangá de mesmo nome que foi escrito por Saori Oguri, que se baseou em sua própria experiência de ter um marido não-japonês.

Para assistir o trailer é só entrar aqui e esperar o vídeo aparecer. Confira uma foto do mangá abaixo:

O segundo Gaijin aparecerá no longa Junod, onde veremos Mercel Junod, que é o primeiro médico estrangeiro a pisar no Japão logo após os eventos da bomba de Hiroshima. O longa está previsto para 2010.

Você pode conferir o trailer aqui . É só clicar em uma das telinhas.

Fonte: Anime News Network
Anime News Network

Adaptações: games-animes e vice-versa

Eu não sei vocês, mas eu adoro games baseados em anime. É um assunto controverso no mundo dos games, muita gente argumenta que a maioria dos jogos são mal-feitos e servem apenas para os mais fanáticos pela obra.

Não sei, alguns jogos realmente são meio ruins mesmo, mas eu gosto mesmo assim, adoro a sensação de controlar algum herói de algum anime que eu gosto. Tanto que até coleciono jogos do tipo.

Veja abaixo uma foto da minha série favorita, a Ultimate Ninja, baseada em Naruto.

O mesmo não posso dizer de animes que vieram de games. Confesso que, tirando aquele Street Fighter V que passou no Brasil na década passada, eu não lembro de nenhum outro anime baseado em game que eu tenha gostado.

Enfim, opiniões pessoais a parte, o caso é que teremos alguns lançamentos dessa tabelinha games-animes, confiram abaixo:

1-Primeiro é de game para anime. O game em questão é Arcadia Saga, que é um MMORPG, ou seja, um rpg on-line, modalidade que tem Ragnarok como o mais conhecido em nossas terras.

Na verdade, não é que o game ganhou um anime inteiro, é apenas um vídeo promocional em anime que foi produzido pelo famoso estúdio Gonzo(o mesmo de NHK ni Youkoso, Afro Samurai, Chrono Crusade, entre vários outros).

Você pode conferir o vídeo aqui. É só baixar a tela.

2-Agora é de anime para game. É um novo game de Naruto Shippuuden para PSP.

Você pode conferir o site ofical aqui. O nome do game será Naruto Shippuuden: Kizuna Doraibu e essa é a única informação até agora. Vamos esperar

Fonte: Game Iro Iro
Anime News Network

JWave #4 | Caça Fantasmas

jwave3caafantasmas

Who you gonna call??

Bem vindo ao mundo do J-WAVE…

Hoje, estamos lançando o quarto episódio do podcast do J-Wave. Eu (@jubakun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) estamos reunidos para falar de Caça Fantamas.

Se existe algo estranho na vizinhança, quem você chama? No último podcast do ano, vamos comemorar os 25 anos de Caça Fantasmas. Vamos falar do primeiro filme, do segundo filme, do desenho dos anos 80, a série spin off do Geléia, os Novos caça Fantasmas, os jogos , os boatos em torno de Caça Fantasmas 3 e muito mais.

Então liguem suas mochilas de prótons, porque está na hora de caçar alguns fantasmas.

O formato do podcast é quinzenal.

TEMAS ABORDADOS
Caça Fantasmas – o filme de 1984
Caça Fantasmas 2 – de 1989
Série animada dos “Verdadeiros” Caça Fantasmas
O spinoff da série animada “Geléia e os Caça Fantasmas
Os “caça fantasmas” da Filmation
A série Caça Fantasmas de 1975

VÍDEOS SOBRE O PODCAST

Trailers
Trailer de Caça Fantasmas 1
Trailer de Caça Fantasmas 2
Trailer de Ghostbusters the videogame
Trailer da edição Blu-ray de Caça Fantasmas
Trailer do Fan Film do Return of the Ghostbusters
Trailer do filme Ghost Busters de 1954

Aberturas
Abertura de Caça Fantasmas
Abertura de Geléia e os Caça Fantasmas
Abertura dos Novos Caça Fantasmas
Abertura da série Live Action de Ghost Busters de 1975

Comerciais e Extras
Comercial de brinquedos dos Caça Fantasmas
Comercial do Cereal dos Caça Fantasmas
Comercial do DVD Collection da série animada de Caça Fantasmas
Extra da versão Blu-ray sobre a restauração do Ecto-1
Videoclipe do Ray Parker Jr com tema dos Caça Fantasmas
Alvin & the Chipmunks fazem cover do tema de Caça Fantasmas na série animada
Participação especial de Caça Fantasmas no desenho Super Mario Bros Super Show
Videogame
Trailer de Ghostbusters the videogame
Jogo ainda beta dos Caça Fantasmas que foi feito sem os direitos da série
Timeo – O mesmo jogo de cima, na versão final sem referências a Caça Fantasmas
Ghostbusters Nes
Ghostbusters Sega Master System
Ghostbusters Mega Drive

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Tempo de duração: 72 min

Opinião | A derrota do otaku brasileiro

Há muito tempo queria escrever esse texto, mas tava um pouco relutante de expor minha opinião do mercado brasileiro pelo J-Wave. Porém, com a derrota de uma tentativa de oficializar e fidelizar o público brasileiro, com o canal Animax, a cada dia vemos o canal se tornar o mais próximo de um irmão mais novo do Sony Television e AXN.

Um público nada interessante comercialmente

Hoje, qualquer emissora, qualquer programa, qualquer intervalo é direcionado a um público especifico. Se os mangás foram populares em roubar aos poucos o mercado que era especificamente de comics, e não só Isso, como aumentar conquistando o público feminino. Por que os animes não tiveram o mesmo êxito?

Para responder essa pergunta, temos que ir em direção a simples e óbvia pirataria. Algo que cresceu nessa década, veio em decorrência, porque fãs se juntaram pra legendas animes gratuitamente na internet. Em resumo, os primeiros fansubbers nasceram ainda fora do meio digital, utilizando somente para vender as VHS a preço de custo e manter esse “clubinho” fechado.

Foi assim que nasceram propostas como Shin Seiki, Lum´s Club, BAC, Anime Gaiden entre tantos outros que fizeram a alegria de muita gente, numa época que a Rede Manchete entrava em decadência e iniciativas como U.S. Manga não existiam mais na programação.

Não vou entrar aqui no mérito de julgar se é pirataria ou não o produto de um fansub, já que não sabendo o idioma japonês, esta foi à única forma pra muita gente descobrir séries magníficas que nunca ganhariam a luz do dia na televisão brasileira. Porém, os fansubbers tinham um critério bastante importante que acabou sendo ignorado alguns anos mais tarde, em que séries que fossem lançadas oficialmente no Brasil, o seu trabalho de fã serie retirado da internet.
A culpa é dos fansubbers?

A resposta é não, já que a questão foi sites na internet e lojas que acabaram comprando desses fansub e revendendo sem dó e piedade formando e fidelizando um público, o condicionando a consumir esse produto a preços mais salgados.
O sucesso desses VHS continuaram quando vieram os DVDS, se por um lado a internet brasileira havia mudado e os fansub da era anterior fechavam as suas portas, trocando VHS por disponibilizar o conteúdo na Internet, as lojas acabaram aprendendo a “baixar” e tranformar em DVD por preços módicos.

Assim, paralelo a invasão do mangás pelas JBC e Conrad nas bancas brasileiras, aumentava os leitores, mas também aguçava em conhecer animês obscuros. Isso aliado a uma drástica reformulação que aconteceu no segmento, sendo como exemplo mais óbvio a mudança de lojas no bairro da Liberdade em São Paulo.

Saiam os donos japoneses que vendiam VHS gravado da televisão japonesa, uma herança das locadoras ilegais que foram febre dos anos 80, e entrava as lojas com DVDs que agora seus donos não tinham nenhuma descendência japonesa.

Enquanto isso, o público descobria facetas da cultura pop japonesa, mas por serem caros e inacessíveis, aprenderam com DVDS, que a customização se torna mais viável que importar algo. Assim nascia jovens viciados em animês a busca de artigos, como bandana do Naruto, ou camisetas com transfer, cadernos do Death Note, Mokona em pelúcia e os chaveiros.

Se hoje virou piada os chaveiros do público Otaku, sendo até uma forma de “aviso” que tem um chegando, os fãs aprenderam a arte de customização e com isso largaram qualquer iniciativa e espera de uma indústria sólida tentar ganhar e oficializar o mercado.
O mercado se fecha em si mesmo

A customização e logicamente a total ausência dos direitos autorais, acabou tornando o público fiel a esse tipo de produto. Hoje podemos ver jovens usando camisetas de bandas de jrock e visual kei pela rua, mas em nenhum momento alguém nesse meio tentou oficializar isso.

Sendo o Brasil um dos países que tem mais pirataria no mundo, sendo que vire e mexe entra e sai da lista negra de algumas empresas, fica difícil do país vender uma imagem de país consolidado.

Quando veio o canal Animax no Brasil, a maioria pensou que seria o pontapé inicial de uma invasão de DVDs nas lojas, e itens de consumo para a massa que gosta desse tipo de produto, porém não é bem assim que as coisas evoluíram.

O público otaku se tornou um público não interessante comercialmente, portanto a Sony descobriu que esse consumidor não vale de nada. Ele não consome nada, além de mangás e itens customizados, assim o mercado de DVDs legais bateram de frente com ao de piratas e perdeu feio. Foi assim que DVDs como a Focus não foram concluídos, aliados a péssimas estratégias de marketing.

Será porque o público otaku é jovem e não tem poder aquisitivo? Sim, tem isso, porém o mesmo público se esforça e compra mangás completos em eventos, ou compra itens importados, e ainda compra itens que remete a seus animês favoritos e seu ritmo musical também.

Cada um faz do uso de consumo como quiser, mas isso não muda que invés de alimentar a indústria para que ela cresça, o público vai pro outro lado e parte para a pirataria. Foi assim que as lojas se tornaram fortes e não só cresceram, como se tornaram presente nos principais eventos do país, na mesma proporção que stand das editoras de mangás no país.
O Brasileiro está condicionado a não comprar original?

Você pode falar que a maioria dos brasileiros compram DVDs piratas nos famosos camelôs e que o otaku tem seu próprio nicho. Esta correto? Sim, está correto, porém ta ai uma diferenciação entre brasileiros e japoneses, já que os japoneses valorizam o artista e sua série favorita, comprando tudo que tem pela frente “oficial”, assim alimentando a empresa que produz a série que ama. Aqui as pessoas baixam, consomem pirataria e invés de injetar dinheiro, acaba fechando portas.

O Animax tentou se salvar usando estratégias de aumentar o público das animações japonesas, tacando seu carro chefe Lost, mas fracassou e agora aumentando gradativamente as séries não japonesas, acaba resgatando o que foi o canal Locomotion numa mistura de programação pra adolescente e adulto.

Agora o que dizer de um jovem que tem como exemplo uma família inteira que não consome produto original? Sejamos francos, a indústria de cinema e televisão vem sofrendo em países como o nosso, por causa do mercado ilegal. Lojas como Blockbuster foi engolida pela lojas Americanas por causa do público consumidor que não é mais o mesmo. O pensamento de ir à locadora de bairro não existe mais, graças ao pensamento de com 10 conto, você tem 3 dvds em envelopes plásticos com capas má xerocadas na sua coleção.
O que fazer para mudar isso?

O correto seria apoiar a indústria brasileira, mas fica difícil, quando a mesma toma atitudes errôneas como o lançamento de Cavaleiros do Zodíaco: Lost Canvas com a ausência da versão em Blu-ray. Num mundo onde o jovem está migrando de mídia mais rápido, e vivemos num país aonde podemos pagar parcelado, um Cavaleiros do Zodiaco: Lost Canvas em blu-ray seria uma atitude sensata de atrair jogadores e colecionadores que tem em sua casa um Playstation 3, por exemplo.

Não da pra entender uma indústria que prejudica a si mesmo, lançado séries com legendas feitas sem revisão como foi o lançamento de Jiraya pela Focus. Também não dá pra entender episódios com logotipo de uma emissora de TV a cabo japonesa nos DVD de Changeman, também lançado pela Focus.

O que adianta uma embalagem legal se o conteúdo é uma droga? Então o público brasileiro e a indústria brasileira precisa mudar, o primeiro tem que exigir um produto de qualidade e exigir recall de um produto de qualidade insatisfatória, enquanto a indústria brasileira tem que investir e se fazer presente a esse público de jovens em formação que podem se tornar colecionadores em potencial no futuro.

Talvez assim conseguimos ser respeitados pelas empresas nacionais e ter séries excelentes em nossas prateleiras de maneira oficial aqui no país.

JWave #3 | TV Cultura

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“Bem vindo ao mundo do J-WAVE…

Hoje, estamos lançando o terceiro episódio do podcast do J-Wave. Eu, Calliban, Schias e Mad Max (do Dimensão Nerd) estamos reunidos para falar de TV Cultura.

Numa viagem nostálgica ao auge dos anos 90 da TV Cultura, aonde todo mundo comentava sobre as noites na emissora. Era chegar da escola e acompanhar Pedra dos Sonhos, depois Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e chegava ao auge da noite com Mundo de Beakman e Anos Incríveis.

Reviva essa nostalgia ou conheça essa boa época que não volta mais.
O formato do podcast é quinzenal.

LEITURA DE E-MAILS
Você lembra de Mighty Moshin Emo Rangers? Está aqui a série que o Calliban comenta nos e-mails.
O fusca de Billy não é invenção dos Power Rangers e está aqui a prova. (enviado por @liscraudjo)
Toda a repercussão sobre o podcast sobre Power Rangers e polêmicas sobre os boatos de pornô do ator do Jason.
Por que o Power Rangers antigo não voltava?
O Power Rangers acabou com Super Sentai no Brasil?
Descubra isso e muito mais sobre na leitura de e-mails.

TEMAS ABORDADOS
Doug
Tintin
As Aventuras de Babar
Pedra dos Sonhos
Animais do bosque dos vinténs
Rá-Tim-Bum
Glub Glub
Castelo Rá-Tom-Bum
Mundo da Lua
Confissões de Adolescente
X-Tudo
Anos Incríveis
Família Twist
Mundo de Beakman

VÍDEOS SOBRE O PODCAST
Doug
Abertura Doug – Fase Nickelodeon
Abertura Doug – Fase Disney

Tintin
Abertura de Tintin

Aventuras de Babar
Abertura de As Aventuras de Babar

Pedra dos Sonhos
Abertura de Pedra dos Sonhos

Animais do bosque dos vinténs
Abertura de Animais do bosque dos vinténs

Rá-Tim-Bum
Abertura de Rá-Tim-Bum
Rá-Tim-Bum Senta Que Lá Vem História
Rá-Tim-Bum Euclides e Silvia
Rá-Tim-Bum Doutor Barbatana E As Sereias Da Água Doce
Rá-Tim-Bum Professor Tibúrcio

Castelo Rá-Tim-bum
Ratinho do castelo Rá-tim-bum tomando banho
Abertura do Castelo Rá-tim-Bum
Castelo Rá-tim-bum Passarinhos – Gaita
Castelo Rá-Tim-Bum – Show da Dedolândia
Castelo Rá-tim-bum – Lavar as mãos
Castelo Ra-tim-Bum – Bastidores
Ratinho Castelo Rá-tim-bum
Tíbio e Perônio – Como os peixes dormem

Glub Glub
Abertura de Glub Glub
A Minhoquinha que morava na maçã – Glub Glub
Abertura Jimbo – Glub Glub
Ernest: o vampiro – Glub Glub
Bojan – Glub Glub
Pipe e Cuco – Glub Glub
Os Companheiros – Glub Glub

Mundo da Lua
Mundo Da Lua – Bem-Vindos Ao Mundo Da Lua
Comercial do Mundo da Lua

Confissões de Adolescente
Confissões de Adolescente – Abertura

X-Tudo
Abertura de X-Tudo
X-Tudo – Gerson de Abreu – Experiência do gelo, barbante e sal
Trechos X-Tudo

Anos Incríveis
Documentário Especial 10 anos depois do seriado Anos incríveis
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Anos Incríveis – Primeira Abertura
Anos Incríveis – Segunda Abertura

Família Twist
Família Twist

Mundo de Beakman
Abertura do Mundo de Beakman

FOTOS
O ouvinte Barone enviou fotos vestido de Homem Codorna na festa de final de ano da empresa que ele trabalha.


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