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Netflix divulga imagens da nova temporada de Marco Polo

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Apresentada ao público brasileiro no Comic Con Experience 2014, Marco Polo foi um dos grandes lançamentos da Netflix em 2015 e agora está de volta em sua segunda temporada. A série ganhou um filme prequel e retorna ainda mais ambiciosa que a temporada anterior.

Do que se trata?
Marco Polo se passa num mundo repleto de ganância, traições, intrigas sexuais e rivalidades, tendo famoso explorador na corte de Kublai Khan, na China do século XIII.

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Produção
Temos o retorno de John Fusco (Spirit: O Corcel Indomável), que é o criador e produtor executivo, juntamente com Dan Minahan (Homeland e Game of Thrones). Completando o time de produtores executivos: Patrick Macmanus, Harvey Weinstein, Bob Weinstein e Elizabeth Sarnoff.

Elenco
A série conta com Lorenzo Richelmy (Marco Polo), Michelle Yeoh (the Handmaiden), Benedict Wong (Kublai Khan), Joan Chen (Empress Chabi), Zhu Zhu (Kokachin), Tom Wu (Hundred Eyes), Olivia Cheng (Mei Lin), Claudia Kim (Khutulun), Rick Yune (Kaidu), Remy Hii (Prince Jingim), Mahesh Jadu (Ahmad) e Uli Latukefu (Byamba), entre outros.

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Lançamento
A segunda temporada terá 10 episódios e será lançada globalmente na Netflix no dia 1º de julho de 2016.

Com informações da Netflix

JWave #307 | E3 2016 Nintendo / Square Enix / Ubisoft / Activision

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O JWave está de volta a E3!

Diferente dos outros anos, o JWave está lançando 3 podcasts sobre a E3. Para isso, estamos adotando formato sem edição e esperamos que goste do podcast nesse formato.

A Nintendo esse ano mostrou novo The Legend of Zelda e também os próximos Pokémon´s, como também PokeGo, Mario Party entre outras novidades.

A Ubisoft mostrou novo Just Dance 2017 e também o retorno de South Park, entre outros jogos.

A Square Enix mostrou mais do Final Fantasy XV, como também novo jogo 2D derivado da série, além de novo Kingdom Hearts que será lançado em dezembro.

Activision revelou os novos Call of Duty, além de Crash em sua série Skylanders.

Juba e o Sasukerk se juntam para falar da conferência da Microsoft e destacar o que teve de melhor e de pior por lá.

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The Legend od Zelda

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JWave #306 | E3 2016 Sony

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O JWave está de volta a E3!

Diferente dos outros anos, o JWave está lançando 3 podcasts sobre a E3. Para isso, estamos adotando formato sem edição e esperamos que goste do podcast nesse formato.

Voltando a Sony, tivemos grande foco em jogos com anúncios de um novo God Of War, além de Resident Evil 7, Final Fantasy XV,The Last Guardian, novo Batman, além de 50 jogos para VR que será lançado em outubro.

Juba, Dash e o Sasukerk se juntam para falar da conferência da Sony e destacar o que teve de melhor e de pior por lá.

Podcast editado pelo Dash.

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JWave #305 | E3 2016 Microsoft

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O JWave está de volta a E3!

Diferente dos outros anos, o JWave está lançando 3 podcasts sobre a E3. Para isso, estamos adotando formato sem edição e esperamos que goste do podcast nesse formato.

Voltando a Microsoft, tivemos anúncio de Xbox One S que é 40% menor que o Xbox One e será lançado por 300 dólares. Tivemos Halo Wars 2, Gears of Wars 4, Dead Rising 4, Final Fantasy XV, além do anúncio do Project Scorpion que promete uma nova versão do Xbox One que seja o console mais potente do mercado.

Juba, Dash e o Sasukerk se juntam para falar da conferência da Microsoft e destacar o que teve de melhor e de pior por lá.

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JWave #304 | REC

JWave Capa  304 Post site
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O JWave dessa semana é sobre Rec e o Dia dos Namorados.

Série curta de 9 episódios e mostra um pouco a vida de aspirante como dubladora.

Juba, Calliban, Dash e o Sasukerk se juntam para falar de dia dos namorados, animê e sobre cultura japonesa.

Podcast editado pelo Dash.

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Lançamento de One Piece: Burning Blood!

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Você tem um PlayStation 4, Xbox One e/ou PlayStation Vita? Comemore, porque One Piece está chegando em um jogo de luta nessa sexta feira. Lembrando que o jogo será lançado para STEAM em breve.

O jogo foi desenvolvido pela Spike Chunsoft Co. ,Ltd. e terá mais de 40 piratas selecionáveis e 60 personagens de suporte. Também teremos modalidades de jogo permitem vivenciar sequências de história empolgantes de One Piece contadas sob diversos pontos de vista na Guerra de Marineford. Você poderá acumular prêmios no WANTED Versus Mode, batalhar contra amigos localmente no Free Mode, ou ao redor do globo no Online Mode; ou reunir suas tripulações piratas e disputar territórios contra outras equipes no Pirate Flag Battle Mode.

Lançamento
Chegará as lojas no dia 03 de Junho de 2016, ao preço de R$ 249,90 (Xbox One/PlayStation 4).

Trailer

Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações

JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven: Demo disponível!

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Mesmo que continue inédito no Brasil quando o assunto é mangá, JoJo’s Bizarre Adventure é um grande sucesso e agora está de volta com o jogo JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven. O jogo será lançado em breve e pra ter uma pequena demonstração do jogo, já temos o primeiro capítulo disponível na PlayStation Network.

Modo História

A história se passa no 3º arco da série, Stardust Crusaders, e o melhor disso é que apresentará histórias inéditas, inspiradas pela própria série.

Lançamento
O jogo terá lançamento no dia 28 de Junho de 2016 e é exclusivo para PlayStation 4.

Bonus Extra
Não pense que o Demo se limita a história, porque o Modo Versus, com quatro personagens icônicos selecionáveis: Jotaro Kujo, Noriaki Kakyoin, Josuke Higashikata e Okuyasu Nijimura. Mas não acaba por ai, porque quem jogar o demo receberá 10.000 JoJo Points para serem usados no jogo completo. E para que servem? Para comprar diversos elementos in-game, como trajes especiais dos personagens, citações para personalizar as player cards, e itens de apoio que podem ser ativados antes das batalhas.

Trailer

Baixe agora
PSN US: https://goo.gl/AmCSYo
PSN BR: https://goo.gl/Ne4MIO

Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações

Review | Gen Pés Descalços (Completo)

JMangá POST 2016 81
Já se foram 70 anos desde que a bomba atômica foi lançada nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, matando mais de três milhões de pessoas, sem contar as que adoeceram e foram morrendo lentamente anos depois do ocorrido.

Dentre os sobreviventes desse horror, estava Keiji Nakazawa, na época com 6 anos de idade. Ele e sua mãe foram os únicos de sua família que conseguiram escapar e, ao tornar-se adulto, resolveu contar em forma de quadrinhos o que realmente aconteceu em Hiroshima, num relato bem diferente do que os livros de escola sugerem.

Gen – Pés Descalços (Hadashi no Gen, no original) é sua obra-prima e um presente para todos aqueles que não se calam diante dos absurdos cometidos pelos poderosos. É com satisfação que apresento a vocês essa história e, para aqueles que já a conhecem, a revisito.

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A história
O ano é 1945. Gen Nakaoka é um ginasial alegre, que vive com seus pais e irmãos em uma casa simples, em Hiroshima. Desde cedo foi ensinado a nunca abaixar a cabeça pro que não acha certo e a viver plenamente, crescendo forte diante da adversidade, assim como o trigo.

Os problemas começam quando seu pai, um artesão pacifista, recusa-se a participar dos treinamentos para a guerra e fala abertamente o quanto discorda da postura do governo japonês diante do conflito, que já se estende há anos. Sua família sofre perseguições de todos os cantos, seja nas humilhações que a irmã Eiko sofre na escola, seja no bullying que os colegas e vizinhos fazem com ele e com seus irmãos, seja na falta de ajuda que sua mãe grávida encontra dos conhecidos apenas porque todos dizem que o patriarca da família Nakaoka é anti-patriota.

Para tentar mudar alguma coisa, o filho mais velho se alista mesmo contra a vontade do pai. O segundo mais velho tem que ir para o interior, junto com as crianças que cursam o terceiro ano ginasial, para ficarem seguras até que a guerra acabe. Gen e o restante de sua família permanecem em Hiroshima, sem saber que esta decisão selaria seu destino.

No dia 6 de agosto de 1945, a bomba atômica cai sobre a cidade de Hiroshima; Gen e sua mãe se salvam por mero acaso, mas o restante da família fica soterrada. Apesar de tentar de todas as formas, mostra-se impossível salvá-los e, obedecendo à última ordem de seu pai, Gen foge para longe dali levando sua mãe grávida e ouvindo os gritos de quem ficou pra trás, queimando no fogo do inferno que Hiroshima se tornou.

Agora, Gen precisará lidar com o fato de que é um sobrevivente e que por isso deverá tomar uma série de decisões que não caberiam a um garoto de sua idade. Sozinho com sua mãe e com sua irmãzinha que acabou nascendo no meio da rua, ele vai lutar para ser como o trigo, que mantém-se de pé mesmo após pisoteado.

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A primeira edição
Confesso que tomei um choque quando descobri que a primeira edição de Gen no Brasil estava incompleta. Publicada pela Conrad lá no comecinho da segunda grande onda de mangás no Brasil (por volta de 2000/2001), termina logo depois que o cabelo de Gen cresce novamente e corresponde ao quarto volume da reedição.

Se perder a família daquela forma já não tinha sido cruel o suficiente, Gen ainda teve que lidar com muitos outros eventos nos anos que se seguiram ao fatídico 06 de agosto. Além disso, a primeira publicação de Gen no Brasil foi espelhada e retirada de um projeto chamado Gen Project, o que talvez pode ter contribuído para que os brasileiros não tivessem logo de cara a versão completa da obra.

Os horrores jamais imaginados
Gen – Pés Descalços é uma obra que vai muito além do mero romance histórico e autobiográfico. É um relato visceral do que foi um dos episódios mais lamentáveis da história da humanidade.

Os livros de história jamais fariam jus ao que encontramos neste mangá. Todos sabemos que houve uma bomba atômica e que isso trouxe inúmeros problemas decorrentes do grau de radiação nela contido, mas antes de ler a obra jamais imaginei que quem não morreu no primeiro impacto tivesse passado por situações dignas de um filme de terror.

Pessoas andando pelas ruas de Hiroshima como fantasmas que, ao invés de arrastar lençóis, arrastavam a própria pele; pessoas que não estavam no local e vieram ajudar morrendo num piscar de olhos, tendo uma diarreia violenta e vomitando sangue; os estilhaços de vidro fincados nas pessoas como se fossem escamas macabras; os cadáveres boiando inchados quase que instantaneamente e tornando-se um criame de larvas, em pleno verão… por onde quer que Gen fosse, a morte mostrava seu lado macabro de todas as formas antes inimagináveis.

Para piorar, no meio de todo esse caos, a solidariedade parece ter desaparecido junto com a cidade; a maioria dos que sobreviveram mal podiam ser considerados humanos, e aqueles que ainda tinham condições de ajudar pareciam não ter vontade de salvar nada além de si próprios. Abrigados na casa de uma amiga da mãe de Gen, o garoto passou o inferno, aguentando os maus tratos dos demais moradores da casa e suas artimanhas para expulsá-los.

Aceitando serviços dos mais variados e inusitados possíveis, Gen tentou sempre manter sua cabeça erguida para ajudar o que restou de sua família a sobreviver. O ódio por aqueles que permitiram que a bomba fosse lançada e, acima de tudo, pelo imperador que não foi nada mais do que um covarde, acompanham o garoto por toda a obra, fazendo com que todos nós pensemos no quanto uma gestão arbitrária pode prejudicar tantas pessoas inocentes. Gen Nakaoka é muito mais do que um personagem; é um verdadeiro advogado da paz.

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Um autor que não se calou diante das circunstâncias
Keiji Nakazawa escreveu muitos mangás ao longo de sua vida, mas quando finalmente decidiu dividir sua experiência com seu público é que teve maior notoriedade. Com as histórias “Kuroi Ame ni Utarete” (“Sob a Chuva Negra) e “Ore wa Mita” (“Eu Vi”), e depois com a derradeira narrativa Gen – Pés Descalços (publicado a princípio na Shonen Jump), Nakazawa consegue mostrar às gerações que o sucederam todo o horror pelo qual Hiroshima e Nagasaki passaram.

Ouso dizer que o autor ainda vai além: apesar de deixar claro nas falas de muitos personagens que “não fizemos nada para sofrermos desse jeito”, através desses mesmos personagens ele nos faz perceber que não se omite diante de toda a barbárie cometida pelo exército japonês. Ele joga na nossa cara que o Japão foi brutal e cruel com seus vizinhos orientais, China e Coréia (meu maior choque foi tomar conhecimento da operação chamada “Três Tudos”, algo como “matar tudo, pilhar tudo e queimar tudo”); ele escancara a mesquinhez dos japoneses com seus próprios semelhantes, que estavam sofrendo com os efeitos da bomba e eram tratados como monstros apenas por estarem mutilados ou sofrendo sintomas desconhecidos e, como se não bastasse tudo isso, ainda menospreza o jeito japonês de “fazer cerimônia”.

Além disso, ele ainda vai mais fundo na ferida, denunciando os castigos físicos aplicados pelos professores em “alunos problema”; a crueldade das crianças na escola e o pensamento nacionalista exagerado, que muda de lado como quem muda de roupa. As críticas ao governo e à falsa divindade do Imperador são pesadas e as mulheres são personagens fortes, que, longe de precisar de proteção, sabem muito bem o que querem e estão dispostas a ir até o final pelo que acham certo.

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A edição definitiva
Desfeito o choque por me sentir enganada com a versão incompleta de Gen, fiquei bem satisfeita com essa segunda edição, a definitiva. Papel durável, sentido oriental de leitura e tradução feita por uma veterana, nossa querida Drik Sada.

Se for pra citar algo que me incomodou, talvez seja esse projeto gráfico de capas nada criativo: cena do mangá + bolinhas com o título e um close qualquer do personagem (tais como Buda e Adolf, este último mais criativo por usar fotos da época), a periodicidade esdrúxula (o primeiro volume saiu em 2011, diga-se de passagem) e o fato deles terem desistido dos subtítulos no quarto volume: se era pra fazer, que fizessem em todos… fora o carnaval nas capas, algo como “aprendi a fazer escala de cores, vejam o efeito que dá na estante”, mas… antes isso do que mais uma edição da Conrad incompleta.

Opinião
Acho que mesmo que eu escreva milhões de linhas, jamais serei totalmente justa com uma obra tão grandiosa como esta; o traço não é nenhuma maravilha, as expressões são exageradas demais e ouso dizer que os milhões de tapas que os personagens dão nas caras um dos outros me irritam bastante, bem como crianças que brigam entre si arrancando as pontas dos dedos do adversário com os dentes, mas esses detalhes são mínimos diante de tudo que Gen – Pés Descalços representa para o mundo.

Este é o tipo de história que te dá a mesma chacoalhada de Maus (não obstante, temos um prefácio de Art Spielgmann no primeiro volume): você vê o relato cru de alguém que realmente esteve no inferno e voltou para te contar como foi. Além disso, também te deixa feliz saber que a Shonen Jump não é a casa apenas de heróis ninjas, deuses da morte, polvos geneticamente modificados, anti-heróis com cadernos que matam ou mangakás adolescentes, mas também de heróis de carne e osso, como este menino que enfrentou tudo de cabeça erguida, mantendo os pés descalços firmes no chão e a pureza no coração que o permitiu sonhar com o futuro, mesmo com a sombra de ser um hibakusha pairando sempre sobre sua cabeça. Leia e emocione-se.

Review | One Piece #61

JMangá POST 2016 80
Que One Piece é um dos melhores mangás shonen da atualidade, todo mundo já sabe. Mas que ele poderia ficar ainda melhor muitos duvidavam. Pois bem, convido vocês a embarcarem mais uma vez no Thousand Sunny, rumo ao Novo Mundo!!

Voltando um pouco no tempo
Já faz um tempinho que a Guerra dos Melhores teve seu final e ceifou a vida de dois piratas que que aprendemos a admirar, respeitar e amar. Para proteger Luffy da Marinha, Trafalgar Law o levou em segredo para a Ilha das Mulheres, junto com Jinbe. Lá, sob a proteção da princesa Kuja e Shichibukai Boa Hancock, Luffy recebe ajuda de ninguém menos do que Rayleigh, imediato de Gol D. Roger, para iniciar um treinamento, não sem antes mandar uma mensagem aos demais membros do bando do Chapéu de Palha. Todos acatam o pedido de Luffy e, depois de dois anos…

Um reencontro emocionante
O pedido de Luffy nada mais era do que uma promessa de se reencontrarem no arquipélago Sabaody dentro de dois anos. Após ter sofrido uma perda terrível, por mais vontade que tivesse de reencontrar seus companheiros, Luffy não deixou de notar que precisava tornar-se mais forte. Sendo assim, deu a oportunidade aos seus companheiros de também aprimorarem suas habilidades para não serem derrotados tão facilmente em suas próximas batalhas.

Todos cumpriram seu objetivo de forma exemplar: Zoro treinou sob a tutela de ninguém menos do que o temido Olhos de Gavião; Usopp deixou de lado a indolência e a covardia para aperfeiçoar seu talento como atirador com o esquisito porém competente Heraclesun; Nami sugou ainda mais conhecimento sobre navegação com os habitantes de Weatheria; Sanji passou por um treinamento infernal com a ajuda de ninguém menos do que Ivankov, líder dos Newkama; Chopper aprimorou seus conhecimentos sobre medicina estudando na biblioteca do Reino Torino; Robin fugiu da Marinha com a ajuda do Exército Revolucionário; Franky tornou-se um ciborgue ainda mais intrigante e Brook… uma estrela do Soul.

Após terem atraído a atenção de todos os mares e com muita dedicação e esforço, os nove membros do Bando do Chapéu de Palha estão reunidos novamente e irão enfrentar todos os obstáculos diante do sonho que move seu Capitão e os inspira desde que se tornaram piratas sob seu comando: fazer de Luffy o rei dos piratas!

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Opinião
Acredito que esse volume seja um presente do Oda-sensei para todos nós, fãs de One Piece. A edição está repleta das recordações de todo o bando da época em que se juntaram a Luffy, mescladas aos quadrinhos que contam a história no presente de forma que a sensação de nostalgia se mescla com o desejo de saber o que o Novo Mundo trará.

Os novos visuais de todos fazem com que, mesmo sem que o autor tenha se utilizado do método da encheção de linguiça, o leitor perceba que tudo o que o bando passou nesses dois anos de separação. Destaque especial para Sanji, que sofreu uma mudança mais psicológica do que física (o alívio cômico do volume) e para Luffy e Chopper, que mantiveram suas essências puras e inocentes.

Além disso, Oda-sensei nos brindou não só com uma capa incrível, mas também com a abertura do capítulo 598, “Dois Anos Depois” que é exatamente o espelho da abertura do primeiro capítulo, só que na mesma vibe da capa: os personagens mais velhos e com seus novos companheiros.

Fechando com chave de ouro, não podia deixar de falar que o “Vamos zarpar!” de Luffy teve um sabor todo diferente porque enfim, depois de dois longos anos, eles estão todos juntos afinal.

Acredito que para comemorar a mudança de fase, a Panini providenciou um pôster fodástico como brinde neste volume, que traz uma renca de personagens que todo mundo adora numa só imagem incrível.

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Um detalhe: para quem não tem o volume original japonês, as páginas coloridas saíram apenas na Shonen Jump, então podem curtir o volume direitinho, sem as reclamações habituais de “não publicaram as páginas coloridas”.

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Então, sem mais delongas, VEM, NOVO MUNDO!!!!

Review | Pandora Hearts

JMangá POST 2016 79

O mês de maio já está quase chegando ao final, mas não sem a Panini deixar mais uma vez sua marca nas bancas, trazendo um lançamento muito aguardado desde seu anúncio: Pandora Hearts. Quer saber o que achamos? Venha conosco!

A história
Oz Vessalius é um garoto normal, herdeiro de uma das famílias detentoras dos quatro grandes ducados. De volta à casa tradicional dos Vessalius apenas para participar da cerimônia de maioridade, Oz ainda quer aproveitar um pouco mais sua vida até então sem responsabilidades e pede ao tio que o deixe brincar mais um pouco com sua irmã caçula e seu serviçal Gilbert, que também é seu melhor amigo.

Enquanto tenta convencer Gilbert a participar da cerimônia, Oz ouve um som que lhe parece nostálgico, algo como a melodia de uma caixinha de música. Ao tentar identificar de onde vem o som, eles acabam se descuidando e indo parar num local que lembra um cemitério, porém com apenas uma lápide.

Nela, Oz encontra um relógio de bolso antigo e ao segurá-lo tem uma estranha visão que começa como algo que está escondido em sua memória mais antiga e termina como um pesadelo. Quando finalmente conseguem sair do local misterioso e Oz vai se preparar para o grande momento, um ser estranho toma conta do corpo de Gilbert para infiltrar-se na cerimônia de maioridade.

Chegando ao local, Oz confraterniza com a neta da duquesa de Rainsworth, Sharon, que não pode participar da cerimônia por ter apenas 13 anos, mas mesmo assim, tem maturidade suficiente para lhe dar conselhos misteriosos. Empolgado com a beleza da jovem dama e ansioso para que chegue logo o término da cerimônia, o garoto é surpreendido pelo ataque do falso Gilbert e quando está prestes a sucumbir aos Anjos Vermelhos da Morte, é salvo pela garota que viu nas lembranças do cemitério.

Agora, Oz tem muito mais com o que se preocupar do que com apenas uma reles cerimônia de maioridade. Ele precisa saber o porquê dos Anjos Vermelhos quererem capturá-lo, qual a real face da família Rainsworth e, acima de tudo, por que a garota do cemitério e o relógio de bolso trazem essa sensação tão nostálgica? Devo dizer que vamos ter MUITO tempo pra descobrir tudo isso, já que o mangá terá periodicidade bimestral e conta com 24 volumes…

A edição nacional
A versão brasileira de Pandora Hearts não conta com nada de diferente de outros títulos da Panini: papel jornal, primeira página colorida com papel lisinho, contracapa com imagens legais e com a tradicional nota do autor. A edição também traz o costumeiro glossário.

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Opinião
Não é segredo pra ninguém que Pandora Hearts é fortemente inspirado nos livros de Alice, do autor britânico Lewis Carroll. Aliás, os autores japoneses são fascinados por essa história e vivem fazendo referências aos seus personagens (só citando os publicados pela Panini, posso falar de Conde Cain e Ouran). Além de Alice, também existem outras referências a clássicos da literatura, como o próprio nome do protagonista e da família que controla os Anjos Vermelhos da Morte (sim, MAIS shinigamis, o que me lembra que já está na hora de trazer Black Butler de volta, né, gente??????), os Baskerville.

Para quem não tem muita paciência de receber informações em conta-gotas, o primeiro volume abusa de flashbacks e te bombardeia com zilhões de personagens que é certeza que vamos esquecer se não seguirmos os próximos volumes com atenção. De qualquer forma, mesmo sendo um pouco confusa, a história prende e sim, me deu muita vontade de saber mais sobre o passado dos personagens (porque é CLARO que tem um passado triste por detrás de tudo sempre) e suas motivações, fora que o traço é agradável e a edição dentro do esperado.

Agradecemos à editora Panini, que nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Vagabond #2

JMangá POST 2016 78

Gostaram de Vagabond #1? Ficaram emocionados ao ver um mangá tão bacana de volta às bancas? Nós do JWave também ficamos surpresos e felizes de muitas formas e esse é um dos motivos pelo qual trazemos a vocês a resenha do segundo volume de Vagabond! Vamos conferir?

De volta à Vila Miyamoto
Após ser traído por Obaba, a velha mãe de Matahachi, Takezo se depara com uma situação difícil: a mando de um militar inescrupuloso a Vila Miyamoto toda está atrás dele e só lhe resta fugir para o meio do mato tal como um animal selvagem, deixando atrás de si uma pilha de mortos e feridos.

Nesse ínterim, chega à Vila o monge Takuan, respeitado e conhecido por toda parte por ser amigo íntimo do senhor do castelo de Himeji, Ikeda Terumasa. Com a ajuda inusitada de Otsu, Takuan captura Takezo e, durante sua estadia pendurado em uma árvore, nosso protagonista reflete sobre sua vida até ali: sua infância difícil com pais que não lhe têm amor; adultos que o temem por seu jeito de ser; sua vontade de ser forte para superar essas dificuldades e, não menos importante, seus amigos de infância.

É aqui que Takuan entende Takezo melhor e o fará entender como direcionar toda a raiva e amargura que sente para enfim trilhar o caminho que o fez ser um dos espadachins mais admirados no Japão.

Opinião
Como já havia adiantado no review do primeiro volume, não serão todas as edições de Vagabond que trarão as páginas coloridas que nos fazem suspirar fundo, mas isso não tira o brilho da edição, que continua valendo a pena.

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A segunda edição traz um lindo pôster que, com certeza, vou enquadrar assim que der. Arrisco dizer que um marca páginas em acrílico ficaria divino, sonhar não custa nada.

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Agradecemos à editora Panini que nos mandou o segundo exemplar para análise.