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Naruto Shippuden Ultimate Ninja STORM 4 ganha novo DLC!

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O mais recente jogo da série Naruto acaba de ganhar um novo trailer do futuro DLC chamado “Quarteto do Som”. Mas o que é o Quarteto do Som? É uma divisão de elite que trabalha como guarda-costas de Orochimaru.

No dia 10 de Maio de 2016, para PlayStation 4, Xbox One e STEAM, os ninjas do Quarteto do Som estarão disponíveis por US$6.99 (preço Brasileiro à ser definido). Jogadores que compraram o Season Pass poderão baixar este pacote uma semana antes, no dia 3 de Maio.

O DLC virá com os 4 novos personagens jogáveis da elite guarda-costas de Orochimaru, incluindo Sakon/Ukon, Jirobo, Kidomaru, e Tayuya, assim como suas Combinações de Tecnicas Secretas: Arte Ninja “Formação do Submundo”. O DLC também inclui duas Combinações Secretas para o ninja Zabuza.

E as coisas não acabam por aí. O DLC Quarteto do Som também incluirá os seguintes itens in-game: Tesouros Ninja, 10 Cartas de Informação, e 10 Roupas lançadas para jogos anteriores da franquia Ninja STORM.

TRAILER LEGENDADO

Agradecimentos a Bandai Namco Brasil pelas informações

Naruto Online é o MMORPG da série e chegará logo no Brasil!

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As aventuras do Naruto estão longe de acabar e agora o personagem chega na forma de MMORPG. Lançado no Brasil pela OASIS GAMES, o jogo foi desenvolvido por Tencent Games e pela Bandai Namco Games. O jogo ainda conta com suporte dos estúdios responsáveis pela a criação do Anime: Shueisha, TV Tokyo e Studio Pierrot.

Indo do começo até as histórias mais recentes do personagem, temos

“Naruto Online”, que fará você viajar nos principais momentos da saga por MMORPG.

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Entre os destaques do jogo, teremos cinco (5) classes distintas para você assumir:

• Olhos das Chamas (Fogo), especialista em Genjutsu e jutsus do elemento fogo;

• Punho de Ferro (Terra), especialista em Taijutsu e jutsus do elemento terra;

• Garra das Águas (Água), especialista em Jutsus de cura e do elemento água;

• Dançarina dos Ventos (Vento), especialista nos jutsus do vento e usuária da técnica “Grande Rasengan”;

• Lamina das Trevas (Raio), especialista em jutsus do elemento raio e mortal, como sua espada!

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Enquanto o jogo não é lançado, você poderá saber as principais novidades do jogo pela fanpage oficial de “Naruto Online”. Acesse http://www.facebook.com/NarutoOnline.pt

Com informações da OASIS GAMES

Review | Orange (Completo)

JMangá POST 2016 75

Finalmente o quinto volume de Orange chegou às bancas brasileiras. Mesmo sendo um mangá curtinho e que não faz tanto tempo assim que resenhamos por aqui, decidi fazer o “sacrifício” de ler a obra toda pela… décima (?!) vez e dividir com todos vocês o que essa obra significou para mim. Venham comigo!!

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A história

A essa altura, todo mundo já sabe do que Orange fala: é a história de um grupo de amigos colegiais protagonizado pela meiga e insegura Naho Takamiya, que recebe uma carta do eu dela de dez anos no futuro. Nessa carta continham vários indícios de sua veracidade, como seu atraso para a aula pela primeira vez e a chegada de um aluno transferido, o sério Kakeru Naruse.

Naho não podia imaginar que o motivo para ter recebido essa carta era, na verdade, um pedido de socorro: dez anos no futuro, Kakeru não está mais entre eles, pois faleceu em um acidente antes de completar 18 anos. Com a ajuda de seus amigos ela agarra a difícil missão de não apenas evitar o acidente, mas de salvar o coração de Kakeru. E é aí que Orange te mostra que não é apenas um mangá shoujo fofinho qualquer: longe disso.

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Mergulhando um pouco mais a fundo

Todo mundo pensa que Orange vai seguir a premissa de uns 900 mangás que você lê por aí, só que com uma pitada do “fantástico”, que seria o elemento surpresa da trama, a carta do futuro. Você se irrita com a timidez excessiva da Naho em alguns momentos e se preocupa com o fato de que a culpa que Kakeru carrega por acreditar ter sido o responsável pelo suicídio de sua mãe no primeiro dia de aula seja o que irá definir se o objetivo de salvá-lo será cumprido ou não. Nesse ponto, além da carta, um outro elemento surpresa (meu favorito, por sinal) será decisivo: Hiroto Suwa.

Suwa, no futuro, realizou seu sonho de casar-se com Naho, de quem ele sempre gostou e cuidou. É o amigo que todo mundo gostaria de ter, maduro até demais para a idade e que tem uma participação decisiva: mesmo com toda a dor que isso podia lhe infligir, ele não pensa duas vezes e resolve unir Naho e Kakeru. Logo no segundo volume, descobrimos que Suwa também recebeu a carta e é aí que entendemos que tipo de pessoa ele é. Mesmo sabendo que poderia não ficar com a pessoa que ele ama, ele desiste de sua própria felicidade em favor daqueles por quem zela de longe.

Mesmo os outros três amigos de Naho não são meros coadjuvantes; eles também receberam a carta e estão lutando a seu modo para fazer com que Kakeru não desista. A espevitada Azu, o estudioso Hagita e a valente Takako (que ama Suwa em segredo) deixam suas marcas na história de maneira sublime, como podemos ver no emocionante capítulo da corrida de revezamento da gincana escolar. Já li muitos mangás que sempre trazem alguma revelação na gincana, mas este me pegou de jeito. O recado que eles “entregam” a Kakeru junto com o bastão é algo que não vou esquecer “mesmo daqui a dez anos”.

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A aflição da culpa

Kakeru carrega consigo a vontade de morrer mesmo tendo pessoas com as quais se importa e uma menina de quem gosta porque não consegue se livrar da culpa por não ter acompanhando sua mãe ao hospital na volta do primeiro dia de aula.

Ele estava feliz por ter conseguido se enturmar e encontrar amigos, que poderiam ajudá-lo a esquecer o sofrimento do bullying da escola antiga. Ninguém pensa que não vai nunca mais poder pedir desculpas aos pais, aos amigos ou a alguém especial. Todos nós agimos, muitas vezes, de forma egoísta e ignoramos sinais porque imaginamos que sempre haverá o amanhã. Kakeru nunca entendeu que o egoísmo de sua mãe era o jeito torto dela protegê-lo do sofrimento, e ela não imaginava que isso só o fazia sofrer ainda mais. Talvez tenha sido egoísta ao pensar que “saindo de cena” poderia libertar o filho e nem cogitou ter uma conversa olho no olho.

Durante a história, o vai e vem do futuro para o presente nos leva a pensar que é possível definir o futuro com pequenas atitudes, mas que às vezes custam muito para nosso orgulho: reconhecer nossos erros, conversar direitinho para expor sua opinião (mesmo que divergente), pedir desculpas, agradecer, dizer o que realmente sente… Naho e seus amigos ganharam uma segunda chance e o modo como eles a aproveitam é algo tão delicado e sublime, que não é de se estranhar que mesmo após tantas leituras ainda me leve às lágrimas.

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Um show de capas e um título com muitas interpretações

Até mesmo as capas de Orange contavam uma história e nos davam pistas de onde a trama poderia nos levar e, para mim, deram um show à parte.

Comparar as capas dos volumes 1 e 2 já dá aquela preocupação: será que eles realmente vão conseguir o que almejam? Os rostos tristes de suas versões mais velhas trazem todo o arrependimento do passado?

A partir do terceiro volume, o jogo fica por conta da capa/contra-capa, pois elas são sempre o oposto. No volume 3, enquanto a capa traz um trio animado tomando sorvete, a contra-capa mostra um casal mais velho olhando saudoso para o passado.

O quarto volume dá uma pontada: na capa o filhinho de Naho e Suwa saúda alegre no colo da mãe o Kakeru da contra-capa e do passado, com seu sorriso contido. Mas a capa do quinto volume foi a que mais me assustou: ver os seis amigos felizes vendo a cor alaranjada do pôr do Sol enquanto na contra-capa apenas cinco amigos já não tão próximos e cheios de arrependimentos observam cores tão lindas com uma postura tão triste.

Não sei se o título do mangá foi dado por causa do desejo deles de ver o pôr do Sol todos os anos com Kakeru ou por um motivo mais banal: o suco de laranja que ele dá à Naho no dia em que ele aceita namorar com uma veterana e que, segundo nossa “mocinha”, “… era doce, um pouco azedo… e também triste”. Ambos os motivos são justos para mim.

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Um aniversário diferente

Uma das partes que mais me tocou foi perceber que, graças às cartas, Kakeru recebeu em vida seus presentes de aniversário, dentre eles, um muito especial: Suwa dá um buquê de flores a Kakeru que, por sua vez, o entrega a Naho. Vê-lo fazer isso no futuro a pedido de alguém que já não estava mais entre eles e com o agravante de que Naho era sua esposa só contribuiu para que eu desejasse ainda mais que não só Kakeru fosse salvo mas que Suwa fosse feliz. Do fundo do meu coração.

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O Kakeru que pertence àqueles que chegaram ao futuro

Em um dos capítulos do último volume de Orange, entramos na mente do Kakeru das lembranças da Naho e seus amigos dez anos à frente. Ver como tudo seria se eles não tivessem recebido a segunda chance, entender o quanto Kakeru se atormentava por não ter cumprido uma promessa banal à sua mãe e o quanto uma palavra mal empregada pode prejudicar alguém me fez pensar ainda mais no quanto aquilo que dizemos sem pensar pode ser um divisor de águas para alguém.

Kakeru não contava que podia se abrir sem medo para seus novos amigos, mas ao mesmo tempo não imaginava que seus antigos colegas seriam tão displicentes com suas revelações. Pode-se dizer que isso foi o estopim para que Kakeru fizesse o que fez: uma decisão tomada num momento de dor e que poderia ter sido evitada se alguém tivesse parado para entender seus sentimentos, nem que fosse apenas um pouco.

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Uma obra como poucas

Fazia muito, mas muito tempo que uma história não me emocionava desta forma, a ponto de me fazer pensar em trilha sonora quando estava lendo. A cada volume, ouvia lá no fundo de minha mente a emocionante “Kiseki” do Greeen, afinal, eles precisariam de um “milagre” para salvar Kakeru.

Meu coração foi inundado mais de uma vez pela vontade de receber uma carta dessas, que me permitiria consertar alguns erros do passado e me ajudaria a não me sentir tão mal hoje em dia: ser mais sincera comigo mesma e com quem eu já amei um dia; deixar de me preocupar tanto com o que pensam sobre meu jeito; entender mais os motivos que levaram a minha vida a ser hoje do jeito que é e… pensar mais nas escolhas que fiz para não me arrepender tanto depois.

Naho, Kakeru, Suwa, Azu, Hagita e Takako tiveram sua segunda chance e podem sorrir do fundo do coração, todos juntos. Acredito firmemente nisso e desejo que sejam publicadas aqui não só obras que visam vender milhões de exemplares, mas aquelas que toquem nossos corações como Orange me tocou.

Se você se arrepende de algo, siga em frente de cabeça erguida para não cometer os mesmos erros no futuro. Escute mais, aprenda com as falhas e perceba; você não está sozinho… E seja feliz.

JWave #300 | Capitão América: Guerra Civil

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O JWave comemora 300 edições nesses seis anos e meio em produção. Não poderia ser diferente que não um tema como Capitão América: Guerra Civil.

Que lado da guerra você é? Time do Capitão América ou Time do Homem de Ferro? Escolha seu lado e ouça o JWave da semana!

Juba, Calliban, Dash, Sérgio Sampa (88 milhas), Ilapso (Baixo Frente Soco) falam tudo o que acharam de Guerra Civil.

PARTICIPANTES



Ouça também

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JWave #46: Thor
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JWave #90: Os Vingadores – The Avengers
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JWave #170: Capitão América 2 – O Soldado Invernal
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JWave #185: Guardiões da Galáxia
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JWave #192: Guerra Civil
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JWave #231:Vingadores: Era de Ultron
https://www.jwave.com.br/2015/05/jwave-231vingadores-era-de-ultron.html

INDICAÇÃO

Homem de Ferro 3 – Blu-ray
Homem de Ferro 3 – Blu-ray 3D + Blu-ray
Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray
Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray 3D + Blu-ray

Blu-ray de Homem de Ferro (2008)
Blu-ray de Homem de Ferro 2 (2010)
Blu-ray de Thor (2011)
Blu-ray de Capitão América – O primeiro vingador (2011)
Animação

Os Vingadores – Os Super-heróis Mais Poderosos da Terra
Hulk Vs. Thor / Hulk Vs. Wolverine
Thor – o Filho de Asgard
Planeta Hulk
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Quadrinhos

Novos Vingadores – Motim
Thor – Em nome do pai
Capitão América – O Soldado Invernal
Capitão América – A Ameaça Vermelha
Capitão América – A Escolha

Sailor Moon Nº1

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Crítica | Capitão América : Guerra Civil

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A Marvel Studios mudou a história do cinema e isso é inegável questionar. Seja na forma de traduzir seus heróis em live action ou linkando seus filmes, gerando seu vasto universo, a Marvel fez escola.

É importante frisar que esse novo filme da Marvel não só certifica isso, como também costura e homenageia esse universo criado em 2008 com Homem de Ferro.

Temos um início repleto de adrenalina na África numa missão dos Vingadores liderada pelo Capitão América. Infelizmente numa luta com Ossos Cruzados, ele se suicida explodindo todos ali, mesmo com a Feiticeira Escarlate tentando tirar ele dali, acaba acertando em cheio um dos andares ali nas redondezas.

Assim temos o retorno do General Ross (lá do Incrível Hulk), em que junto do Tony Stark, trazem um acordo que mudará a forma que os Vingadores existe.

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Mas é Guerra Civil, mesmo?
A resposta é “Sim e Não”. A saga criada por Mark Millar está bem representada, mas ela foi expandida e atualizada, se tornando globalizada e não só restringindo as mudanças nos EUA.

De um lado, temos um Homem de Ferro que foi rebelde no início, mas hoje entende que Vingadores salvaram pessoas, porém também causaram desgraças. Ao lado de um acordo de mais de 100 países, faz com que Tony acabe se tornando conivente com o que está sendo colocado em jogo aqui.

Mas uma história não é só de um lado, e temos um Capitão América que discorda em ceder sua liberdade e de outros heróis em troca de uma autorização desses países.

É assim que nasce o “Acordo de Sokovia” que tem apoio de mais de 100 países, após a série de missões e destruições que Vingadores fizeram parte.

Momento de fechar histórias
Capitão América: Guerra Civil tem ares de Vingadores, mas nem por isso ignora que é um filme do Capitão América e isso é mérito dos diretores Anthony Russo e Joe Russo. Eles já tinham feito o brilhante Capitão América: Soldado Invernal e aqui o nível não cai, sendo usado para fechar história de alguns personagens.

E nesse brilhantismo, temos mais uma vez o pai de Tony Stark, Howard Stark entre as figuras utilizadas para fechar histórias. A última vez que o tínhamos visto Howard Stark (interpretado por John Slattery) foi em Homem Formiga num flashback. Aqui temos um Tony lembrando da morte dos pais em 1991 o que de certa forma conecta com período mostrado lá no Homem Formiga.

Só que as histórias se acabam nos dois lados e aqui chegou a hora de dizer adeus para Peggy Carter. Steve acaba indo no funeral da Peggy e descobrindo que Sharon era não só uma agente, mas sobrinha do seu antigo amor.

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O brilho do Pantera Negra
Se por um lado, o filme fecha histórias, ao mesmo tempo traz um novo fôlego com novos personagens. Pantera Negra era um personagem reserva que estava de escanteio, enquanto a Sony e a Disney negociavam a liberação do Homem Aranha, mas se saiu melhor que a encomenda.

Pai do Pantera Negra acaba morrendo num ataque terrorista, durante o acordo de mais de 100 países em Siena. Ao que tudo indica é que foi Soldado Invernal seja autor do crime e isso faz com que T´Challa assuma o trono de Wakanda e o alter ego Pantera Negra, assim prometendo vingar a morte de seu pai. Isso é contado em poucos minutos em cena, sendo fácil de entender o porque ele vai entrar nessa luta entre Homem de Ferro e o Capitão América.

Nunca houve uma luta tão plural
Lembra toda aquela polêmica do Quarteto Fantástico em ter um Tocha humano negro? Se tiramos algum bom dessa história é que a Marvel tem excelentes personagens negros e não se precisa alterar a etnia de um personagem pra isso. Aqui temos nada menos que War Machine, Falcão e o Pantera Negra lutando ao mesmo tempo em cena e faz com que uma geração se identifique com esses heróis que nasceram e sempre foram assim nos quadrinhos.

Do outro lado, temos uma presença feminina também nunca antes vista em cena com Feiticeira Escarlate, Viúva Negra e Sharon Carter. Se em outrora a Viúva Negra era a única mulher desse universo tão masculino, agora nunca tivemos tantas personagens femininas fortes em cena.

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Um novo Homem Aranha
Terceira vez? Não vou esconder que em menos de 20 anos ter 3 versões do mesmo herói é arriscado em cansar tanta a imagem, mas a Sony tava correta em negociar com a Marvel/Disney. Aqui temos o Peter Parker que sempre sonhamos, sendo um garoto interpretado brilhantemente por Tom Holland.

Todo recrutamento do Homem Aranha pelo Homem de Ferro é plausível e faz parte da redenção do Tony Stark. Ele se sente culpado pela morte de jovens na Sokovia e percebe que Peter Parker pode voar muito mais alto com uma ajudinha sua.

As cenas do Aranha são tão boas que lamentamos em ser tão rápido, mas fica a dica que tem filme do amigo da vizinhança em 2017.

Feiticeira Escarlate e Visão
Nos quadrinhos eles foram casados, tiveram filhos e tudo mais. Aqui as coisas parecem indicar a mesma coisa, quando Visão é ordenado pelo Tony Stark em manter Wanda refém na base dos Vingadores.

Os dois personagens conversando e dialogando faz com que você torça para felicidade do futuro casal.

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Um filme maior que sua luta
Sou fã de “Guerra Civil” nos quadrinhos, mas isso não significa que o filme te decepcione em não adaptar tão literal a saga. Ele abraçou diversos conceitos, trouxe personagens como Miriam Sharpe que ganhou uma proporção ainda maior, ao linkar com os fatos de “Era de Ultron”.

Os dois diretores se preocuparam em contar a história e desenvolver o que havia plantado lá em Capitão América: Soldado Invernal. Continua e expandindo toda espionagem e investigação que já tínhamos no filme anterior, mas agora na forma de Vingadores.

Você percebe que Vingadores 3 está em boas mãos, principalmente depois dos primeiros minutos em cena e vemos a equipe do Capitão América em ação.

Capitão América: Guerra Civil é um filme repleto de informações e mesmo sendo o filme mais longo da Marvel até agora (2 horas e 17 minutos), ainda parece pouco quando a história termina.

O que será da Marvel agora? Novos heróis estão chegando e talvez seja um indício que demorará um pouco para vermos todos reunidos novamente.

Lembrando que na sessão que assistimos o filme, teve apenas uma cena extra no meio dos créditos, mas normalmente quando isso acontece é porque tem duas cenas. Nos Vingadores 1, por causa de um problema da Disney Brasil tivemos apenas uma cena dos créditos no cinema, enquanto a segunda só pode ser assistida em DVD e Blu-ray. Torcemos que tenha uma segunda cena na versão que estreia nessa quinta-feira.

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Nota
5/5

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Vivendo no Japão #18: Entrando no Mestrado

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Pensa num tema. Conversa com professor. Escreve projeto. Corrige projeto. Submete inscrição. Passa por provas e entrevista. Aguarda aprovação. Aguarda outra aprovação. Mais uma aprovação. Prepara as malas e vai. Chega aqui. Conversa com professor. Pensa em outro tema. Escreve outro projeto. Corrige o outro projeto. Submete a inscrição. Passa por provas e entrevista. Aguarda aprovação. Tudo isso enquanto estuda, estuda, estuda e desenvolve pesquisa. E finalmente, após quase dois anos desde que comecei os preparativos, aqui estou, concluindo minha segunda semana no mestrado na Universidade de Kyushu, uma das grandes imperiais do Japão.

Pra quem quer saber mais detalhes sobre as etapas e todo o processo, recomendo que leia as primeiras postagens que fiz aqui para o JWave, e caso tenha mais alguma curiosidade, é só perguntar que ficarei feliz de responder. Hoje eu quero contar um pouco como é essa experiência de estar efetivamente no mestrado. Você deve estar acostumado a ver animês ou mangás que mostram aquelas cerimônias grandiosas e formais de início das aulas, seja de escola ou faculdade, bem, aqui não é diferente. Porém a grande cerimônia no salão é voltada para os estudantes de graduação. Nós, da Pós-graduação, temos cerimônias isoladas para cada departamento. Portanto, a minha foi num salão menor, com cerca de 50 alunos de Mestrado e Doutorado da Escola de Pós-Graduação em Ciências Integradas para a Sociedade Global. Todos vestidos em roupas sociais após enfrentar um temporal, tivemos uma apresentação de coral para nos recepcionar, e após um almoço uma longa tarde de explicação sobre os procedimentos burocráticos para o início do semestre.

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Foi nesse momento que eu fiquei sabendo que além das aulas de literatura moderna e comparada que eu já estava cursando, eu teria alguns cursos obrigatórios de introdução ao sistema de conhecimento da faculdade, além de escolher um sub-curso, fora da área de comunicação. Destrinchando o material, acabei me deparando, na área de estudos sociológicos com cursos de Teoria do Gênero, e resolvi dar uma olhada (até por ser um dos poucos cursos em inglês que eu poderia escolher). Ao chegar na primeira aula de Teoria de Gênero, a professora apresenta o plano do curso para esse semestre, em que ela decidiu fazer algo “diferente”: analisar uma obra de animação sob diversas perspectivas de teorias de gênero, e a obra é Wolf Children – Ame and Yuki, do meu diretor predileto Hosoda Mamoru. Podem imaginar a alegria incontida no meu rosto quando vi o programa né. Desde então tenho lido diversos textos teóricos introdutórios sobre feminismo e questões de identidade e gênero e estou achando fascinante. Principalmente por ter notado que minha mente foi condicionada durante a minha formação na USP a fazer análises de teor estruturalista e semiótico, e perceber que há outras formas de se enxergar a obra de arte, me abre para inúmeras possibilidades de pesquisa.

Devido à nova rotina, tentarei manter os textos aqui mais curtos e objetivos. De modo que sejam escritos e lidos em pouco tempo. Vejo vocês novamente em breve.

PS. Minha obsessão esta semana (na verdade há umas duas semanas já) é o novo single da Koda Kumi, intitulado Shhh!. Eu fui no show dela aqui em Fukuoka, e como sempre fiquei boquiaberto com a energia e o talento da Rainha dos Lives. No local do show estão sendo vendidas versões exclusivas do single e eu não podia perder a chance de adquirir o meu. A faixa, que também é a abertura do show é um pop dançante, com um ar de Christina Aguilera misturado à sensualidade e qualidade única da voz da Kuu-chan.  DSC_2177

Review | One-Punch Man

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Finalmente o mangá que conta a história do homem de um soco chegou ao Brasil. Com uma edição caprichada feita pela editora Panini e uma trama muito engraçada, as aventuras de Saitama ganham seu espaço nas bancas e o coração dos leitores e da equipe do JWave. Vamos às batalhas!!

A história
A cidade A está em perigo; Piccolo, quero dizer, a criatura que se intitula Vaccine-Man deixou um rastro de destruição e pavor, mas eis que surge um herói que irá impedir que o terror se propague ainda mais!! Um careca de capa que combate o mal por hobby termina a contenda com apenas um soco e… fica chateado por ter sido tão rápido, o que nos leva a um breve flashback.

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Há três anos, nosso herói era apenas um rapaz normal em busca de um emprego e frustrado por não encontrar nada até então. Um dia ele se depara com uma criatura que não o mata pelo simples fato de ter encontrado semelhanças em seu olhar com o dele, “um olhar de quem não se importa com nada”.

A criatura revela que irá matar um garoto de covinha (bom, acho que aquilo não pode ser chamado de covinha, é uma bunda mesmo) e sai à procura de sua vítima, encontrada por acaso pelo rapaz que, do nada, desperta a vontade de protegê-lo da morte iminente (bom, desenhar mamilos com uma caneta permanente em um monstro maligno pode ser um motivo e tanto para ser morto por ele, garoto esperto…) e após muito socar e socar vence a batalha.

A partir daí Saitama (sim, esse é o nome do nosso protagonista) treina a ponto de ficar careca e frustrado por terminar suas lutas com só um soco. Em seu caminho, pilhas de monstros derrotados e a solidão blasé de alguém que se tornou herói por hobby. Para acompanhar essa saga que promete trazer muitas risadas e surpresas, é só marcar um encontro nas bancas a cada dois meses ou esperar o exemplar no conforto do seu lar!

Outras mídias
Na verdade, One-Punch Man começou como uma webcomic publicada desde 2009 pelo autor ONE. O sucesso foi tal que ele foi contatado por Yusuke Murata para propor uma reestruturação da história para publicação no site da Weekly Young Jump e, posteriormente, no formato impresso, o que como todos já sabem deu MUITO certo. One-Punch Man também conta com um anime feito pela Mad House com 12 episódios e 07 OVA’s.

Opinião
Como já falei lá em cima, a edição brasileira de One Punch-Man deu um verdadeiro show: foram mantidas as orelhas e o papel é muito bom, espero que a qualidade seja mantida em todos os volumes futuros.

Para quem comprar apenas nas bancas, dentro do mangá veio um marca páginas comum, de papelão, mas bem estiloso e melhor do que os que a Panini fez antes (como o do Maestro, que era triste). Já para os assinantes, um mimo diferente: um marca página de acrílico, menor do que o usual, mas que tem bastante charme e traz, junto com Saitama, o carismático Genos, que já ganhou meu coração como personagem favorito.

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Neste primeiro volume, a trama segue um esquema parecido com as histórias dos tokusatsu que tanto gostamos: a fórmula do “monstro da semana”. Com motivações duvidosas e poderes esquisitos, é engraçado e ao mesmo tempo interessante ver como o protagonista se comporta enfrentando cada um deles. Confesso que sinto vontade de vê-lo perder pelo menos uma vez já como One-Punch Man, mas não sei se meu desejo será satisfeito.

Agora, fica a vontade de ver se a história vai evoluir pra algo diferente do monstro da semana e se outros heróis farão parte da trama. Meu coração também bateu mais forte pelos cientistas gêmeos do mal (e de óculos, pronto, falei) que prometem deixar o mangá do jeito que a gente gosta.

O número 1 de One-Punch Man dá gostinho de quero mais e a esperança de que não seja algo que te desanime lá pelo quinto volume. Vamos acompanhar e torcer pela obra.

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Agradecemos à Panini que, gentilmente, nos mandou o exemplar para análise e leu a mente desta resenhista tarada por marca páginas! <3

JWave #299 | Como são as escolas no Japão?

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O JWave dessa semana é sobre cultura japonesa e dessa vez vamos comparar as escolas brasileiras e japonesas. O que elas tem de parecido? E de diferença? Sabia que uma aula tem o mesmo tempo no Brasil e no Japão?

Como funcionam os clubes nas escolas japonesas? E nossos grêmios são o mais próximos disso?

O Japão continua sendo um dos países mais estudiosos do planeta?

Juba e Sasuke explicam as diferenças do Brasil e Japão, além de palpitam o que fariam para melhorar os dois países. Concordam? Discordam?

Obs: A opinião de cada membro restringe a opinião dele e não é uma posição da equipe do site JWave.

PARTICIPANTES


Para saber mais do assunto
A origem do uniforme japonês
A educação no Japão

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OUÇA

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)

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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

JWave Capa 269 Post site

JWave #273: Ijime – Bullying

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JWave #275: Mai Waifu

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JWave #282: As 8 Regiões do Japão
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INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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JWave #298 | Zootopia – Essa Cidade é o Bicho

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O JWave dessa semana é sobre um mundo aonde não tem humanos. Sim, estamos falando de Zootopia, a nova produção da Disney.

Se a Pixar nos decepcionou com “O Bom Dinossauro”, agora temos Zootopia numa história de tirar o fôlego.

Juba, Nerdmaster (Paranerdia) e Dash se juntam para adentrar em Zootopia e falar da nova animação da Disney.

Participantes


No JWave #298: Zootopia – Essa Cidade é o Bicho
Direção Byron Howard
Rich Moore
Codireção Jared Bush
Produção Clark Spencer
Produção executiva John Lasseter
Roteiro Jared Bush
Phil Jonhston
História Byron Howard
Rich Moore
Jared Bush
Phil Johnston
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Review | Knights of Sidonia

JMangá POST 2016 73
Estrela do Henshin +, evento anual da JBC que desta vez aconteceu no último sábado, 09/04, na Saraiva Mega Store do shopping Center Norte, Knigths of Sidonia finalmente chega ao Brasil pegando carona com o anime no Netflix. Saiba tudo sobre a obra de Tsutomu Nihei junto com o JWave!

A história
Já se passaram mil anos desde que o Sistema Solar foi destruído pelos Gaunas. Os sobreviventes da espécie humana agora vivem a bordo de Sidonia, uma nave espacial orgânica e misteriosa, que é o orgulho e a razão de viver de seus tripulantes.

Nagate Tanikaze é um jovem que cresceu isolado no nível mais inferior da nave, sem nunca ter tido contato algum com humanos além de seu avô morto há três anos e do qual só restou um cadáver mumificado. Ao desobedecer uma ordem dada por ele para ir procurar comida, Nagate acaba conhecendo o “outro lado” de Sidonia e tendo contato com outros humanos (digamos que ele não teve muita sorte nesta primeira vez). Um deles é o misterioso Ochiai, que alega ser representante da pessoa que irá responsabilizar-se por Nagate e conta ao rapaz que seu avô era dado como morto há mais de dez anos; além disso, não consta nenhum “Nagate Tanikaze” como cidadão de Sidonia.

Com muitas informações novas a processar (como humanos alimentando-se por fotossíntese e reprodução assexuada) e sofrendo um certo bullying por parte dos outros tripulantes da nave, Nagate acaba aceitando tornar-se um dos pilotos que protegem Sidonia e lutam contra os Gaunas. Agora, além de arriscar sua vida para proteger a humanidade em batalhas que utilizam tanto sua capacidade inata como piloto como sua sanidade mental, Nagate ainda irá lidar com o fato de que o Guardião que controla é o lendário Tsugumori, reverenciado por todos em Sidonia e alvo de inveja de outros cadetes talentosos.

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O autor
Tsutomu Nihei é conhecido pela sua arte extremamente detalhada, com toques cyberpunk. Aqui no Brasil, já foi publicado em duas ocasiões pela Panini: com o mangá Abara (completo em dois volumes), e a edição especial “Wolverine – Snikt!”. Outras obras conhecidas do autor mas ainda inéditas por aqui seriam Blame!, NOiSE e Biomega, esse último um queridinho de muitos.

A vinda de Sidonia para o Brasil e a simpatia demonstrada pelo mangaká no vídeo em que apareceu no Henshin + podem abrir espaço para mais obras do autor no País, tenho certeza de que ninguém vai reclamar.

A edição nacional
Para a edição nacional, a JBC trouxe alguns agrados para os fãs: quem participou do evento ganhou um pôster muito legal que também pode ser utilizado como sobrecapa (foi o que eu fiz com o meu). Os assinantes também receberão um marca-páginas exclusivo e laminado, bem como um cartão postal com uma imagem bem bacana.

CONTRACAPA

POSTER

MARCAPAGINAS

As primeiras páginas são coloridas, mas como o papel utilizado na impressão delas não é o mesmo de Zetman, acho que não deu a valorizada que os desenhos mereciam. Não sou especialista em papel, mas acho que o off-set utilizado nesta edição é mais fino do que de outros mangás da editora, mas mesmo assim dá pra perceber que é mais durável do que o nosso velho amigo papel jornal.

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Opinião
Só pelo fato de ser uma obra de Nihei, o lançamento de Knights of Sidonia já teve minha total atenção. Trata-se de uma obra que pode parecer um tanto quanto confusa no começo, mas tem potencial para se tornar uma história de ficção científica tão envolvente quanto clássicos como Evangelion ou Gundam.

O protagonista é puro e inocente, com gana de se tornar alguém pelo seu próprio esforço (e, graças a Kami-sama, não é chato que nem nosso velho amigo Shinji Ikari). Sua origem envolta em mistérios deve ser explorada nos próximos volumes, os quais mal posso esperar para ler.

Os personagens em sua volta são bem interessantes e parecem guardar uma série de segredos que vamos descobrir junto com o protagonista, especialmente a 28ª capitã de Sidonia e sua máscara sinistra.

No mais, a obra prende bastante e o traço é ao mesmo tempo grandioso e perturbador, o que dá o tom que uma história deste tipo pede. Espero que continue bacana como o primeiro volume e que Nagate mostre a que veio. Afinal, o futuro da humanidade agora depende dele.

Agradecemos à JBC pela parceria de sempre e pelo exemplar para análise. Ah, também amei o marca-páginas! 😉

Vencedores do concurso cultura de Knights of Sidonia!

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Semana passada fizemos um novo concurso cultural entre a Editora JBC e JWave. Depois de vários e-mails, chegou a hora de anunciar os ganhadores desse concurso cultural de lançamento da editora: Knights of Sidonia.

Para participar do concurso tinham que responder as seguintes perguntas:

Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia? 

Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave baseada na cultura brasileira, como ela se chamaria na sua opinião?

Vale frisar que tivemos diversos e-mails com faltas de dados, por isso pedimos que sempre prestem atenção nas regras do concurso cultural (no caso responder as perguntas, dar like nas duas fanpages e mandar nome com endereço completo no e-mail do nosso site).

Agora vamos aos ganhadores?

1 – Cassio Kim Tiba
2 – Rafael dos Santos Tomas
3 – Rita de Sá
4 – Dulcelino Neto
5 – André Moreira

Agradecemos todos que participaram e quanto aos ganhadores, o JWave está enviando seus nomes e respectivos endereços para receberem o mangá mais rápido possível. Obrigado pela participação e são vocês que fazem esse tipo de ação da editora JBC aqui no site JWave.

Henshin + 2016: Sidonia, a volta de Fullmetal Alchemist, Henshin Drive e muito mais!!

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Como em todos os anos, o JWave não poderia ficar de fora do Henshin +! O evento, que aconteceu no último sábado na Saraiva Mega Store do shopping Center Norte contou com muitas novidades, como por exemplo a participação da banda Senpai Old School tocando temas que todos amam, como “Again” e “Hohoemi no Bakudan”.

Logo de cara, foi confirmado o relançamento de Fullmetal Alchemist em edição especial, no mesmo formato de Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho.

O primeiro painel foi sobre ficção científica no mundo dos quadrinhos e mangás, com a participação especial de Marcelo Campos, ilustrador e um dos fundadores da Quanta Academia de Arte e de Paulo Gustavo Pereira (jornalista e apresentador do programa “Loucos por Séries”). Nele, foram dados mais detalhes sobre a “estrela” do evento, o mangá “Knights of Sidonia” (logo mais resenha no JWave) e finalmente foram liberados mais detalhes sobre a edição brasileira de Akira: o mangá será em preto e branco, no formato 17 x 24 cm e com leitura no sentido oriental. A primeira edição do título deverá chegar às livrarias e lojas especializadas ainda em 2016.

O segundo painel foi sobre o BMA (o Brazil Manga Awards) e o mercado de quadrinhos nacionais. Foi um bate papo muito bacana reunindo um dos vencedores da primeira edição do concurso, Kaji Pato, criador de Quack!, e o Rafael OCB, o 1º colocado da segunda edição do concurso e criador de Chuva de Meteoros. Vídeos divertidos com os outros vencedores da segunda edição do concurso foram apresentados e, além disso, o bate papo também contou com o convidado Marcelo Cassaro, roteirista da Turma da Mônica Jovem e com Cassius Medauar, editor de conteúdo da JBC. A JBC também trouxe um vídeo bacana com o criador de Sidonia, o mangaká Tsutomu Nihei, que deu respostas muito divertidas às perguntas feitas pela editora.

Além de esclarecer dúvidas dos leitores que foram prestigiar o evento, a JBC ainda anunciou mais dois títulos muito esperados: Sakura Wars, mangá baseado em uma franquia de games de sucesso mundial e Saintia Shô, que traz uma amazona de Pégasus e vem como parte das comemorações pelos 30 anos de Saint Seiya.

Mas o que deixou todo mundo com o coração batendo mais forte e que pode ser considerado como o grande anúncio do evento foi o Henshin Drive, a plataforma digital que a JBC lançará ainda em 2016 (provavelmente no segundo semestre). Com ela, a JBC promete entrar de forma definitiva no mundo digital e trazer mais uma forma de acesso dos leitores aos mangás, ajudando ainda mais a difundir os quadrinhos japoneses no Brasil ou em qualquer lugar do mundo onde a pessoa tenha acesso à internet. Quem tiver interesse em ler mangás digitais já pode se cadastrar em henshindrive.com e responder à pesquisa (eu já me cadastrei! :)). Além de ajudar a JBC a saber quais títulos vocês gostariam que de ler de forma digital, você ainda corre o risco de ser selecionado como um beta tester, que irá auxiliar a editora a identificar possíveis problemas no aplicativo.

Segundo a JBC, “o Henshin Drive é mais um complemento no conjunto de ações que a editora vem desenvolvendo nos últimos anos, com foco na diversidade de acesso aos seus conteúdos e na inovação. Exemplos disso são o evento anual Henshin+, a criação de um canal de vídeo no YouTube, o lançamento do formato econômico de Super Onze e o “formatão Big” (2 em 1) de Éden e Blade, além do Concurso Nacional de Mangás (BMA) e muitos outros.”

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“Henshin” significa “transformação” em japonês. O Henshin Drive nasce com o objetivo de transformar a maneira como as pessoas leem mangás. A plataforma digital tornará possível a leitura em PC, Mac, Notebook, tablets e também nos smartphones (o aplicativo é compatível com Android e iOS).

Para encarar este desafio, a JBC encontrou na Hive, empresa renomada no ramo de desenvolvimento de aplicativos, o parceiro ideal. Fundada em 2007 por Charles Betito Filho e Mitikazu Lisboa, a Hive é uma publicadora e desenvolvedora de games e tecnologias digitais. Contando com um time de mais de 50 pessoas altamente especializadas, se tornou referência no mercado de marketing digital e maior desenvolvedora de games do Brasil. Esta plataforma digital possibilitará que os leitores tenham acesso a um grande acervo de títulos, sejam inéditos – e que talvez jamais viessem ao Brasil – a títulos esgotados, já publicados pela editora.

Quem esteve na Saraiva, além dos anúncios, palestras e banda, também pôde comprar Knights of Sidonia, UQ Holder, o volume final de Yu YU Hakusho e ainda diversos kits de mangás JBC com descontos especiais. No ano que vem tem mais.

Agradecemos à JBC pelo convite e pelo envio dos releases!