O JWave dessa semana é especial porque fecha a temporada Brasil e Japão com Sasuke RK. Ele está voltando pro Brasil e gravamos o último podcast enquanto ele estava em território japonês.
Mas do que se trata? De serviços de streaming. Já assinou Netflix? Claro Vídeo? Netmovies? Spotify? Kindle Unlimited? Então você já está acostumado com streaming e o quanto ele mudou nossas vidas.
Será mesmo que tudo que gostamos precisa estar numa prateleira? Juba e Sasuke explicam conversam sobre os tipos de serviço e como eles mudaram o nosso cotidiano.
Obs: No sábado foi anunciado o Henshin Drive, primeiro serviço de mangás digitais no Brasil. Infelizmente o podcast acabou ficando desatualizado devido a esse fato.
É com enorme pesar que anunciamos o falecimento do cantor Koji Wada, de 42 anos, cantor e compositor famoso por suas musicas no animê Digimon.
Por meio de nota oficial, a agencia Solid Vox anunciou que Wada faleceu na manhã do dia 03 de abril devido a um câncer na nasofaringe, parte superior da faringe. O cantor já vinha lutando a muito tempo, há uns cinco anos, Wada deixou sua carreira de lado para se focar no tratamento do câncer. Uma década atrás, um tumor maligno foi descoberto em sua faringe superior e gânglios linfáticos no pescoço. Foi feito o tratamento com quimioterapia e cirurgia e foi dito que ele havia se recuperado completamente. No entanto, ele sentiu uma mudança no seu estado de saúde e um exame em um hospital confirmou que o câncer havia se espalhado para outro local.
Koji Wada veio diversas vezes ao Brasil e gostava muito de nosso pais, como bem lembrou Ricardo Cruz em seu Facebook. Neste momento de tristeza, prefiro lembrar do que ele fez em vida. De todo o sentimento que ele passava em suas musicas. Vamos celebrar sua vida e obra.
Vamos lembrar dele fazendo o que gostava e fazia bem, cantar. Por isso, gostaria de deixar aqui duas musicas icônicas para mim e que resumem muito bem o Wada.
Olá!!
Na semana passada eu mencionei que estava de casa nova, e as pessoas, quando eu mencionei minha mudança, me fizeram várias perguntas: Por que eu saí do dormitório? Foi difícil encontrar casa? Como funciona? Então hoje eu resolvi escrever um pequeno relato sobre todo esse processo. Se você tem interesse em saber sobre os procedimentos de aluguel de uma casa, eu já aviso de antemão, que meu processo foi um pouco diferente do “normal”, então talvez este texto não seja tão útil.
Pois bem, como bolsista pelo MEXT, nós geralmente recebemos uma permissão de estadia no dormitório da Universidade por um ano. Como cheguei aqui no começo de abril do ano passado, minha permissão ia até 23 de março deste ano. No semestre anterior eu havia recebido um email a respeito da abertura de inscrições para os interessados em estender a estadia. Porém, desta vez, conforme o meu prazo foi se aproximando eu fui “cobrar” a secretaria por uma resposta a respeito da abertura dessas inscrições e a resposta era um pouco desanimadora (pra não dizer desesperadora): eles não saberiam se abririam vagas,pois devido à transferência de uma faculdade para este campus, haveriam um grande número de novos alunos, e me sugeriram considerar procurar um apartamento por segurança. Eu adiei até o último segundo, mas no final de janeiro, com a falta de resposta, resolvi começar a correr atrás disso.
Meu grande receio é por já ter sido alertado anteriormente da grande burocracia que envolve o contrato de aluguel. Você precisa encontrar um fiador, pagar uma porção de taxas, muitas vezes bastante caras (como a luva e o caução), além de mobiliar a casa. Eu cheguei a procurar por algumas opções de dormitórios privados, que pareciam ser a melhor opção, pois o preço não diferia muito do que gastaria num aluguel de uma casa, mas teria toda a mobília, internet e suporte. Porém, já estava um pouco cansado de viver sob regras de alojamentos. Felizmente, neste mesmo período, a empresa que presta serviço para a universidade CO-OP (que toma conta dos restaurantes, livrarias e algumas lojas de conveniência dentro do campus) estava abrindo um serviço de suporte de imobiliária, ou seja, eles atuariam como mediadores, oferecendo diversas opções de apartamentos, e intercedendo no processo do contrato, tudo muito funcional, para auxiliar os estudantes.
Enquanto eu visitava as diversas opções oferecidas, a secretaria enviou o email abrindo para inscrições para extensão da estadia no alojamento, o que me deixou num grande limbo de dúvida. Ainda nesse período conheci um rapaz que estava na mesma situação que eu, e começamos a cogitar a hipótese de dividirmos o aluguel de um apartamento. Quando fui na secretaria tirar dúvidas sobre a possibilidade de extensão, levei outro banho de água fria, me disseram que havia a possibilidade do meu pedido ser negado, e eu teria um tempo de menos de duas semanas para me mudar, portanto recomendaram que eu procurasse um apartamento de antemão, no caso do meu pedido ser negado.
Como ansiedade é meu sobrenome, eu logo entrei em contato com aquele meu amigo, e resolvemos dar uma olhada nas possibilidades de apartamento com dois quartos. No dia seguinte fomos à esse escritório da CO-OP ver as opções. Logo percebemos que aparamentos com dois quartos eram bastante limitados, e quando achamos um, com um preço interessante ficamos bastante empolgados. Logo, recebemos a confirmação de que haviam possibilidade de morar duas pessoas (porque também tem isso, é necessário pedir permissão do dono para dividir o aluguel com outra pessoa). Ao chegarmos na casa, a fachada deu uma pequena má impressão, mas ao entrar ficamos encantados. Super espaçosa (para padrões japoneses), com diversas mobílias (como geladeira, microondas, máquina de lavar, mesa, cadeiras e sofá) e ainda um dos quartos em estilo japonês. Decidimos ir para casa “dormir sobre a ideia”, mas a empolgação com a casa, e com a possibilidade de morarmos junto (vai sentindo pra onde essa história tá indo…), nos levou a, no dia seguinte, decidir abandonar a ideia de ficar no alojamento e fomos assinar o contrato. Dois dias após termos assinado o contrato e resolvido ser colegas de quarto, nós mudamos de ideia e resolvemos ser namorados. E assim começou minha vida de semi-casado.
Assinamos o contrato na primeira semana de fevereiro, e nos mudamos no começo de março. Durante este período a própria CO-OP se encarregou de contatar a companhia de luz, nos guiou sobre como entrar em contato com a empresa de gás e de água, para contratar os serviços (para quem não sabe, o aquecimento dos chuveiros e pias – sim, a maioria das torneiras tem água quente – é feita por meio de gás encanado – o fogão, por outro lado, está sendo cada vez mais sendo substituído por bocas elétricas, que não necessitam de gás), e ainda nos ajudou dando dicas de serviços de internet disponíveis, assim como tem nos auxiliado quando temos um problema. Foi uma tarefa hercúlea carregar todos os meus pertences para a nova casa, que fica bem perto da estação (ou seja, 20 minutos de distância do campus – de bicicleta), mas finalmente nos mudamos, compramos os itens que ainda faltavam, como futons, fogão e forno elétrico, estante para os meus livros e mangás,etc.
No começo havia um misto de empolgação e receio de morar com meu namorado dormir num futon no quarto tradicional japonês, mas apesar do leve desconforto algumas vezes, ele é bastante prático, e sempre dá aquela sensação de estar vivendo a cultura japonesa de forma bastante intensa. Eu só fui me sentir devidamente instalado quando a empresa de internet veio colocar o cabeamento e finalmente pudemos estar novamente conectados. Aí sim me senti seguro para colar meus pôsteres e chamar este lar de meu. Já completei um mês morando aqui, e posso dizer que é excelente estar mais próximo da área urbana. Saber que se eu sentir fome de madrugada posso descer as escadas e comer um gyudon no restaurante 24hrs diante da minha casa, ou ir pro karaokê que fica ao lado do restaurante, a qualquer hora, ou ainda poder fazer compras no mercado sem ter que pedalar por 20 minutos de ida e 20 de volta. Eu sinto que quando começar a rotina das aulas (na próxima semana), vou ficar um pouco preguiçoso de ter que pedalar esse percurso para ir pra aula, mas é um esforço que vale a pena.
PS. Como bem sabem os assistidores de animês, a nova temporada está começando nesta semana, e minha obsessão atual é este animê que “eu mal conheço mas já considero pacas”: Joker Game. Situado na Era Showa, a história gira em torno de uma academia de treinamento de espiões de guerra. O primeiro episódio traz uma tensão que deve ser trabalhada ao longo do animê todo, que é o questionamento dos valores tradicionais do Japão e do ultranacionalismo cego que sustentou o totalitarismo e levou o país à guerra e à derrota e todas as consequências desastrosas que vieram com ela. O protagonista é um japonês cheio de “valores” impregnados pela ideologia da subserviência e integridade samurai, e ele começa a aprender na pele que essa integridade não rege as classes mais altas do poder, que não se importam de usar de métodos baixos e corruptos para estabelecer sua dominação política. Claro que essa é a impressão que tive ao assistir apenas o primeiro episódio, e pode ser que a história se desenvolva em outra direção. Seja como for estou empolgado com a atmosfera século XX e o desenvolvimento mais “inteligente, que me lembra bastante Bacanno, e me faz ter esperanças de que esse é um daqueles animês que você pode aprender muito sobre história (e sobre política), enquanto se diverte. FikDik de nada
Essa semana está chegando aos cinema o filme “Invasão a Londres” e ele parece ter sido produzido para aquela galera que gosta de filmes de ação direto dos anos 80.
Dirigido por Babak Najafi, o filme foi produzido pela G-BASE, Milenium Films, LHF Filme, sendo distribuído aqui no Brasil pela Diamond Films.
Trailer
Mas vamos falar da história?
A história tem foco no agente dos Serviços Secretos Norte Americano Mike Banning (interpretado pelo Gerard Butler). Com a esposa grávida e pensando em se demitir do serviço para poder curtir melhor sua família.
Só que a vida não seria tão mansa assim, porque o Primeiro-Ministro Britânico acaba sendo morto após uma cirurgia e faz com que 40 países enviem seus chefes de estado para seu funeral. É nessa realidade, que o presidente americano, Benjamin Asher (interpretado por Aaron Eckhart) precisa do Mike Banning e acaba o retirando de sua folga.
O filme coloca a grandiosidade que é 40 chefes de estado indo para Inglaterra e o quão trabalhoso é para cada equipe, além da própria inglesa em administrar essa “convivência”.
A “invasão”
E é a partir desse ponto que o filme deixa pra trás as falas meio piegas em que se constrói o relacionamento de amizade de Mike com Benjamin, para debater a realidade atual e seu problema com terrorismo.
Cada chefe de estado está presente em algum ponto de Londres. Todos estão indo para a cerimônia do chefe de estado, quando acontecem os primeiros ataques que revelam que até a policia britânica estava com infiltrados.
Da explosão do carro do governo canadense, temos a explosão da Ponte com possível morte do Primeiro-Ministro do Japão. Em poucos segundos, você percebe uma série de ataques em grandes proporções por toda Londres, o que faz que o presidente americano se torne o centro das atenções, restando Mike e sua equipe proteger o presidente.
Opinião
O “Invasão a Londres” tem toda pirotecnia de filmes americanos, mas nem por isso deve ser ignorado ou banalizado como mais um filme de ação.
Ele sabe dosar os diálogos piegas com ótimos diálogos, subvertendo e subindo o nível em algo crescente. Isso sem mencionar as cenas de tirar o fôlego da cidade sendo destruída e virando terra de ninguém.
Em épocas de crise na política do Brasil, temos uma atuação sublime do Morgan Freeman no papel de Vice Presidente dos EUA, Allan Trumbull. Ele assume o país, quando presidente americano vira o alvo dos terroristas e debate em frente as câmeras quando confrontado que já trabalhou com vendas de armas para outros países no passado.
Por mais que a fuga do Mike com Benjamin acabe sucumbindo sua equipe aos poucos, isso não os torna heróis. Todos os lados tem pontos positivos e negativos, sendo debatido em cena que mesmo lutando para sobreviver, aqueles que estão no governo americano não estão tão certos assim.
E é nesse ponto que somos apresentados aos terroristas e a motivação deles de ter criado a “morte do Primeiro-Ministro britânico” para chamar atenção do mundo e sucumbir o próprio num processo de renovação. E que muito além disso, seus planos começaram no momento que eles foram atacados no passado.
Os fatos que aconteceram em “Invasão a Londres” tem a ver com seu inicio rápido no Oriente com um ataque vindo de alguns desses países que estavam ali naquele dia velando o Primeiro-Ministro morto.
E o filme não deixa de lado a violência brutal de “Tropa de Elite” ou “Operação Invasão” e notamos isso com diversos momentos em que Mike tortura os terroristas. Seja em diferentes níveis de tortura, diversas vezes você achará que o personagem irá falar: “Pede para sair”.
O “Invasão a Londres” é um bom filme e pontua o debate da luta contra os terroristas e como eles surgem. Tem seus clichês, mas isso não desmerece nem um pouco a direção de Babak Najafi. Não havia visto nada do diretor antes, mas agora ficarei atento por gostar muito de como foi conduzido e produzido esse filme.
Nota
4 de 5.
Galeria
Agradecimentos a Diamond Films Brasil pelo convite.
Mais uma vez temos o prazer de anunciar uma parceria JBC e JWave. Desta vez, preparamos juntos para vocês um concurso cultural em comemoração ao novo lançamento da editora: Knights of Sidonia.
Para participar é bem simples, basta curtir as páginas da Henshin e do JWave no Facebook e responder às seguintes perguntas:
Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia?
Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave baseada na cultura brasileira, como ela se chamaria na sua opinião?
Não esqueça de enviar seu nome e endereço completos, ou o mangá não chegará às suas mãos.
As 5 melhores respostas irão ganhar a primeira edição de Knights of Sidonia.
Serão considerados os e-mails enviados até às 23:59 do dia 11. Os vencedores serão divulgados no dia 12 e terão um prazo de 24 horas da hora da publicação para se manifestarem.
O participante que descumprir qualquer um dos requisitos será automaticamente desclassificado. Sendo assim, pedimos que envie o link do seu perfil no Facebook para checarmos se a pessoa curtiu as páginas, OK?
Ficou tão animado com nosso concurso que esqueceu como fazer para participar? Tudo bem, vamos recapitular.
Responder as perguntas: Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia? Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave com a cultura do Brasil… Como ela se chamaria?
Enviar a resposta, o seu perfil no Facebook e seu endereço para jwavecast@jwave.com.br até às 25:59 do dia 11.
A Editora JBC divulgou checklist de mangás que serão publicados pelos selos “JBC Mangás” e “Ink Comics” nesse mês de abril. O JWave está aqui pra divulgar os lançamentos todos os meses.
Alguns títulos já estão nas bancas, livrarias e revistarias em todo país.
Lembrando que a editora não separa mais em distribuição setorizada, por isso sem lista de lançamentos setorizados neste mês.
UQ Holder! #01 Autor: Ken Akamatsu Nº total de edições: 15 volumes Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 200 páginas com 8 páginas coloridas / Papel Pisa Brite Preço: R$ 14,90 Periodicidade: bimestral
Knights of Sidonia #01 Autor: Tsutomu Nihei Nº total de edições: 15 Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 180 páginas + 08 coloridas / Papel Off-set Preço: R$ 17,50 Periodicidade: mensal
Parasyte #08 Nº total de edições: 10 volumes Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: 210 páginas Preço: R$ 16,90 Classificação etária: 16 anos Periodicidade: mensal Distribuição: setorizada
Magi – O Labirinto da Magia #21 Autor: Shinobu Ohtaka Nº Total de Edições: em andamento no Japão Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 200 Preço: R$ 12,90 Classificação etária: 16 anos
Zetman #11 Nº total de edições: 20 volumes Formato: 12 x 18 cm Páginas: cerca de 250 páginas + páginas coloridas Preço: R$ 17,50 Classificação etária: 18 anos Periodicidade: mensal
Terra Formars #10 Nº total de edições: Em andamento Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 200 Preço: R$ 14,90 Classificação etária: 16 anos Periodicidade: mensal
The Seven Deadly Sins #13 Autor: Nakaba Suzuki Nº total de edições: ainda em publicação no Japão Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 190 páginas Preço: R$ 12,90 Classificação etária: 14 anos Periodicidade: mensal
Yu Yu Hakusho #19 Autor: Yoshihiro Togashi Nº total de edições: 19 Formato: 13,5 cm X 20,5 cm Páginas: cerca de 200 páginas Preço: R$ 14,90 Classificação etária: 16 anos
Bullet Armors #05 Autor: Fuji Morita Nº total de edições: ainda em publicação no Japão Formato: 13,4 cm x 20,4 cm Páginas: cerca de 190 páginas Preço: R$ 12,50 Classificação etária: 18 anos Periodicidade: bimestral Distribuição: Nacional
To Love RU #05
Autor: Kentaro Yabuki Nº total de edições: 18 volumes Formato: 13,5 cm x 20,5 cm Páginas: cerca de 190 páginas Preço: R$ 13,50 Classificação etária: Livre Periodicidade: Mensal
CDZ – Lost Canvas Gaiden #14 Autor: Masami Kurumada e Shiori Teshirogi Nº total de edições: 18 volumes Formato: 13,5 cm x 20,5 cm Páginas: cerca de 200 páginas Preço: R$ 12,90 Classificação etária: Livre Periodicidade: Indefinida
Blood Blockade Battlefront #02 Autor: Yasuhiro Nightow Nº total de edições: Ainda em publicação no Japão. Formato: 13,5 x 20,5 cm cerca de 200 páginas Preço: R$ 13,90 Periodicidade: Mensal
Savanna Game #03 – 2ª temporada Autores: Ransuke Kuroi e Eri Haruno Nº total de edições: ainda em publicação no Japão Formato: 13,5 x 20,5 cm Páginas: cerca de 180 páginas Preço: R$ 12,50 Classificação etária: 18 anos Periodicidade: bimestral Distribuição: Nacional
Agradecimentos ao Rodrigo Pelaes, Caíque Guirao e principalmente a Editora JBC pelas informações.
Quando se fala em completar coleções, automaticamente se fala em Fest Comix e ela está chegando em sua 22ª edição na cidade de São Paulo. A nova edição irá acontecer em junho, no dias 17, 18 e 19 lá na São Paulo Expo (mesmo lugar do Festival do Japão e do CCXP).
Para chegar ao evento, recomendamos que desça na estação Jabaquara do Metrô que terá transporte gratuito.
Nunca foi na Fest Comix? O evento começou em 2001 e contará com a venda de mais de 500 mil quadrinhos com descontos entre 20% e 80%. Além de outras atrações paralelas como: palestras, workshops e sessões de autógrafos com artistas convidados nacionais e internacionais; cosplayers; exposições; e muito mais.
Lembrando que ano passado o JWave participou de uma palestra de blogs de cultura japonesa junto com pessoal do JBox e do Genkidama. Será que estaremos nessa ediçãoo também?
De qualquer maneira, dê uma passada em junho, porque a Fest Comix é parada obrigatória para sua coleção de mangás e hqs.
O serviço de streaming Netflix está presente em mais de 170 países e com gostos diferentes fazem que nasça co-produções em diferentes cantos do mundo. Se tem produção no Japão, no Brasil, não seria estranho que uma das novas produções viria da Espanha.
A série que será feita por lá é um drama que contará a história de quatro mulheres de diferentes origens, contratadas como operadoras da única companhia de telefone da Espanha nos anos 20. De todos os cantos do país para trabalhar à frente da revolução da comunicação, bem no meio de Madri – um lugar que representa progresso e modernidade, onde ciúme, inveja e traições se misturam com a fome pelo sucesso, amor e amizade, mas, acima de tudo, com sonhos.
A Bambú Producciones assina a co-produção e fica em Madri e é liderada por Ramón Campos e Teresa Fernández Valdés, que também são produtores de séries de sucesso no país, como Gran Hotel e Velvet, e co-criada por Gema Neira. A série terá episódios de 50 minutos e 16 episódios em sua primeira temporada.
“É muito empolgante ter a Netflix na Espanha. Somos fãs das séries originais do serviço e é uma honra fazer parte desse projeto”, disse Ramón Campos, cocriador e produtor executivo da série. “É uma alegria trabalhar com o time extremamente talentoso da Netflix, que está revolucionando a indústria televisiva ao redor do mundo”, complementou Teresa Fernández Valdés, produtora executiva da série.
“Estamos encantados em trabalhar com a Bambú Producciones, o diretor Carlos Sedes e a cocriadora Gema Neira em nossa primeira série original filmada na Espanha. Somos fãs de Gran Hotel e Velvet, romances épicos que foram abraçados por assinantes ao redor do mundo”, disse Erik Barmack, vice-presidente de séries originais internacionais da Netflix. “Temos certeza que nossa audiência vai amar esse drama único e cativante criado por alguns dos melhores contadores de histórias da Espanha”.
A série espanhola será filmada em 2016 e tem lançado marcado para 2017. A expectativa é bastante alta para a primeira produção hispânica da Netflix.
JoJo é puro amor e por mais que o mangá não esteja nas bancas brasileiras, temos o animê e jogo por aqui, e assim a Bandai Namco divulga segundo trailer do novo jogo da série. Chamado de JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven,esse é o novo título recheado de ação desenvolvido pelo estúdio Japonês CyberConnect2 (Alguém lembrou de Naruto?). O novo jogo será lançado exclusivamente para PlayStation 4.
O novo jogo terá batalhas ultra estilosas de 2 contra 2 e terão personagens de cada um dos arcos da incrivelmente influente franquia JoJo’s Bizarre Adventure. JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven terá uma história completamente nova, supervisionada por Hirohiko Araki, o criador do mangá original.
Tem jogo brasileiro chegando nos consoles de mesa e é o Gryphon Knight Epic. Tendo lançamento seis meses após sua estreia nos computadores, agora também acompanharemos as aventuras de Sir Oliver e Áquila, o Grifo no PS4 e no Xbox One.
Mas do que se trata? Aqui temos o bom e velho sidescroller shoot ‘em up, que provavelmente você já chamou esse tipo de jogo de “jogo de navinha”. Mas o que tem de diferente? Aí que o Gryphon decidiu inovar e trouxe para nós uma temática de fantasia medieval: Sir Oliver é um cavaleiro lendário e honrado, que atravessa o mundo na sela de seu fiel grifo Áquila. Assim ao controlar ele, poderá disparar virotes com sua besta de repetição encantada e tem que manobrar habilmente para desviar de obstáculos, monstros, projéteis e feitiços.
Gryphon Knight Epic temSão seis fases iniciais, cada uma dividida em duas telas e todas elas possuem um subchefe intermediário. Há três níveis de dificuldade (Escudeiro, Cavaleiro e Épico), que aumentam as recompensas e os desafios.
Gosta de jogos com aquele jeitão retrô? Aqui ta uma opção, lembrando que o game não é linear. Ele permite escolher livremente as fases que desejamos completar e em qual ordem. Além disso, há uma mecânica especial dentro do jogo com a qual o jogador pode mudar a direção do personagem. Livre das amarras permanentes de “ir para a direita”, é possível explorar os cenários, voltar por onde se veio, subir, descer, e encontrar power-ups secretos e muito poderosos.
O jogo foi realizado com financiamento coletivo através do Kickstarter e vem com aquele visual pixelado da era de 16-bits. Nos seis meses que separam o lançamento no PC do lançamento nos consoles o game só colecionou elogios, da imprensa e público nacional e estrangeiro.
Gryphon Knight Epic foi produzido por Sandro Tomasetti, Daniel Kai e Joe Junior, além de ter trilha sonora do Estúdio Urbano.
O jogo já está disponível e no Xbox One, o game sai por R$ 19,90, enquanto no PlayStation 4, o preço é de R$30,90, ou R$27,81 para assinantes PS Plus.
A editora Panini acaba de divulgar seus lançamentos para o mês de abril. Serão 17 títulos programados para serem lançados em bancas, livrarias e lojas especializadas. Como destaque temos o lançamento do aguardado Pandora Hearts e a despedida de High School DxD.
Pandora Hearts #1 – de Jun Mochizuki Série bimestral. Concluída no Japão com 24 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 12,90.
A Cerimônia de Maioridade de Oz Vessalius acaba se tornando um verdadeiro caos quando o garoto é acusado de um crime do qual nada sabe. Agora, ele terá de enfrentar terrores inimagináveis e se envolver numa guerra pelo poder. As engrenagens do destino começam a rodar…
Black Rock Shooter: Innocent Soul #2 – de Sanami Suzuki Série bimestral. Em andamento no Japão com 3 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 12,90.
Você é o resultado de uma purificação imperfeita… As incessantes batalhas exaurem o corpo e a mente de Rock, e ela é trazida para cada vez mais perto da verdade. Quando está à margem do desespero, os oficiais do Limiar mostram à garota que lutar com toda a força de sua alma é só o que a separa da estagnação. Mas algo ainda pulsa no peito de Rock, e talvez a verdade sobre suas origens ainda possa ser alcançada.
Lovely Complex #2 – de Aya Nakahara Série bimestral. Concluída no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 12,90.
Com todo o clima romântico no ar e tantos pares de namorados formados à sua volta, Koizumi e Otani continuam livres, leves e soltos na disputa de quem encontra primeiro uma paixão. Contudo, surge uma garota do passado de Otani, o que parece colocá-lo na dianteira do amor!
Air Gear #34 – de Oh!great
Série bimestral. Concluída no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 13,90.
A luta de Aeon Clock e Kazu contra Nike se complica, e o pupilo de Spitfire terá que reunir todas as forças que puder para derrotar esse assombroso adversário!
Ataque dos Titãs – Antes da Queda #5 – de Hajime Isayama, Ryo Suzukaze, Satoshi Shiki e THORES Shibamoto.Série bimestral. Em andamento no Japão com 7 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 220 páginas, R$ 12,90.
Kuklo e Cardina seguem Jorge, o lendário ex-capitão da Divisão de Reconhecimento, até a Cidade Industrial, onde conhecem um pouco mais sobre a tecnologia a ser desenvolvida contra os titãs e segredos sobre essas assombrosas criaturas. É a hora de Kuklo decidir qual caminho irá tomar!
Berserk #11 – de Kentaro Miura Relançamento. Série bimestral. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 240 páginas, R$ 16,90.
O Bando do Falcão Branco continua fugindo da fúria do rei de Midland, que envia guerreiros cada vez mais monstruosos para caçá-los!
Fate/Stay Night #5 – de Dat Nishiwaki e TYPE-MOON Série mensal. Concluída no Japão com 20 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 180 páginas, R$ 12,90.
Enquanto Emiya ainda precisa se acostumar à presença da Saber em sua casa e aprimora suas técnicas de luta, Shinji se vê de mãos atadas e abre mão de seus escrúpulos na Guerra do Cálice!
High School DxD #8 – de Ichiei Ishibumi, Hiroji Mishima e Zero Miyama Série bimestral. Em andamento no Japão com 8 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 160 páginas, R$ 12,90.
Os Três Poderes, formados por demônios, anjos e anjos caídos, finalmente decidem estabelecer uma trégua, mas alguém não quer que isso aconteça! Em meio ao caos que irrompe nessa conferência, Issei e Rias precisam convencer Gasper a aceitar a si mesmo e entrar efetivamente para a equipe deles!
Kuroko no Basket #22 – de Tadatoshi Fujimaki Série mensal. Concluída no Japão com 30 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas, R$ 12,90.
Seirin e Kaijo se enfrentam pela primeira vez em uma partida oficial, e não vai ter moleza pra ninguém! Mas Kise foi para o banco de reservas por causa de uma lesão. Será que o Kaijo ficará na desvantagem durante sua ausência? Os outros jogadores estão dispostos a provar que não! E o segredo do Phantom Shot é revelado!
Naruto GOLD #10 – de Masashi Kishimoto Série mensal. Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 176 páginas, R$ 16,90.
O torneio preliminar da terceira fase está acirrado! Chegou a hora de Lee, que conta apenas com seu taijutsu sobre-humano, enfrentar o misterioso Gaara e seu poder de controlar livremente a areia!!
Naruto Pocket #71 – de Masashi Kishimoto
Série mensal. Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 11,4×17,7 cm, 208 páginas, R$ 10,50.
Com os poderes de Rikudou Sennin, agora, Naruto e Sasuke são os únicos que podem selar a deusa-mãe de todos os shinobis, Kaguya Ootsutsuki, e impedir que ela absorva todo o chakra do mundo, além de salvar as pessoas que estão presas pela Árvore Divina antes que se transformem em Zetsus Brancos!! A Equipe Sete volta à sua formação original para encarar a mais importante de todas as suas missões!!
One Piece #51 – de Eiichiro Oda
Série mensal. Em andamento no Japão com 80 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 232 páginas, R$ 11,50.
Após derrotarem Gekko Moriah em Thriller Bark, o Bando do Chapéu de Palha dá as boas-vindas a seu mais novo membro, Brook, e segue em direção à sua próxima jornada, na Ilha dos Homens-Peixe! No caminho, eles conhecem a sereia Kamy, que promete ajudá-los a chegar à ilha se eles salvarem seu chefe das mãos do Bando do Makro e do temível Duval da Máscara de Ferro!
One Piece #61 – de Eiichiro Oda Série bimestral. Em andamento no Japão com 80 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 12,50.
Luffy toma uma importante decisão que definirá o futuro do bando! Durante os próximos dois anos, cada um irá atrás de uma forma de evoluir, antes do tão esperado reencontro para explorar o Novo Mundo!
Toriko #19 – de Mitsutoshi Shimabukuro
Série bimestral. Em andamento no Japão com 38 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas, R$ 12,90.
Toriko, Komatsu e Coco são convidados para a área secreta do Cassino Gourmet! Lá, eles terão que usar toda a sua sorte, habilidade e conhecimento em um jogo no qual apostarão algo mais valioso do que ingredientes gourmet!
Tutor Hitman Reborn #32 – de Akira Amano Série mensal. Concluída no Japão com 42 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 12,50.
A Família Simon deixou Yamamoto gravemente ferido, destruiu os Anéis Vongola, sequestrou Chrome Dokuro e desafiou os Vongola para uma batalha decisiva em sua terra sagrada! Para resgatar sua amiga, Tsuna e seus Guardiões precisam dar um jeito de recuperar seus Anéis… E eis que surge um ancião capaz de ajudá-los com isso! Quando os Anéis Vongola recebem a potência máxima das Chamas Shinuki, eles renascem com uma nova forma e incríveis poderes!!
Clique para ver a capa completa
Vagabond #03 – de Takehiko Inoue Série mensal. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 232 páginas, R$ 17,90.
Três anos depois de deixar sua vila natal, Takezo adota o nome Miyamoto Musashi. Agora em Kyoto, sua ambição é desafiar a academia Yoshioka e derrotar o espadachim mais forte da antiga capital japonesa!
Vinland Saga #14 – de Makoto Yukimura
Série bimestral. Em andamento no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 13,90.
Thorfinn e Einar se preparam para partir e deixar a vida de escravo, mas o ex-guerreiro decide colocar em prática sua nova crença e vai confrontar o rei Knut, na tentativa de acabar com a guerra e salvar a Fazenda Ketil.
O jogo mais difícil de todos os tempos, como também um dos mais belos, Dark Souls III em breve estará disponível. Com a data de lançamento chegando, a Bandai Namco liberou um novo trailer chamado “Amaldiçoado” e ele está legendado em português.
Para os marinheiros de primeira viagem, Dark Souls III é um RPG de Ação repleto de inimigos , armas letais, e o clássico combate de espada e feitiçaria. Só não pense que o jogo torna iguais aos outros, porque não é.
Nesse contraste de luz e escuridão, vida e morte, temos o trailer com conflitos intensos que acabaram se tornando a marca da série em todo mundo.
Trailer
Dark Souls III será lançado para PS4, Xbox One e PC (STEAM) no dia 15 de abril.
Agradecimentos a Bandai Namco Brasil pelas informações.