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One Piece: Burning Blood ganha novo trailer legendado!

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One Piece está ganhando seu primeiro jogo de luta. Isso você já sabe, não é? Estamos na “Batalha de Marineford” e graça de ver a turma do Luffy em um jogo de luta só pra eles é que teremos estilos bem próprios dentro dessa jogatina. Os diferentes estilos de batalha e modos de jogo farão a alegria dos fãs da franquia. Sabem por que? Porque o jogador poderá desfrutar das habilidades da Fruta do Diabo e do Haki para lançar ataques especiais.

Mas é o trailer? Já assistiu? Então vale o destaque para as cenas de ação de 3 VS 3, em que jogadores poderão usar o time completo nos ataques Unity Chain e Unity Assist. Mas o que são? Começando pelo Ataques Unity Chain, eles oferecem a possibilidade de chamar seus aliados para juntar forças e disparar combos mais poderosos, enquanto Unity Assists serão utilizados para “quebrar” o combo de seus oponentes.

Outro ponto alto é que este novo vídeo também introduz diversas modalidades de jogo, incluindo Free Mode (um modo versus onde jogadores podem preparar suas próprias batalhas com variáveis de sua escolha) Online Mode (onde poderão enfrentar pessoas do mundo inteiro), Paramount War Mode (aqui jogadores poderão vivenciar o arco Marineford da história de One Piece de diferentes pontos de vista), e o recém anunciado WANTED Versus Mode, que dá aos jogadores a chance de coletar recompensas através de vários desafios.

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E como já falamos antes, One Piece: Burning Blood terá 60 personagens de apoio. Apesar de não serem jogáveis, estes personagens podem adicionar vários modificadores, como dano de ataque aumentado, fortificação de defesa, e a habilidade de curar aliados.

One Piece: Burning Blood será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PlayStation Vita no dia 03 de Junho e para PC via STEAM em Junho.

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Agradecimentos a Bandai Namco Brasil pelas informações

Orange is the New Black ganha primeiras imagens da quarta temporada!

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Tendo estreia confirmada no dia 17 de junho, a Netflix divulgou as primeiras imagens da quarta temporada de Orange os the New Black.

A série é aclamada desde sua criação e foi criada por Jenji Kohan que também criou a maravilhosa “Weeds”. Orange is the New Black chega a seu quarto ano e nem por isso encontra marasmo, porque continua instigante, divertida e evocativa, ao abordar a vida em uma prisão feminina.

E se você não sabe, a série é baseada no best-seller de Piper Kerman e é baseada em fatos reais.

O que a nova temporada promete? Tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. A série ganha novas detentas e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

Orange is the New Black está de volta e com sua nova temporada completa no dia 17 de junho.

Agradecimentos a Netflix pelas informações e pelas fotos.

Vivendo no Japão #16: Universal Studios Japan

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Ohisashiburi!
Sim, eu sei, faz um tempão que não escrevo, e não tenho muita desculpa porque eu estava de férias. Mas, como explicação preciso dizer que nesse período eu estava de mudança, arrumando a vida, ajeitando minha casa, e só essa semana finalmente tive a internet instalada na casa nova. Por isso, estou voltando a entrar no ritmo agora. Outra coisa que aconteceu nesse período foi minha viagem para a região de Kansai (por Kyoto e Osaka), onde morei anteriormente por um ano. Vou fazer outra postagem sobre esta viagem, mas hoje vou falar de um ponto específico desta viagem: nossa passagem pelo Universal Studios Japan.

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Pra quem não ligou o nome à coisa, Universal Studios é uma rede de parques de diversões, cujo principal parque localiza-se em Orlando, nos Estados Unidos, com temática de filmes e séries de TV, e que nos últimos anos tomou um boom com a construção da área Wizarding World of  Harry Potter. Tal boom também afetou a versão japonesa, localizada em Osaka, que ganhou sua própria Hogwarts e Hogsmeade em 2014. Eu morei em Kyoto (cidade vizinha de Osaka) entre 2012 e 2013, e foi um grande choque pra mim saber que eles abririam esta área no ano seguinte, quando eu teria voltado para o Brasil, e passou a ser um dos meus sonhos visitar o parque quando possível. E a realização deste sonho veio no verão do ano passado, quando eu, tendo voltado a morar no Japão, aproveitei uma viagem de visita aos meus amigos em Kyoto e dediquei um dia à esta maravilha. Porém, na oportunidade anterior acabei não ficando tempo que gostaria ao mundo mágico, e por isso, ao planejar outra viagem para a região, resolvi que estava na hora de passar por lá novamente. Mas não apenas isso, o parque tem áreas dedicadas a temas temporários, e no momento o tema é Cool Japan, com atrações estampando Shingeki no Kyojin, Evangelion, Monster Hunter, Resident Evil e Kyary Pamyu Pamyu.

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Uma dica que sempre se ouve quando você pergunta a “veteranos” do parque, ou pesquisa na internet, é que se você quer aproveitar todas as atrações mais populares (que no momento são as da área de Harry Potter, e as do Cool Japan), você deve comprar o passe expresso, que te dá o direito de furar fila, ou melhor, você usa uma fila prioritária para entrar nos brinquedos e assim gastar 20 minutos ao invés de 2 horas. Porém, como eu sempre escolho bem as minhas datas, para ir em dias que não tenha muito movimento, nunca achei necessário.IMG_4779

O que fizemos, no entanto foi chegar com antecedência. Ficamos cerca de 2 horas enfileirados na porta do parque antes de abrir. Assistimos o incrível ritual de abertura dos portões. Uma surpresa foi ver que os portadores de ingresso VIP tem o direito de entrar no parque cerca de 20 minutos antes dos demais. Quando entramos finalmente já tinhamos um plano. Eu corri para pegar a senha para entrarmos no Mundo de Harry Potter, enquanto meus amigos se enfileiravam para o primeiro brinquedo, a Montanha-Russa (que eu não faço questão /medroso). Por ter ido logo no momento de abertura do parque as senhas ainda não estavam sendo distribuídas, e acabei entrando direto em Hogsmeade. Toda a área é cercada por árvores que ajudam na imersão daquele mundo, parecendo com os arredores da Floresta Proibida, você passa então pelo Ford Anglia, e finalmente se depara com os portões de Hogsmeade, onde se depara com a plataforma do Expresso de Hogwarts e à frente se estendem diversas lojas e restaurantes do mundo mágico de J.K. Rowling. O parque mistura lojas que realmente ficam em Hogsmeade, como a Dedosdemel, o Três Vassouras e o Cabeça de Javali, com outras que nos livros ficam no Beco Diagonal, como o Olivaras e o Empório de Corujas. Olivaras é uma das atrações, você pega uma fila para ver uma encenação da escolha da varinha. O Olivaras escolhe uma pessoa na “plateia” para vivenciar o momento de ser escolhido por sua varinha. Nas duas vezes que fui, infelizmente não fui escolhido, mas após a encenação somos levados para a loja, onde são vendidas as varinhas de cada personagem, além de varinhas com design original, cujas propriedades mágicas da madeira são descritas, possibilitando que você compre aquela que melhor se adequa à sua personalidade. Outras atrações incluem o Vôo de Hipogrifo (uma montanha-russa light, mas divertida, cuja fila passa pela cabana do Hadrid), o adestrador de corujas, e o Castelo de Hogwarts (Principal atração onde, após passar por alguns cenários do castelo, como a escadaria, o escritório de Dumbledore e a Torre da Grifinória, você embarca numa viagem 4D, com direito a vento, calor e frio, e diversas outras sensações que permitem uma verdadeira imersão na fantasia). Desta vez, uma das minhas recordações favoritas foi ao comer no Três Vassouras, que pude ficar na área externa,e devido ao bom tempo pude ter uma visão privilegiada, do Castelo refletido no Lago Negro. Uma verdadeira overdose de emoção para qualquer fã.

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Fora o universo de Harry Potter, estávamos bastante empolgados para ver as atrações do Cool Japan. As filas eram longas, mas não tão demoradas quanto havíamos sido informados. Shingeki no Kyojin e Evangelion dividem um cinema 4D, sendo o filme dos Titãs exibido na primeira metade do dia, e os Anjos na outra. Ainda há diversos pontos de fotografia, como a Muralha rachada, o salão com bonecos em tamanho real dos personagens e a mão do gigante. Já Monster Hunter tem uma variada exposição de trajes, armas e estátuas de personagens e monstros em tamanho real, além de uma área de confraternização para jogadores, que ainda podem fazer download de itens especiais limitados. A atração de Resident Evil é uma espécie de “mansão assombrada”, mas é cobrado um valor à parte, e acabamos não vendo. E a de Kyary Pamyu Pamyu também não nos instigou o suficiente, apesar da fila gigantesca onde se podia escutar hits como Pon Pon Pon e Invader Invader.

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Na minha passagem pelo parque no verão cheguei a experienciar a atração de Jurassic Park (que estava fechada desta vez, mas eu não me deixou uma impressão positiva e eu possivelmente não repetiria), a de Spiderman (semelhante ao castelo de Hogwarts), o teatro musical estrelado por monstros clássicos como Bettlejuice e o monstro de Frankenstein, e diversas área com tema de One Piece (que faziam parte de uma atração temporária, e por isso não existem mais).

E não tem como falar de USJ, sem falar das dezenas de lojas de “goods” espalhadas por todo o parque (principalmente na saída de cada atração), que torna uma tarefa impossível sair de lá sem algumas compras, se você é grande fã de alguma série. Ao final do dia eu troquei meu ingresso de um dia por um ingresso de um ano, que pode ser usado inúmeras vezes, pois eu já sei que vou querer voltar diversas vezes para a minha querida Hogwarts.

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E você? Quando vai vir visitar a USJ? Eu só sei que cada vez que eu vou lá, saio com o pensamento de “Que perfeita seria a vida se eu pudesse trabalhar na área de Harry Potter!” Deixo vocês com um vídeo que gravei de uma performance dos alunos de Beauxbatons e Durmstrang, apresentados por uma Hermione Granger bilíngue. Mal feito feito. Nox

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=9XEYYn-AP3Q&w=560&h=315]

PS. Minha obsessão atual é com a minha casa nova. No começo do mês eu saí do dormitório da faculdade e estou morando com meu namorado numa casa mais perto da estação. As primeiras semanas foram de adaptação ao novo lugar e à nova vida. Mas esta semana com a instalação da nossa internet e eu tendo criado vergonha na cara e decorado a casa com meus pôsteres, sinto que finalmente estamos aconchegados. É tão bom ter espaço para colocar uma belíssima estante de livros, mangas e CDs. E ainda melhor com essa luz verde piscando mostrando que estamos conectados.

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JWave #296 | Street Fighter – A Batalha Final

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JWave comemora o primeiro de abril com Street Fighter – A Batalha Fl produzido em 1994.

Lembram quando Van Damme e Raul Julia se encontraram nos cinemas? JWave relembra esse momento nesse podcast nostálgico.

Juba, Calliban, e Marvin se reúnem para falar curiosidades desse clássico.

PARTICIPANTES


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No JWave #296: Street Fighter – A Batalha Final
Direção Steven E. de Souza
Produção Edward R. Pressman
Kenzo Tsujimoto
Akio Sakai
Roteiro Steven E. de Souza
Baseado em Street Fighter da Capcom
Elenco Jean-Claude Van Damme
Raúl Juliá
Ming-Na Wen
Damian Chapa
Kylie Minogue
Wes Studi
Gênero Ação
Música Graeme Revell
Cinematografia William A. Fraker
Edição Edward M. Abroms
Donn Aron
Dov Hoenig
Anthony Redman
Robert F. Shugrue
Companhia produtora: Capcom

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Review | One Piece Yellow – Grandes Elementos

JMangá CD 2016 72
Continuando com a publicação dos databooks, que nada mais são do que pequenas enciclopédias que desvendam todos os bastidores das nossas obras favoritas e são o sonho dos fãs, o pesadelo dos tradutores e editores e o desafio dos resenhistas, a Panini traz One Piece Yellow – Grandes Elementos. Esta obra abrange desde o início do mangá até o final da saga de Enies Lobby, quando a arqueóloga Robin entra definitivamente pro bando do Chapéu de Palha. Embarquem comigo nessa aventura pela Grand Line!

O guia
Assim como nos databooks anteriores, Red e Blue, One Piece Yellow traz uma gama enorme de assuntos que destrincham a trama e seus personagens, sejam protagonistas ou não.

Logo no começo somos brindados com um pôster duplo; de um lado, Luffy aparece com seu novo poder, o gear, adquirido em Skypea. Do outro lado, uma homenagem a um importante membro do bando do Chapéu de Palha, que lutou bravamente até seu último suspiro… O navio Going Merry.

Para não se tornar mais do mesmo e prender a atenção dos leitores, a edição se divide em Event Log’s, que são uma espécie de tópicos sobre a história até ali (já estamos prestes a chegar no volume #61, onde a história dá mais um grande salto após um evento decisivo, no qual um personagem importante e querido nos deixa). São eles:

Event Log 1 – Bando do Chapéu de Palha
Aqui, Oda-sensei nos mune com mais informações sobre o Bando do Chapéu de Palha: o caminho até cada um tornar-se parte dele, um pouco dos lacrimosos flashbacks, bem como a oficialização da entrada do carpinteiro Franky (na saga Water Seven) e Robin (de vez, na saga Enies Lobby). É neste capítulo também que nos despedimos de Merry e damos boas vindas ao Thousand Sunny, que passa a ser o novo navio de Luffy e seus companheiros, rumo a muitas outras aventuras.

Event Log 2 – Governo Mundial
Neste capítulo, nos aprofundamos mais na hierarquia da Marinha, relembrando os grandes e temidos nomes dos membros desta organização. Também damos uma olhada de leve no Shichibukai e nos Imperadores (um deles o mentor de Luffy, Shanks – O Ruivo), bem como outras organizações menores, como a CP9.

Event Log 3 – Piratas
Aqui, relembramos um pouco dos piratas mais temidos e respeitados da saga, como os bandos do Barba Branca e do Ruivo, passando pelos desprezíveis Barba Negra e Bellamy e os simpáticos membros da Aliança Primata.

Event Log 4 – Cidadãos
Neste capítulo, lembramos de sagas que nos fizeram perder o fôlego e entrar em legítimo desespero: Skypea, cujos cidadãos lutam para se livrar do jugo do maligno God Enel, enquanto se esforçam para esquecer a diferença que separa os dois povos que lá vivem; Water Seven, onde somos apresentados à Galley-La Company, lar de grandes carpinteiros e palco de um dos maiores conflitos de toda a saga, que culminou na entrada de Franky e Sunny para o bando e, finalmente, uma espiada no Exército Revolucionário, liderado por Dragon, o pai de Luffy, que ainda parece guardar muitos segredos.

Além de tudo isso, o guide ainda traz uma enciclopédia com mais de 500 palavras-chave, índice remissivo e bônus muito bacanas, como a “Art of One Piece”, onde Luffy e seus companheiros dão suas opiniões sobre diversos assuntos como arte e paisagens; “Teatro Chapéu de Palha”, que são mini historinhas muito divertidas que trazem o bando do Chapéu de Palha em situações inusitadas (minhas favoritas são eles de agindo como velhinhas e como mafiosos) e “Teatro One Piece – O Passeio Submarino de Hatchan”, que é a compilação das aberturas de capítulos que mostram o que aconteceu com o homem-peixe Hatchan após a derrota na ilha Kokoyashi.

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Opinião
Sempre adorei guides, apesar de saber que eles dão um trabalho dos diabos. Tenho alguns de Bleach no original japonês e fiquei muito feliz ao ver que obras como One Piece, Naruto e Rurouni Kenshin (entre outras) contaram com a coragem das editoras brasileiras para ter suas versões tupiniquins publicadas. Esta edição, em particular, ficou bem bacana e seria 100%, a não ser por dois pequenos detalhes:

“Crocância” – Todo mundo aqui já sabe o quão fresca sou pra abrir os mangás, o que fez com que eu me surpreendesse bastante ao ouvir um “crec” ao abri-lo. Fiquei meio aborrecida, mas como não soltou nenhuma folha até o momento não dei tanta importância assim ao episódio.

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“Propaganda de link do YouTube” – Bom, não sei se todo mundo viu (eu mesma tive que dar milhões de olhadas até achar), mas na página 88, em uma parte muito divertida sobre a luta do fotógrafo Ata-chan para tirar uma foto decente do Sanji “Perna Negra” para o cartaz de procurado, em um dos quadros aparece um link do YouTube. Não sei como isso foi parar lá e ele passa quase despercebido por causa da poluição visual da página, mas fica aqui o registro e o desejo de que não aconteça mais.

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Na minha humilde opinião, One Piece é uma obra que, apesar de não dar cara de que vai acabar tão cedo, não fica chata. Podemos nos emocionar mais ou menos em algumas sagas (a partida do Merry e de um certo personagem aí até hoje me fazem suar pelos olhos), mas a gente tem a plena certeza de que Oda-sensei sabe o que está fazendo e não irá nos decepcionar.

Espero de coração que tanto os outros databooks de One Piece como os de outras obras venham para cá (se tiver de Reborn tô aceitando). Apesar de serem trabalhosos tanto para traduzir como para editar, são verdadeiros tesouros para os fãs. Afinal, “piratas nunca vão deixar de sonhar”.

Agradecemos à editora Panini que nos cedeu o exemplar para análise.

Review | Blood Blockade Battlefront (Kekkai Sensen)

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O ano mal começou e as bancas brasileiras já receberam muitas novidades. Dentre elas, está o segundo lançamento da JBC de 2016, Blood Blockade Battlefront (Kekkai Sensei, no original). O mangá, de autoria de Yasuhiro Nightow (Trigun, Trigun Maximun), foi uma das últimas surpresas que a editora anunciou no meio da avalanche de títulos de 2015 e agora vamos contar tudo sobre ele pra vocês!

A história
Leonardo Watch é um jovem jornalista em busca de respostas para um misterioso evento que envolveu ele e sua irmã Michella. Tal procura o fez vir parar na cidade de Hellsalem’s Lot, lugar esquisito que surgiu logo após a destruição da Nova Iorque que todos conhecemos.

Devido à sua característica física peculiar, acabou sendo confundido com alguém esperado por Zapp Renfro, membro da organização Libra, uma sociedade secreta formada por super-humanos de Hellsalem’s Lot e que busca o equilíbrio do mundo.

Graças à um grave incidente e estimulado pela confusão inicial de Zapp, Leo acaba se juntando à organização e revelando ser portador de um poder singular: os olhos de deuses, que enxergam coisas que os seres humanos normais não conseguem.

Envolvido em batalhas de vida e morte, Leo deverá deixar pra lá sua natureza medrosa e pacífica para descobrir o que realmente desencadeou o desabrochar de seu poder e, acima de tudo, ajudar a irmã, que perdeu a visão no dia em que o rapaz ganhou seus poderes. Tá curioso? Se for o caso, a primeira fase de Blood Blockade Battlefront ficará completa em 10 volumes e terá periodicidade mensal.

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Outras mídias
Os fãs brasileiros estavam mais familiarizados com o anime, que estreou com grande barulho no primeiro semestre de 2015 e fez com que chovessem pedidos para a publicação do mangá.

Além dos 12 episódios do anime (já concluído), existe um OVA com previsão de lançamento em junho deste ano.

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Opinião
Sinceramente falando, nunca morri de amores pelos mangás de Nightow. Além de não ser fã do traço (que parece não evoluir nunca), acho que, apesar dos plots e dos personagens em geral serem bacanas, ele meio que se perde um pouco, causando uma certa confusão.

Fugindo um pouco a essa regra, Blood Blockade Battlefront parece ser mais centrado. A obra tem personagens carismáticos e um protagonista que ainda não mostrou a que veio, e que nos faz querer saber o que vai acontecer nos próximos volumes.

Apesar de ter perdido um pouco o “timing” do anime, creio que foi um lançamento importante para frisar ainda mais a diversidade de títulos da editora e espero que venham cada vez mais coisas interessantes. Afinal, quem tem a ganhar somos nós, leitores e fãs.

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Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Vagabond

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Dizem que a terceira vez é a que vale, então vamos comemorar! Depois de duas editoras terem tentado publicar esta obra e falhado por motivos distintos, a Panini assume este legado de cabeça erguida e traz uma edição de encher os olhos. Estou falando de Vagabond, obra genial de Takehiko Inoue (Slam Dunk, Real), baseada no best-seller “Musashi”, obra máxima de Eiji Yoshikawa. Vamos conferir?

A história
A batalha de Sekigahara terminou. Dois jovens que saíram de sua vila em busca de honra, glória e da cabeça de um general para serem respeitados estavam do lado derrotado e, agora, precisam fugir dos caçadores de recompensa. Eles são o indolente Honi’den Matahachi e o selvagem Shinmen Takezo; amigos de infância e companheiros de fuga.

Ajudados por duas mulheres moradoras das imediações, ambos derrotam alguns bandoleiros e acabam se separando no processo: Matahachi esquece completamente que deixou mãe e noiva na vila e resolve ir embora com as duas mulheres; Takezo, por sua vez, volta para a vila para avisar à velha mãe de Matahachi, a amarga Obaba, e à noiva abandonada, Otsu, que o amigo está vivo mas impossibilitado de voltar tão já.

Sua fama de selvagem o persegue e desperta interesse do lado vencedor da batalha, uma vez que, enquanto fugia dos dissidentes do bando do azarado bandoleiro, Takezo deixou uma trilha de sangue às suas costas. Antes de seguir seu caminho e tornar-se o guerreiro valoroso de quem o mundo fala até os dias de hoje, Shinmen Takezo deverá enfrentar primeiro a ira de Obaba e a mágoa de Otsu, que nem consegue se lembrar do rosto do noivo. Para saber se Takezo conseguirá seguir seu caminho e acompanhar sua trajetória de lutas até se tornar Miyamoto Musashi, basta marcar um encontro mensal nas bancas, periodicidade deste título.

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A edição
Eu diria que a edição da Panini é algo entre a primeira e a segunda versão da Conrad; ela vem com as capas da versão standard mas com um acabamento semelhante ao de Planetes, com orelhas e papel off-set, o que remete um pouco à edição “definitiva” da Conrad, que encontrou seu fim prematuro no volume 14.

Apesar de ser uma edição diferenciada, ela saiu por R$ 17,90, ou seja; cabe no bolso da maioria. Com um papel de alta durabilidade, todo mundo pode ficar sossegado porque daqui a alguns anos ninguém vai abrir o mangá e dar de cara com uma pinta amarela no rosto do Takezo.

Se for pra citar algo que deixou o pessoal triste (me included) seria o fato de que, como os contratos são diferentes, as páginas coloridas que existiam no formato standard da Conrad são p&b na versão da Panini (apenas as primeiras páginas do primeiro capítulo estão coloridas). Claro que isso não prejudica a leitura de ninguém e todo mundo vai sobreviver a isso, mas mesmo assim achei que deveria citar.

Como nas versões anteriores,  a tradução ficou por conta da veterana Dirce Miyamura. As orelhas trazem ilustrações aquareladas de Inoue, bem como poemas relacionados ao que aconteceu na edição. O acabamento ficou lindo e mal posso esperar para ver  os próximos.

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Opinião
Não é todo dia que saem mangás como Vagabond nas bancas. Já tinha passado da hora de termos esse título em nossas estantes de forma contínua. Nunca me esqueço da decepção que tive quando abri o número 44 da edição standard da Conrad há alguns séculos e me deparei com um flyer dizendo que ela seria suspensa a partir dali, mas que a edição definitiva não nos desapontaria.

Naquele ano, voltei carregada do Fest Comix (universitária pobre é uma desgraça) com todas as edições definitivas lançadas até então e lembro que, a princípio, me empolguei por causa da sobrecapa, mas… vi que tinham mudado algumas coisinhas na tradução, “tirado” algumas páginas coloridas (nessa época eu era praticamente uma pirralha, nem sonhava que existiam contratos diferentes para licenciamento de um mesmo título) e, pra piorar, tinham uns quadrados brancos que ficavam fora do balão e me deram muita dor de cabeça só de olhá-los. Anos depois, minha esperança reacendeu-se com a publicação pela Nova Sampa mas o preço me derrubou, afinal, eu não estava no meu melhor momento financeiro  (digamos que eu ainda esteja bem oscilante nesse ponto),
mas… a edição da Panini coube no meu bolso calejado.

Espero do fundo do coração que ela vingue, que venda bem e que  abra portas para mais publicações nesse formato, bem como para Real, um mangá que, na minha humilde opinião, já deveria ter vindo há muito tempo.

Agradecemos à editora Panini que, gentilmente, cedeu o exemplar para análise.

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JWave #295 | Batman V Superman: A Origem da Justiça

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O JWave dessa semana é um podcast especial de uma hora e 50 minutos sobre Superman e Batman.

Muito além do filme, o JWave faz um especial sobre as melhores sagas pra você ler de Superman e Batman para ficar por dentro do filme.

Juba, Dash, Dennis Himura (do Republika Pop), Cabeça (doProjeto X)) e Calliban (no bloco de curiosidades) falam tudo de Batman V Superman.

Participantes



No JWave #295: Batman V Superman: A Origem da Justiça
Direção Zack Snyder
Produção Charles Roven
Deborah Snyder
Produção executiva Geoff Johns
Christopher Nolan
Roteiro Chris Terrio
David S. Goyer
Elenco Ben Affleck
Henry Cavill
Amy Adams
Jesse Eisenberg
Diane Lane
Laurence Fishburne
Jeremy Irons
Holly Hunter
Gal Gadot

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Netflix anuncia segunda produção com Adam Sandler!

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A Netflix anunciou segunda produção com Adam Sandler essa semana e ela se chama “The Do-Over”.

A história é sobre a vida de um gerente de banco que vira de ponta-cabeça quando um velho amigo o convence a forjar a própria morte e começar tudo de novo.

Assista o teaser

Agradecimentos a Netflix pelas informações

Tales of Berseria ganha dois novos personagens!

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O jogo Tales of Berseria acaba de ganhar dois novos personagens… Magilou e Bienfu.

Mas quem são os dois personagens?
Magilou é uma mulher desconhecida que se auto-proclama “grande feiticeira”. Mas será que é mesmo? Na verdade todos a veem como uma praticante de “bruxaria não licenciada” e seu estilo livre e despreocupado pode torná-la a “vida” do grupo, mas esta trapaceira tem um lado negro com relação à Velvet.

Quando ao Bienfu, temos um malak (um ser espiritual que pode utilizar o poder da natureza) que possui forma e personalidade únicas. Apesar de pequeno no tamanho, ele compensa em força e bravura.

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E no jogo?
Tanto Bienfu como Magilou tiveram uma história juntos, porém ao que tudo indica é que essa relação misteriosa não parece ter acabado bem.

Tales of Berseria será lançado para Playstation 3, Playstation 4 e Microsoft Windows.

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Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações

Ashton Kutcher estreia nova série da Netflix!

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A Netflix anunciou a nova série com Ashton Kutcher que estreia em abril pelo serviço. Chamada de “The Ranch”, a série terá 10 episódios iniciais e será lançada semana que vem no dia primeiro de abril.

The Ranch será estrelada por Ashton Kutcher, Danny Masterson, Sam Elliott e Debra Winger

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Mas do que se trata?
A série mostra o retorno de Colt (Kutcher) para sua casa – depois de uma breve e fracassada carreira como jogador semi-profissional de futebol americano – para tomar conta dos negócios da família no rancho com seu irmão mais velho, Jameson “Rooster” (Masterson) e seu pai Beau (Elliott), que ele não vê há 15 anos. Winger é Maggie, mãe de Colt e Rooster e proprietária do bar local.

Trailer

Estreia
Primeiro de abril

Com informações da Netflix

Fort of Apocalypse é anunciado no Brasil!

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Apocalypse no Toride, ou Fort of Apocalypse, o oitavo mangá anunciado em 2016 pela JBC, traz um grupo de jovens presos em um reformatório fazendo o que pode para sobreviver a um voraz ataque de zumbis.

A tensão é total. O mundo foi tomado por uma epidemia zumbi fulminante. O fim se aproxima e não há para onde fugir. Trancafiados em um reformatório para delinquentes, um grupo de jovens irá descobrir que a prisão pode ser o único lugar seguro na face da Terra em Fort of Apocalypse, o oitavo mangá anunciado em 2016 pela JBC.

Com um total de 10 volumes, publicados pela editora Kodansha (Fairy Tail, Knights of Sidonia), Apocalypse no Toride foi publicado no Japão entre 2011 e 2015 pegando carona na onda de mortos-vivos deflagrada com a série americana The Walking Dead.

Os fãs do gênero não irão se decepcionar com o novo mangá da JBC. Além do belíssimo e realístico traço de Kazu Inabe, o roteirista Yuu Kuraishi leva o tema às últimas consequências. Ninguém está a salvo em sua história e os zumbis, diferente dos vistos em filmes clássicos, podem se tornar velozes e inteligentes. Usando uma espécie de penitenciária para jovens como cenário, Kuraishi consegue impor um clima de suspense e terror claustrofóbico ímpar ao leitor.

COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE ZUMBI
Yoshiaki Maeda é um jovem de 16 anos aparentemente comum. Tímido e inseguro, ele é enviado para o Reformatório Shouran, um tipo de escola-prisão, para onde delinquentes são enviados. Imediatamente subjugado pelos veteranos da instituição, Maeda jura ser inocente e que foi preso injustamente. Mal podia imaginar o rapaz que aquele era o menor de seus problemas. Na verdade, ser preso lhe salvou a vida.

Logo que chega ao reformatório, descobre-se que fora de seus portões eclodiu um verdadeiro apocalipse zumbi. Agora a prisão, de onde todos queriam fugir, tornou-se um forte que protege aos internos.

Não se sabe ao certo como a epidemia começou. Se foi um vírus ou algo do gênero, mas, pouco a pouco, o grupo de sobreviventes de Maeda descobre que os mortos-vivos podem evoluir, ganhando força e inteligência de acordo com a situação. E, claro, todos estão famintos por carne humana.

Encurralados, os jovens delinquentes não terão outra opção senão lutar até quando puderem por suas vidas. E, se a morte surge como algo inevitável, a melhor estratégia pode ser o ataque.

Fort of Apocalypse guarda muitos segredos e reviravoltas, com grandes doses de ação, suspense e terror asfixiantes. O novo mangá da JBC chega em breve às bancas, livrarias e lojas especializados de todo o Brasil!!

Texto do release da Editora JBC