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JWave #274 | Ela é o diabo

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O JWave fecha o mês de aniversário com o clássico da Sessão da Tarde, Ela é o diabo.

Começamos o mês com “Um Morto Muito Louco”, passando por “Aladdin”, “Quinto Elemento” e agora “Ela é o diabo”, trazendo o melhor dos filmes da Sessão da tarde.

Viu seu marido te trocar por sua escritora favorita? Ela é loira, bonita, rica e sensual? Que tal se vingar? Então vamos encarar essa missão com Ruth nesse clássico da “Sessão da Tarde”.

Juba, Nerdmaster, Calliban e Dash se juntam para falar tudo sobre vinganças e se Ruth (ou seria Raquel?) foi justa em sua vingança.

Participantes



No JWave #274: Ela é o diabo
Meryl Streep
Roseanne Barr
Ed Begley, Jr.
Sylvia Miles
Linda Hunt
Baseado no livro “The Life and Loves of a She-Devil”
Virou série pela BBC em 1986
Virou filme em 1989
Ganhou remake indiano em 1995

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JWave #273 | Ijime – Bullying

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O JWave dessa semana é um papo sério sobre Ijime, ou como se fala Bullying no Japão.

Presente em todo mundo, o Bullying na Ásia costuma ser bem mais violento e cruel do que no Ocidente e por isso focamos e analisamos casos no Japão, comparando com o nosso cotidiano.

Você já sofreu bullying? Já praticou bullying em alguém?

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre Ijime na cultura japonesa e como ela está presente no cotidiano e nas produções japonesas.

PARTICIPANTES

Extras com participação de


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Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)
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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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Batepapo com o JWave amanhã no NewPop Day!

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A New Pop Editora está comemorando 09 anos de existência no mercado editorial e isso é mais do que motivo para comemorar. Para compartilhar esse acontecimento com os leitores, está marcado um evento bem legal para sábado, dia 28 de novembro, a partir do meio-dia.

O evento terá muitas atrações bacanas, brindes, sorteios legais e também um bate-papo entre sites especializados em mangás, no qual a equipe do JWave estará presente. Para deixar todo mundo curioso (inclusive esta repórter que vos fala), foram prometidos 19 anúncios, alguma aposta?

É importante confirmar a presença, pois além do evento ser gratuito as vagas são limitadas.

Fiquem de olho na programação:
13h – Abertura
14h – Bate-papo: “Quadrinho Nacional” com Studio Seasons, Fábio Sakuda (autor de DeadZone), Raphael Fernandes (Editora Draco) e Fabrízio Yamai (Escola de Desenho AreaE).
15h – Bate-papo: “A visão da mídia especializada sobre o Mercado de Mangás no Brasil” com Chuva de Nanquim, Crunchyroll, Genki Dama, JBox, JWave, Notícias Anime United e Suco de Mangá.
16h – Bate-papo: “Novidades da NewPOP”
18h – Sorteios/Encerramento

Serviço:
NewPOP Day
Data: 28 de novembro de 2015
Evento Gratuito
Horário: 12h às 19h
Local: Associação Beneficente Osaka Naniwa Kai
Rua Domingos de Moraes, 1581 – Vila Mariana (a 200 metros do metrô)

Agradecemos à assessoria de imprensa da New Pop Editora pelo convite e nos vemos por lá!

Vivendo no Japão #06: Festival Escolar

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Yo! Depois de passar as últimas três semanas “fora da faculdade” nos temas das postagens, hoje eu voltei para os terras universitárias, mas ainda em clima de diversão para contar um pouquinho sobre os tão conhecidos “Festivais Escolares”, e mais especificamente sobre minha experiência no festival escolar da Universidade de Kyushu (ou Kyudai, como apelidamos carinhosamente) como membro do clube de acapella, HarmoQ.

Primeiramente, os festivais das Universidades, pelo que percebi, ocorrem geralmente no mês de novembro. Nos meus tempos de Kyoto, por exemplo, as três grandes universidades da cidade realizavam seus festivais uma em cada final de semana do mês. Aqui em Kyushu, não foi diferente, mês de novembro vem com folhas de outono, um frio de lascar e o tão esperado festival escolar. Quem já assistiu ao menos um animê escolar sabe do que eu estou falando. Os festivais são eventos anuais onde (no caso das universidades), o clubes de atividades extra-curriculares montam barracas de comida ou salas de entretenimento, além de fazer apresentações nos palcos e salas fechadas (no caso dos clubes de artes e música).

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Em questão de comidas, o festival é um perigo, uma variedade enorme de comidas, desde yakisoba, takoyaki (bolinho de polvo), curry, dango e lámen, até churrascos, churros, pratos coreanos e de diversos outros países (de comitês de alunos estrangeiros). Além da variedade, os preços são bem convidativos, o que faz com que você não se iniba e tente experimentar de tudo, o que pode lhe render um enorme prejuízo (e uma dor de barriga se exagerar na mistureba). Quanto às atrações, eu pude ver, além do clube de acapella, performances do clube de música acústica, jazz, show de mágica, bandas de rock, além de maid-café, sala de massagem, clubes de desenho, mangá, videogame, ficção científica, e até uma sala especializada em pokémon, que contou inclusive com a participação do Pokémon Center de Fukuoka, que promoveu batalhas de cards e distribuiu um card promocional do Latios.

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É incrível ver como o festival atrai um público variado, além dos estudantes, você se depara com moradores da região, pais com crianças e diversos colegiais acompanhados de seus pais, que estão certamente estudando para prestar o vestibular para a Kyudai. Estes, parecem estar conhecendo os clubes com antecedência para decidir em qual se filiar quando ingressarem (haja auto-confiança).

Como mencionei, desde maio eu tenho participado do HarmoQ, o clube de acapella da Kyudai. O clube tinha uma sala, toda forrada com panos pretos, para parecer uma casa de shows, onde as inúmeras bandas dos membros se apresentavam durante todo o dia. Além disso, tínhamos uma pequena área perto das barracas de comida onde eram realizados “street lives”, que tinham como objetivo chamar atenção dos transeuntes e divulgar nossa sala, além dos horários que o clube iria se apresentar no palco principal, e também divulgar o Winter Live (que será realizado em breve). Os membros que entraram em 2014 e 2015 eram os principais responsáveis pelas tarefas durante o festival. Para quem tem interesse no funcionamento de um clube, a seguir relatarei um pouquinho de como foi minha participação.

Durante o último mês, todas as bandas deveria submeter sua inscrição caso quisessem se apresentar no festival. Além disso, nas últimas semanas houveram reuniões gerais onde foram distribuídas as funções de cada um, divididos em grupos (que se comunicavam por meio de uma sala de chat do Line – como um grupo de whatsapp), e também ocorreram os ensaios da apresentação de uma música com todos os membros (que por falta de tempo não pude participar). Apesar de ser considerado um clube bastante divertido e leve, as bandas todas levam muito à sério, e eu, desacostumado, sofri bastante para conciliar o ritmo dos ensaios com os estudos e vida social.

O festival começou no sábado, mas sexta-feira a maioria das aulas foi cancelada, e começaram os preparativos. Nós do HarmoQ tínhamos de chegar às 8 para começar a preparar a sala e aprender como deveríamos exercer nossas funções no dia, além de fazer o último ensaio com equipamento. Nos dias do festival também chegávamos às 8, fazer últimos toques e arrumações, pois às 9:10 em ponto começavam os shows na sala. Eu fiquei trabalhando como “porteiro” durante praticamente todo o sábado, então pude notar que no período da manhã o fluxo de pessoas é muito pequeno, e na hora do almoço começa um fluxo mais intenso, que vai diminuindo no final da tarde. Minhas bandas se apresentaram no sábado ao meio dia, e domingo às 10, ou seja, além dos membros do clube, tinha alguns poucos amigos e alguns adultos que pareciam realmente interessados, quiçá especialistas em acapella.

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Após trabalhar até às 6 no sábado e em seguida passar mais algumas horas ensaiando com minha banda para a performance de domingo, no segundo dia, depois de cantar, tive a tarde toda livre e consegui aproveitar o festival. Visitei a sala de maids (que era engraçada, mas pra quem já visitou um maid café, um pouco decepcionante, já que as meninas parecem muito tímidas para entrar no personagem), comi em diversas barracas, assisti performances incríveis das bandas dos meus veteranos do HarmoQ no palco principal, e ainda fui, logicamente, na sala do pokémon garantir meu card promocional e matar a saudade de jogar TCG. Passei ainda para ver um dos meus colegas de acapella se apresentar com o vilão no clube de música acústica (que tinha um serviço ótimo onde você pagava 100 yen por um copo de bebida e podia pedir refil quantas vezes quisesse), e um amigo que participou do clube de jazz.

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No domingo o festival foi até por volta de 7 horas, e após isso os clubes se reuniram para deixar tudo organizado, para que, na manhã seguinte, novamente às 8 fizessem a verdadeira arrumação, levando os esquipamentos de volta para o almoxarifado, etc. Para quem está acostumado a acordar cedo, talvez seja tranquilo, mas para universitários, acostumados a uma rotina corrida e dormir tarde, ter de estar em pé e pronto pra trabalhar às 8 da manhã por 4 dias seguidos é um ritmo puxado (eu mesmo no primeiro dia voltei para casa – alojamento dentro do campus – para tirar um cochilo no período da tarde, quando já havia feito o básico do meu serviço, e também acabei não indo na segunda de manhã, pois tinha passado a noite no karaokê com meus amigos). Vale mencionar que esta segunda-feira era um feriado, por isso, não haviam aulas.

Caso tenham mais interesse no funcionamento dos clubes, deixem comentários e perguntas, pois estou pensando em, em breve, fazer uma postagem contando sobre minha experiência com clubes (já que nos tempos que estive na Ritsumeikan eu frequentei o clube de Mangá, por um tempo, e depois frequentei o Clube de Artes Midiáticas – sabe Genshiken? então, tipo isso).

Agora com o fim do festival, o desafio é voltar ao ritmo de estudos.

PS.   Tem muitas coisas que estou obcecado essa semana. O novo filme do Digimon, o último filme da série Jogos Vorazes. Mas eu escolhi dar destaque para a música Senbonzakura (mais famosa na voz de Hatsune Miku). A banda de um dos meus senpais fez uma performance de aplaudir de pé dela e agora simplesmente não consigo tirar da cabeça. É uma excelente faixa pop-rock temperada com instrumentos tradicionais japoneses, que dão um sabor especial. Dêem uma olhada na original:

E confiram também a performance acapella incrível dos meus senpais, o vídeo todo é sensacional, especialmente se você entende japonês, mas caso queira apenas ver a música mencionada, ela começa em 11:30

 

Editora Nemo apresenta Universo HQ Entrevista – Grandes nomes dos quadrinhos entrevistados por quem entende do assunto

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Em comemoração aos 15 anos do site Universo HQ, o jornalista e editor Sidney Gusman resolveu deleitar seus fãs com o lançamento da coletânea “Universo HQ Entrevista”, a qual reúne as 23 melhores entrevistas publicadas desde a estreia do site, em 5 de janeiro de 2000.

Alguns dos nomes participantes deste desfile de estrelas são Neil Gaiman, Giancarlo Berardi, Don Rosa, Will Eisner, entre outros. As entrevistas contam com notas de atualização e um presente: duas conversas inéditas com José Luis García-López (Jonah Hex, Superman, Cinder and Ashe) e Mauricio de Sousa (o pai da Turma da Mônica).

Os entrevistados e a equipe do Universo HQ foram retratados pelas competentes mãos de Eduardo Baptistão, um grande entusiasta dos quadrinhos. Com todos esses “presentes”, a edição é um grande presente para os leitores.

A Geek.etc.br fará uma sessão de autógrafos do livro no dia 28/11/2015 (sábado), das 17:00 às 20:00, com a participação dos integrantes do UHQ Sidney Gusman, Sérgio Codespoti, Samir Naliato e Marcelo Naranjo.

Serviço:

UNIVERSO HQ ENTREVISTA
Grandes nomes dos quadrinhos entrevistados por quem entende do assunto

Organização: Sidney Gusman
Caricaturas: Baptistão
Preço: R$ 78,00
Páginas: 360
Formato: 17×24 cm
ISBN:978-85-8262-264-3
Editora: Nemo

Agradecemos à assessoria da Editora Nemo, que gentilmente nos encaminhou o release para divulgação.

Editora Nemo lança álbum de tiras “Cerrado em Quadrinhos”

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Pensando em despertar a consciência do leitor para os problemas que o bioma do Cerrado Brasileiro enfrenta, o cartunista Alves idealizou este lindo álbum de tiras, “Cerrado em Quadrinhos”, uma publicação da Editora Nemo. Segue breve sinopse sobre o título:

“‘Cerrado em Quadrinhos’ é um álbum divertido que apresenta detalhes do segundo maior bioma brasileiro. Em um misto de bom humor e denúncia, o cartunista Alves resgata a importância desse local que abriga milhares de espécies e comunidades e esconde incontáveis riquezas.

Alves nos transporta ao bioma apresentando os perfis do Cerrado por meio de uma narrativa temporal e comparativa, onde o antigo e o atual se encontram para uma conversa direta com o leitor. Retratando um Cerrado que reúne também populações de indígenas, quilombolas, sertanejos e ribeirinhos, o cartunista tem o objetivo de unir suas forças às daqueles que já lutam pela preservação desse ambiente.

Com prefácio do biólogo e geógrafo Bernardo Gontijo, o álbum de Alves utiliza a arte a serviço da ciência ao capturar a essência do Cerrado e denunciar a interferência humana no espaço por meio de seu talento e traços únicos.”

Serviço:

CERRADO EM QUADRINHOS

Autor: Alves
Preço: R$29,90
Páginas: 64
Formato: 24 x 17 cm
ISBN: 978-85-8286-267-4
Editora: Nemo

Agradecemos à assessoria da Editora Nemo, que gentilmente nos encaminhou o release para divulgação.

Editora Nemo lança livros baseados no mundo de Minecraft

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Que Minecraft é uma das maiores febres do momento, todo mundo já percebeu. Pensando nos fãs do jogo, a Editora Nemo lança dois livros não-oficiais baseados neste universo: “A Batalha da Colina Zumbi” e “A Espada de Herobrine”. Seguem breves sinopses sobre os títulos:

“Em A Batalha da Colina Zumbi, primeiro livro da série Os Guardiões do Mundo da Superfície, a autora do premiado romance humorístico Cuba 15, Nancy Osa, apresenta Rob, um pacífico fazendeiro que, ao cair de um avião no Mundo da Superfície, se une aos membros do Batalhão Zero para encontrar o caminho de volta para casa. Juntos, eles tentam superar os desentendimentos para lutar contra zumbis, esqueletos, e vencer seu maior inimigo: o Doutor Sujeira.

Já em A Espada de Herobrine, o brasileiro Jim Anotsu, também autor de Rani e o Sino da Divisão (Gutenberg, 2014), nos apresenta Arthur e Mallu, irmãos que obrigatoriamente se unem para descobrir um caminho para casa quando são transportados para o Mundo da Superfície. A única esperança da dupla está em uma lenda muito antiga que envolve o ser mais perigoso e poderoso de que já se teve notícia. Nessa missão, os dois travarão embates incríveis contra aranhas, zumbis e demais seres noturnos daquele mundo, como os creepers e os endermen.”

Para quem ainda não conhece Minecraft, os livros são uma boa opção para tentar se aventurar despretensiosamente pelo universo e, além disso, se divertir com histórias bem bacanas.

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Serviço:

A BATALHA DA COLINA ZUMBI
Autora: Nancy Osa
Tradução: Ana Carolina Oliveira
Preço: R$ 24,90
Série: Os Guardiões do Mundo da Superfície
Páginas: 240
Formato: 14×21 cm
ISBN: 978-85-8286-258-2
Editora: Nemo

A ESPADA DE HEROBRINE
Autor: Jim Anotsu
Preço: R$ 24,90
Páginas: 208
Formato: 14×21 cm
ISBN: 978-85-8286-260-5
Editora: Nemo

Agradecemos à assessoria da Editora Nemo, que gentilmente nos encaminhou o release para divulgação.

JBook Review #09: De Volta para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia

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Uma das franquias mais amadas do cinema completou 30 anos em 2015, mas não é apenas um aniversário; 2015 também é o ano em que Martin Mc Fly, protagonista da trilogia “De Volta para o Futuro”, desembarca no futuro (mais precisamente em 21 de outubro de 2015). Para celebrar esta data de forma apropriada e deixar os fãs tão malucos quanto o adorável Doc Brown, a editora Dark Side Books lançou um livro obrigatório para os fãs da trilogia: “De Volta para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia” (We Don’t Need Roads: the making of The Back to the Future Trilogy, no original).

O autor

Cassen Gaines é um fã como muitos, porém com um diferencial: não ficou satisfeito só assistindo dezenas de vezes a trilogia. Desde que a viu pela primeira vez quando saiu mais cedo da aula por conta de uma febre e foi apresentado aos filmes em VHS pela sua tia, sua mente ansiava por saber cada vez mais sobre a história que o fascinou.

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Mas… Por que um livro sobre a trilogia?

Quando a série se aproximava do trigésimo aniversário e não havia indício de que ganharia um guia definitivo, Gaines arregaçou as mangas e foi atrás da realização do seu sonho de fã: entrevistaria a maior quantidade de pessoas envolvidas com a trilogia e que o ajudassem a desconstruir histórias fantasiosas sobre alguns fatos ocorridos durante a produção dos filmes.

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A história por detrás da história

Gaines abraçou a missão auto-imposta de bom grado e devo dizer que ele conseguiu: além de conseguir entrevistas muito relevantes e reveladoras com atores, diretores, produtores, bandas e com a maior quantidade possível de pessoas envolvidas com a produção, o autor ainda vai mais longe. O livro é uma verdadeira pesquisa não só sobre a história da trilogia como também do cinema, revisitando curiosidades impressionantes.

Em nenhum momento Gaines bajula os fãs, mostrando apenas as “flores”, pelo contrário; ele mostra que o caminho para que os filmes povoassem a imaginação das pessoas por três décadas (e contando) foi bem espinhoso, passando por episódios como as muitas rejeições sofridas por Robert Zemeckis e Bob Gale até a Universal aceitar fazer o filme; a escolha de Eric Stoltz para viver o protagonista Martin McFly e o modo como este infelizmente não se adaptou, sendo substituído assim que a primeira escolha, o então queridinho da América Michael J. Fox ficou disponível; a frustração da equipe como um todo quando Crispin Glover não quis participar dos outros filmes da trilogia por questões financeiras, o que obrigou os diretores a escolherem um ator parecido e isso ter causado problemas posteriores; o acidente quase fatal da dublê Cheryl William, que também causou um processo judicial, o motivo pelo qual o velocímetro deveria marcar 88 milhas (essa foi uma grande surpresa para mim), entre outras peculiaridades que só uma fuçada bem completa nos bastidores poderia trazer aos fãs.

"Back to the Future II" (1989)

A edição

A edição brasileira de “De Volta…” ficou muito bem feita. O livro está recheado de referências, imagens não só da trilogia como também de filmes contemporâneos a ela e nota-se que a tradução foi feito de forma bem cuidadosa, levando em consideração as duas dublagens do filme no Brasil. Só deu vontade de ver mais material colorido além das contra-capas, mas não sabemos o que foi disponibilizado para o autor.

Opinião

Pra ser sincera, nunca fui entusiasta desta franquia em específico, mas devo dizer que, mesmo assim, o livro foi um deleite. A cada página lida, um verdadeiro resgate da época e, porque não, uma nostalgia bem vinda daquele tempo em que nossa única preocupação era tirar notas boas e ser obediente. Nunca é demais reforçar, mas o livro está muito bem feito e é o tipo de presente que deixaria muitos geeks felizes neste Natal. Se puderem, não deixem de dar uma conferida. É mágico, ou deveria dizer, ciência pura?

Agradecemos imensamente ao pessoal da Darkside Books, que gentilmente nos encaminhou o exemplar para análise.

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JWave #272 | O Quinto Elemento

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O JWave dessa semana continua as comemorações de aniversário com o clássico “O Quinto Elemento”.

Já pensou se num dia normal cai uma ruiva e você descobre que ela pode salvar o nosso planeta do caos? É assim que começa as aventuras de “O Quinto Elemento”.

Juba, Calliban e o Mavericko que falam tudo desse clássico dos anos 90.

PARTICIPANTES


INFORMAÇÕES
Bruce Willis
Gary Oldman
Milla Jovovich
Luc Besson
Robert Mark Kamen

Também ouça JWave #87: De volta à Lagoa Azul
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JWave #271 | Kimi ni Todoke

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O JWave dessa semana é de Kimi ni Todoke.

Clássico dos shoujos, Kimi ni Todoke surgiu em 2005 e o podcast irá explorar o filme de 2010.

Você já conheceu alguém que sofria bullying por parecer alguém famoso na escola? Sim? E se fosse a Sadako da saga Ringu? Kimi ni Todoke conhecemos uma garota que se parece com a Sadako e sofre com isso, mas com as pessoas certas, acaba tirando vantagens disso e descobrindo grandes amigos.

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre essa história e comparam com mangá e o animê, mas dando foco na adaptação em live action.

PARTICIPANTES

INFORMAÇÕES
Karuho Shiina
Shueisha
Bessatsu Margaret
Mikako Tabe
Haruma Miura

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)
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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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Vivendo no Japão #05: Um Otaku em Fukuoka

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Yo! Como prometido na semana passada, estou de volta esta semana com a segunda parte das minhas narrativas sobre ser um Otaku no Japão. Se você perdeu o texto da semana passada, confere aqui, porque tem uma visão mais geral sobre os lugares que visitei em Tokyo, Osaka, Kyoto e arredores. E depois de conhecer todos esses lugares, confesso que fiquei um pouco receoso quando ficou decidido que eu viria para Fukuoka, que fica bastante afastado do eixo  ̶R̶i̶o̶-̶S̶ã̶o̶ ̶P̶a̶u̶l̶o̶  Tokyo-Osaka. Porém, meu receio não poderia ter sido mais incorreto.

Primeiro, ouvi dizer que há algum tempo, Fukuoka era uma cidade teste de Marketing (e na verdade todas as pessoas que mencionaram esse fato disseram não saber se isso acabou ou ainda funciona). O que isso significa? Que Fukuoka era uma das primeiras, senão a primeira cidade a receber novas redes de lojas ou novas estratégias de marketing, como forma de averiguar se o mercado está quente para aquele determinado negócio. Isso significa que a cidade é muito rica em comércio e você pode encontrar de tudo aqui. Obviamente que isso no centro da cidade, não no meio das montanhas onde o campus de Ito (onde moro) fica situado.

Bem, Fukuoka não tem sua própria versão de Akihabara (como a Nipponbashi de Osaka), também não é um destino tão popular para os personagens de mangá, tal qual Kyoto, e não é terra natal de um Osamu Tezuka. Ainda assim, Fukuoka fica próximo de Nagasaki, e é lá que fica ancorado o navio da tripulação dos Chapéu de Palha (YEAHHHHHHHH! Não fui lá ainda, mas está nos meus planos para muito breve). Além disso, o centro de Fukuoka, onde fica a principal concentração de áreas de comércio e lazer, é bastante variado, “extenso” e ao mesmo tempo “compacto”. (COMO ASSIM?!) Eu diria que é extenso porque basicamente há uma faixa por onde esses locais se espalham, que passa por cerca de 4 estações de metrô, partindo de Hakata (a principal estação da cidade) até Tenjin (a área do fervo). E compacto, porque você pode facilmente caminhar entre estas duas estações (que possuem outras duas entre elas), em cerca de vinte minutos a passos rápidos.  Vamos parar de enrolação e falar de todos os lugares que um bom otaku deve conhecer (ou como eu chamo: “sábado nosso de cada semana”).

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Pokémon Center: Como de praxe, meu primeiro passei na cidade não poderia terminar sem uma passada pelo Pokémon Center. Localizado no oitavo andar da estação de Hakata, é uma parada obrigatória e rotineira, já que sempre há novos produtos, além da distribuição de pokémons para os jogos da geração atual. Tendo em mente a imagem nostalgica do PokéCenter de Osaka, eu confesso que achei bem pequena a loja de Fukuoka à primeira vista, mas recentemente fiz uma viagem para Osaka, e ao passar na loa de lá senti que minha memória estava uma pouco afetada pela nostalgia e ela não era tão impressionante quanto eu me lembrava, ela é maior sim, mas também tem uma espaçamento muito maior entre as prateleiras, o que, no final das contas significa que seu acervo não é assim tão maior que o daqui. Visitar o PokéCenter de final de semana é garantia de receber alguns olhares estranhos, visto que você vai ser um dos poucos adultos que não está acompanhando seu filho. Lá você encontra desde pelúcias, chaveiros, capinhas de celular e card games, a tolhas, peças de vestuário, material escolar e doces, tudo estampado por Pikachu e cia.

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Partindo da estação você pode dar uma passada pela enorme Yodobashi Camera (uma rede de lojas de departamento que existe espalhada por todo o Japão, que vende todos os tipos de eletrônicos e eletrodomésticos, além de ter uma linda seção de games e brinquedos, onde você pode comprar aquele seu Gundam montável por um décimo do preço que ele é vendido no Brasil), pode também dar uma parada no Book Off (outra rede de lojas que se encontra em todo o país, esta de produtos de segunda mão… melhor opção para você comprar as coleções de todos os seus mangás favoritos por 100yen cada, ou ainda comprar jogos, cds, dvds e até roupas e brinquedos, por preços bem atraentes – e vale ainda dizer que segunda-mão no Japão merece o uso do termo “semi-novo”), e após uns 7 minutos de caminhada você estará no save point da jornada: Canal City.

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Canal City é um imenso shopping center (um dos poucos que tem uma estrutura similar ao que chamamos de shopping center no Brasil) com lojas de todos os tipos, desde redes de roupa popular, até lojas de grife. No meio da construção passa um rio (é daí que vem o nome Canal), e esta área sempre está enfeitada de acordo com a estação (como agora no Natal), ou com algum tema especial (como dinossauros na época de divulgação de Jurassic World). O que realmente importa é que nos confins desse shopping incrível se esconde a maravilhosa Jump Shop. Simplesmente uma loja temática dos mangás pertencentes ao selo Jump (isso inclui Shonen Jump, V Jump, Young Jump, Jump SQ etc). A variedade de produtos segue a mesma linha do Pokemon Center, mas aqui, ao invés do Pikachu você terá Naruto, Dragon Ball, One Piece, Hunter x Hunter, assim como recentes sucessos como One Punch Man, Tokyo Ghoul, Haikyu, etc.

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E falando em One Piece, como vocês já estão cansados de saber, em uns 10 minutos de caminhada a partir de Canal City, finalmente chegamos em Tenjin, onde acima de tudo fica a Mugiwara Store! Localizada no sétimo andar do prédio Parco, aqui os atendentes estão vestidos de Marines, e suas compras são calculadas em Berrys *-*. A loja tem um estoque tão variado quanto o Pokémon Center, e aqui é possível encontrar produtos exclusivos de nossos piratas preferidos. Além disso, a loja tem um sistema de fidelidade, onde a cada 500 yen gastos (cerca de 5 dólares), você ganha um carimbo, e a cada 10 carimbos você recebe um pequeno cartaz de procurado de personagem, seguindo a ordem do sistema (que começa pelo Luffy, vai pela tripulação dos chapéu de palha, e depois entra nos coadjuvantes). A loja também oferece diversos brindes, tem algumas exibições bacanas (no momento a estátua do Sabo), e promove eventos, como a feira de exclusivos do Trafalgar Law, em comemoração ao mês de seu aniversário, em outubro.

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Após gastar suas Berrys todas com os tesouros da Mugiwara Store, você ainda precisa resistir à tentação das lojas que ficam na frente. Animega é uma loja de animês, que possui uma área sazonal, ou seja, as principais prateleiras variam seu conteúdo de acordo com o período. Há alguns meses a loja era toda preenchida por Naruto, devido ao lançamento do filme de Boruto, mas agora é algum tipo de animê de baseball. To na expectativa de acabar logo essa fase. Nesta loja também já ganhei diversos pôsteres e adesivos de brinde pelos meus gastos. E ao lado temos Village Vanguard, uma das minhas lojas preferidas da vida! Ela não é bem focada no publico otaku, é mais uma loja de variedades e importados. Ela possui diversas “áreas” com um tipo diferente de produtos. Por exemplo há prateleiras de mangás separadas por gêneros, prateleiras de produtos relacionados ao estúdio Ghibli, prateleira de Sailor Moon, outra de Dr. Slump, uma de Card Captor Sakura, e outras como Comics americanos, Disney, Super Mario, Yaoi e acessórios de moda, mochilas, óculos de sol. Enfim, qualquer coisa que você possa querer, talvez tenha aqui. É uma loja incrível para entender um pouco a moda urbana japonesa. Há também uma na Yodobashi Camera de Hakata, e uma na estação perto da minha casa (SOS!).

Se chegar 10 horas da manhã em Hakata, e procurar não perder noção do tempo em todos esses lugares descritos até aqui, ainda dá tempo de explorar Tenjin e visitar lojas como Mandarake, um acervo infinito de coleções de mangás, dvds, jogos e brinquedos, incluindo várias raridades; Tora no Ana, uma das principais redes de lojas otaku, aqui é seu destino se quer comprar doujinshis (fanzines); Animate, rede de lojas de goods oficiais de praticamente todos os animês da temporada, além de outros que continuam fazendo sucesso, mesmo não estando mais em exibição (Essa eu visitei muito em Kyoto, Osaka e Tokyo), vale dizer, que, pela minha impressão, a maioria das animates que já visitei parecem ter um forte apelo para o público feminino, com vários fanservices para fujoshi; Yellow Submarine, se você curte RPG e TCG, aqui é seu paraíso; etc. Não posso finalizar esse texto sem mencionar minha amada Tsutaya, uma rede que mescla livraria e locadora, onde você encontra livros e mangás novos ou de segunda mão, assim como CDs e DVDs em preços bem bacanas. Por ser também locadora, eles tem uma prateleira fixa de mangás que eram locáveis, mas que não tem mais utilidade, então eles revendem a preço de banana. Foi lá também que comecei minha incrível coleção de CDs, graças a uma promoção monstruosa onde, caso você compre mais de 3 CDs da prateleira de até 500 yen, você pega 50% de desconto e todos eles. Ou seja, menos de 3 dólares por CD. E já comprei CDs duplos, CD-DVD, DVD duplo por esse preço (sem contar que tem muitos CDs de 100-200yen nessa prateleira).

Pronto, agora estamos pobres, bora fazer igual o Onoda de Towamushi Pedal, e voltar pra casa de bike, pedalar por 1 hora e meia, porque gastamos até o dinheiro da condução. Mas ao menos estamos voltando pra casa com sacolas cheias de alegria e amor!

PS. Minha obsessão essa semana é perigosa. Então existe essa rede de restaurante chamada Sweets Paradise (já sabe onde quero chegar?). Pois bem, neste lugar fascinante você paga 1500 yen por um buffet à vontade de doces. Claro que também tem algumas opções de comida para você forrar o estômago e justificar que fez uma refeição antes de se empaturrar de bolos, tortas, mousses e tudo mais o que sua imaginação permitir. Bem, o nome é auto-explicativo, se você gosta de doces você vai se sentir no paraíso (e se for diabético, talvez você termine a noite no paraíso). Uma ótima pedida pra quem está querendo ganhar peso (QUEM?!). Bem, não bastava eu descobrir que existe um restaurante desse no acima mencionado Parco (eu já havia ido em um dessa rede em Kyoto), quando chegamos lá, a decoração do momento é toda especial de Shingeki no Kyojin *-*. Não preciso explicar mais nada né?

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JWavecast participa do BondcastOFF de Cavaleiros do Zodíaco

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O JWave participou essa semana do BondcastOFF de Cavaleiros do Zodíaco. Podcast especialista em 007, criou seu selo OFF e aborda temas de cultura nerd e fomos convidados para falar de Cavaleiros do Zodíaco por lá.

Gosta do JWave? Dá uma escutada no BondcastOFF.

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Retire seu terno, guarde sua Wather PPK, vista sua armadura e eleve seu cosmo! Sabemos que todos estão esperando o Bondcast sobre 007 contra SPECTRE, então resolvemos deixar vocês ainda mais ansioso para falar de um animê que fez e faz parte da vida de muitos brasileiros: Saint Seiya ou Os Cavaleiros do Zodíaco!

Sergio Vasconcelos, Giuzão Chagas, Lucian Novo e Rildon Santos recebem Dr. Bruno Tucano e Juba (JWave) para falarem sobre os guardiões do universo, com destino de combater por um mundo ideal, Cavaleiros do Zodíaco, lutadores com poder astral, se o bate papo é demorado, o assunto é legal!
Com foco maior na saga das 12 casas e com muitas curiosidades, mostramos o porqueSaint Seiya ainda faz parte da vida de crianças e adultos.

BondcastOFF volta no mês que vêm com a edição #0010
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Aviso: O BondcastOFF não é jornalístico e não busca trazer um documentário completo sobre o assunto. O objetivo do nosso podcast é levar entretenimento com muito humor e as vezes um pouco de seriedade para aqueles que gostam de nos escutar.

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Tempo de Duração: 134 minutos
Lançado em: 18/11/2015