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JWave #270 | Aladdin

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JWave está comemorando 6 anos e para comemorar estamos falando de um dos clássicos da Disney.

Direto de 1992, Aladdin cativou gerações com “Um Mundo Ideal”, ao traduzir para telas o conto do garoto árabe que ao encontrar uma lâmpada tem a chance de refazer sua vida. Será que o príncipe Ali vai conseguir se casar com Jasmine?

Juba, Camis, Leo e Calliban comentam tudo sobre esse clássico da Disney.

PARTICIPANTES



No JWave #270: Aladdin
Scott Weinger
Jonathan Freeman
Robin Williams
Linda Larkin
Frank Welker
Gilbert Gottfried
Douglas Seale
Ron Clements
John Musker
Ted Elliott
Terry Rossio
Ron Clements
John Musker
Walt Disney Pictures
Buena Vista International
Aladdin: O Retorno de Jafar
Aladdin e os 40 Ladrões
Série de TV
Videogames

Ouça também!
JWave #24: Nostalgia Disney Musical
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JWave #31: Enrolados
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JWave #47: Encantada
JWAVE47
JWave #64: O Rei Leão
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JWave #81: A Bela e a Fera
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JWave #152: A Pequena Sereia
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JWave #160: Frozen – Uma Aventura Congelante
JWCast-160
JWave #226: Cinderella
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INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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JWave #269 | O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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O JWave dessa semana é sobre o filme Makoto Shinkai de aproximadamente 40 minutos.

Já imaginou deixar a vida de lado e descansar ao som da chuva? E se você encontrasse uma pessoa que procura o mesmo descanso que você?

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre essa história do mesmo diretor de 5 Centímetros por segundo e pode se dizer a melhor obra do diretor até então.

PARTICIPANTES

INFORMAÇÕES
Makoto Shinkai
Kotonoha no Niwa
Daisuke Kashiwa
Monthly Afternoon

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)
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Doctor Who está de volta ao Brasil em novo canal!

Doctor Who S9 - Series Iconic

Para os fãs de Doctor Who, acabou sendo um baque quando a BBC anunciou que estava mudando sua programação e uma das séries que dançou foi a do “Doctor”. Agora, o Brasil volta a ter a série que emociona os britânicos há mais de 50 anos pelo canal Syfy.

Assim a BBC Worldwide e a NBC Universal International Networks finalmente fecharam um acordo para América Latina trazendo Doctor Who no Syfy.

E daonde a série será transmitida?
Teremos a reapresentação da oitava temporada, como também a estreia exclusiva da nona temporada.

Teremos reprise das primeiras temporadas?
Sim. As temporadas cinco a sete farão parte da programação do canal durante 2015 e 2016.

Mas o que é o Doctor Who?
Se você nunca viu, a série tem 52 anos e é a mais antiga série de ficção científica da televisão, e parte significativa da cultura popular britânica. A história segue as aventuras de um doutor, um Lorde do Tempo, que viaja pelo universo com uma sucessão de companheiros em uma nave espacial que viaja no tempo sob a forma de uma antiga estação da polícia britânica. O doutor combate uma variedade de inimigos, enquanto trabalha para salvar civilizações e ajudar as pessoas necessitadas.

“Mais de 50 anos e oito temporadas exibidas em redes próprias da BBC na América Latina ajudaram o programa Doctor Who a desenvolver um público fiel na região, onde a série tem um número excepcional de fãs fervorosos”, disse Anna Gordon, vice-presidente executiva e diretora gerente da BBC Worldwide América Latina/US Hispanic. “Nossa parceria com o Syfy reintroduz um dos shows mais aclamados de nossa empresa para a América Latina e traz a ficção científica e a fantasia aos dedicados fãs.”

“Syfy é conhecido por desafiar os limites da imaginação, e é, sem dúvida, o lugar perfeito para o icônico Doctor Who”, disse Klaudia Bermudez-Key, vice-presidente sênior e gerente geral da NBCUniversal Networks International América Latina. “Esta série é um complemento ideal ao rico conteúdo que podemos encontrar no Syfy, que atrai um numeroso público na região. Nossos telespectadores têm grandes expectativas no que se refere à qualidade de nossa programação e é exatamente o que estamos oferecendo”.

“Estamos muito felizes em contar com Doctor Who no Syfy Brasil. A série faz parte da história da ficção científica e a cada nova temporada conquista uma legião de fãs; é um programa que acompanha várias gerações. Certamente a novidade será recebida com muito entusiasmo pelos assinantes do canal que buscam uma programação diferenciada, que os leva a imaginar mais”, diz Paulo Barata, CEO da NBCUniversal International Networks Brasil.

E o que podemos esperar da nova temporada?
Chegando com a nona temporada, Doctor Who irá revelar o Doutor e Clara desfrutando a vida, embarcando em arriscadas aventuras no espaço e no tempo. A temporada contará com a participação de Michelle Gomez e Maisie Williams. Também teremos novos e antigos monstros e vilões, além de uma jornada para o fim do próprio tempo.

Expectativa
Altissima.

Quando estreia?
Ainda não sabemos, mas assim que tiver uma data, o JWave irá divulgar com mais detalhes.

Agradecimentos a assessoria do canal Syfy

Review | Turma da Mônica Lições

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Uma escolha impensada pode trazer consequências mas, ao mesmo tempo, ensinará uma lição inesquecível. Esse é o pano de fundo de Lições, a oitava Graphic MSP e a segunda da coleção trazendo Vitor e Lu Cafaggi como autores.

Tudo começa quando, por motivos diferentes para cada um, a turminha esquece de fazer a lição de casa. Com medo de nunca mais sair da escola se forem descobertos, Cebolinha propõe aos amigos que fujam da escola para não ter que confrontar a professora. O problema é que ao pular o muro, Mônica se desequilibra e o rei dos planos infalíveis não consegue segurá-la. O saldo disso é um braço engessado, uma semana de suspensão para cada um e, como se a situação já não estivesse feia o bastante, os pais de Mônica decidem transferi-la de escola.

Separada dos amigos, nossa dentucinha e sabichona agora terá que tentar fazer novos amigos, tornar-se mais feminina e lidar com as lembranças, que mais doem do que consolam. Já Magali, Cebolinha e Cascão terão que adaptar-se às novas atividades propostas por seus pais, o que pode parecer meio problemático sem uma pitada de criatividade e a certeza de que tudo irá se ajeitar no final.

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Opinião
Os irmãos Cafaggi conseguiram se superar mais uma vez. É possível notar que no período transcorrido entre Laços e Lições, a turminha amadureceu um pouco, pois já se passou mais de um ano desde o resgate de Floquinho. A turminha mais nova desenhada pela Lu (que povoa as lembranças especialmente da Mônica) está ainda mais fofa, pois as lembranças daquilo que nos faz muita falta nada mais é do que saudade, e a saudade embeleza as lembranças. Vitor também fez sua parte com louvor, pois além do amadurecimento já mencionado, ele teve o cuidado de fazer com que os personagens que apareciam pela primeira vez acompanhassem essa evolução, o que resultou numa história ainda mais redondinha.

A continuação de Laços está lotada de referências com gosto de infância, como o Yakult na mesa do Cebolinha, a referência aos valentões de “De Volta Para o Futuro” e às musiquinhas do disco da Turma da Mônica, lançado nos anos 80. Além disso, o carro abandonado que aparece em Lições também apareceu em Laços e em Bidu – Caminhos. O final da história surpreende e facilmente abre possibilidade para um terceiro volume, que fecharia o ciclo. Os “extras”, parecidos com as cenas pós-créditos dos filmes da Marvel, deram um toque ainda mais especial à conclusão.

Lições cumpriu seu objetivo não apenas como entretenimento, mas também no sentido literal de seu título: as escolhas que fazemos ao longo de nossas vidas são trampolins para o nosso futuro. Só depende da gente mesmo se as lembranças decorrentes dessas escolhas serão potencializadas pela saudade e, portanto, belas, ou se serão mergulhadas na tristeza, tornando-se amargas. De qualquer forma, qualquer que seja o gosto da lição aprendida, com certeza ela terá sido de grande ajuda para dar aquele passo importante ao seu crescimento interior.

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Vivendo no Japão #04: Um Otaku no Japão

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Yo! Depois de ter ficado uma semana sem postar, estou agora a todo vapor!

Nas minhas três primeiras postagens aqui eu falei um pouco sobre meu histórico e sobre a universidade de Kyushu. Na semana passada, saí um pouco da seriedade para relatar a experiência cultural do Halloween no Japão. No meio do relato, mencionei minha passagem pela One Piece Store. Imagino que alguns devam ter ficado curiosos sobre a loja, então pra hoje, resolvi preparar uma postagem especial sobre como é ser um “otaku” no Japão contar um pouquinho sobre as lojas que temos por aqui, etc.

(Antes de mais nada eu preciso esclarecer que eu sou estudante de cultura japonesa e eu sei de todo o conceito que o termo carrega. Porém, quando eu aplico essa palavra, estou usando no sentido que se consolidou fora do Japão, de fã de animê e mangá. Dito isso, vamos entrar no assunto principal.)

Quem me conhece há mais tempo sabe que eu já vivi em Kyoto por um ano, nesta época frequentei bastante Osaka, e também fiz duas viagens para Tokyo. Por que estou dizendo isso tudo? Porque estas são regiões muito “ricas” para otakus. Tokyo não é nem necessário falar, além de Akihabara, que é o paraíso na terra, ainda há diversas outras áreas que reúnem diversas lojas de encher os olhos de qualquer fã de animê, ou ainda que foram cenário de nossas séries favoritas.

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Entre elas posso mencionar:
Shibuya – grande área comercial e de diversão, foi cenário de animês como Chaos;Head e do game The World Ends With You, indispensável para fãs de música por suas lojas magnânimas, e também é o local onde fica a estátua do cão Hachiko, cuja história inspirou filmes, e personagens de mangás (como o cão da primeira ilha visitada por Luffy, e o apelido da Nana Komatsu em Nana).
Ikebukuro – lar da Otome Road, rua cheia de lojas de animês e mangás, porém em sua maioria mais tematizada para o público fujoshi (pra quem quer comprar yaois, aqui é seu lugar), e cenário icônico de Durarara!!
Odaiba – Nome famoso entre os fãs de Digimon, em Odaiba fica o famoso prédio da Fuji TV (destruído durante o ataque de Miyotismon), mas também é onde fica o Gundam em tamanho real (assim como o Gundam café, e um pequeno museu Gundam), onde o navio dos chapéu de palha aporta por um período durante o verão e onde é realizado o Comiket.
Nakano Broadway – Talvez o nome menos famoso desta lista, nesta região há um grande conglomerado de centros comerciais cujo andar superior é praticamente inteiro tomado por lojas de mangás e goods de animê de segunda mão. Um verdadeiro ponto de caça ao tesouro.
Sem contar, é claro, a saudosa Torre de Tokyo, que figurava os pesadelos de nossa querida Sakura, e quase todos os heróis do CLAMP.

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Já Osaka tem sua própria “versão” de Akihabara, a região de Nipponbashi. Assim como em Akiba, ali estão reunidas lojas de eletrônicos, games e animês… tudo pra vc perder um final de semana inteiro sem perceber.
Kyoto, por sua vezes, não possui uma área voltada para o público Otaku, suas poucas lojas especializadas ficam espalhadas e pela região comercial central. Porém, em Kyoto você encontra o incrível Museu Internacional do Mangá (que era bem perto da minha casa, por sinal), que contém um acervo gigantesco de mangás, que não dá pra dar conta de ler nem em uma vida, além de ter exposições especiais frequentes e reunir cosplayers todos os finais de semana. Kyoto também é um dos destinos prediletos das viagens escolares dos mangás, e você com certeza já viu a icônica cena do Rin (Ao no Exorcist), empolgado com a não-tão-empolgante-assim torre de Kyoto, ou a visita à Vila do Cinema pelos personagens de Negima, ou ainda o esplendoroso templo Kiyomizudera, cujas escadarias figuram praticamente todas as viagens para Kyoto. Vale lembrar que em 2013 foi ao ar um animê totalmente situado na cidade, chamado Uchouten Kazoku.
Ainda na região de Kansai, próximo a Kyoto e Osaka, fica a pequena cidade de Takarazuka, berço do teatro feminino, que inspira muitos shoujos, e também, poucos sabem, terra do Deus do Mangá, Osamu Tezuka. A cidade totalmente temática para o turismo relacionado ao teatro, esconde um pedacinho de um sonho, num prédio que abriga o museu do Tezuka. É um daqueles lugares que você deve ir uma vez na vida.

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E ainda nem mencionei o Museu do Ghibli e a Disneyland em Tokyo, o Universal Studios em Osaka, e os Pokémon Centers, que existem em várias cidades do Japão, inclusive nestas duas.
Dito tudo isso, chegamos finalmente em Fukuoka. Bem, Fukuoka fica bem afastada do eixo Kyoto-Tokyo, separada da ilha principal do Japão, na longínqua Kyushu. Fukuoka também não é um destino tão popular quanto Kyoto nas histórias, e não possui sua própria versão de Akihabara. Mas nem por isso os otakus aqui devem sentir-se desolados. Mas por hoje, acho que já falei demais, então na semana que vem eu volto pra falar realmente como um otaku se vira por aqui.

(TO BE CONTINUED…)

PS. Minha “Weekly obsession” é… One Piece! Ok, quem me conheceu por estes posts pode apontar que eu sou um viciado em One Piece, visto que 2, das minhas 3 weekly obsessions, foram relacionadas à ele (O boné e o Cosplay do Law). Mas veja bem, eu nunca me considerei um fanático por One Piece. Eu não coleciono o mangá, nunca assisti a nenhuma temporada do animê, não devo saber de cor o nome de nem metade dos personagens, e com certeza não sei o nome de metade dos ataques do Luffy. Por outro lado, eu li o mangá todo (e acompanho semanalmente), e considero provavelmente o melhor arrasa-quarteirões da Jump (e nem me fale em Hunter X Hunter, porque eu não acho Togashi tudo isso). Porém, ele nem passa pela minha cabeça quando alguém me pergunta sobre meus animês favoritos.
Acontece que, recentemente me dei conta que, parado no meu quarto, agora, se eu olho pra mesa à minha frente, ela é forrada por uma toalha de mesa do One Piece, à minha esquerda o Luffy me encara sorrindo sinistro da minha toalha de banho, no meu guarda roupa uma ecobag da One Piece Store escorrega pela porta, na parede o cartaz de procurado do Law, espalhado pela cama boné, chapéu, bandana, protetor de ouvido, chaveiro, action figure do mesmo personagem. Volto então os olhos pra mim mesmo e percebo que minha bermuda de dormir também é do One Piece, se bobear também estou usando uma das minhas cuecas do One Piece. Se por um lado isso pode parecer fanatismo, por outro, só mostra quanta mercadoria inspirada na série tem, a baixo custo e fácil acesso em qualquer canto do Japão.

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A razão para eu ter citado como minha obsessão da semana, no entanto, é outra. Essa semana enquanto passeava por entre as prateleiras das minhas lojas favoritas, me deparei com a edição 78 do mangá numa pilha em destaque. Esta edição já havia sido lançada há meses, mas só ao vê-la em destaque parei para prestar atenção na informação contida na luva sobressalente. Eu provavelmente já tinha visto esta notícia anteriormente, mas só agora fui tocado por ela. A luva comemorava a entrada da série no livro dos records, como a história em quadrinhos de um artista solo com o maior número de cópias impressas do mundo. Eu acho que nem preciso dizer mais nada, só puxar uma salva de palmas para o Oda, que há quase vinte anos vem publicando a série, quase que ininterruptamente, sem perder a linha, e sempre trazendo uma maior profundidade, pois quem acompanha a história toda, sabe que aquele mundo aparentemente maluco, esconde na verdade um cenário político bastante rico, que o autor vem desenhando aos poucos. Parabéns Oda, você carrega não apenas do legado do Toriyama, mas de toda a história da Jump e do shonen mangá.

Review | Socrates in Love

JMangá 56 post

Desta vez o JWave traz para vocês não um lançamento, mas sim a reimpressão de um dos mangás one-shot mais emocionantes já publicados no Brasil: Socrates in Love.

Fazendo a felicidade de muitos fãs que já não encontravam mais o exemplar nas lojas especializadas sem pagar um preço um tanto quanto abusivo, a editora JBC surpreende relançando esse título antigo, que figurou nas bancas brasileiras pela primeira vez em 2007, época em que mangás de apenas um volume ainda eram novidade.

Em ritmo de recordação e suor escorrendo dos olhos, o Jwave embarca com vocês nesta linda história de amor.

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A história

Sakutarô Matsumoto é um jovem estudante que, provavelmente, passaria batido pelo amor se não fosse o furacão que passou em sua vida chamado Aki Hirose. A bela garota era representante de classe junto com ele e, com seu jeito sincero e meigo, acabou por despertar o amor no jovem coração do rapaz.

Este, por sua vez, não acreditava muito que isso pudesse estar acontecendo com ele, mas com os sábios conselhos de seu avô e um empurrãozinho de um colega de classe, conseguiu finalmente declarar-se à garota, que o aceitou de bom grado. A partir daí, eles começam uma linda história que é ameaçada por um detalhe pequeno, porém grave: Aki fica doente e, o que parecia uma simples enfermidade, revela-se como uma leucemia e isso pode mudar o que eles esperam para o futuro. Agora, eles devem lidar com sentimentos um tanto quanto incomuns para adolescentes, como a sensação de perda iminente, dor, seriedade diante da vida e desilusão, ao mesmo tempo em que lutam para proteger o amor que sentem enquanto lutam contra o inevitável.

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Novel x Mangá

O mangá de Socrates in Love foi baseado na novel de mesmo nome de autoria do escritor Kyoichi Katayama. No Japão o nome original seria “Sekai no Chushin de Ai wo Sakebu” (algo como “Gritar pelo Amor no Centro do Mundo, numa tradução livre). Na edição brasileira foi mantido o nome idealizado pelo autor, “Socrates in Love”, uma vez que a ideia para o título surgiu quando este viu em um livro filosófico a frase “O amor é uma forma de violência que obriga as pessoas a pensarem”. O livro virou best-seller em seu país de origem e nos EUA, graças à sua trama cativante e verdadeira.

Os desenhos da versão mangá ficaram por conta de Kazumi Kazui, que conseguiu dar à obra um tom ainda mais intimista e real, a ponto dela mesma se emocionar enquanto desenhava da metade para o final do roteiro.

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Versões Live-Action

A obra teve versões em filme e dorama. No filme, a versão jovem de Sakutarô ganhou vida através de Mirai Moriyama (20th Century Boys), a versão adulta ficou a cargo de Takao Oosawa (Strawberry Night) e a doce Aki foi interpretada por Masami Nagasawa (Propose Daisakusen).

Já o dorama contou com as participações de Takayuki Yamada (Densha Otoko) como o Saku adolescente, Naoto Ogata (Space Battleship Yamato) como o Saku adulto e Haruka Ayase (Kyou wa Kaisha Yasumimasu) como Aki. O dorama foi muito bem recebido pelo público e recebeu os prêmios de melhor dorama, ator, atriz coadjuvante, ator revelação, roteirista, diretor, música tema, elenco e abertura (ufa!).

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Opinião

Independente da mídia escolhida, Socrates in Love é uma obra linda. Sakutarô personifica todos aqueles que não conseguem aceitar que o ser amado irá se afastar de você não por opção, mas porque a vida tem dessas coisas. Impossível não amar Aki e seu sorriso que lava até mesmo as nossas angústias e nos ensina que são as pequenas coisas da vida que têm real valor.

Os personagens coadjuvantes são igualmente carismáticos e fazem com que nos solidarizemos com sua dor: o avô de Sakutarô, que amou por mais de 40 anos a mesma mulher com quem não pode ficar, mas ainda assim, respeita a memória da falecida esposa; a mãe de Aki, que se esforça para parecer forte e bem diante da fragilidade de sua filha e o impagável colega de classe do casal, Ooki, com sua solidariedade natural.

Enfim, o mangá nos mostra que a vida é curta demais para nos importarmos com coisas banais. Se gosta de alguém, grite a plenos pulmões; se está triste com algo, não fuja das pessoas que te querem bem, desabafe. A gente nunca sabe quando vai olhar pro lado e se arrepender porque não fizemos o que deveríamos ter feito e a vida não nos permitirá olhar para trás. Pode não dar tempo de consertar o passado. Vivam plenamente, assim como Aki.

Nossos sinceros agradecimentos à editora JBC, que nos mandou o exemplar para análise, e para a nossa doce amiga Karen Kazumi Hayashida, que está sempre me dando uma mãozinha no quesito dorama.

AnimeSphere entrevista o Giuliano Peccilli

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Essa semana o podcast AnimeSphere me entrevistou no podcast deles. Seguindo padrão de divulgar podcasts parceiros que fazem essa interação e crossover na podosfera.

Na entrevista falamos do surgimento do JWave e também do podcast, além da relação com a podosfera.

Esperamos que goste do podcast.

Acesse AnimeSphere.

Review | Astronauta – Singularidade

Astronauta

Danilo Beyruth traz na sexta Graphic MSP, lançada em 2014, a segunda parte da aventura iniciada lá atrás, em 2012 (a missão Magnetar). Em “Singularidade”, Astronauta precisa provar a todos os seus colegas (e, em determinado momento, a si mesmo), que tem condições de continuar fazendo o que nasceu pra fazer: viajar pelo espaço.

Acompanhado de uma determinada e solícita médica-astronauta que insiste em continuar sua avaliação psicológica e de um misterioso major estrangeiro que está comandando um estudo sobre buracos negros e precisa do apoio da BRASA para finalizá-lo, Astronauta sai novamente para uma missão. Ao mesmo tempo em que tenta se concentrar para cumprir a missão a contento, ele também precisa lidar com o fato de que não pode se dar ao luxo de ser antissocial, já que está tentando provar a todos que está bem tanto física como mentalmente e que sua desconfiança com relação ao comportamento do estrangeiro não é resíduo de uma paranoia sem fundamento. Tudo começa a ficar perigoso quando eles se deparam com uma nave estranha que só responde aos comandos de Astronauta, o que deixa o major estrangeiro fascinado e desesperado para se apoderar da tecnologia sem nem ao menos saber mais detalhes sobre ela. Nesta hora, Astronauta precisará enfrentar seus fantasmas e tomar uma decisão rápida se quiser salvar a todos de um desastre iminente.

Engana-se quem acha que “Singularidade” é uma mera continuação de “Magnetar”. Danilo Beyruth conta mais uma história emocionante, em que Astronauta surpreende os leitores com várias facetas que não são mostradas normalmente nas revistas regulares da turminha, fazendo com que uma personalidade mais próxima daquela mostrada nas revistas da Turma da Mônica Jovem aflore. Mesmo assim, é possível identificar o Astronauta de sempre: alguém que se esforça para proteger a vida no planeta em que vive e tanto ama, independente de como realmente se sente por dentro. Longe de ser apenas uma graphic novel sofisticada e muito bem construída, “Singularidade” traz uma mensagem importante: nunca deixar de acreditar na capacidade que o ser humano possui de superar suas próprias deficiências e, acima de tudo, não esquecer que o apoio vem de onde menos se espera.

Para quem não conhece, Danilo Beyruth já é um veterano em quadrinhos. Além do incrível “Necronauta”, já publicou outros clássicos como o álbum “Bando de Dois” e a graphic novel “São Jorge”. Vale a pena conferir também “Singularidade”, tão esplendorosa e indispensável como “Magnetar”.

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JBook Review #08: Novels de Death Note: Another Note e L – Change the WorLd

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O JBook volta em grande estilo, trazendo dois… relançamentos! No meio de todos os títulos lançados em 2015, a editora JBC relançou duas publicações que já estavam meio complicadas de encontrar por um preço plausível: as novels de Death Note: Another Note (O Caso dos Assassinatos em Los Angeles) e L: Change the WorLd. Vamos falar um pouquinho dessas duas obras que, ao mesmo tempo em que estão situadas dentro do universo de Death Note, trazem algumas liberdades criativas.

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Another Note – A História

Lembram da Naomi Misora, aquela bonitona que sacou de cara o Kira, mas infelizmente acabou se dando mal ao cruzar seu caminho? Pois é, a protagonista desta novel é ela. Finalmente ficamos sabendo sob quais circunstâncias ela trabalhou com L e quais as consequências dessa inusitada parceria às cegas, narrada por ninguém menos que Mello.

Tudo começa quando Misora, licenciada do FBI devido a uma performance um tanto quanto desastrosa em sua última missão, recebe o contato de L através de seu computador. O detetive, que não tem o hábito de aparecer em público, quer a ajuda de Misora para solucionar um caso que vem aterrorizando os moradores de Los Angeles: uma série de crimes em que o assassino deixa bonecos de palha pregados na parede e nenhuma impressão digital. Aparentemente, as vítimas não têm ligação umas com as outras, mas L confia na capacidade intelectual da detetive para elucidar o mistério e, eventualmente, impedir a última morte.

Misora sente-se lisonjeada e intrigada de receber ordens de uma voz robótica e incorpórea, mas aceita de bom grado e, seguindo a orientação de L, chega à cena do primeiro crime. Lá ela é surpreendida pela presença estranha e incômoda de um rapaz que, supostamente, também está investigando o local. Ele apresenta-se como Ryuzaki (embora no cartão de visita do mesmo conste a grafia “Luxaky Luee”, para manter um jogo de palavras onde nome e sobrenome tenham a mesma letra inicial – vocês vão entender depois, juro) e diz que se envolveu no caso a pedido da família das vítimas.

Com as deduções aguçadas de Ryuzaki e a inteligência ímpar de Misora, os dois começam a entender as mensagens deixadas pelo assassino e, ao mesmo tempo, a jovem detetive começa a desconfiar que a solução para este caso é algo tão terrível quanto o motivo que levou à sua suspensão. A conclusão do caso é algo inesperado, ainda mais para quem é bem fã da série original.

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L Change the WorLd – A História

Após a morte de Light/Kira, a vida passa a não ter mais sentido para L. Sem perspectivas de encontrar alguém que possa realmente chamar de amigo e que consiga equiparar sua capacidade dedutiva, o rapaz escreve seu nome no Death Note para morrer daí a 23 dias. Ao mesmo tempo, uma organização terrorista consegue colocar as mãos em um vírus tão letal quanto o Ebola e a única esperança para a humanidade é a união de L com um atrapalhado agente do FBI que não sabe de que lado realmente está sua lealdade e uma garotinha inocente, Maki Nikaido, cujo pai foi morto diante de seus olhos.

Nenhum deles sabe em quem realmente pode confiar e os motivos que levaram a organização a roubar o vírus são um mistério. L precisa descobrir como detê-los, servir de babá de Maki e preparar um sucessor, tudo isso em 23 dias. Nem preciso dizer o tamanho do problema que tudo isso irá acarretar ao lendário detetive…

Lançada originalmente no Japão em 2007, pode-se dizer que a história desta novel é uma espécie de encerramento extra-oficial para a saga de Death Note, deixando Kira um pouco de lado. A trama também tornou-se filme, com Kenichi Matsuyama (Gokusen) no papel de L.

Impressões

Com a republicação de Death Note na versão Black Edition, o relançamento destas novels é bem vindo, especialmente para aqueles fãs que perderam a primeira oportunidade de compra.

Ambas as edições estão bonitas, mas confesso que senti falta de ver um pouco mais da arte do mestre Takeshi Obata. As histórias têm cada uma seu próprio charme, mas confesso que achei bem mais interessante a perspectiva de L Change the WorLd: o que teria acontecido se Kira não tivesse vencido L e Watari? Ao mesmo tempo em que muitos fãs de L podem se sentir “vingados”, eu particularmente achei triste, pois L não demonstra interesse em mais nada após a vitória sobre Light, mas por outro lado achei que fez um pouco de jus ao final de L no anime.

Em Another Note, apesar da trama ser interessante, é um pouco confusa. Algumas pistas deixadas pelo assassino têm uma solução que parece fazer sentido apenas para os protagonistas e para os japoneses. Mesmo assim, a história prende e é interessante a mudança de direcionamento da pessoa da narrativa, pois apesar do narrador ser Mello, em diversos momentos Misora assume as rédeas, deixando o leitor ávido pelos próximos passos.

De qualquer forma, vale a pena ter na coleção pois a seu modo fazem parte do universo de Death Note. Agora, só falta a JBC ser ainda mais boazinha e relançar também o How to Read. Custa nada tentar.

Agradecemos a Editora JBC pelo envio dos dois livros para produção desse JBook Review.

Jessica Jones: Série ganha 2º Trailer!

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A Netflix divulgou hoje o segundo trailer da série Jessica Jones.

Trailer

Mas quem é Jessica Jones?
Conhecida nos quadrinhos pela revista Alias, Jessica Jones foi pensada desde o começo sobre uma personagem para público adulto com o selo Marvel Max. Agora a personagem ganha vida na segunda produção da Marvel com Netflix, que será seguida de Luke Cage e Punho de Ferro. Ela e os demais formarão o grupo chamado “The Defenders”.

Mas ainda não respondemos quem é a personagem e é nisso que entra a vida destruída da personagem com uma curta trajetória como heroína. Jessica Jones abandona sim a carreira de super heroína, e a série se foca nessa reconstrução em que a personagem se foca na carreira de detetive em meio aos casos de Nova York.

O que achamos da série?
Leia aqui

Quantos episódios?
13 episódios

Lançamento
20 de novembro.

Expectativa?
Altíssima.

Review | Pétalas

Pétalas

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Este clichê torna-se uma verdade incontestável ao se falar de “Pétalas”, um lançamento da Jupati Books/Tambor Quadrinhos, de autoria de Gustavo Borges (vencedor do HQmix 2015 de melhor produção independente) e cores de Cris Peter (responsável também pelo colorido estonteante das Graphics MSP Astronauta – Magnetar e Astronauta – Singularidade, ambas de autoria de Danilo Beyruth).

A história começa num inverno particularmente rigoroso, no qual um simpático pássaro de cartola anda no meio da neve, aparentemente à procura de abrigo. Ele se depara com um filhote macho de raposa, que procura lenha, porém sem muito sucesso.

O Pássaro oferece lenha vinda de sua cartola ao pequenino Raposo, que aceita de bom grado. Imensamente agradecido, o convida para ir à sua casa, não antes sem pedir autorização ao seu pai. Ao entrar no lar acolhedor, o Pássaro nota que o pai do Raposinho está doente e que o filhote está se esforçando para ser um bom anfitrião, ao mesmo tempo em que se preocupa com o conforto de seu pai. Para retribuir a acolhida, o Pássaro então examina o papai Raposo e, tirando duas pétalas da flor de sua lapela, habilmente prepara uma infusão que faz com que este sinta-se melhor.

O Raposinho, então, percebe que seu convidado misterioso pode ajudar outras pessoas, ao mesmo tempo que o Pássaro não se nega a dividir suas poucas pétalas restantes para fazer com que outros recebam o mesmo alívio que o pai de seu anfitrião. Em um determinado momento, o destino acaba batendo seu martelo de forma inexorável, ao mesmo tempo em que faz com que novas possibilidades desabrochem.

“Pétalas” é uma história encantadora. Além de dar seu recado sem nenhuma palavra, ensina lições muito preciosas. Os personagens são muito carismáticos e empáticos, além de serem representados com um traço fofo, porém ao mesmo tempo, sofisticado e expressivo. É tocante ver como o Raposinho, ainda tão novo, assume responsabilidades dentro de seu lar enquanto seu pai não melhora. O Pássaro, por sua vez, é um exemplo de altruísmo, pois deixa de lado suas próprias necessidades para fazer outros felizes.

Esta história é uma grata surpresa em meio a tantos lançamentos épicos. Ver uma capa tão delicada e convidativa enfeitando as bancas de jornal, nos dá a esperança de que o caminho está se abrindo cada vez mais para os jovens talentos nacionais. Não deixem de conferir… e de se emocionar.

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Primeiras Impressões: Jessica Jones

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Em breve a Netflix lançará a série Jessica Jones, segunda produção da empresa com a Marvel e que irá aprofundar o universo iniciado em Demolidor e que complementa com o universo criado em Homem de Ferro com Marvel Studios.

Podemos assistir os primeiros episódios da série e vamos falar o que você pode esperar da série.

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Antes de falar de “Jessica Jones”, temos que falar de “Alias”
Marvel Max foi um selo adulto da Marvel lá no começo de 2000, em que a editora ousou mais, quando definiu que poderia dar essa liberdade aos autores com publicações para o público adulto. Essa liberdade e ousadia vieram com personagens, como Justiceiro e no Brasil muito do Marvel Max, veio junto com Marvel Knight que também tinha uma proposta parecida, assim tínhamos uma publicação que seria equivalente ao “Vertigo” da editora concorrente, ou pelo menos era o que se pensava.

Assim, Brian Michael Bendis lançava Alias em 2001, sendo um dos títulos fortes do selo, sendo desenhada por Michael Gaydos.

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Mas quem é Jessica Jones?
Jessica Jones era uma personagem complexa de diferentes níveis e camadas, em que a amargura e recomeço estavam presentes em sua vida. Uma mulher que ganhou poderes de forma trágica, ganhando um recomeço como super-heroína, sendo expurgada da profissão e reencontrando um novo reinicio com sua agência de investigação.

Cada edição de Alias, tínhamos uma Jessica pessimista e que investigava os bastidores do mundo colorido dos heróis da Marvel. Verdade seja dita, Michael Gaydos era espetacular em sua arte, mostrando em cores frias a visão deturpada de Jessica, em que aquele mundo colorido que todos veneram, ela não faz mais parte e nem deseja ser, porém acaba sendo o ganha pão dela em investigar crimes que envolvem indiretamente esse mundo que ela já pertenceu.

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A série da Netflix
Krysten Ritter traduz muito bem em cena, o que foi e o que é a Jessica Jones nos quadrinhos. Temos a sua ironia, sua perspicácia, como sua descrença nos olhos e no jeito de falar de Krysten. A atriz conseguiu representar a personagem e muito bem em cena.

Muito que vimos em Demolidor, achávamos sensacional a maturidade que a Netflix fez aquele universo e tínhamos dúvidas se essa mesma “pegada” existiria nessa nova produção. Verdade seja dita, que não só a série tem, como vai além, mostrando que a produção não tem medo de ser voltada para um público mais velho, não tendo receio algum de beber da fonte dos quadrinhos e se manter fiel em cena.

Jessica é essa investigadora que irá cobrir casos que possam parecer banais, mas é apenas uma fagulha de algo muito maior. E similar aos quadrinhos, não saberemos no primeiro momento quem ela é, nem teremos uma reconstrução tão rápida, como foi em Demolidor, respeitando o tempo da personagem em contar sua história no presente, como também a forma que ela se tornou poderosa no passado.

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Elenco
Além de Krysten Ritter como Jessica Jones, temos o “doctor” David Tennant interpretando o poderoso Kilgrave. Outro personagem bem conhecido dos quadrinhos, Luke Cage acaba ganhando forma e carisma com Mike Colter. O elenco impressiona com nomes, como Rachael Taylor, Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty e Wil Traval.
Quem cuida da produção é a Melissa Rosenberg, bastante conhecida por Crepúsculo e Dexter, além Liz Friedman de Elementary. Também temos o conhecido roteirista Jeph Loeb, que cuida Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. e Demolidor da Marvel como produtor de Jessica Jones.

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Opinião
Jessica Jones mantém o padrão de qualidade que vimos em Demolidor, trazendo uma abertura belíssima, um elenco afiado e um roteiro desafiador. A série é uma releitura do que lemos nos quadrinhos e em nenhum momento nos decepciona.

Se for analisar pelo que vimos da Marvel Studios e da Netflix, podemos dizer que Jessica Jones é uma produção que tem a ousadia da Netflix em seu DNA, sem deixar de lado todo um universo construído pela Marvel Studios. Além do que Demolidor foi, Jessica Jones é uma típica série da Netflix e isso com o tempo se tornou um padrão de qualidade criado pelo serviço.

Jessica Jones estreia dia 20 de novembro pela Netflix.

Agradecemos a Netflix Brasil pela confiança em nos permitir assistir a série em primeira mão.