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Entrevista legendada com Kenji Ohba sobre “Gaban – O filme”


Gaban comemora 30 anos em 2012 e com o sucesso do crossover com Gokaiger, agora Gaban ganha um filme em homenagem. Trazendo um novo Gaban como sucessor, o personagem do Kenji Ohba treinará esse novo policial do espaço.

A entrevista foi realizada e exibida na convenção Power Morphicon e o ator Kenji Ohba contou curiosidades de produção desse filme. O Sergio Sampaio traduziu a entrevista e nos permitiu divulgar aqui no JWave.

Gaban – O filme será lançado no dia 20 de outubro.

A série original foi exibida pela Rede Globo, no programa Xou da Xuxa com o nome Space Cop Gaban.

ENTREVISTA

Nintendo World agora tem espaço à cultura pop, nerd e japonesa!


A revista Nintendo World a partir da edição 160 terá a volta do redator Giuliano Peccilli na equipe da publicação. Participando de 2009 a 2010, agora teremos um espaço bem ao estilo “JWave” na revista, falando de cultura pop, nerd e japonesa.

Traremos novidades sobre o Japão em torno da Nintendo e seus jogos. Gostou da coluna? Nintendo World 160 está nas bancas de todo brasil e fala do lançamento de New Super Mario Bros 2.

JArte #10: Financiamento Coletivo!

Hoje eu resolvi dar uma pausa nos assuntos sendo tratados para dilvugar (para quem ainda não conhece), os muitos bons projetos de artistas brasileiros em sites de financiamento coletivo.

Com um número cada vez maior de quadrinhos japoneses, europeus e americanos nas estantes das nossas livrarias, é difícil para os desenhistas e roteiristas nacionais encontrar editoras com propostas interessantes financeiramente. Muitos escolhem partir para o meio independente, mas geralmente têm dificuldades em distribuir o seu produto. Outros buscam a publicação tradicional, através das editoras – com o apoio financeiro de editais públicos ou não -, mas ainda têm dificuldades em manter uma qualidade gráfica, coerente com a sua proposta autoral. E além disso tudo precisam divulgar o projeto, para competir de igual para igual com as publicações de fora e criar um público cada vez mais interessado naquilo que está sendo produzido no Brasil.

Uma nova alternativa aos produtores têm sido a revolucionária alternativa de financiar as suas publicações através de sites de apoio coletivo, o famoso crowdfunding, como o Kickstarter ou o brasileiro Catarse. Muitos já publicaram assim, e cada vez podemos encontrar mais obras de qualidade buscando essa possibilidade.

Se você que é leitor de quadrinhos encontrar algo que aprecie, procure apoiar, tanto os projetos mostrados aqui como outros!

Além de fazer parte do projeto e (na maioria das vezes) receber uma cópia da publicação ou outros prêmios, você será um importante incentivo para o quadrinho nacional.

HERO PARTY

O mangá Hero Party conta com os desenhos da fantástica Erica Horita e roteiros de Marcelo Cassaro. Inspirado pelo universo do RPG, a publicação, se alcançada a meta de apoio, contará com 48 páginas de quadrinho!
Apoie o projeto, e visite o site oficial para mais informações!
ÁLBUM PETISCO

Um compilado de spin-offs das ótimas webcomics do site Petisco, esse álbum contará com histórias originais de Terapia (de Mario Cau), Macacada Urbana (Vencyslao), Beladona (Ana Recalde e Denis Mello), entre outros!

Apoie o projeto! E não se esqueça de acompanhar as webcomics, diretamente no site!

TIRINHAS DO ZODÍACO


Uma nova tiragem das Tirinhas do Zodíaco, de Pedro leite e Rafael Koff!

Apoie o projeto!

Matéria sobre podcasts com o JWave no “O Fluminense”


O jornal “O Fluminense” publicou hoje no caderno de Tecnologia, uma matéria sobre podcasts e o JWave foi entrevistado para falar um pouco do JWavecast e dos podcasts em geral.

O Juba e o Call foram entrevistas pelo André Ricardo que se revelou fã do JWavecast e perguntou sobre a origem do projeto.

A entrevista foi lançada hoje (21 de agosto) no “O Fluminense” e pode ser encontrada nas bancas. A matéria também pode ser lida no site do jornal.

JWave #105 | Totoro

[powerpress]

Realizando um dos temas mais pedidos no JWave, estamos trazendo Totoro, símbolo do estúdio de animação Ghibli.

Conhece Viagem de Chihiro? Castelo Animado? Ponyo? É com Totoro que o público brasileiro conheceu as animações da Ghibli.

Produzido em 1988, Totoro conta a história da Satsuki e Mei que acabam de se mudar e acabam descobrindo a existência de seres diferentes e acabam batizando de Totoro.

Juba, Calliban, Edwazah (do Retro Players), Di Benedetto se reúnem pra comentar desse clássico do estúdio Ghibli. Preparados pra experimentar um chá de avelã?

PARTICIPANTES


(do Retro Players)

TEMA
Hayao Miyazaki
Estúdio Ghibli
Animações do studio
Curiosidades de Produção de Totoro
Totoro
Opinião

INDICAÇÃO

The Art of My Neighbor Totoro
My Neighbor Totoro Picture Book
My Neighbor Totoro
Ponyo – Bluray
Ponyo – DVD
O Castelo Animado – DVD
A Viagem de Chihiro – DVD

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JWave participa do S.A. Cast

Depois de participar da primeira temporada do S.A. Cast, a equipe do JWave voltou a participar do cast da Camis Barbieri. Querida aqui no JWave, Camis convidou Giuliano Peccilli pra falar de Dallas, Teen Wolf, Glee Project e outras novidades da temporada.

Visitem os Seriadores Anônimos e baixe lá.

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O vaporoso verão americano está quase no fim e com ele nossa Summer Season cheia de crocâncias se esvai, deixando um vazio nos corações de quem  ama o melhor reality show do mundo e todas as séries tão bem produzidas e roteirizadas que caracterizam essa época do ano do seriador.

Nesse programa suadinho, revelamos que todas as séries do mundo são uma versão de Dallas (inclusive a própria Dallas), falamos das esperadas previews da NBC, damos receitas de pipoca anti-demoníacas, abusamos de safadeza e passamos horas analisando The Glee Project e todas as camadas desse programa que revela toda a psiquê de Titia Ryan Murphy.

Após a leitura de comentários e nossos tradicionais Hugs Minimalistas, continuem conosco e sentem na cadeira mais próxima, pois esse podcast reserva uma surpresa que vai entrar para o hall dos momentos históricos do Seriadores Anônimos.

Nesse Podcast: Dallas, Rookie Blue, Teen Wolf, Go On, Animal Practice e The Glee Project

E-mail: seriadores@gmail.com

Twitter: @seriadores

Participantes:
Camis Barbieri
Leo Oliveira
Lu Vaz
Giuliano Peccilli

Trilha Sonora:
Musa do Verão – Felipe Dylon
I’ll Be – Edwin McCainTonight
Tonight – The Glee Project
We Found Love – The Glee Project
You Oughta Know – The Glee Project
Keep Holding On (Instrumental) – Avril Lavigne

Visite o Seriadores Anônimos!

 

JWave participa do TigreCast!

A equipe do JWavecast participou da quinta edição do TigreCast falando de filmes japoneses. A convite do Tiago Paes de Lira, Juba e Call recomendaram filmes japoneses indispensáveis pra quem é fã de cinema.

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Bem-vindos à 4ª edição do TigreCast. Se você perdeu a transmissão pelo Portal São Paulo Digital, pode conferir aqui.

Nessa edição meus convidados são Juban (twitter) e Cal (twitter) do Jwave, portal de cultura pop, nerd e japonesa! Acesse e conheça o trabalho desses camaradas. E hoje falamos de algumas produções japonesas que você deve conhecer.

[Comentado no episódio]
• A Partida
• Tokyo Godfathers
• A Viagem de Chihiro
• Battle Royale
• O Túmulo dos Vagalumes
• Akira
[Estreias da semana]
• 360
• 18 Comidas
• A Arte da Conquista
• Corações Sujos
• Curitiba Zero Grau
• Um Divã Para Dois
• Um Homem Qualquer
• Outback – Uma Galera Animal
• O Vingador do Futuro
[Críticas, comentários e voadoras no baço]
• email: tiago@umtigrenocinema.com
• twitter: @the_tyger
• facebook: http://www.facebook.com/umtigrenocinema

Para baixar o episodio clique aqui.

JBook Review #2: A Morte da Luz – o 1º romance de George R.R Martin

Antes de As Crônicas de Gelo e Fogo (os livros que deram origem à serie de TV Game of Thrones) houve A Morte da Luz. Bem antes.

O livro é de 1977. Uma época em que o autor George R. R Martin ainda se aventurava com suas primeiras obras, em um gênero diverso da fantasia medieval: contos de ficção científica. No entanto, apesar da data que saiu originalmente, esse livro pode ser considerado um lançamento. Foi publicado aqui no Brasil apenas esse ano, agora em 2012. Mérito da Editora Leya, que soube pegar carona no sucesso da série.

A capa, tal qual nos romances do escritor previamente publicados, é mais uma vez trabalho do talentoso Marc Simonetti.

 Capa da 1ª edição de 1977 (Psicodelia total!) e a versão nacional de 2012.

Nesse trabalho Martin já demonstra sinal da imaginação monstruosa que permitiu criar um mundo tão rico e vivo como o continente de Westeros. A história se passa em um cenário futurístico, onde várias civilizações compartilham o universo. Somos introduzidos ao exótico Worlon, um planeta errante que vaga pelo espaço sideral, sem estar preso numa órbita fixa.

O planeta acaba cruzando um complexo sistema solar, formado por várias estrelas, conhecido (entre outros nomes) como “Coroa do Inferno”. Durante os anos que o planeta atravessa essa região do espaço, ele torna-se capaz de abrigar vida. Worlon é então colonizada por diversos povos, cada qual construindo sua própria cidade no lugar. Um grande festival é organizado entre elas todo ano.

Mas isso também foi muitos anos antes da história começar (aliás, o título original que Martin havia concebido para o romance era “Depois do Festival”) . Quando chegamos ao planeta, junto com o protagonista Dirk T’Larien, o festival foi encerrado há um bom tempo, pois Worlon se afasta cada vez mais das estrelas e esfria a cada ano. O que foi deixado para trás foram imensas infra-estruturas turísticas (cada cidade representado a cultura do povo que a construiu), um ecossistema bizarro (resultado de animais e plantas trazidas pelos colonos de diferentes cantos das galáxias) e alguns poucos habitantes: cientistas, bandidos e qualquer outro tipo de pessoa desesperada ou louca o bastante para residir em um lugar que está morrendo.

T’Larien veio para Worlon atendendo o que interpreta ser um pedido de ajuda de Gwen Delano, sua ex-namorada e paixonite dos tempos de juventude. Uma mulher que conheceu em Avalon, um planeta de filósofos e cientistas. Ele descobre que Gwen agora reside em Worlon, onde trabalha em pesquisas como bióloga, e está casada. Com dois homens.

Ou quase isso.

Gwen está envolvida com kavalarianos, uma raça militarista e com um complexo código de honra que é explorado durante o livro inteiro. Na cultura kavalariana um laço mais importante que amor ou amizade é o de “companheiros de caça”, conhecidos como teyn. Devido ao numero reduzido de mulheres no planeta de origem dos kavalarianos, elas são repartidas entre os teyn, assumindo o papel tradicional de esposas-escravas, conhecidas como cro-betheyn.

Apesar dessa cultura machista o homem por quem Gwen se apaixonou é Jaan Vikary, um historiador liberal que rejeita e contesta muitos dos costumes de sua própria terra, para tristeza de seu teyn, um pouco mais tradicional, o guerreiro fanfarrão Janacek Garse. Ambos vivem com a pesquisadora no planeta e, é implicado, seu relacionamento não é dos melhores.

Capa antiga da Baen Books: Garse, Vikary e  Gwen. Lembra aquele velho ditado…

Até aqui alguém pode ser perguntar se essa história não é apenas um melodrama e qual a diferença entre esse livro e Crepúsculo: mas não se enganem. Em A morte da Luz os relacionamentos entre os personagens servem para ajudar você a conhecer o universo ficcional. Worlon é um cenário rico e assombroso, com paisagens e lugares verdadeiramente curiososos. (Vale destacar a fantasmagórica Kryne Lamiya, uma cidade tecnológica que toca música, canalizando o vento que sopra entre as montanhas.)

Ao mesmo tempo, são bons personagens, bem construídos e não meros pretextos narrativos.

Isso nos leva à, talvez, os dos maiores defeitos de A Morte da Luz: narrativa e melancolia.

Capa da Ediciones Gigamesh: Vikary, Gwen e mais #CrepúsculoFeelings

Não que eu acredite verdadeiramente que exista algum problema na maneira que Martin conta suas histórias (muito pelo contrário), mas o livro começa num ritmo que algumas pessoas podem considerar lento e, além disso, o uso de múltiplos termos e jargões desse universo de ficção científica podem afugentar um leitor menos enturmado com o gênero.

O autor mergulha fundo na fantasia e apresenta um mundo tão detalhado e com tantas culturas elaboradas que pode ser difícil fazer a ponte com a nossa realidade, de imediato. O universo vai sendo explicado aos poucos e quem quiser entender tudo de cara pode se sentir frustrado.

Um glossário,que foicolocado no final do livro, serve como uma boa ajuda para lidar com tantos termos estranhos. Porém, alguns nomes de planetas, povos, cidades e naves não ajudam na imersão. Enquanto algumas traduções para o português ficaram bem legais (uma estrela apelidada “Satã Gordo”? Uma nave chamada “Puta Sonhadora”?How cool is that?!) outros beiram a cacofonia.

Temos como exemplos o “Grupo Jadeferro” (Já-de-Ferro!) e o planeta “Tober-no-véu” (Toba-no-veu!?). E, porque não,“ESTAROCHA” possivelmente o nome de planeta mais auto-depreciativo jamais criado!

Não são traduções mal feitas, mas penso que deixar em inglês em alguns casos soaria melhor. ( Como a cidade “Riverrun” de  As Crônicas de Gelo e Fogo que, ao meu ver, foi traduzida para uma sem-graça “Correrio”.)

Outra característica dessa história é que ela não é exatamente algo que alguém vai ler para relaxar: estamos falando de um mundo moribundo, do relacionamento entre ex-amantes; e entre marido, esposa e co-marido. Todos os personagens estão infelizes, atormentados e perdidos na vida e se você já ouviu falar desse autor sabe que ele costuma fugir do “não se preocupe, tudo vai dar certo no final.”

Apesar disso, se você é fã de ficção científica, se sente atraído por esse tipo de história, ou simplesmente é corajoso e consegue superar essas barreiras inicias, A Morte da Luz é excelente. Quando o livro chega aos seus momentos finais, repletos de ação e situações tensas, dificilmente dá vontade de parar de ler até a última página.

Outra capa antiga, da Millennium Books: em AMdL a ação demora um pouquinho para chegar, mas chega!

Para quem aprecia universos ficcionais e personagens magistralmente construídos; e muita, muita tristeza, esse é um bom livro!

G.R.R Martin. A Morte da Luz. Editora Leya. R$ 27,80.

JWave #104 | Superman Vs Elite

[powerpress]

Depois de uma semana musical, o JWave retorna ao universo da DC Animated.

Última animação do Superman, iremos falar de Superman VS Elite, que trás uma das discussões que sempre está presente nas histórias do homem de aço. Será que os métodos de Superman não condizem em como deve defender o planeta hoje em dia?

E é nessa discussão que surgem heróis mais eficientes ao mundo atual que se intitulam Elite. Será que violência não gera mais violência? E é nessa tecla que Superman refletirá nessa animação.

Essa é uma discussão que não é inédita e já tivemos em obras como Reino do Amanhã. O que tem de especial essa animação? Descubra ouvindo o JWave.

Juba, Calliban, Marvin estão reunidos pra falar o que você pode esperar dessa animação. Preparados pra viajar por Superman contra a Elite?

PARTICIPANTES


TEMA
DC Animated
Os quadrinhos do Superman no começo dos anos 2000
Superman Contra A Elite

INDICAÇÃO
Superman Vs Elite – Dvd4
Superman – The Movie – Blu-ray
Kingdom Come
Superman – O Legado das Estrelas
A Morte do Superman – Vol. 1
Superman : Pelo Amanhã

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JWave #103 | Burlesque

[powerpress]

Essa semana iremos falar de Burlesque, musical produzido em 2010 com a Christina Aguilera e a eterna Cher.

Estreando musicais aqui no JWave, Burlesque é a história de Ali (Christina Aguilera) que sai de Iowa atrás de uma carreira como cantora em Los Angeles. A garota acaba indo parar no bar Burlesque se tornando uma dançarina a muito custo.

Juba, Calliban e Camis Barbieri se reúnem pra falar do musical e também da cantora Cher. Quer mais musicais no JWave? Então mande e-mails e comente! Quantos mais pedidos, mais musicais irão ganhar a vez no JWave.

Preparados? Então vem viajar com a gente ao ritmo de Burlesque.

PARTICIPANTES


CORREIOS
Cobertura do JWave no WCS 2012

TEMA
Curiosidades de produção de Batman: Cavaleiro das Trevas Ressurge
Batman: Cavaleiro das Trevas Ressurge

INDICAÇÃO

Burlesque – Blu-ray
Burlesque – Dvd4
Burlesque + Camiseta – Dvd4
Burlesque Original Motion Picture Soundtrack
Burlesque – Compra (Digital)

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Cobertura WCS 2012: Veja o que rolou na final em Nagoya!


O World Cosplay Summit chega em 2012 em sua nona edição e entre as novidades, agora temos 20 países participando do evento, além do evento começar a ser exibido na televisão japonesa.

Criado em 2003, o World Cosplay Summit (Sekai Kosupure Samitto) é organizado pela TV Aichi e acontece na cidade de Nagoya, Aichi, no Japão. A edição desse ano tivemos a entrada da Inglaterra, Indonesia e Russia, tornando agora 20 países participantes do evento.

Além disso, a TV Aichi fez toda uma divulgação especial em 2012 num foco especial a 10º do WCS, semelhante a outros torneios exibidos pela televisão japonesa. O foco aqui era se comemorar as 10 edições de WCS e também os 20 países que participaram esse ano no evento.

O Brasil é tricampeão no WCS com as edições 2006 (Mauricio Somenzari L Olivas e Mônica Somenzari L Olivas), 2008 (Jéssica Moreira Rocha Campos e Gabriel Niemietz Braz) e 2011 (Mauricio Somenzari L Olivas e Mônica Somenzari L Olivas).

Esse ano, enviamos Bruno Lorandi Pagno e Débora Guerra da Silva que fizeram apresentação com os personagens de Tekken 6. A dupla ganhou a final do WCS Etapa JBC Brasil que aconteceu no dia 15 de julho no tradicional Festival do Japão.

Assim no dia 04 de agosto aconteceu em Nagoya a grande final do WCS em Nagoya. O evento teve um público de 18 mil pessoas. A dupla brasileira faturou o quarto lugar e ganhou o prêmio the best Wing e Special Prize. O prêmio foi entregue pela Cyperous referente a melhor peruca dos participantes do concurso. Atualmente, o Brasil conquistou: três títulos (1ºlugar), um 2ºlugar, um Special Prize e dois 5º lugar.

O prêmio foi para dupla japonesa e podemos ver a apresentação deles por aqui.

Toda cobertura do evento com fotos e vídeos foi realizada com Humberto Coga (@CogaNerd) e pelo Potta (@Pottagnd) que estiveram no evento e cobriram o WCS para o site JWave.

APRESENTAÇÕES

DUPLA BRASILEIRA

DUPLA JAPONESA CAMPEÃ

GALERIA
[galeria]
Com informações do Edi Carlos Rodrigues

JBook Review#1: As Crônicas Marcianas – Colonização e Foguetes Gigantes!

Esse ano faleceu um dos grandes nomes da ficção científica, o autor americano Ray Bradbury. Mais conhecido por obras como Algo Sinistro vem por Aí (Something Wicked Comes That Way) e a distopia futurista Fahrenheit 451.

Bradbury iniciou sua carreira nas famigeradas revistas pulp, publicações periódicas de papel barato que traziam contos de diversos gêneros. Porém, até então, eram focadas principalmente em histórias de terror e fantasia. Ele fez parte de uma tendência literária entre o final dos anostrinta e cinquenta, quando novos autores como Arthur C. Clarke, Isaac Asimov e Robert A. Heinlein começaram a fazer uma ficção mais especulativa, pautando-se em descobertas da ciência e avanços da tecnologia, inaugurando a assim apelidada “Era de Ouro da Ficção Científica”.

As Crônicas Marcianas é uma antologia de contos desse subgênero de ficção que acaba, no entanto, podendo ser lida como um romance. São diversas histórias separadas que contam como a humanidade, viajando em enormes foguetes, coloniza o planeta vermelho, habitado por suas próprias civilizações extraterrestres.

As histórias representam pequenos ou grandes avanços de uma cronologia que se estende do ano de 1999 até 2057 (lembrando que a maioria delas foi escrita na década de quarenta!) . Os personagens não se repetem, mas se os contos forem lidos na ordem que aparecem, ao invés de isoladamente, à medida que o tempo passa é possível acompanhar as evoluções e declínios das sociedades no planeta. De certa maneira, Marte é o verdadeiro “protagonista”.

Os contos possuem enredos bastante variados. Desde a simples descrição de um verão que chega adiantado na Terra, devido ao número de foguetes que a tem deixado para lançar-se à exploração do espaço, passando pelos apuros que as primeiras expedições sofreram em mãos aos nativos de Marte até conseguirem se estabelecer no local. São histórias ácidas, mas, ao mesmo tempo, bem humoradas.

Muitas delas não deixam de ser um paralelo interessante que Bradbury faz com a colonização do continente americano, uma reflexão sobre o contato entre duas civilizações diferentes e as consequências que vieram disso. O livro ainda traz várias referências à própria época que foi escrito. É fácil identificar nele o pavor que as pessoas sentiam durante a Guerra Fria pela ameaça nuclear que poderia em um piscar de olhos (ainda pode?) aniquilar a raça humana.

Para quem procura histórias de ficção de científica, gostaria de conhecer a obra do autor e quer uma leitura mais descompromissada e rápida que o formato do conto possibilita, As Crônicas Marcianas é uma boa pedida.

Ray Bradbury. As Crônicas Marcianas. Globo. R$ 38,00.