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Disney Mangá chega ao Brasil!

Kilala-Princess

A editora On Line que vem publicando alguns títulos da Disney recentemente anunciou para o site Planeta Gibi o lançamento da revista e selo Disney Mangá no Brasil.

Em novembro chega às bancas, a publicação Disney Mangá que trará material produzido no Japão com os personagens da Disney. Já foi definido que as duas primeiras edições de Disney Mangá serão os volumes 1 e 2 de W.i.t.c.h que é uma adaptação japonesa das heroínas criadas pela Disney Itália. Para janeiro, a edição número 3 da Disney Mangá será o título Vidia e o Sumiço da Coroa.

Outro título Disney que vem no Brasil é Kilala Princess que reúne as Princesas Disney, porém não ficou claro se o título vem para o país pela revista Disney Mangá, ou será lançado com um selo da Disney Mangá.

Vamos aos títulos:

(do site Planeta Gibi)

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Disney Mangá #1 — Nov/10
W.i.t.c.h. Volume 1
On Line Editora — 196 páginas — capa colorida, miolo p&b.
Formato 15 x 21,3 cm — R$ 9,99

Desenhos de Haruko Iida. Publicado primeiro na antologia Asuka #2003-05, 07 e 08 (mai a ago/05, Japão), e depois na Finlândia (parte 1 em W.i.t.c.h. Ekstra #19, 5/abr/07) e na Itália (em Disney Manga #5, jun/08).

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Disney Mangá #2 — dez/10
W.i.t.c.h. Volume 2
On Line Editora — 220 páginas — capa colorida, miolo p&b.
Formato 15 x 21,3 cm — R$ 9,99

Roteiro e desenhos de Haruko Iida. Publicado primeiro na antologia Asuka #2003-09, 10, 11, 12 e 2004-01 (set/09 a jan/04, Japão), e depois na Itália (em Disney Manga #6, jul/08).

Com roteiro e arte de Haruko Iida, W.i.t.c.h. conta, em dois volumes, a história das cinco amigas Will, Irma, Taranee, Cornelia e Hay Lin. As iniciais de seus nomes formam a palavra “bruxa” em inglês. Uma coincidência? Um sinal do destino? O que é certo é que essas adolescentes descobrem poderes mágicos que devem ser usados para manter a ordem no reino infinito de Kandrakar.

Indexação e imagens de W.i.t.c.h.: Inducks / Outducks
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Disney Mangá #3 — jan/11
Vidia e o Sumiço da Coroa
On Line Editora — 196 páginas — capa colorida, miolo p&b.
Formato 15 x 21,3 cm — R$ 9,99
Roteiro e desenhos de Haruhi Kato. Acima, capa da versão encadernada da Tokyopop (ago/08), e do volume um pela Random House (jan/06).

Este mangá faz parte da coleção Fadas Disney. Nele, é narrada a aventura das Fadas em busca da coroa da Rainha Clarion. Tudo tem início quando a majestade está pronta para sua grande festa de aniversário, mas sua coroa desaparece. A principal suspeita é Vidia, uma Fada nem sempre querida por todos, que agora precisa provar sua inocência.

Kilala

TinkerBell e Kilala

Kilala Princess foi escrito por Rika Tanaka e ilustrado por Nao Kodaka. A história foi publicada originalmente entre 2005 e 2008 e depois encadernada em cinco volumes. A Tokyopop dividiu cada volume em dois, mas publicou em inglês apenas o equivalente aos dois primeiros volumes japoneses, antes de ter sua licença expirada.

Kilala é uma garota comum que, ao despertar um príncipe adormecido (de forma não muito romântica, diga-se), ambos partem em busca de uma princesa desaparecida, cruzando com as princesas clássicas Disney, como Branca de Neve e Cinderela, além de TinkerBell.

Fonte: Planeta Gibi e Jbox

Crítica | De volta para uma Ressaca.

Adam(John Cusack) Nick(Graig Robinson) e Lou(Rob Croddry) São três amigos quarentões infelizes com o rumo que suas vidas tomaram e juntamente com Jacob(Clark Duke) o Sobrinho de Adam, viajam para uma estação de esqui onde, na juventude tiveram seus melhores momentos. Lá, entram em uma Jacuzzi mágica e inexplicavelmente voltam ao ano de 1986 onde ganham uma chance de consertar suas vidas.(Ou não)A primeira vez que vi o trailer de “A Ressaca” achei que o filme tinha potencial pois me lembrou “Se beber não case”(Que coincidentemente o Título original é The Hangover (A Ressaca) )uma das poucas comédias recentes que consegue realmente ser engraçada .Não é o caso aqui. O filme abusa de piadas escatológicas e palavrões que,ao menos pra mim, não tiveram a mínima graça. Talvez o pessoal que acha coisas como Espartalhões, Liga da Injustiça ou o programa Pânico engraçados pode achar graças de piadas envolvendo Vômitos e a palavra Fuck sendo falada a cada 5 segundos de filme.

Sem contar que muitas cenas não fazem o menor sentido. Como uma sequência que mostra um dos personagens completamente acabado,triste para no minuto seguinte já estar pulando e correndo como se nada tivesse acontecido.

Mas o filme não é de todo ruim.Eu particularmente gosto do John Cusack como ator e aqui ele também faz um bom trabalho e o mesmo pode-se dizer do quarteto de atores principais. Achei que poderiam ter brincado mais com o fato de estarem nos anos 80.Essas piadas quando aparecem são as melhores coisas do filme. E como as férias dos protagonistas foram frustradas por esse negócio de viagens no tempo, nada melhor que a participação do Chevy Chase.Seu personagem não acrescenta muito mas acho que fica mais como homenagem.

Talvez seja o fato de eu não gostar do tipo de humor retratado no filme, mas infelizmente não consegui gostar tanto de “A Ressaca”. O jeito é esperar “Se beber não case 2” por que no final a única ressaca que eu tive foi pelo próprio filme.

Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

Poirot e Marple : O anime de Agatha Christie

A jovem Mabel West,inspirada pelos livros de mistério escritos por seu pai Raymond West, resolve que será uma uma detetive.Para isso acaba indo morar em Londres onde consegue emprego como assistente do mundialmente conhecido Detetive Hercule Poirot. Assim começa sua vida no mundo do mistério.

Entre um caso e outro, Mabel sempre arruma tempo para visitar sua Tia-Avó Jane Marple que mora na cidadezinha de St. Mary Mead . Mas mesmo lá não há sossego já que a adorável Miss Marple está sempre às voltas com seu hobby: A resolução de casos de roubos e assassinatos.

Assim,com seus dois “professores” Mabel está decidida a se tornar a melhor detetive do Mundo.(ou pelo menos não atrapalhar ninguém).

Que Agatha Christie é uma das melhores (e na minha opinião a melhor) escritoras policiais de todos os tempos isso ninguém discute. Apesar de ter dezenas de filmes, séries e afins baseada em seus livros, faltava alguma coisa para apresentar as crianças para esse mundo também.

Então em 2004 estreava na NHK, emissora de TV Japonesa a série Agatha Christie No Meitantei Poirot to Marple (Os grandes Detetives de Agatha Christie Poirot e Marple). Produzido pelo Oriental Light and Magic ,estúdio responsável entre outros pelos animes de Pokemon, Inuyasha e Berserk a série teve 39 episódios. Como o tempo era escasso, os casos retratados durante a série eram em sua maioria adaptados dos inúmeros contos escritos pela Dama do Crime. Alguns casos mais importantes como Os crimes ABC ou Testemunha Ocular do Crime eram divididos em 4 episódios.

O nível da adaptação das histórias é muito boa. Diferentemente de alguns filmes(Principalmente os da Miss Marple) os produtores não quiseram inventar muito.Claro que as histórias têm uma certa suavização afinal isso é um anime feito pro público Infanto-Juvenil, mas em geral está tudo lá.

Mesmo que eu não goste da personagem Mabel achei legal como eles fizeram para ligar o Poirot e a Miss Marple. Raymond West realmente existe nos livros e uma filha para ele é perfeitamente aceitável.Infelizmente nem aqui fizeram uma história que juntasse os dois detetives em um único caso..algo que sempre quis ver. Outros personagens como o Capitão Hastings e Miss Lemon também são personagens recorrentes na série.

Ainda no Japão, aproveitando o relativo sucesso da série,três dos casos foram adaptados em Mangá: Os crimes ABC, A Testemunha ocular do crime e Morte nas Nuvens. (Ei editora L&PM que tal lançar isso por aqui?) .

No geral o anime é muito bom e faz jus estar entre as grandes obras ligadas ao nome de Agatha Christie.Acredito que agrade tanto aos fãs, quanto aos não “iniciados” no mundo da Dama do Crime.

Abaixo a abertura da Série.


Publicado por Macgaren do Blog Clarim Diário

Crítica | Morrendo e Aprendendo. A morte não é o fim de tudo

No final dos Anos 50 Penny( Alfre Woodard),Uma Mãe trabalhadora, Milo(Tom Sizemore) Um ladrão que está tentando se acertar na vida,Harrison(Charles Grodin) um frustrado aspirante a músico e Julia(Kyra Sedgwick)uma garçonete que vive “enrolando” seu noivo têm as vidas cruzadas ao embarcarem em um ônibus. Perto dali Um carro leva o casal Reilly onde a Sra. Reilly está prestes a dar a luz.Graças a um vacilo do motorista do ônibus, ambos veículos quase colidem. o Carro escapa mas o ônibus não tem a mesma sorte e cai de uma ponte matando todos os ocupantes. Mas ao invés de “irem pro Céu” (ou pra qualquer lugar que se vá após a morte) os espíritos dos 4 passageiros acabam ficando ligados ao pequeno Tommy que acabou nascendo no meio da confusão.Os 4 acabam se acostumando a ficar junto do garoto e o acompanham nos primeiros anos de vida.

Mas quando percebem que isso pode fazer mal ao garoto, já que só ele pode vê-los e falar com e falar com eles(o pessoal começa a desconfiar que Tommy é biruta),resolvem que é melhor desaparecerem pra sempre.Apesar de continuarem “presos” ao garoto eles não terão mais contato. E Assim o tempo passa.

Agora Tommy(Robert Downey Jr) é um homem crescido.Mas o homem que ele é não é motivo de orgulho pra ninguém. Thomas se tornou um homem de negócios praticamente sem sentimentos onde só o que importa é fazer seu trabalho não importando se passa por cima de alguém no processo.

É quando finalmente os 4 espíritos ficam sabendo o porque ficaram presos à Terra: tinham que contar com a ajuda do Tommy para resolver assuntos inacabados de suas vidas.Sem isso não poderiam “seguir em frente” mas agora chegou a hora de partir mesmo sem esses assuntos terem sido resolvidos. Mas como eles não sabiam de nada acabam ganhando um tempinho extra para resolver os tais assuntos.Mas o problema maior agora é: Será que Thomas vai ajudá-los ou vai achar que ficou louco de vez por estar vendo espíritos?

♫ Walk like a man, talk like a man .Walk like a man my son!♪

Eu não sou uma pessoa que costuma se emocionar fácil..Principalmente com filmes,desenhos etc. Mas lembro que “Morrendo e Aprendendo” foi o primeiro filme que me deixou com um “Nó na garganta” e isso faz uns 15 anos.Sempre procurei esse filme seja em DVD ou por COFdownloadCOF mas nunca havia encontrado por uma razão muito simples: Em minha memória eu tinha certeza que o filme era com o Matthew Broderick e não com o Downey Jr não sei porque. Mas o que importa é que finalmente consegui Assistí-lo novamente e é tão bom quanto eu me lembrava.O filme é uma comédia mas tem os momentos em que até o mais coração de pedra vai ficar com os olhos marejados todos os 5 atores principais dão um show, em especial o Downey Jr. as cenas onde ele fica “possuído” por algum dos espíritos são impagáveis.O ator estava em alta na época já que no ano anterior(1992) havia estrelado o também ótimo Chaplin. e Com Morrendo e Aprendendo ele ganhou o prêmio de Melhor Ator pela Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films.

Outra coisa que eu quero elogiar é a trilha sonora.Não só as trilhas instrumentais são bem colocadas como a música tema “Walk like a man” é viciante e é impossível não ficar cantarolando ela por muito tempo depois.

Enfim, “Morrendo e Aprendendo” é uma bela história, uma ótima comédia como a muito não se vê em Hollywood e um drama que não chega a dar sono.No fim, o filme trata,como bem diz o cartaz promocional,de uma história onde 4 almas precisam de um corpo, e um cara que precisa de alguma alma.

Completamente recomendado.


Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

JWave #20 | Akira – Parte 1

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Bem vindo ao J-WAVE…

No dia 07 de novembro de 2009 nascia o podcast do JWave e de lá pra cá, muita coisa aconteceu. Hoje, o podcast é o segundo podcast mais baixado do Kombo Podcast e tem parcerias com sites como Jstation e Rádio Blast.

Foram 28 podcasts produzidos, sendo 20 podcasts e 8 podcasts pocket, aonde abordamos eventos, viagens, séries, filmes e música. Foram mais de 200 horas na produção desses podcasts, sendo produzidos mais de 25 horas de podcasts.

O JWave para comemorar o seu primeiro ano como podcast, muda de visual e agradece a parceiros e amigos. O novo logo do JWave é assinado pelo Yuki/ Fábio do AyuBrasil e S A R A N G i N G A Y O e agradecemos pelo carinho e comprometimento. Realmente, nós gostamos muito do novo logo e valeu mesmo Yuki.

Em setembro desenvolvemos a votação do público para o podcast de aniversário, e recebemos inúmeras sugestões, sempre divulgando o top 5 de podcasts mais votados naquela semana.

O público compareceu e escolheu Akira como o nosso podcast de aniversário e este podcast foi feito em parceria com o pessoal do Jcast. Ele ficou um pouco grande e assim, optamos dividir esse podcast em dois, assim falaremos desse clássico da animação japonesa hoje e na semana que vem.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Darkonix (@darkonix), Laivindil(@Laivindil) do Jcast vão analisar a obra que mudou a história da animação japonesa “Akira”.

PS: Essa edição não terá correios, por causa do especial de aniversário.

A HISTÓRIA DO JWAVE
Participação especial do Marvin (@depoisdocomeco) num breve resumo do que aconteceu em um ano de podcast no JWave.

TEMAS ABORDADOS
Katsuhiro Otomo
Akira mangá

VÍDEOS
Trailer Akira
Trailer da versão Blu-ray de Akira

FEED
http://feed.jwave.com.br

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Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas Mande e-mails para jwavecast@gmail.com

Crítica | Resident Evil : Recomeço

Alice(Milla Jovovich) a super-heroína de Resident Evil está de volta.Depois de um pequeno desvio na sede principal da Umbrella,ela vai tentar reencontrar seus amigos dos quais se separou no final do filme anterior. Após descobrir que Arcádia, a tal terra prometida não fica no Alasca,Alice reencontra Claire (Ali Larter) e acabam indo parar(por algum motivo) em Los Angeles. lá a dupla se junta à um grupo de sobreviventes onde por coincidência um deles era Cris Redfield(Wentworth Miller) Irmão da Claire.

Juntos eles seguem para o verdadeiro Arcadia..mas no caminho terão de passar por uma horda de Zumbis famintos, cachorros de cabeça divididas e um enorme monstro com um machado maior ainda.Para enfim ficarem cara a cara com o líder da Umbrella : Albert Wesker.

Antes de mais nada devo dizer que não sou daqueles fãs chatos que xingam os filmes pelo fato deles não terem nada a ver com os games. Eu os encaro como uma realidade alternativa.e no mais, pelo menos pra mim,os jogos já se perderam a muito tempo quando deixaram de estourar cabeças de zumbis para perseguirem Espanhóis e Haitianos doidos.Resident Para mim só até o Code Verônica.

Dito isso vamos ao filme.

Pelo fato de eu só ter gostado realmente do primeiro filme, achado o segundo fraquinho e o terceiro uma droga sem tamanho,fui assistir à esse quarto capítulo com a expectativa lá em baixo e mesmo assim saí com um gosto amargo do Cinema. Ok, ele é melhor que o terceiro(coisa que não é muito difícil) mas isso não significa que seja bom.

O filme parece uma grande junção de cenas que no fim não levam a lugar algum.Coisas inexplicadas (como diabos a Alice escapou da queda do Avião no início?O que é aquele clone mal feito do Piramid Head(Silent Hill)? O bichão chega fica batendo num portão trancado com seu martelo/machado gigante(e mesmo assim não o derruba) quando invade o local, a cena parece apenas uma desculpa pra usar a modinha do 3D e acaba rapidamente. Outra coisa que me incomodou foram as cenas em Câmera Lenta.Ok.Uma vez ou outra, cenas assim causam impacto MAS NÃO A CADA 5 SEGUNDOS!!!Sério, se tirassem todas as câmeras lentas o filme ficaria uns 30 minutos menor.Ainda não havia assistido a um filme nessa modinha do 3D e digo que se todos forem iguais a esse, não perdi nada.As cenas consistem apenas em ficar jogando coisas em direção da tela. tirando a cena com o “Bag Head” e seu machado, nada realmente impressiona. Já vi 3D melhores até no Sexta-feira 13 parte 3 láááá de 82.Parece que fizeram o filme inteiro só pensando nessas cenas “Pô, mas isso não faz sentido!” “Não importa..fica legal em 3D e o pessoal vai esquecer todo o resto. Afinal o recente filme dos Smurfs piratas ensinaram que Pra quê história? Basta colocar uns efeitozinhos que o pessoal sai elogiando”.

Não sei se a Milla já está de saco cheio da franquia ou se estava com a cabeça em outra coisa, mas é nítida a falta de emoção que ela coloca em sua personagem.Tudo bem que ela não é uma coisa que se possa dizer: “Minha nossa! que boa atriz (Atriz boa sim, Boa atriz? não) que ela é”..mas isso é ridículo. A Alice está mais canastrona do que nunca. Sobre os irmãos Redfield não tenho o que dizer. Tanto Wentworth Mille quanto a “Bonitosa” Ali Larter fazem o básico e não decepcionam.Nos personagens o destaque vai mesmo para Shawn Roberts. Seu Wesker está, ao menos visualmente perfeito. até seus movimentos estão idênticos aos do Personagem. Ao menos nos vídeos que vi do resident 5 (Não, eu não joguei isso). Ainda sobre personagens,fiquem de olho na cena do meio dos créditos.Ao menos o pessoal que gosta de RE5 deve gostar (ou não).

No fim Resident Evil O Recomeço é um filme fraco, baseado exclusivamente nessa tecnologia 3D.Mas se você já aguentou o Resident Evil Extinção ou gosta desse negócio de 3D,esse não vai lhe parecer tão ruim. Do contrário é um filme para esperar sair em DVD e só.



Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

Fala Série Chris #35 – Florescer

Ola,

O Giuliano Peccilli do JWave participou do Fala Série Chris dessa semana sobre a série Blossom e estamos divulgando por aqui.

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Olá, amiguinhos!

Este é o FALA SÉRIE CHRIS, podcast com o universo das séries televisivas mais bacanas, fofinhas ou bizarras, apresentado por Chris Marques!

Nesta semana maldita, Chris recebe Giuliano Peccilli para falar de Blossom. Tudo bem que, no meio do caminho, eles falam de Power Rangers e outras coisas… e fazem uma promessa. Confira!

DURAÇÃO: 69 minutos.

Alternativando #91 – Entrevista: Calliban

Este é o Alternativando, programa que traz boas músicas com grandes convidados.

Neste programa, Tiago Andrade e Vinícius Schiavini recebem, em um programa maluco, Calliban, falando sobre Meninas Superpoderosas, INPE, bolachinhas (IT’S PEOPLE!), nerds porradores…

TRACK LIST DO PROGRAMA:
“Stand By Me”, John Lennon
“Sleeping Awake”, P.O.D.
“Mediócritas”, Karnak
“Eu sou 1337″, Desce a Letra

Mande seus e-mails para alternativando@dimensaonerd.com!

DURAÇÃO: 49 minutos.

Se você gosta de música, leia a revista eletrônica Psicodelia!

Crítica | Jogos Mortais: O Final

O último jogo mortal…ou não?

Olá Leitores..Depois de 6 filmes a “saga” do assassino Jigsaw chega ao fim. Estreou nesta Sexta no Brasil Jogos Mortais : O final (Ou Saw 3D) mas será que tudo isso valeu a pena ou a série foi mais longa do que deveria ter sido? continuem lendo porque…Eu quero jogar um jogo.
O filme começa no momento em que o Sexto filme termina, com o Hoffman tendo metade do rosto rasgado pela armadilha da Jill. E agora o sucessor do Jigsaw só quer se vingar. e Jill procura a ajuda do policial Gibson para protegê-la do serial Killer.

Ao mesmo tempo, um grupo de sobreviventes das armadilhas de filmes anteriores formam um grupo de auto ajuda para trocarem experiencias e tentarem superar o trauma. O grupo foi criado por Bobby Dagen um sobrevivente que fez fama e fortuna escrevendo um livro contando sua história de vida. Mas quando Dagen é novamente pego pelo Jigsaw o pesadelo recomeça.

Devo admitir que quando o primeiro Jogos Mortais estreou eu não me interessei muito pois mesmo que eu seja fã de filmes de terror,não gosto desses filmes gore onde apelam pra membros decepados e litros de sangue cenográfico sem propósito algum (vide “O albergue”) então só fui assistir muito tempo depois e me surpreendi muito.O filme tinha uma história bem amarrada reviravoltas e principalmente: um final que me deixa de queixo caído até hoje.Sem contar o próprio “vilão” que tinha como ideologia fazer suas vítimas darem valor às suas vidas(mesmo que isso significasse deixar um membro pelo caminho no processo.)

Como o filme foi realizado quase que de forma independente(tanto que o próprio escritor se escalou no elenco pra poupar gastos) e arrecadou milhões de dólares de bilheteria, a continuação era praticamente inevitável então veio o segundo filme que apesar de muito inferior ao primeiro,ainda era um bom filme e também contava com um final que surpreendia.A partir daí, começou a decair. não gostei dos filmes 3 e 4 apesar que tiveram a ótima idéia de matar o Jigsaw mas ainda continuar usando o personagem sem trazê-lo de volta indefinidamente. Quando Hoffman entrou em cena logo em sua primeira armadilha já vimos que ele, ao contrário do Jigsaw, não era lá muito chegado nisso do pessoal dar valor à vida . Pra ele pouco importava se as vítimas morreriam ou não.Ele queria era ver sangue.Mas apesar de algumas tramas paralelas interessantes Jogos mortais caiu naquela mesmice onde o carro chefe se tornou mostrar armadilhas cada vez mais elaboradas e sangrentas.Sem contar que o Hoffman não tem o mesmo carisma do John(Jigsaw). Afinal nós até nos compadecemos com a história do John e mesmo sendo errado, entendemos os motivos que o levam a fazer o que faz.

Mas é justamente essa em cima do 3D.

Mas é justamente essa mesmíce que faz com que Jogos Mortais :O final não seja tão bom quanto poderia ser.

A formula é praticamente a mesma do último filme com o Dagen seguindo um caminho pré determinado e encontrando pessoas conhecidas presas em armadilhas obrigando-o a fazer sacrifícios para tentar salvá-las.

O problema é que as tramas paralelas não é suficiente para nos importar-mos com elas. Por exemplo,todas as cenas envolvendo o policial Gibson são dispensáveis. a cena das metralhadoras chega a a ser bizarra. nem as armadilhas empolgam muito dessa vez. a do ferro-velho apesar de ter tido um propósito , serviu mais pra exibir o vocalista do Linkin Park que interpreta a vítima da vez.A única que chega a dar uma agonia é a que envolve um anzol no estômago de uma mulher mas nada mais que isso.e o 3D..ah..o 3D..se no Resident Evil,essa técnica tão alardeada atualmente só servia pra umas poses bonitas, em Jogos Mortais ela serve pra ficar jogando sangue,tripas e partes de corpos em você Ou seja nada que o Jason já não tenha feito em Sexta Feira 13 parte 3.Apesar de eu ter desviado de um destroço na hora de uma explosão, ainda não vi motivo pra tanta alardeação em cima do 3D.


Mas no saldo geral, Jogos Mortais 7 não é dos piores.Não sei se foi pelo fato de que eu esperava algo pior mas consegui me divertir com o filme. e particularmente duvido que esse seja realmente o final(Já que continua faturando horrores) mas se terminar por aí terá sido um fim digno,com uma história fechadinha e só pela ótima música tema (que acho uma das melhores) já terá valido a saga.Jigsaw marcou sua passagem pelo mundo dos seriais Killers do cinema.E Game Over.


Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

JWave #19 | Beetlejuice

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Bem vindo ao J-WAVE…

Estamos de volta no segundo dos podcasts especial de Halloween do J-Wave, sendo esse sobre Beetlejuice. Um dos primeiros do filme do Tim Burton, que foi lançado por aqui com o título: “Os Fantasmas se Divertem”, sendo um grande sucesso comercial e gerando um desenho de mesmo nome que fez a alegria da criança dos anos 90.

Eu (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco), Tiago “Mad Max” Andrade (@madmaxandrade) e Vinicius “Schias” Schiavini (@Schias) do Dimensão Nerd, vamos relembrar outro clássico filme da Sessão da Tarde nesse Dia das Bruxas.

Essa foi a última semana que lemos o TOP 5 dos temas mais votados para ser podcast de aniversário. Semana que vem, vocês irão descobrir qual foi o tema escolhido pelos ouvintes do J-Wave.

CORREIOS
Tetsuo Kurata cantando o tema do Kamen Rider Black

TEMAS ABORDADOS
Tim Burton
Bettlejuice – Os Fantasmas se Divertem
O desenho do Beetlejuice
Os jogos de Beetlejuice

VÍDEOS
Trailer do Beetlejuice de 1988
Abertura do desenho de Beetlejuice
Beetlejuice – Cena do Banana Boat
Beetlejuice de Nes

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Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas Mande e-mails para jwavecast@gmail.com

Meisa Kuroki, estrela japonesa em ascensão

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O nome de Meisa Kuroki, 21 anos, pode não soar tão familiar à maioria dos ouvidos brasileiros, mas certamente está fazendo barulho em outros pontos do planeta. O rosto da atriz, cantora e modelo é encontrado com facilidade na mídia japonesa, seja atuando em filmes e doramas (novelas japonesas) ou estampando campanhas publicitárias. Agora, ela conquista o mundo.

Para além do Japão, ela é representante da grife italiana Emporio Armani e foi convidada, recentemente, para estrelar uma campanha mundial da L’Oreal Paris, tornando-se a primeira japonesa a ocupar o posto de musa da marca de cosméticos.

Ela é um dos rostos nipônicos que vêm ganhando popularidade nos últimos anos, ao lado de nomes como Keiko Kitagawa. No Japão, foi eleita a celebridade com os olhos mais atraentes do país em uma votação intitulada “Olhos Brilhantes”, realizada em agosto de 2009.

Entre seus trabalhos atuais, Meisa interpretará a personagem Lola (Yuki Mori, no original em japonês) na adaptação para cinema do desenho animado Patrulha Estelar (Space Battleship Yamato, exibido no Brasil durante os anos 80, na Rede Manchete). O filme terá estreia simultânea no Brasil e no Japão, em dezembro de 2010, e está sendo produzido com tecnologia 3D.

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Quem é

Com mãe japonesa e pai meio japonês e meio brasileiro, Meisa é a caçula de quatro irmãs. Ela nasceu no dia 28 de maio de 1988, na cidade de Nago, em Okinawa. Seu nome verdadeiro é Satsuki Shimabukuro. A modelo, atriz e cantora foi descoberta por um olheiro, quando cursava o segundo ano do ensino médio, em Okinawa. Começando como modelo, ela estudou na Escola de Atores de Okinawa, onde se formou em 2007.
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Carreira de atriz
Meisa teve sua estreia no teatro em 2004, com a peça Atami Satsujin Jiken Pyonyang Kara Kita Onna Keiji. Seu primeiro papel principal no cinema foi no filme Onaji Tsuki o Miteiru, em 2005. Em 2007, seu talento como atriz foi reconhecido com o prêmio de Revelação do Ano do Golden Arrow Awards.

Desde sua estreia profissional, Meisa tem conciliado trabalhos como modelo e atriz de filmes e doramas. Um de seus papéis memoráveis na televisão foi a personagem Angela, da série 1 Pound no Fukuin, de 2008. O seriado é a adaptação do mangá (história em quadrinhos japonesa) de mesmo nome, criado pela autora Rumiko Takahashi, e conta a história de um boxeador com grande potencial que se apaixona por uma freira, chamada Angela.

Em 2009, a adaptação para cinema de Patrulha Estelar, um dos animes mais populares no Japão, foi confirmada com grande alarde. Meisa foi selecionada para o papel de Lola. A escolha lhe deu a oportunidade de contracenar ao lado de outro ícone pop do Japão, Takuya Kimura, ator e cantor no grupo Smap, que fará o papel de Wildstar.

A escolha de Meisa para o elenco gerou certa polêmica. Houve boatos de que o papel seria, originalmente, concedido à atriz Erika Sawaijiri, que tem fama de “encrenqueira”. Também especulou-se sobre a possibilidade de a opção por Meisa ter ocorrido por conta de sua relação com a agência Johnny’s, que administra a carreira de Kimura.
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Carreira musical
Em 2007, Meisa estreou como cantora, participando da trilha sonora da adaptação para cinema do mangá Crows Zero, na qual também atuou. A versão cinematográfica para os quadrinhos de Hiroshi Takahashi foi dirigida por Takashi Miike (Yatterman).

A história gira em torno de Takiya Genji (Oguri Shun), filho de um chefe da Yakuza que chega ao colégio Suzuran All-Boys com o objetivo de conquistá-lo. O filme ganhou uma continuação, tornando-se bastante popular nos cinemas japoneses.

O primeiro single da artista, chamado Like This, veio em 2008, pela Sony Music Records. Lançado de forma digital, a canção foi utilizada para um comercial da Toshiba, de que Meisa participou.

Em 2009, lançou seu primeiro álbum, Hellcat, que chegou à nona posição no ranking musical japonês Oricon. O trabalho mais recente de Meisa como cantora foi o lançamento do EP Attitude, que chegou às lojas pelo selo Studioseven Recordings, da Sony Music.
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Publicado originalmente no Portal Made in Japan

Relembrando o Famicom Disk System

Em 1986, chegava às prateleiras japonesas um complemento para o Famicom (NES no Ocidente), que poderia ser chamado de revolucionário, já que traria jogos na forma de disquetes, sendo mais baratos de ser comercializados e também os jogos ganharam pela primeira vez a função de salvar durante o progresso no jogo.


Assim, surgia o Famicom Disk System, um acessório que era encaixado no slot do cartucho e seu Famicom ganhava um drive de disquete. A Nintendo americana, estranhamente, nunca gostou disso, nunca lançando o Disk System no Ocidente, como também tendo que adaptar jogos desse sistema, como The Legend Of Zelda, para cartuchos e inventar uma alternativa para salvar os progressos de seus jogos (colocando baterias internas nos cartuchos).


Muitos jogos antigos, como Super Mario Bros., acabaram sendo relançados no Disk System, como fosse uma linha de grandes títulos. A idéia aqui era semelhante às publicações semanais japonesas, como a antologia em mangá Shonen Jump, lar de títulos como Naruto, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, que toda semana traz uma história nova pra contar. Aqui, com o Disk System, você ia numa loja de conveniência que tem praticamente em toda esquina no Japão, e comprava esse jogo em máquinas que ficavam ao lado de seu mangá favorito.


Foi assim que surgia títulos como Super Mario Bros. 2 (Super Mario: The Lost Levels, no ocidente) que eram praticamente versões mais difíceis do que já existia antes. Lembrando que muitas vezes os jogos tinham lado A e lado B, bastando virar o disquete e inserir de novo no drive.


A Nintendo tentou fazer algo semelhante no N64, trazendo o 64DD, porém, mais uma vez, o projeto acabou morrendo na praia e não trazendo nenhum lucro para a empresa.

Hoje, talvez, as lojas virtuais do Wii e do Nintendo DSi sejam herdeiros espirituais do Famicom Disk System.


Publicado originalmente no Portal Nintendo World