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Opinião | A morte do Animax como nós conhecemos

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A maioria que gosta de animação japonesa já deve ter recebido a bomba sobre o canal oficialmente jogar os animês para escanteio. Quando escrevi o primeiro “Opinião” sobre a derrota dos Otakus, falei que a derrota do Otaku, fã desse tipo de série, que ele consome produtos ilegais em lojas e eventos, como DVDs piratas, e baixando na internet, não acrescenta em nada como público interessante comercialmente. Porém, a culpa não fica só exclusiva aos otakus, mas também as empresas que administram mal seus canais.

O Animax está sofrendo do mesmo mal que o canal Boomerang sofreu há alguns anos atrás, por não ter emplacado no Brasil, como um canal voltado a desenhos antigos, estes limados da programação da Cartoon Network e que estavam à espera de uma nova chance. O canal mesmo que excelente em seu acervo, tinha uma programação confusa, tinha o conceito de não ter intervalos, e tinha campanhas fantásticas pro público adulto que era criança quando foram feitos aqueles desenhos, o resultado foi fracasso. O canal teve que ser repaginado, deixando inclusive de passar desenhos, inserindo em sua programação séries australianas, americanas e até mexicanas, tornando-se mais próximo do público que assiste canais como Disney Channel e Nick. O que aconteceu? Não preciso comentar que Boomerang saiu do vermelho, deu certo, e até pouco tempo, Rebeldes (exibido anteriormente no SBT) era o programa mais assistido do canal.

Com certeza, os fãs de Boomerang se revoltaram, porém o canal afirmou que colocaria seus desenhos antigos de madrugada e na teoria problema resolvido. A questão do Animax é mais delicada, porque o Animax veio ocupando lugar de um canal trash, porém excelente como Locomotion, que dosava animações do mundo inteiro, passava animações dos anos 80 como He-man, She-ra e G-Force, enquanto a noite era dedicada aos animês como Evangelion, Caçadores de Elfa e Bubblegum Crisis: Tokyo 2040.

O primeiro ano do Animax veio com alegria para os fãs, porque era um canal japonês de animes e bom, parecia que ganharíamos um canal de “animê” de verdade. Porém, o buraco é mais embaixo, tínhamos uma grife japonesa sim, porém comandada pelas mesmas pessoas do Sony Television e AXN. O que isso significa? Públicos e experiência totalmente diferentes, o que com certeza foi um pesadelo pra eles. Pode ver que toda “solução” desesperada pra eles, são coisas que passam ou tem cara dos outros dois canais. Faltou pesquisa, faltou personalização, faltou um monte de coisas que o Animax não fez e morreu na praia amargando com campanhas de humor bem duvidoso.
Se por um lado empresas como a Editora JBC anunciavam apoio ao estúdio Alamo para a adaptação de animês para o canal, o que dava confiança do publico brasileiro pelo canal, do outro tínhamos uma falta de experiência e falta de tropeços que marcou esses 3 anos de Animax.

Você reconhece esse Animax aí de cima? Eu não!

Vamos analisar alguns problemas do Animax:

1 – Falta de animês clássicos famosos no Brasil
Um dos problemas do Animax “latino” foi a ausência de animês antigos que passaram pelas emissoras daqui. Um animê como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z, Sailor Moon, Samurai Warriors, Shurato faltou, e o pior, se você assiste o Animax japonês, sabe que ele principalmente é focado nisso.

Um animê desse porte, pode atrair sim um público maior para o canal, porém invés disso, optaram só comprar de forma bem bagunçada os animês de sua programação.

E títulos como Bleach e Death Note, mesmo sendo fortes no exterior no Brasil não são porque não passam na TV a aberta. O bom seria se nesse caso eles fizessem algo ao estilo do Animax espanhol que comprou Naruto Shippuuden, porque o Jetix por lá não quis a série já que Naruto não teve um bom desempenho por lá.

2 – A Falta de animes “shoujos”
Se você ver o Animax de qualquer país, o canal passa produções pro público feminino e bom, só ver nas bancas brasileiras que tem um público fiel de shoujo, além de o crescimento dos leitores de mangá se deve as garotas, pois bem, parece que o canal não sabia disso, ou não queria saber, pois não tinha nada voltado pra elas.

3 – Animax é um canal pra quem?
Se você olhar na sua TV a cabo hoje, vai perceber que o Animax não está perto dos canais infantis como Nick, Disney Channel, Cartoon Network, Boomerang, porque ele passava desenhos adultos.

Pois bem, não seria melhor focar num público criança e adolescente, tendo um canal “infantil” próximo aos demais? Por que investir em besteiras como bloco Lollipop? Animax assim não só afugentou as empresas, que não queriam ter a licença do canal da HBO, como tinha programação infantil de manhã e a tarde, porém não era um canal fácil pra criança achar.

O Animax resumindo, era um canal que tentou investir num público diversificado e caiu do cavalo. Devia ter seguido padrão de outras empresas, optando mesmo que quisesse passar animês mais pesados, apenas na madrugada.

4 – A falta de um Animax Brasil
O Animax por mais que falem continua sendo um canal mais “latino” e menos brasileiro. Somos um povo diferente, e precisamos de blocos personalizados pro Brasil, programas brasileiros durante a programação, tornando o canal mais a nossa cara. Porém, isso tem custo, um custo que o Animax não queria bancar e preferia gravar tudo no México.

Canais como Disney Channel e Nick tem programas no Brasil e ajudam a dar um “jeitinho” brasileiro para o canal.

Isso sem contar que com sucesso comercial de Turma da Mônica Jovem, a Sony podia ter aberto os olhos e ter encomendado um “animê” pro Mauricio de Souza baseado na turma e atrair um novo público com o primeiro “anime brasileiro”.

5 – Os clipes e séries japonesas
Um dos pontos positivos da Sony foi colocar clipes de cantores japoneses no intervalo, foi a primeira vez no país que pudermos ver cantores como Utada Hikaru, Crystal Key e Sowelu na televisão brasileiro.

Já imaginou um programa de clipes de jmusic, com artistas sendo entrevistados? Sim, artistas da Sony Music Japan, que faz música pro Bleach e outros animês da casa, poderiam falar de seu trabalho, convite de trabalhar em tal animê. Bom, parece que Animax daqui não pensou nisso.

O que faltou foi um programa de clipes, uma personalização de conteúdo, indo além dos clipes. Talvez até imitando o que outros Animax optaram fazer agora que é exibir os doramas, em sua programação, por serem derivados de mangá também.

Agora numa opinião pessoal, eu optaria de trazer tokusatsu clássico da Manchete. Pegar as séries da Focus (que só Jaspion pagou as três) e trataria de colocar a noite no Animax pra pegar os nostálgicos de plantão. Logicamente, a intenção não seria ir atrás de material novo, mas apenas antigo, se caso tivesse retorno (até porque é barato) partiria pra algo novo. Nesse caso, séries assim entram no mesmo critério de animês clássicos, trazendo público mais antigo para o canal.

6 – Marketing casado
Tendo tantas séries que foram lançadas em mangás no país, fazer só peça publicitária nos mangás da JBC e da Panini não rola. O Animax tinha que fazer promoções de mangás, e até concursos para cada país.

Outra coisa seria oferecer algo diferenciado aos clientes do ramo no Brasil, o que significa atrair clientes como Playarte, Focus, JBC, Panini, Yamato, que produzem produtos e serviços pro Brasil que envolvem animação japonesa e os levar como anunciantes de seu canal.

Além disso, produções da Sony, deveriam ter tido lançamentos simultâneos por aqui, em DVD, isso sem mencionar empresas como Focus que lançou Full Metal Alchemist no passado, que deveria ser focado no público do canal.

Independente disso, Animax pertence ao grupo Sony, poderia ser usado como meio publicitário da Sony Brasil para Playstation 3, câmera Sony Cybershot, dvds, blu-rays da Columbia e muito mais. Porém, você viu algum comercial da própria empresa no canal? Com exceção da câmera do último do 007, acredito que não.

Conclusão
Existem ainda muitos argumentos a serem questionados do fracasso do Animax, e principalmente se deve a má administração da empresa no canal na America Latina. Concordo que o canal pode crescer com aumento de séries não japonesas, porém além de inserir, tiraram toda filosofia do canal e transformaram numa versão genérica ao estilo da AXN.

Logicamente que às vezes isso não é nem culpa de quem ficou responsável pelo canal no Brasil, já que sendo um canal voltado pra América Latina, às vezes você tem pouca liberdade, ou talvez nenhuma pra personalizar o canal e a Sony falhou.

Agora quem pensa que o Animax é um grande canal, bom é sim, mas sabe quem é anunciante Lá? Empresas ao estilo da Polishop, se você já assistiu Animax japonês, deve ter visto aqueles aparelhos de ginástica e outros aparelhos estranhos sendo vendidos no Animax de lá. Então mesmo o canal dando certo no seu país de origem, você pode dizer que também não tem anunciantes muito fortes por lá.

Obs: Se quiser ler mais sobre o Animax, leia o texto do portal Jbox sobre a reformulação.

5º Nikkey Matsuri – saiba o que rolou no evento

No último final de semana (24 e 25/04) foi realizada a quinta edição do Nikkey Matsuri, evento de cultura japonesa, no Clube Escola Jardim São Paulo, zona norte da capital paulista. O evento contou com atrações bastante diversificadas, e também com a presença de algumas autoridades. Um grande número de pessoas compareceu ao local no último dia. Ao todo, mais de 40 mil pessoas compareceram nos dois dias do evento.

Além das atrações culturais, o evento contou também com uma praça de alimentação, onde o público pôde apreciar alguns pratos típicos, como yakissoba e onigiri. Houve ainda um enorme stand montado pelo famoso salão de cabeleireiros Soho, que promoveu o programa “Soho Solidário”, realizando cortes de cabelo a preços populares, com toda a renda sendo revertida em favor de entidades assistenciais.

O “Soho Solidário” promoveu cortes de cabelo a preços populares

Vários grupos tradicionais de dança e de música da comunidade se apresentaram ao longo do evento.
E, além deles, uma das atrações principais foi o cantor Joe Hirata, famoso por interpretar canções sertanejas.

O cantor Joe Hirata marcou presença no Nikkey Matsuri

O Consulado Geral do Japão também realizou uma exposição temática dentro do evento, com roupas tradicionais, objetos do cotidiano, gravuras e algumas maquetes de palácios e monumentos, como o Genbaku Dome de Hiroshima.



Alguns objetos expostos pelo Consulado Geral do Japão


Maquete do “Genbaku Dome”, de Hiroshima,
que resistiu à explosão da bomba atômica

Os fãs de anime/mangá também tiveram seu espaço dentro do Nikkey Matsuri. Um palco extra foi montado logo na entrada do evento, e houve apresentações de animekê livre e shows de bandas diversas, que levantaram o público com temas de séries famosas, como Dragon Ball GT e Full Metal Alchemist.

Apresentação de animekê livre


Bandas como a Owari (na foto de cima) e a Acid Shot
animaram o público

Várias autoridades estiveram presentes no evento, tais como o vereador Gilberto Natalini (PSDB), que veio representando o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, além dos também vereadores Jooji Hato (PMDB) e Ushitaro Kamia (DEM) e o deputado federal Walter Ihoshi (DEM-SP), que ressaltou a importância cultural do evento. “Vários povos ajudaram a construir a cidade de São Paulo, tais como os imigrantes italianos, os portugueses, e os japoneses. A comunidade japonesa é uma comunidade bastante presente na cidade, e a cultura japonesa tornou-se integrada à dos paulistanos. Eventos como este ajudam a divulgar o trabalho das entidades ligadas à comunidade, mostrando toda a cultura, a música, a dança, a gastronomia, que interessam a um povo bastante misturado culturalmente, como o paulistano”, diz o deputado.

Autoridades presentes no evento

Pelo quinto ano consecutivo, o Clube Escola Jardim São Paulo recebeu o Nikkey Matsuri. Motivo de orgulho para sua diretora, Ana Maria Schiesari, que destacou os benefícios que o evento trouxe para a instituição: “Graças ao evento, conseguimos emendas junto aos vereadores da Câmara para a promoção de reformas nas dependências do Clube Escola. Isto é muito importante, pois o Clube Escola é propriedade da nossa população. E, se todos nós fizermos nossa parte, poderemos progredir ainda mais”, disse.
A diretora falou ainda de sua admiração pela cultura japonesa, e do ambiente familiar do evento: “A cultura japonesa é uma cultura que possui uma filosofia maravilhosa, que valoriza muito a família. A família é o centro de tudo. E o nosso Clube Escola também é um clube da família. Por isso é importante pra nós realizar eventos onde toda família possa estar presente, como o Nikkey Matsuri, pois eles nos mostram a importância do amor da família.”

A seguir, alguns momentos marcantes do evento:

Apresentação de dança (odori) – Fujinkai/Lojinkai Tucuruvi:




Ishin Yosakoi Soran:





Ninjutsu:




Requios Gueinou Doukoukai:




Um evento bastante interessante e diversificado, que tende a crescer a cada ano.
Assim foi o Nikkey Matsuri, que tem tudo para entrar para o rol dos grandes eventos da comunidade nipo-brasileira.

Por enquanto é só, pessoal. Até a próxima! o/

S.A. Cast 1×18: The One Where Japan Conquers Brazil

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Saiu a segunda parte do podcast de Tokusatsu do Seriadores Anonimos, e fomos convidados pra falar sobre o assunto.

“Chega ao fim nossa viagem para o Japão, mas com o Brasil sempre presente! Na emocionante segunda parte da discussão sobre Tokusatsu, relembramos não só as séries dominantes dos anos 80 e 90, como os brinquedos psicodélicos da época e momentos de poesia envolvendo orvalho nocivo a alienígenas e sintetizadores biomoleculares. Espere também pelo dueto mais grandioso já feito, com Liazinha e Cid Moreira revelando toda a mágica de Daileon!

E amanhã tem outro podcast, com uma invasão de mulheres ao Seriadores para comentar os episódios da midseason americana. Volte para escutar, ou a associação dos cabeleireiros não te perdoará, e nós também não!

Para participar do podcast, seja com comentários e sugestões ou se candidatando para o debate, envie-nos um e-mail ou mensagem no Twitter. Nomes de usuário no Skype serão bem-vindos para futuras gravações.”

Novos S.H. Figuarts: Kuuga, Decade, Gills, G3-X e G4

Olá, leitores do J-Wave!
Mais novidades em S.H. Figuarts da linha Kamen Rider!

S.H. Figuarts Kamen Rider Decade Passionate Ver.
Lançamento no final de junho, 2010.
Preço Médio: 2,940 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Kuuga Ultimate Form
Lançamento em junho, 2010.
Preço Médio: 3,465 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Gills
Lançamento em abril, 2010.
Preço Médio: 3,150 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Exceed Gills
Lançamento em julho, 2010.
Preço Médio: 3,465 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider G3-X
Lançamento no final de maio, 2010.
Preço Médio: 3,360 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider G4
Lançamento no final de maio, 2010.
Preço Médio: 3,360 Yen
Pré venda em: Hobby Search

Imagens do ‘ToyWorld Forum‘.

Opinião | O iPad vai mudar o mundo?


O novo produto mais cobiçado da Apple é o iPad, que veio da mente do gênio Steve Jobs. Todos nós sabemos que ele é aquele que cria objetos que nunca pensaríamos usar, mas não conseguimos imaginar ficar sem.

Quando o iPad foi anunciado, foi zuado e questionado sobre sua real funcionalidade, principalmente pela mídia brasileira, o batizando de iPod de Itu. Deixando as brincadeiras de lado, para quem usa o iPhone ou iPod Touch, já sabe as vantagens de ler livros e quadrinhos numa tela touch.
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Será que o iPad tem potencial para mudar a indústria? Tem, porque na realizada já se fazia testes de mercado a muito tempo de um produto assim, mas a marca Apple tem uma força tremenda quando o assunto é um produto único que ganhe apóia da indústria.

A formula de sucesso do iPod Touch e do iPhone foram os apps, aplicativos que comprados na Apple Store, que vão de leitores de PDF, a rádios, controle remotos por wi-fi, a quantidade de utilidades não tem fim. O iPad reproduz isso, além de ser compatível com todos os lançados até hoje, assim, comprar livros, você pode comprar pela sua editora favorita num app lançado por ela na Apple Store, por exemplo.
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Para quadrinhos, a Marvel já mostrou seu app para ler quadrinhos no iPad, e realmente é sensacional. E num momento assim, faz pensar se algo assim funcionaria no Brasil. Sinceramente no momento não. Comprar um iPad que chegará aqui na faixa de 2 mil reais é algo fora de propósito para quem quer usar pra ler livros e quadrinhos, além disso no Brasil temos como perfil, valorizar uma marca tornando a cara, assim optando pelo “alternativo”. Quando o iPod saiu, impulsionou os mp3 players e quando o iPhone saiu, impulsionou qualquer telefone touch, resumindo, o brasileiro invés de optar pelo produto mais indicado no mercado, opta pelo alternativa que não terá apoio dessas empresas, resumindo, morre na praia.

A questão de optar por um iPad vai além de alguém falar “aquele da China é melhor”, porque o da China não vai ter uma Apple Store a sua disposição para você comprar programas, livros, filmes e quadrinhos quando você quiser. Outra questão é que o brasileiro “acha” que tudo que está disponível na internet é de graça, uma filosofia que a Apple e outras empresas estão tentando mudar, fazer você pagar por um conteúdo legal a um preço justo, bem diferente de tantos sites de download de conteúdo ilegal que existe no país. A questão aqui é que pra isso, muita coisa precisa acontecer e a mentalidade precisa mudar, para nascer opções em português. Quem sabe um dia, poderemos assistir qualquer série americano, com legendas em português ao mesmo tempo em que tiver em exibição nos EUA, com a ajuda de um produto como iPad ou iPhone. Depende do público formado se mostrar interessante para empresas desenvolverem algo assim.

Esses dias foram mostrados o livro da Alice no país das maravilhas para o iPad e bastante inovações vieram com ele, como animações e até interatividade para o leitor. Algo semelhante já está sendo feito para o desenvolvimento de capas de revistas que ganharem versões para o iPad. São essas coisas que tornaram o livro ou os quadrinhos mais interessante em ser lido no iPad e tornara uma sensação única, diferente de se ler no papel.

Quadrinhos

Pessoal da mídia brasileira de quadrinhos aproveitou para atacar a Panini recentemente, utilizando o iPad como algo viável e contra a revolução da editora. A Panini realmente reformulou e quem compra, pode reclamar das mudanças, e não vou negar que como usuário de um iPod Touch, ficaria feliz se a Panini vende-se seu conteúdo na forma de um app na Apple Store. Pode parecer absurdo, mas seria uma idéia interessante por mercado, mesmo que talvez seja pequeno.

O Brasil tem um histórico de quadrinhos desde a Ebal em que quadrinhos tem que ser lançados em Mix, o que significa pegar 4 revistas americanos e lançar na forma de uma brasileira por aqui, saindo bem mais barato que lançado individualmente. O que aconteceu que os americanos produzem muito “lixo”, o que significa quadrinhos da pior qualidade que é enfiado na revista que você gosta. No fim você gasta 7 reais mais ou menos, pra ler 20 páginas deixando o material questionável de lado. Essa forma de mercado existe há décadas, atravessou a Abril e chegou na Panini Comics, se está errado ou certo, foi a forma que nós brasileiros nos acostumamos a ler quadrinhos. Tendo um app Panini Comics, aonde eu posso ler quadrinhos, apenas o que eu quero por um preço mais baixo, sem gasto de gráfica, algo direto com a editora, se torna mais interessante, porém vai depender do público brasileiro consumir produtos como iPhone, iPod Touch e um iPad e abrir os olhos da indústria, para ela migrar pro meio digital. Na prática, teríamos “scans” legalizadas, sendo comercializadas, mais uma batalha em oficializar algo que já existe de forma ilegal aqui no país.
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Enquanto isso, o Japão entra em caos por causa do iPad, que pode mudar a forma dos japoneses lerem mangás por lá. A diferença do Brasil e do Japão, além do poder aquisitivo é assimilação de tecnologia, tanto que um a cada cinco japoneses querem um iPad. Agora imagina isso, num país aonde cada esquina tem uma livraria pequena de bairro? É o caos na Terra, aonde as editoras vão ter que se acostumar com esse novo formato, aonde talvez daqui um ano ou dois, teremos antologias semanais como Shonen Jump, sendo lançadas por um app especial para o iPad. Por que a rapidez? Porque o japonês tem poder aquisitivo e nesse caso não terá problemas de colocar o iPad ao seu cotidiano, algo bem diferente do iPhone que sofria concorrência desleal, já que por lá os celulares são bem mais evoluídos do que o telefone da Apple.

Filmes

O iPad não é tudo isso que o mercado vê, mas é o produto que o mercado precisava ter, para as empresas migrarem pro meio digital. Hoje, locadoras com conteúdo de alta definição e streaming como a Netflix,numa forma mais inteligente e de conteúdo legalizado nos EUA. Será que o Brasileiro acostumado com DVD de barraquinha e downloads gratuitos de filmes, deixaria de lado tudo isso, por um sistema hibrido de entrega de filmes em DVD/Blu-ray e Streaming na sua televisão como a Netflix é nos EUA? Esperamos que isso seja possível daqui alguns anos, porém pra isso, o público brasileiro precisa mudar a forma que vê o mercado. Só assim, produtos como iPad se tornaram soluções viáveis para o mercado brasileiro. Será que o brasileiro está disposto de abrir mão de seus downloads e scans, em troca de um produto que oferece tudo isso em uma qualidade melhor, por um preço que deveria ser justo? Pense nisso.

Conheçam Heroman o anime de Stan Lee

No último dia primeiro de Abril(não é mentira) estréiou na TV Tokyo o anime Heroman adaptação do mangá de mesmo nome que começou a ser publicado em Setembro de 2009 na revista Montly Shonen Gangan. O mangá tem desenhos de Tamon Ohta e roteiro de ninguém menos que Stan Lee e tem previsão para 26 episódios.

A história em si, não tem nada de muito novo: O garoto Joey Jones vive tranquilo com sua avó na cidade estadosunidense de Center City.Dividindo seu tempo entre o trabalho em um restaurante e a escola, onde logicamente tem de enfrentar os desafios de todos os colegiais do mundo: O valentão que vive para infernizar sua vida, a amiga por quem é secretamente apaixonado o único amigo que o defende e a amizade com seu professor de ciências maluco.

Joey sonha em comprar um Heybo, um robô de brinquedo de última geração controlado por voz. mas o preço do brinquedo está muito acima de sua capacidade financeira.

Certo dia, ele encontra no lixo um Heybo quebrado e decide tentar consertá-lo.Após dias de trabalho árduo ele atinge seu objetivo..está certo que o robô não se mexe mais, mas pelo menos está inteirinho e o garoto o batiza de Heroman.

Então, uma noite, ele entra em contato com radiação e e….ops..desculpem..é força do hábito.

Então,uma noite o robozinho é atingido por um raio e fica enooorme. o controle remoto se torna uma luva igualmente grande com a qual Joey pode dar ordens ao Heroman.

Ao mesmo tempo o prof. Matthew Denton(o professor maluco citado anteriormente) viciado em aliens, consegue entrar em contato com a raça alienígena Skrugs (serão primos dos Skrulls?) e os atrai ao planeta Terra. O problema é que como qualquer E.T que se preze os Skrugs querem destruir e dominar tudo e todos.Agora, Joey usará Heroman para defender nosso planeta.

A animação fica a cargo do estúdio Bones, responsável, entre outros, pelas duas séries de FullMetal Alchemist,Wolf’s Rain, RahXephoon e Angelic Layer..(er.. ok podem esquecer essa última) sinônimo de boa animação. Assisti apenas ao primeiro episódio até agora,mas pretendo continuar acompanhando.

Ah e por ser algo do Stan Lee, claro que ele faz sua participação especial de sempre.ele aparece como um dos fregueses do restaurante onde Joey trabalha.

Abaixo o Trailer de Heroman,Mas continuem lendo.

 

 

 

EXCELSIOR!

Heroman não é a primeira investida de Stan no mundo dos mangás. Em 2008 ele firmou uma parceria com Hiroyuki Takei, autor de Shaman King e lançaram o mangá Karakuridooji Ultimo que conta a história de dois garotos mecânicos, Ultimo(o bem absoluto) e Vice( O mau ) criados a milhares de ano pelo Dr. Dunstan (Que é a cara do próprio Stan). Ambos ficaram em animação suspensa e são revividos em nosso tempo para decidirem de uma vez quem venceria.

Ultimo foi publicado em um único volume no Japão, e não há previsão de uma versão animada.

Ainda sobre Heroman:Eu até tinha lido sobre a estréia, mas havia esquecido completamente,então Agradecimentos ao Thiago do site Portallos por me lembrar com este post do site.

S.A. Cast 1×17: The One With Tentacles

Estou divulgando o podcast dos Seriadores Anônimos, em que o tema do programa foi Tokusatsu. Convidaram pessoal do Tokusatsu.com.br , como também me convidaram pro podcast pra falar um pouco desse gênero que fez bastante sucesso nas décadas de 60 a 90.

Quem não lembra de Changeman e Jaspion? Espero que gostem da conversa bem humorada do podcast dos Seriadores Anônimos e agradeço o convite.

“O público se manifestou, fez ameaças de destruir a Cancun, a Washington D.C. e o Iraque brasileiros com monstros gigantes e robôs de cabelos loiros, e nós cedemos à pressão! No inesperado retorno do S.A. Cast, juntamos um time de especialistas para discutir o Tokusatsu, estilo japonês consagrado nos anos 80 e 90 pela TV Manchete. Num clima de muita nostalgia, relembramos personagens marcantes, histórias inesquecíveis, pessoas vestidas em roupas de pano e, claro, desviamos um pouco do assunto para analisar o impacto dos tentáculos de polvo na cultura japonesa. E para não deixar os fãs menos saudosistas na mão, continuam os nossos tradicionais comentários das séries americanas atualmente no ar!

Cartazes de Fúria de Titãs por Masami Kurumada.

Como divulgação do lançamento do filme Fúria de Titãs no Japão,a Warner Bros pediu que Masami Kurumada,o Criador de Cavaleiros do Zodíaco, refizesse os Cartazes do Filme.

Então vejam abaixo o Seiya…digo..Perseu no traço inconfundível(e repetitivo) do Mangaká.

O filme estréia no Brasil dia 21 de Maio

Créditos das imagens do Site Anime News Network

Novidades: Kamen Rider W S.H. Figurarts

Bom dia, leitores!
Hoje trago novidades sobre action figures de Kamen Rider W, da linha S.H.Figurarts:

S.H. Figuarts Kamen Rider Accel
Lançamento em Julho, 2010.
Preço Médio: 3,150 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Skull
Lançamento no final de Maio, 2010.
Preço Médio: 3,360 Yen
Pré venda limitada apenas ao ‘Tamashii Web Shop’ (Já encerrou a pré venda)

S.H. Figuarts Collection Kamen Rider W Cyclone Cyclone & Joker Joker Set
O mais limitado de todos esses. Somente poderá ser comprado por ‘mail order’ usando um ticket de compra que está no livro”S.H. Figuarts Collection“.
Lançamento em Setembro de 2010.
Preço Médio: 7,140 Yen

S.H. Figuarts Kamen Rider W Fang Joker

Lançamento em Maio de 2010.
Preço médio: 3,150 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider W Double Cyclone Set

Gadgets que acompanham esse modelo.
Lançamento em 22 de abril de 2010.
Preço médio: 5,775 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider W Double Heat Set


Lançamento em 22 de abril de 2010.
Preço médio: 5,775 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider W Double Lunar Set

Lançamento em julho de 2010.
Preço médio: 5,775 Yen
Pré venda em: Hobby Search

Imagens do ‘ToyWorld Forum‘ e do site ‘Hobby Search‘.

Top 10 Oricon – Quais doramas de primavera que os japoneses têm mais expectativa

No Japão, os doramas são lançados normalmente 4 vezes ao ano, com exceção de doramas especiais de um episodio, chamados de SP por lá. A Oricon que sempre divulga vendagens de singles e álbuns, sempre faz uma pesquisa medindo a expectativa do público japonês para as estréias da troca de estação.

O dorama mais esperado da temporada pelos japoneses é “Tsuki no Koibito ~ Moon Lovers ~ ” que tem Takuya Kimura, Ryoko Shinohara , Kitagawa Keiko e Matsuda Shota. Começa a ser exibido no dia 10 de maio pela Fuji TV, que tendo Takuya Kimura para os japoneses, parece ser sucesso. Logicamente outros atores que puxam o sucesso de Tsuki no Koibito, são a Ryoko Shinohara que retorna aos doramas sendo a favorita pelo público acima dos 30 anos.

Na segunda temporada de “Team Batista 2”, o ator Atsushi Ito (o Densha Otoko no dorama) e Nakamura Tooru retornam aos seus papeis de sucesso da temporada anterior. A série é focada em equipe médica e na sua primeira temporada conquistou o público masculino.

Na quarta posição, temos Shinzanmono, estrelado por Hiroshi Abe e Meisa Kuroki , nem precisa falar que esse dorama promete. O ator sempre com seu humor ácido e a musa da L´Oreal e do próximo Patrulha Estelar estão juntos nessa grande produção.

Para o quinto lugar, temos o dorama bastante comentado internacionalmente, o Sunao ni Narenakute, trazendo Juri Ueno e Eita como protagonistas. É o dorama sobre twitter que sempre estamos comentando aqui no blog.

A temporada de primavera dos doramas está aberta e assista esses grandes sucessos da televisão japonesa.

Top 10:
01 – Tsuki no Koibito ~Moon Lovers~
Elenco: Kimura Takuya, Shinohara Ryoko e Kitagawa Keiko

02 – Team Batista 2: General Rouge no Gaisen
Elenco: Ito Atsushi, Nakamura Tooru

03 – Kaibutsu-kun
Elenco: Ohno Satoshi, Kawashima Umika

04 – Shinzanmono
Elenco: Abe Hiroshi, Kuroki Meisa

05 – Sunao ni Narenakute
Elenco: Ueno Juri, Eita

06 – Gegege no Nyobo
Elenco: Matsushita Nao, Mukai Osamu

07 – Keibuho Yabe Kenzo
Elenco: Narimiya Hiroki, Naka Riisa

08 – Yankee-kun to Megane-chan
Elenco: Namase Katsuhisa, Kanjiya Shihori

09 – Zettai Reido: Mikaiketsu Jiken Tokumei Sousa
Elenco: Ueto Aya, Kitaooji Kinya

10 – Tumbling
Elenco: Yamamoto Yusuke, Seto Koji

Fonte: Japan Now e Kawaii Joyuu

Japoneses elegem 20 melhores doramas exibidos as segundas-feiras

APMS

O site Kawaii Joyuu publicou uma pesquisa bem interessante sobre quais doramas favoritos do público japonês, que foram exibidos no horário das 21 horas de segunda feira. A pesquisa levou em conta doramas de 1987 até os atuais. Tem muita série boa na lista, como Hero, Proposal Daisakusen, Beach Boys, Buzzer Beat, HERO, Love Generation, Nodame Cantabile, Long Vacation e muito mais.

No Japão, suas séries são exibidas uma vez por semana, sendo natural cada dia ter um estilo diferente. Os doramas são exibidos normalmente por 3 meses, sendo lançados por estações do ano. A faixa das 21 horas é semelhante ao Brasil com suas novelas, sendo a faixa nobre das emissoras japonesas, aonde, portanto se restringe o lançamento das melhores séries.

A pesquisa teve uma média de 3 mil votos.

01 – Sugao no Mamade (’92)
02 – Yamato Nadeshiko (’00)

03 – Suppli (’06)
04 – 101st Marriage Proposal (’91)

05 – Long Vacation (’96)
06 – Kyoshi Binbin Monogatari (’88/’89)
07 – Hitotsu Yane no Shita (’93)
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08 – Galileo (’07)
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09 – Proposal Daisakusen (’07)
10 – Tokyo Love Story (’91)
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11 – Code Blue 2nd Season (’10)
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12 – Nodame Cantabile (’06/’08)
13 – Kimi no Hitomi ni Koi Shiteru! (’89)
14 – Antique (’01)
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15 – Beach Boys (’97)
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16 – HERO (’01)
17 – Lunch no Joou (’02)
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18 – Buzzer Beat (’09)

19 – Bara no nai Hanaya (’08)
20 – Love Generation (’97)

O Super Carro Japonês

O automobilismo japonês não é feito somente de grandes marcas.
Assim como no Brasil e Europa, produtores independentes também fazem carros muito interessantes, mas, menos divulgados pela mídia.
É o caso do Mitsuoka Orochi.

Fabricado pela Mitsuoka Motors, o Mitsuoka Orochi, é um super-carro japonês que apareceu como carro conceito em 2001 e foi redesenhado em 2003 e 2005.

Em 2006 foi lançado o modelo de produção equipado com um motor Toyota V6, 3.3 litros e 230 cavalos.
Segundo o fabricante, a produção será limitada a 400 unidades em 4 anos.
Ao preço de U$90.000,00, muitos não gostaram de seu desenho, eu achei bem legal.

O carro teve seu nome retirado da lenda Yamata no Orochi, para saber mais sobre a lenda, clique aqui.

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