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Com lançamento em maio, “Saint Seiya: Odisseia do Tempo #4” avança conflito contra Cronos

A NewPOP lança em maio o volume 4 de Saint Seiya: Odisseia do Tempo, arco que revisita o universo de Os Cavaleiros do Zodíaco sob uma nova ameaça ligada ao tempo e ao destino dos guerreiros de Atena.

Parte de uma história fechada em cinco volumes principais, além de um extra, a edição aprofunda o confronto contra Cronos, figura central do novo conflito.

Cronos e o Relógio do Apocalipse

A trama coloca os Cavaleiros diante de uma ameaça que transcende batalhas físicas. Cronos avança na construção do chamado Relógio do Apocalipse, artefato que depende de três elementos centrais: o tridente de Poseidon, a espada de Hades e o cetro de Atena.

Com isso, o conflito deixa de ser apenas uma disputa entre deuses e passa a envolver diretamente o fluxo do tempo e o futuro da própria humanidade.

Consequências da guerra contra Hades

A narrativa se desenvolve após os eventos do confronto contra Hades no Elysion, trazendo um cenário marcado por perdas e consequências severas.

Seiya, figura central da franquia, aparece fora de combate, gravemente ferido e com sua alma presa no Inferno. Essa condição altera o equilíbrio da história e força os demais Cavaleiros a assumirem um papel ainda mais decisivo na luta contra Cronos.

Reta final da saga

Como penúltimo volume do arco principal, a edição funciona como preparação direta para o desfecho, intensificando o conflito e posicionando as peças para a conclusão da história.

A escalada envolve tanto batalhas quanto decisões estratégicas, ampliando o impacto das escolhas dos personagens.

Ficha técnica

Editora: NewPOP

Publicação: 5 de maio de 2026

Edição: 1ª

Idioma: Português

Páginas: 56

ISBN-10: 8583626421

ISBN-13: 978-8583626428

Peso: 400 g

Dimensões: 22 x 2 x 29 cm

“Saint Seiya: Odisseia do Tempo #4” chega ao Brasil em 5 de maio de 2026, pela NewPOP, como parte da reta final da saga.

De Osamu Tezuka, “Metrópolis” retorna ao Brasil em nova edição pela NewPOP

O mangá Metrópolis, de Osamu Tezuka, retorna ao Brasil em abril em nova edição pela NewPOP. Publicada originalmente em 1949, a obra chega em volume único, reforçando seu papel como um dos pilares da ficção científica nos quadrinhos japoneses.

Futuro imaginado nos anos 40 ainda ecoa hoje

Ambientada em uma cidade dominada por avanços tecnológicos, a história acompanha o cientista Dr. Lawton, que desenvolve células sintéticas capazes de gerar vida artificial. O experimento atrai a atenção de Duke Red, líder de uma organização que pretende transformar a descoberta em arma.

Ao fugir com sua criação, o humanoide Michi, o cientista desencadeia uma cadeia de eventos que culmina em um conflito entre humanos e máquinas, colocando em discussão os limites da ciência e do poder.

Base para temas clássicos da ficção científica

“Metrópolis” antecipa discussões que se tornariam recorrentes no gênero, como a relação entre humanidade e tecnologia, além de tensões sociais dentro de um mundo cada vez mais mecanizado.

A obra também se conecta ao imaginário de Fritz Lang, ainda que tenha sido concebida de forma independente, e ajudou a consolidar elementos que seriam explorados em outros trabalhos de Tezuka.

Importância dentro da obra de Tezuka

Parte da fase inicial do autor, o mangá contribuiu para estabelecer bases narrativas que influenciariam diretamente títulos posteriores.

A personagem Michi, por exemplo, é frequentemente apontada como precursora de figuras centrais em obras futuras do autor, incluindo sua abordagem sobre inteligência artificial e identidade.

Ficha técnica

Editora: NewPOP

Publicação: 5 de maio de 2026

Edição: 1ª

Idioma: Português

Páginas: 168

ISBN-10: 858362724X

ISBN-13: 978-8583627241

Peso: 400 g

Dimensões: 15 x 1 x 21 cm

“Metrópolis”, de Osamu Tezuka, será relançado no Brasil em volume único, com lançamento previsto para 5 de maio de 2026 pela NewPOP.

NewPOP abre pré-vendas de abril com clássicos, finais e estreias no catálogo

A NewPOP liberou o checklist de lançamentos de abril de 2026 com uma seleção que mistura clássicos, encerramentos aguardados e novas apostas no catálogo. O pacote inclui desde relançamentos históricos até títulos inéditos e volumes finais de séries em andamento.

Clássico de Tezuka e Saint Seiya puxam os destaques

Entre os principais títulos está Metrópolis, obra de Osamu Tezuka que retorna em volume único. A história revisita uma visão futurista clássica, com conflitos entre humanos e tecnologia em uma cidade dominada por tensões políticas.

Outro nome forte do mês é Saint Seiya: Odisseia do Tempo #4, que avança para sua reta final. A trama amplia o conflito envolvendo Cronos e o destino dos Cavaleiros, elevando a escala da narrativa dentro do universo da franquia.

Encerramentos marcam o mês com Assassin’s Creed e A Casa do Sol

Abril também concentra finais importantes. Assassin’s Creed: A Lâmina de Shao Jun #4 conclui a adaptação baseada no universo da Ubisoft, fechando a jornada da protagonista na China.

A Casa do Sol chega ao fim com os volumes 12 e 13, encerrando a história de Mao e Hiro após uma construção focada em relações e amadurecimento.

Novidades incluem selo Pride e romance contemporâneo

Entre as estreias, o destaque é Nosso Segredo, lançado pelo selo Pride, ampliando a presença de títulos com foco em diversidade dentro do catálogo da editora.

Outro título em andamento é Um Sinal de Afeto #7, que segue explorando o relacionamento entre Yuki e Itsuomi, mantendo a abordagem mais intimista da série.

Novel segue ganhando espaço no catálogo

A linha de novels também avança com Bênção do Oficial Celestial #2, continuação da obra de Mo Xiang Tong Xiu, que mistura fantasia, investigação e relações entre personagens em um universo sobrenatural.

Os lançamentos da NewPOP para abril de 2026 já estão em pré-venda, com títulos que vão de clássicos da ficção científica a finais de séries populares e novas apostas no catálogo.

“Reptilian Rising” mistura viagem no tempo, dinossauros e estratégia em lançamento para Switch e PC

O RPG tático Reptilian Rising será lançado em 23 de abril para Nintendo Switch e PC via Steam, apostando em uma combinação pouco sutil de viagem no tempo, miniaturas animadas e combates contra répteis alienígenas.

Desenvolvido pela Gregarious Games em parceria com a Robot Circus, o jogo tem publicação da Numskull Games.

Estratégia por turnos com estética de brinquedo retrô

A proposta gira em torno de batalhas táticas por turnos, com visual inspirado em miniaturas físicas e animação em stop motion. A referência direta são jogos de tabuleiro dos anos 80, tanto no design quanto no tom exagerado.

Cada missão acontece em diferentes períodos históricos, com mapas que funcionam como arenas táticas onde posicionamento e uso de habilidades definem o ritmo do combate.

Elenco histórico encontra caos sci-fi

O jogo coloca figuras como Winston Churchill, Cleópatra, Albert Einstein e Júlio César no mesmo campo de batalha contra criaturas que misturam dinossauros e ficção científica.

Entre os inimigos estão variações que seguem essa lógica absurda, como híbridos armados e chefes que combinam referências históricas em versões distorcidas.

Mecânicas usam viagem no tempo como recurso tático

Além do combate tradicional, o jogo incorpora habilidades ligadas à manipulação temporal. É possível criar clones, reposicionar unidades rapidamente ou alterar situações no campo usando energia temporal.

O sistema também permite revisitar missões para cumprir objetivos adicionais, incentivando exploração e repetição estratégica.

Preços e versões

O jogo chega em duas opções principais:

  • Versão padrão (Switch e Steam): R$ 88,99
  • Edição com extras (Steam): inclui trilha sonora digital e eBook, por US$ 34,99

Projeto aposta no exagero como identidade

“Reptilian Rising” não tenta suavizar sua proposta. A mistura de referências históricas com sci-fi e humor absurdo é o ponto central da experiência, tanto na narrativa quanto no design.

“Reptilian Rising” será lançado em 23 de abril para Nintendo Switch e PC via Steam.

“Starship Troopers: Extermination” recebe atualização 1.10 com novo veículo e mapa

O shooter cooperativo Starship Troopers: Extermination recebeu sua primeira grande atualização de 2026. A versão 1.10 chega ao PC, PlayStation 5 e Xbox Series com novos sistemas, mapa expandido e ajustes de jogabilidade.

A atualização mantém o foco do jogo em combates em larga escala contra hordas de inimigos, mas adiciona ferramentas que mudam diretamente a dinâmica das partidas.

Marauder introduz combate com veículo pesado

O principal destaque é a estreia do Programa Marauder, que coloca em campo o M11E Babar, um veículo bípede voltado para combate direto.

Com armamento pesado e foco em resistência, o Babar funciona como unidade de suporte ofensivo dentro das missões, ampliando o poder de fogo dos esquadrões e criando novas possibilidades táticas em campo.

Valaka ganha nova área e missões

A atualização também expande o mapa de Valaka com uma nova região explorável. O local, antes abandonado após ataques inimigos, retorna como zona de conflito com missões inéditas e áreas de construção.

O novo espaço inclui atividades focadas em defesa, além de ajustes na progressão dentro das operações.

Nova arma reforça arsenal dos jogadores

Entre os equipamentos, a TW-7 Liberator chega como uma das armas mais fortes disponíveis. O revólver é desbloqueado em níveis mais avançados e oferece alto dano, funcionando como opção de risco e recompensa em combates mais intensos.

Pacotes cosméticos ampliam personalização

Dois pacotes pagos também foram adicionados:

  • Buenos Aires Tigers Supporter Pack: inspirado no time ligado ao universo da franquia
  • General Rico Supporter Pack: baseado em um dos personagens mais conhecidos da série

Os conteúdos incluem skins de armadura, viseiras, adesivos e customizações de armas.

Atualização prepara terreno para novos conteúdos

Além das novidades, a versão 1.10 traz melhorias de qualidade de vida e correções de bugs, com foco em estabilidade e ritmo das partidas.

O estúdio já indicou que novas atualizações estão planejadas ao longo do ano, seguindo um modelo contínuo de expansão.

A atualização 1.10 de “Starship Troopers: Extermination” já está disponível em todas as plataformas do jogo.

“Casa do Patrão” estreia em abril com promessa de reality 24h no Disney+

Falta um mês para a estreia de “Casa do Patrão”, novo reality criado por Boninho que chega com uma proposta direta: colocar o público dentro do jogo desde a entrada dos participantes. O programa estreia em 27 de abril, às 22h40, com exibição simultânea na Disney+ e na Record.

A principal diferença está no formato de acompanhamento. A plataforma de streaming vai liberar acesso contínuo à casa com múltiplos ângulos, enquanto a TV aberta mantém o modelo tradicional de episódios editados.

Reality aposta em transmissão integral e sem cortes

O projeto segue uma lógica já consolidada no gênero, mas amplia o nível de acesso. Serão oito câmeras disponíveis em tempo real, permitindo acompanhar conversas, estratégias e conflitos sem edição.

O conteúdo ao vivo estará incluído na assinatura do Disney+, sem custo adicional, e os episódios diários também serão exibidos simultaneamente, com opção de replay sob demanda.

A ideia é reduzir a distância entre o que acontece no confinamento e o que chega ao público, algo frequentemente criticado em realities editados.

Dinâmica divide participantes em três espaços

O jogo se organiza em três ambientes com funções distintas:

  • Casa do Patrão: espaço de privilégio ocupado por quem assume o controle da semana, com poder de decisão sobre o jogo
  • Casa do Trampo: área com regras mais rígidas, onde ficam os participantes sem benefícios
  • Casa da Convivência: ambiente comum, onde acontecem interações, alianças e votações

Essa divisão cria uma hierarquia interna clara, com impacto direto na convivência e nas estratégias dos competidores.

Poder rotativo e interferência do público moldam o jogo

O participante que assume o papel de “Patrão” passa a influenciar a rotina dos demais, definindo regras e vantagens dentro do ciclo da semana. Esse poder, porém, é temporário.

Do lado de fora, o público mantém papel central ao decidir eliminações e rumos da disputa, reforçando o modelo interativo que domina o formato.

“Casa do Patrão” estreia em 27 de abril, às 22h40, com transmissão simultânea no Disney+ e na Record.

Mega Man Star Force Legacy Collection resgata saga clássica com melhorias modernas

A Capcom lançou oficialmente Mega Man Star Force Legacy Collection, trazendo de volta a fase RPG do icônico personagem em uma compilação que reúne toda a trilogia original e suas variações.

A coletânea inclui sete versões dos jogos lançados originalmente a partir de 2006: Pegasus, Leo e Dragon, além das edições duplas de Star Force 2 e Star Force 3. O pacote revisita uma das fases mais distintas da franquia, marcada pela transição para combates táticos em grade e uma narrativa mais focada em ficção científica.

A história acompanha Geo Stelar, que se une ao alienígena Omega-Xis para se transformar em Mega Man, explorando um mundo onde realidade e ambiente digital se cruzam. O sistema de batalha combina movimentação em tempo real com mecânicas de cartas, exigindo estratégia, posicionamento e construção de deck.

A nova edição mantém a base original, mas adiciona melhorias que modernizam a experiência. Entre elas estão opções visuais que alternam entre gráficos aprimorados e o estilo clássico, ajustes de dificuldade, biblioteca expandida de cartas e um modo galeria com mais de mil artes oficiais.

Os recursos online também foram ampliados, com partidas casuais e ranqueadas, troca global de cartas e atualização do sistema Brother Band, agora permitindo conexões com até 100 jogadores. Eventos e funcionalidades antes limitados ao hardware do Nintendo DS foram recriados para as plataformas atuais.

Para marcar o lançamento, a Capcom também iniciou uma transmissão do anime de Mega Man Star Force no canal oficial da empresa na Twitch, expandindo a experiência além dos jogos. Conteúdos adicionais, como personagens extras para personalização, já estão disponíveis como DLC.

Mega Man Star Force Legacy Collection já está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC via Steam.

Genshin Impact expande Mondstadt na versão “Luna VI” com nova personagem e área inédita

A HoYoverse confirmou a chegada da versão “Luna VI” de Genshin Impact, ampliando significativamente o mapa ao norte de Mondstadt e introduzindo uma nova personagem jogável.

Intitulada Canção da Lua Nova — Rondó: Retorno Profetizado, a atualização abre novas áreas exploráveis, incluindo o porto Dornman e o Templo do Espaço, uma estrutura suspensa acima das nuvens ligada à entidade Asmoday. O local funciona como um ambiente interativo, permitindo manipulação do espaço para revelar caminhos ocultos e segredos, além de revisitar elementos inspirados em outras regiões do jogo.

Entre as novidades está Linnea, personagem 5 estrelas usuária de arco Geo. A nova integrante atua como suporte voltada à Cristalização Lunar, oferecendo dano contínuo fora de campo, redução de resistência dos inimigos e habilidades de cura, ampliando as possibilidades estratégicas em combate.

A versão também introduz um novo inimigo de elite, eventos cooperativos com mecânicas variadas e recompensas especiais, incluindo a possibilidade de obter personagens gratuitamente. Paralelamente, sistemas internos recebem ajustes, com melhorias na experiência de jogo, novas ferramentas de edição e otimizações gerais de interface.

A versão “Luna VI” de Genshin Impact será lançada no dia 8 de abril, com suporte a progressão cruzada e multiplayer em todas as plataformas.

Rosebush Pruning | Novo filme de Karim Aïnouz ganha trailer e aposta em sátira ácida sobre elites

A MUBI divulgou o primeiro trailer e pôster de “Rosebush Pruning”, novo filme de Karim Aïnouz que chega cercado de expectativa após sua estreia no Festival de Berlim.

O longa reúne um elenco extenso que inclui Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Lukas Gage, Elena Anaya, Elle Fanning e Pamela Anderson.

Família rica, isolamento e tensão crescente

A história acompanha uma família norte-americana vivendo na Catalunha, isolada em uma rotina marcada por excessos, consumo e relações internas instáveis. O ambiente muda quando um estranho entra nesse círculo, funcionando como catalisador de conflitos que já estavam latentes.

A partir daí, o filme se constrói como um estudo de relações familiares atravessadas por poder, desejo e ressentimento, levando a narrativa para um território cada vez mais desconfortável.

Tom provocativo aproxima filme de sátira social

O roteiro é assinado por Efthimis Filippou, conhecido por trabalhos que exploram o absurdo e o comportamento humano em situações limite. Aqui, a proposta segue essa linha, usando o exagero e a ironia para desmontar a ideia de família idealizada.

Críticas internacionais já apontam o longa como uma obra que mistura humor ácido com desconforto, apostando em uma abordagem visual e narrativa que não busca suavizar seus temas.

Karim Aïnouz amplia escala internacional

Depois de projetos recentes fora do Brasil, Aïnouz segue expandindo seu alcance com uma produção internacional que mantém elementos recorrentes de sua filmografia, como relações íntimas em crise e personagens em deslocamento emocional.

Pôster

“Rosebush Pruning” teve estreia no Festival de Berlim e chega em breve ao catálogo da MUBI, ainda sem data confirmada.

Quase Agora | Novo livro de Danilo Heitor usa ficção científica para discutir política e clima

Foto do Autor | Crédito: Divulgação

O escritor paulistano Danilo Heitor lança “Quase Agora”, coletânea de contos de ficção científica publicada pela Editora Folheando, que parte de cenários imaginados para discutir questões concretas do presente, como emergência climática, relações de poder e convivência social.

Escrito entre 2020 e 2023, o livro reúne 25 histórias que transitam entre distopia, utopia e experimentação tecnológica, mantendo um eixo comum: usar o futuro como ferramenta para observar o agora.

Ficção científica como lente para o presente

A estrutura da obra divide os contos em quatro blocos temáticos. Em “Novas tecnologias”, o foco está nas consequências de inovações ainda inexistentes; em “Viagens”, o contato com diferentes tempos e espaços provoca conflitos e deslocamentos.

Já “Distopias” trabalha cenários de dominação e resistência, enquanto “Utopias” propõe alternativas menos pessimistas, sugerindo possibilidades de convivência e transformação.

O conjunto revela um interesse claro do autor em tratar a ficção científica como campo de debate social, mais do que apenas exercício de imaginação.

Processo coletivo marca construção do livro

Parte dos contos surgiu a partir de desafios e trocas em comunidades literárias, como a Revista Mafagafo e a Editora Escambau, evidenciando um processo de escrita compartilhado.

Essa dinâmica também contribuiu para o reconhecimento da obra antes mesmo do lançamento: dois contos do livro foram finalistas do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025.

Influências ampliam repertório da obra

A escrita dialoga com referências clássicas da ficção científica, como Octavia Butler e Ursula K. Le Guin, além de incorporar elementos de outras linguagens, como música e cinema.

O resultado é uma coletânea que alterna entre humor, tom poético e abordagens mais sombrias, variando estilo e estrutura entre os contos.

Livro aposta também em futuros menos pessimistas

Apesar da presença de cenários distópicos, “Quase Agora” abre espaço para perspectivas utópicas, ainda que em menor número.

A escolha reforça uma ideia recorrente na obra: imaginar futuros possíveis não apenas como alerta, mas como exercício de construção.

“Quase Agora”, de Danilo Heitor, já está disponível com 25 contos que exploram diferentes futuros a partir de questões do presente.

“Um Pai em Apuros” aposta no elenco jovem para ampliar o caos familiar da comédia

A comédia “Um Pai em Apuros” chega aos cinemas no dia 23 de abril apostando em uma dinâmica familiar que vai além do protagonista. Embora a trama acompanhe Fred, vivido por Rafael Infante, tentando dar conta da casa sozinho, é o núcleo jovem que sustenta boa parte do ritmo e das situações do filme.

Dirigido por Carol Durão e com distribuição da +Galeria, o longa constrói seu humor a partir do descontrole cotidiano, intensificado pela ausência da mãe, interpretada por Dani Calabresa.

Filhos ampliam o conflito e ditam o ritmo da história

O elenco jovem formado por Xande Valois, Bella Alelaf, Lara Infante e os irmãos Caio e Pedro Costa assume papel central na narrativa. Cada personagem adiciona um tipo específico de conflito, transformando a rotina doméstica em uma sequência de imprevistos.

Xande Valois interpreta o filho mais velho, com foco no universo adolescente, enquanto Bella Alelaf traz uma personagem em fase de afirmação pessoal. Já Lara Infante aparece como a filha mais nova, contribuindo para a dinâmica familiar com uma presença mais espontânea. O bebê da família, vivido pelos gêmeos Caio e Pedro Costa, completa o cenário de caos cotidiano.

Química do elenco reforça tom de comédia leve

A interação entre os atores, construída durante as filmagens, influencia diretamente o resultado em cena. A proposta é manter uma sensação de improviso e naturalidade, aproximando o filme de situações reconhecíveis do público.

Esse tipo de abordagem reforça o tom de comédia familiar, menos dependente de grandes gags e mais centrado em situações do dia a dia levadas ao limite.

História parte de premissa simples para explorar rotina desorganizada

A trama se organiza a partir de um ponto direto: a viagem da mãe obriga Fred a assumir sozinho todas as responsabilidades da casa. A partir daí, o filme explora a dificuldade de equilibrar trabalho, filhos e tarefas domésticas.

O resultado é uma sequência de pequenos conflitos que se acumulam, criando um cenário de descontrole progressivo, típico de comédias familiares recentes.

“Um Pai em Apuros” estreia nos cinemas brasileiros no dia 23 de abril.

“Viva a Noite” estreia no SBT e aposta em nostalgia para reconectar gerações

Luis Ricardo no palco do Viva a Noite (Rogerio Pallatta:SBT)

O Viva a Noite retorna à programação do SBT neste sábado (28), às 22h30, agora em versão reformulada que tenta equilibrar memória afetiva e linguagem atual. O comando fica com Luis Ricardo, acompanhado por Liminha e Rafinha Viscardi.

O revival vem na esteira da edição especial de aniversário da emissora e aposta em um formato que marcou época entre os anos 1980 e 1990, período em que o programa se consolidou como um dos principais espaços de entretenimento popular da TV aberta.

Formato resgata estrutura original com ajustes

A nova versão mantém a lógica de competição entre convidados, agora divididos em times masculino e feminino. Na estreia, participam nomes como Maurício Gasperini, Ovelha e Fábio Villa de um lado, enquanto Renata Banhara, Cida Marques e Katia Romão formam o outro.

A dinâmica segue baseada em provas e interação no palco, preservando a essência do formato original, mas com adaptação para um ritmo mais alinhado à TV atual.

Quadros clássicos retornam ao programa

Entre os elementos resgatados estão atrações conhecidas do público, como a “Prova da Bexiga”, além de novos quadros que dialogam com referências contemporâneas, como o “Que desenho é esse?”, focado em reconhecimento de animações.

Outro destaque é o “Artista Disfarçado”, que estreia com um participante caracterizado como Elvis Presley, reforçando a proposta de brincar com ícones da cultura pop.

Musical e convidados reforçam clima retrô

A estreia também investe em apresentações musicais com forte apelo nostálgico. A cantora Nicki French, conhecida pelo sucesso “Total Eclipse of the Heart”, participa do programa com três performances.

A presença de artistas ligados a diferentes gerações reforça a tentativa de ampliar o alcance do programa para além do público que acompanhou a versão original.

Revival tenta reposicionar entretenimento de auditório

A volta de “Viva a Noite” acontece em um momento de revalorização dos formatos de auditório na TV aberta, apostando em interação, humor e memória como principais motores de audiência.

A estratégia do SBT passa por atualizar um produto já conhecido, mantendo seus elementos mais reconhecíveis enquanto testa novas dinâmicas.

“Viva a Noite” estreia neste sábado (28), às 22h30, no SBT.