Às vésperas do Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, uma pesquisa do CineMaterna, realizada em parceria com a NOZ Inteligência, chama atenção para o papel das avós na criação dos netos e para a desigualdade na divisão dos cuidados dentro das famílias brasileiras.
O estudo ouviu 1.138 mulheres responsáveis por crianças de até dois anos em todo o país e mostra que, embora 71% das mães apontem o parceiro como principal fonte de apoio, 77% afirmam concentrar a maior parte dos cuidados com os filhos.
Rede de apoio continua concentrada entre mulheres
Quando o suporte vai além do casal, ele permanece majoritariamente entre familiares do sexo feminino. Segundo a pesquisa, 31% das entrevistadas contam com a ajuda da própria mãe, enquanto 10% recebem apoio da sogra. Avôs, sogros, irmãos e outros parentes aparecem com participação significativamente menor na rotina das famílias.
O levantamento também mostra que 17% das mães enfrentam essa fase sem qualquer rede de apoio.
Para a presidente do CineMaterna, Mirian Rodrigues, as avós exercem um papel fundamental no cotidiano de muitas famílias, oferecendo acolhimento e suporte em uma fase marcada por mudanças na rotina.
Nascimento dos filhos fortalece vínculos familiares
A pesquisa indica ainda que o nascimento de um bebê aproximou muitas mães de suas famílias. Entre as entrevistadas, 32% afirmaram que a relação com pais e irmãos se tornou mais próxima após a maternidade, enquanto 23% perceberam maior aproximação da família do parceiro.
Esse fortalecimento acontece em um contexto em que muitas mulheres relatam mudanças na vida social. Segundo o levantamento, 39% disseram que parte dos amigos se afastou após o nascimento dos filhos, 20% afirmam ter pouco contato e se sentir isoladas, enquanto 13% relatam ter perdido completamente esse convívio. Apenas 28% dizem se sentir plenamente acolhidas por sua rede de amizades.
Pesquisa propõe reflexão sobre a divisão dos cuidados
Além de destacar a importância das avós, o estudo aponta que o trabalho de cuidado continua sendo exercido, principalmente, por mulheres de diferentes gerações.
Segundo Juliana Vanin, fundadora da NOZ Inteligência, os dados mostram que o cuidado deixa de estar concentrado apenas na mãe, mas continua sendo transferido para outras mulheres da família, em vez de ser compartilhado de forma mais equilibrada.
A pesquisa “Mulher e Agora Mãe – Volume II” aborda temas como saúde emocional, divisão de cuidados, trabalho, lazer, relacionamentos e identidade feminina, reunindo respostas de mães de crianças de até dois anos em diferentes regiões do Brasil.
“Mil Luas” acompanha a trajetória de Chiara em uma história sobre envelhecer com dignidade e provar que nunca é tarde para escolher a si mesma.
Crédito: divulgação
O drama “Mil Luas” chega aos cinemas brasileiros nesta 23 de julho, trazendo uma história sobre envelhecimento, afeto e a busca por novos caminhos. Dirigido e roteirizado por Carina Bini, o longa é protagonizado por Thaia Perez e tem distribuição da ELO STUDIOS.
A produção acompanha Chiara, uma imigrante italiana que dedicou anos à construção de um restaurante para oferecer uma vida melhor à filha. Quando o negócio é vendido, ela precisa lidar com perdas, memórias e a necessidade de reinventar a própria trajetória.
Drama aposta em uma narrativa intimista
A história coloca o envelhecimento no centro da narrativa, abordando temas como autonomia, relações familiares e a possibilidade de recomeçar mesmo diante das mudanças impostas pela vida.
Thaia Perez lidera o elenco, que também reúne Beta Rangel, Nuno Leal Maia, Victor Abrão, Tiago Venusto e Paula Passos.
Filme acumula passagens por festivais
Antes da estreia comercial, “Mil Luas” passou por mais de 15 festivais nacionais e internacionais, incluindo o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Festival de Cinema de Cuiabá, o Islantilla Cinefórum, o Cinefem, o Mònde – Festa del Cinema sui Cammini e o Joburg Film Festival.
Outro diferencial da produção é a presença majoritária de profissionais da terceira idade na equipe, proposta que dialoga diretamente com os temas abordados pelo filme.
Produção integra iniciativa voltada ao protagonismo feminino
Produzido pela Atman Filmes, “Mil Luas” é uma coprodução entre Brasil e Itália e integra o Selo ELAS, iniciativa da ELO STUDIOS dedicada ao incentivo de produções lideradas por mulheres no audiovisual.
Após uma trajetória por festivais nacionais e internacionais, “Mil Luas” faz sua estreia comercial nos cinemas brasileiros em 23 de julho, levando às telonas uma história sobre afeto, autonomia e a possibilidade de recomeçar em qualquer fase da vida.
Quem passar pela Retrocon 2026, entre 24 e 26 de julho, no Expo Transamérica, em São Paulo, poderá experimentar de perto a linha de PCs portáteis Zeenix, principal aposta da Tec Toy para o mercado gamer. Além dos testes, a empresa venderá produtos com preços promocionais exclusivos durante os três dias da feira.
Zeenix Lite e Pro poderão ser testados
No estande da marca, os visitantes terão acesso aos modelos Zeenix Lite e Zeenix Pro, desenvolvidos para rodar desde jogos clássicos até títulos mais recentes em um formato portátil. Os aparelhos também estarão disponíveis para compra com ofertas especiais válidas durante o evento.
Periféricos entram na promoção
A Tec Toy também levará diversos acessórios gamer para a Retrocon, incluindo o Zeenix Pro Controller, os teclados ZN165 e ZN175 Pro, mouse gamer, headset X20, microfone USB, fones intra-auriculares e mochilas da marca.
Quando Moana chegou aos cinemas em 2016, ela veio em uma época em que a Disney havia reencontrado os trilhos depois do sucesso estrondoso de Frozen. Passados apenas dez anos, a animação ganha sua versão em live-action, na sequência do sucesso de Lilo & Stitch.
Mas essa adaptação realmente faz sentido? Depois de uma série de releituras dos clássicos da Disney, quanto mais recente é a obra adaptada, menos mudanças “necessárias” ela sofre. Moana já nasceu em uma fase em que as protagonistas não precisavam de um par romântico para viver um “felizes para sempre”, enquanto suas músicas se aproximavam muito mais dos grandes musicais da Broadway do que das animações clássicas do estúdio.
Mesmo assim, ver Catherine Laga’aia interpretando Moana e o retorno de Dwayne Johnson como Maui mostram que qualquer desconfiança inicial sobre uma adaptação tão recente perde força rapidamente. O elenco carismático, aliado aos cenários exuberantes, mostra que a transição para o live-action acabou sendo um acerto.
Mas será que a Disney realmente acertou nesta nova adaptação?
A história
Conhecemos a lenda da deusa Te Fiti, responsável por criar toda a vida. Um dia, o semideus Maui rouba a pedra que guarda seu coração para entregá-la aos humanos, mas acaba sendo atacado pelo monstruoso Te Ka.
Mil anos depois, conhecemos Moana, uma jovem que sempre foi fascinada pelo mar. Futura líder de sua tribo, ela é constantemente impedida pelo pai de se aproximar do oceano. Ao descobrir, por meio de sua avó, que seu povo já foi formado por grandes navegadores e que o desaparecimento do coração de Te Fiti trouxe o desequilíbrio ao mundo, ela decide partir em uma jornada para restaurar a harmonia.
Enquanto isso, sua ilha começa a sofrer com a escassez de peixes, os coqueiros deixam de dar frutos e fica claro que algo está profundamente errado.
É aí que Moana parte em busca de Maui para convencê-lo a devolver o coração de Te Fiti. No caminho, os dois ainda precisarão recuperar o lendário anzol do semideus antes de enfrentar a jornada final.
Vale a pena?
Por adaptar uma animação lançada há apenas dez anos, o live-action é extremamente fiel ao material original e entrega exatamente aquilo que o público espera. Diferentemente de produções como Aladdin e A Bela e a Fera, aqui a proposta é praticamente recriar a animação cena por cena, preservando sua essência.
Se, por um lado, essa fidelidade agrada aos fãs, por outro, pode gerar certa frustração em quem esperava novidades ou uma abordagem diferente para justificar a existência do remake.
Ainda assim, Moana funciona muito bem como uma nova porta de entrada para quem nunca assistiu à animação ou simplesmente prefere filmes em live-action. Embora não supere o original, encontra seu espaço justamente por apresentar essa história a um novo público.
Catherine Laga’aia surpreende no papel principal e entrega uma Moana segura, carismática e cheia de personalidade, sem ficar na sombra do carismático Maui de Dwayne Johnson.
Por sua vez, Johnson reprisa o personagem com naturalidade. Muito se comentou sobre a aparência de Maui durante a produção, especialmente sua cabeleira, mas devo confessar que o ator entrega um personagem bastante divertido e fiel à animação. Destaque também para as tatuagens animadas, que continuam sendo um espetáculo à parte e podem até indicar um caminho semelhante caso a Disney leve Hércules para o live-action no futuro.
Outro destaque fica para a recriação das ilhas da Polinésia. As belas paisagens ajudam a dar identidade ao filme e cumprem papel semelhante ao que Lilo & Stitch fez ao transformar o Havaí em um dos grandes atrativos da produção.
Quando o assunto é computação gráfica, há momentos em que os efeitos visuais dominam completamente a cena, reforçando justamente por que a história nasceu como uma animação. Enquanto o oceano ganha vida de forma convincente e se torna um dos destaques do filme, os monstros acabam destoando do restante da produção. Em diversas cenas, eles quebram a imersão e fazem lembrar que determinadas sequências continuam funcionando melhor na animação do que no live-action.
Como musical, é impossível não destacar o trabalho de Lin-Manuel Miranda. As músicas continuam sendo um dos maiores pontos fortes da obra e funcionam muito bem na adaptação para o live-action. Ver “Saber Quem Sou” e “De Nada” ganhando vida nas telonas já vale o ingresso e, ao longo da sessão, é difícil não imaginar como um futuro live-action de Encanto poderia aproveitar essa mesma abordagem.
Moana continua sendo uma grande aventura, seja na animação ou agora em live-action. O filme emociona, diverte e mostra mais uma vez aquilo que a Disney sabe fazer de melhor: criar histórias capazes de encantar diferentes gerações. Mesmo sem alcançar o brilho da obra original, entrega um espetáculo que merece ser visto na tela grande.
Ficha técnica
Nota: 4,5 (de 5)
Título:Moana
Direção: Thomas Kail
Roteiro: Jared Bush e Dana Ledoux Miller
Elenco: Catherine Laga’aia, Dwayne Johnson, John Tui, Rena Owen e Frankie Adams
Gênero: Aventura, musical
Duração: 115 minutos
Música: Mark Mancina e Lin-Manuel Miranda
Produção: Walt Disney Pictures e Seven Bucks Productions
A New Tales e a Emeteria lançaram oficialmente Fading Echo, RPG de ação e aventura que já pode ser jogado no PC, via Steam e Epic Games Store. O título também está confirmado para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com lançamento previsto ainda para este ano.
O jogo coloca os jogadores no controle de One, uma jovem capaz de alternar entre sua forma humana e uma forma aquática graças ao poder do Æther. Em um universo fragmentado por diferentes realidades, ela precisará enfrentar a ameaça conhecida como Paradoxo enquanto tenta descobrir a própria origem.
Água é a grande protagonista do gameplay
O principal diferencial de Fading Echo está na forma como utiliza a água durante a aventura. Em vez de servir apenas como habilidade de combate, o elemento interfere diretamente na exploração dos cenários, na resolução de quebra-cabeças e na maneira como cada confronto acontece.
Ao assumir sua forma líquida, One atravessa passagens estreitas, alcança áreas secretas e interage com diferentes elementos do ambiente. Água, vapor, terreno e inimigos reagem entre si, criando situações que incentivam a experimentação em vez de uma única solução para cada desafio.
Conforme novas habilidades são desbloqueadas, o próprio mundo passa a oferecer caminhos e possibilidades inéditas.
Um multiverso cheio de mistérios
A aventura começa em Corel, uma realidade formada por ilhas flutuantes, portais instáveis e ruínas de antigas civilizações. A partir daí, os jogadores exploram diferentes dimensões, cada uma com regras próprias e cenários que mudam constantemente.
Além da exploração, a narrativa apresenta personagens inusitados, aliados improváveis e criaturas curiosas — incluindo uma baleia voadora, cuja origem faz parte dos mistérios do jogo.
Dublagem em português reúne nomes conhecidos
Outro destaque é a localização em português brasileiro. O elenco de vozes conta com profissionais conhecidos do público, como Guilherme Briggs, Carol Valença, Flávia Saddy, Leo Rabello, Adriana Torres e Reginaldo Primo.
A trilha sonora original foi composta por Maxwell Sterling e acompanha tanto os momentos de exploração quanto as batalhas e transformações da protagonista.
Disponível agora
Fading Echo já está disponível para PC por R$ 49,99 no Steam e na Epic Games Store. As versões para PlayStation 5 e Xbox Series X|S chegam ainda em 2026.
A Starlance Studios lançou ZeroSpace em Acesso Antecipado no Steam, marcando a estreia de seu novo jogo de estratégia em tempo real (RTS). Após ganhar destaque durante o Steam Next Fest, o título chega ao público com uma campanha cinematográfica, partidas competitivas e suporte completo ao português do Brasil.
Ambientado no setor Orion, ZeroSpace aposta em uma combinação de estratégia clássica com narrativa ramificada, na qual as decisões do jogador influenciam o desenrolar da campanha. O projeto também conta com a participação de Aaron Kambeitz, cofundador da Relic Entertainment e artista da franquia Homeworld, na direção artística.
No lançamento em Acesso Antecipado, os jogadores encontram o Ato 1 da campanha, com 12 missões, além de modos cooperativo, ranqueado e partidas contra inteligência artificial. O jogo reúne quatro facções distintas, incluindo o Protetorado, os Grell, a Legião e os Xol, esta última sendo introduzida gradualmente ao multiplayer competitivo durante o período de testes.
Para celebrar a chegada do título, a desenvolvedora também anunciou o torneio ZeroSpace: First Contact Invitational, reunindo nomes conhecidos da comunidade de RTS, como PiG, Lowko, TheViper, Harstem, White-Ra e MarineLord. Paralelamente, teve início a Guerra Galática: Temporada Zero, evento comunitário que coloca jogadores em três alianças rivais na disputa pelo controle do setor Orion.
ZeroSpace já está disponível em Acesso Antecipado no Steam por R$ 124,99, com 10% de desconto de lançamento até 3 de agosto.
Os fãs de Euphoria terão a oportunidade de conhecer mais sobre a produção com a chegada de Euphoria: Um Olhar para Trás ao catálogo da HBO Max.
O documentário apresenta entrevistas inéditas com o elenco e imagens de bastidores para mostrar como a série se tornou um dos maiores fenômenos da televisão nos últimos anos. Além do processo criativo, a produção também destaca momentos marcantes da trajetória dos personagens e da repercussão mundial da obra.
Entre os participantes estão Zendaya, Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow e outros integrantes do elenco.
Euphoria: Um Olhar para Trás estreia na HBO Max em 24 de julho.
A quarta e última temporada de Medcezir: Vidas Alheias já pode ser assistida na HBO Max, concluindo a história inspirada na série norte-americana The O.C.
Os novos episódios acompanham os desdobramentos após os acontecimentos da temporada anterior. Enquanto Mira se recupera no hospital, Yaman tenta seguir em frente e preparar o casamento, mas antigos conflitos e novos desafios ameaçam mudar o destino do casal. Paralelamente, outros personagens enfrentam crises familiares, traições e disputas que conduzem a reta final da novela.
O elenco traz Baris Falay, Çağatay Ulusoy, Can Gürzap, Hazar Ergüçlü e Mine Tugay.
A quarta e última temporada de Medcezir: Vidas Alheias já está disponível na HBO Max.
A HBO Max amplia seu catálogo de novelas internacionais com Gaddar: Sem Piedade, produção turca que mistura ação, drama e vingança.
A trama acompanha um ex-soldado que volta para casa e encontra sua cidade dominada pela criminalidade. Determinado a proteger a família, ele passa a aceitar assassinatos por encomenda, mas sua rotina muda completamente quando a antiga namorada reaparece, obrigando-o a escolher entre o caminho da violência e a possibilidade de reconstruir sua vida.
O elenco reúne Çağatay Ulusoy, Sümeyye Aydoğan, Onur Saylak e Erdal Özyağcılar.
Gaddar: Sem Piedade já está disponível no catálogo da HBO Max.
A RIMOWA divulgou um novo episódio de sua websérie estrelado por Aya Nakamura, cantora franco-maliense que participou da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e recentemente entrou para a história ao realizar três shows consecutivos com ingressos esgotados no Stade de France.
Dirigido por Otman Qrita, o curta mostra os dias que antecederam as apresentações e registra um marco histórico: Aya Nakamura tornou-se a primeira artista francesa a realizar três apresentações consecutivas com lotação máxima no estádio, reunindo mais de 220 mil espectadores.
Bastidores revelam preparação para um momento histórico
Longe do palco, o episódio acompanha ensaios, ajustes de produção e a rotina da equipe responsável pelos espetáculos. O filme também destaca o trabalho conjunto entre bailarinos, técnicos e produtores, mostrando a estrutura necessária para colocar de pé uma produção desse porte.
Após os shows, a narrativa ganha um tom mais pessoal ao acompanhar a artista em momentos de descanso ao lado da família e de pessoas próximas. Aya também compartilha reflexões sobre maternidade, carreira, criatividade e os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória.
Mala exclusiva acompanha a cantora
Parceira da RIMOWA há anos, Aya Nakamura recebeu uma mala desenvolvida especialmente para suas turnês. Produzida em alumínio anodizado na fábrica da marca, em Colônia, na Alemanha, a peça foi criada para transportar seus microfones com segurança por meio de um compartimento interno personalizado.
O modelo mantém os elementos tradicionais da linha Classic, incluindo os frisos característicos da marca, alça de couro, acabamento metálico e fechaduras homologadas pela TSA.
A produção faz parte da série da RIMOWA que apresenta histórias de artistas, criadores e personalidades em momentos decisivos de suas carreiras, destacando o trabalho que acontece longe dos holofotes.
Os fãs de Charli XCX terão a oportunidade de ouvir o novo álbum da cantora antes do lançamento oficial. Em parceria com a Warner Music Brasil, o MIS (Museu da Imagem e do Som) promove, no dia 23 de julho, o evento “Music, Fashion, Film: The Listening Events”, com duas sessões gratuitas em São Paulo.
A experiência acontece poucas horas antes da estreia de Music, Fashion, Film nas plataformas digitais e marca a única exibição do projeto fora dos Estados Unidos e do Reino Unido nesta nova etapa da iniciativa.
Audição antecipada e conteúdo inédito
Durante o evento, o público poderá ouvir as 11 faixas do novo álbum em primeira mão. Além da audição, será exibido um filme com registros documentais, imagens de bastidores e gravações em estúdio produzidas por amigos e colaboradores próximos da artista, oferecendo um olhar mais íntimo sobre o processo criativo do disco.
O material já havia sido apresentado em cinemas independentes e espaços selecionados ao redor do mundo. Após pedidos dos fãs, a cantora autorizou novas sessões, incluindo a realizada no MIS.
O novo trabalho sucede a fase de sucesso de Charli XCX e traz as músicas já divulgadas “Rock Music”, “SS26” e “Wink, Wink”. A capa do álbum reúne participações de nomes como John Cale, Marc Jacobs e Martin Scorsese.
Charli XCX amplia atuação além da música
Conhecida por transitar entre o pop e a música experimental, Charli XCX consolidou uma carreira marcada pela reinvenção artística e por colaborações com diferentes produtores e artistas. Além da música, a britânica também atua na moda e no audiovisual, tendo participado de projetos como atriz, roteirista, produtora e compositora de trilhas sonoras.
Serviço
Music, Fashion, Film: The Listening Events
Data: 23 de julho
Sessões: 19h e 21h
Local: Auditório do MIS – São Paulo
Ingressos: gratuitos, limitados a um por pessoa, com retirada na bilheteria do museu a partir das 18h
A cantora Ludmilla sobe ao palco do Qualistage, no Rio de Janeiro, no próximo 23 de julho, para apresentar “Fragmentos: A Experiência”, projeto criado a partir de seu álbum de R&B lançado em 2025. A apresentação será única e contará com participações especiais de Xamã, Duquesa, Veigh e Ajuliacosta.
Mais do que um show, a proposta é transportar o público para o universo do disco por meio de uma experiência audiovisual. A apresentação também será registrada em vídeo.
Lançado em novembro de 2025, Fragmentos representou uma mudança de direção na carreira de Ludmilla ao apostar no R&B contemporâneo. O trabalho reúne influências internacionais e participações de artistas brasileiros e estrangeiros, como Victoria Monét, Muni Long, Luísa Sonza, Veigh, Duquesa, Latto e Emilia Mernes.
Na época do lançamento, o álbum chegou ao Top 10 Global do Spotify, consolidando uma das fases mais experimentais da cantora.
Segundo Ludmilla, o espetáculo foi pensado para ampliar a experiência proposta pelo disco e criar uma conexão mais próxima com o público.
Serviço
Ludmilla – Fragmentos: A Experiência
Data: 23 de julho
Horário do show: 21h30
Abertura da casa: 19h30
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Classificação: 16 anos (menores apenas acompanhados pelos responsáveis)
Ingressos: a partir de R$ 80
“Fragmentos: A Experiência” acontece no dia 23 de julho, no Qualistage, reunindo Ludmilla e convidados em uma apresentação inédita inspirada no álbum de R&B da artista.