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Crítica | Destruição Final 2

Quando Destruição Final chegou aos cinemas em 2020, o filme dialogava diretamente com o momento vivido pelo mundo. Em meio à pandemia, sua narrativa sobre sobrevivência, isolamento e medo do futuro encontrava paralelos evidentes com a realidade. Agora, em 2026, Destruição Final 2 retorna com uma proposta diferente: menos sobre o impacto imediato da tragédia e mais sobre o que vem depois, uma abordagem que, mais uma vez, ecoa o espírito do tempo.

Cinco anos após o cometa ter devastado parte do planeta, a família Garrity segue vivendo em um bunker na Groenlândia. O que deveria ter sido uma estadia de dois anos se estende por meia década, enquanto a Terra continua instável, marcada por terremotos constantes, tempestades elétricas e um clima permanente de insegurança.

Nesse novo cenário, Allison Garrity (Morena Baccarin) se tornou uma das líderes da comunidade no bunker. John Garrity (Gerard Butler), por sua vez, segue se aventurando no mundo exterior para investigar as condições do planeta. Já Nathan Garrity (Roman Griffin Davis), agora adolescente, vive o tédio e as frustrações de uma geração que cresceu confinada, mas que anseia conhecer o mundo além das paredes de concreto.

A trama ganha impulso quando um terremoto de grandes proporções compromete a estrutura do bunker, obrigando seus habitantes a fugir em balsas improvisadas pelo mar da Groenlândia. A família Garrity consegue escapar ao lado da Dra. Amina (Amber Rose Revah), chegando à Inglaterra.

A Dra. Amina acredita que a cratera do impacto do cometa, localizada na França, pode representar um ponto de recomeço para a humanidade. Assim como ocorreu após a extinção dos dinossauros, o local poderia se tornar uma das regiões mais seguras do planeta. Convencidos de que não há muito a perder, eles partem em direção ao continente europeu.

O mundo, porém, mudou radicalmente nesses cinco anos. A travessia revela um planeta marcado por radiação, escassez de água e disputas territoriais violentas. O choque é evidente quando percebem que o Canal da Mancha secou, transformando-se em um deserto, e que o caminho até a cratera exige enfrentar milícias, exércitos improvisados e grupos que veem o território como questão de sobrevivência.

John, cada vez mais fragilizado, tenta manter a família unida enquanto esconde um problema de saúde agravado pelas constantes incursões ao mundo exterior. Suas tosses frequentes denunciam um segredo que cedo ou tarde precisará ser revelado.

No caminho, os Garrity encontram refúgio temporário junto a uma família francesa, em Portugal, em Cascais, um raro momento de acolhimento em meio ao caos. Mas a grande pergunta permanece: chegar à cratera realmente significa segurança?

Opinião

Gerard Butler as John Garrity, Morena Baccarin as Allison Garrity, Amber Rose Revah as Dr. Casey Amina, and Roman Griffin Davis as Nathan Garrity in Greenland 2: Migration. Photo Credit: Courtesy of Lionsgate

Destruição Final 2 escolhe seguir um caminho diferente do primeiro filme, apostando em uma mensagem de otimismo e reconstrução. A ideia de que é possível recomeçar, mesmo após uma catástrofe global, é o motor emocional da narrativa. Ainda assim, soa um tanto irreal a forma como o filme sugere que uma única região do planeta poderia simplesmente reiniciar a vida humana sem carregar cicatrizes profundas.

O longa se dedica a mostrar os efeitos da força da natureza, como terremotos, secas e instabilidade geológica, mas evita discutir de maneira mais direta o papel das escolhas humanas nas tragédias que assolam o planeta. O resultado é uma visão mais confortável do apocalipse, onde as consequências existem, mas raramente são problematizadas em profundidade.

John Garrity segue preso a um arco bastante previsível, o do pai e marido disposto a se sacrificar para garantir a sobrevivência da família. As pistas sobre sua condição de saúde são claras desde cedo, e o roteiro pouco se esforça para subverter essa trajetória, apostando em uma lógica já conhecida do gênero.

Em contrapartida, Nathan Garrity se destaca como uma das boas surpresas do filme. Cético em relação a religiões e tradições, o personagem amadurece ao longo da jornada, refletindo os valores aprendidos em um mundo moldado pelo confinamento e pela perda. Sua evolução traz frescor à narrativa.

Morena Baccarin também ganha mais espaço como Allison Garrity, agora retratada como uma mulher mais independente e segura, capaz de liderar e, quando necessário, cuidar de John, uma inversão sutil, mas bem-vinda, da dinâmica vista no primeiro filme.

Ao expandir sua mitologia e mostrar diferentes realidades ao redor do mundo, do colapso na Groenlândia à crise humanitária na Inglaterra e ao caos na França, Destruição Final 2 reforça a importância das relações humanas em tempos de catástrofe. Os encontros ao longo da jornada funcionam como lembretes de que a sobrevivência não é apenas física, mas também emocional.

No fim das contas, o filme entrega uma história competente, mas que funciona mais como um epílogo do longa original do que como uma reinvenção da franquia. Vale a pipoca, mas é, em essência, mais do mesmo.

Ficha técnica

Nota: 3 (de 5)

Destruição Final 2

Direção: Ric Roman Waugh
Roteiro: Mitchell LaFortune, Chris Sparling
Elenco: Gerard Butler, Morena Baccarin, Roman Griffin Davis
Produção: Basil Iwanyk, Erica Lee, Gerard Butler, Ric Roman Waugh
Fotografia: Martin Ahlgren
Trilha sonora: David Buckley
Distribuição: Diamond Films
Duração: 98 minutos
Países: Estados Unidos, Reino Unido
Estreia: 05 de fevereiro

Agradecimentos a Diamond Films por assistir o filme para produção deste conteúdo

Idealizado por Charli XCX, “The Moment” tem data de estreia confirmada no Brasil

O filme The Moment, baseado em uma ideia original de Charli XCX, já tem data para chegar aos cinemas brasileiros. A produção estreia em 19 de fevereiro, com exibição garantida na rede Cinemark, que também já abriu a pré-venda de ingressos.

Dirigido por Aidan Zamiri, que assina o roteiro ao lado de Bertie Brandes, The Moment acompanha uma estrela pop em ascensão enquanto ela enfrenta as pressões da fama, da indústria musical e da exposição constante, justamente no momento em que se prepara para sua primeira turnê em arenas. Charli XCX interpreta a protagonista, em um papel que dialoga diretamente com sua própria trajetória artística.

O elenco reúne nomes variados e pouco usuais em um mesmo projeto, como Rosanna Arquette, Kate Berlant, Jamie Demetriou, Arielle Dombasle, além de participações de Rachel Sennott, Kylie Jenner e Isaac Powell. A diversidade do elenco reforça o tom híbrido do filme, que transita entre drama, sátira e observação crítica do pop contemporâneo.

Mais do que um retrato convencional dos bastidores da música, The Moment se propõe a olhar para o custo emocional da exposição, da expectativa constante por sucesso e da construção de uma persona pública. A presença ativa de Charli XCX no conceito do projeto reforça a leitura do filme como uma extensão artística de suas inquietações criativas.

The Moment entra em cartaz nos cinemas brasileiros a partir de 19 de fevereiro, exclusivamente na rede Cinemark. A pré-venda de ingressos já está disponível.

Pôster

Wildlife Studios anuncia a 36ª edição de seu hackathon e celebra 15 anos da iniciativa

A Wildlife Studios anunciou a realização da 36ª edição de seu hackathon, a primeira de 2026, marcada para os dias 5, 6 e 7 de fevereiro. Neste ano, a iniciativa completa 15 anos e segue como uma das principais ferramentas da empresa para acelerar o ciclo de desenvolvimento de jogos mobile e testar ideias inéditas antes de chegarem ao mercado.

Ao longo de três dias intensivos, 81 colaboradores, organizados em 30 grupos multidisciplinares, irão atravessar todas as etapas centrais da criação de um jogo. O processo inclui desde a concepção da ideia e prototipagem até a simulação de lançamento e análise de desempenho, com foco em métricas como downloads, retenção e engajamento.

Laboratório prático de inovação

Mais do que um evento interno, o hackathon funciona como um laboratório ágil de experimentação. Em edições anteriores, a iniciativa contribuiu diretamente para o surgimento de 22 novos jogos, reforçando seu papel estratégico dentro da empresa. Em 2026, o foco inclui a aplicação prática de tendências emergentes, como Inteligência Artificial, na criação de experiências jogáveis e testáveis em curto espaço de tempo.

A proposta é permitir que as equipes validem rapidamente ideias no contato direto com o mercado, reduzindo riscos e ampliando o potencial de inovação. Ao final do processo, os protótipos passam por análises que ajudam a definir quais conceitos podem evoluir para projetos maiores.

Uma prática que molda a cultura da empresa

Para Ana Feliciano, Head de Brand & Comms da Wildlife Studios e organizadora do hackathon, a longevidade da iniciativa é um dos seus principais diferenciais. Segundo ela, a recorrência do evento ao longo de 15 anos permite que a empresa incorpore novas tecnologias e abordagens de forma rápida e estruturada, mantendo seus jogos alinhados com as transformações do mercado mobile.

Essa constância também ajuda a fortalecer a cultura interna da empresa, estimulando colaboração entre áreas diferentes e incentivando uma mentalidade de experimentação contínua.

Sobre a Wildlife Studios

Fundada no Brasil em 2011, a Wildlife Studios se consolidou como a maior desenvolvedora de jogos mobile do país e uma das mais relevantes do mundo. O estúdio acumula mais de 4,5 bilhões de downloads globais, conta com mais de 400 colaboradores e mantém escritórios no Brasil, Estados Unidos e Finlândia. Seu portfólio reúne mais de 60 jogos, alcançando bilhões de jogadores em diferentes mercados.

Com a 36ª edição do hackathon, a Wildlife Studios reforça a aposta em processos internos como diferencial competitivo e reafirma o papel da experimentação rápida como parte central da criação de jogos mobile em escala global.

Six Invitational 2026 começa hoje em Paris com cinco times brasileiros e prêmio de US$ 3 milhões

Começa nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o Six Invitational 2026, campeonato mundial de Rainbow Six Siege X. A edição deste ano acontece em Paris, na França, e reúne os 20 melhores times do mundo com base na temporada competitiva de 2025.

A fase inicial do torneio vai até sexta-feira, dia 6, e funciona em formato de grupos. As equipes foram divididas em quatro grupos com cinco times cada, que se enfrentam em partidas melhor de três (Md3), em turno único. O desempenho nesta etapa define os caminhos para a fase eliminatória.

O primeiro colocado de cada grupo avança diretamente para a Rodada 2 da chave inferior. Os times que terminarem em segundo e terceiro lugares seguem para a Rodada 1 da chave superior. O quarto colocado cai para a Rodada 1 da chave inferior, enquanto o último de cada grupo se despede da competição.

O Brasil inicia o mundial com cinco representantes: Black Dragons, FaZe Clan, FURIA, Fluxo W7M e Ninjas in Pyjamas. O país chega como atual bicampeão do torneio, após as conquistas de 2024, com a então W7M Esports, e de 2025, com a FaZe Clan, e busca agora o tricampeonato consecutivo.

O Six Invitational 2026 será disputado na Adidas Arena até o dia 15 de fevereiro e distribui uma premiação total de US$ 3 milhões, cerca de R$ 15 milhões. O evento conta com patrocínio de Xbox Game Pass, Blacklyte e CTRL Healthier Foods.

As partidas do mundial são transmitidas ao vivo nos canais oficiais da Ubisoft na Twitch e no YouTube.

Equipes participantes do Six Invitational 2026

A competição reúne representantes das principais ligas do cenário internacional, incluindo equipes da Ásia-Pacífico, Europa, América do Norte e América do Sul, entre elas G2 Esports, Team Falcons, Team Secret, M80, Oxygen Esports, Weibo Gaming e Shopify Rebellion, além dos times brasileiros.

Com início hoje, o Six Invitational 2026 marca mais um capítulo decisivo do competitivo de Rainbow Six, colocando em jogo não apenas o maior prêmio da temporada, mas também o peso histórico de manter ou quebrar a hegemonia brasileira no torneio.

3ª temporada de Jujutsu Kaisen estreia dublada na Crunchyroll

A 3ª temporada de Jujutsu Kaisen começou a receber dublagem em português brasileiro na Crunchyroll. Os episódios 48 e 49 já estão disponíveis dublados desde 29 de janeiro, marcando o início da adaptação brasileira do arco Migração à Extinção (Culling Game).

Nesta nova fase, o anime mergulha em um jogo mortal que coloca feiticeiros e maldições em confronto direto. As consequências prometem redefinir o mundo da feitiçaria, com batalhas intensas, decisões irreversíveis e o destino dos personagens em jogo.

Dublagem brasileira

Yuri Tupper retorna como Yuji Itadori, enquanto Pedro Alcântara dá voz a Yuta Okkotsu. Léo Rabelo assume novamente Satoru Gojo, ao lado de Fabrício Vila Verde como Megumi Fushiguro e Amanda Brigido como Nobara Kugisaki. O elenco ainda conta com Nizo Neto (Kento Nanami), Amanda Manso (Yuki Tsukumo), Nando Sierpe (Choso), Daniel Ávila (Naoya Zen’in) e Carlos Seidl (Ogi Zen’in), entre outros.

A dublagem é realizada na Som de Vera Cruz Estúdios, com Leonardo Santhos na direção, adaptação e produção. A mixagem fica por conta de Bernardo Herdy, com tradução de Marvin Silva.

Criado por Gege Akutami, Jujutsu Kaisen nasceu como mangá na Weekly Shōnen Jump em 2018 e rapidamente se tornou um fenômeno global. A adaptação em anime, produzida pelo estúdio MAPPA, estreou em 2020 e consolidou a franquia com sua animação de alto nível e personagens carismáticos. No Brasil, o mangá é publicado pela Panini.

Com informações da Crunchyroll Brasil

“The Boy Next World: My Destiny” estreia hoje (1) no Japão e leva romance BL para universos paralelos

O BL japonês ganha um novo título em 2026. The Boy Next World: My Destiny estreou hoje, 1º de fevereiro, no Japão, apresentando uma história romântica que mistura cotidiano universitário, destino e universos paralelos. A série é um remake da produção tailandesa The Boy Next World e marca mais um passo na troca criativa entre o BL tailandês e o japonês.

A trama acompanha Fu Yotsuba, um estudante universitário comum, sem qualquer experiência amorosa, cuja rotina muda drasticamente quando Sara Kogami, um veterano admirado por todos no campus, afirma ser alguém vindo de um mundo paralelo. De forma direta, Sara declara que eles são amantes em outra realidade. O problema é que Fu nunca sequer conversou com ele antes.

Confuso com a situação, Fu tenta racionalizar o absurdo da revelação, mas aos poucos se vê atraído por Sara. O conflito central surge quando ele percebe que não é a mesma pessoa que Sara amou naquele outro mundo. Enquanto Fu lida com essa insegurança, Sara também carrega um segredo importante, fazendo com que o relacionamento dos dois seja guiado por escolhas difíceis e pelo peso do destino.

Elenco jovem e aposta em romance sensível

The Boy Next World: My Destiny

O elenco principal é liderado por Nagumo Shoma, no papel de Sara Kogami, e Hamaya Takuto, que interpreta Fu Yotsuba. A série conta ainda com Uemura Souta como Jin Kano, melhor amigo de Fu, e Nakayama Shingo como Taiga Iimura, amigo de infância de Sara.

Com episódios de cerca de 28 minutos, a produção aposta em uma narrativa mais intimista e emocional, equilibrando elementos de fantasia com dilemas afetivos reais. O foco está menos na explicação do fenômeno sobrenatural e mais nas escolhas emocionais dos personagens diante de sentimentos que parecem inevitáveis.

Do sucesso tailandês ao remake japonês

A versão original, exibida na Tailândia entre janeiro e março de 2025, apresentou a história de Cir e Phu e chamou atenção por unir romance BL e ficção especulativa. O bom desempenho abriu espaço para a adaptação japonesa, que reimagina o conceito dentro do contexto universitário e da sensibilidade típica dos dramas japoneses.

Com estreia semanal aos domingos, The Boy Next World: My Destiny se junta à crescente lista de BLs japoneses que exploram o gênero a partir de abordagens mais conceituais e emocionais, reforçando o diálogo criativo entre diferentes países asiáticos.

Ficha técnica

Título: The Boy Next World: My Destiny
Formato: Série
País: Japão
Episódios: 10
Estreia: 1º de fevereiro de 2026
Exibição: domingos
Duração: 28 minutos
Gênero: BL, romance, drama, fantasia


Com informações do Hub Boys Love

Remake do BL tailandês “Make It Right” é confirmado para 2026

O BL tailandês vive um momento claro de reencontro com suas origens. A produtora Copy A Bangkok confirmou oficialmente o remake de Make It Right para 2026, como parte das comemorações de 10 anos da série original. O anúncio foi feito durante o evento Copy A Bangkok Open House 2026 e rapidamente chamou atenção dos fãs do gênero.

Exibida originalmente em 2016, Make It Right se tornou um dos BLs juvenis mais influentes da Tailândia. A trama acompanha Fuse, um garoto gentil e inseguro que descobre a traição da namorada. Em uma noite regada a bebida, ele acaba acordando na cama de Tee, um amigo da escola. A partir desse episódio, Fuse passa a enfrentar sentimentos inesperados e a perceber que outros colegas também lidam com dilemas semelhantes, criando uma rede de histórias que se cruzam dentro do ambiente escolar.

Love Sick como ponto de partida do BL moderno

Antes de Make It Right, porém, foi Love Sick que abriu as portas para a popularização do BL tailandês. Lançada em 2014, a série apresentou a história de Punn e Noh, dois estudantes de 17 anos que iniciam um namoro falso por conveniência. Punn precisa convencer a família de que já tem um namorado, enquanto Noh busca ajuda financeira para manter o clube de música da escola. O acordo, no entanto, acaba se transformando em um relacionamento real.

Adaptada do web novel Love Sick: The Chaotic Lives of Blue Shorts Guys, a série conquistou o público ao combinar humor, romance juvenil e conflitos familiares, tornando-se referência para produções que viriam nos anos seguintes. Seu impacto foi tão duradouro que, uma década depois, a história ganhou uma nova versão.

Remakes como estratégia para uma nova geração

Exibido entre setembro e dezembro de 2024, LoveSick 2024 atualizou a narrativa original com episódios mais longos, um elenco renovado e uma abordagem alinhada ao mercado atual, sem abandonar a essência que tornou a série um marco. O sucesso do remake confirmou o interesse do público por revisitar títulos fundadores do BL, agora apresentados a uma nova geração de espectadores.

É dentro desse mesmo movimento que se insere Make It Right 2026. Assim como Love Sick, a série de 2016 ajudou a consolidar o BL escolar como um dos formatos mais populares do gênero e revelou atores que mais tarde se tornariam nomes importantes da indústria.

Novo elenco e expectativas para 2026

Para o remake, a Copy A Bangkok apresentou um elenco completamente novo durante o Open House 2026. Entre os nomes divulgados estão Boongkee, Patrick, Shane, Peem, Ppennueng, Eugene, Bible e Tiger. A produtora ressaltou que alguns nomes ainda aparecem de forma fonética e podem sofrer ajustes oficiais nos próximos anúncios. As imagens do elenco foram divulgadas pelo perfil theseriesy_th.

A série original foi exibida entre maio e julho de 2016, com 12 episódios de cerca de 45 minutos, e ajudou a impulsionar carreiras importantes do BL tailandês. No elenco estavam Peak Peemapol Panichtamrong no papel de Fuse, Boom Krittapak Udompanich como Tee e Ohm Pawat Chittsawangdee, que se tornaria um dos grandes nomes do gênero nos anos seguintes.

Além da primeira temporada, Make It Right ganhou continuações como Make It Right 2: The Series e o especial Make It Live: On The Beach, consolidando seu status como uma das franquias BL mais lembradas da Tailândia.

Ainda sem data de estreia confirmada ou detalhes sobre formato e número de episódios, Make It Right 2026 já gera expectativa entre fãs antigos e novos.

Com informações do The Series Y Thailand, Reddit, euphoriajiminv e Soju Boys

BL sul-coreano “Long-Term Relationship” estreia hoje (1º)

Os fãs de BL coreano já têm novidade para conferir. O drama Long-Term Relationship estreia hoje, 1º de fevereiro, na Coreia do Sul, trazendo uma história curta e emocional sobre sentimentos que insistem em não ficar no passado.

A trama acompanha Ji Hun que, um ano após o fim de um relacionamento longo e marcante, decide tentar seguir em frente. Apesar de sair com outras pessoas, ele percebe que não consegue criar conexões reais. Tudo muda quando, em um aplicativo de relacionamento, seu interesse é despertado por alguém aparentemente desconhecido, que acaba sendo justamente seu ex-namorado.

A partir desse reencontro inesperado, Long-Term Relationship levanta questões diretas e universais. É possível fingir que alguém importante do passado é apenas um estranho? Um relacionamento que já terminou pode realmente funcionar novamente?

O elenco principal conta com Jihun Lim e Dojin Kim, que interpretam o casal central e conduzem a narrativa com sensibilidade e realismo.

Ficha técnica

Título original: 장기연애
Título internacional: Long-Term Relationship
Formato: Web series
País: Coreia do Sul
Episódios: 6
Estreia: 1º de fevereiro de 2026
Gênero: BL, romance, drama
Elenco: Jihun Lim, Dojin Kim

Com estreia hoje, Long-Term Relationship reforça a diversidade dos BLs coreanos ao apostar em uma história sobre reencontros, amadurecimento emocional e a dificuldade de encerrar um amor que ainda deixa marcas.

Com informações do Soju Boys

BL “Koko kara saki wa osananajimi ijōdesu” ganha adaptação em dorama vertical no Japão

O mangá BL Koko kara saki wa osananajimi ijōdesu (ここから先は幼なじみ以上です), de Moto, que pode ser traduzido como “Aqui Já Não Somos Apenas Amigos de Infância”, ganhou uma adaptação em live-action no formato de “dorama vertical“, também conhecido como novelas verticais por aqui. A produção estreou em 28 de janeiro de 2026 no aplicativo POPCORN.

A obra acompanha a relação entre dois colegas de longa data cuja convivência confortável começa a se transformar quando sentimentos guardados por anos vêm à tona. Nanami leva uma vida tranquila até que Kairi, seu amigo de infância e vizinho, faz uma declaração direta e inesperada. A partir desse momento, o que parecia uma relação estável entra em um território indefinido, onde carinho, ciúme e insegurança passam a dividir o mesmo espaço.

Na versão para as telas, a história é contada em episódios curtos e verticais, explorando closes, silêncios e a proximidade física entre os personagens. Esse recurso reforça o tom intimista do romance. Ao longo de 30 episódios, o dorama acompanha o deslocamento dessa relação do rótulo de amigos de infância para algo que nenhum dos dois consegue definir com facilidade.

Mangá original

Elenco

O elenco é protagonizado por Keisuke Ushida, no papel de Nanami, e Yudai Shimamura, como Kairi. A direção é de Saki Fukuda, com roteiro assinado por Kentaro Abe. A produção é da WOWOW, em parceria com o Studio15.

Publicada originalmente pela Starts Publishing, a obra de Moto conquistou leitores pela forma delicada com que trabalha a tensão entre proximidade, desejo e silêncio. A adaptação preserva esse foco emocional, agora traduzido para a linguagem ágil das chamadas novelas verticais, um formato que vem ganhando cada vez mais espaço no Japão.

Com informações do PR Times e do Soju Boys

Graphic MSP 48 – Pipa será publicado em março pela Panini Comics

A Panini Comics lança em março Graphic MSP 48 – Pipa, novo volume da linha Graphic MSP, projeto do MSP Estúdios que convida autores brasileiros a revisitarem personagens clássicos em histórias autorais.

Nesta edição, a quadrinista Helo D’Angelo assume a narrativa para apresentar uma leitura sensível e contemporânea de Pipa, personagem ligada ao núcleo da Turma da Tina. A obra aposta em abordagem intimista, com foco em sentimentos, identidade e relações, mantendo o espírito da personagem ao mesmo tempo em que atualiza seu universo para novos leitores.

Ficha técnica

Editora: Panini Comics

Coleção: Graphic MSP

Formato: Capa dura / cartão

Dimensões: 19 x 27,5 cm

Páginas: 96

PARÓDIAS MSP – Woniquinha será publicado em março pela Panini Comics

A Panini Comics lança em março Paródias MSP – Woniquinha, novo volume do selo Paródias MSP, iniciativa do MSP Estúdios voltada a releituras bem-humoradas de referências da cultura pop a partir dos personagens clássicos da Turma da Mônica.

Nesta edição, o bairro do Limoeiro é transportado para um cenário mais sombrio, com versões góticas dos personagens. A proposta dialoga com a estética e o clima de produções populares do streaming, usando esse repertório como base para uma paródia que mantém o tom leve e a identidade da Turma.

O volume integra a linha de capas duras do selo e aposta em narrativa curta, visual marcante e humor de contraste — característica central das Paródias MSP, que revisitam gêneros e estilos sem descaracterizar os personagens.

Ficha técnica

Editora: Panini Comics

Formato: Capa dura / cartão

Dimensões: 19 x 27,5 cm

Páginas: 72

Man of Rust vol. 3 será publicado no Brasil em março pela Panini Comics

A Panini Comics publica em março o terceiro volume de Man of Rust, série de ação escrita e ilustrada por Kei Urushiro. O novo encadernado leva a história a um ponto decisivo ao colocar a batalha contra a milícia em seu momento mais intenso.

Após enfrentarem inimigos como Suzuri, que explora a fragilidade do carvão, e Kaijin, um combatente tão íntegro quanto excêntrico, Ruo e Lavie voltam a encarar Simon, o vice-chefe da milícia. À medida que o confronto se intensifica, o passado de Simon começa a vir à tona, revelando traumas e motivações que ajudam a compreender seu papel no conflito. Paralelamente, o verdadeiro objetivo da milícia passa a se desenhar, ampliando o peso das decisões tomadas até aqui.

Ambientada no chamado “Mundo Caído”, Man of Rust acompanha Ruo, um garoto que sonha em alcançar a superfície e acaba entrando em contato com um poder proibido ligado aos “Restos de Ferro”, relíquias de antigos seres conhecidos como Tetsujin. A série combina fantasia e ação com batalhas baseadas no conceito do “sexto sentido”, no qual a percepção do coração se transforma em força.

O volume 3 aprofunda esse universo e consolida a obra como uma fantasia de ação focada em confrontos intensos e no desenvolvimento emocional de seus personagens.

MAN OF RUST 3
Roteiro e Arte: Kei Urushiro