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“Todo Mundo em Pânico 6” tira sarro de Backrooms, Pecadores e até da febre dos requels em novos pôsteres

A Paramount Pictures divulgou oito novos pôsteres de “Scary Movie 6”, nova sequência da clássica franquia conhecida no Brasil como “Todo Mundo em Pânico”.
As artes promocionais confirmam o alvo principal do filme: a obsessão atual de Hollywood por terror psicológico, nostalgia, remakes infinitos e universos compartilhados que parecem surgir mais rápido do que o público consegue acompanhar.
Entre as produções parodiadas aparecem “Backrooms: Um Não-Lugar”, “Pecadores”, “The Substance” e “A Hora do Mal”.
E honestamente, era questão de tempo até alguém perceber que o próprio terror moderno já parece uma paródia pronta.
Wayans retornam à franquia
O novo filme marca o retorno dos irmãos Wayans ao universo que ajudaram a transformar em fenômeno nos anos 2000.
Marlon Wayans, Shawn Wayans e Keenen Ivory Wayans participam do roteiro, enquanto Marlon e Shawn também reprisam os personagens Shorty e Ray.
Anna Faris retorna como Cindy Campbell, acompanhada de Brenda, personagem interpretada por Regina Hall.
Na trama, o grupo volta a ser perseguido por um assassino mascarado enquanto atravessa uma sequência absurda de referências a filmes, remakes, prequels, requels e spin offs recentes do terror.
Segundo a divulgação oficial, “nenhum clichê sobrevive”.
Pôster

Filme mira cultura pop atual
Além do terror contemporâneo, “Todo Mundo em Pânico 6” também promete brincar com fenômenos recentes da internet e da cultura pop, incluindo a estética liminal de Backrooms e o excesso de franquias recicladas em Hollywood.
O elenco ainda inclui Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner e Damon Wayans Jr..
A direção é de Michael Tiddes.
“Todo Mundo em Pânico 6” estreia nos cinemas brasileiros em 4 de junho de 2026, com pré venda de ingressos já disponível.
O Elefantes na Névoa | Filme coproduzido pelo Brasil estreia em Cannes
O Elefantes na Névoa divulgou seu primeiro trailer oficial antes da estreia mundial no Festival de Cannes. O longa do diretor nepalês Abinash Bikram Shah será exibido na mostra Un Certain Regard, uma das principais vitrines do cinema autoral contemporâneo dentro do festival.
A produção reúne Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega em uma coprodução internacional que conta com participação brasileira das produtoras Bubbles Project e Enquadramento Produções.
E talvez esse seja justamente o tipo de presença internacional que mais fortalece o cinema brasileiro hoje: não apenas exportar filmes, mas participar diretamente da construção criativa e financeira de projetos globais.
Drama mistura investigação, exclusão social e espiritualidade
Ambientado em uma pequena vila no Nepal cercada por florestas habitadas por elefantes selvagens, o filme acompanha Pirati, líder de uma comunidade Kinnar, grupo historicamente marginalizado no sul da Ásia.
A história começa após o desaparecimento de uma das filhas da protagonista, levando a personagem a mergulhar em uma investigação atravessada por conflitos íntimos, violência social e questões ligadas à identidade e pertencimento.
Segundo Abinash Bikram Shah, o longa nasce do interesse pelas relações construídas dentro dessas comunidades e pela maneira como vínculos afetivos se formam além das convenções sociais tradicionais.
O elenco inclui Pushpa Thing Lama, Deepika Yadav, Jasmin Bishwokarma e Aliz Ghimire.
Coprodução reforça presença brasileira em Cannes
A seleção do longa para Cannes também amplia o momento forte das coproduções brasileiras no circuito internacional.
Segundo Tatiana Leite, da Bubbles Project, o projeto chamou atenção pela força emocional do roteiro e pela conexão entre a história nepalesa e temas universais que também dialogam com o Brasil.
Já Leonardo Mecchi, da Enquadramento Produções, destacou a importância do edital de coprodução do FSA para viabilizar projetos internacionais desse porte.
As produtoras brasileiras envolvidas acumulam histórico relevante em festivais internacionais com filmes como Malu, A Febre, Los Silencios e Regra 34.
Trailer
Confira as sessões em Cannes
“Elefantes na Névoa” terá cinco exibições durante o Festival de Cannes:
- 20 de maio — 11h — Debussy Theatre
- 21 de maio — 11h45 — Cineum Salle 3
- 21 de maio — 16h45 — Licorne
- 21 de maio — 20h15 — Bazin Theatre
- 22 de maio — 9h15 — Cineum Screen X
O longa será distribuído no Brasil pela Imovision e estreia mundialmente em Cannes no dia 20 de maio de 2026.
Horimiya chega à Netflix com dublagem em português
Depois de virar um dos romances escolares mais queridos dos últimos anos entre fãs de anime, Horimiya finalmente desembarcou na Netflix com dublagem em português e legendas disponíveis no catálogo brasileiro.
E sim, isso significa uma nova geração inteira descobrindo que o garoto “quieto e estranho” da sala era, na verdade, só bonito demais escondido atrás do cabelo.
Muito além do romance colegial padrão
Baseado no mangá criado por HERO e ilustrado por Daisuke Hagiwara, Horimiya acompanha a relação entre Kyoko Hori e Izumi Miyamura, dois estudantes que escondem lados completamente diferentes de suas personalidades fora da escola.
Enquanto Hori é vista como a garota popular e perfeita da classe, em casa ela passa o tempo cuidando do irmão mais novo e assumindo responsabilidades domésticas. Já Miyamura, tratado como um otaku tímido e antissocial no colégio, vive longe dali com piercings, tatuagens e um visual totalmente diferente.
O encontro entre os dois fora do ambiente escolar dá início à amizade e, eventualmente, ao romance que virou a alma da série.
Anime virou um dos grandes romances da década
Produzido pelo CloverWorks, o anime estreou em 2021 e rapidamente ganhou espaço entre os romances mais populares da nova geração.
A adaptação teve direção de Masashi Ishihama, com trilha sonora de Masaru Yokoyama.
Boa parte do sucesso veio justamente pela forma natural como Horimiya trabalha relacionamentos adolescentes, sem transformar cada conversa em um drama apocalíptico de quinze episódios. Algo quase revolucionário no gênero.
Mangá nasceu como webcomic
Antes do anime, Horimiya surgiu como webmangá em 2007 no site da autora HERO, sob o título “Hori-san to Miyamura-kun”.
A obra depois ganhou versão impressa pela Square Enix, além de OVAs, drama live action e múltiplas adaptações.
O anime principal foi exibido entre janeiro e abril de 2021, consolidando a franquia como um dos romances escolares mais populares da década.
Horimiya já está disponível na Netflix com opções de áudio em português e legendas.
Com informações do Yato
Novo anime de Ghost in the Shell estreia em julho na Prime Video
Depois de anos circulando entre filmes cult, séries experimentais e discussões filosóficas sobre consciência digital que metade da internet finge entender completamente, The Ghost in the Shell finalmente ganhou data de estreia.
O novo anime da clássica franquia cyberpunk estreia em 7 de julho no Amazon Prime Video, que terá janela exclusiva de lançamento antes da exibição na TV japonesa.
Produzida pelo Science Saru, a série adapta novamente o universo criado por Masamune Shirow no mangá original publicado entre 1989 e 1990.
Science Saru assume nova fase da franquia
Conhecido por produções visualmente experimentais como Dandadan e Keep Your Hands Off Eizouken!, o Science Saru lidera a nova adaptação ao lado de nomes como Mokochan na direção e EnJoe Toh na composição da série.
A trilha sonora será assinada por Taisei Iwasaki, Ryo Konishi e Yuki Kanesaka.
O anime também será exibido no bloco Ka Anival!! da TV japonesa através das emissoras Kansai TV e Fuji TV.
Uma das franquias mais influentes da ficção científica
Criado por Masamune Shirow, “Ghost in the Shell” se tornou um dos nomes mais importantes da ficção científica japonesa ao misturar cyberpunk, política, filosofia e ação policial futurista.
A história acompanha a Seção 9 de Segurança Pública, unidade especializada em crimes cibernéticos liderada pela Major Motoko Kusanagi, uma ciborgue que atua em um futuro marcado pela integração extrema entre humanos e tecnologia.
O mangá original influenciou diretamente obras como Matrix, além de redefinir boa parte da estética cyberpunk no cinema e nos animes.
Franquia já passou por diferentes versões
Desde os anos 90, Ghost in the Shell ganhou múltiplas adaptações, incluindo o clássico filme animado de 1995 dirigido por Mamoru Oshii, a série Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e o controverso live action estrelado por Scarlett Johansson em 2017.
Agora, a expectativa gira em torno da abordagem do Science Saru, que deve trazer uma identidade visual mais estilizada e experimental para a franquia.
Estreia

“The Ghost in the Shell” estreia em 7 de julho de 2026 no Prime Video.
Com informações do Yato
Novo BL da GMMTV mistura romance, looping temporal e luta em “Round One”
A GMMTV revelou o primeiro pôster de “Round One”, novo BL protagonizado por Joss Way-ar Sangngern e Gawin Caskey.
Descrita como um drama romântico com elementos de ficção científica e esportes, a série acompanha um lutador e um jornalista presos em um looping temporal, obrigados a reviver os mesmos acontecimentos enquanto tentam descobrir uma forma de escapar do ciclo.
O problema? Quebrar o looping talvez signifique nunca mais se encontrarem.
Equipe vem do sucesso de “ThamePo”
“Round One” será dirigida por Mui Aticha Tanthanawigrai e reúne parte da equipe criativa de “ThamePo”.
Além de Joss e Gawin nos papéis principais, o elenco ainda conta com Mark Pakin Kuna-anuwit e Ohm Thipakorn Thitathan em papéis de apoio.
Na trama, Joss interpreta Zack, enquanto Gawin vive Nick.
Trailer
Pôster

BLs seguem expandindo gêneros
Nos últimos anos, a indústria tailandesa de BL passou a explorar cada vez mais gêneros além do romance universitário tradicional, incorporando suspense, terror, fantasia e ficção científica nas produções.
“Round One” parece seguir exatamente essa tendência, combinando drama emocional com estrutura de looping temporal que lembra produções como “Russian Doll” e “Your Name”, mas dentro da estética e sensibilidade dos BLs tailandeses contemporâneos.
A série ainda não possui data oficial de estreia.
Com informações da Dramaland e BoysLove Hub
Hands-on | Fading Echo (gamescom latam 2026)
Novo projeto da New Tales em parceria com o estúdio Emeteria, Fading Echo vem ganhando atenção nos últimos meses principalmente pelo elenco brasileiro anunciado para sua localização.
Presente na gamescom latam 2026, o jogo chamou atenção não apenas pelo visual extremamente estiloso, mas também pela proposta diferente envolvendo exploração e manipulação de água.
E sinceramente, bastaram poucos minutos na demo para perceber que existe algo muito criativo acontecendo aqui.
Um sci-fi colorido e diferente

A demo perde pouco tempo explicando sua proposta.
Controlamos One, protagonista capaz de alternar entre forma humana e líquida. Em determinados momentos ela pode literalmente se transformar numa esfera de água para atravessar cenários, resolver desafios e explorar caminhos alternativos.
Tudo isso acontece em um mundo aberto com forte estética “desert punk”, misturando ruínas futuristas, regiões áridas e uma paleta de cores extremamente vibrante.
E talvez esse seja justamente o maior diferencial do jogo.
Enquanto muitos títulos sci-fi apostam em tons escuros e neon, Fading Echo segue o caminho oposto. O cenário é cheio de cores fortes e iluminação vibrante, criando uma identidade visual bastante única.
Além disso, as habilidades aquáticas não servem apenas para movimentação.
Durante a exploração, One pode usar água para empurrar inimigos de fogo, atravessar plataformas e interagir com o cenário de formas diferentes dependendo das habilidades desbloqueadas.
Jogabilidade flui melhor do que parece

Como todo jogo focado em exploração, existe uma pequena sensação inicial de desorientação. Em alguns momentos parece fácil se perder tentando entender exatamente para onde seguir.
Mas curiosamente isso melhora bastante conforme aprendemos as habilidades da protagonista.
Assumo que tive certa dificuldade nos primeiros minutos para entender tudo que One conseguia fazer, mas depois que a movimentação “clicou”, a experiência ficou extremamente natural.
E isso acaba sendo um grande mérito do jogo.
Mesmo com várias possibilidades envolvendo exploração e poderes líquidos, os comandos são intuitivos e rapidamente passam sensação de controle total da personagem.
Localização em português chama atenção
Também é impossível ignorar o trabalho de localização brasileira.
Mesmo sem dublagem em português disponível na demo, o jogo já conta com legendas localizadas e nomes conhecidos no elenco nacional, como Carol Valença e Guilherme Briggs.
Na versão original, One é interpretada por Samantha Béart, conhecida principalmente por viver Karlach em Baldur’s Gate 3. E sinceramente, Samantha faz um trabalho excelente na personagem.
Ainda assim, existe bastante curiosidade para ouvir como o elenco brasileiro vai adaptar a personalidade da protagonista na versão final.
Vale a pena?

Em eventos como a gamescom latam, normalmente o tempo disponível para testar um jogo é bastante limitado. Ainda assim, cerca de 30 minutos já foram suficientes para Fading Echo mostrar que existe algo muito promissor aqui.
Visualmente marcante, criativo em suas mecânicas e bastante diferente de outros jogos sci-fi atuais, o título consegue chamar atenção justamente por fugir do óbvio.
Talvez ainda seja cedo para entender até onde sua história e exploração vão evoluir, mas a demo já deixa clara uma coisa. Fading Echo tem potencial para se tornar uma das boas surpresas de 2026.
Com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2026 no PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC, o jogo também já conta com demo gratuita disponível no Steam para quem quiser conhecer melhor sua proposta.
Ficha técnica

Hands-on | Fading Echo (gamescom latam 2026)
DesenvolvedoraEmeteria
PublicadoraNew Tales
PlataformasPlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC
GêneroAção e aventura em terceira pessoa
Lançamento2026
Elenco originalSamantha Béart, Jasmine Bhullar, Liam O’Brien, Laura Bailey, Sam Riegel e Matthew Mercer
Mais informações
Fading Echo
Publicação na América Latina: CriticalLeap
Protagonista: One
Localização: Textos em português brasileiro
Hands-on | Lego Batman: Legacy of the Dark Knight (gamescom latam 2026)
Se existe um personagem que quase sempre recebe bons jogos independente do gênero, esse personagem é o Batman. E em Lego Batman: Legacy of the Dark Knight isso não é diferente.
Um dos destaques da gamescom latam 2026, o novo jogo da LEGO trouxe a oportunidade não apenas de controlar o Batman, mas também jogar com o Comissário Gordon em uma aventura por Gotham que claramente bebe muito da fonte da franquia Batman: Arkham.
E talvez essa seja justamente a maior surpresa do jogo.
Porque apesar de manter o humor pastelão típico da LEGO, Lego Batman: Legacy of the Dark Knight traz uma abordagem muito mais próxima dos jogos modernos do personagem, misturando combate, exploração em mundo aberto e uma Gotham gigantesca para explorar.
Um jogo que abraça todas as versões do Batman

Aqui acompanhamos um Bruce Wayne treinado pela Liga das Sombras retornando para Gotham e assumindo o manto do Batman. E embora a premissa lembre bastante Batman Begins, o jogo claramente mistura referências de praticamente todas as eras do personagem.
O visual da Mulher-Gato lembra a versão de Michelle Pfeiffer em Batman Returns, enquanto o Coringa traz elementos inspirados na interpretação de Heath Ledger em The Dark Knight. Já o Gordon parece diretamente inspirado na versão de Jeffrey Wright em The Batman.
Tudo isso ainda misturado com influências de Batman: The Animated Series e dos jogos Arkham.
O resultado é um jogo que parece abraçar todas as fases do Batman ao mesmo tempo.
Gotham vira um grande playground

A Gotham apresentada aqui é gigantesca e totalmente explorável.
Batman pode planar, escalar prédios usando gadgets e praticamente atravessar a cidade inteira sem limitações. A movimentação lembra um pouco jogos modernos do Homem-Aranha pela verticalidade, mas ao planar existe uma sensação muito mais próxima do Batman moderno dos quadrinhos e jogos.
Mesmo com uma trama mais sombria, Gotham continua carregando aquele visual “fofo” característico da LEGO. E curiosamente isso funciona muito bem, criando uma mistura divertida entre humor e o lado mais sério do personagem.
Jogabilidade lembra muito Arkham
Talvez o ponto mais interessante aqui seja justamente o combate.
As lutas claramente lembram o sistema da série Arkham, misturando combos rápidos, contra-ataques e movimentação fluida contra vários inimigos ao mesmo tempo. Em alguns momentos até lembra jogos da franquia Yakuza pela forma como os golpes conectam rapidamente.
E sinceramente, funciona muito melhor do que se espera de um jogo LEGO.
Na demo disponível durante o evento, era possível jogar com Batman e Gordon, mas outros personagens já confirmados incluem Robin, Asa Noturna, Batgirl, Mulher-Gato e Talia al Ghul.
Cada personagem possui diferenças claras na jogabilidade.
Batman é focado em combate e exploração vertical, enquanto Gordon usa equipamentos próprios e um tipo de asa-delta para atravessar Gotham. Ele claramente não possui a mesma força do Batman, mas utiliza gadgets e armas de suporte para compensar isso.
Mesmo para quem nunca jogou LEGO antes, os comandos são extremamente fáceis de aprender.
Vale a pena?

Se você gosta do Batman, Lego Batman: Legacy of the Dark Knight parece ter sido feito exatamente para esse público.
O jogo entrega fanservice o tempo inteiro, mistura referências de diferentes filmes, quadrinhos e animações, mas sem parecer apenas uma colagem de nostalgia. Existe aqui uma tentativa genuína de criar uma experiência mais ambiciosa para a franquia LEGO.
E talvez o mais impressionante seja justamente como o jogo consegue equilibrar humor, exploração e combate sem perder a identidade do personagem.
Claro que testar uma demo durante a gamescom latam 2026 limita bastante o quanto é possível explorar do conteúdo completo. Ainda assim, o tempo disponível já foi suficiente para mostrar um jogo extremamente divertido e com potencial para ser uma das adaptações mais completas do Batman em muitos anos.
Com lançamento marcado para 22 de maio de 2026 no PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC, Lego Batman: Legacy of the Dark Knight também ganhará uma versão para Nintendo Switch 2 posteriormente.
Ficha técnica

Hands-on | Lego Batman: Legacy of the Dark Knight (gamescom latam 2026)
DesenvolvedoraTraveller’s Tales
PublicadoraWarner Bros. Games
PlataformasPlayStation 5, PC, Xbox Series X, Xbox Series S e Nintendo Switch 2
GêneroAção e aventura
Lançamento22 de maio de 2026 para PS5, Xbox Series X|S e PC. Versão de Nintendo Switch 2 ainda sem data definida.
Mais informações
Lego Batman: Legacy of the Dark Knight
Designer: Matthew Wood
Série: Lego Batman
Motor gráfico: Unreal Engine 5
Em Cannes, ApexBrasil apresenta o Brasil como novo polo global do audiovisual

O Brasil chegou ao Marché du Film 2026 com um discurso bem diferente do que costumava apresentar há alguns anos. Em vez de pedir atenção internacional para o audiovisual brasileiro, a ideia agora é convencer investidores e estúdios de que o país virou um parceiro estratégico para negócios de longo prazo.
Durante a conferência “Brazil Beyond: The Next Decade of the Brazilian Audiovisual Industry”, realizada nesta sexta feira (15) em Cannes, a ApexBrasil apresentou o novo plano de metas do audiovisual brasileiro para o período entre 2026 e 2035.
A proposta aposta em ampliar coproduções internacionais, atrair investimentos estrangeiros e transformar o Brasil em uma plataforma global de produção audiovisual.
Em outras palavras: o cinema brasileiro quer deixar de ser apenas “o filme premiado do festival” e virar também um mercado relevante para negócios.
Brasil tenta vender estabilidade ao mercado internacional
Durante o painel, Maria Paula Velloso, diretora de Negócios da ApexBrasil, afirmou que o foco da nova estratégia é criar previsibilidade e segurança institucional para parceiros internacionais.
Segundo ela, a agência quer funcionar como ponte entre produtores estrangeiros e empresas brasileiras preparadas para coproduções e negócios sustentáveis.
A conferência também contou com participação de Joelma Gonzaga e da produtora Tatiana Leite.
De acordo com o Ministério da Cultura, o setor audiovisual brasileiro movimentou R$ 70,2 bilhões recentemente e gerou mais de 608 mil empregos diretos e indiretos.
Cinema brasileiro amplia presença internacional
Outro ponto destacado em Cannes foi o crescimento do projeto Cinema do Brasil, parceria entre ApexBrasil e o SIAESP.
Segundo os dados divulgados, o programa ultrapassou US$ 73 milhões em exportações no ciclo 2024–2025 e ampliou significativamente a presença de empresas brasileiras no mercado internacional.
A delegação brasileira em Cannes reúne cerca de 80 empresas e quatro distribuidoras nacionais em uma agenda de encontros com representantes de países como França, Alemanha, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul.
Diversidade virou ativo internacional
A ApexBrasil também destacou a expansão de polos audiovisuais fora do eixo Rio São Paulo, com iniciativas voltadas para Norte, Nordeste e Centro Oeste.
O discurso reforça uma percepção cada vez mais forte no mercado internacional: além de custos competitivos, o Brasil oferece diversidade cultural e narrativa difícil de encontrar em outros mercados.
Filmes como Que Horas Ela Volta? seguem sendo citados como exemplos da capacidade brasileira de unir reconhecimento artístico e circulação internacional.
IA e mercado asiático entram na pauta
A agenda brasileira em Cannes continua nos próximos dias com debates sobre inteligência artificial, diversidade e expansão internacional.
Entre os próximos encontros estão painéis sobre coproduções com a França, relações audiovisuais entre Brasil e Japão e discussões sobre os impactos da IA na indústria criativa.
O Marché du Film acontece durante o Festival de Cannes e segue até maio de 2026.











