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Hands-on | Marvel Tokon: Fighting Souls (gamescom latam 2026)

Quando se pensa em Marvel e jogos de luta, é impossível não lembrar imediatamente da parceria com a Capcom. Mas novos tempos trazem novas parcerias e agora a Marvel parece finalmente ter encontrado um novo lar para o gênero nas mãos da Arc System Works.

E sinceramente, faz muito sentido.

Marvel Tokon: Fighting Souls pega toda energia caótica de Marvel vs. Capcom e mistura com o visual estilizado de Dragon Ball FighterZ, criando um jogo que parece a evolução natural desse estilo de combate.

Agora nas mãos da Arc System Works, a Marvel retorna ao gênero em um jogo que fãs de quadrinhos esperavam há anos. E ao invés de tentar seguir um caminho mais realista, o estúdio abraça completamente uma identidade japonesa para seus personagens.

O resultado é um Homem de Ferro com armadura inspirada em samurais e mechas, um Capitão América com discursos dignos de protagonista de mangá shonen e uma Tempestade praticamente saída de um animê mahou shoujo.

Essa influência oriental é justamente o que dá personalidade própria ao jogo.

E por mais que sejam empresas diferentes, Marvel Tokon claramente herda muito do espírito dos antigos jogos da Marvel produzidos pela Capcom. Quando Wolverine dispara seus golpes clássicos ou o Homem de Ferro começa sequências aéreas absurdas, existe imediatamente aquela sensação nostálgica dos antigos versus games.

Testando o jogo na gamescom latam

Giuliano Peccilli

O melhor de tudo é que o jogo estava presente na gamescom latam 2026.

Meio escondido na área dedicada aos jogos de heróis, Marvel Tokon: Fighting Souls podia ser testado pela primeira vez pelo público. E bastaram poucos minutos no controle para perceber que a Arc System Works sabe exatamente o que está fazendo aqui.

Como acontece em praticamente todos os jogos recentes do estúdio, existe aquela mistura visual de 2D com 3D que faz tudo parecer um animê em movimento. Explosões ocupam a tela inteira, os supers são exagerados e cada golpe parece pensado para impressionar visualmente.

Mas o mais importante é que o combate funciona muito bem nas mãos.

Jogabilidade rápida e acessível

Giuliano Peccilli

Mesmo extremamente caótico visualmente, Marvel Tokon é fácil de entender rapidamente.

Aqui escolhemos equipes com quatro personagens e o combate funciona num sistema 4v4 bastante dinâmico. Conforme a luta avança, as trocas entre personagens criam sequências enormes de combos e assistências, lembrando bastante o ritmo frenético de Marvel vs. Capcom.

O diferencial é que toda equipe compartilha a mesma barra de energia, algo que muda bastante a estratégia das partidas e obriga o jogador a pensar melhor nas trocas.

E apesar da velocidade absurda, os comandos respondem muito bem. O combate é rápido, intuitivo e extremamente fluido, mantendo aquele padrão de qualidade que a Arc System Works já mostrou em jogos como Guilty Gear Strive.

Inclusive, a mecânica de “Quebra de Parede” retorna aqui também, permitindo lançar o oponente para outro cenário no meio da luta.

Na demo disponível durante o evento, foi possível jogar em cenários como Mansão X e Terra Selvagem. E talvez uma das coisas mais legais seja justamente perceber como os mutantes voltaram a ganhar destaque nos jogos da Marvel, algo que claramente fez falta em Marvel vs. Capcom: Infinite.

Elenco mistura clássicos e personagens menos óbvios

Giuliano Peccilli

Claro que nomes gigantes como Homem-Aranha, Wolverine, Homem de Ferro e Capitão América estão presentes.

Mas o jogo também abre espaço para escolhas menos óbvias, como Ms. Marvel, Senhor das Estrelas e Robbie Reyes como Motorista Fantasma.

Isso ajuda bastante a dar personalidade ao elenco e evita sensação de “mais do mesmo”.

Vale a pena?

Belíssimo visualmente e extremamente gostoso de jogar, Marvel Tokon: Fighting Souls parece exatamente o jogo que fãs da Marvel pediam há anos.

A Arc System Works entende perfeitamente como transformar personagens famosos em puro espetáculo visual sem perder profundidade na jogabilidade. E talvez o mais impressionante seja justamente como o jogo consegue parecer familiar para quem ama os antigos versus games da Marvel, ao mesmo tempo que constrói sua própria identidade.

Se essa é a primeira parceria entre Marvel e Arc System Works, sinceramente dá vontade de ver isso continuar por muito tempo.

Com potencial enorme para DLCs, temporadas competitivas e torneios como a Evolution Championship Series, Marvel Tokon: Fighting Souls tem tudo para se tornar uma das grandes referências do gênero nos próximos anos.

Com lançamento marcado para 6 de agosto de 2026 no PlayStation 5 e PC, o jogo finalmente parece devolver relevância à Marvel dentro dos jogos de luta depois da recepção morna de Marvel vs. Capcom: Infinite.

Ficha técnica

Hands-on | Marvel Tokon: Fighting Souls (gamescom latam 2026)

DesenvolvedoraArc System Works

PublicadoraSony Interactive Entertainment

PlataformasPlayStation 5 e PC

GêneroLuta

ModosSingle-player e multiplayer

Lançamento6 de agosto de 2026

Mais informações

DireçãoKazuto Sekine

ProduçãoTakeshi Yamanaka, Reed Baird, Kazuma Kizuka e Sayaka Utsunomiya

Marvel Tokon: Fighting Souls

Motor gráfico: Unreal Engine 5

Euphoria coloca Cassie no centro do caos em novo episódio da 3ª temporada

A terceira temporada de Euphoria continua acelerando rumo ao desastre emocional coletivo que a série transformou em marca registrada. O sexto episódio da temporada estreia neste domingo (17), às 22h, na HBO e na HBO Max.

Batizado de “Espera pra Ver”, o novo capítulo coloca Cassie no centro das atenções depois de experimentar seus primeiros momentos de fama enquanto tenta se reaproximar de Nate. Porque aparentemente destruir a própria estabilidade emocional nunca é suficiente em Euphoria. Sempre dá para piorar mais um pouco.

Ao mesmo tempo, a relação entre Maddy e Alamo começa a se desgastar profissionalmente, enquanto os conflitos ligados ao núcleo criminoso da série chegam a um ponto crítico.

Elenco segue reunindo grandes nomes

O elenco principal continua liderado por Zendaya, ao lado de Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow.

O episódio também traz participações de Colman Domingo e Dominic Fike.

Entre as novidades da temporada estão Sharon Stone, ROSALÍA, Danielle Deadwyler e Marshawn Lynch.

Série segue como fenômeno da HBO

Criada por Sam Levinson em parceria com a A24, Euphoria continua sendo uma das produções mais populares da HBO, acumulando 25 indicações ao Emmy e nove vitórias ao longo das temporadas.

Além da repercussão nas redes sociais, a série se consolidou como um dos títulos mais influentes da cultura pop recente, principalmente pela estética visual, trilha sonora e abordagem intensa sobre juventude, vício, sexualidade e saúde mental.

O sexto episódio da terceira temporada estreia em 17 de maio de 2026, às 22h, na HBO e HBO Max.

OPPO entra no mercado de áudio no Brasil com novos fones focados em bateria e jogos mobile

A OPPO decidiu expandir oficialmente sua atuação no Brasil além dos celulares. A marca anunciou nesta quinta feira (15) a chegada dos primeiros fones sem fio da empresa ao mercado brasileiro: “OPPO Enco Buds3” e “OPPO Enco Buds3 Pro”.

Os modelos começam a ser vendidos no país a partir de hoje pela loja oficial da marca e pelo Mercado Livre.

A movimentação mostra um caminho que praticamente toda fabricante de smartphone acabou seguindo nos últimos anos: construir um ecossistema próprio de produtos conectados. Afinal, depois que o usuário compra celular, relógio, tablet e fone da mesma marca… dificilmente ele escapa.

Modelo básico aposta em autonomia

Divulgação: OPPO Brasil.

O Enco Buds3 chega como versão mais acessível da linha, focado em uso cotidiano e longa duração de bateria.

Segundo a OPPO, o modelo oferece até 48 horas de autonomia somando estojo e fones, além de carregamento rápido capaz de entregar até três horas de reprodução com apenas dez minutos na tomada.

O design segue a linha semi intra auricular, buscando conforto para uso prolongado no dia a dia.

Versão Pro mira público gamer e entretenimento

Divulgação: OPPO Brasil.

Já o Enco Buds3 Pro aposta em recursos mais avançados para quem usa o celular como central de entretenimento.

O modelo traz drivers de 12,4 mm com revestimento em titânio, equalização personalizável e modo de baixa latência de 47 ms voltado para jogos mobile.

Na prática, isso significa menor atraso entre áudio e imagem durante gameplay, algo especialmente importante em shooters competitivos e jogos online.

O modelo também possui certificação IP55 contra água e poeira, além de bateria prometendo até 54 horas de uso total com o estojo.

OPPO tenta ampliar presença no Brasil

A entrada da empresa no segmento de áudio faz parte da estratégia de crescimento da OPPO no mercado brasileiro, ampliando o portfólio para além da linha de smartphones.

Globalmente, a companhia afirma possuir mais de 760 milhões de usuários.

Segundo Ethan Xue, presidente da OPPO para a América Latina, a ideia é fortalecer um ecossistema integrado de dispositivos conectados.

Os novos modelos já estão disponíveis no Brasil com os seguintes preços sugeridos:

  • OPPO Enco Buds3 — R$ 299
  • OPPO Enco Buds3 Pro — R$ 499

Os produtos começaram a ser vendidos oficialmente em 15 de maio de 2026.

Hands-on | Invincible VS (gamescom latam 2026)

Se existe um jogo que roubou atenção na gamescom latam 2026, foi com certeza Invincible VS. Com um estande gigante, cosplayers, distribuição de brindes e filas cheias durante o evento inteiro, o jogo mostrou que chegou pronto para disputar espaço entre os grandes nomes do gênero.

E vamos combinar uma coisa. De “novata”, a Quarter Up não tem nada. O estúdio pode até ser recente, mas foi criado por veteranos envolvidos na franquia Killer Instinct, algo que fica evidente assim que colocamos as mãos no controle.

Misturando a velocidade e o caos de Marvel vs. Capcom com a violência absurda de Mortal Kombat, Invincible VS acerta em cheio ao transportar toda brutalidade dos quadrinhos e da animação para dentro das lutas.

Teste com o jogo completo

Giuliano Peccilli

Como o jogo foi lançado junto do evento, a versão disponível já era praticamente a final. Foi possível testar modo história, versus e partidas contra outros participantes da feira.

O elenco conta com 18 personagens jogáveis e impressiona pela fidelidade visual. O traço lembra bastante animações clássicas da DC no estilo Bruce Timm, mas sem economizar na violência gráfica. Ossos quebram, sangue jorra e os golpes passam uma sensação real de impacto.

Quem acompanhou Omni-Man em Mortal Kombat 1 vai perceber rapidamente a diferença aqui. Enquanto no jogo da NetherRealm o personagem precisava se adaptar à identidade visual da franquia, em Invincible VS ele parece ter saído diretamente da animação da Prime Video.

E sinceramente, funciona muito melhor dessa forma.

Nem tudo é perfeito

Se visual, apresentação e gameplay impressionam logo de cara, o equilíbrio entre personagens ainda parece precisar de ajustes.

Alguns lutadores, como Atom Eve, claramente se destacam acima dos demais e conseguem dominar partidas com certa facilidade. Não é algo incomum em jogos de luta no lançamento, mas provavelmente deve receber atualizações de balanceamento nas próximas semanas.

Ainda assim, nada disso atrapalhou a experiência durante os testes.

Jogabilidade

Aqui talvez esteja o maior acerto da Quarter Up.

O sistema de luta usa Active Tag, permitindo trocar de personagem no meio dos combos e criar sequências extremamente agressivas. Tudo acontece de forma rápida e muito fluida, incentivando criatividade o tempo inteiro.

O principal é que os comandos respondem muito bem. O gameplay é rápido, preciso e extremamente responsivo, passando sensação de um jogo muito mais experiente do que se espera de um primeiro projeto do estúdio.

Mesmo nas partidas mais caóticas, dificilmente o combate parece travado.

Muito além do fanservice

Além da trama original, o jogo também apresenta personagens inéditos. O destaque fica para Ella Mental, criada em parceria com Robert Kirkman e Cory Walker exclusivamente para o game.

Outro detalhe interessante é como o modo história tenta expandir personalidades que nem sempre recebem tanto espaço na animação. Alguns personagens acabam ganhando mais profundidade aqui do que na própria série.

E se você acompanha a animação legendada, ouvir J. K. Simmons novamente como Omni-Man adiciona ainda mais peso às lutas. Sua interpretação continua absurda e ajuda muito na imersão durante os combates.

A única coisa impossível de testar durante o evento foi o rollback netcode e a estabilidade do online, algo que hoje é praticamente obrigatório para qualquer jogo competitivo moderno.

Vale a pena?

Giuliano Peccilli

Como fã dos quadrinhos da Image Comics e da animação da Prime Video, Invincible VS parece exatamente o tipo de adaptação que os fãs esperavam há anos.

O jogo entende perfeitamente o universo da obra, respeita seus personagens e transforma toda brutalidade da série em um jogo de luta extremamente divertido.

Mais do que apenas fanservice, existe aqui um gameplay sólido, rápido e viciante, com potencial para crescer junto das próximas temporadas da animação e continuar recebendo novos lutadores por muito tempo.

Lançado para PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC, Invincible VS chega mostrando que pode encontrar espaço facilmente entre os grandes jogos de luta atuais.

Ficha técnica

Invincible VS

DesenvolvedoraQuarter Up

PublicadoraSkybound Games

PlataformasPlayStation 5, PC, Xbox Series X e Xbox Series S

GêneroLuta

ModosSingle-player e multiplayer

Lançamento30 de abril de 2026

Mais informações

DireçãoDave Hall

ProduçãoMike Willette

RoteiroMichael C. Rogers

Arte: Dan Eder

Trilha sonora: The Glitch Mob

Motor gráfico: Unreal Engine 5

A2 Filmes atualiza calendário e confirma live action de “Masha and the Bears” para setembro

A A2 Filmes atualizou seu calendário de estreias para o segundo semestre de 2026 e confirmou mudanças importantes nas datas de alguns lançamentos que chegam aos cinemas brasileiros nos próximos meses.

Entre os destaques está “Masha and the Bears”, adaptação em live action baseada na popular animação russa “Masha and the Bear”, que agora estreia em 17 de setembro.

E sim, existe algo inevitavelmente curioso em ver personagens que funcionavam perfeitamente em desenho animado sendo transportados para o live action. Hollywood faz isso há anos. Agora chegou a vez da Rússia entrar no jogo.

“Franz” abre sequência de estreias

O primeiro lançamento da nova agenda será “Franz”, marcado para 2 de julho. O longa acompanha a trajetória do escritor Franz Kafka, explorando desde a juventude em Praga até os conflitos pessoais que influenciaram sua obra.

A produção aposta em um olhar mais intimista sobre a vida do autor de “The Metamorphosis”.

Pinóquio vira terror slasher

Já em outubro chega “Pinocchio Unstrung”, lançado no Brasil como “Pinóquio: Maldição de Madeira”.

O longa faz parte da onda de releituras sombrias de personagens infantis e transforma o boneco de madeira em figura de horror dentro do universo compartilhado iniciado por “Winnie-the-Pooh: Blood and Honey”.

A produção mistura terror slasher com fantasia macabra e traz Robert Englund, eternizado como Freddy Krueger, no elenco.

Conto clássico fecha agenda

Fechando a programação, “The Proud Princess”, lançado no Brasil como “Princesa e o Plebeu”, estreia em 22 de outubro adaptando um clássico conto europeu em formato animado.

Confira as datas atualizadas:

  • 2 de julho — “Franz”
  • 17 de setembro — “Masha and the Bears”
  • 1º de outubro — “Pinóquio: Maldição de Madeira”
  • 22 de outubro — “Princesa e o Plebeu”

Os filmes chegam aos cinemas brasileiros ao longo do segundo semestre de 2026.

Crítica | Devoradores de Estrelas

Um dia a Terra descobre que pode voltar a viver um período de baixas temperaturas graças a um microrganismo chamado “astrófago”, que está se proliferando na superfície do Sol. Espalhada por diferentes cantos do universo, essa ameaça está consumindo estrelas e colocando planetas inteiros em risco.

E é aqui que um astronauta sem memória acorda sozinho dentro de uma nave espacial, perdido numa galáxia distante.

Ryan Gosling interpreta Ryland Grace, um ex-biólogo molecular que hoje trabalha como professor de ciências do ensino fundamental. Sem lembrar como foi parar ali, ele desperta cercado apenas por fragmentos da própria memória enquanto tenta entender o que realmente está acontecendo ao seu redor.

Só que uma estranha nave tenta fazer contato com ele.

Tentando evitar aproximação, Ryland percebe que o encontro é inevitável e acaba conhecendo uma criatura alienígena que batiza de Rocky. E é justamente aqui que o filme começa realmente a mostrar sua personalidade.

Enquanto tenta descobrir por que está naquele sistema estelar tão distante da Terra, Ryland começa também a recuperar lembranças envolvendo o Projeto Hail Mary, iniciativa criada por diferentes países para encontrar uma solução para o colapso do Sol.

Aos poucos, ele percebe que Rocky está ali pelo mesmo motivo. Ambos estão tentando salvar seus respectivos planetas.

Mas o que existe de tão especial naquele sistema capaz de mudar o destino do universo?

Vale a pena?

A primeira coisa que pensei assistindo Devoradores de Estrelas foi o quanto ele lembra Perdido em Marte. Depois descobri que ambos são baseados em livros de Andy Weir, o que explica bastante as similaridades não só na temática espacial, mas principalmente na forma leve e divertida de lidar com a solidão no espaço.

Mas falando especificamente de Devoradores de Estrelas, o jeito completamente irreverente do Ryland e o visual bastante colorido fazem o filme seguir um caminho muito mais divertido do que contemplativo. Em vários momentos dá até para sentir influência do estilo de Phil Lord e Christopher Miller, principalmente na forma como o humor quebra tensão o tempo inteiro.

Ryan Gosling entrega um protagonista extremamente carismático. Ryland é meio maluco, exagerado e parece enxergar humor até nas situações mais absurdas possíveis. Suas cenas discutindo soluções científicas enquanto conversa com chefes de estado são completamente fora da casinha e funcionam justamente por isso.

Mas o grande coração do filme está mesmo na relação entre Ryland e Rocky.

Se no trailer existe um mistério em torno da criatura alienígena, aqui Rocky rapidamente se transforma no personagem mais divertido da história. A dinâmica dos dois cresce de forma tão natural que o filme praticamente vira uma comédia espacial sobre amizade improvável. Rocky aprende ironias, entende comportamentos humanos e até tenta imitar Ryland em alguns momentos, criando cenas realmente hilárias.

E talvez esse seja o maior diferencial do longa.

Se você espera algo mais contemplativo como Gravidade, pode esquecer. Devoradores de Estrelas aposta no humor do começo ao fim, lembrando muito a energia do Dr. Mark Watney em Perdido em Marte, só que elevado ao máximo.

Trazendo boas surpresas e deixando para o final respostas importantes sobre como Ryland foi parar naquela missão, Devoradores de Estrelas entrega uma ficção científica muito diferente do que normalmente se espera do gênero. Aqui o filme troca o peso de salvar a Terra pela amizade improvável entre Ryland e Rocky, que acaba se tornando o verdadeiro coração da história.

Baseado no livro de Project Hail Mary, Devoradores de Estrelas chega aos cinemas mostrando que até o fim do mundo pode render uma das amizades mais divertidas da ficção científica recente.

Ficha técnica

Devoradores de Estrelas

DireçãoPhil Lord e Christopher Miller

ElencoRyan Gosling, Sandra Hüller, Lionel Boyce, Ken Leung e Milana Vayntrub

Duração156 minutos

PaísEstados Unidos

ProduçãoAmy Pascal, Ryan Gosling, Phil Lord, Christopher Miller e Andy Weir

Lançamento19 de março de 2026 no Brasil

Mais informações

Devoradores de Estrelas

Baseado em: Project Hail Mary, de Andy Weir

Trilha sonora: Daniel Pemberton

Fotografia: Greig Fraser

Idioma: Inglês

Avaliação
4,5/5
JWave

Globo transforma Copa de 2026 em operação gigante entre TV, streaming, creators e experiências ao vivo

Créditos: Denilson, Eric Faria, Mariana Spinelli, Fábio Porchat, Karine Alves, Everaldo Marques e André Rizek. Créditos: Manoella Mello/Globo.

A Globo quer fazer da 2026 FIFA World Cup mais do que uma transmissão esportiva. A emissora apresentou nesta quinta feira (14) o plano de cobertura para o Mundial e deixou claro que a estratégia passa longe de depender apenas da televisão tradicional.

A ideia agora é transformar a Copa em um fluxo contínuo de conteúdo espalhado entre TV aberta, streaming, redes sociais, creators, eventos presenciais, vídeos verticais e experiências interativas. Em resumo: não importa onde o público esteja olhando, a Globo pretende estar lá falando sobre futebol.

E honestamente, faz sentido. Em 2026, metade do público vê o jogo na TV enquanto comenta no celular, assiste melhores momentos no TikTok e discute arbitragem em grupo de WhatsApp ao mesmo tempo.

Mais de mil horas de transmissão

Segundo a Globo, serão mais de 1.000 horas de transmissão ao vivo e mais de 500 profissionais envolvidos na cobertura, incluindo 120 enviados especiais para Estados Unidos, México e Canadá.

A emissora também vai apostar pesado em tecnologia. O chamado “Estádio da Globo”, montado nos Estúdios Globo, será um espaço com realidade aumentada, inteligência artificial e painéis de alta definição usados nas transmissões da TV Globo e do sportv.

No Globoplay, a empresa promete baixa latência para aproximar o streaming da transmissão em tempo real, enquanto o sportv terá todos os jogos exibidos em 4K e 60 quadros por segundo.

Já o ge.globo e o GloboPop concentrarão conteúdos rápidos, cortes, vídeos verticais e interação nas redes sociais.

Creators e influenciadores entram de vez na cobertura

Uma das grandes apostas da Globo para esta Copa será a integração com creators e influenciadores digitais. Em parceria com a Play9, o projeto “2026 Convocados” reunirá 26 influenciadores e cerca de 2 mil micro e nano creators espalhados pelo país.

Nomes como Fred Bruno, Fábio Porchat e Ronaldinho Gaúcho terão participação forte na cobertura, misturando entretenimento, humor e bastidores da Seleção.

A Ge TV também fará sua primeira cobertura de Copa com transmissão gratuita de 32 partidas e linguagem voltada ao público digital.

Eventos presenciais e nova TV 3.0

Além da cobertura online, a Globo também prepara experiências físicas em cidades brasileiras. O principal projeto será o Arena Globo, montado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, com transmissão dos jogos do Brasil, ativações e eventos gratuitos.

Outras arenas espalhadas pelo país também receberão sinal oficial das partidas da Seleção.

A Copa de 2026 ainda marcará o lançamento oficial da DTV+, conhecida como TV 3.0, que adicionará recursos interativos à transmissão aberta em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília para usuários com aparelhos compatíveis.

25 marcas já fecharam parceria

A operação comercial da Globo para a Copa já reúne 25 patrocinadores, incluindo Ambev, Itaú Unibanco, Amazon, BYD, OpenAI e Claro.

Segundo a emissora, a estratégia é transformar a Copa em um grande ecossistema de mídia, entretenimento e engajamento contínuo durante todo o torneio.

A Copa do Mundo FIFA 2026 começa em 11 de junho de 2026.

Créditos da foto: Denilson, Eric Faria, Mariana Spinelli, Fábio Porchat, Karine Alves, Everaldo Marques e André Rizek. Créditos: Manoella Mello/Globo.

Filme de “A Viagem” revela primeira imagem de Carolina Dieckmann e Rodrigo Lombardi

Crédito: Globo/Estevam Avellar

Quem cresceu traumatizado com Alexandre aparecendo no escuro provavelmente já pode começar a preparação emocional. O filme de “A Viagem” ganhou sua primeira imagem oficial, mostrando Rodrigo Lombardi e Carolina Dieckmann como Otávio e Diná na nova adaptação produzida pelos Estúdios Globo.

O longa será inspirado na obra de Ivani Ribeiro e promete trazer os conflitos centrais da história para os dias atuais, revisitando temas como obsessão, espiritualidade, culpa e vingança sobrenatural, agora em formato cinematográfico.

Na nova versão, Pedro Novaes interpreta Alexandre, personagem que virou um dos vilões mais lembrados da dramaturgia brasileira nos anos 90 e provavelmente responsável por uma geração inteira evitar olhar corredor escuro de madrugada.

Nova adaptação moderniza clássico da TV

Embora detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em sigilo, a proposta parece atualizar a história sem abandonar os elementos espirituais e dramáticos que fizeram da novela original um fenômeno cultural.

O roteiro é assinado por Jaqueline Vargas, enquanto a direção fica por conta de Henrique Sauer. A produção é de Isabela Bellenzani, com produção executiva de Betina Paulon e supervisão artística de José Luiz Villamarim.

“A Viagem” segue como fenômeno da TV brasileira

Exibida originalmente em 1994, “A Viagem” se tornou uma das novelas mais populares da história da televisão brasileira, principalmente por misturar drama familiar com temas ligados ao espiritismo de forma acessível ao grande público.

As reprises constantes ao longo dos anos ajudaram a manter a novela viva entre diferentes gerações, transformando personagens como Alexandre em parte permanente da cultura pop brasileira.

O filme de “A Viagem” está atualmente em produção pelos Estúdios Globo e ainda não possui data oficial de estreia.

Crédito: Globo/Estevam Avellar

Lais Bianchessi aposta no pagode romântico autoral em novo EP e lança clipe de “Tarde Demais”

Lais Bianchessi entrou de vez na fase mais pessoal da carreira. A cantora lançou nesta sexta feira (15) seu primeiro EP totalmente autoral, acompanhado pelo clipe de “Tarde Demais”, faixa escolhida como foco principal do projeto.

Conhecida pelo crescimento rápido dentro do pagode romântico nas plataformas digitais, Lais agora assume também o papel de compositora das cinco músicas do trabalho. E o resultado segue exatamente a linha que domina boa parte do gênero hoje: refrão forte, sofrência elegante e aquele tipo de letra feita para virar legenda de story às duas da manhã.

Clipe aposta em clima dramático

Com direção de Netto Mallupy e estética assinada pela DIG JAM, o vídeo de “Tarde Demais” acompanha um casal preso em uma relação desgastada, mas incapaz de realmente se afastar.

A música gira em torno daquele clássico dilema emocional que o pagode conhece bem: duas pessoas sabendo que o relacionamento não funciona… e continuando mesmo assim.

O refrão entrega exatamente essa proposta:

“Eu sei que a gente não dá certo junto
Mas eu não quero a gente separado”

Além da faixa principal, o EP traz as inéditas “Falta”, “Segura Minha Mão”, “Gratidão” e uma versão em pagode da música “Seu Cheiro”.

Números fortes nas plataformas

Lais Bianchessi já soma mais de 145 milhões de reproduções nas plataformas digitais e mantém uma base relevante nas redes sociais, ultrapassando 6 milhões de seguidores.

Nos últimos meses, a cantora também ampliou presença no cenário do pagode ao dividir palco com nomes como Thiago Martins, Vitão e Ivete Sangalo, que chegou a convidá la para participar do projeto “Ivete Clareou”.

Segundo Lais, o novo EP representa uma fase de amadurecimento artístico e aproximação mais direta com o público através das próprias experiências e composições.

O clipe de “Tarde Demais” já está disponível no YouTube oficial de Lais Bianchessi, enquanto o EP foi lançado nas plataformas digitais em 15 de maio de 2026.

Indicada ao Oscar, Inga Ibsdotter Lilleaas viverá Claudia Andujar em novo filme produzido por Wagner Moura

Produtora e cofundadora da Maria Farinha Filmes, Ana Lucia Villela; a atriz Inga Ibsdotter Lilleaas; e a diretora Sandra Delgado. Foto por Iara Morselli. Cortesia da Maria Farinha Filmes

A Maria Farinha Filmes anunciou um projeto que já nasce mirando o circuito internacional. “A Estrangeira”, novo longa escrito e dirigido por Sandra Delgado, terá como protagonista a atriz norueguesa Inga Ibsdotter Lilleaas, indicada ao Oscar por “Valor Sentimental”.

O filme será inspirado na vida de Claudia Andujar, artista nascida na Suíça que se tornou uma das vozes mais importantes na defesa do povo Yanomami e da preservação da Amazônia.

E honestamente, poucas trajetórias parecem tão cinematográficas quanto alguém que sobrevive ao trauma do Holocausto para depois transformar fotografia em arma política no coração da floresta amazônica.

Filme acompanha trajetória de resistência de Claudia Andujar

A trama acompanha a chegada de Claudia ao Brasil após perder familiares durante a Segunda Guerra Mundial. Na Amazônia, ela desenvolve uma relação profunda com o povo Yanomami e passa a documentar não apenas sua cultura, mas também a violência sofrida pelas comunidades indígenas durante a expansão da ditadura militar na região.

Segundo a sinopse divulgada, o filme mostrará o momento em que a fotógrafa transforma seu trabalho em instrumento de denúncia contra os impactos da abertura de rodovias e do avanço sobre territórios indígenas.

As fotografias de Claudia Andujar hoje fazem parte de coleções permanentes do Museum of Modern Art e da Tate, além de ocuparem espaço permanente em Inhotim.

Wagner Moura também estará no elenco

Wagner Moura participa do projeto como produtor executivo e também terá um papel importante no elenco. O ator vem de uma sequência forte no circuito internacional após “O Agente Secreto”, trabalho que lhe rendeu prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, Globo de Ouro e indicação ao Oscar.

Segundo Sandra Delgado, a escolha de Inga aconteceu após Wagner conhecer a atriz no Festival de Telluride. A diretora afirmou que buscava alguém capaz de representar tanto as origens europeias de Claudia quanto sua conexão emocional com o Brasil.

Inga ganhou projeção internacional com “Valor Sentimental”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2026. A atriz também estrelou produções como “A Beautiful Life”.

Primeiro longa de ficção de Sandra Delgado

Embora já tenha trabalhado em séries como Maria e o Cangaço e projetos documentais, “A Estrangeira” marcará o primeiro longa de ficção de Sandra Delgado como roteirista e diretora.

A cineasta pesquisa a obra de Claudia Andujar há mais de duas décadas e desenvolve o projeto ao lado de consultores ligados diretamente à história da fotógrafa e do povo Yanomami.

“A Estrangeira” ainda não possui data oficial de estreia, mas foi anunciado oficialmente pela Maria Farinha Filmes em maio de 2026.

Crítica | Maschile Plurale

3 anos depois de Maschile singolare, a continuação chega com intenção de mostrar uma nova etapa da vida do Antonio. Agora dirigido apenas por Alessandro Guida, o filme olha menos para liberdade do protagonista e mais para tudo aquilo que ficou mal resolvido no passado.

Com um estilo bem diferente do original, Maschile Plurale apresenta novos personagens e assume um tom mais contido. Antonio já não parece alguém tentando se jogar no mundo como antes. Agora ele entende melhor seu lugar e tenta lidar com consequências emocionais que ficaram guardadas por anos.

Confeiteiro famoso e influencer nas redes sociais, Antonio vive uma nova fase focado na carreira. Mantendo uma relação sem compromisso com Dario, personagem de Giulio Corso, ele acredita finalmente estar feliz com a própria vida.

Só que o passado bate à porta quando reencontra Luca, vivido novamente por Gianmarco Saurino. O reencontro traz de volta não apenas lembranças de Denis, mas também sentimentos que claramente nunca desapareceram completamente.

Hoje Luca administra um abrigo para jovens LGBTQIA+ ao lado do namorado Tancredi, interpretado por Andrea Fuorto. E é justamente nesse ambiente que o filme começa a mostrar uma nova faceta do Antonio, muito mais madura e cuidadosa do que no longa anterior.

Diferente de Maschile singolare, que usava sexo e liberdade como parte do amadurecimento do protagonista, Maschile Plurale segue um caminho mais emocional. Até existem momentos mais quentes, mas o foco aqui está muito mais nas relações humanas e em como cada personagem tenta lidar com o próprio passado.

Entre os novos personagens, Ricky acaba sendo quem mais chama atenção. Jovem, perdido e acostumado a sobreviver recebendo migalhas de afeto, ele acaba despertando algo no Antonio. Existe uma sensação clara de que Antonio enxerga nele o mesmo potencial que Luca enxergou nele anos atrás.

Tentando ajudar Ricky através da confeitaria, Antonio percebe que talvez amadurecer também signifique devolver ao mundo aquilo que um dia fizeram por ele.

Já Dario e Tancredi funcionam mais como obstáculos emocionais dentro da trama. Eles ajudam a criar conflitos e inseguranças envolvendo Antonio e Luca, mas sem ganhar tanto desenvolvimento próprio.

Vale a pena?

Maschile Plurale é muito diferente do primeiro filme, a ponto de parecer quase outra proposta. E curiosamente o próprio longa parece saber disso.

Cristina, personagem de Michela Giraud, praticamente quebra a quarta parede em alguns momentos ao comentar que continuações dificilmente conseguem repetir o impacto do original. Parece até um aviso da própria equipe do filme para quem espera exatamente a mesma experiência de Maschile singolare.

Mas isso não torna a continuação ruim. Apenas diferente.

Enquanto o primeiro filme falava sobre liberdade emocional, sexo e redescoberta, Maschile Plurale prefere discutir luto, amadurecimento e a dificuldade de entender o que realmente vale a pena revisitar.

E talvez seja justamente isso que torna o filme interessante. Ele não tenta repetir a mesma fórmula e entende que Antonio já não é mais aquele homem perdido do primeiro longa.

Ao transformar restos de doces antigos em algo novo, Maschile Plurale deixa clara sua principal mensagem. Relações do passado podem ganhar novos significados sem precisarem ser revividas da mesma forma.

Lançado em 2024, Maschile Plurale funciona menos como uma continuação explosiva e mais como uma reflexão sobre o que sobra depois que aprendemos finalmente a seguir em frente.

Ficha técnica

Maschile Plurale

DireçãoAlessandro Guida

RoteiroAlessandro Guida, Gaia Marianna Musacchio e Giuseppe Paternò Raddusa

ElencoGiancarlo Commare, Gianmarco Saurino, Michela Giraud, Andrea Fuorto, Giulio Corso e Francesco Gheghi

Duração105 minutos

PaísItália

ProduçãoFabula Pictures, Rufus Film e Prime Video

Mais informações

Lançamento2024, na Itália

Maschile Plurale

Fotografia: Giuseppe Chessa

Trilha sonora: Marta Venturini

Avaliação
3,5/5
JWave

Voz de Bulma e Emily em “O Diabo Veste Prada” vira fenômeno digital e faturamento surpreende fãs

Quem cresceu assistindo Dragon Ball Z provavelmente reconheceria a voz de Tânia Gaidarji em poucos segundos. A atriz e dubladora, conhecida principalmente por interpretar Bulma na versão brasileira do anime, agora vive uma fase inesperada da carreira: virou sucesso também no universo de criação de conteúdo digital.

Segundo divulgado pela Privacy, plataforma de monetização de conteúdo, Tânia ultrapassou R$ 170 mil em faturamento em pouco mais de um mês desde sua entrada no serviço.

E talvez isso diga bastante sobre como fandom funciona em 2026: a internet descobriu que nostalgia, carisma e uma voz icônica continuam valendo muito.

Da dublagem clássica para o conteúdo digital

Com mais de três décadas de carreira, Tânia construiu uma trajetória ligada a personagens que atravessaram gerações. Além de Bulma, a atriz também ficou conhecida por trabalhos em The Devil Wears Prada, dublando Emily, personagem de Emily Blunt, além de papéis em Fullmetal Alchemist, xxxHOLiC e Irmão do Jorel.

Recentemente, ela voltou a interpretar Emily em “O Diabo Veste Prada 2”, retomando a personagem cerca de vinte anos depois da primeira dublagem.

Segundo a atriz, a migração para plataformas digitais surgiu tanto pela demanda dos fãs quanto pela vontade de explorar formatos mais pessoais e próximos do público.

“Eu sempre trabalhei com a minha voz. Agora continuo atuando, mas de uma forma diferente”, comentou.

Nostalgia virou ativo forte na internet

O caso de Tânia também mostra como profissionais da dublagem passaram a ocupar um espaço cada vez maior nas redes sociais e plataformas de assinatura. Nos últimos anos, vozes clássicas de animes, séries e filmes começaram a ganhar relevância própria fora dos bastidores, especialmente entre fãs de cultura pop e anime.

A conexão emocional criada por personagens antigos ajuda bastante nesse processo. No caso de Tânia, Bulma segue sendo a principal porta de entrada para novos seguidores.

“A maioria das vezes que sou reconhecida pela minha voz é por causa de algum fã de Dragon Ball”, afirmou.

Na plataforma, a atriz aposta justamente em conteúdo autoral ligado à interpretação e à voz que marcou sua carreira.

A Privacy afirma ter mais de 25 milhões de usuários e 700 mil criadores cadastrados. O perfil de Tânia Gaidarji está disponível na plataforma por assinatura mensal de R$ 39,90.

“O Diabo Veste Prada 2” chegou aos cinemas brasileiros em 2026.