O público carioca terá a chance de assistir Uma Batalha Após a Outra em primeira mão. Dirigido por Paul Thomas Anderson, o longa marca a aguardada parceria do cineasta com Leonardo DiCaprio, vencedor do Oscar. O ator interpreta Bob, um ex-revolucionário que precisa enfrentar o peso de suas escolhas quando a filha, Willa (vivida por Chase Infiniti), é sequestrada por inimigos de seu passado.
A Warner Bros. Pictures e o Festival do Rio organizam uma sessão antecipada nesta quinta-feira, 18 de setembro, no tradicional Cine Odeon. O evento acontece como uma espécie de abertura extraoficial do Festival, que celebra 25 anos em 2025 e terá início em 2 de outubro.
Convites limitados
O público poderá participar da pré-estreia, mas os ingressos são limitados. O resgate dos convites começou em 15 de setembro, às 19h, por meio do link disponível na bio do Instagram oficial do Festival do Rio.
Trailer
Estreia nacional e formatos disponíveis
Após a sessão exclusiva, Uma Batalha Após a Outra estreia oficialmente nos cinemas brasileiros em 25 de setembro de 2025. O filme chega também em salas IMAX e com versões acessíveis, ampliando a experiência para diferentes públicos.
O Kinoplex dá continuidade ao projeto Kinoplex Azul, iniciativa que transforma a experiência de ir ao cinema em algo mais acessível e acolhedor para crianças, jovens e famílias no espectro autista. A próxima sessão acontece no dia 27 de setembro (sábado), às 11h, em cinemas selecionados, com a exibição de “Super Wings em Velocidade Máxima”.
Como funciona a sessão adaptada
Diferente das sessões tradicionais, o Kinoplex Azul é pensado para reduzir estímulos excessivos e oferecer conforto. O som é exibido em volume mais baixo, a iluminação permanece parcialmente acesa durante toda a projeção e não há trailers ou comerciais antes do filme. A capacidade da sala também é reduzida, permitindo que o público possa se movimentar e interagir sem restrições. Essas sessões acontecem mensalmente, sempre no último sábado.
Um ingresso para todos
Outra característica marcante do projeto é a política “Todo Mundo Paga Meia”, que garante meia-entrada para todos os espectadores, sem necessidade de comprovação. A lista de cinemas participantes pode ser consultada diretamente no site do Kinoplex, na área de acessibilidade.
“Super Wings” no cinema
A animação escolhida para esta edição leva para as telonas o popular universo da série infantil. Em “Super Wings em Velocidade Máxima”, Jett, o avião mais rápido do mundo, enfrenta uma missão inesperada quando um fabricante de brinquedos decide sequestrar influenciadores para salvar sua empresa. Cabe à equipe Super Wings se unir para impedir o plano e garantir mais uma aventura cheia de energia, humor e cor.
Ingressos e benefícios
As entradas podem ser adquiridas nas bombonieres dos cinemas, em terminais de autoatendimento ou no site oficial do Kinoplex. Quem faz parte do programa de benefícios Kinoplex+ ainda acumula pontos que podem ser trocados por ingressos ou pipoca grátis.
Amanda Seyfried as Nina and Sydney Sweeney as Millie in The Housemaid. Photo Credit: Daniel McFadden/Lionsgate
A Paris Filmes revelou o primeiro cartaz de “A Empregada” (The Housemaid), suspense baseado no livro de Freida McFadden. O longa terá sessões antecipadas a partir de 19 de dezembro e estreia oficial em 1º de janeiro, exclusivamente nos cinemas brasileiros. Além do cartaz principal, foram divulgados pôsteres individuais dos protagonistas e pequenos teasers que destacam os ambientes da trama.
Do livro para as telas
A história acompanha Millie, uma mulher em dificuldades que encontra uma chance de recomeço ao aceitar o trabalho como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. O que parece ser uma oportunidade de salvação logo se transforma em um pesadelo, quando Millie descobre que os segredos da família são muito mais perigosos que os seus próprios.
Elenco e direção
O filme é dirigido por Paul Feig, conhecido por “Um Pequeno Favor” e “Missão Madrinha de Casamento”. Na produção, ele se junta a Todd Lieberman, Carly Kleinbart Elter e Laura Fischer. O elenco reúne nomes de peso: Amanda Seyfried (“Mamma Mia”) e Sidney Sweeney (“Todos Menos Você”) lideram a narrativa, ao lado de Brandon Sklenar (“É Assim Que Acaba”) e Michele Morrone (“365 Dias”). O roteiro é assinado por Rebecca Sonnenshine, responsável por trabalhos em séries de suspense e fantasia.
Pôster
Expectativa nos cinemas
Com estreia marcada para o início do próximo ano, “A Empregada” aposta no clima de mistério e na popularidade da obra literária para atrair fãs de thrillers psicológicos. A campanha inicial, com cartaz e teasers, já indica que o longa deve explorar tanto o jogo de aparências da alta sociedade quanto o terror íntimo de segredos familiares prestes a explodir.
Cena de “Salve Rosa”, em que Karine Teles e Klara Castanho interpretam mãe e filha
Crédito: Nat Odenbreit
O suspense “Salve Rosa” acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, colocando em destaque um tema delicado: a exposição de crianças na internet. O vídeo antecipa um clima de mistério, pressão psicológica e aquela sensação de que nada é exatamente o que parece. A estreia acontece em 23 de outubro, nos cinemas brasileiros, com distribuição da ELO Studios. Antes disso, o longa entra em cartaz no Festival do Rio.
A trama acompanha Rosa (Klara Castanho), uma adolescente que se torna famosa e vê sua vida virar de cabeça para baixo. Ao lado da mãe, Dora (Karine Teles), ela se muda para um condomínio fechado no Rio de Janeiro. O que deveria ser uma rotina cercada de cuidado e oportunidades logo se transforma em um thriller marcado por obsessão, controle e reviravoltas.
A ideia nasceu de Mara Lobão, que quis explorar o impacto de crianças que crescem sob holofotes digitais. Como ela própria explicou, “é fácil imaginar todo tipo de relação abusiva que pode acontecer quando crianças tão pequenas começam a sustentar a família e a viver sob o julgamento constante do público”.
Quem está por trás da produção
A direção é de Susanna Lira, cineasta com carreira sólida em documentários e ficções que transitam entre drama e crítica social. O roteiro é de Ângela Hirata Fabri, e a produção reúne nomes como Mara Lobão e Rodrigo Montenegro, além de coprodução da Paramount Pictures.
Na parte técnica, o time inclui a diretora de fotografia Lílis Soares, a montadora Diana Vasconcellos, ABC, e a figurinista Renata Russo. A trilha sonora fica nas mãos de Flavia Tygel e Ruben Feffer, que já assinaram trabalhos marcantes no audiovisual brasileiro.
Para quem acompanha o cinema nacional, Susanna Lira dispensa apresentações. Com mais de 19 longas e dezenas de séries e curtas, ela transita entre ficção e documentário. Recentemente, esteve à frente de produções como Fernanda Young: Foge-me ao Controle e Não Foi Minha Culpa, além de séries para Globoplay e Paramount. Em Salve Rosa, traz sua experiência em retratar universos complexos para mergulhar no psicológico de uma relação familiar marcada pela fama.
O peso do tema
Assim como acontece em games narrativos que exploram escolhas difíceis, Salve Rosa promete jogar o público em dilemas que vão além da tela. Até onde vai o direito de uma criança à privacidade? O que acontece quando os limites entre família, carreira e exposição digital se apagam? O suspense funciona como espelho de uma realidade cada vez mais próxima de quem consome ou participa desse tipo de conteúdo online.
Estreia marcada
Com estreia nos cinemas em 23 de outubro, Salve Rosa surge como um dos títulos mais comentados da temporada brasileira. Entre o thriller psicológico e a crítica social, o longa promete incomodar, emocionar e deixar aquele sentimento de jogo mental que todo fã de suspense adora enfrentar.
A história de Demon Slayer e seu sucesso mundial se mistura com a própria animação japonesa, que foi “obrigada” a se reinventar para se aproximar do que a série se tornou.
O filme Mugen Train (atualmente a maior bilheteria do Japão) foi o ponto de virada, repetindo o feito ao exibir o primeiro episódio da terceira e da quarta temporada nos cinemas. Agora, Demon Slayer chega às telonas em sua quarta passagem, desta vez quebrando recordes em escala mundial.
Antes de falar de Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito, é importante destacar que este não é um título qualquer, mas parte de uma franquia consolidada que virou mania nacional e mundial com cosplayers, produtos licenciados e acessórios de personagens, alcançando também o público do streaming.
A cada temporada, o nível de qualidade subiu, e a animação se tornou ainda mais impressionante na tela grande. É nesse ponto que a franquia aumentou a “aposta”, escolhendo encerrar sua trajetória nos cinemas em uma trilogia que promete marcar a história das animações japonesas.
O sucesso de vendas foi tão grande que derrubou a maior plataforma de ingressos do Brasil. Logo depois, redes de cinema anunciaram baldes e copos temáticos, mostrando a força da marca e lembrando o impacto que Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball tiveram ao levar multidões da TV para o cinema.
É preciso reforçar: Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba invadiu a cultura pop de tal forma que se tornou presença constante em eventos de animê, encontros geek e até estourou a bolha daqueles que sempre viam animês apenas como “modinha”.
Nascida nas páginas da antologia mensal Shonen Jump, lar de títulos consagrados como Naruto e One Piece, Demon Slayer seguiu um caminho diferente dos animês “eternos”. Optou por temporadas mais curtas, mas com qualidade máxima em cada episódio. Isso acabou mexendo com a indústria: até One Piece precisou rever seus lançamentos, introduzindo pausas e alongando flashbacks para entregar momentos épicos comparáveis. A obra virou padrão no mercado japonês e forçou outros estúdios a saírem da mesmice.
Agora que revisitamos essa trajetória, vamos falar diretamente da série e do filme?
Resumo até aqui
Tanjiro Kamado se torna Caçador de Oni após sua família ser massacrada e sua irmã Nezuko transformada em demônio. Na primeira temporada, Tanjiro inicia sua jornada, enfrentando diversos inimigos, aprende a Respiração da Água com Urokodaki e conhece os Hashiras.
A saga continuou nos cinemas com Mugen Train, onde Tanjiro, Zenitsu e Inosuke se juntam ao Hashira Kyojuro Rengoku para enfrentar o demoníaco Enmu em um trem.
Na segunda temporada temos o arco Distrito do Entretenimento, em que Tanjiro, Nezuko, Zenitsu e Inosuke se unem ao Hashira Tengen Uzui para investigar desaparecimentos e enfrentar os irmãos demônios Daki e Gyutaro em combates que testam suas habilidades e sua força em equipe. É nesse ponto que surgem os vilões de verdade e a saga entrega uma das lutas mais belas.
Na terceira temporada, com o arco da Vila dos Ferreiros, o grupo treina para enfrentar inimigos ainda mais poderosos, aprofundando o conhecimento sobre a Respiração do Sol e o poder das Luas Superiores. Tanjiro também precisa consertar sua espada, o que o leva até a Vila dos Ferreiros.
Chegamos à quarta temporada, com o arco Hashira Training, onde Tanjiro e os Hashiras se preparam para enfrentar os inimigos mais fortes: todas as Luas Superiores e Muzan Kibutsuji, o demônio supremo.
E é aqui que finalmente entramos na história de Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito.
O filme
Sem mais delongas, Castelo Infinito começa sem resumos ou explicações. Os personagens adentram uma outra dimensão onde o castelo se encontra e logo são separados para enfrentar as Luas Superiores. Enquanto tentam entender as regras daquele mundo, cada um precisa enfrentar hordas de demônios, enquanto as Luas Superiores percebem a presença dos invasores.
O primeiro combate emblemático envolve Shinobu Kochu e a Lua Superior Doma. Ao entrar na sala, Doma se “delicia” com suas súditas, e Shinobu consegue salvar apenas uma delas, por pouco tempo. Doma revela sua precisão mortal nos cortes, tornando o confronto ainda mais tenso.
Shinobu tenta usar ataques com veneno, mas descobre que as Luas Superiores compartilham informações e que Doma desenvolveu resistência contra seus golpes. À medida que intensifica o ataque, Shinobu revela que sua relação com Doma vai além daquele momento: ela busca vingança pelo mal que ele fez à sua irmã, Kanae Kocho.
Mesmo com toda sua destreza, Shinobu é derrotada, tendo seu corpo esmagado quase até a absorção. É nesse ponto que sua discípula, Kanao Tsuyuri, a encontra quase sem vida.
Enquanto outros combates acontecem pelo castelo, um em especial ganha destaque: Tanjiro e Giyu contra a Lua Superior Akaza. A dupla se esforça ao máximo para sobreviver, mas é constantemente separada para ser pega desprevenida. A notícia da morte de Shinobu deixa claro que aquele é o combate final, e que eles precisam dar tudo de si.
Akaza
Akaza elogia Tanjiro por sua evolução, reconhecendo que não será um duelo fácil. E, como em outros momentos clássicos de Demon Slayer, o vilão relembra sua vida como humano. Ao recordar Keizo e seu passado, Akaza percebe que aquela luta deve acabar ali mesmo.
Sua derrota é carregada de simbologia e marca um capítulo importante da trilogia, deixando claro que o verdadeiro inimigo ainda não apareceu. Ao final, o filme deixa aquele gostinho de quero mais, mostrando que este é “apenas o começo do fim”.
Dublagem brasileira
A dublagem foi feita no estúdio Iyuno Brazil (antigo UniDub) e manteve o elenco das temporadas anteriores, com Daniel Figueira como Tanjirō Kamado e Charles Emmanuel na voz de Akaza.
O que sempre chamou atenção em Demon Slayer no Brasil é que a adaptação vai além da simples tradução. Ela cria um jeito de falar que aproxima os personagens do público, cheio de expressões e gírias que soam familiares, mesmo que não tenham nada a ver com a época em que a história se passa. É aquele estilo de localização que marcou Yu Yu Hakusho e Dragon Ball, e que aqui aparece ainda mais afiado.
No cinema, essa escolha faz toda a diferença. A dublagem cria uma ligação imediata com quem assiste, deixando tudo mais próximo e emocionante. É tão bem feita que, sinceramente, ver legendado parece até tirar um pouco da força que a obra ganhou por aqui.
+18 anos
Vamos direto ao ponto: a classificação etária para maiores de 18 anos deixou um gosto amargo em Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito. Muitos jovens que acompanharam a saga ficaram de fora justamente no momento mais aguardado, e a frustração é compreensível.
As redes de cinema até têm se esforçado, oferecendo termos de responsabilidade para assinatura dos pais nas bilheterias ou disponibilizando formulários em PDF pelas redes sociais. É um suporte que raramente se viu para qualquer outro título, mas isso não apaga a sensação de injustiça.
Para quem cresceu assistindo Cavaleiros do Zodíaco em horário aberto na TV, fica difícil aceitar que uma obra como Demon Slayer receba uma classificação tão rígida. O filme tem cenas de violência, mas nada que realmente justifique a indicação para maiores de 18 anos.
O contraste fica ainda mais evidente quando olhamos para fora. Em Portugal, por exemplo, a classificação ficou em 12 anos. Essa discrepância levanta uma preocupação: será que estamos criando uma barreira para os animês nos cinemas brasileiros? Se obras como Chainsaw Man ou Dan Da Dan já enfrentaram lançamentos menores, um cenário de restrições excessivas pode tornar o futuro da animação japonesa nas telonas cada vez mais nebuloso.
Premiere em São Paulo
Premiere – Giuliano Peccilli
No dia 8 de setembro, a Cinemark em parceria com a Sony Pictures e a Crunchyroll fez uma premiere Anime Night com a participação dos dubladores, influenciadores e jornalistas. Foi uma enorme festa para o começo da despedida da saga.
Pude conversar com Daniel Figueira que comentou que estava bem curioso pra ver a reação do público no filme. Sendo a voz do Tanjiro Kamado, ele ainda comentou que ele tentou dar o melhor dele aqui no título e espera que o público goste e torça pelo seu personagem no filme.
Agradecemos o convite da Sony Pictures e a Crunchyroll pelo convite.
Opinião
Encerrar a saga nos cinemas foi uma escolha ousada, mas certeira. Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito é para os fãs de animê e mangá o que O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel foi para a fantasia: um divisor de águas. O filme não apenas dá continuidade à história, mas também se transforma em um marco dentro da animação japonesa.
Mais do que batalhas, a produção impressiona pelo equilíbrio entre animação 2D e recursos em CG. O nível de detalhe é tão cuidadoso que chega a ser difícil comparar com qualquer outra obra do gênero. Tecnicamente, este é o ponto mais alto da franquia, superando até o próprio padrão que ela mesma criou, algo impensável alguns anos atrás.
A trilha sonora reforça esse impacto emocional. Com Lisa e Aimer retornando em “Shine in the Cruel Night” e “A World Where the Sun Never Rises”, o filme carrega consigo uma sensação de despedida. São vozes que já marcaram a trajetória da série e que agora ajudam a fechar esse ciclo com nostalgia.
No campo narrativo, assistir a Castelo Infinito é tão grandioso quanto acompanhar Vingadores: Ultimato. É o fechamento de uma história que nos acompanhou por anos, com o peso de cada batalha e a ansiedade de saber até onde Tanjiro conseguirá chegar diante das Luas Superiores. E quando os créditos sobem, fica o desespero: quando veremos a próxima parte nos cinemas?
Não sabemos se outra animação japonesa conseguirá repetir essa fórmula de sucesso, mas Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito mostra que foi um enorme acerto encerrar a jornada nas telonas. Afinal, parte de sua força sempre esteve ligada à experiência cinematográfica, e nada mais justo do que concluir nesse mesmo espaço.
É, acima de tudo, um filme feito de fã para fã. Se você acompanhou a saga até aqui, provavelmente já correu para o cinema ou está prestes a ir para ver de perto o início desse grande final.
Nota: 5 (de 5)
Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito
Nome Original:Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba The Movie: Infinity Castle
Direção: Haruo Sotozaki
Duração: 155 min
Gênero: Animação
Distribuidor: Sony Pictures
País de Origem: Japão
Agradecimentos a Sony Pictures e a Crunchyroll pelo convite para produção deste conteúdo.
Com suporte em português, Avorion está de volta, oferecendo a oportunidade de relaxar e se perder na imensidão do espaço. O jogo recebeu tradução no último mês e foi uma ótima forma de descobrir (ou redescobrir o jogo se você já tinha jogado anteriormente) a sua proposta.
Como um sandbox, Avorion pode ser comparado a Mario Maker, ou, para quem jogou há mais tempo, a uma espécie de quebra-cabeça cósmico. O jogo explora tudo que está ao seu alcance: você pode extrair minérios, utilizar recursos, comprar e vender, mas a verdadeira diversão está em experimentar diferentes formas de interagir com o universo à sua volta. Cada escolha abre novas possibilidades de exploração e criatividade.
O jogo traz uma trilha sonora relaxante, que combina perfeitamente com a sensação de estar flutuando pelo espaço. À primeira vista, pode parecer simples, indo direto ao ponto, mas a profundidade de Avorion aparece quando você decide o ritmo da sua própria aventura. O charme está em se perder na experiência e descobrir o universo no seu tempo.
A aventura começa com um drone, e tudo parece pequeno e simples. Mas ao observar os detalhes, você percebe a riqueza do cenário: restos de estações espaciais, asteroides vagando pelo espaço e foguetes cruzando a tela. O objetivo do jogo é, basicamente, viajar pelo espaço e chegar ao centro dele, explorando e aproveitando os recursos que estão ao seu redor.
Jogabilidade
No Steam Deck, inicialmente tentei jogar na tela do portátil, mas percebi que Avorion não é um jogo que funcione tão bem com botões de console ou touch, como acontece em Two Point Museum. A experiência completa vem ao conectar teclado e mouse, seja no próprio Steam Deck via hub ou em um monitor. Isso reforça que o jogo foi feito para ser apreciado na sua forma clássica de computador, com controles precisos e interface tradicional.
Tradução em português
Um dos grandes destaques desta versão é o suporte ao português. Jogar no nosso idioma torna a experiência muito mais agradável: nomes de minérios, instruções e menus soam naturais e intuitivos. A tradução é completa, cobrindo todos os textos e letreiros, mantendo um tom neutro que respeita a proposta do jogo, sem exageros ou mudanças de estilo desnecessárias.
Opinião
Depois de dominar o drone, você passa a construir sua própria nave, e é nesse momento que a verdadeira aventura começa. Avorion permite explorar, comprar, vender e, acima de tudo, apreciar os cenários que o jogo oferece. É um título feito para deixar de lado a correria do cotidiano e se dedicar a algo mais calmo, quase como um hobby espacial.
O jogo não é indicado para quem busca narrativas rápidas ou estruturas rígidas, mas brilha para quem gosta de criar, experimentar e se perder nas possibilidades. Ele se destaca sozinho no espaço, oferecendo liberdade infinita enquanto outros jogos, como Mario Maker ou Two Point Museum, ficam restritos a cenários específicos.
No fim, Avorion é uma experiência de relaxamento e imersão. Ideal para aqueles dias cansativos de trabalho ou estudo, é uma ótima opção para desacelerar, se divertir e voltar ao ritmo do cotidiano com a mente mais leve.
Nota: 3,5 (de 5)
Avorion
Desenvolvedor: Boxelware
Distribuidora: Boxelware
Gênero: Exploração, Faça o que Quiser, Simulador Espacial
Agradecimentos a JF Games Press Team pela oportunidade de produzir este conteúdo.
O Nintendo Direct marcou o início das comemorações do 40º aniversário de Super Mario Bros. e trouxe uma série de anúncios, incluindo Mario Tennis Fever, o próximo capítulo da série de tênis que promete agitar os fãs.
Mario Tennis Fever chega com 38 personagens jogáveis, o maior elenco da história da franquia. Cada personagem tem estilo único e combinações diferentes de golpes, permitindo criar estratégias variadas. Além disso, o jogo apresenta 30 raquetes Fever, cada uma com habilidades especiais que mudam completamente a dinâmica das partidas.
Golpes Clássicos e Novas Mecânicas
Os fãs de longa data vão reconhecer os topspins, slices, lobs e outros golpes tradicionais da série, mas o jogo adiciona movimentos de deslize e uma mecânica de defesa focada nos pés, oferecendo novas formas de reagir às jogadas do adversário. As partidas ganham ritmo intenso e mais possibilidades táticas.
Modos de Jogo para Todos
O jogo traz múltiplos modos, entre eles:
Tournament Mode – dispute campeonatos contra personagens da série.
Trial Towers – teste suas habilidades e enfrente desafios cada vez mais difíceis.
Mix It Up Mode – partidas com efeitos do Wonder, adicionando caos às partidas.
Adventure Mode – Mario e amigos viram bebês e enfrentam monstros para voltarem ao normal, misturando ação e aventura.
Trailer
Controles e Experiência Imersiva
Quem gosta de controles de movimento terá Swing Mode com Joy-Con 2, proporcionando uma experiência mais física e interativa.
Lançamento e Disponibilidade
Mario Tennis Fever chega ao Nintendo Switch 2 em 12 de fevereiro de 2026. As pré-vendas estarão disponíveis ainda hoje na Nintendo eShop e na My Nintendo Store.
No novo título Yoshi and the Mysterious Book, a Nintendo convida os jogadores a explorar uma aventura totalmente inédita com o simpático dinossauro verde. A história começa na tranquila ilha onde Yoshi e seus amigos vivem, até que um misterioso livro falante chamado Mr. E cai do céu. Suas páginas estão repletas de informações sobre criaturas incomuns, despertando a curiosidade de Yoshi e dando início a uma jornada única.
Exploração e descobertas
A premissa do jogo gira em torno de investigação e exploração. Yoshi precisa navegar por diferentes ambientes, interagir com criaturas estranhas e desvendar os segredos contidos no livro. A narrativa promete trazer aquele charme característico da série, mesclando aventura leve com desafios que exigem atenção e criatividade.
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Lançamento e plataformas
O jogo será lançado exclusivamente para Nintendo Switch 2 na primavera de 2026, integrando a celebração do 40º aniversário de Super Mario Bros., marcado por anúncios e novidades para fãs da franquia. É uma oportunidade de revisitar o universo de Yoshi com mecânicas novas e visuais renovados.
O Nintendo Direct trouxe novidades para os fãs de Pokémon, incluindo a chegada de Pokémon Legends: Z-A e sua expansão Mega Dimension. O jogo será lançado em 16 de outubro para Nintendo Switch 2, com a versão para Nintendo Switch chegando no mesmo dia. A expansão Mega Dimension leva os jogadores de volta a Lumiose City, agora marcada por distúrbios misteriosos que conectam a cidade a uma dimensão alternativa chamada Hyperspace Lumiose.
Novas Mega Evoluções
A expansão traz Mega Evoluções inéditas para Pokémon clássicos: Chesnaught, Delphox e Greninja recebem novas formas poderosas no lançamento do jogo. Além disso, Mega Dimension apresenta surpresas como Mega Raichu X e Mega Raichu Y, expandindo as possibilidades estratégicas e transformando cada batalha em um novo desafio.
Mistério e o papel de Hoopa
Os distúrbios em Lumiose City parecem estar ligados ao Pokémon mítico Hoopa, prometendo novas missões e confrontos. Explorando Hyperspace Lumiose, os jogadores terão acesso a conteúdos inéditos e experiências que ampliam o universo de Z-A, tornando cada batalha mais imprevisível e emocionante.
Pré-venda e disponibilidade
O DLC Pokémon Legends: Z-A – Mega Dimension estará disponível para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch em breve. Pré-vendas já podem ser feitas via Nintendo eShop e My Nintendo Store, garantindo acesso antecipado às novas Mega Evoluções e conteúdos exclusivos da expansão.
O último Nintendo Direct trouxe uma enxurrada de novidades para os fãs, incluindo retornos icônicos como Super Mario Galaxy e novos títulos como Fire Emblem: Fortune’s Weave e Resident Evil Requiem. Mas um dos destaques estratégicos do evento foi Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, que chega oficialmente em 6 de novembro.
Batalhas Épicas em Hyrule
Em Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, jogadores enfrentam hordas de inimigos lado a lado com aliados, explorando combates intensos e combos estratégicos. O novo sistema de Sync Strikes permite combinar ataques com parceiros para desferir golpes devastadores, enquanto dispositivos Zonai podem ser utilizados para manipular o ambiente – controlando água, vento e outros efeitos para virar a maré das batalhas.
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Cooperação e Estratégia
O jogo oferece co-op em tela dividida para dois jogadores, além da funcionalidade GameShare, permitindo que amigos joguem juntos em sistemas separados, mesmo que apenas um possua o jogo. Essa abordagem amplia as opções táticas e transforma cada combate em um desafio dinâmico, onde a coordenação entre jogadores pode decidir o resultado.
Expansão do Universo de Zelda
Além da ação frenética, Age of Imprisonment explora eventos canônicos apenas vislumbrados em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, oferecendo aos fãs uma nova perspectiva sobre a história de Hyrule. A narrativa conecta pontos antes apenas sugeridos, aprofundando o lore e trazendo uma experiência que mistura combate, estratégia e exploração narrativa.
Lançamento e Pré-Venda
O jogo será lançado oficialmente em 6 de novembro no Nintendo Switch 2, com pré-vendas disponíveis no Nintendo eShop e na My Nintendo Store.
O Nintendo Direct mais recente não apenas abriu oficialmente as comemorações dos 40 anos de Super Mario Bros., mas também trouxe anúncios de peso para outras franquias icônicas da Nintendo. Entre eles, a revelação de Donkey Kong Bananza: DK Island & Emerald Rush, uma expansão cheia de conteúdo para o gorilão da Big N.
Donkey Kong Bananza: DK Island & Emerald Rush chega como o mais novo DLC do jogo principal. Nesta expansão paga, Donkey Kong e Pauline se aventuram em DK Island, lar de rostos familiares e desafios inéditos.
Após concluir a história principal, Void Kong aparece oferecendo um emprego na Void Company: coletar o máximo possível de minério esmeralda no modo Emerald Rush. Cada tentativa traz recompensas como fósseis que garantem novos perks, além dos Banandium Gems, cristais capazes de liberar habilidades especiais para DK.
O modo ainda traz itens colecionáveis, estátuas para decorar DK Island e novos visuais para os personagens. O DLC já está disponível para Nintendo Switch 2, acompanhado de uma demo gratuita do jogo base na eShop.
Outras novidades do Direct
Além da expansão de Donkey Kong, o evento apresentou títulos de peso como Fire Emblem: Fortune’s Weave, Resident Evil Requiem, Hades II e o retorno de Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2 para o novo console.
O Nintendo Direct mais recente trouxe diversos anúncios, mas foi Metroid Prime 4: Beyond que roubou os holofotes. Depois de anos de especulação, mudanças no desenvolvimento e silêncio absoluto, a franquia finalmente volta em dezembro com um capítulo que promete expandir a fórmula clássica sem perder suas raízes.
A longa espera por um novo Prime
O último título numerado da série, Metroid Prime 3: Corruption, chegou ao Wii em 2007, fechando a trilogia que começou no GameCube em 2002. A saga foi aclamada pela forma como levou a estrutura metroidvania para a primeira pessoa, com exploração não linear, atmosfera densa e narrativa fragmentada.
Após isso, Samus voltou em experiências diferentes, como Metroid: Other M (2010) e o mais recente Metroid Dread (2021), que resgatou o estilo 2D da franquia. Mas os fãs sempre pediram o retorno ao universo Prime, especialmente depois do anúncio de Metroid Prime 4 em 2017, que acabou passando por uma reformulação interna e reinício do desenvolvimento pelas mãos da Retro Studios.
O enigma de Viewros
Em Metroid Prime 4: Beyond, Samus Aran sofre um acidente que a transporta para o misterioso planeta Viewros. Ali, o jogador terá de enfrentar ambientes hostis e enigmas escondidos em cada canto.
O jogo preserva elementos clássicos da franquia — como escaneamento de áreas e combate estratégico —, mas adiciona novidades importantes. Samus agora conta com habilidades psíquicas que abrem novas possibilidades tanto em combate quanto na exploração. Além disso, a introdução da moto Vi-O-La traz uma camada inédita de mobilidade, permitindo percorrer grandes áreas e acessar regiões antes inalcançáveis.
Evolução da jogabilidade
Desde o primeiro Prime, a série se destacou por transformar a solidão espacial em uma experiência de imersão única. Em Beyond, a promessa é expandir essa sensação com mapas mais interconectados, recursos de exploração mais profundos e um sistema de progressão que recompensa tanto a curiosidade quanto a estratégia.
A combinação entre habilidades psíquicas, a Power Suit e a Vi-O-La cria uma jogabilidade híbrida, unindo ação intensa e exploração cuidadosa — um equilíbrio que sempre definiu a essência de Metroid.
Data de lançamento e expectativas
A espera chega ao fim em 4 de dezembro, quando Metroid Prime 4: Beyond será lançado para Nintendo Switch 2 e também para o Nintendo Switch. O título se consolida como a principal aposta da Nintendo para encerrar o ano, coroando não apenas o novo console, mas também celebrando a longevidade de uma das franquias mais respeitadas dos videogames.
Depois de quase duas décadas desde Corruption e oito anos de especulação desde o anúncio original, Samus Aran retorna para mais uma jornada que promete redefinir o que conhecemos da série.