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Tomb Raider: Legacy of Atlantis detalha inimigos e combates no Egito

Tomb Raider: Legacy of Atlantis ganhou um novo vídeo dedicado aos inimigos encontrados por Lara Croft durante sua passagem pelo Egito. O 11º episódio da série sobre o desenvolvimento apresenta a Múmia de Gato e mostra como a criatura foi adaptada para o sistema de combate da releitura do primeiro Tomb Raider, lançado originalmente em 1996.

O material também explica a importância do Egito dentro da progressão do jogo. É nessa parte da aventura que criaturas sobrenaturais passam a ter uma presença maior, algo que já fazia parte do título original e está sendo mantido na nova versão.

Segundo Raul Siqueira, diretor de jogo da Crystal Dynamics, a chegada ao Egito funciona como um ponto de virada justamente por assumir esse elemento sobrenatural. Além das múmias, o trecho contará com outras criaturas e inimigos com diferentes formas de movimentação e ataque.

Múmia de Gato interfere na dinâmica dos combates

O vídeo utiliza a Múmia de Gato para explicar como Crystal Dynamics e Flying Wild Hog estão trabalhando no comportamento dos inimigos.

Além das novas animações, as múmias possuem habilidades mágicas e foram desenvolvidas para obrigar o jogador a se movimentar durante os confrontos. A proposta é evitar situações em que Lara possa permanecer protegida em uma única posição enquanto utiliza suas armas à distância.

Com isso, o jogador precisa combinar movimentação, arsenal e elementos do próprio ambiente para enfrentar determinadas criaturas.

O minidocumentário também apresenta parte do processo de animação da Múmia de Gato e como a equipe define seu comportamento diante de diferentes ações do jogador.

Egito é a terceira região apresentada

A série de bastidores vem detalhando diferentes aspectos de Legacy of Atlantis. Os episódios anteriores abordaram a recriação do Peru, Grécia e Egito, além de movimentação, enigmas, armadilhas, combate, progressão e a nova versão da vilã Natla.

O décimo episódio havia apresentado a recriação do Egito, enquanto o novo capítulo concentra-se nas criaturas encontradas nessa região.

Tomb Raider: Legacy of Atlantis será lançado em 12 de fevereiro de 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC via Steam.

CINDIE amplia distribuição na América Latina em parceria com Ole Distribution

Em um mercado de streaming cada vez mais cheio de opções, estar disponível diretamente para o público é apenas uma parte da disputa. CINDIE e Ole Distribution anunciaram uma parceria para ampliar a presença da plataforma entre operadoras de TV paga, empresas de telecomunicações e serviços OTT na América Latina.

Com o acordo, a Ole passa a cuidar dessa frente de distribuição do CINDIE na região, enquanto o próprio streaming continuará administrando suas parcerias com Amazon, Roku, Samsung e LG, além da distribuição em mercados fora da América Latina.

A mudança coloca o CINDIE dentro de um portfólio que já reúne diferentes canais conhecidos do público latino-americano, como A&E, History, History2, Lifetime, AMC, Sony Channel, AXN, DreamWorks, E!, Studio Universal e Telemundo Internacional.

Mais espaço para filmes independentes e séries internacionais

Pertencente à DMD, o CINDIE trabalha principalmente com filmes independentes e séries internacionais, mantendo uma proposta um pouco diferente dos grandes serviços generalistas.

Entre os títulos citados no catálogo estão Snowpiercer, JFK, Apocalypse Now Redux e Mulholland Drive.

A ideia da nova parceria é justamente levar esse catálogo para mais pacotes oferecidos por operadoras e empresas de telecomunicações na América Latina, aproveitando a estrutura de distribuição que a Ole já mantém na região.

Isso não significa, porém, uma mudança na maneira como o CINDIE chega diretamente ao consumidor. As parcerias com Amazon e Roku continuam sendo administradas internamente, assim como a presença da plataforma em TVs conectadas da Samsung e LG.

No Brasil, o serviço já está disponível por meio de operadoras como Claro e Vivo, além dos canais oferecidos por Amazon Prime Video, Roku e plataformas de Smart TVs. O CINDIE também mantém o Cindie TV, canal gratuito com publicidade, e uma oferta de vídeo sob demanda com anúncios em português e espanhol.

A parceria com a Ole Distribution passa a valer para a expansão do CINDIE entre operadoras de TV paga, provedores de internet e plataformas OTT selecionadas na América Latina.

Festival do Rio terá novos filmes de Werner Herzog e diretor de Invasão Zumbi

Faltando poucos dias para começar, o Festival do Rio 2026 ganhou mais cinco filmes em sua programação. E a nova leva reúne desde Werner Herzog e Mike Leigh até Yeon Sang-ho, diretor sul-coreano que ficou conhecido mundialmente por Invasão Zumbi.

Os títulos serão distribuídos pelas mostras Panorama Mundial, Midnight Movies e Itinerários Únicos. Parte deles chega ao Rio depois de passar por festivais como Cannes, Veneza, Toronto e Telluride.

E para quem gosta de terror e cinema sul-coreano, um dos destaques está justamente na sessão da meia-noite.

Do diretor de Invasão Zumbi

Yeon Sang-ho apresenta Zona Zero (Colony), novo filme que coloca novamente o cineasta diante de uma epidemia, mas com uma ameaça um pouco diferente daquela enfrentada pelos passageiros de Invasão Zumbi.

A história começa durante uma conferência de biotecnologia realizada em um arranha-céu de Seul. Depois que um vírus é liberado, o prédio acaba isolado pelas autoridades e os sobreviventes descobrem que os infectados estão desenvolvendo uma espécie de inteligência coletiva. O longa teve sua estreia mundial nas sessões da meia-noite do Festival de Cannes e entra justamente na mostra Midnight Movies do Festival do Rio.

Já na Panorama Mundial, Werner Herzog apresenta O Vale Imaginário (Bucking Fastard), estrelado pelas irmãs Kate e Rooney Mara. Inspirada livremente na história das gêmeas britânicas Freda e Greta Chaplin, a produção acompanha duas irmãs inseparáveis que decidem escavar um túnel através de uma cadeia de montanhas em busca de um lugar onde acreditam que o amor verdadeiro seja possível.

A mesma mostra recebe Tender Loving Care, novo trabalho de Mike Leigh, sobre duas assistentes sociais que passam os dias ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade enquanto também precisam lidar com os próprios problemas.

Outro título é Your Mother, de Bassam Tariq, que acompanha um matador de aluguel muçulmano tentando abandonar o crime depois da morte da esposa para cuidar dos três filhos. Só que uma guerra entre grupos religiosos em Houston acaba colocando seus planos em risco.

Bastidores de Maria Antonieta

Fechando as novidades está Making Marie Antoinette, documentário construído a partir de quase 80 horas de imagens registradas por Eleanor Coppola durante as filmagens de Maria Antonieta, dirigido por sua filha Sofia Coppola, em Versalhes.

O projeto foi retomado pelas duas durante a pandemia e acabou finalizado por Sofia após a morte da mãe. Com narração de Diane Lane a partir dos diários de Eleanor, o filme acompanha os bastidores da produção lançada em 2006 e também a relação entre mãe e filha durante o processo criativo.

O 28º Festival do Rio acontece entre 1º e 11 de outubro de 2026, no Rio de Janeiro.

Americanas transforma brinquedos em protagonistas de campanha para o Dia das Crianças

Quem nunca imaginou que os brinquedos ganhavam vida assim que todo mundo saía do quarto? É justamente essa velha fantasia da infância que a Americanas resolveu levar para sua campanha de Dia das Crianças em 2026.

Batizada de Planeta Criança, a ação coloca os próprios brinquedos como protagonistas. No filme criado para a campanha, as lojas ficam vazias e aquilo que estava quieto nas prateleiras começa a se mexer, até os produtos se lançarem na conhecida cestinha vermelha da rede.

Com o conceito “Obaaa, esse lugar existe”, a campanha acontece até 12 de outubro e utiliza justamente uma das categorias mais associadas à história da Americanas para trabalhar a data.

Quando os brinquedos ganham vida

Desenvolvido pela Suno United Creators, o filme principal foi pensado para os canais digitais e transforma as prateleiras das lojas em um grande cenário de brincadeira.

A campanha, porém, não fica apenas no vídeo. A Americanas prepara uma live commerce dedicada aos brinquedos, além de conteúdos com creators e ações nas redes sociais, incluindo TikTok, YouTube e plataformas da Meta.

As lojas físicas também entram na brincadeira. Durante a campanha, 195 unidades recebem conteúdos em seus painéis digitais, enquanto cerca de 900 lojas terão inserções especiais na Rádio Americanas. A rede ainda prepara ofertas diárias de brinquedos em suas unidades.

No site e aplicativo, o Planeta Criança ganha espaço na página inicial, banners de busca e outras ações voltadas para a data.

A campanha Planeta Criança já está em circulação e segue nas lojas, site, aplicativo e redes sociais da Americanas até 12 de outubro.

FURIA tira invencibilidade da FaZe na South America League de R6S

A FURIA acabou com a invencibilidade da FaZe Clan na South America League de Rainbow Six Siege. As Panteras venceram o confronto por 7 a 5 no sábado (26), em uma rodada que também ajudou a definir os seis classificados para a fase eliminatória da competição.

Só que a comemoração durou pouco. No domingo (27), a FURIA voltou ao servidor contra o Fluxo W7M e acabou derrotada por 7 a 2. Com isso, terminou o fim de semana na terceira colocação, enquanto a FaZe permaneceu na liderança.

A South America League ainda terá mais uma rodada antes dos playoffs, mas FaZe Clan, Team Liquid Alienware, FURIA, Black Dragons, Fluxo W7M e LOS já não podem mais sair da zona de classificação.

FaZe segue na liderança

Mesmo com a primeira derrota na competição, a FaZe continua isolada na ponta da tabela com 21 pontos.

A Team Liquid aparece em segundo lugar com 18 pontos, seguida pela FURIA, que também possui 18, mas fica atrás pelo saldo de rounds. Black Dragons tem 14 pontos, Fluxo W7M soma 12 e a LOS fecha o grupo dos classificados com 11.

Do outro lado da tabela, LuckyFive, INTZ, Imperial e LOUD não possuem mais chances de chegar à próxima fase.

Entre os resultados do fim de semana, o Fluxo W7M também venceu a Liquid por 8 a 6 no sábado. No domingo, a FaZe se recuperou diante da LOUD por 7 a 5, enquanto a Liquid derrotou a LuckyFive por 7 a 2.

Última rodada define as chaves dos playoffs

Apesar dos seis classificados já estarem definidos, ainda existe coisa em jogo na última rodada da fase de pontos, marcada para sábado, 3 de outubro.

Os resultados definirão quais quatro equipes começam os playoffs pela chave superior e quais duas entram diretamente pela chave inferior. A fase eliminatória começa em 8 de outubro e distribuirá quatro vagas para o Blast R6 Osaka Major.

A South America League de Rainbow Six Siege tem suas partidas transmitidas pelos canais oficiais de Rainbow Six Esports na Twitch e no YouTube.

TV Cultura mostra diferentes faces do Líbano em documentário inédito

Divulgação

Um país dividido por diferentes religiões, marcado por conflitos e por uma população que tenta manter seu cotidiano mesmo convivendo com a guerra. É esse Líbano que a TV Cultura apresenta em Vozes do Líbano, documentário inédito que vai ao ar nesta quarta-feira, 30 de setembro, às 22h30.

Produzido pelo Departamento de Jornalismo da emissora, o documentário percorre diferentes regiões do país para ouvir os próprios libaneses sobre como enxergam o lugar onde vivem. A produção também acaba aproximando essa realidade do Brasil, país que recebeu uma das maiores comunidades de origem libanesa fora do Líbano.

Entre os assuntos abordados estão a situação econômica, a convivência entre diferentes religiões e os efeitos de anos de conflitos sobre a população.

Um país formado por diferentes religiões

Uma das questões exploradas por Vozes do Líbano é a religião. Em vez de apontarem uma única maioria, os entrevistados descrevem o país como um mosaico formado por diferentes vertentes do cristianismo e do islamismo.

Essa divisão também aparece geograficamente, com bairros, vilarejos e cidades associados a determinadas comunidades religiosas, sem impedir a convivência entre pessoas de diferentes crenças.

O documentário passa ainda por São Charbel, santo da Igreja Católica Maronita que também recebe o respeito de pessoas de outras religiões. Ao falarem sobre elementos capazes de unir os libaneses, entrevistados citam o santo ao lado da comida e do Exército.

A vida em meio aos conflitos

A equipe da TV Cultura também esteve no sul do Líbano, região atingida pelo conflito entre Hezbollah e Israel. A produção registra prédios destruídos e conversa com moradores sobre como é continuar vivendo em uma área marcada pela guerra.

O papel do Hezbollah na sociedade libanesa também aparece a partir de diferentes visões da população, incluindo pessoas que apoiam e outras que rejeitam o grupo.

Outro ponto visitado é Chatila, campo de refugiados palestinos. Por lá, a equipe acompanha uma mulher palestina que viveu no local até os 10 anos e retorna, já adulta, pela primeira vez. Seu relato aborda a relação dos palestinos que vivem há décadas no Líbano com uma sociedade na qual muitos ainda não se sentem integrados.

Entre conflitos, religião, comida e cotidiano, Vozes do Líbano procura construir o retrato de uma população que se define como resiliente e mantém uma relação de orgulho com o país.

Vozes do Líbano estreia nesta quarta-feira, 30 de setembro, às 22h30, na TV Cultura.

O Fim da Rua chega às plataformas digitais para compra e aluguel

Imagine sair de casa e descobrir que sua rua inteira foi parar na era dos dinossauros. É basicamente esse o problema enfrentado por Anne Hathaway e Ewan McGregor em O Fim da Rua, filme que já está disponível para compra e aluguel nas plataformas digitais no Brasil.

Escrito e dirigido por David Robert Mitchell, de Corrente do Mal, o longa mistura ficção científica, suspense e drama familiar em uma história ambientada nos anos 1980. E dessa vez o perigo não está apenas nos problemas dentro de casa.

Uma rua cercada por dinossauros

A história acompanha a família Platt. Denise (Anne Hathaway) e Greg (Ewan McGregor) enfrentam um casamento em crise, enquanto os filhos Audrey (Maisy Stella) e Brian (Christian Convery) passam pelos próprios problemas da adolescência.

Só que qualquer discussão familiar precisa esperar quando um estranho fenômeno cósmico atravessa Oak Street e isola o bairro do restante do mundo.

O motivo logo fica claro: a rua inteira foi parar na era dos dinossauros.

Sem entender como chegaram ali, os Platt precisam encontrar uma maneira de voltar para casa enquanto tentam sobreviver ao novo bairro pré-histórico. E aquilo que já era uma família cheia de problemas precisa deixar mágoas e segredos de lado para enfrentar uma situação um pouco maior do que qualquer discussão doméstica.

Além de Mitchell na direção e roteiro, J.J. Abrams, conhecido por Lost, participa da produção.

Para criar os dinossauros, cada espécie recebeu movimentos e características próprias por meio de efeitos digitais. A produção também construiu uma casa em tamanho real especialmente para uma das sequências de ação, na qual um carro atravessa o imóvel.

O Fim da Rua já está disponível para compra e aluguel no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Mercado Play. No aluguel, o filme pode ser assistido durante um período de 48 horas.

Husky leva experiência gamer para primeira linha de produtos para escritório

Nem todo setup precisa de RGB, iluminação pela mesa e periféricos com visual gamer. Pensando justamente em quem passou horas jogando no computador e agora também passa boa parte do dia trabalhando nele, a Husky está levando sua experiência com produtos gamer para o escritório.

A marca própria do KaBuM! anunciou sua primeira linha voltada ao segmento corporativo e home office. São nove lançamentos, incluindo mouses, teclados, combos sem fio, headsets e uma cadeira, com recursos conhecidos dos periféricos para games adaptados para um ambiente em que silêncio, ergonomia e bateria acabam falando mais alto.

E nada de transformar o escritório em uma arena gamer. Visual mais discreto e recursos para reduzir distrações estão entre as principais diferenças da nova família.

Do setup gamer para o home office

Entre os mouses, o Husky Axis 400 adota formato vertical ergonômico, bateria recarregável e conexão por Bluetooth ou 2.4 GHz. Já o Optima 300 consegue permanecer conectado a até três dispositivos, facilitando a troca entre diferentes computadores.

A marca também aposta em cliques silenciosos, algo bem mais importante durante uma reunião do que em uma partida online.

Para quem prefere teclado e mouse juntos, o Duo Optima 400 oferece Bluetooth e receptor USB de 2.4 GHz, além de sensibilidade de até 4.800 DPI no mouse. O Duo Vero 400 segue uma proposta mais simples, com conexão 2.4 GHz e teclado no padrão brasileiro ABNT2.

O teclado Vero 200 também utiliza ABNT2, traz teclado numérico e aposta em teclas de perfil baixo.

Nas reuniões online, aparecem duas opções de headset. O Facile 200 utiliza conexão P3 e aposta em uma construção mais leve para longos períodos de uso, enquanto o Vero 300 utiliza USB-A e traz microfone unidirecional, além de controles de volume e mudo no próprio cabo.

E também tem cadeira

Completando a linha está a Husky Sinergy, cadeira office que troca o visual tradicional das cadeiras gamer por uma aparência mais discreta.

O modelo utiliza tecido mesh respirável, base de aço e braços 3D com regulagem de altura e angulação. A cadeira também permite reclinação entre 90° e 120° e é indicada pela fabricante para usuários de até 1,75 m.

Enquanto os periféricos da nova linha Husky Office já estão disponíveis no site e aplicativo do KaBuM!, com preços entre R$ 49 e R$ 139,99 à vista no Pix, a cadeira Husky Sinergy chega em 9 de outubro.

Galinha Pintadinha chega aos cinemas nesta quinta-feira com seu primeiro filme

Quem tem criança em casa provavelmente já ouviu “Pintinho Amarelinho” mais vezes do que consegue contar. Depois de 20 anos fazendo parte da infância de diferentes gerações, chegou a vez da Galinha Pintadinha sair do YouTube e ganhar seu primeiro longa-metragem nos cinemas.

Galinha Pintadinha – O Filme estreia nesta quinta-feira, 1º de outubro, trazendo algumas mudanças importantes para a Popó. Além de trocar a tradicional animação 2D pelo 3D, a personagem ganha voz e, pela primeira vez, precisa lidar com um desafio bem diferente daqueles apresentados nos videoclipes: ser mãe.

Dirigido pelos criadores Juliano Prado e Marcos Luporini, o filme traz uma história original desenvolvida especialmente para o cinema.

O Pintinho Amarelinho foi parar no ninho errado

Na história, Galinha Pintadinha e Galo Carijó estão esperando a chegada do primeiro filho. Só que uma cegonha atrapalhada acaba trocando os ovos e o Pintinho Amarelinho nasce justamente no ninho do Gavião, personagem que todos na Vila de Galinhas aprenderam a temer.

Enquanto isso, o filhote do Gavião vai parar com Popó e Carijó.

Para recuperar o filho e desfazer a troca, Galinha Pintadinha precisa deixar a vila e seguir até a caverna do Gavião. E é nessa jornada que o filme aproveita personagens conhecidos para falar sobre medo, maternidade e sobre famílias que podem ser muito diferentes umas das outras.

O próprio Gavião também ganha mais espaço na história. Em vez de funcionar apenas como a ameaça da aventura, o personagem passa pelo mesmo problema de Popó ao ter seu filhote levado para outra família.

Galinha Pintadinha agora em 3D

Outra grande mudança acontece no visual. Depois de duas décadas utilizando animação 2D, a franquia passa para o 3D, com animação realizada pelo estúdio brasileiro Hype Animation.

Personagens conhecidos como Galinha Pintadinha, Galo Carijó e Pintinho Amarelinho dividem espaço com novidades como Bebê Gavião e Borboletinha.

E claro que não seria Galinha Pintadinha sem música. O longa recupera canções como “Galinha Pintadinha” e “Pintinho Amarelinho”, mas também apresenta músicas inéditas criadas para a aventura. Entre elas está “Mentira, Mentira”, estrelada pela Baratinha e sua banda.

Estreia

Com produção da Bromélia Produções e distribuição da Imagem Filmes, Galinha Pintadinha – O Filme estreia nos cinemas brasileiros em 1º de outubro.

Cobertura Geral | TCGCON 2026

Quando se fala em card games, Pokémon e Magic são alguns dos primeiros nomes que vêm à cabeça. Mas esse universo cresceu, ganhou novos públicos e hoje reúne também franquias como One Piece e Gundam. Foi justamente essa diversidade que encontramos na TCGCON 2026, realizada nos dias 12 e 13 de setembro, no State Innovation Center, na Vila Leopoldina, em São Paulo.

Estivemos no evento no domingo, dia 13, e encontramos uma convenção que entendeu muito bem o público que queria receber. Sem as dimensões das grandes convenções geeks da cidade, a TCGCON ocupou dois andares e aproveitou bem cada espaço, criando uma experiência que parecia maior conforme caminhávamos pelo local.

No térreo estavam o Artist Alley, palestras, campeonatos, lojas especializadas, quiz, Meet & Greet e até uma área de jogos antigos com a equipe do Canal 3. No andar superior, mais mesas recebiam jogadores durante todo o dia, acompanhadas por uma experiência de dublagem e pela praça de alimentação.

Giuliano Peccilli

Outro detalhe que chamou nossa atenção foi o público. Havia muitos adolescentes e adultos, como seria esperado em uma convenção dedicada aos card games, mas também encontramos famílias inteiras e crianças que chegaram atraídas principalmente por Pokémon. Isso ajudava a criar um ambiente em que diferentes gerações compartilhavam o mesmo hobby.

E aí estava o principal acerto da TCGCON. Se em grandes eventos de cultura geek os card games muitas vezes ocupam apenas uma área dentro de uma programação muito maior, aqui eles eram os protagonistas.

Essa diferença ficava evidente no espaço principal. Partidas eram transmitidas em um enorme telão enquanto o público acompanhava as disputas dos dois andares. Com locução ao vivo e torcida reagindo às jogadas, uma partida de cartas ganhava clima de campeonato.

Ao lado ficava uma grande área reunindo lojas especializadas de diferentes partes do país. No centro, mesas permitiam que jogadores e colecionadores conferissem suas compras, organizassem decks, trocassem experiências e, principalmente, jogassem.

E não eram apenas cartas. Entre os produtos encontramos pelúcias oficiais de Pokémon e algumas peças mais raras vindas diretamente do Pokémon Center do Japão, mostrando como o colecionismo também fazia parte da experiência.

Yuka Morii fala sobre seu processo criativo

Giuliano Peccilli

Uma das convidadas mais aguardadas da TCGCON 2026 foi a ilustradora japonesa Yuka Morii, conhecida por seu trabalho no Pokémon Trading Card Game.

Durante sua palestra no domingo, Morii falou sobre suas referências, seu processo criativo e o desejo de desenvolver artes originais. A artista é especialmente conhecida entre os fãs de Pokémon pela técnica de produzir figuras em argila e fotografá-las para criar as ilustrações utilizadas nas cartas.

A apresentação permitiu conhecer um pouco do trabalho por trás de cards que muitos dos presentes provavelmente já tiveram nas mãos em algum momento.

Depois da palestra, Morii seguiu para o Meet & Greet. Cerca de 150 pessoas aguardavam na fila para encontrá-la, deixando evidente a relação que seu trabalho construiu com os colecionadores brasileiros de Pokémon TCG.

Pokémon, games e animês ocupam o Artist Alley

Giuliano Peccilli

Fora das mesas e das arenas, o Artist Alley mostrava que a TCGCON também tinha espaço para outras áreas da cultura geek.

Pokémon naturalmente aparecia com frequência entre os trabalhos disponíveis, mas não estava sozinho. Encontramos produtos e artes inspirados em diferentes franquias dos games, incluindo quadros de The Legend of Zelda, além de animês como Dragon Ball Z.

Giuliano Peccilli

O domingo também teve concurso de cosplay, conduzido por Daniel Kuroda, em parceria com a revista Mundo OK. E, em um evento no qual Pokémon tinha tamanha presença, não poderiam faltar cosplayers de Ash, representando diferentes fases do personagem ao longo da animação.

Um evento feito para jogar

Giuliano Peccilli

Talvez o que melhor defina a TCGCON estivesse no andar superior. Em vez de apenas circular entre estandes, comprar produtos e seguir para a próxima atração, muita gente simplesmente sentava em uma das mesas, abria seu deck e começava a jogar.

Confesso que ver tantas pessoas concentradas em suas partidas trouxe uma sensação nostálgica dos tempos de eventos como o Animecon, quando era comum encontrar grandes espaços dedicados a card games e RPG. Em convenções cada vez maiores e com programações disputando a atenção do visitante o tempo inteiro, encontrar novamente um espaço dedicado simplesmente a jogar foi uma surpresa positiva.

Outra experiência disponível era uma área de dublagem, na qual os visitantes podiam emprestar suas próprias vozes a cenas conhecidas, incluindo trechos de Pokémon.

A estrutura era complementada por uma pequena praça de alimentação, com opções como hot dog, milk shake e crepes. Aqui estava um dos pontos que poderiam melhorar em uma próxima edição. A pouca variedade provocou filas grandes em determinados momentos. Por outro lado, a área ficava mais afastada das principais atrações e não prejudicava a circulação pelo restante do evento.

Veredito

Em sua primeira edição, a TCGCON acertou principalmente ao entender o que queria ser. É um evento para comprar cards, encontrar amigos, conhecer artistas e colecionadores, mas, acima de tudo, sentar e jogar.

Não precisa ter o tamanho das grandes convenções geeks de São Paulo para funcionar. Na verdade, parte de seu charme está justamente na escala menor e na sensação de estar em um encontro criado por pessoas que conhecem aquele hobby.

Existem pontos que podem evoluir, principalmente na estrutura de alimentação, mas a experiência geral mostrou uma convenção organizada e com uma identidade clara.

Giuliano Peccilli

No fim das contas, a TCGCON 2026 encontrou sua força justamente onde deveria: na comunidade. Em vez de transformar os card games em apenas mais uma atração, colocou jogadores, colecionadores e os próprios jogos no centro da experiência. Para uma primeira edição, é uma base bastante promissora para o evento continuar crescendo nos próximos anos.

Agradecimentos a TCGCON 2026 pela produção deste conteúdo

Cobertura Geral | 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo bateu recorde de público e mostrou, em especial, a presença dos jovens, que aproximaram ainda mais livros e mangás da cultura pop. A edição terminou em 13 de setembro, após receber 760 mil visitantes ao longo de dez dias no Distrito Anhembi. O número superou as 722 mil pessoas registradas em 2024 e reforçou o interesse pela leitura.

Em meio a romances, debates e sessões de autógrafos, os mangás tiveram presença importante nos estandes de editoras como Panini, JBC, NewPOP, Taverna do Rei e Universo dos Livros.

Giuliano Peccilli

Com 269 expositores, 800 autores e 3,65 milhões de livros ofertados, a Bienal trouxe opções para diferentes bolsos. Além dos descontos nos estandes, pontos de venda espalhados pelo evento reuniam títulos por R$ 10 a R$ 20. O cashback do ingresso foi outra novidade e dava mais um incentivo para sair de lá com pelo menos um livro ou mangá.

Mais da metade dos visitantes teve acesso gratuito. Segundo uma pesquisa feita pela organização com os expositores, a média diária de faturamento cresceu 57% em relação à Bienal anterior. O resultado mostra o tamanho desta edição também para as editoras.

Mangás ganham peso

Giuliano Peccilli

Um dos dados mais interessantes para quem acompanha o mercado de mangás veio do Grupo Companhia das Letras. A JBC foi o segundo selo do Grupo Companhia das Letras em volume de exemplares vendidos na Bienal, atrás apenas do selo Companhia das Letras. Segundo o Diário de Curitiba, o grupo registrou crescimento de 67% no faturamento e de 55% na quantidade de exemplares vendidos em comparação com 2024.

Para quem acompanha os lançamentos da JBC, um dos destaques foi o volume 22 de Haikyu!!, que encerra a publicação do mangá no Brasil. Na fase final da história, os personagens chegam, inclusive, a viajar para o nosso país.

A editora também levou diversos títulos a R$ 20, um preço que tornou os mangás mais acessíveis ao público jovem, tão presente no evento deste ano.

Giuliano Peccilli

A NewPOP apresentou diferentes tipos de histórias ilustradas. Sua programação de setembro incluiu Your Letter, webtoon coreano colorido em volume único; A Garota da Noz, obra nacional também colorida; e Um Gay de 30 Anos, autobiografia em mangá. A NewPOP também se envolveu em uma polêmica durante o evento. Após uma vistoria, a organização orientou a editora a cobrir parte da capa de Define The Relationship e de um painel no estande. A editora colocou uma fita adesiva sobre a ilustração, medida que gerou críticas nas redes sociais. À UOL, a Bienal afirmou que a orientação dizia respeito à identificação externa de uma publicação para maiores de 18 anos. A NewPOP disse ter recebido o pedido com surpresa.

Já a Panini Comics trouxe novidades como o calendário de 2027 de One Piece e fez o lançamento oficial de Biduzidos, primeira revista dedicada aos animais da MSP Estúdios. Bidu, Mingau, Floquinho e os demais pets saíram da animação para histórias que apostam nas imagens e em poucas palavras.

Quadrinhos brasileiros têm espaço próprio

Giuliano Peccilli

A Bienal estreou a Alameda dos Artistas, área dedicada aos quadrinhos brasileiros e ao contato entre leitores e quadrinistas. A novidade ampliou o espaço dos artistas em uma programação que já incluía lançamentos, mesas de conversa e sessões de autógrafos. É algo que estamos acostumados a ver em eventos como Anime Friends e CCXP. Na Bienal, foi um acerto que aproximou os autores de seu público.

O encontro entre literatura e cultura pop apareceu também nas obras que atravessam diferentes formatos. Raphael Montes lançou A Estranha na Cama, seu novo romance de suspense, que já tem uma adaptação em desenvolvimento pela Netflix. No estande da Rocco, livros com adaptações anunciadas ou lançadas para cinema e streaming ganharam uma ambientação inspirada nos antigos cinemas de rua, com direito a uma réplica do ônibus roxo de Harry Potter. Já a Universo dos Livros reuniu títulos ligados a franquias como Star Wars, Stitch e Twisted Wonderland, além da série Estilhaça-me.

A programação contou ainda com autores brasileiros como Pedro Rhuas, Thalita Rebouças e Felipe Castilho. Para os leitores interessados em cultura asiática, romances nacionais inspirados por K-dramas e K-pop também estiveram entre os lançamentos. Essa presença já havia sido forte em 2024 e voltou em 2026, aproximando os livros dos fãs da cultura sul-coreana.

Uma Bienal maior e com outras formas de ler

Giuliano Peccilli

A edição ocupou 87 mil m² de área total, 28% a mais do que em 2024, segundo o balanço final da organização. A Espanha participou como convidada de honra, com um espaço de 500 m² e 50 autores. Montado como uma grande biblioteca no coração da Bienal, o ambiente convidava o público a conhecer livros e autores espanhóis.

Houve ainda uma programação noturna voltada ao público adulto e uma Rave Literária, que convidou os visitantes a ler em silêncio antes de trocar recomendações.

Valeu a pena?

Giuliano Peccilli

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo evoluiu e mostrou que ouviu seu público. A edição abraçou a cultura pop com mais força do que nas anteriores e se tornou um evento ainda mais popular.

O lounge da Claro, onde era possível sentar para ler ou recarregar o celular, foi um exemplo de cuidado com a experiência dos visitantes. Os preços convidativos também ajudaram a tornar a visita mais acessível para diferentes públicos.

Giuliano Peccilli

Mas preciso ser franco: faltaram mais espaços para descansar. Para quem passa horas andando pelos corredores, especialmente o público mais velho, um único lounge não resolve. Eventos como o Festival do Japão já demonstram atenção a essa necessidade. A Bienal avançou na conversa com o público jovem, mas ainda pode oferecer mais conforto a quem precisa fazer uma pausa durante a visita.

Outro problema estava em alguns estandes. Companhia das Letras e Rocco atraíram filas enormes, que dificultavam a circulação ao redor. Os catálogos e as ativações davam vontade de entrar, mas a organização das filas desestimulava uma nova visita. A Panini resolveu melhor essa questão ao reservar uma área interna do estande para as compras. O espaço continuava cheio, mas era mais agradável de percorrer.

Em alguns dias, até a NewPOP tinha filas que se estendiam para fora do estande, mais um sinal do peso dos mangás nas escolhas do público. A procura faz parte de um evento desse tamanho, mas fica a torcida para que as editoras revejam a circulação e melhorem a experiência nas próximas edições.

Também me chamou a atenção a quantidade de malas de viagem. Eu já estava acostumado a vê-las nas feiras da USP, mas nunca tinha visto tantas na Bienal. Entre promoções e compras planejadas, muita gente chegou preparada para voltar para casa com livros.

Um espaço que pode ter passado despercebido ficava depois da Alameda dos Artistas, em um andar abaixo da área principal. Era um lugar mais tranquilo, com palco e títulos em italiano entre os destaques. Talvez por causa do acesso, não teve o mesmo movimento da área das grandes editoras.

Com mais acertos do que problemas, a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo se tornou ainda mais pop. A presença dos influenciadores literários nas redes sociais ajudou a movimentar o evento, que chegou a ser chamado pelo público de “Bienal do TikTok”.

Entre estandes caprichados, boas promoções e corredores amplos no Distrito Anhembi, esta edição mostrou como os brasileiros querem encontrar, compartilhar e levar livros para casa. E isso é ótimo.

Giuliano Peccilli

Agradecimentos a assessoria da Bienal do Livro e também a Panini Comics, pela produção deste conteúdo.

Shakira terá show transmitido ao vivo pelo Prime Video e Amazon Music

Depois de levar a Las Mujeres Ya No Lloran World Tour para diferentes países, Shakira prepara uma apresentação que poderá ser acompanhada pelo mundo inteiro. Um dos shows de sua residência em Madri será transmitido ao vivo em 3 de outubro, a partir das 15h45, no horário de Brasília.

Batizada de Amazon Music Presents: Shakira Live from Madrid, a apresentação marca a primeira vez que um show completo da cantora ganha uma transmissão global ao vivo. No Brasil, será possível assistir pelo Prime Video, aplicativo Amazon Music, Amazon Music no Fire TV e canal do Amazon Music na Twitch, sem necessidade de assinatura.

Shakira direto de Madri

O show faz parte do The Women Shaping Latin Music, iniciativa do Amazon Music que, em 2026, coloca em destaque mulheres que ajudaram a transformar a música e a cultura latina.

E Shakira chega à transmissão vivendo mais um momento de destaque em sua carreira. Segundo dados internos do Amazon Music referentes ao período entre janeiro e 19 de setembro, ela foi a artista latina mais ouvida globalmente na plataforma em 2026, enquanto “Dai Dai” apareceu como a música mais ouvida do serviço no mundo no mesmo período.

A celebração também marca os 25 anos de Laundry Service, álbum que ajudou a ampliar a carreira internacional da cantora. Para a ocasião, o Amazon Music prepara uma edição exclusiva em vinil, além de um novo remix de “Dai Dai” produzido por RVSSIAN e uma seleção de músicas escolhidas pela própria Shakira com artistas femininas que a inspiraram.

Fora da música, a parceria também inclui o AWS Entrena Latinas, projeto da Amazon Web Services, Fundación Pies Descalzos e Laboratoria que pretende oferecer gratuitamente treinamento em inteligência artificial e computação em nuvem para um milhão de mulheres na América Latina até 2028.

Shakira Live from Madrid será transmitido ao vivo em 3 de outubro, às 15h45, pelo Prime Video, Amazon Music, Fire TV e Twitch do Amazon Music, sem necessidade de assinatura.