Início Site Página 570

Diamond Films revela pôster de “Hokum: O Pesadelo da Bruxa”, terror com Adam Scott

A Diamond Films divulgou o pôster oficial de “Hokum: O Pesadelo da Bruxa”, novo terror estrelado por Adam Scott. O longa chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril.

Dirigido e roteirizado por Damian Mc Carthy, o filme reforça a abordagem atmosférica já vista em trabalhos anteriores do cineasta, como Oddity – Objetos Obscuros.

Terror psicológico em cenário isolado

Na trama, Ohm, um escritor, viaja até um hotel isolado na Irlanda para cumprir o último desejo de seus pais. No local, ele se depara com a lenda de uma bruxa que assombra a suíte de lua de mel, fechada há anos.

A situação se intensifica quando ele passa a ter pesadelos recorrentes, que misturam eventos sobrenaturais com memórias traumáticas do passado. Um desaparecimento dentro do hotel amplia o clima de tensão e leva o protagonista a um confronto direto com forças desconhecidas.

Elenco e proposta

Além de Adam Scott, o elenco inclui: Florence Ordesh, Austin Amelio, David Wilmot e Peter Coonan.

O filme aposta em um terror de construção lenta, centrado em atmosfera, isolamento e luto, em vez de sustos imediatos.

Trailer

Estreia

“Hokum: O Pesadelo da Bruxa” estreia em 30 de abril nos cinemas brasileiros, com distribuição da Diamond Films.

Starfield chega ao PlayStation 5 em abril

A Bethesda Softworks confirmou que Starfield será lançado para PlayStation 5 no dia 7 de abril, marcando a chegada do título ao ecossistema da Sony com uma versão ampliada e otimizada.

O lançamento acontece junto da atualização gratuita Free Lanes e da nova expansão paga Terran Armada, consolidando a edição mais completa do jogo até agora.

Recursos exclusivos no PS5

A versão foi adaptada para explorar o controle DualSense, com foco em imersão:

  • Gatilhos adaptáveis que variam conforme armas e equipamentos
  • Feedback tátil em combates e navegação espacial
  • Barra de luz indicando status do jogador e da nave
  • Alto-falante do controle reproduzindo comunicações e logs

Além disso, o jogo traz melhorias visuais para o PlayStation 5 Pro, com dois modos principais:

  • Qualidade: 4K a 30 fps
  • Desempenho: até 60 fps com melhorias visuais

Free Lanes: exploração reformulada

A maior atualização gratuita do jogo altera pontos centrais da experiência:

  • Voo livre entre planetas dentro de um mesmo sistema
  • Novos encontros espaciais e maior frequência de eventos
  • Mais opções de customização de nave e equipamentos
  • Evolução ampliada das habilidades Starborn

Terran Armada: nova ameaça

O DLC introduz uma narrativa inédita com foco em uma força robótica que ameaça a galáxia:

  • Sistema de Incursões
  • Novos companheiros
  • Tecnologias avançadas
  • Recompensas exclusivas

Também chega o pacote Trackers Alliance, com missões de caça a recompensas e histórias independentes.

O que esperar

A chegada ao PS5 posiciona Starfield como uma versão mais robusta e refinada, combinando melhorias técnicas, expansão de conteúdo e ajustes na exploração, um dos pontos mais criticados desde o lançamento original.

Com lançamento marcado para 7 de abril, o título passa a alcançar uma nova base de jogadores, agora também no console da Sony.

Com informações do Blog Playstation

Fábio Jr. anuncia show especial de Dia dos Namorados em São Paulo

Créd. Stephan Solon

O cantor Fábio Jr. confirmou um show especial para o Dia dos Namorados, no dia 12 de junho, na Suhai Music Hall, em São Paulo. A apresentação aposta em um repertório romântico, alinhado à proposta da data.

No palco, o artista revisita sucessos que marcaram sua carreira, como Senta Aqui, Felicidade, Caça e Caçador e 20 e Poucos Anos, além de músicas que ficaram populares em trilhas de novelas. A proposta é criar uma experiência voltada para casais, com foco em nostalgia e conexão emocional.

Reconhecido pela longevidade na música brasileira, Fábio Jr. mantém uma base fiel de público e segue explorando o repertório romântico como eixo central de seus shows ao vivo.

Serviço

Evento: Fábio Jr.
Data: 12 de junho
Local: Suhai Music Hall
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba (Shopping SP Market)
Abertura da casa: 20h30
Show: 22h30
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos

Ingressos: disponíveis pelo site da Ticketmaster e na bilheteria oficial

O espaço tem acesso facilitado pela estação Jurubatuba da CPTM (Linha 9 – Esmeralda) e conta com estacionamento no local.

“O Morro dos Ventos Uivantes” estreia nas plataformas digitais em 29 de março

A nova versão de “O Morro dos Ventos Uivantes” estreia nas plataformas digitais para compra e aluguel em 29 de março. O longa ficará disponível sem necessidade de assinatura em serviços como Amazon Prime Video, YouTube e Apple TV.

Dirigido por Emerald Fennell, o filme propõe uma releitura livre do clássico de Emily Brontë, deslocando o foco do romantismo tradicional para uma abordagem mais visceral e destrutiva das relações.

Romance clássico sob lente contemporânea

A narrativa revisita o relacionamento entre Catherine Earnshaw e Heathcliff, interpretados por Margot Robbie e Jacob Elordi. A proposta enfatiza intensidade emocional, conflito e obsessão, construindo um retrato menos idealizado e mais instável do amor.

A diretora opta por tratar o material original como ponto de partida, não como adaptação fiel. O uso do título entre aspas reforça essa ideia de interpretação autoral, afastando o filme de versões mais tradicionais da obra.

Estética, trilha e escolhas criativas

Um dos elementos mais marcantes da produção é o contraste entre ambientação de época e trilha sonora contemporânea, com músicas inéditas de Charli XCX. A escolha cria uma ruptura intencional, aproximando o drama de uma sensibilidade atual.

Nos bastidores, a escalação de Jacob Elordi também chama atenção. O ator foi escolhido diretamente por Fennell, sem testes, evidenciando uma decisão baseada em presença e leitura de personagem.

Desempenho e alcance

Desde a estreia, o longa acumulou mais de US$ 184 milhões em bilheteria global, posicionando-se entre os maiores lançamentos de 2026 e consolidando mais um resultado forte para a Warner Bros..

Com a disponibilidade nas plataformas digitais, o filme passa a integrar o circuito sob demanda, ampliando seu acesso ao público fora das salas de cinema.

LGBTrip propõe olhar autoral sobre turismo LGBTQIAPN+ no Brasil

Limonada Content House Marilú e Efe Godoy durante gravacão do LGBTrip em Inhotim e no Clara Resort

O audiovisual brasileiro ganha um novo projeto que cruza turismo e representatividade. O LGBTrip surge com a proposta de apresentar destinos a partir do olhar de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+, deslocando o foco dos roteiros tradicionais para experiências vividas e iniciativas que tornam cidades mais inclusivas.

Idealizado por Carol Silva, da Limonada Content House, o projeto começou a ser desenvolvido há cerca de uma década e agora avança com a finalização do episódio piloto, que será usado na negociação com canais e plataformas.

Narrativa sem apresentador e foco em vivência

Limonada Content House
LGBTrip – bastidores da gravação

A estrutura do programa evita o modelo tradicional de condução. Em vez de um apresentador central, são os próprios personagens locais que guiam cada episódio, compartilhando suas trajetórias, percepções e relações com os espaços retratados.

A proposta é ir além do guia turístico convencional. O conteúdo combina dicas práticas com histórias que ajudam a entender como determinadas cidades se tornam mais acolhedoras, evidenciando redes de apoio, cultura e resistência.

Belo Horizonte como ponto de partida

Limonada Content House
LGBTrip – bastidores da gravação

O episódio piloto foi gravado em Belo Horizonte e região metropolitana, estruturado a partir de três eixos:

O Carnaval aparece através dos bastidores do bloco Truck do Desejo, destacando sua atuação como espaço de visibilidade e celebração para mulheres lésbicas, bissexuais e pessoas trans.

A experiência cultural e de hospitalidade inclui o Instituto Inhotim e o Clara Arte Resort, observados sob a perspectiva do público LGBTQIAPN+.

Já a cena Ballroom da capital mineira é abordada como expressão artística e movimento de resistência, reforçando a diversidade cultural local.

Produção e próximos passos

Limonada Content House
LGBTrip – Diretora Carol Silva durante gravação

Viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com patrocínio da Engineering Brasil, o projeto reforça o posicionamento da Limonada Content House em conteúdos voltados à diversidade e representatividade.

Com o piloto concluído, o LGBTrip entra agora em fase de negociação para exibição, mirando diferentes plataformas e modelos de distribuição. A proposta se insere em um movimento mais amplo do audiovisual brasileiro de explorar recortes específicos de público com linguagem própria e abordagem menos institucionalizada.

“Eclipse”, de Djin Sganzerla, ganha cartaz oficial e estreia em maio nos cinemas brasileiros

Eclipse - Direção Djin Sganzerla - com Sergio Guizé e Djin Sganzerla

O novo longa de Djin Sganzerla, Eclipse, teve seu cartaz oficial divulgado e já tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 7 de maio. O filme também integra a programação da 33ª edição do San Diego Latino Film Festival, com exibições a partir de 21 de março.

Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora Filmes, o longa se posiciona como um thriller de construção sensorial, combinando elementos de ciência, ancestralidade e subjetividade para abordar as camadas invisíveis da violência contra a mulher.

Entre ciência, memória e ancestralidade

A narrativa acompanha Cleo, uma astrônoma grávida que atravessa um momento emocional delicado, até ser surpreendida pela chegada de sua meia-irmã Nalu, de origem indígena. O reencontro ativa memórias fragmentadas e conduz as duas a uma investigação que transita entre o racional e o intuitivo, criando uma tensão constante entre diferentes formas de compreender o mundo.

A proposta não se ancora em soluções tradicionais de gênero. Em vez disso, o filme constrói uma atmosfera marcada por simbolismo e ambiguidade, aproximando o thriller de um estudo psicológico e sensorial.

Elenco e construção estética

Além da própria diretora no elenco, o filme reúne nomes como Sergio Guizé, Helena Ignez, Selma Egrei e Clarisse Abujamra.

A construção estética privilegia a sugestão em vez da exposição direta, evitando a espetacularização da violência e apostando em uma abordagem mais subjetiva. O filme articula elementos visuais e narrativos para tensionar temas como maternidade, relações familiares e estruturas patriarcais.

Circulação em festivais e proposta temática

Antes da estreia comercial, Eclipse já circula no circuito internacional, reforçando seu posicionamento dentro do cinema latino contemporâneo. A recepção inicial destaca o equilíbrio entre discurso político e linguagem estética, especialmente na forma como o filme aborda o universo feminino sem recorrer a simplificações.

A produção parte de um eixo claro: explorar como experiências íntimas e sociais se cruzam na construção da identidade feminina, usando o thriller como estrutura, mas deslocando o foco para sensações, relações e conflitos internos.

Izu Master Roll estreia no YouTube e aposta em formato competitivo focado na culinária japonesa

O Brasil passa a ter seu primeiro reality show dedicado exclusivamente à gastronomia japonesa. O Izu Master Roll estreia nesta sexta-feira, 20 de março, às 21h, com exibição gratuita no YouTube, apostando em uma competição que combina técnica, criatividade e pressão em cozinha profissional.

Sob comando de Yudi Tamashiro, o programa reúne 16 participantes de diferentes estados, além de um competidor internacional, em uma disputa ao longo de oito episódios de 45 minutos. O vencedor leva R$ 100 mil.

Competição baseada em técnica e execução

A proposta do reality é se aproximar do rigor da culinária japonesa tradicional, exigindo precisão, técnica apurada e consistência na execução. Ao longo dos episódios, os participantes enfrentam provas individuais eliminatórias, desafios de releitura de pratos clássicos e testes de criatividade sob tempo limitado. A avaliação prioriza não apenas o resultado final, mas o processo, com foco na evolução dos competidores diante de diferentes níveis de pressão e complexidade.

Jurados e nomes do mercado

O time de jurados reúne profissionais com atuação consolidada no setor gastronômico, trazendo diferentes especialidades para a avaliação técnica. Entre eles estão Danilo Maciel, Dayse Paparoto e Alexandre Tatsuya Iida. Ao longo da temporada, participações especiais ampliam esse olhar, com nomes como Vivianne Wakuda e Régis Sassaki contribuindo com avaliações e orientações em momentos específicos da competição.

Expansão além do reality

O projeto não se limita aos episódios. O conteúdo será desdobrado em formatos curtos para redes sociais, seguindo uma lógica de consumo contínuo. Além disso, os pratos criados na final serão incorporados ao cardápio da rede ligada ao programa, conectando entretenimento e operação gastronômica.

Criado por Daniel e Bárbara Alencar Coelho, o Izu Master Roll funciona também como extensão de marca do Izu Japanese Food, utilizando o audiovisual para ampliar alcance e posicionamento dentro do mercado de culinária japonesa no Brasil.

A estreia marca um movimento claro de nicho dentro do entretenimento gastronômico nacional, focando menos em espetáculo generalista e mais em especialização técnica.

MIS exibe “À sombra do vulcão” em sessão gratuita com debate no Clube do Filme do Livro

Cena do longa-metragem “À sombra do vulcão” | Crédito: divulgação

O Museu da Imagem e do Som inicia a programação de 2026 do Clube do Filme do Livro com a exibição gratuita de À sombra do vulcão, no dia 26 de março, às 19h. Após a sessão, o público participa de um bate-papo com o poeta Fabrício Corsaletti.

A proposta do programa é direta: unir cinema e literatura a partir de adaptações. A cada edição, um convidado escolhe um filme baseado em livro e conduz a conversa após a exibição, trazendo leitura crítica e impressões pessoais.

Um clássico literário levado ao cinema

Dirigido por John Huston, o longa adapta o romance de Malcolm Lowry, publicado em 1947 e considerado um dos grandes títulos da literatura do século 20.

A história acompanha um ex-cônsul britânico no México durante o Dia dos Mortos, atravessando um dia marcado por alcoolismo, reencontros e tensões emocionais. A narrativa se concentra em poucos personagens e se desenvolve a partir de relações mal resolvidas.

Cinema e literatura em diálogo

O interesse da sessão está justamente na adaptação. O livro de Lowry é conhecido pela densidade psicológica e estrutura complexa, enquanto o filme de Huston traduz esse material para uma linguagem mais direta, sem abandonar o clima melancólico.

A presença de Corsaletti reforça esse olhar. Com trajetória consolidada na literatura contemporânea, o autor conduz a discussão a partir da relação entre texto e imagem, destacando escolhas narrativas e diferenças entre as obras.

Como participar

A sessão acontece no auditório LABMIS, com capacidade limitada, e os ingressos são distribuídos gratuitamente no local.

Serviço

Evento: Clube do Filme do Livro – “À sombra do vulcão”
Data: 26 de março de 2026
Horário: 19h
Local: Auditório LABMIS – Museu da Imagem e do Som
Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo
Ingresso: gratuito (retirada 1h antes na bilheteria)
Classificação: 14 anos

Apenas um Show retorna com nova série e estreia marcada para maio

Um dos maiores sucessos do Cartoon Network está de volta. Apenas um Show: As Fitas Perdidas marca o retorno da franquia criada por J. G. Quintel, com estreia confirmada para o dia 11 de maio, tanto no canal quanto na HBO Max.

O lançamento acontece com um episódio especial de meia hora, funcionando como ponto de partida para a nova fase da série.

Retorno mantém essência e amplia o universo

Produzida pelo Cartoon Network Studios, a nova série retoma a dinâmica central entre Mordecai e Rigby, dupla que transforma tarefas simples em situações absurdas.

A proposta segue a mesma lógica da produção original: cotidiano banal que rapidamente escala para caos surreal. A diferença está no recorte. As Fitas Perdidas expande esse universo com novas histórias, mantendo o humor característico e o ritmo acelerado

Continuidade com identidade própria

Segundo a própria produção, o projeto não busca reinvenção completa. A ideia é preservar o estilo visual e o timing cômico que definiram a série original, ao mesmo tempo em que introduz novas situações e explora diferentes possibilidades dentro do mesmo formato.

O envolvimento direto de Quintel reforça essa continuidade criativa, mantendo a assinatura que marcou o sucesso inicial.

Expansão também fora da TV

Além da estreia, a franquia ganha presença dentro do Roblox com uma ativação especial. Durante seis semanas, jogadores poderão explorar uma área temática baseada na série, interagir com personagens clássicos e acessar elementos icônicos do universo.

A estratégia amplia o alcance da marca, conectando televisão, streaming e experiências interativas.

Um legado que sustenta o retorno

Com oito temporadas, filme e reconhecimento em premiações como o Emmy, Apenas um Show se consolidou como um dos títulos mais relevantes da animação do Cartoon Network. O desempenho contínuo em plataformas digitais e streaming mostra que o interesse pela série permanece ativo.

Quando assistir

Apenas um Show: As Fitas Perdidas estreia 11 de maio de 2026 na Cartoon Network e no HBO Max.

Pikachu Gigamax estreia em Pokémon GO e vira novo desafio da Batalha Max no Brasil

O Pokémon GO recebe neste fim de semana um dos desafios mais esperados do modo Batalha Max: a estreia do Pikachu Gigamax, versão gigante do mascote da franquia que chega como batalha de alto nível.

O evento acontece no dia 28 de março, das 14h às 17h, com o Pokémon aparecendo em batalhas de seis estrelas, exigindo coordenação entre jogadores para ser derrotado.

Um desafio pensado para jogo em grupo

Diferente de encontros comuns, o Pikachu Gigamax foi estruturado para incentivar cooperação. O nível elevado da batalha torna praticamente obrigatório o uso de grupos organizados, especialmente para jogadores que buscam eficiência na captura.

Após a vitória, será possível capturar o Pokémon, com chance de encontrar sua versão Brilhante. Essa forma, no entanto, não pode evoluir, mantendo o foco na raridade e no desafio.

Bônus ativos durante o evento

Entre os dias 27 e 28 de março, o jogo libera vantagens que facilitam a preparação para o confronto:

  • Aumento no limite de coleta de Partículas Max
  • Pontos de Energia atualizados com maior frequência
  • 8x mais Partículas Max em Pontos de Energia
  • Até três trocas especiais por dia

No próprio dia 28, há também 2x mais Partículas Max durante a exploração, incentivando a movimentação dos jogadores.

Evento espalhado pelo Brasil

O Pikachu Gigamax estará disponível em todo o país, com comunidades locais organizando encontros para enfrentar o desafio em grupo. A proposta segue o padrão dos grandes eventos do jogo, que dependem da mobilização de jogadores em cada região.

Quando e como participar

  • Data: 28 de março de 2026
  • Horário: das 14h às 17h
  • Modo: Batalha Max (6 estrelas)
  • Disponibilidade: todo o Brasil

A recomendação é clara: formar grupos e aproveitar a janela curta do evento para maximizar as chances de captura.

Review | Rayman: 30th Anniversary Edition

Pra quem viveu na década de 1990, quando existia uma guerra de consoles entre Nintendo e SEGA, Rayman surgiu para muitos no PlayStation, sendo frequentemente visto como um “mascote” do console. Ao lado de personagens como Crash Bandicoot, muita gente associava Rayman à marca, enquanto Mario e Sonic dominavam como os grandes rivais da década.

Mas Rayman logo se revelou um personagem que não pertencia a uma única plataforma. Seu jogo não só estava no PlayStation, mas também no Jaguar, MS-DOS, Game Boy Color e até no Game Boy Advance.

Conseguindo reproduzir quase a mesma experiência em todas as plataformas, Rayman é um caso raro de consistência na época, com adaptações que respeitam a essência do jogo original. Isso reforça como o design do jogo já nascia sólido, independente do hardware. No fim, ele se consolidou como um símbolo da Ubisoft.

Giuliano Peccilli

Rayman: 30th Anniversary Edition resgata o personagem trazendo a experiência de jogar suas diferentes versões, além de um documentário com seus criadores. O pacote permite revisitar esses jogos no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch.

Talvez fique a dúvida sobre a ausência de uma versão em HD, o que poderia facilitar a entrada de novos jogadores. Ainda assim, a proposta aqui é outra: preservar e apresentar as versões originais como elas foram concebidas, o que acaba sendo um diferencial.

Rayman 1

Giuliano Peccilli

Aqui estamos falando diretamente com quem viveu a época. Meu primeiro contato com o personagem foi no PlayStation, e foi exatamente essa versão que revisitei.

Trazendo um jogo de plataforma com identidade própria, Rayman sempre foi meio “fora da casinha”. Na história, ele precisa resgatar os Electoons e, conforme avança, ganha novas habilidades que ampliam as possibilidades de gameplay. Isso não suaviza o desafio: a dificuldade cresce de forma progressiva e continua sendo um dos pontos mais marcantes do jogo.

As versões de Jaguar e MS-DOS entregam uma experiência muito próxima da original. Cada uma respeita as limitações do seu hardware, mas mantém a estrutura central intacta. Fica mais uma escolha de preferência pessoal ou nostalgia.

Já no Game Boy Color, temos uma versão mais simplificada. Ainda é reconhecível, mas claramente adaptada e original. É o tipo de port que sacrifica complexidade para funcionar, algo comum na época.

Giuliano Peccilli

No Game Boy Advance, lançado em 2001, a adaptação é bem mais fiel. A principal diferença é o “zoom” mais fechado, o que pode até facilitar a leitura do jogo em alguns momentos. No geral, a experiência permanece muito próxima da original de 1995.

Rayman Zero

Giuliano Peccilli

Se tem uma grande surpresa aqui, é a inclusão do protótipo de Super Nintendo Entertainment System.

Essa versão inacabada, que circulava na internet há anos, aparece oficialmente pela primeira vez. É um conteúdo que vai além da curiosidade: mostra um Rayman bem diferente do que conhecemos.

Com menos movimentos e um ritmo mais travado, o personagem parece mais limitado. Visualmente também há diferenças claras. É interessante ver como o jogo ainda estava sendo moldado e como as decisões finais definiram sua identidade.

Documentário

Giuliano Peccilli

O documentário de cerca de 50 minutos, totalmente traduzido em português, ajuda a contextualizar tudo isso.

Ele explica o processo criativo e destaca que Rayman foi inicialmente pensado para Super Nintendo considerando a parceria com a Sony que não aconteceu. O jogo foi transferido para Jaguar, além de receber versões como a do MS-DOS, considerando a relevância dos PCs no mercado europeu naquele momento. Isso muda a forma como a gente enxerga o jogo, que acabou ficando mais associado aos consoles.

Além disso, reforça como Rayman seguia um caminho próprio dentro dos jogos de plataforma. Enquanto outros títulos apostavam em estruturas mais previsíveis, ele investia em um estilo mais excêntrico e menos convencional. Isso ajuda a entender por que o jogo marcou tanta gente.

Vale a pena?

Giuliano Peccilli

Rayman: 30th Anniversary Edition é um pacote que conversa diretamente com quem viveu os anos 90, mas vai além da nostalgia.

Mais do que revisitar o passado, ele funciona como um registro importante de um jogo que ajudou a definir a identidade da Ubisoft. A dificuldade continua ali, intacta, e reforça como o jogo nunca foi fácil.

Com o tempo, Rayman passou por várias mudanças, ganhou continuações, os Rabbids e até participações diferentes, como no universo do Mario. Ainda assim, essa versão original mostra um lado do personagem que já não existe mais.

Jogar essa coletânea é quase como apagar tudo o que veio depois e voltar ao ponto de partida. E funciona justamente porque respeita essas origens.

No meu caso, a versão de Game Boy Advance tem um peso especial. Foi meu primeiro jogo no portátil, e revisitar isso hoje tem um impacto diferente. Mesmo jogando em uma TV grande, a experiência continua funcionando bem. E, claro, em algo como um Switch ou Steam Deck, a sensação fica ainda mais próxima do que era na época.

Todo suporte e localização em português do menu e do documentário, também tornam a experiência ainda melhor. Os jogos não receberam tradução, o que pode incomodar alguns, mas toda a história de criação está em nosso idioma, o que vale nota por aqui.

No fim, a Ubisoft acerta ao trazer Rayman de volta dessa forma. Fica a expectativa de que isso não seja só uma celebração do passado, mas o começo de um novo futuro para o personagem.

Ficha Técnica

Nota: 4,5 (de 5)

Rayman: 30th Anniversary Edition

Título: Rayman: 30th Anniversary Edition
Desenvolvimento: Digital Eclipse
Publicação: Ubisoft
Trilha sonora: Christophe Héral

Lançamento:

  • Digital: 13 de fevereiro de 2026
  • Físico: junho de 2026

Gênero: Plataforma 2D
Modo de jogo: Single player

Plataformas:
Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam, Ubisoft Connect)

Distribuição: Download digital

Crítica | Barba Ensopada de Sangue

Algumas histórias não dependem de grandes reviravoltas para funcionar. Elas se sustentam no clima, no desconforto e na sensação constante de que tem algo errado ali. “Barba Ensopada de Sangue”, adaptado da obra de Daniel Galera, segue exatamente esse caminho.

Com direção de Aly Muritiba, o filme parte de um passado mal resolvido, uma cidade que não quer falar sobre ele e um protagonista que claramente está quebrado. Num desgaste silencioso de quem já perdeu mais do que consegue explicar.

Produzido pela RT Features e pela O2 Play em parceria com o Globoplay, o longa recebeu o selo Original Globoplay. Ao deixar a história se construir aos poucos, o filme confia mais na atmosfera do que em uma narrativa acelerada.

Um herói quebrado

Divulgação

Gabriel (Gabriel Leone) é um professor de educação física que volta para perto do pai já doente. Nesse processo, descobre que muito do que ouviu sobre sua família não era exatamente verdade. Além disso, descobrimos que ele sofre de prosopagnosia, um distúrbio neurológico que o impede de reconhecer rostos.

Após a morte do pai, ele decide ir até Garopaba, no litoral de Santa Catarina, junto de Berta, cadela da família. Ele parte para entender o que aconteceu com seu avô, Gaudério, assassinado anos antes em circunstâncias nunca bem explicadas. O problema é que a cidade não quer revisitar essa história.

Desde a chegada, Gabriel percebe que existe uma rejeição clara. As pessoas evitam falar, desviam, tratam o assunto como algo que deve permanecer enterrado. Gaudério não é lembrado com respeito, mas como alguém que todos preferem esquecer. Mesmo assim, Gabriel insiste em descobrir a história do avô.

Ao reabrir a antiga casa da família, ele passa a viver naquele espaço carregado de memória, tentando montar um quebra-cabeça com peças que ninguém quer entregar. É uma busca que não vem só da curiosidade, mas de uma necessidade quase pessoal de entender de onde veio.

Divulgação

Nesse meio tempo, ele conhece Jasmine (Thainá Duarte), uma guia local que foge desse comportamento hostil da cidade. Ela não trata Gabriel como um problema, nem como uma extensão do avô. Essa diferença faz com que ela se torne uma das poucas conexões reais que ele encontra ali.

Mas, quanto mais Gabriel se aproxima da verdade, mais a cidade reage. Pequenos conflitos começam a surgir, deixando claro que mexer nesse passado não é algo neutro. Existe um limite, e ele está ultrapassando.

Opinião

Divulgação

“Barba Ensopada de Sangue” não é um filme de respostas fáceis, nem de grandes revelações pontuais. É um filme sobre o processo do protagonista que, ao perceber sua semelhança física com o avô, passa a buscar respostas para a própria vida ao investigar o passado da família.

Aly Muritiba constrói tudo com calma, usando o silêncio como ferramenta principal. Muitas vezes, o que pesa não é o que os personagens dizem, mas o que eles evitam dizer.

Garopaba é essencial e funciona quase como um personagem. Os olhares, a forma como os moradores se fecham e o desconforto com a presença de Gabriel contribuem para essa sensação de isolamento. Ele não pertence àquele lugar, e o filme reforça isso o tempo todo.

Gabriel Leone entrega um protagonista diferente do que se espera do seu “bom moço”. Não é alguém de carisma imediato, mas um personagem que insiste, mesmo sem ter controle da situação. Existe uma busca ali, mas também uma tentativa de reconstrução que nunca se resolve completamente. O fato de ele ter dificuldade em reconhecer rostos se torna um elemento importante na relação com Jasmine, especialmente quando ele passa a identificá-la pelo toque, em um momento que marca sua confiança nela.

Thainá Duarte, como Jasmine, entra como um ponto de equilíbrio. Se Gabriel está quebrado, ela traz um respiro de otimismo. Em um ambiente onde quase tudo é resistência, a presença dela é essencial para que ele não desmorone de vez.

Revelando informações aos poucos, o filme não tem pressa em explicar, e nem tudo ganha uma resposta direta. “Barba Ensopada de Sangue” não é sobre descobrir exatamente o que aconteceu, mas sobre o que essa busca provoca. Principalmente sobre insistir em abrir algo que todo mundo já decidiu esquecer. E sobre carregar um peso que não foi criado por você, mas que ainda assim te pertence.

É um filme que trabalha na tensão baixa, no desconforto constante e na sensação de deslocamento. Pode não agradar quem busca algo mais direto, mas, para quem entra no ritmo, entrega uma boa jornada.

Ficha técnica

Nota: 4 (de 5)

Barba Ensopada de Sangue

Brasil | 2026 | 108 min | Drama

Direção: Aly Muritiba
Roteiro: Aly Muritiba, Jessica Candal
Baseado em: Daniel Galera

Elenco: Gabriel Leone, Thainá Duarte, Ivo Müller, Roberto Birindelli, Teca Pereira

Produção: O2Play, RT Features e Globoplay
Idioma: Português

Agradecimentos a O2Play pela produção deste conteúdo.