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Museu do Ipiranga recebe pré-estreia de documentário sobre mulheres artistas brasileiras

Interior do Ateliê, Abigail de Andrade. Foto- Cesar Barreto

O Museu do Ipiranga recebe, no dia 7 de março, às 15h, a pré-estreia do documentário “Mulheres Artistas, Subvertendo a Submissão”, novo trabalho da cineasta Tata Amaral em parceria com Vera Hamburger. A sessão é gratuita e faz parte da 3ª edição do Cinema no Museu, programa que articula audiovisual, história e patrimônio.

Um filme sobre artistas que desafiaram seu tempo

Com 52 minutos, o documentário mergulha na produção e na trajetória de mulheres artistas brasileiras do século 19 e do início do século 20, destacando nomes fundamentais que conquistaram reconhecimento em vida, mas foram silenciados ao longo da história.

O filme acompanha três pioneiras:

  • Abigail de Andrade (1864–1890), pintora premiada com medalha de ouro no Salão Imperial de 1884 e participante da Exposição Universal de Paris.
  • Julieta de França (1870–1951), escultora paraense, primeira mulher a conquistar a bolsa de viagem da Escola Nacional de Belas Artes para estudar em Paris, cujo álbum de carreira integra o acervo do Museu Paulista da USP.
  • Georgina de Albuquerque (1885–1962), pintora e professora, primeira mulher a presidir a Academia de Belas Artes.

Conversa após a sessão

Após a exibição, o público participa de uma roda de conversa com convidados que ampliam o debate proposto pelo filme. Estão confirmados José Roberto de França Arruda, Ana Paula Cavalcanti Simioni, Claudia Schapira e Douglas Fasolato. A mediação é de Liliane Braga, pesquisadora do Museu do Ipiranga.

Exibição no Arte1 no mesmo dia

Além da pré-estreia no Museu do Ipiranga, “Mulheres Artistas, Subvertendo a Submissão” estreia na televisão no Arte1 no mesmo dia, 7 de março, às 19h30.

Cinema no Museu

Criado em 2025, o Cinema no Museu promove sessões seguidas de debate com realizadores e pesquisadores, usando o cinema como ferramenta para revisitar a história brasileira. As edições anteriores exibiram “Tava, a Casa de Pedra” e “Todos os Mortos”, sempre conectando patrimônio, memória e questões contemporâneas.

Serviço

Cinema no Museu 3ª edição
Filme: Mulheres Artistas, Subvertendo a Submissão
Data: 7 de março
Horário: 15h
Local: Auditório do Museu do Ipiranga
Entrada: Gratuita
Ingressos: retirada na bilheteria a partir das 13h
Classificação: Livre
Acessibilidade: Libras e audiodescrição, conforme disponibilidade

Se quiser, posso enxugar ainda mais para nota cultural, adaptar para Google Discover ou criar versão com foco em Dia da Mulher.

Anime Friends 2026 anuncia MUCC no Brasil e leva o visual kei ao AF Festival

O MUCC está de volta ao Brasil e leva o peso do visual kei para a sexta-feira do AF Festival 2026. A banda sobe ao palco no dia 3 de julho, no Distrito Anhembi, dentro da programação do Anime Friends 2026, prometendo um show intenso, barulhento e emocional do jeito que os fãs esperam.

Uma trajetória moldada pelo peso e pela experimentação

Formado em 1997, em Ibaraki, o MUCC construiu sua identidade misturando rock alternativo, metal e experimentações que sempre fugiram do óbvio dentro do visual kei. Atualmente, a banda é um trio formado por Tatsurō no vocal, Miya na guitarra e YUKKE no baixo, mantendo uma sonoridade que muda ao longo dos discos, mas nunca perde a carga emocional.

São quase três décadas de carreira marcadas por reinvenções constantes, sem abandonar o peso, a melancolia e a agressividade que definiram a banda desde o início.

Do underground japonês aos grandes palcos do mundo

O MUCC não ficou restrito ao circuito local. A banda já realizou cerca de 150 shows em mais de 13 países, passando por Europa, América, China, Rússia e América do Sul. No currículo, aparecem festivais de peso como Wacken Open Air, Sweden Rock Festival e Tuska Open Air, mostrando que o som do grupo sempre conversou além das fronteiras do visual kei tradicional.

Essa trajetória internacional ajudou a consolidar o MUCC como um nome respeitado tanto no underground quanto em grandes eventos.

Uma ponte direta com o universo dos animes

Para muita gente fora do Japão, o primeiro contato com o MUCC veio pelos animes. A banda assinou músicas que ficaram marcadas na memória dos fãs, como Nirvana, abertura de Inu x Boku SS, Mother, encerramento de Naruto Shippuden, e Classic, abertura de Nanatsu no Taizai: Seisen no Shirushi.

Além disso, o grupo também participou de trilhas de séries como Zombie-Loan, Senkou no Night Raid, Megane-bu! e Kindaichi Shounen no Jikenbo Returns. Essas conexões ajudaram a ampliar ainda mais a base internacional de fãs e fortalecer o vínculo com a cultura pop japonesa.

Sexta-feira mais pesada do AF Festival 2026

Na sexta-feira, o MUCC divide o palco do AF Festival com o HANABIE., transformando o dia no mais pesado da edição. Para dar conta da demanda e da intensidade, os shows começam ainda no fim da tarde, preparando o público para uma noite de energia máxima, riffs cortantes e muita catarse coletiva.

Para quem acompanha rock japonês há anos, essa sexta-feira promete ser um daqueles dias que ficam na memória.

Quando e onde acontece

O Anime Friends 2026 acontece de 2 a 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O AF Festival integra a programação oficial do evento e consolida a sexta-feira como um dos dias mais aguardados desta edição para os fãs de rock japonês.

Serviço – Anime Friends 2026

Quando: 2 a 5 de julho de 2026
Onde: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Ingressos: à venda a partir de 6 de fevereiro, às 12h, pela Ticket360
Mais informações: animefriends.com.br

Nova edição da revista BL iHZ estreia com continuações muito aguardadas

A editora Taio Shobo colocará no ar nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a edição 12 da revista BL digital iHZ. A publicação chega à meia-noite, com foco em continuações de séries populares e início de novos arcos que já vinham sendo aguardados pelos leitores.

A capa da edição é assinada por Yuu, que também marca presença com a retomada de um de seus títulos mais comentados. No total, o número reúne um time diverso de autores, entre eles Higure Kure, Okano Tomo, rosca, Kitahara Rii, Yokuso Tsubo Karubi, Kano Sayuri e Mukuda Yanapi.

Entre os destaques está o retorno de “Kusottare Baby BABY LOVE”, de Yuu, que entra oficialmente na fase de relacionamento do casal protagonista. O novo capítulo inaugura o chamado “arco do namoro”, aprofundando a dinâmica entre dois personagens marcados por conflitos emocionais e dificuldade de comunicação — agora lidando com a prática (e os tropeços) de estarem juntos.

Outro ponto alto da edição é “Brat Tamer / Joker cheers!”, de Kitahara Rii, que avança com o terceiro capítulo (parte inicial). A série segue explorando relações intensas e possessivas, com foco na obsessão crescente de Leo e nos limites entre proteção e controle.

Já “Home Come Home”, de Okano Tomo, chega ao capítulo 4 (parte final), apostando em um tom mais introspectivo. A história coloca os protagonistas frente a frente com sentimentos que só se tornam claros quando vistos pelo ponto de vista do outro — um daqueles momentos em que o silêncio pesa mais que qualquer diálogo.

Além das séries em andamento, a edição também traz ensaios conceituais, novos capítulos de títulos seriados e lançamento simultâneo de capítulos avulsos, permitindo que leitores acompanhem histórias específicas sem precisar adquirir a revista completa.

A iHZ 12 já está disponível em formato digital no site oficial da b’s-garden, reforçando a proposta da revista de funcionar como um espaço para narrativas BL contemporâneas, com variedade de estilos, temas e abordagens — do romance caótico ao drama emocional mais contido.

Para quem acompanha BL japonês atual, esta edição funciona como um bom retrato do momento: menos fórmulas engessadas e mais foco em relações imperfeitas, personagens falhos e sentimentos que nem sempre sabem se expressar direito.

Com informações do PR Times

City Hunter celebra Ryo e Kaori com evento especial em Tóquio

Os fãs de City Hunter já têm um encontro marcado na primavera japonesa. A partir de 26 de março de 2026, a Gallery Zenon, em Kichijoji, recebe o evento “City Hunter #RyoKaori Birthday 2026”, uma exposição comemorativa dedicada aos aniversários de Ryo Saeba e Kaori Makimura.

A proposta é simples e direta: transformar o aniversário da dupla em uma celebração visual e afetiva da obra de Tsukasa Hojo, reunindo arte original, novos produtos e experiências temáticas em um único espaço.

Arte original, novos produtos e clima de comemoração

O destaque da exposição fica por conta das ilustrações coloridas originais desenhadas por Tsukasa Hojo durante a época de serialização do mangá, apresentadas em um clima mais leve e pop, alinhado à ideia de aniversário. Para quem acompanha City Hunter há décadas, é uma chance rara de ver de perto materiais históricos do autor.

Além da parte expositiva, o evento também contará com venda antecipada de novos produtos oficiais e um café temático. O espaço anexo à galeria vai oferecer menus exclusivos inspirados em Ryo e Kaori, pensados especialmente para o período da mostra. Mesmo quem já conhece a Gallery Zenon vai encontrar algo diferente desta vez.

Datas, ingressos e funcionamento

A exposição acontece exclusivamente no Japão, de 26 de março a 19 de abril de 2026, com funcionamento das 11h às 18h (última entrada às 17h30). A galeria fecha às terças-feiras, com exceção do dia 31 de março, que terá funcionamento especial por também marcar o aniversário de Kaori.

Os ingressos começam a ser vendidos online em 27 de fevereiro, às 18h (horário do Japão).

  • Fins de semana e datas de aniversário (26 e 31/3): 880 ienes
  • Demais dias úteis: 550 ienes (venda no local)
    Crianças do ensino fundamental entram gratuitamente, acompanhadas por um responsável.

O uso do café tem horário controlado em fins de semana e nas datas comemorativas, funcionando por janelas de 70 minutos. Já a visita à área expositiva não exige troca obrigatória de público.

Um clássico que segue vivo

Criado por Tsukasa Hojo e publicado originalmente nos anos 1980, City Hunter continua sendo um dos mangás mais icônicos da cultura pop japonesa. Eventos como o #RyoKaori Birthday mostram como a obra segue relevante, não apenas como nostalgia, mas como parte ativa do calendário cultural de Tóquio.

Com informações do PR Times

Ultraman Tiga: The Final Odyssey inspira perfume da Camearra, líder das Trevas

A vilã Camearra, líder dos Três Gigantes das Trevas em Ultraman Tiga: The Final Odyssey, acaba de ganhar uma fragrância oficial inspirada em sua trajetória marcada por amor, ódio e redenção. O perfume é assinado pela Fairytale Inc., empresa japonesa especializada em fragrâncias licenciadas, e já está em pré-venda no Japão.

O lançamento toma como referência o longa-metragem exibido originalmente em 2000, que funciona como o desfecho da série Ultraman Tiga. Ambientado após os eventos da vitória do Glitter Tiga, o filme revela o passado do herói e introduz Camearra como figura central do conflito, interpretando uma relação emocional complexa com Tiga/Diggo.

Uma fragrância que traduz a personagem

Batizado de Camearra Eau de Parfum, o perfume busca transformar a narrativa da personagem em notas olfativas. A abertura traz frutas cítricas e trufa, evocando o afeto que atravessa milênios. No corpo, especiarias e flores intensas representam a virada emocional da personagem, quando o amor se converte em ressentimento. O fechamento, mais quente e adocicado, remete ao desfecho melancólico da vilã.

Em termos práticos, é uma fragrância de presença marcante, com evolução perceptível ao longo do uso — começa intensa e vai se acomodando, o que ajuda a visualizar essa “história em camadas” que o perfume propõe.

Notas e conceito

  • Topo: Trufa, cassis, bergamota, mandarina e limão
  • Coração: Orquídea negra, especiarias e gardênia
  • Base: Chocolate amargo, incenso, âmbar e vetiver

A família olfativa é definida pela marca como “Love and Hate Floral”, reforçando o contraste que define Camearra.

Preço e disponibilidade

O perfume tem 60 ml, custa 4.950 ienes (impostos incluídos) e é produzido no Japão. As vendas acontecem pela loja online da marca e por grandes marketplaces japoneses. Não há anúncio de distribuição oficial fora do país.

Para fãs de Ultraman, o lançamento funciona menos como um item utilitário e mais como uma extensão da personagem: um produto pensado para quem reconhece o peso simbólico de Camearra dentro da mitologia de Tiga e quer levar isso para além da tela.

Com informações a PR Times

Blue Lock ganha coleção de joias no Japão

A febre de Blue Lock acaba de chegar a um território inesperado: o da joalheria. A marca japonesa FANITEM anunciou uma coleção de anéis inspirados nas flores de nascimento dos personagens do anime, transformando o conceito de “ego” da série em peças pensadas para o uso cotidiano — ou para coleção.

A linha é oficial do anime e tem venda limitada ao Japão, funcionando no formato de pré-venda entre 14 e 27 de fevereiro de 2026. Ou seja: é mais uma daquelas ações pensadas para o público japonês e para fãs que acompanham o mercado internacional de perto.

Joias inspiradas nos personagens

A coleção traz sete modelos, cada um associado a um personagem específico da série:
Isagi Yoichi, Itoshi Rin, Nagi Seishiro, Mikage Reo, Itoshi Sae, Shidou Ryusei e Oliver Aiku.

Cada anel usa a flor de nascimento do personagem como tema visual, combinada com uma pedra na cor que remete à identidade de cada um. Na prática, não são anéis chamativos ou “cosplay”: o design é simples e discreto, pensado para quem quer usar no dia a dia sem parecer um item claramente ligado a um anime.

Um exemplo fácil de visualizar: é o tipo de anel que dá para usar no trabalho ou em eventos sociais, mas que só outro fã de Blue Lock vai reconhecer de imediato.

Pensado para usar (ou colecionar)

Os anéis estão disponíveis nos tamanhos 5 ao 15, com numeração japonesa padrão, e também podem ser usados em conjunto. A própria marca sugere combinar personagens diferentes no mesmo uso, algo comum no mercado de joias temáticas no Japão.

Todas as unidades acompanham uma caixa exclusiva, o que também reforça o apelo como item de coleção. Para quem prefere algo ainda mais sofisticado, há versões feitas em ouro 18k ou platina, mas essas são limitadas.

Preço e disponibilidade

O valor inicial é de 22.000 ienes (cerca de 22 mil ienes com variação conforme o material escolhido). A produção é feita no Japão, e os pedidos são realizados exclusivamente pelo site oficial da FANITEM.

Vale reforçar: não há venda oficial no Brasil, nem previsão de distribuição internacional. Quem quiser adquirir precisa recorrer a importação, serviços de redirecionamento ou lojas especializadas.

Um tipo de produto cada vez mais comum

Esse tipo de lançamento mostra como animes como Blue Lock já ultrapassaram o campo de camisetas, chaveiros e figures. Hoje, a franquia circula também por moda, acessórios e design — produtos que dialogam com fãs mais velhos ou com quem prefere referências mais sutis.

Não é algo feito para “converter” novos públicos, mas sim para aprofundar o vínculo com quem já acompanha a série e busca uma forma mais pessoal de demonstrar isso.

Com informações do PR Times

O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?! ultrapassa 1,5 milhão de cópias com novo volume no Japão

O mangá O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?!, de Sumiko Arai, acaba de alcançar um novo marco importante. O volume 4 foi lançado no Japão em 19 de fevereiro de 2026, levando a série a ultrapassar a marca de 1,5 milhão de cópias em circulação no mundo.

Lançamento no Japão também é relevante para o público brasileiro, já que a obra está sendo publicada no país pela NewPOP.

De história nas redes sociais a fenômeno editorial

O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?! nasceu de forma quase despretensiosa, como pequenas histórias visuais publicadas nas redes sociais da autora. A recepção imediata levou a obra a ganhar serialização no Pixiv Comic e, pouco depois, edições físicas pela Kadokawa no Japão.

A narrativa acompanha Aya, uma estudante apaixonada por rock, e Mitsuki, sua colega de classe introspectiva que trabalha em uma loja de discos usando uma aparência andrógina. Ao acreditar que Mitsuki é um garoto, Aya inicia uma aproximação que se transforma em um romance sensível, construído a partir de música, silêncio e descoberta emocional.

O charme da obra está justamente na forma como ela comunica sentimentos sem excessos de texto, apostando em expressões, enquadramentos e clima — algo que ajudou o mangá a atravessar fronteiras culturais com facilidade.

Reconhecimento no Japão e fora dele

O sucesso comercial veio acompanhado de reconhecimento crítico. A série venceu o Next Manga Award, figurou entre os destaques do Kono Manga ga Sugoi! e passou a receber prêmios e indicações em mercados como Estados Unidos, França e Espanha.

Esse desempenho internacional reforça a posição de O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?! como um dos títulos yuri mais importantes da nova geração, dialogando tanto com leitores experientes quanto com quem está descobrindo o gênero agora.

E no Brasil: onde a NewPOP entra nessa história

No Brasil, o mangá é publicado pela NewPOP Editora, que adotou oficialmente o título O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?!. A edição nacional tem sido fundamental para ampliar o alcance da obra entre leitores de língua portuguesa.

Embora o volume 4 ainda não tenha data anunciada no Brasil, o lançamento japonês funciona como um termômetro claro.

Ficha técnica

Novo volume lançado: volume 4 (Japão, 19/02/2026)

Marca atingida: mais de 1,5 milhão de cópias no mundo

Autora: Sumiko Arai

Título no Brasil: O Cara Que Estou a Fim Não É Um Cara?!

Editora brasileira: NewPOP

Gintama celebra 20 anos com JUMP MV ao som de “Sanzen”, do SUPER BEAVER

Quando duas obras que cresceram à margem do óbvio completam 20 anos quase ao mesmo tempo, o encontro soa menos como marketing e mais como destino. É exatamente essa a sensação por trás do novo JUMP MV, que une Gintama ao som de Sanzen, da banda SUPER BEAVER.

O vídeo estreia no sábado, 21 de fevereiro, às 20h (horário do Japão), com pré-estreia marcada no YouTube pelo canal oficial da Weekly Shonen Jump. O acesso é global — qualquer pessoa pode assistir —, mas o contexto é profundamente japonês: trata-se de uma celebração cruzada de duas trajetórias que nunca seguiram o caminho mais fácil.

Assista embaixo

O que é o JUMP MV e por que ele importa

O projeto JUMP MV é uma iniciativa que cruza cenas icônicas de obras da Weekly Shonen Jump com músicas de artistas da Sony Music Japan. Não é clipe tradicional, nem trailer: funciona como um híbrido emocional, pensado para fãs que já carregam essas histórias na memória.

No caso de Gintama, o impacto é ainda maior. A série sempre transitou entre a comédia absurda e o drama existencial com uma liberdade que poucas obras conseguiram sustentar por tanto tempo. Colocar essa trajetória lado a lado com “Sanzen” — música que fala de resistência, persistência e identidade — parece menos coincidência e mais leitura atenta do legado da obra.

Por que SUPER BEAVER combina tanto com Gintama

SUPER BEAVER nunca foi uma banda de atalhos. Depois de um início em grande gravadora, o grupo passou anos no circuito independente, construindo público show a show, letra a letra. O retorno ao mainstream veio sem perder identidade — algo que ecoa diretamente a jornada de Gintama dentro da própria Jump.

A escolha da banda como intérprete do tema de um projeto comemorativo de Gintama não é apenas simbólica: é coerente. Ambos falam de falhas, de insistir apesar do cansaço, de rir enquanto tudo parece desmoronar. É um encontro de discursos semelhantes em mídias diferentes.

Um presente para fãs antigos (e um convite para novos)

O JUMP MV não exige que o espectador esteja acompanhando os lançamentos mais recentes da franquia. Pelo contrário: ele funciona como um lembrete do que Gintama sempre foi — um retrato exagerado, caótico e surpreendentemente humano.

Para quem cresceu com a série, é um aceno direto à memória afetiva. Para quem nunca mergulhou de vez, é uma porta de entrada curiosa, que mostra por que a obra segue relevante mesmo após o fim do mangá e do anime regular.

Quando e onde assistir

  • Estreia: 21 de fevereiro de 2026 (sábado)
  • Horário: 20h (horário do Japão)
  • Plataforma: YouTube – canal oficial da Jump
  • Formato: JUMP MV (Gintama × “Sanzen”, SUPER BEAVER)

Com informações do PR Times

Antologia BL isekai aposta em romances obsessivos e vira destaque no Japão

Lançada nesta semana no Japão, Ore, Isekai de Nazeka Dekiai Sareteru Nandesukedo. BL Anthology chega como mais um reflexo direto de uma tendência que segue crescendo no mercado editorial japonês: romances BL ambientados em mundos de fantasia, onde o afeto rapidamente cruza a linha da devoção para a obsessão.

A antologia começou a ser publicada no dia 19 de fevereiro de 2026 na revista digital Kurofune Pixiv e também ganhou edição física no Japão. O material é apresentado exclusivamente em japonês e, até o momento, não há previsão de lançamento internacional. A proposta aqui não é o acesso imediato, mas a observação de um movimento criativo que vem se consolidando dentro do BL contemporâneo.

O fascínio pelo “amor inevitável” em mundos paralelos

O ponto de união entre as histórias é claro: protagonistas que despertam paixões absolutas após serem transportados para universos paralelos. Cavaleiros, heróis, criaturas místicas e figuras de poder se tornam polos de desejo que orbitam personagens muitas vezes frágeis, deslocados ou emocionalmente despreparados para tamanha entrega.

Esse tipo de narrativa tem ganhado força por combinar dois escapismos populares no Japão: o isekai e o BL de tom possessivo. Aqui, o amor não é gradual, é intenso desde o início, quase predestinado. E isso não é tratado como exceção, mas como regra.

Histórias que exploram diferentes formas de apego

A antologia reúne cinco histórias, mesclando adaptações de romances populares do site Moonlight Novels com narrativas originais. Entre os destaques estão:

  • Um ex-herói que retorna ao Japão, apenas para ser seguido por alguém que se recusa a deixá-lo ir
  • Um comandante de cavaleiros incapaz de lidar com seus próprios desejos
  • Laços de infância que evoluem para relações de dependência emocional
  • Relações entre humanos e criaturas místicas, onde o carinho se confunde com domínio
  • Intrigas palacianas que transformam proteção em aprisionamento afetivo

Cada história aborda o “amar demais” sob uma lente diferente, mas todas compartilham o mesmo eixo emocional: o medo da perda como motor do afeto.

Uma vitrine do BL japonês atual

Mesmo sem previsão de publicação fora do Japão, a antologia funciona como um retrato preciso do momento atual do BL no país. O foco deixa de ser apenas o romance idealizado e passa a explorar relações desequilibradas, dependência emocional e o desejo de pertencimento absoluto.

Esse tipo de obra ajuda a entender por que o BL isekai segue tão popular: ele transforma inseguranças contemporâneas em fantasia romântica, oferecendo mundos onde o amor é garantido, ainda que à custa da liberdade.

Onde a obra se encaixa no cenário global

Para leitores fora do Japão, Ore, Isekai de Nazeka Dekiai Sareteru Nandesukedo. BL Anthology não se apresenta como um produto de consumo imediato, mas como referência cultural. Ela indica caminhos narrativos, tendências temáticas e escolhas estéticas que podem, eventualmente, influenciar obras futuras que cheguem ao mercado internacional.

Por enquanto, fica como um exemplo claro de como o BL japonês continua se reinventando, aprofundando emoções extremas e apostando em romances que não pedem licença para serem intensos.

Com informações do PR Times

‘Tonari no Stella’ ganha eeo Kuji com novos brindes e ilustrações oficiais

A romanceada distância entre amizade e amor em Tonari no Stella acaba de virar prêmio. O mangá de Anmitsu, publicado na revista Bessatsu Friend, ganhou uma edição especial do eeo Kuji, a tradicional loteria online japonesa de produtos licenciados, já disponível no eeo Store.

A iniciativa chega em um momento estratégico para a obra, que continua em publicação no Japão e ganhou novo fôlego após a adaptação em live-action lançada em 2025. Para quem acompanha a trajetória de Chiaki Amano e Subaru Hiiragi, a kuji funciona quase como um álbum físico da série, reunindo ilustrações que marcaram o mangá ao longo dos anos.

O que é o eeo Kuji e por que importa

Diferente de uma loja comum, o eeo Kuji funciona como uma loteria digital: cada compra garante um sorteio, e o item recebido depende da categoria premiada. Esse formato é muito popular no Japão justamente por incentivar colecionismo e exclusividade — e, no caso de Tonari no Stella, o foco está totalmente no material visual oficial.

As artes usadas nos brindes incluem capas de volumes, ilustrações coloridas e imagens promocionais, algo que costuma agradar tanto leitores antigos quanto novos fãs que chegaram pelo filme.

Principais prêmios da edição

A linha de prêmios vai do item de exposição ao brinde pensado para uso cotidiano:

– S Prize: Canvas board em tecido real, com arte oficial em alta definição
– A Prize: Acrílicos de mesa (3 modelos) com Chiaki e Subaru
– B Prize: Cases transparentes para papéis e cartões
– C Prize: Chaveiros acrílicos baseados nas capas do mangá
– D Prize: Bottons com close nos personagens

Todos os prêmios, exceto o S, são distribuídos de forma aleatória, mantendo o espírito clássico das kujis.

Bônus e W Chance

Quem compra 10 unidades de uma só vez recebe, automaticamente, um cartão postal exclusivo (entre três modelos). Além disso, a campanha conta com o tradicional W Chance, que sorteia conjuntos completos de brindes em dois períodos distintos, ampliando as chances de levar algo além do prêmio principal.

Por que essa kuji chama atenção

Mais do que vender produtos, essa ação reforça o lugar de Tonari no Stella como um dos shoujos mais relevantes da nova geração. A escolha por itens de qualidade e artes consagradas mostra um cuidado que vai além do merchandising básico — algo que nem sempre acontece nesse tipo de campanha.

Para quem acompanha o mangá desde o início, é uma forma concreta de celebrar a obra. Para quem chegou agora, um convite visual para mergulhar nesse romance de “infância compartilhada e caminhos que se separam”.

Serviço

• Obra: Tonari no Stella
• Autora: Anmitsu
• Evento: eeo Kuji (loteria online)
• Período: 16 de fevereiro a 15 de março de 2026
• Preço: 880 ienes por tentativa
• Entrega prevista: início de maio de 2026
• Onde comprar: eeo Store online
• Bônus: cartões postais a cada 10 compras + W Chance por período

Com informações do PR Times

VTuber Lauren Iroas atinge 1 milhão de inscritos no YouTube e consolida nova fase na Nijisanji

Alcançar 1 milhão de inscritos no YouTube já é um feito grande para qualquer criador de conteúdo. No universo VTuber, onde carisma, constância e conexão com o público são tudo, o marco ganha ainda mais peso. Foi exatamente isso que Lauren Iroas conquistou nesta semana, tornando-se oficialmente um dos canais milionários da Nijisanji.

O número foi atingido no dia 19 de fevereiro de 2026, coroando uma trajetória que começou em julho de 2021 e que, desde então, só cresceu em alcance e identidade.

De estreante promissor a nome central da Nijisanji

Desde o debut, Lauren construiu uma base sólida apostando em dois pilares muito claros: gameplay afiado e um senso de humor direto, caótico na medida certa. Suas lives se tornaram ponto de encontro para quem busca partidas intensas, comentários ácidos e aquele clima de conversa entre amigos que é marca registrada da Nijisanji.

Além da atuação solo, ele também se destacou dentro do Eden-gumi, grupo de estreia que ajudou a moldar uma das gerações mais populares da agência.

Quando VTuber também vira músico

Outro ponto importante dessa trajetória é a música. Lauren é baixista da banda 2ji Datoka, formada ao lado de Watarai Hibari, Fuwa Minato e Ibrahim. O projeto saiu do “evento especial” e ganhou status de carreira paralela de verdade, com direito a primeiro show solo em 2025, que reforçou a versatilidade do VTuber no palco.

Essa veia artística agora entra em uma nova fase.

Álbum e show solo já têm data

O milhão de inscritos chega justamente às vésperas de dois passos importantes:

– 1st Mini Album “No One”, previsto para 22 de abril de 2026, com cinco faixas que exploram as múltiplas “faces” de Lauren, conceito que dialoga diretamente com sua persona como VTuber.
– 1st Live “FACE”, marcado para 30 de julho de 2026, no Tokyo International Forum Hall A, seu primeiro show solo em grande escala.

É o tipo de agenda que deixa claro: o milhão não é ponto final, é ponto de virada.

Por que esse marco importa

Dentro da Nijisanji, números altos são comuns, mas nem todos os canais conseguem transformar crescimento em identidade artística clara. Lauren Iroas conseguiu. Ele não é apenas “mais um VTuber popular”, mas alguém que transita com naturalidade entre lives longas, projetos musicais e grandes eventos ao vivo.

O resultado é uma base de fãs que acompanha tudo — do caos das streams ao palco iluminado dos shows.

O que vem agora

Com álbum, live solo e um público consolidado, 2026 se desenha como o ano mais importante da carreira de Lauren até aqui. Se o primeiro milhão veio de constância e carisma, o próximo passo parece ser expansão criativa.

E, pelo ritmo atual, esse número deve ser só o começo.

Destaques

• VTuber: Lauren Iroas
• Grupo: Nijisanji
• Marco: 1 milhão de inscritos no YouTube
• Álbum: No One – 22 de abril de 2026
• Show solo: FACE – 30 de julho de 2026
• Local: Tokyo International Forum Hall A

Com informações do PR Times

Oshiete Kudasai, Fujishima-san entra na reta final e aposta em romance ainda mais intenso

O drama japonês Oshiete Kudasai, Fujishima-san (“Ensine-me, Fujishima-san”, em tradução livre) chega oficialmente à sua segunda metade e muda o eixo da narrativa. Se no começo a série chamou atenção pelo choque entre desejo, curiosidade e limites morais, agora o foco está no que vem depois: quando o relacionamento deixa de ser um jogo e passa a exigir maturidade emocional.

A nova fase estreia no dia 20 de fevereiro, com exibição apenas no Japão, pela TOKYO MX e pelo streaming DMM TV.

Do “experimento” ao namoro assumido

No primeiro arco, Oshiete Kudasai, Fujishima-san se sustentava no contraste. De um lado, Ryo, escritora de romances adultos sem experiência prática. Do outro, Fujishima, um bancário direto, frio e aparentemente imune a envolvimento emocional. A relação começa como uma pesquisa pouco ortodoxa e evolui para algo que nenhum dos dois parecia preparado para enfrentar.

O final da primeira parte não deixou margem para dúvida: o sentimento virou compromisso.

Quando o romance começa de verdade

A segunda parte abandona a provocação constante como motor principal e passa a explorar algo mais incômodo — a intimidade. Fujishima revela um lado mais carinhoso, às vezes até inseguro, enquanto Ryo lida com cobranças profissionais, inseguranças pessoais e o medo de não corresponder às expectativas.

Aqui, a série faz uma escolha clara: menos choque, mais conflito emocional. E isso muda completamente a experiência.

Por que a série ganhou tanta força no Japão

Adaptada de um mangá extremamente popular no mercado digital, Oshiete Kudasai, Fujishima-san encontrou seu público por não tratar erotismo como fim, mas como ponto de partida. O interesse nunca esteve apenas nas cenas mais ousadas, e sim no que elas revelam sobre afeto, poder e vulnerabilidade.

Esse segundo arco reforça essa leitura e aposta em uma abordagem mais madura, mesmo que isso signifique desacelerar.

Vale continuar acompanhando?

Se a curiosidade era saber até onde essa relação poderia ir, a reta final promete justamente essa resposta. Agora não se trata mais de desejo, mas de convivência — e isso costuma ser bem mais difícil.

Ficha técnica

Série: Oshiete Kudasai, Fujishima-san
(“Ensine-me, Fujishima-san”)
Início da segunda parte: 20 de fevereiro de 2026
Exibição: Apenas no Japão
TV: TOKYO MX (sextas, 25h35 – horário local)
Streaming: DMM TV (exclusivo, com replay no TVer)

Com informações do PR Times