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Overwatch encontra Hello Kitty em crossover que troca o caos por fofura calculada

Nem todo confronto precisa ser levado a sério. Entre uma Ultimate decisiva e outra, Overwatch resolveu abrir espaço para algo menos explosivo e mais… adorável. Até o dia 23 de fevereiro, o jogo recebe o crossover Overwatch x Hello Kitty e Amigos, uma colaboração que mistura ação frenética com o universo kawaii da Hello Kitty e companhia.

Heróis fofos, mas ainda letais

A colaboração adiciona seis skins temáticas, pensadas para combinar a personalidade dos heróis com os personagens da Sanrio. Juno vira Hello Kitty, Kiriko assume o visual do Cinnamoroll, Mercy aparece como Pompompurin, D.Va encarna My Melody, Widowmaker ganha o sarcasmo de Kuromi e Lúcio entra no clima como Keroppi.

A proposta não é só trocar roupa. As skins mantêm silhuetas claras e leitura rápida em combate, mas brincam com cores, expressões e detalhes que contrastam com o tom geralmente tenso das partidas.

Destaques que chamam atenção

O crossover também traz Jogadas da Partida especiais, com personagens de Hello Kitty e Amigos renderizados em 3D aparecendo nos momentos de destaque. É o tipo de adição puramente estética, mas que transforma vitórias em pequenas celebrações visuais, algo raro em um jogo normalmente focado em eficiência e competitividade.

Como funciona o evento

Os jogadores podem adquirir skins individualmente ou optar por um pacote completo. Além disso, há desafios temporários que rendem cosméticos 2D, como sprays, cartões de nome, títulos de jogador e XP extra para o Passe de Batalha. Jogar e vencer durante o evento acelera a progressão, mesmo para quem não pretende gastar créditos.

Mais leve, sem perder identidade

Overwatch já flertou com crossovers antes, mas aqui o contraste é o principal atrativo. A fofura não enfraquece o jogo, ela cria um ruído curioso no meio do campo de batalha. Em vez de descaracterizar o universo, o evento funciona como respiro, algo que lembra que o jogo também é sobre diversão, não só ranking.

No fim das contas, Overwatch x Hello Kitty e Amigos não tenta reinventar nada. Ele só prova que dá para salvar o mundo usando armadura pesada, rifle de precisão… e um laço rosa.

“Mother’s Baby” leva o medo da maternidade aos cinemas brasileiros em março

Mother's Baby - Marie Leuenberger (Julia) - crédito Autoral Filmes

A maternidade como território de horror psicológico é o ponto de partida de Mother’s Baby, novo longa da cineasta Johanna Moder, que estreia nos cinemas brasileiros em 5 de março de 2026, com distribuição da Autoral Filmes.

Quando o instinto falha

Julia é uma maestra de 40 anos, profissionalmente realizada, mas frustrada pela dificuldade em engravidar. Após um tratamento experimental em uma clínica de fertilidade, ela finalmente dá à luz. O parto, porém, foge do controle. O bebê é retirado de seus braços sem explicações e, quando a criança retorna, algo parece fora do lugar.

A partir daí, o filme mergulha em uma espiral de insegurança, depressão pós parto e paranoia. Julia passa a questionar não apenas a própria sanidade, mas também se o bebê que carrega nos braços é realmente seu filho.

Um suspense guiado pela dúvida

Em vez de seguir o caminho do drama intimista, Johanna Moder opta por estruturar Mother’s Baby como um thriller psicológico. A narrativa nunca oferece respostas fáceis e faz da incerteza sua principal ferramenta. O horror não se manifesta de forma explícita, mas cresce na distância entre o que Julia sente e o que o mundo ao redor insiste em normalizar.

A diretora descreve o filme como um acerto de contas pessoal, interessado em desmontar a imagem idealizada da maternidade. Aqui, a promessa de felicidade não se cumpre. O nascimento marca o início de um colapso silencioso, onde identidade, desejo e expectativa entram em choque.

Performance no centro da experiência

A condução do filme repousa quase inteiramente sobre Marie Leuenberger, que sustenta o suspense com uma atuação contida e profundamente desconfortável. Ao seu lado estão Hans Löw, como o companheiro Georg, e Claes Bang, no papel do enigmático Dr. Vilfort.

A câmera acompanha Julia de perto, reforçando a sensação de aprisionamento psicológico. O mundo ao redor parece funcional, bonito e racional. O problema está sempre dentro dela, ou talvez não.

Circulação internacional

O filme teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde concorreu ao Urso de Ouro, e seguiu por festivais como Tallinn Black Nights, Sitges e eventos na Índia e na Europa. A recepção crítica destacou o uso de humor negro e a forma como o longa evoca o terror sem recorrer a convenções clássicas do gênero.

Comparações com Eraserhead surgiram justamente por essa abordagem sensorial da maternidade, tratada como experiência física, mental e socialmente opressiva.

Uma tendência que ganha força

Mother’s Baby se junta a um conjunto recente de filmes dirigidos por mulheres que usam o suspense e o horror para discutir maternidade, expectativas sociais e identidade feminina. O diferencial aqui está na recusa em oferecer alívio. O filme não quer explicar, quer incomodar.

Ao final, fica a sensação de que o verdadeiro terror não está na criança, mas no silêncio que cerca as dúvidas da mãe.

Estreia: 5 de março de 2026
Gênero: Suspense psicológico
Duração: 108 minutos
Distribuição: Autoral Filmes

Tatiana Maslany transforma relação em pesadelo no novo terror de Osgood Perkins

O novo filme de Osgood Perkins chega aos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro com uma promessa clara: trocar o terror explícito pelo desconforto emocional. Para Sempre Medo coloca Tatiana Maslany no centro da narrativa — e é justamente aí que o filme encontra sua força.

Um terror que nasce da intimidade

Maslany interpreta Liz, uma mulher que viaja com o namorado Malcolm para comemorar o primeiro aniversário do casal em uma cabana isolada. O cenário sugere romance e tranquilidade, mas a dinâmica muda quando ele precisa retornar à cidade, deixando Liz sozinha.

O que começa como um incômodo emocional rapidamente se transforma em algo mais inquietante. Segredos, presenças indefinidas e uma ameaça crescente transformam a experiência em um jogo psicológico no qual não fica claro se o perigo vem de fora ou da própria relação.

Performance como motor do horror

Conhecida por trabalhos intensos em Orphan Black e Mulher Hulk, Maslany entrega aqui uma atuação contida, mas progressivamente sufocante. O filme funciona menos como uma história de monstros e mais como um retrato do medo que nasce da dependência emocional, da insegurança e da falta de confiança.

A atriz já comentou que o interesse pelo papel veio desse momento específico da vida da personagem: alguém que entra em um relacionamento aparentemente simples, sem perceber o quanto está se anulando no processo. O terror, nesse caso, não é apenas sobrenatural. Ele é afetivo.

Influências fora do horror convencional

Apesar de dialogar com o gênero, Para Sempre Medo se aproxima mais do cinema psicológico dos anos 1970 do que do terror contemporâneo acelerado. Entre as referências citadas estão Três Mulheres, de Robert Altman, e o trabalho de Shelley Duvall, especialmente em O Iluminado.

A ideia é usar o terror como linguagem para intensificar sensações já existentes: solidão, paranoia, abandono e dúvida. O filme se interessa mais pelo estado emocional da protagonista do que por explicações diretas.

Trailer

Estreia no Brasil

Com distribuição da Diamond Films, Para Sempre Medo estreia nos cinemas brasileiros no dia 19 de fevereiro. Para quem acompanha o terror autoral, o longa reforça o caminho de Osgood Perkins em histórias que incomodam mais pelo que sugerem do que pelo que mostram.

Overwatch inicia nova fase com a Temporada 1 e coloca a Talon no centro da guerra

A nova era de Overwatch já começou. A Temporada 1 está oficialmente no ar e marca o início de O Reinado da Talon, arco narrativo que vai se estender ao longo de todo o ano de 2026. O lançamento acontece após o maior pico de jogadores do jogo em mais de um ano e chega acompanhado de mudanças profundas em heróis, sistemas e na forma como a história passa a ser contada.

Cinco novos heróis logo no início

A Temporada 1 já começa pesada, com a chegada imediata de cinco heróis inéditos — e a promessa de mais cinco até o fim do ano, um por temporada. A ideia é expandir o elenco de forma contínua, acompanhando a evolução da história.

Entre as novidades estão Domina, tanque focada em controle de área e ligada à Corporação Vishkar; Emre, herói de dano com mobilidade elevada e melhorias cibernéticas; Mizuki, suporte versátil associada ao clã Hashimoto; Anran, flanqueadora que usa fogo e tem ligação direta com a Overwatch; e Jetpack Cat, uma heroína de suporte permanente no ar, com habilidades de reposicionamento e resgate de aliados.

Talon assume o protagonismo

Pela primeira vez, Overwatch aposta em uma narrativa realmente conectada ao longo de um ano inteiro. O foco agora é a ascensão da Talon, que passa a ocupar o centro da história sob nova liderança. Esse enredo não fica restrito a textos: ele se desenvolve por meio do gameplay, trailers animados de heróis, motion comics, contos e um curta cinematográfico que dá o tom da temporada.

A proposta é clara: fazer com que a história avance junto com o jogo, e não apenas como pano de fundo.

Conquista: escolha um lado

O grande evento da temporada é Conquista, um modo por tempo limitado de cinco semanas baseado em facções. Nele, os jogadores escolhem lutar ao lado da Overwatch ou da Talon, completam missões específicas e desbloqueiam recompensas conforme contribuem para o progresso de sua facção.

Não é só cosmético. A ideia é reforçar a sensação de pertencimento e conflito, algo que sempre existiu no universo do jogo, mas agora entra de vez na estrutura sazonal.

Mudanças no gameplay e no competitivo

A Temporada 1 também mexe na base do jogo. Todos os heróis receberam novas subfunções e habilidades passivas, o competitivo foi reiniciado com novos títulos e recompensas, e o Estádio passou por ajustes importantes.

Além disso, Overwatch ganhou uma reformulação completa de interface e experiência do usuário, junto de sistemas inéditos, como o novo sistema de Elogio, que busca incentivar comportamentos positivos dentro das partidas.

Hello Kitty invade o campo de batalha

Entre as colaborações, a mais inesperada — e chamativa — já está disponível. O crossover Overwatch x Hello Kitty and Friends traz skins temáticas para Juno, Widowmaker, Mercy, Lúcio, D.Va e Kiriko, além de cartões de nome, sprays e emotes. O evento fica ativo até 24 de fevereiro.

Skins, míticos e recompensas

A temporada também adiciona skins temáticas das facções, novos pacotes cosméticos e conteúdos de alto nível, como a skin Mítica Mercy Guardiã Celestial e a Arma Mítica Atiradora das Estrelas, da Juno. O conjunto de caixas de itens foi atualizado, reunindo cosméticos das últimas seis temporadas.

Com O Reinado da Talon, Overwatch deixa claro que 2026 não é apenas mais um ano de conteúdo. É uma tentativa de reorganizar o jogo em torno de narrativa, escolhas e impacto contínuo. Agora, a pergunta não é só quem você vai jogar — mas de que lado você vai lutar.

Camarote Amstel Essepê aposta em samba, conforto e protagonismo do público no Anhembi

No meio da engrenagem grandiosa do Carnaval paulistano, o Sambódromo do Anhembi ganha mais um ponto de encontro para quem prefere assistir aos desfiles sem abrir mão de música ao vivo, conforto e pista cheia. O Camarote Amstel Essepê retorna em 2026 ocupando o portão 26, em uma posição estratégica que justifica o apelido de “coração do circuito”.

Samba e pagode como trilha principal

A programação musical segue apostando em nomes que conversam direto com o público do Carnaval. Ao longo de quatro noites, o palco recebe Thiaguinho, Sorriso Maroto, Péricles e Belo, além de participações de Pixote, Jeito Moleque, Turma do Pagode e Rodriguinho ao longo da temporada.

A ideia é clara: transformar o camarote em um segundo espetáculo, paralelo aos desfiles, onde a festa não depende apenas da avenida.

“Desfile-se” e o público no centro

O tema deste ano, “Desfile-se”, desloca o foco da passarela tradicional para o próprio folião. A proposta é tratar a experiência como um ritual completo, do look escolhido antes de sair de casa até o que acontece dentro do camarote. O público deixa de ser espectador passivo e assume o papel de protagonista da noite.

Pelo terceiro ano consecutivo, Juju Salimeni retorna como musa do espaço, reforçando a identidade visual e o clima de espetáculo que o Essepê tenta sustentar.

Estrutura pensada para ficar

Além da vista privilegiada para os desfiles, o Camarote Amstel Essepê mantém uma estrutura que vai além do básico. O espaço oferece open bar premium e open food premium, pista de dança climatizada, áreas de descanso, massagem, tabacaria e pontos de retoque de maquiagem.

Na parte gastronômica, o camarote reúne marcas como Pita Kebab, Sliders Hambúrguer, Los Dos Taqueria, Nobru Coffee & Donuts, Sorvetes Jundiá e La Chica Empanadas, criando uma espécie de praça de alimentação de alto giro dentro do Carnaval.

Acolhimento e marcas em cena

Um dos pontos mantidos nesta edição é a tenda de acolhimento para mulheres e público LGBTQIA+, funcionando como espaço de suporte durante os dias de evento.

As ativações de marca também ocupam papel central. A Amstel segue como naming sponsor, enquanto Smirnoff, Tanqueray, Johnnie Walker, TNT, Panco, Sorvetes Jundiá e Copa Energia assinam áreas, bares e experiências espalhadas pelo camarote. O resultado é um espaço que mistura festa, consumo e branding sem tentar esconder isso.

Serviço

Camarote Amstel Essepê – Carnaval 2026
Local: Sambódromo do Anhembi – Portão 26
Datas: 13, 14, 15 e 21 de fevereiro
Atrações principais:
13/02 – Thiaguinho
14/02 – Sorriso Maroto
15/02 – Péricles
21/02 – Belo
Classificação etária: 18 anos

Ingressos à venda pela Ticket360

No meio de um Carnaval cada vez mais segmentado, o Camarote Essepê segue apostando na fórmula conhecida: música popular, conforto máximo e a promessa de que, ali dentro, todo mundo também desfila.

PUBG MOBILE destaca mapas criados pela comunidade para curtir o Carnaval no Mundo das Maravilhas

O Carnaval também acontece dentro do PUBG MOBILE. Enquanto parte dos jogadores pula bloquinho na rua, outra parte aproveita o feriado explorando o Mundo das Maravilhas, modo que transforma a comunidade em criadora de conteúdo jogável, com mapas que fogem do battle royale tradicional.

O que é o Mundo das Maravilhas

O Mundo das Maravilhas funciona como um grande hub de mapas personalizados. Ali, qualquer jogador pode criar ou acessar mundos feitos pela comunidade, com regras próprias, objetivos variados e estilos que vão de corridas caóticas a modos de terror e sobrevivência cooperativa.

Os mapas podem ser encontrados pelo nome, usando a barra de busca do modo, e jogados sozinho ou com amigos. Além disso, o sistema oferece desafios semanais que rendem recompensas exclusivas, incentivando a experimentação.

Mapas em alta no Carnaval

Durante o período carnavalesco, alguns mundos criados pela comunidade se destacam pelo volume de acessos e pela variedade de propostas.

Fallen Ark aposta em sobrevivência cooperativa. Aqui, jogadores precisam resistir a ondas de zumbis, defender pontos estratégicos e avançar em equipe até a zona final de extração. É caos organizado, do jeito que PUBG gosta.

2v2 Apartment Fight funciona como campo de treino para quem quer afiar a mira. O mapa coloca duplas em confrontos diretos, com foco em precisão e posicionamento, ideal para aquecer antes das partidas ranqueadas.

Hide and Seek Bhoot House mistura esconde esconde com terror leve. Divididos em dois times, jogadores precisam se camuflar no cenário ou sair à caça dos adversários escondidos, criando partidas rápidas e imprevisíveis.

Numbers Challenges testa reflexo e raciocínio rápido. O mapa apresenta plataformas numeradas que desaparecem, exigindo decisões instantâneas para não cair. Dá para jogar em grupo, com até oito participantes.

Mountain Race Track troca armas por velocidade. Em uma pista montanhosa cheia de curvas e obstáculos, até quatro jogadores disputam corridas em duas voltas, com vitória decidida no braço e no controle do veículo.

Carnaval do seu jeito

Do terror ao treino competitivo, passando por corridas e provas de agilidade, o Mundo das Maravilhas mostra como a comunidade se tornou parte central da experiência de PUBG MOBILE. Não é só sobre vencer partidas, mas sobre brincar com as regras e descobrir novas formas de jogar.

Todos os mapas citados estão disponíveis gratuitamente dentro do jogo, que pode ser baixado na App Store e no Google Play. Durante o Carnaval, a única regra é escolher o mundo que mais combina com o seu ritmo.

Crisol: Theater of Idols | Survival horror em primeira pessoa já está disponível para consoles e PC

Nem todo jogo de terror precisa de sustos fáceis para causar desconforto. Crisol: Theater of Idols chega apostando em atmosfera, culpa e escolhas difíceis, colocando o jogador em uma versão deformada da Espanha, onde símbolos religiosos ganham vida e o próprio corpo vira recurso de sobrevivência.

Um horror que nasce da iconografia

Desenvolvido pela Vermila Studios, Crisol se passa na ilha fictícia de Tormentosa, um espaço marcado por cultos, ruínas e uma leitura sombria do imaginário religioso europeu. Em vez de monstros tradicionais, o jogo coloca o jogador frente a estátuas de santos animadas e rituais que misturam fé, violência e história.

A ambientação é o fio condutor da experiência. Ruas estreitas, prédios em colapso e cenários labirínticos constroem uma sensação constante de vigilância e opressão.

Sobreviver custa sangue

O grande diferencial do jogo está na mecânica central: o sangue do protagonista funciona ao mesmo tempo como vida e munição. Atirar significa se ferir. Avançar exige cálculo. Cada confronto força o jogador a decidir se vale a pena perder saúde agora ou tentar escapar para sobreviver depois.

Esse sistema afeta não apenas o combate, mas também a resolução de quebra cabeças e a progressão geral, criando um ritmo mais tenso e deliberado.

Exploração e progressão

Ao explorar Tormentosa, é possível encontrar moedas e recursos que permitem melhorar armas e habilidades ligadas ao uso do sangue. A progressão não transforma o personagem em alguém poderoso, mas oferece pequenas vantagens que ampliam a margem de erro em um mundo que raramente perdoa.

A narrativa se constrói aos poucos, cruzando eventos históricos da Hispânia com folclore e horror sobrenatural, sempre deixando espaço para interpretação.

Onde jogar

Crisol: Theater of Idols já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Na plataforma da Valve, o jogo conta com desconto de lançamento por tempo limitado.

Mais do que um survival horror tradicional, Crisol se apresenta como uma experiência de desconforto constante, onde fé, corpo e violência se misturam e sobreviver significa aceitar o custo de cada decisão.

Monster Hunter Wilds comemora 1 ano e confirma grande expansão em desenvolvimento

O primeiro aniversário de Monster Hunter Wilds veio acompanhado de novidades relevantes para quem ainda está explorando as Terras Proibidas. Em um vídeo especial de mensagem de 1 ano, o produtor da série Ryozo Tsujimoto apresentou os conteúdos da atualização final do jogo, a Ver.1.041, que chega no dia 18 de fevereiro, além de confirmar oficialmente que uma grande expansão já está em desenvolvimento.

A atualização final chega em fevereiro

A Ver.1.041 será o último grande update de Monster Hunter Wilds e traz ajustes de qualidade de vida para todas as plataformas, além de conteúdo voltado aos caçadores de alto nível. O destaque é a chegada do Arkveld Arqui-temperado, que invade as Terras Proibidas como um desafio extremo de 10 estrelas, liberado apenas para jogadores com HR100 ou superior.

Ao completar a missão do Arkveld Arqui-temperado, os jogadores desbloqueiam materiais para o conjunto de armadura Gamma, além de novas missões 10★ envolvendo cada predador Apex da região. Também será liberada uma missão opcional em formato de maratona, reunindo Arkveld e os Apex em sequência.

Recompensas raras e progressão endgame

As missões 10★ passam a render Talismãs Rúnicos Antigos, que podem ser avaliados em talismãs raros, além de Emblemas de Batalha Temperados, usados para reforçar armas Gogma Artian. A ideia é fechar o ciclo do endgame oferecendo desafios reais para veteranos e recompensas que justifiquem o esforço.

Eventos de aniversário por tempo limitado

A comemoração de 1 ano acontece entre 18 de fevereiro e 19 de março, com bônus diários de login, o pacote especial Hunter Appreciation Pack e a rotação semanal do Festival of Accord. Novas missões de evento serão adicionadas semanalmente, incluindo desafios contra o monstro menos caçado das Terras Proibidas e quests que liberam materiais para o conjunto Gala Suit α e o equipamento Felyne Star α para Palicos.

Como parte da celebração, todos os jogadores receberão gratuitamente um voucher extra de edição de personagem e Palico.

Conteúdo criado pela comunidade

Os vencedores do concurso de design também entram no jogo. A Great Sword Shatterseal, criada por Nolan Lu, e o pingente Meatmergency!, de ikei, poderão ser desbloqueados ao concluir a missão de evento “Every Hunter’s Dream”. Além disso, uma nova side mission com a caçadora de suporte Nadia libera o conjunto de armadura dela para uso do jogador.

Colaboração com Monster Hunter Stories 3

A atualização também prepara o terreno para a chegada de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, que lança em 13 de março. A partir do dia 18 de fevereiro, jogadores poderão participar de uma missão opcional de transporte ao lado de Rudy, o Palico Real, desbloqueando equipamentos especiais de Palico e pingentes inspirados nos Monsties.

O que vem depois

Mesmo com a atualização final chegando, a mensagem mais importante ficou para o futuro. Ryozo Tsujimoto confirmou que uma expansão de grande escala para Monster Hunter Wilds já está em produção, com mais informações prometidas para o verão no hemisfério norte.

Para quem ainda caça, fevereiro marca o fechamento de um ciclo. Para quem pensa em voltar, talvez seja só o começo do próximo.

Air Supply comemora 50 anos de estrada com show especial na Arena Opus

Poucas bandas conseguiram transformar o romantismo pop em algo tão persistente quanto o Air Supply. Cinquenta anos depois do primeiro encontro entre Graham Russell e Russell Hitchcock, a dupla volta ao Brasil para celebrar uma carreira que resistiu a modas, formatos e mudanças da indústria. Um dos shows da turnê acontece no dia 9 de maio, na Arena Opus, em Santa Catarina.

Meio século de canções que não saem do ar

FOTO: Rafael Strabelli

Formado em 1975, o Air Supply construiu um repertório que virou presença constante em rádios, trilhas sonoras e playlists românticas. Canções como All Out of Love, Lost in Love e Making Love Out of Nothing At All ajudaram a definir o pop adulto das décadas de 1970 e 1980 e seguem encontrando público em diferentes gerações.

Os números ajudam a explicar essa longevidade: cinco singles consecutivos no Top 5 da Billboard, mais de 20 milhões de discos vendidos apenas nos primeiros anos de carreira e uma média que ultrapassa 5.500 shows ao vivo ao redor do mundo.

O show

A apresentação na Arena Opus faz parte da turnê comemorativa de 50 anos e aposta em um formato direto, centrado nos grandes sucessos. Graham Russell e Russell Hitchcock sobem ao palco acompanhados de banda completa, com direção musical do guitarrista Aaron McLain, além de Mirko Tessandori nos teclados, Pavel Valdman na bateria e Doug Gild no baixo.

A proposta não é reinventar o catálogo, mas reafirmar a força de um repertório que sobrevive justamente por não precisar de atualização estética.

Air Supply hoje

Mesmo após cinco décadas, a dupla segue ativa fora dos palcos. Entre os projetos recentes estão o álbum A Matter of Time, uma cinebiografia em desenvolvimento, um musical inspirado em suas músicas e uma autobiografia escrita pelos próprios integrantes. A celebração de 50 anos funciona menos como despedida e mais como reafirmação de permanência.

Serviço

Air Supply – 50 Anos
Data: 9 de maio de 2026
Local: Arena Opus, São José (SC)
Abertura da casa: 20h
Ingressos a partir de R$ 125, à venda pelo site uhuu.com e pontos autorizados
Classificação etária: 18 anos (menores apenas acompanhados)

Cinco décadas depois, o Air Supply segue fazendo o que sempre fez melhor: transformar melodias simples em canções que insistem em ficar.

God Save the Queen confirma única apresentação no Brasil em maio

São Paulo recebe em maio um velho conhecido do público brasileiro. God Save the Queen anunciou uma única apresentação no país em 2026, marcada para o dia 16 de maio, na Suhai Music Hall. Os ingressos já estão à venda.

Um tributo que virou referência

Com mais de 25 anos de estrada, o grupo argentino construiu reputação internacional ao recriar os shows do Queen com atenção quase obsessiva aos detalhes. O foco não está apenas no figurino ou na semelhança visual, mas na execução musical e na dinâmica de palco inspirada nos grandes concertos da banda original.

O repertório passa por faixas que dispensam apresentação, como Bohemian Rhapsody, We Will Rock You, Somebody to Love e Don’t Stop Me Now, sempre pensadas para funcionar em formato de arena.

Pablo Padín no centro do palco

À frente do espetáculo está Pablo Padín, vocalista frequentemente citado por fãs e críticos como um dos intérpretes mais próximos de Freddie Mercury. A semelhança vocal e a postura cênica ajudam a sustentar a proposta do show, que aposta mais na experiência do concerto do que na caricatura.

Data única em São Paulo

A apresentação na capital paulista será a única passagem do God Save the Queen pelo Brasil em 2026. O show acontece dentro do Shopping SP Market, com fácil acesso pela CPTM e pela Marginal Pinheiros. A casa abre às 20h, com início do espetáculo previsto para 22h.

Serviço

God Save the Queen – Única apresentação no Brasil
Data: 16 de maio de 2026
Local: Suhai Music Hall – São Paulo
Abertura da casa: 20h
Show: 22h
Classificação etária: 18 anos

VALORES

SETORINTEIRAMEIA-ENTRADA (50%)
PISTA PREMIUMR$300R$150
PISTAR$240R$120
PISO 1 – CAMAROTE SETOR AR$300R$150
PISO 1 – CAMAROTE SETOR BR$260R$130
PISO 1 – CAMAROTE SETOR CR$210R$105
PISO 2 – CAMAROTE SETOR AR$300R$150
PISO 2 – MEZANINO ESQUERDOR$240R$120
PISO 2 – MEZANINO DIREITO 1R$240R$120
PISO 2 – MEZANINO DIREITO 2R$240R$120
PISO 2 – MEZANINO CENTRALR$230R$115
PISO 2 – CAMAROTE SETOR CR$180R$90

CAPACIDADE 
Pista: até 9.069 pessoas

COMO CHEGAR
A Suhai Music Hall está localizada dentro do Shopping SP Market, com acesso direto pela Av. das Nações Unidas e ao lado da estação Jurubatuba da CPTM (Linha 9 – Esmeralda). O local também conta com entrada interna pelo shopping, fácil acesso à Marginal Pinheiros, além de pontos sinalizados para embarque e desembarque de aplicativos e táxis.

ESTACIONAMENTO
Mais de 3.000 vagas com segurança 24h
Para verificar valores, clique aqui.

Ingressos à venda pela Ticketmaster e na bilheteria física oficial.

Hearthstone revela Cataclismo, expansão que traz Asa da Morte de volta ao centro do jogo

O próximo grande arco de Hearthstone já tem nome, vilão e data marcada. Durante a edição mais recente do Hearthstone: Destaque, exibida nesta terça-feira (9), a Blizzard revelou Cataclismo, a nova expansão do jogo, acompanhada de trailer inédito e um panorama do que os jogadores podem esperar ao longo de 2026.

O retorno de Asa da Morte

Narrativamente, Cataclismo continua os eventos de Através dos Percursos Temporais. Após Murozond quebrar a Ampulheta do Tempo, a linha temporal de Azeroth é invadida por uma versão alternativa de Asa da Morte que venceu o Cataclismo original. O resultado é um cenário em que o dragão não é apenas uma ameaça conhecida, mas uma força absoluta que precisa ser contida antes que o mundo seja destruído.

A expansão chega oficialmente em 17 de março e posiciona Asa da Morte como eixo central da narrativa e das novas mecânicas.

Novas mecânicas e palavras-chave

No campo do gameplay, Cataclismo traz o reforço da mecânica Colossal, uma das mais populares entre os jogadores, além de introduzir duas novas palavras-chave: Proclamar e Partir, que prometem alterar o ritmo das partidas e o desenho do meta competitivo.

Outra novidade são os feitiços Lendários específicos de cada classe, criados para representar momentos decisivos vividos pelos Heróis do Tempo. A proposta é aprofundar a identidade das classes e criar pontos de virada mais claros dentro das partidas.

Eventos, recompensas e cards liberados

A expansão também será acompanhada por uma série de eventos dentro e fora do jogo. Entre eles está o Tesouro do Dragão, com recompensas distribuídas para toda a comunidade, além de atividades cooperativas focadas no recrutamento das Revoadas Dragônicas para enfrentar Asa da Morte.

Como parte desse ciclo, a personagem Crona viajará pelo tempo em busca de aliados. O resultado prático disso é que, a partir de 10 de março, todos os jogadores terão acesso completo aos cards das expansões Rumo ao Sonho Esmeralda e A Cidade Perdida de Un’Goro, incluindo versões douradas. Esses cards ficarão liberados durante todo o período de Cataclismo, funcionando como um grande ambiente de testes para o novo meta.

O plano para 2026

Segundo Nathan Lyons-Smith, produtor executivo do jogo, o objetivo do Ano do Escaravelho é manter o meta em constante evolução sem perder o fator diversão. Cataclismo, nesse sentido, funciona como a base de um ano que promete mudanças frequentes, experimentação e maior envolvimento da comunidade.

Novo filme de Almodóvar, Natal Amargo, revela pôster e trailer

O próximo longa de Pedro Almodóvar começou a ganhar forma pública. Natal Amargo acaba de ter seus primeiros pôster e trailer divulgados, antecipando o tom do novo trabalho do cineasta espanhol. A estreia no Brasil está marcada para 28 de maio, com lançamento da Warner Bros. Pictures.

Duas histórias, um mesmo peso emocional

Descrito como uma tragicomédia, Natal Amargo constrói sua narrativa a partir de duas tramas paralelas que se desenvolvem separadamente até se cruzarem. O filme aborda temas recorrentes na obra de Almodóvar, como luto, afeto e as contradições dos relacionamentos, equilibrando momentos de tensão emocional com humor pontual.

O material divulgado sugere um filme mais contido, mas ainda fiel ao olhar do diretor para personagens em estado de conflito, lidando com perdas e reconstruções afetivas.

Elenco e tom

O longa é protagonizado por Bárbara Lennie e Leonardo Sbaraglia, dois nomes frequentes no cinema europeu e latino americano contemporâneo. A dinâmica entre os personagens indica um jogo emocional que alterna fragilidade, ironia e confronto, marca registrada do diretor.

Trailer

Pôster

Estreia no Brasil

Natal Amargo chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de maio de 2026. O pôster e o trailer já estão disponíveis e dão o primeiro vislumbre de mais um capítulo na filmografia de Almodóvar, que volta a explorar relações humanas complexas com seu estilo reconhecível, entre o drama e a observação irônica da vida cotidiana.