São Paulo ganhou, na sexta-feira (24), um novo endereço voltado integralmente à cultura dos videogames. A Mundo WarpZone foi inaugurada na Vila Mariana reunindo, em um único espaço, loja, área de arcades, exposição de itens raros, locadora simulada, estúdio de podcast, espaço para jogos independentes e área de convivência. Mais de mil pessoas passaram pelo local no dia de abertura.
A proposta do hub é funcionar como ponto de encontro permanente para a comunidade gamer, com foco especial no universo retrô. Entre os destaques estão máquinas de fliperama originais, equipadas com telas de tubo e sistema de fichas, liberadas gratuitamente ao público. Outro atrativo é a locadora simulada, que recria a experiência de jogar em televisores de tubo, nos moldes das locadoras dos anos 1990.
Segundo Cleber Marques, sócio-fundador da WarpZone, o espaço materializa um projeto antigo. “É um point retrô que reúne fliperama, loja, locadora simulada e exposição. Uma viagem no tempo que lembra os encontros em locadoras e fliperamas, quando jogar também significava socializar”, afirmou.
A loja física reúne desde consoles atuais, como PlayStation 5 e Nintendo Switch 2, até equipamentos clássicos como Super Nintendo, Mega Drive e NES, além de cartuchos, acessórios raros e publicações próprias da WarpZone. Já o espaço expositivo apresenta peças de alto valor histórico, muitas delas pouco vistas pelo público.
O hub também abre espaço para a cena nacional por meio do Espaço Indie, dedicado a jogos independentes brasileiros, permitindo que visitantes experimentem produções locais. Há ainda um estúdio de gravação para podcasts e uma área de convivência na varanda, pensada para encontros informais entre jogadores.
Para Fabio Reis, a inauguração representa a consolidação de uma ideia cultivada ao longo de uma década. “Sempre sonhamos com um local físico que reunisse games antigos, revistas clássicas, nossas publicações e, principalmente, a comunidade”, disse.
A abertura contou com a presença de nomes históricos do setor no Brasil, como Matthew Shirts, Silvio Puertas, Pablo Miyazawa, Christian Zaharic, entre outros profissionais ligados à imprensa e à indústria de games.
“Conseguimos transformar a WarpZone em um hub físico que concentra toda a experiência do retrogame e esperamos que seja um espaço para jogatina, conversa e troca entre gerações”, afirmou Carlos Robson.
Exposição de itens rarosArcades antigos para jogar sem pagar fichaLocadora simulada, como se fosse nos anos 90Loja com videogames clássicos e atuais
Serviço – Mundo WarpZone
Local: Rua Olga Abujamra, 106 – Vila Mariana, São Paulo (a 300 m do metrô Ana Rosa) Funcionamento: terça a sexta, das 10h às 19h | sábado, das 10h às 18h Site: warpzone.me
A WarpZone é uma empresa brasileira voltada à cultura gamer, com forte atuação no segmento retrô. A marca é conhecida por publicações, vídeos, podcasts, curadoria de produtos e pela criação do evento RETROCON, consolidando-se como uma das principais referências do setor no país.
A quinta temporada de Pesadelo na Cozinha já tem data para chegar ao público. O reality comandado pelo chef Erick Jacquin estreia no Discovery Home & Health e na HBO Max no dia 20 de fevereiro, enquanto a Band exibe o primeiro episódio em 24 de fevereiro.
Ao longo de 12 episódios, a nova temporada amplia o alcance do programa e leva Jacquin a restaurantes localizados em quatro estados brasileiros, explorando realidades regionais distintas e desafios que vão além da cozinha. A proposta segue a já conhecida: identificar falhas graves de gestão, cardápio, higiene e atendimento, e conduzir mudanças estruturais para evitar o fechamento definitivo dos estabelecimentos.
Com seu estilo direto, humor ácido e intervenções sem rodeios, Jacquin assume novamente o papel de consultor implacável. As transformações incluem desde reformas físicas até ajustes de comportamento, organização de equipe, padrões de limpeza e relacionamento com os clientes, elementos centrais para a sobrevivência dos restaurantes acompanhados.
A exibição será semanal, sempre às sextas-feiras, às 20h40, no Discovery Home & Health e na HBO Max. Na Band, os episódios inéditos vão ao ar às terças-feiras, no período noturno, mantendo a estratégia multiplataforma que marcou as temporadas anteriores.
A nova edição reforça o fôlego do formato no Brasil e consolida Pesadelo na Cozinha como um dos realities gastronômicos mais duradouros da TV aberta e do streaming nacional, combinando entretenimento, choque de realidade e bastidores pouco vistos do setor de alimentação fora do lar.
A Bandai Namco Entertainment mexeu pesado com o fandom de Dragon Ball ao anunciar oficialmente o DRAGON BALL Game Project: AGE 1000 durante o Dragon Ball Genkidamatsuri. Previsto para 2027, o projeto chama atenção não só pela ambição, mas por carregar um peso histórico: AGE 1000 começou a ser desenvolvido há anos, com envolvimento direto de Akira Toriyama enquanto o autor ainda estava vivo.
Toriyama faleceu em 1º de março de 2024, no Japão, e AGE 1000 surge agora como um dos últimos projetos inéditos idealizados por ele para o universo de Dragon Ball, reforçando o caráter especial da iniciativa.
AGE 1000 nasce como um novo capítulo
Diferente de muitos jogos da franquia que revisitavam arcos clássicos, AGE 1000 aposta em um mundo completamente novo, com personagens originais e uma proposta narrativa inédita. O trailer de revelação já deixa isso claro ao apresentar um personagem nunca visto antes, desenhado pelo próprio Toriyama, sinalizando que não se trata apenas de nostalgia, mas de expansão real do universo Dragon Ball.
A Bandai Namco confirmou que o projeto foi concebido como uma nova linha criativa, com personagens que serão apresentados gradualmente ao longo da aventura. É Dragon Ball olhando para o futuro, mas com raízes firmes na visão original de seu criador.
Próximos detalhes chegam no Dragon Ball Games Battle Hour 2026
Mais informações sobre AGE 1000 serão reveladas durante o Dragon Ball Games Battle Hour 2026, que acontece nos dias 18 e 19 de abril, em Los Angeles. O evento, que chega ao seu sexto ano, já se consolidou como o principal palco global de anúncios da franquia nos games.
Além de novidades sobre AGE 1000, o Battle Hour deve trazer torneios e conteúdos de títulos como Dragon Ball FighterZ, o Dragon Ball Super Card Game e jogos recentes como Dragon Ball: Sparking! ZERO.
Um legado que segue em expansão
AGE 1000 reforça que Dragon Ball continua em movimento, mesmo após a perda de seu criador. Mais do que um novo jogo, o projeto se apresenta como parte do legado final de Akira Toriyama, desenvolvido com tempo, cuidado e ambição criativa.
O Ibirapuera Shopping dá início a mais uma edição do Teatrando, projeto que oferece espetáculos infantis gratuitos e já se tornou parte da memória afetiva de muitas famílias paulistanas. As apresentações acontecem aos sábados e domingos, sempre às 15h, no Palco Encantado, no Piso Moema, a partir de 31 de janeiro até 1º de março de 2026.
A programação reúne peças inspiradas em contos de fadas clássicos e histórias contemporâneas, pensadas para envolver crianças e adultos em narrativas cheias de humor, fantasia e mensagens sobre amizade, coragem e convivência. Cada espetáculo tem duração aproximada de 45 a 50 minutos, com recomendação de chegada ao local com pelo menos 15 minutos de antecedência.
Projeto já é tradição entre as famílias
Criado em 2016, o Teatrando se consolidou como uma das principais iniciativas culturais do shopping. Segundo Ricardo Portela, gerente de marketing do Ibirapuera Shopping, o projeto reflete o compromisso do espaço em oferecer experiências acessíveis e de qualidade para o público infantil, estimulando a imaginação e fortalecendo o vínculo entre pais e filhos.
Programação completa do Teatrando 2026
31/01 – Joana e o Pé de Feijão Uma releitura do clássico conto em que Joana troca a vaca da família por sementes mágicas e descobre um mundo cheio de surpresas ao escalar um gigantesco pé de feijão.
01/02 – O Tapete Voador Inspirada nas aventuras de Aladdin, a peça acompanha a jornada do jovem de bom coração que encontra uma lâmpada mágica e aprende que a verdadeira magia está na coragem.
07/02 – A Garota da Torre Rapunzel vive presa em uma torre até a chegada de um visitante inesperado mudar sua visão sobre o mundo, em uma história divertida sobre liberdade e descobertas.
08/02 – O Espelho Mágico Branca de Neve foge da inveja da Rainha Má e encontra abrigo na floresta, onde aprende que amizade e bondade são mais fortes do que qualquer maldade.
21/02 – Três Porquinhos Os irmãos Cícero, Heitor e Prático enfrentam o Lobo Mau em uma história que destaca organização, esforço e trabalho em equipe.
22/02 – Chapeuzinho Vermelho Durante a visita à vovó, Chapeuzinho precisa lidar com o perigo representado pelo Lobo Mau, reforçando lições sobre atenção e cuidado.
28/02 – João e Maria Os irmãos se perdem na floresta e encontram uma bruxa que tenta enganá-los, em uma versão cheia de suspense e humor do conto clássico.
01/03 – A História da Bruxa Má do Oeste Inspirada no universo de Oz, a peça acompanha a juventude de Elphaba e sua relação com Glinda, explorando temas como diferença, empatia e amizade.
Serviço
Teatrando – Ibirapuera Shopping 📍 Local: Palco Encantado – Piso Moema 🕒 Horário: sábados e domingos, às 15h 📅 Período: 31 de janeiro a 1º de março de 2026 🎭 Evento gratuito
O POADOC já está com inscrições abertas para a edição 2026 e chega com a proposta clara de seguir fortalecendo o documentário brasileiro, com foco em novos olhares e circulação real dos filmes. De 26 de janeiro a 15 de março, realizadores podem se inscrever gratuitamente tanto no Laboratório de Projetos quanto na Mostra Presencial e Itinerante de Curtas. O festival acontece entre 31 de agosto e 4 de setembro, sempre com entrada franca.
Laboratório aposta em novos nomes do documentário gaúcho
O Laboratório de Projetos é voltado exclusivamente para curtas documentais do Rio Grande do Sul e mira quem ainda está construindo trajetória: só participam realizadores que não tenham dirigido ou roteirizado longas. Até seis projetos serão selecionados, com no mínimo quatro contemplados, cada um recebendo R$ 2 mil como prêmio.
As atividades acontecem de forma presencial no Instituto Goethe, com cinco dias intensivos de formação, seguidos por acompanhamento remoto. As manhãs ficam por conta de masterclasses e, à tarde, entram as mentorias individuais. Entre os tutores confirmados estão a cineasta Coraci Ruiz e o crítico e curador Cleber Eduardo.
Mostra nacional, exibição local e circulação nas escolas
A Mostra Presencial e Itinerante recebe documentários de todo o Brasil, finalizados entre junho de 2024 e março de 2026, com até 40 minutos de duração. Serão escolhidos dez filmes, organizados em recortes temáticos definidos pela curadoria.
Cada obra selecionada recebe R$ 800, com cinco vagas garantidas para produções do RS. As exibições presenciais acontecem na Cinemateca Capitólio, com debates após as sessões. Depois, os filmes seguem em circuito itinerante por escolas públicas de Porto Alegre, ampliando o alcance do festival para além da bolha cinéfila.
Um festival pequeno no tamanho, grande na ideia
Financiado pela Política Nacional Aldir Blanc, com apoio da Cinemateca Capitólio e do Instituto Goethe, o POADOC segue apostando em formação, acesso e circulação como pilares. Nada de evento fechado em si mesmo: a proposta é colocar o documentário em diálogo direto com a cidade e com novos públicos.
Serviço
O que: Inscrições para o 2º POADOC – Festival de Documentários de Porto Alegre Quando: de 26 de janeiro a 15 de março de 2026 Quanto: gratuito Festival: de 31 de agosto a 4 de setembro de 2026 Site:poadoc.com.br Instagram: @poadocfestival
“Long Vacation” será adicionado na Netflix e esse retorno tem peso histórico. Exibido entre abril e junho de 1996 pela Fuji TV, o drama ocupava o cobiçado 月9 (chamado de getsuku), nome dado ao horário das séries exibidas toda segunda-feira às 21h. A expressão vem simplesmente de “segunda das nove”, mas nos anos 90 virou sinônimo de status máximo na televisão japonesa, reunindo romances marcantes, elencos estrelados e audiências gigantescas. Foi nesse espaço que “Long Vacation” se tornou fenômeno e ajudou a definir o que o público esperava de um grande j-drama.
O sucesso da produção consolidou não só o ator e cantor Takuya Kimura como o lendário Rei das audiências no Japão, como também colocou Tomoko Yamaguchi no centro da cultura pop japonesa dos anos 90. Vale aqui lembrar que na época o ator estava na boy band SMAP, sendo um dos pilares da divulgação do grupo musical com seu sucesso em filmes e séries.
A trama acompanha Sena, um pianista talentoso preso a trabalhos temporários, e Minami, uma ex modelo abandonada no dia do casamento e sem dinheiro. O encontro entre os dois acontece num Japão ainda sentindo os efeitos do colapso econômico, quando estabilidade profissional virou exceção. “Long Vacation” fala de frustrações, sonhos adiados e da necessidade de se apoiar no outro quando tudo parece parado, com um tom íntimo que nunca soa artificial.
Senna, Ayrton e uma referência bem anos 90
Senna -O Brasileiro O Heroi O Campeao
Entre as curiosidades mais queridas pelos fãs está o nome do protagonista. Sena inevitavelmente remetia a Ayrton Senna, ídolo absoluto no Japão naquela época. A própria série brinca com isso quando Minami, vivida por Tomoko Yamaguchi, chama Sena de Ayrton, um detalhe que ajuda a capturar o clima cultural dos anos 90, quando o piloto brasileiro era uma presença constante no imaginário pop japonês.
Beach Boys e Love Generation em poucas linhas
O elenco de “Long Vacation” acabou se cruzando em outros clássicos. Beach Boys, exibido no ano seguinte, apostou menos no romance e mais na amizade masculina. Dois homens em crise fogem de Tóquio e encontram, numa pousada à beira-mar, um espaço de descanso, trabalho e redescoberta pessoal. O drama virou símbolo de verão eterno e também está disponível na Netflix.
Já Love Generation retomou o romance urbano clássico do 月9. Takuya Kimura e Takako Matsu vivem colegas de trabalho que começam em rota de colisão e acabam presos em um triângulo amoroso cheio de mal-entendidos, ligações fora de hora e sentimentos à flor da pele.
De Long Vacation a HERO
Alguns anos depois, Kimura e Takako Matsu se tornariam ainda mais populares ao protagonizarem HERO, frequentemente citado como o maior j-drama da história da televisão japonesa, com audiências históricas e impacto cultural duradouro.
La La La Love Song e o poder de uma abertura eterna
A abertura de “Long Vacation” virou um fenômeno próprio. La La La Love Song, de Toshinobu Kubota, dominou rankings, atravessou décadas e se tornou a música assinatura do artista. O sucesso foi tão grande que gerou incontáveis covers, incluindo versões de BoA, Beni, Ayaka, EXILE, Daichi Miura, Nissy e releituras recentes no K-pop, como a de Doyoung. Em 2025, Kubota voltou a cantá-la no Kouhaku Utagassen, reforçando seu status atemporal.
Curiosidade extra para fãs de trilhas marcantes: Takako Matsu também empresta sua voz à versão japonesa de Let It Go, tema principal da animação Frozen, da Disney, mostrando como sua presença segue forte entre diferentes gerações.
Takuya Kimura na Netflix e o que ainda falta chegar
Ao mesmo tempo, ainda existe uma lista de j-dramas essenciais estrelados por Kimura que continuam inéditos oficialmente no Brasil. Entre eles estão BG: Personal Bodyguard, Tsuki no Koibito Moon Lovers, MR. BRAIN, Pride e Priceless, todos bastante lembrados pelos fãs e frequentemente citados como pedidos urgentes para os serviços de streaming.
Com “Long Vacation” entrando no catálogo, a sensação é de que o caminho está aberto para novos resgates. Para quem acompanha j-drama há anos, fica aquela esperança clássica de segunda à noite: que mais títulos do King of Ratings finalmente atravessem o oceano.
Por que revisitar agora
“Long Vacation” continua relevante porque fala de insegurança profissional, comparações constantes e da necessidade de conexão em tempos instáveis. Não promete soluções fáceis, apenas acompanha pessoas comuns tentando seguir em frente.
Com novo trailer, Super Mario Galaxy: O Filme apresenta o que os fãs esperavam desde a cena pós créditos do longa anterior: a entrada do Yoshi de forma oficial. Nada de participação tímida. O dinossauro mais carismático do Reino dos Cogumelos surge em uma investigação do Mario e Luigi que encontram o simpático dinossauro entre os encanamentos.
Sem mistério ou reinvenção exagerada, Yoshi surge exatamente como quem cresceu jogando espera. Parceiro nos jogos, apoio nos momentos mais caóticos e presença constante nas sequências de ação. Desde sua estreia em Super Mario World, no fim dos anos 80, o personagem sempre foi sinônimo de ritmo diferente de jogo, e o trailer mostra que essa lógica foi transportada para o cinema sem firula.
Confira o trailer
A galáxia como palco principal
L to R: Princess Peach and Mario in Nintendo and Illumination’s THE SUPER MARIO GALAXY MOVIE, directed by Aaron Horvath and Michael Jelenic.
A escolha de Galaxy como base vai além do nome. O filme abraça o espaço como mecânica narrativa: cenários orbitais, fases que parecem mudar o tempo todo e uma sensação constante de deslocamento. Para quem jogou Super Mario Galaxy, é difícil não reconhecer a inspiração direta em planetas pequenos, caminhos improvisados e aquela sensação de estar sempre um passo fora da zona de conforto. Isso não impede referências de outros jogos do personagem, como Mario Odyssey serem citados no trailer.
A história segue Mario, Luigi, Peach e Toad enfrentando uma nova ameaça cósmica, agora com Bowser Jr. ganhando mais espaço como antagonista. Rosalina também surge como peça importante, reforçando o clima mais contemplativo que sempre diferenciou a fase Galaxy dentro da franquia.
Bowser Jr. in Nintendo and Illumination’s THE SUPER MARIO GALAXY MOVIE, directed by Aaron Horvath and Michael Jelenic.
Um filme mais confiante no próprio tamanho
Rosalina in Nintendo and Illumination’s THE SUPER MARIO GALAXY MOVIE, directed by Aaron Horvath and Michael Jelenic.
O primeiro longa não foi só bem recebido, foi um fenômeno. Mais de 1,36 bilhão de dólares em bilheteria mundial e mais de 6,6 milhões de espectadores no Brasil deram à continuação liberdade criativa. Isso aparece no trailer. O filme parece menos preocupado em apresentar personagens e mais interessado em expandir o universo, brincar com referências e apostar em situações que funcionam melhor para quem já conhece esse mundo.
A equipe criativa permanece a mesma, com direção de Aaron Horvath e Michael Jelenic e roteiro de Matthew Fogel. A trilha de Brian Tyler retorna, agora com temas que dialogam diretamente com a atmosfera espacial da era Galaxy.
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Super Mario Galaxy: O Filme estreia nos cinemas em 1º de abril.
Dragon Ball Super: Beerusfoi anunciado oficialmente e marca o retorno do anime em uma edição revisada, com estreia prevista para o outono de 2026, no Japão (primavera de 2026 no Brasil). O projeto traz uma releitura completa do arco do Deus da Destruição, com cenas inéditas, cortes redesenhados e uma narrativa reconstruída, reposicionando o início de Dragon Ball Super para uma nova geração de fãs.
Nova edição de Dragon Ball Super aposta em visual atualizado
A proposta de Dragon Ball Super: Beerus vai além de uma simples remasterização. Trata-se de uma ENHANCED edition (edição aprimorada), desenvolvida com tecnologias visuais mais modernas, animação refinada e batalhas mais detalhadas. A promessa é entregar uma experiência mais imersiva e mais fiel à obra original de Akira Toriyama, algo frequentemente pedido por quem acompanhou o anime desde 2015.
Além de melhorias técnicas, o arco inicial passa por ajustes de ritmo e estrutura, corrigindo problemas apontados na exibição original.
Beerus volta a ameaçar a Terra em nova versão da Saga Deus da Destruição
A história se passa após a derrota de Majin Boo, quando a Terra vive um curto período de tranquilidade. Esse equilíbrio é quebrado com o despertar de Beerus, o Deus da Destruição do Universo 7 (Adaptado como Bills no Brasil). Ao ouvir rumores sobre um Saiyajin que derrotou Freeza, Beerus decide confrontar Goku, colocando o planeta em risco e iniciando um conflito de escala cósmica.
O arco reconta os eventos vistos anteriormente em Dragon Ball Z: Batalha dos Deuses e na Saga Deus da Destruição, agora com uma abordagem mais consistente e visualmente ambiciosa.
Arco de Dragon Ball Super já foi adaptado, mas agora ganha versão definitiva
O confronto entre Goku e Beerus já é conhecido pelos fãs, mas Dragon Ball Super: Beerus surge como uma tentativa clara de estabelecer uma versão definitiva dessa fase da franquia. Com cenas inéditas e reconstrução narrativa, o anime busca alinhar melhor o conteúdo do anime com o mangá e com a visão original de Toriyama.
Segundo a produção, o projeto estava em desenvolvimento há alguns anos e foi pensado como uma nova porta de entrada para o universo Dragon Ball Super.
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Trailer e visual oficial reforçam retorno do anime em 2026
O anúncio veio acompanhado do SUPER Trailer e de um novo visual promocional, destacando o retorno do arco de Beerus como um evento. A estreia de Dragon Ball Super: Beerus está confirmada para o outono de 2026 no Japão (primavera por aqui), com mais informações sendo reveladas ao longo dos próximos meses.
Lembrando que no mesmo dia foi anunciado Dragon Ball Super: The Galactic Patrol, adaptação do arco inédito de Dragon Ball Super em animê. Ainda não se sabe se todos os arcos de Dragon Ball Super ganharão nova versão até Dragon Ball Super: The Galactic Patrol, ou se será apenas o primeiro arco, batizado de Beerus.
Com esse relançamento, Dragon Ball Super começa novamente do zero e agora com mais tempo, mais técnica e um foco claro em agradar tanto fãs antigos quanto novos espectadores.
O anime Dragon Ball Super está oficialmente de volta. Durante o GenkidaMatsuri, evento realizado neste domingo, 25 de janeiro, em comemoração aos 40 anos de Dragon Ball, a Shueisha e a Toei Animation anunciaram Dragon Ball Super: The Galactic Patrol, nova série que continua diretamente a história do anime após o Torneio do Poder.
O projeto adapta o arco da Patrulha Galáctica, publicado no mangá entre 2018 e 2020, e encerra o longo hiato do anime, que estava parado desde 2018. Para os fãs, trata-se basicamente da aguardada segunda fase de Dragon Ball Super.
O que é Dragon Ball Super: The Galactic Patrol
A nova série acompanha os acontecimentos logo após a batalha contra Jiren. Enquanto Goku e Vegeta treinam na Terra, um incidente envolvendo Majin Boo chama a atenção da Patrulha Galáctica, organização já conhecida pelos fãs por meio de Jaco. O que começa como uma investigação rapidamente se transforma em um conflito de escala universal.
O arco apresenta Moro, um vilão antigo, ligado aos Kaiō-shin, capaz de absorver energia vital de planetas inteiros. Diferente dos antagonistas recentes, Moro não se destaca apenas pela força, mas pela forma como esgota seus inimigos e destrói mundos sem precisar de grandes confrontos diretos. Namekusei, mais uma vez, entra na linha de frente da ameaça.
Com Boo fora de combate, Goku e Vegeta acabam se aliando oficialmente à Patrulha Galáctica, abrindo espaço para novas dinâmicas, estratégias e um desenvolvimento mais profundo, especialmente para Vegeta, que ganha decisões próprias e um arco menos dependente de rivalidade.
Adaptação esperada desde 2020
O arco da Patrulha Galáctica foi apresentado no mangá ao longo de 22 capítulos e terminou em 2020. Seis anos depois, a história finalmente chega ao anime. Durante o anúncio, foi confirmado que Dragon Ball Super: The Galactic Patrol já está pronto para entrar em produção e teve seu pôster oficial revelado.
Ainda não existe previsão de estreia. A ausência de datas reforça especulações de que a Toei Animation deve lançar antes um projeto de transição, possivelmente revisitando o início de Dragon Ball Super, com Beerus em destaque, antes de avançar para o arco de Moro.
Assista o anúncio
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Por que o arco de Moro é tão importante para a franquia
Além de dar continuidade direta ao anime, The Galactic Patrol expande a mitologia de Dragon Ball. Para muitos fãs, este é um dos arcos mais equilibrados da era moderna da franquia, e a adaptação também promete corrigir uma das maiores frustrações do público, o hiato após o Torneio do Poder.
Com o anúncio oficial, Dragon Ball Super volta ao centro das atenções e reacende a expectativa por uma nova fase do anime.
Durante o Genkidamatsuri, evento oficial que celebrou os 40 anos de Dragon Ball, as produtoras Bandai Namco Entertainment e a Spike Chunsoft confirmaram novidades para Dragon Ball: Sparking! ZERO, incluindo novos modos gratuitos e um novo DLC para o verão japonês.
O anúncio detalhou conteúdos que chegam em três momentos diferentes do ano, reforçando o suporte contínuo ao jogo desde seu lançamento e apostando forte na memória afetiva dos fãs da era Budokai Tenkaichi.
Missão 100 chega em janeiro e resgata o espírito de Budokai Tenkaichi 3
A primeira atualização já tem data marcada. No dia 26 de janeiro, Dragon Ball: Sparking! ZERO recebe o modo Missão 100, uma modalidade focada em desafios rápidos e variados, nos quais é possível escolher livremente qualquer personagem do elenco.
Segundo a produtora, o modo foi pensado como uma experiência direta e acessível, mas com grande diversidade de combates. Para quem passou horas no clássico Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3, a proposta funciona quase como uma viagem no tempo, trazendo aquele ritmo de missões que pareciam simples, mas sempre pediam mais uma tentativa.
Modo Sobrevivência chega na primavera
Após a atualização de inverno, o jogo ganha fôlego novamente na primavera com a chegada do Modo Sobrevivência. Ainda sem detalhes completos divulgados, o nome já indica o caminho. A expectativa é de um modo baseado em resistência, com o jogador enfrentando ondas sucessivas de inimigos utilizando o mesmo personagem, testando domínio de combate e gerenciamento de recursos.
Esse tipo de modo sempre teve espaço garantido nos jogos da franquia, justamente por colocar à prova o conhecimento real do sistema de luta, além da força bruta dos personagens escolhidos.
DLC de verão traz novos personagens, modos e cenários
O conteúdo mais aguardado fica reservado para o verão. Um novo DLC pago foi descrito como significativo e repleto de novidades. Entre os personagens confirmados estão Super Androide 17, Rei Piccolo e Bardock Super Saiyajin, três nomes bastante pedidos pela comunidade.
O pacote também inclui novos trajes, golpes especiais, cenários inéditos e até um novo modo de jogo. A proposta é expandir o conteúdo de forma consistente, indo além de adições pontuais e realmente alterando a experiência para quem já domina o jogo base.
Atualizações gratuitas acompanham o conteúdo pago
Além do DLC principal, Dragon Ball: Sparking! ZERO segue recebendo atualizações gratuitas. Entre elas estão opções de personalização de batalha, que permitem desbloquear novos super ataques para personagens como Goku e Vegeta, ampliando as possibilidades estratégicas durante os confrontos.
O suporte contínuo acontece em paralelo ao sucesso comercial do título, que já ultrapassou a marca de 5,4 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento original em outubro de 2024.
Um futuro movimentado para Sparking! ZERO
Com mais de 200 personagens jogáveis e uma base sólida construída desde o retorno da série Tenkaichi, Dragon Ball: Sparking! ZERO mostra que ainda tem muito espaço para crescer. O anúncio feito durante o Genkidamatsuri reforça que o jogo seguirá relevante ao longo de 2026.
A Toei decidiu mexer em um dos pilares mais respeitados do tokusatsu. Super Policial do Espaço Gavan Infinity não é reboot, não é remake e passa longe de ser apenas nostalgia reciclada. A série parte da essência de Policial do Espaço Gavan, adiciona multiverso, ficção científica emocional e uma visão clara de franquia. O resultado é um novo ponto de partida para os Metal Heroes.
Com estreia marcada para 15 de fevereiro de 2026, a produção inaugura oficialmente o PROJECT R.E.D., iniciativa da Toei Company que assume o espaço tradicional do Super Sentai no bloco Super Hero Time. A movimentação indica uma reorganização criativa importante dentro da programação da TV Asahi e do próprio tokusatsu.
PROJECT R.E.D. e a engrenagem por trás da mudança
PROJECT R.E.D., sigla para Records of Extraordinary Dimensions, nasce com uma proposta ambiciosa: narrativas ambientadas em dimensões extraordinárias, conectadas entre si, com heróis que compartilham símbolos, cores e temas. O vermelho funciona como identidade central, mas não como limitação estética.
Gavan Infinity funciona como a porta de entrada desse universo. Enquanto Kamen Rider segue expandindo sua presença global, a Toei aposta aqui em um novo eixo criativo, recuperando os Metal Heroes com linguagem contemporânea e planejamento de longo prazo.
Pôsteres convidando para coletiva que foi no dia 18 de janeiro
O que a coletiva revelou
A coletiva de Super Policial do Espaço Gavan Infinity aconteceu em 18 de janeiro de 2026, durante o Super Production Announcement, com transmissão pelo YouTube da Toei Tokusatsu e pelo TTFC. Foi ali que a Toei Company deixou claro que a série não é um projeto isolado, mas o ponto de partida oficial do PROJECT R.E.D..
No evento, a produtora detalhou o conceito de multiverso e apresentou as Cosmo Layers, explicando como diferentes versões do Gavan coexistem em Terras paralelas, todas ligadas pela energia emocional conhecida como Emolgear. Também foi ali que o mistério dos pôsteres promocionais caiu, com a revelação do elenco principal e dos três times centrais da série.
A coletiva confirmou a estreia em 15 de fevereiro de 2026 e o posicionamento estratégico da série dentro do Super Hero Time, ocupando o espaço do Super Sentai durante seu hiato. Mais do que uma troca de programação, a Toei tratou o movimento como um experimento calculado para reposicionar os Metal Heroes.
A mensagem final foi direta: Gavan Infinity não é reboot. A série foi pensada para respeitar o legado do herói original, mas também para funcionar como porta de entrada para uma nova geração, com estética atual, narrativa mais densa e espaço claro para expansões futuras dentro do PROJECT R.E.D.
Um “Gavan” inédito
A Toei faz questão de frisar que Gavan Infinity não reconta a história de 1982. O herói apresentado aqui é novo, criado do zero, mas carregando traços fundamentais do original, como o visual cromado, a atmosfera sci-fi e o senso de justiça inegociável.
A diferença está no foco narrativo. Em vez de apenas tecnologia e invasões alienígenas, a série coloca as emoções no centro do conflito. Os Emolgears, fonte de energia usada por heróis e vilões, são alimentados por sentimentos, criando uma ponte direta entre drama pessoal e ação, algo bem alinhado com o tokusatsu atual.
Multiverso, Cosmo Layers e três caminhos distintos
O universo da série é organizado em Cosmo Layers, camadas cósmicas que representam Terras paralelas, identificadas por letras do alfabeto grego. Cada uma apresenta um Gavan diferente, com personalidade própria, dilemas específicos e uma cor que define sua identidade.
Time Infinity | Terra Alfa A0073
Na Terra Alfa acompanhamos o Time Infinity, ligado à cor vermelha. O protagonista é Reiji Doki, interpretado por Kohei Nagata, investigador da Polícia da Federação Galáctica conhecido por agir antes de pensar. Impulsivo e emocional, ele se transforma em Gavan Infinity, ganhando a capacidade de atravessar dimensões para enfrentar ameaças interdimensionais.
O time conta ainda com o Coronel Date Daisuke, pesquisador do multiverso e responsável pela criação de Agi, uma inteligência artificial cujo nome vem de Artificial General Intelligence, detalhe que reforça o lado científico da série. Completa o núcleo o chefe de investigações Rikiya Wanibuchi e o investigador alienígena PatRun, dupla que atua sem saber que Reiji é o Gavan.
Time Bushido | Terra Lambda Λ8018
Na Terra Lambda, o tom é mais introspectivo. Setsuna Aikokuin, vivido por Ryuga Akabane, é um androide criado há mil anos para a guerra. Frio, melancólico e incapaz de chorar, ele lidera o Time Bushido, representado pelo azul.
Sua comandante, Rui Amou, tem aparência idêntica à alienígena que batizou Setsuna no passado. A série sugere que esse paralelo não é coincidência e deixa pistas de segredos maiores escondidos nessa Terra, incluindo a possível existência de um comandante ainda não revelado.
Time Luminous | Terra Iota Ι5109
Já na Terra Iota surge o Time Luminous, associado ao dourado. A protagonista é Kiki Iwai, interpretada por Kokona Sumi, integrante da divisão de perícia da Polícia Galáctica. Ela atua ao lado da melhor amiga Kotobuki Takanari, formando uma dupla carismática e barulhenta, mas extremamente eficiente.
Enquanto Kiki resolve tudo no impulso, Kotobuki entra com análise e calma. Um detalhe que chamou atenção do público brasileiro é que Lana Tanida, intérprete de Kotobuki, é nipo-brasileira, informação confirmada pela Embaixada do Brasil no Japão.
Bastidores do multiverso e vozes familiares
Entre os personagens-chave está Carel Qom Vigiles, diretor do Bureau de Segurança do ramo terrestre da Polícia Galáctica. Atuando como aliado secreto de Reiji, ele levanta suspeitas desde o início, e o site oficial da TV Asahi faz questão de provocar o público sobre sua verdadeira identidade.
O robô PatRun ganha voz de Takehito Koyasu, em sua estreia no tokusatsu. A narração e as vozes dos Emolgears ficam a cargo de Ayako Kawasumi, enquanto o mecha e o dispositivo de transformação contam com a voz de Toshihiko Seki, nome imediatamente reconhecível pelos fãs de Den-O.
O piloto
O episódio piloto de Super Policial do Espaço Gavan Infinity vai ser dirigido por Hirofumi Fukuzawa, nome que dispensa apresentação pra quem acompanha tokusatsu de perto. Veterano da ação japonesa, ele ficou conhecido por interpretar vários Red Rangers em Super Sentai e por comandar sequências que entendem o gênero por dentro, literalmente dentro da armadura.
A confirmação veio em dezembro de 2025 pelas redes oficiais do PROJECT R.E.D. e deixa claro o recado da Toei: Gavan Infinity quer começar forte, com alguém que sabe exatamente como apresentar um herói, vender impacto visual e estabelecer identidade logo no primeiro episódio.
Abertura com DNA de herói
May’n
A música de abertura, LOVE IS THE STRONGEST, é interpretada por May’n, que já tem história com o tokusatsu graças a Kamen Rider Fourze. A composição é de Mike Sugiyama, veterano do Project.R, garantindo uma abertura com energia, identidade e aquele clima que pede volume alto.
Action figures
Como manda a tradição, Gavan Infinity já chega acompanhado de uma linha de produtos bem definida. O DX Gavalion Trigger chega às lojas japonesas em 14 de fevereiro de 2026, trazendo três modos de transformação. O preço gira em torno de 7.480 ienes, sem considerar taxas de importação.
As action figures se dividem em três frentes: a linha Mega Scale, com cerca de 27 cm e alto nível de detalhamento figuras articuladas de 16 cm, com mais de 30 pontos de articulação e acessórios compatíveis com o Trigger e a tradicional linha sofubi, mais simples, resistente e acessível.
É uma estratégia que conversa tanto com o colecionador veterano quanto com quem está chegando agora.
Antes do Infinity, o original
Para entender o peso de Gavan Infinity, é preciso olhar para trás. Uchuu Keiji Gavan, exibido entre 1982 e 1983, entrou para a história como a primeira série da franquia Metal Hero. No Brasil, ficou conhecida como Space Cop, passando por Sessão Aventura, Xou da Xuxa e Gazetinha, numa trajetória tão irregular quanto inesquecível.
A história acompanha Retsu Ichijouji, chamado de Takeshi na dublagem brasileira, oficial da Polícia Galáctica enviado à Terra para enfrentar a organização criminosa Makuu, responsável por conquistar planetas e escravizar civilizações inteiras. Vestindo sua icônica Combat Suit prateada, Gavan enfrentava monstros enquanto buscava pistas sobre o paradeiro do pai, também um antigo Policial do Espaço.
Ao seu lado estavam personagens que marcaram época, como Mimi, filha do Comandante Kom, capaz de se transformar em um periquito para missões de espionagem, além de aliados como Marin, Tsukiko, o Sr. Gousuke e as crianças Yuuchi e Wakaba. A série também apresentou Den Iga, que mais tarde se tornaria o Policial do Espaço Sharivan, consolidando a trilogia ao lado de Shaider.
Já entre os vilões, Makuu era liderada pelo grotesco Don Holler, acompanhado por figuras como Caçador Maligno, Sandorba e a bruxa Kiba, além de um verdadeiro catálogo de monstros que ajudou a definir a identidade visual dos Metal Heroes. Em combate, Gavan ficou eternizado pela Espada Laser e pelo golpe final Gavan Dynamic, além de ataques como o Chute Gavan e o Soco Gavan, e veículos icônicos como a nave Dolgiran, a moto Cybarian e o tanque Gavion.
Um novo começo sem apagar o passado
Super Policial do Espaço Gavan Infinity não tenta substituir o clássico. Ele amplia, reorganiza e cria espaço para o futuro. Com multiverso, múltiplos protagonistas e foco emocional, a série assume o risco de reinventar os Metal Heroes para uma nova geração, sem esquecer quem abriu o caminho cromado lá atrás.
A Marvel divulgou o quarto teaser de Vingadores: Doutor Destino, novo capítulo dos Vingadores e peça central da reta final da chamada Saga do Multiverso. Diferente dos teasers anteriores, que focaram separadamente em Steve Rogers, Thor e nos X-Men, este novo vídeo amplia o tabuleiro e conecta Wakanda, Talokan e o Quarteto Fantástico.
Mais uma vez, o estúdio aposta em um teaser contido, menos preocupado em explicar a trama e mais interessado em sugerir que algo grande já está em movimento.
Assista o trailer
Um encontro fora do mapa conhecido do MCU
A cena principal do trailer acontece em um ambiente desértico, um local que não corresponde a nenhum cenário clássico do MCU. É nesse espaço estranho e aparentemente devastado que Shuri, agora plenamente estabelecida como Pantera Negra, caminha sozinha até um ponto de encontro inesperado.
Ali estão membros do Quarteto Fantástico, não como heróis em pose de apresentação, mas como visitantes que parecem carregar um aviso urgente. O cenário seco e silencioso reforça a sensação de colapso, algo que vai além de uma simples missão isolada.
M’Baku e o Coisa dividem a cena
O teaser também marca o primeiro encontro entre M’Baku e Ben Grimm, o Coisa. A interação rende um breve momento de humor, um dos poucos vistos até agora nessa campanha de divulgação, mas sem quebrar o tom sério do filme.
É menos uma piada e mais um reconhecimento entre dois personagens moldados pela força, pela resistência e por códigos muito próprios.
Namor retorna e Talokan parece ferido
A presença de Namor confirma que Talokan segue como peça importante da narrativa. No entanto, os visuais associados ao reino submarino surgem alterados, com uma estética mais seca e esvaziada do que a vista em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.
A leitura é direta: nem Wakanda, nem Talokan passaram ilesos pelos eventos que antecedem o filme. Algo drenou esses mundos, ou pelo menos os colocou à beira do colapso.
Sobre o que é Vingadores: Doutor Destino
Ambientado quatorze meses após os eventos de Thunderbolts⁎, Vingadores: Doutor Destino acompanha a união de Vingadores, Wakandanos, Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e os X-Men “originais” diante de uma ameaça multiversal sem precedentes.
O antagonista da vez é Doutor Destino, vivido por Robert Downey Jr., marcando uma virada definitiva do MCU para histórias focadas nas consequências do multiverso fora de controle, com realidades colidindo e mundos sendo forçados a coexistir.
Um filme que prepara o terreno para o fim
Mais do que um evento isolado, Vingadores: Doutor Destino funciona como a primeira parte de um arco maior, que será concluído em Vingadores: Guerras Secretas, previsto para 2027. Juntos, os dois filmes devem adaptar conceitos das famosas histórias de Guerras Secretas, colocando diferentes equipes, versões de personagens e universos em rota de colisão.
Nesse contexto, o Quarteto Fantástico surge menos como novidade e mais como testemunha de um desastre que já começou em outra realidade.
Estreia no Brasil
Vingadores: Doutor Destino estreia nos cinemas brasileiros em 18 de dezembro de 2026, ocupando o tradicional período de fim de ano da Marvel.