O Hearthstone recebe a partir de hoje (13 de janeiro) o Miniconjunto Ecos do Infinito, pacote que adiciona 38 novos cards ao jogo e encerra o arco iniciado em Através dos Percursos Temporais. A expansão coloca no centro do conflito a guerra entre a Revoada Dragônica Bronze e a Revoada Dragônica Infinita, liderada por Murozond, em um confronto que define o destino de todas as linhas do tempo.
Tempo como mecânica central
O miniconjunto aprofunda mecânicas ligadas à manipulação temporal. A principal delas é Retroceder, que permite repetir efeitos de cards recém-jogados. Enquanto Crona preserva o equilíbrio do tempo, Anorc explora o caos, permitindo que ambos os resultados de Retroceder sejam ativados, ampliando o potencial estratégico — e o risco — das jogadas.
Combinações improváveis entre classes
Ecos do Infinito também introduz cards de classes duplas inéditas, resultado direto da instabilidade temporal. Entre as combinações estão Mago + Guerreiro, Druida + Caçador de Demônios e Bruxo + Caçador, abrindo espaço para arquétipos experimentais e decks menos previsíveis no meta.
Novas formas de controle e progressão
O miniconjunto traz ferramentas específicas para várias classes:
Cavaleiro da Morte e Ladino ganham novas formas de intensificar o Poder Heroico;
Sacerdote, Paladino e Caçador recebem acesso às Dádivas Sinistras;
Caçador e Bruxo contam com novas Missões;
Ladino pode retroceder a linha do tempo para realizar ataques adicionais.
Fechamento do arco temporal
Com Ecos do Infinito, a narrativa de Hearthstone chega ao seu ponto final no chamado Fim dos Tempos, onde passado, presente e futuro colidem. O miniconjunto funciona tanto como fechamento de história quanto como atualização relevante de gameplay, mirando jogadores interessados em decks mais técnicos e interações complexas.
O Black Desert Mobile recebeu nesta terça-feira (13) uma atualização importante para quem já sofreu — e muito — com falhas no aprimoramento de equipamentos. A Pearl Abyss lançou oficialmente o sistema Ancient Anvil, novidade revelada durante o Banquete de Calpheon 2025 e que promete tornar a progressão mais justa e previsível.
Como funciona a Ancient Anvil
A lógica do sistema é simples: toda vez que uma tentativa de aprimoramento ou aprimoramento desperto falha, um medidor chamado Ancient Evil é preenchido de acordo com o nível do item.
Quando esse medidor chega ao máximo, a Ancient Anvil é ativada — e a próxima tentativa de aprimoramento é garantidamente bem-sucedida, sem chance de falha.
Na prática, o jogo passa a reconhecer o esforço do jogador, transformando repetidas tentativas frustradas em progresso real.
Menos punição, mais progressão
O aprimoramento sempre foi um dos pontos mais tensos de Black Desert Mobile. Com a Ancient Anvil, a Pearl Abyss busca reduzir a sensação de perda e reforçar a progressão de longo prazo, sem eliminar totalmente o risco — mas garantindo que insistir valha a pena.
Para quem já vinha tentando melhorar seus equipamentos, há uma boa notícia: todas as falhas registradas entre 1º de julho de 2025 e a manutenção de hoje foram aplicadas retroativamente ao medidor inicial da Ancient Anvil.
Eventos especiais acompanham a atualização
Para celebrar a chegada do novo sistema, o jogo também recebeu quatro eventos in-game, com recompensas focadas em aprimoramento. Entre os itens distribuídos estão:
até 218 mil Restoration Scrolls
Sealed Charm of Succession
Okiara’s Blessing
Tudo pensado para incentivar os jogadores a testar — e tirar vantagem — da Ancient Anvil desde já.
Atualização já disponível
O sistema Ancient Anvil já está ativo nos servidores de Black Desert Mobile. As notas completas da atualização podem ser consultadas no site oficial do jogo, junto às redes sociais da franquia.
Para quem vive no loop de grind e aprimoramento, essa mudança mexe direto no coração do gameplay.
A Bandai Namco Entertainment divulgou um novo trailer de visão geral de CODE VEIN II, focado nos principais sistemas de gameplay. O vídeo aprofunda o combate, apresenta novas armas e explica o Sistema de Parceiros, uma das bases da experiência cooperativa do RPG de ação.
Desenvolvido pela Bandai Namco Studios, o jogo usa o tempo como elemento central da narrativa, permitindo explorar versões passadas e presentes de um mundo em colapso.
Combate mais profundo e flexível
O trailer destaca a evolução dos Ataques de Drenagem, usados para extrair Icor, recurso que alimenta as habilidades mais fortes do jogador. Com ele, entram em cena as Formae:
Formae de Arma: modificam golpes e concedem bônus;
Formae Legadas: invocam armas únicas para ataques devastadores;
Formae Defensivas: focadas em bloqueios, contra-ataques e evasão.
As Celas, equipamentos usados nas costas do personagem, complementam o sistema ao alterar atributos e ajustar os Ataques de Drenagem conforme o encontro.
Sistema de Parceiros e novas armas
O Sistema de Parceiros ganha destaque com a Oferenda Restauradora, mecânica que permite aos aliados reviverem o Caçador de Aparições — com tempo de recarga que os deixa vulneráveis após o uso. No arsenal, chegam as Lâminas Gêmeas e as Lâminas Rúnicas, ao lado de classes já conhecidas como Baioneta, Alabarda, Martelo e Espada Larga.
O sistema ampliado de Códigos de Sangue e os Aumentos permitem criar builds mais especializadas, ajustando poderes, traços e atributos conforme o estilo de jogo.
Demo do criador de personagens
Antes do lançamento, os jogadores poderão testar a demo do Criador de Personagens a partir de 23 de janeiro de 2026. Serão 64 slots de salvamento, com progresso transferível para o jogo final. A demo inclui personalização completa (corpo, cabelo, rosto, acessórios, maquiagem), visualização em diferentes iluminações no Instituto MagMell e Modo Foto.
Trailer
Lançamento e plataformas
CODE VEIN II chega em 30 de janeiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. A pré-venda já está disponível.
Depois de 16 anos fora da televisão aberta, Madan Senki Ryukendo volta a ser exibida no Brasil. A estreia acontece nesta quarta-feira (14), a partir das 19h, na TV Cultura, dentro do programa Antimatéria: Energia Geek.
O retorno atende a um pedido antigo da comunidade tokusatsu brasileira e recoloca em evidência uma das últimas séries do gênero exibidas de forma inédita na TV aberta do país.
Versão restaurada para a TV brasileira
Para essa nova exibição, Ryukendo passou por um processo de restauração em alta definição realizado pela equipe técnica da TV Cultura. A atualização melhora imagem e som, valorizando as sequências de transformação de Ryukendo, Ryugunou e Ryujinou.
A série será exibida com a dublagem brasileira original, que marcou a exibição anterior, com vozes como Wendel Bezerra, Márcio Araújo, Yuri Chesman e Fátima Noya. Também haverá opção de áudio em japonês por meio da tecla SAP.
Um retorno simbólico para os fãs
Em 2026, Ryukendo completa 20 anos desde sua estreia no Japão, em janeiro de 2006. A volta à TV aberta brasileira funciona como uma celebração antecipada da data e reforça o peso histórico da série entre fãs do tokusatsu.
Exibida originalmente no Brasil no fim dos anos 2000, a produção permaneceu viva na memória do público, especialmente entre quem acompanhou as batalhas da organização SHOT contra os Monstros Jamen.
Serviço – Ryukendo na TV Cultura
Estreia: Quarta-feira, 14
Horário: A partir das 19h
Programa:Antimatéria: Energia Geek
Classificação indicativa: 12 anos
Exibição: TV Cultura
Com essa estreia, a TV Cultura amplia sua aposta em programação geek e reforça o espaço do tokusatsu na televisão brasileira.
A Riot Games anunciou um novo torneio intercontinental para o calendário competitivo de League of Legends em 2026. Batizada de Americas Cup, a competição vai colocar frente a frente equipes do CBLOL e da LCS, reforçando o intercâmbio competitivo entre América do Sul e América do Norte.
O torneio acontece na primeira semana de março, na Riot Games Arena, em São Paulo, servindo como um evento de aquecimento antes do First Stand.
Quem joga a Americas Cup
Participam da Americas Cup os times que terminarem em segundo e terceiro lugar da Copa CBLOL e da LCS Lock-In. Ao longo de cinco dias de confrontos, as equipes disputam não apenas o título do torneio, mas também uma recompensa estratégica importante para a temporada.
O campeão garante um bootcamp totalmente custeado pela Riot Games na Coreia do Sul, durante o Mid-Season Invitational de 2026.
Bootcamp como ferramenta competitiva
A iniciativa de financiar bootcamps internacionais para equipes das Américas começou em 2023 e foi retomada em 2024 com a LTA. Segundo a Riot, os resultados esportivos e de desenvolvimento foram positivos, o que motivou a expansão do modelo.
Agora, além do campeão da Americas Cup, também participam do programa:
os segundos e terceiros colocados do Primeiro Split do CBLOL;
o terceiro colocado da temporada Spring da LCS.
Caso o campeão da Americas Cup já esteja classificado para o MSI ou tenha garantido o bootcamp por colocação no split, a vaga adicional retorna para a liga correspondente.
Cross-conference sem mexer no formato das ligas
Para a Riot, a Americas Cup nasce como uma solução para manter confrontos internacionais sem comprometer a estrutura das ligas regionais.
“No ano passado, os momentos cross-conference da LTA foram grandes aprendizados positivos da experiência do formato regionalizado, e a possibilidade de embate entre times de ambas as regiões das Américas foi algo que gostaríamos de manter para 2026, porém sem comprometer a independência das ligas domésticas”, afirma Igor Correa, líder de produto do CBLOL na Riot Games Brasil. “A Americas Cup se mostrou a alternativa perfeita para mantermos essa experiência para nossos times, jogadores e também para os fãs.”
Onde acompanhar
Mais informações sobre o CBLOL, a Americas Cup e o First Stand podem ser encontradas nos canais oficiais de LoL Esports e no site lolesports.com.
Com a Americas Cup, a Riot adiciona mais um ponto de contato competitivo entre as regiões, ampliando o repertório internacional dos times — e dando aos fãs um novo palco para medir forças dentro das Américas.
Dois nomes centrais do cinema contemporâneo, Paul Mescal e Josh O’Connor, se encontram pela primeira vez em A História do Som, drama de época que articula romance LGBTQIA+, memória cultural e música tradicional norte-americana. Dirigido por Oliver Hermanus, o filme chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro.
Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, o longa mantém 89% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, reforçando seu alcance para além do circuito de festivais e do nicho queer.
Uma história de amor construída pelo som
Ambientado em 1917, o filme acompanha Lionel e David, estudantes de música que se conhecem no Conservatório de Boston. O ponto de encontro entre os dois é a música folk que é uma tradição oral passada de geração em geração e que os leva a uma viagem pelo interior do estado do Maine.
A missão é registrar canções de ex-soldados da Primeira Guerra Mundial antes que elas desapareçam. No caminho, o vínculo profissional se transforma em um relacionamento afetivo, tratado com delicadeza e atenção aos silêncios, marca recorrente do cinema de Hermanus.
O roteiro adapta dois contos do escritor Ben Shattuck, The History of Sound e Origin Stories, e usa a música como fio condutor de uma história sobre intimidade, deslocamento e pertencimento.
Representatividade sem discurso didático
Sem recorrer a conflitos externos óbvios ou discursos explicativos, A História do Som constrói seu romance LGBTQIA+ a partir da convivência, da escuta e do tempo compartilhado. A relação entre os protagonistas se desenvolve de forma orgânica, ancorada mais nos gestos e nas pausas do que em grandes declarações.
A química entre Mescal e O’Connor foi um dos aspectos mais comentados após Cannes. O Screen Daily descreveu as atuações como “discretas e fascinantes”, destacando a precisão emocional da dupla.
Elenco e trajetória do diretor
Além dos protagonistas, o filme conta com Chris Cooper, vencedor do Oscar por Adaptação, em uma participação que adiciona outra camada temporal à narrativa.
Este é o sexto longa de Oliver Hermanus, diretor que construiu uma filmografia marcada por histórias sobre identidade e repressão, como Moffie e Beleza Arrebatadora. Após Viver, remake do clássico de Akira Kurosawa indicado ao Oscar, Hermanus retorna a um cinema mais intimista, centrado em personagens e atmosferas.
Trailer
Pôster
Quando e onde assistir
Exibido também na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, A História do Som estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.
A TV Cultura exibe nesta quarta-feira (14), às 22h, o documentário Lugar de Mulher, os Inexatos Percursos Femininos nas Exatas, que acompanha trajetórias femininas em áreas historicamente dominadas por homens, como engenharia, ciência, matemática e tecnologia.
Dirigido por Manuela Fatinato, o filme propõe um olhar atento e direto sobre os caminhos — muitas vezes tortuosos — percorridos por mulheres que decidiram ocupar espaços onde sua presença ainda é questionada.
Experiências que atravessam gerações
O documentário parte de uma pergunta simples, mas estrutural: o que há em comum na experiência de engenheiras, cientistas, matemáticas e profissionais da tecnologia de diferentes épocas e contextos?
As respostas surgem em relatos que se cruzam. As personagens falam sobre a dificuldade de serem ouvidas, reconhecidas e respeitadas em ambientes majoritariamente masculinos, mas também compartilham o prazer pela profissão, o interesse genuíno pelas exatas e a importância simbólica de permanecer nesses espaços.
Sem discurso pronto, com vivência
Sem recorrer a tom didático ou slogans fáceis, Lugar de Mulher constrói sua narrativa a partir da experiência concreta. O filme destaca conquistas individuais que, juntas, revelam avanços coletivos — e lembram que a presença feminina nas exatas não é exceção, mas resultado de escolha, insistência e competência.
A exibição na TV Cultura reforça o papel da emissora em abrir espaço para produções que dialogam com educação, diversidade e transformação social, sem perder de vista o valor das histórias pessoais.
Quando assistir
Lugar de Mulher, os Inexatos Percursos Femininos nas Exatas vai ao ar nesta quarta-feira (14), às 22h, na TV Cultura.
São Paulo vai entrar de vez no mapa do cinema feito com inteligência artificial. O World AI Film Festival (WAIFF) divulgou a programação de palestras e debates da sua edição brasileira, marcada para 27 e 28 de fevereiro de 2026, na Fundação Armando Álvares Penteado, em Higienópolis.
O evento chega ao Brasil com a proposta de discutir, na prática, como ferramentas e plataformas de IA estão mudando o audiovisual — do cinema à publicidade, passando por streaming, séries e conteúdos para redes sociais. Os ingressos, válidos para os dois dias, já estão à venda pela Sympla.
IA, cinema e mercado em debate
Serão mais de 20 horas de programação, com palestras, mesas e encontros que reúnem criadores, produtores, artistas, programadores e educadores que já trabalham com inteligência artificial no dia a dia. Entre os nomes confirmados estão Kris Krüg, referência internacional em ferramentas de IA, Fabiano Gullane, da Gullane Filmes, além do músico Zeca Baleiro e de Rapha Borges, CCO da Tiger.
As atividades acontecem simultaneamente em dois auditórios, uma sala de cinema e um espaço dedicado a networking, reforçando o caráter de troca e experimentação do festival.
Mostra competitiva com inscrições abertas
Além das palestras, o WAIFF promove uma mostra competitiva de filmes produzidos com IA, que vai premiar produções em sete categorias:
Curta-metragem
Longa-metragem
Micro-série para mídia social (formato vertical)
Publicidade
Coup de Cœur – Melhor Filme do Festival
Melhor Filme de IA – Diretor(a) com menos de 25 anos
Melhor Filme de IA – Diretora Mulher
As inscrições seguem abertas até 25 de janeiro, com informações disponíveis no site oficial do festival.
Um festival conectado ao cenário global
A edição brasileira integra uma rede internacional de festivais dedicados ao cinema com IA, com eventos paralelos acontecendo em países como França, Japão, Coreia do Sul e China. No Brasil, a produção é da UltraVioleta, em parceria com a FAAP.
O WAIFF também expande o debate para além do evento presencial com o podcast WAIFF Talks, que discute o impacto da inteligência artificial em áreas como cinema, design, publicidade, animação e direito autoral.
Serviço – WAIFF 2026
Datas: 27 e 28 de fevereiro de 2026
Local: FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
O premiado simulador de divindade Reus 2 ganha sua terceira expansão no dia 22 de janeiro no Steam. A DLC Planícies chega adicionando camadas interessantes ao jogo base, com foco em criação de ecossistemas, decisões morais e evolução social. Desenvolvido pela Abbey Games e distribuído pela Firesquid Games, o conteúdo extra será vendido por R$ 19,99, com 10 por cento de desconto nas duas primeiras semanas.
Para quem ainda não entrou nesse universo, o momento é estratégico. As DLCs anteriores, Era do Gelo e Everglades, ficam com 20 por cento de desconto, enquanto o jogo base tem redução de 50 por cento no preço.
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O bioma Estepe e o caos necessário da natureza
O grande destaque da DLC é o novo bioma Estepe, ativado a partir do Gigante da Savana, Jangwa, ao escolher o modo Pradaria na criação do planeta. O visual muda, o comportamento do ecossistema também. Como todo novo bioma em Reus 2, a Estepe vem acompanhada de uma biodiversidade própria, com mais de 65 novas espécies entre fauna, flora e minerais. Bisões, lavanda da estepe e cães da pradaria passam a dividir espaço em mundos que parecem calmos, mas escondem dinâmicas perigosas.
A principal novidade mecânica está no estresse do solo. Cada biota adicionada aumenta essa tensão até que incêndios espontâneos surjam, se espalhando pela região. O resultado não é apenas destruição. Esses eventos funcionam como ciclos de renovação, fortalecendo biotas e abrindo espaço para novas estratégias. Em Reus 2, às vezes o progresso nasce do desastre.
Novos líderes, novas formas de conduzir a humanidade
Planícies adiciona quatro novos líderes humanos, cada um mudando radicalmente o rumo das civilizações. O Agricultor expande territórios com foco total na produção de alimentos. O Cultista transforma oferendas sombrias em riqueza, mesmo que isso custe a estabilidade social. O Arquiteto estimula a curiosidade humana ao construir biotas, enquanto o Astronauta acelera a chegada à era 3, sacrificando tempo em troca de acesso mais rápido a biotas avançadas.
Esses líderes não são apenas bônus estatísticos. Eles moldam narrativas emergentes, algo que sempre foi um dos pontos fortes da franquia.
Três novas eras e caminhos bem diferentes
A DLC também introduz três novas eras, cada uma quase como um jogo dentro do jogo. Cidade Fabulosa aposta em histórias, mitos e animais inspiradores para impulsionar tecnologia. Planeta Celestial leva a humanidade a um caminho espiritual, criando uma religião centrada nos Gigantes. Já Sonho Biocinético mistura ciência e natureza para formar uma utopia que parece saída da ficção científica.
O interessante é que nenhuma dessas rotas é claramente melhor. Cada escolha fecha portas e abre outras, reforçando o peso das decisões divinas.
Gigantes, relações e o lado vingativo dos deuses
Os Gigantes continuam sendo o coração de Reus 2. São quatro entidades jogáveis, cada uma com controle específico sobre plantas, animais e minerais. Conforme o jogador avança, novas habilidades são desbloqueadas, permitindo criar biomas cada vez mais complexos.
Com a atualização Cataclisma, as relações ganham destaque. Líderes podem se aliar ou entrar em guerra entre si e com os Gigantes. A humanidade pode até se rebelar, enviando Caçadores de Gigantes para derrubar seus próprios deuses. Em resposta, o jogador ganha acesso a novos poderes desastrosos, reforçando a ideia de que equilíbrio nem sempre vem pela benevolência.
Um sandbox de vida, escolhas e consequências
Reus 2 segue apostando na ideia de que cada planeta é um experimento. Ao combinar biomas, biotas e decisões sociais, surgem ecossistemas únicos e civilizações com objetivos próprios. Algumas vão buscar as estrelas, outras se fechar em cultos ou tentar viver em harmonia com a natureza. Quando tudo chega ao fim, sempre existe a opção de começar de novo, carregando o legado das criações anteriores pela galáxia.
A Barbie acaba de dar um passo importante na sua longa história ao apresentar sua primeira boneca com transtorno do espectro autista. A novidade nasce de uma parceria direta entre a Mattel e a Autistic Self Advocacy Network, organização dirigida por e para pessoas autistas. Não se trata apenas de uma nova variação estética, mas de um projeto pensado ao longo de mais de 18 meses com base em escuta, pesquisa e vivência real.
A boneca integra a linha Barbie Fashionistas e foi criada para ampliar o significado de inclusão dentro do universo dos brinquedos, aproximando a fantasia do cotidiano de milhões de crianças que raramente se veem representadas de forma respeitosa.
Design que faz sentido na prática
Cada escolha de design carrega intenção. A articulação nos cotovelos e pulsos permite movimentos associados à autoestimulação, comuns para regular sensações ou expressar emoções. O olhar levemente deslocado foge do contato visual direto, algo presente na experiência de muitas pessoas no espectro. Os acessórios não são decorativos, são funcionais: um fidget spinner rosa que gira de verdade, fones de ouvido com cancelamento de ruído para reduzir sobrecarga sensorial e um tablet que exibe um aplicativo de Comunicação Alternativa e Aumentativa.
A roupa também entra nessa lógica. O vestido roxo tem modelagem mais solta e tecido pensado para minimizar desconfortos sensoriais, enquanto os sapatos baixos priorizam estabilidade e liberdade de movimento. Tudo conversa com o uso real do brinquedo, não apenas com a vitrine.
Por que isso importa
Quando a ASAN fala em representação autêntica, o foco não é apenas “estar ali”, mas como se está ali. Ver uma Barbie que usa ferramentas de apoio e não esconde comportamentos do espectro ajuda a normalizar experiências que ainda são tratadas como exceção. Para crianças autistas, isso pode significar reconhecimento. Para as demais, aprendizado e empatia desde cedo.
A própria trajetória recente da linha Fashionistas reforça essa virada. Hoje são mais de 175 versões diferentes, com variações de corpos, tons de pele, estilos, deficiências e condições como diabetes tipo 1, deficiência visual, Síndrome de Down e aparelhos auditivos. A Barbie com autismo se encaixa nesse movimento contínuo de ampliar o espelho oferecido pelo brinquedo.
Quando chega ao Brasil
A nova Barbie tem lançamento previsto no Brasil a partir de julho, nas principais lojas de brinquedos e varejistas do país, com preço sugerido de R$ 119,99. Mais do que um produto, ela chega como um símbolo de que brincar também pode ser um espaço de reconhecimento, diálogo e inclusão real.
A LOS oficializou seu novo elenco de League of Legends para a temporada 2026, confirmando o retorno da organização ao CBLOL. O projeto marca uma nova fase da LOS, com foco em metodologia, planejamento esportivo e visão de longo prazo.
A operação faz parte da estratégia da EZOR, grupo responsável pela gestão da organização.
Projeto nasce de reestruturação interna
A formação do time é resultado de um processo conduzido ao longo de 2025, que revisou scouting, critérios técnicos e perfil comportamental dos jogadores. Segundo Vinicius “Neki” Ghilardi, head de LoL da LOS, a mudança foi menos sobre nomes e mais sobre método.
A ideia central passou a ser montar elencos com identidade de jogo clara, encaixe coletivo e margem de evolução — tratando o time como projeto, não aposta.
Peças-chave do elenco
A nova LOS tem como pilares o retorno de Wallyson “Duduhh” Silva e a chegada do mid laner coreano Jung “Feisty” Seonghun, nomes centrais na definição do estilo da equipe. A selva fica com Luciano “Drakehero” Gonçalves, dentro de um plano de desenvolvimento progressivo ao longo da temporada.
Todas as escolhas priorizaram sinergia, leitura de jogo e consistência competitiva.
Comissão técnica conhecida da casa
A comissão técnica será liderada por Ilias “Enatron” Theodorou, profissional ligado à organização desde 2019, ao lado de Arda “Invokid” Başaran. O staff conta ainda com Felipe “Brandão” Santos e Welson “Netola” Neto, sob supervisão direta de Neki.
Elenco da LOS para 2026
Kim “Zest” Dongmin
Luciano “Drakehero” Gonçalves
Jung “Feisty” Seonghun
Wallyson “Duduhh” Silva
Gabriel “Ackerman” Aparício
Ilias “Enatron” Theodorou (Coach)
Arda “Invokid” Başaran (Coach)
Estreia já tem data
A LOS estreia oficialmente na Copa CBLOL no dia 17 de janeiro, às 16h, contra a Vivo Keyd Stars, com transmissão nos canais oficiais da Riot Games Brasil.
A noite do Globo de Ouro confirmou aquilo que a crítica já vinha sinalizando há meses. Rose Byrne levou o prêmio de Melhor Atriz em Comédia ou Musical por sua atuação em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, longa dirigido por Mary Bronstein que segue em cartaz nos cinemas brasileiros.
No filme, Byrne interpreta Linda, uma mulher empurrada ao limite emocional. Entre a carreira em crise, a doença da filha, um marido ausente, uma pessoa desaparecida e uma relação nada convencional com o terapeuta, a personagem vive um estado constante de exaustão e descontrole. A performance, descrita como visceral e sem filtros, é o eixo que sustenta o filme e explica a força que ele ganhou na temporada de premiações.
Um filme que cresce com o boca a boca
Distribuído no Brasil pela Synapse Distribution, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria estreou no circuito comercial em 1º de janeiro e permanece em exibição em 31 salas, espalhadas por 16 cidades. Entre elas estão Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
A permanência em cartaz acompanha o crescimento do interesse do público, impulsionado tanto pela repercussão crítica quanto pelo reconhecimento internacional da atriz.
Temporada de prêmios em alta
A vitória no Globo de Ouro se soma a uma sequência consistente de prêmios e indicações para Rose Byrne. Em 2025, ela venceu o prêmio de Melhor Atuação Protagonista no Festival de Berlim e recebeu distinções das associações de críticos de Chicago, Londres e Los Angeles.
Com isso, o nome da atriz aparece com frequência nas listas de apostas para o Oscar, cujos indicados serão anunciados em 22 de janeiro. Caso a indicação se confirme, o filme tende a ganhar ainda mais fôlego no circuito brasileiro.
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Pôster
Cinema de desconforto, sem concessões
Longe de uma comédia tradicional, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria usa o humor de forma desconcertante, quase cruel, para explorar temas como maternidade, culpa, esgotamento emocional e relações de poder. Mary Bronstein constrói uma narrativa que não busca empatia fácil, apostando no incômodo como ferramenta de aproximação com o espectador.
É justamente nesse território instável que Rose Byrne entrega uma de suas atuações mais comentadas da carreira, transformando o colapso da personagem em algo impossível de ignorar.
Para quem busca um filme que desafia o conforto emocional e aposta em personagens falhos, intensos e humanos, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria segue como uma das experiências mais fortes em cartaz no país.