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Gen Hoshino faz história ao se apresentar com Koji Kondo, compositor de Super Mario Bros, ao vivo no Japão

A virada do ano no Japão ganhou contornos históricos para fãs de música e videogames. Durante o 76º NHK Kōhaku Uta Gassen, Gen Hoshino protagonizou um momento raro ao se apresentar ao lado de Koji Kondo, compositor de Super Mario Bros e uma das figuras mais importantes da história da Nintendo. A performance aconteceu diretamente do Nintendo Museum, em Kyoto, transformando o palco do tradicional especial musical em uma verdadeira celebração e pegando muitos de surpresa.

Mais do que uma participação especial, o encontro simbolizou a união entre gerações criativas. De um lado, um dos artistas mais influentes do J-pop contemporâneo. Do outro, o compositor responsável por melodias que atravessaram décadas e ajudaram a definir o som dos videogames.

Para assistir essa apresentação especial, clique aqui.

Quem é Gen Hoshino, o artista que cresceu jogando Nintendo

Gen Hoshino é um dos nomes mais versáteis da cultura pop japonesa. Cantor, compositor, ator e escritor, ele construiu uma carreira marcada pela liberdade criativa e pelo diálogo constante com diferentes linguagens. Antes da carreira solo, liderou a banda instrumental Sakerock, e desde então se consolidou como um dos artistas mais respeitados do Japão.

No universo geek, Hoshino é figura conhecida. Ele já compôs músicas para Doraemon, Spy x Family e diversos projetos ligados ao entretenimento japonês. Create, a canção apresentada no Kōhaku, talvez seja sua obra mais diretamente conectada aos videogames. Criada para celebrar os 35 anos de Super Mario Bros, a música mistura J-pop, soul e chiptune, incorporando efeitos sonoros clássicos da franquia e referências à própria história da Nintendo.

Koji Kondo, o compositor que definiu o som dos games

Falar de Koji Kondo é falar da identidade sonora dos videogames. Contratado pela Nintendo em 1984, ele se tornou o primeiro compositor dedicado da empresa e criou temas que hoje são patrimônio cultural. Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Mario Kart, Super Mario World e Ocarina of Time carregam melodias reconhecidas em qualquer lugar do mundo.

O tema de Super Mario Bros, inclusive, foi a primeira música de videogame a entrar no National Recording Registry dos Estados Unidos, um reconhecimento do impacto cultural da obra. Ao longo da carreira, Kondo participou de concertos sinfônicos, colaborações internacionais e eventos históricos, mas raramente divide o palco em apresentações pop televisivas, o que torna o encontro com Gen Hoshino ainda mais especial.

Create, a filosofia da Nintendo em forma de música

Create nasceu inspirada diretamente na filosofia criativa da Nintendo, aquela ideia de experimentar, errar, aprender e se divertir no processo. A música estreou em um comercial comemorativo da franquia Mario e rapidamente ganhou status de hino moderno para fãs da marca.

Na apresentação ao vivo, a presença de Koji Kondo deu uma nova camada de significado à canção. Não era apenas uma homenagem, mas um diálogo musical entre quem criou o universo sonoro original e quem o reinterpretou para uma nova geração.

Nintendo Museum

O local da apresentação ajudou a elevar o peso simbólico do encontro. Inaugurado em outubro de 2024, o Nintendo Museum fica em Kyoto, no antigo prédio onde a Nintendo começou suas atividades produzindo cartas de hanafuda. O espaço funciona como uma linha do tempo viva da empresa, conectando o passado artesanal ao império global dos videogames.

Logo na entrada, a chamada Praça do Mario dá início à jornada, ocupando a antiga área de carga e descarga da fábrica com um espaço interativo dedicado ao mascote da empresa. No segundo andar, os visitantes percorrem a evolução dos consoles, dos Game & Watch ao Nintendo Switch, com embalagens originais, variações entre versões orientais e ocidentais e curiosidades de design.

Antes mesmo dos videogames, o museu dedica uma área às invenções menos conhecidas da Nintendo, como brinquedos dos anos 60, carrinhos de bebê e o icônico Ultra Machine, que simulava partidas de beisebol em casa. No primeiro andar, a interatividade domina, com experiências coletivas, salas temáticas e até desafios em Super Mario Bros usando controles gigantes, transformando jogos clássicos em experiências quase cooperativas.

Um momento que entra para a história

Ao unir Gen Hoshino e Koji Kondo no palco do Nintendo Museum, o Japão mostrou como música pop e videogames caminham juntos na cultura contemporânea. Não foi apenas uma apresentação especial de fim de ano, mas um encontro que celebrou passado, presente e futuro da criatividade japonesa.

O retorno do juiz | K-drama chega ao Brasil com Ji Sung no papel principal

O retorno do juiz acaba de estrear oficialmente no Brasil, com o primeiro episódio já disponível no Viki, e chega com uma proposta que mistura tribunal, fantasia e aquele peso moral que fãs de K-drama sabem reconhecer de longe. A série acompanha Lee Han Young, um juiz que construiu sua carreira comprometendo a própria ética ao servir interesses corporativos, até decidir romper o ciclo e pagar o preço máximo por isso.

Após desafiar ordens superiores e condenar um poderoso presidente de conglomerado à prisão perpétua, Han Young é assassinado. O ponto de virada vem quando ele acorda dez anos no passado, com todas as memórias intactas. Não é apenas uma chance de sobreviver, mas de reescrever decisões, relações e o próprio significado de justiça dentro de um sistema claramente corrompido.

Justiça como obsessão e não como discurso

Diferente de muitos dramas jurídicos que se apoiam apenas em discursos inspiradores, O retorno do juiz aposta em conflitos práticos e escolhas difíceis. Han Young não volta como um herói puro, mas como alguém assombrado pelos próprios erros. Essa abordagem dá mais peso à narrativa e torna cada julgamento uma extensão do seu acerto de contas pessoal.

Ao lado dele está a promotora Kim Jin Ah, vivida por Won Jin Ah, determinada a derrubar o mesmo conglomerado responsável pela morte de seu pai. A parceria entre os dois vai além da investigação criminal e funciona como um embate constante entre fé na lei e descrença nas instituições.

Ji Sung e o peso de personagens moralmente quebrados

Ji Sung retorna ao território que consagrou sua carreira: personagens intensos, contraditórios e emocionalmente desgastados. Para quem lembra de Defendant ou The Devil Judge, há ecos claros aqui, mas sem sensação de repetição. Han Young é menos messiânico e mais humano, alguém que sabe exatamente o quanto errou e o que custa tentar corrigir isso.

Curiosidade que reforça essa entrega: Ji Sung já revelou conviver com dores crônicas na coluna, algo que muitos fãs apontam como parte da fisicalidade mais contida e pesada que seus personagens recentes carregam. Esse detalhe acaba dialogando, mesmo que indiretamente, com a postura cansada e vigilante do juiz na série.

Um K-drama jurídico com fantasia na medida certa

Adaptado da web novel Judge Lee Han Yeong, o drama usa o elemento sobrenatural apenas como ponto de partida. A viagem no tempo não vira espetáculo, mas ferramenta narrativa. O foco permanece nos bastidores do poder, nas alianças silenciosas e na fragilidade da justiça quando confrontada por dinheiro e influência.

Exibida originalmente pela MBC, a série conta com 14 episódios, duração média de pouco mais de uma hora e uma exibição que privilegia tensão constante em vez de reviravoltas gratuitas. É um prato cheio para quem gosta de K-dramas que equilibram reflexão social com entretenimento sólido.

“Chapolin e os Colorados” estreia na HBO Max com dublagem brasileira

Chapolin e os Colorados já está entre nós. A nova série animada baseada no personagem criado por Roberto Gómez Bolaños estreou oficialmente na HBO Max no dia 1º de janeiro de 2026 e chegou ao Brasil com dublagem e legendas em português, algo que pesa bastante para quem cresceu com o Polegar Vermelho na TV aberta. Os cinco primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma.

Produzida pela Huevocartoon em parceria com o Grupo Chespirito, Telefilms e THR3 Studios, a animação apresenta uma releitura curiosa do personagem. Aqui, o Chapolin não é mais o herói solitário que aparece quando alguém grita “Oh, e agora, quem poderá me defender?”. Ele agora é casado, pai de dois filhos e precisa equilibrar a vida doméstica com suas trapalhadas heroicas.

Teaser

Uma continuação animada com identidade própria

Chapolin e os Colorados é a segunda adaptação animada do personagem para a televisão, sucedendo El Chapulín Colorado animado, exibido entre 2015 e 2017. Também é a terceira série animada baseada no universo de Chespirito, o que reforça o esforço do grupo em manter vivo esse legado para novas gerações.

A temporada inicial conta com 20 episódios de cerca de 22 a 24 minutos, apostando em histórias fechadas, humor físico, referências ao seriado clássico e situações familiares que dialogam tanto com o público infantil quanto com fãs mais antigos.

Na trama, além do próprio Chapolin, conhecemos Susana Colorado, sua esposa, os filhos Lina e Bobby e a Vovó Luisa, que ajuda a completar esse núcleo familiar caótico. Do outro lado, vilões clássicos e novos retornam para colocar o herói à prova, como Tripa Seca, Alma Negra e Dr. Cérebro.

Dublagem brasileira

Um dos grandes acertos da estreia no Brasil é o cuidado com a versão brasileira, realizada pela Universal Cinergia, com direção de dublagem de Rodrigo Pacheco. A adaptação consegue respeitar o espírito do humor original sem soar engessada ou artificial.

Daniel Müller assume o Chapolin na dublagem brasileira, trazendo um tom que conversa bem com a ingenuidade e o nervosismo clássico do personagem. Flávia Saddy dubla Susana Colorado, enquanto Manuela Mota e Daniel Pousa dão voz aos filhos Lina e Bobby. Mário Jorge Andrade completa o núcleo principal como a Vovó Colorado.

Entre os vilões e personagens recorrentes, nomes conhecidos da dublagem nacional aparecem com força, como Carlos Seidl, Carlos Gesteira, Gustavo Berriel, Marta Volpiani, Sérgio Stern e Rita Lopes. O resultado é uma dublagem fluida, bem dirigida e que respeita o tempo cômico, algo essencial em uma obra tão marcada por ritmo e pausa.

Curiosidade simpática: Susana chama o Chapolin de “Chapis”, um apelido carinhoso que pode facilmente confundir quem cresceu ouvindo “Chaves”, outro ícone eterno de Chespirito.

De Cannes ao streaming global

Antes da estreia oficial, o primeiro episódio de Chapolin e os Colorados foi exibido em outubro de 2024 durante a Mipcom, uma das maiores feiras audiovisuais do mundo, realizada em Cannes. A recepção positiva ajudou a pavimentar o caminho para o lançamento simultâneo na HBO Max e no Cartoon Network Latinoamérica.

A produção é supervisionada diretamente pelo Grupo Chespirito, com Roberto Gómez Fernández entre os produtores executivos, garantindo fidelidade ao espírito criado por seu pai.

Por que Chapolin ainda importa

Criado nos anos 1970 como uma sátira aos super-heróis norte-americanos, o Chapolin sempre foi um símbolo de um heroísmo diferente. Frágil, medroso e sem recursos, ele vencia não pela força, mas pela insistência e humanidade. Em um continente acostumado a importar heróis, Chapolin era um herói nosso.

Chapolin e os Colorados atualiza esse discurso ao colocá-lo em um contexto familiar, sem perder o comentário social leve e o humor físico que marcaram o original. Não é apenas nostalgia. É uma tentativa honesta de mostrar que o personagem ainda tem algo a dizer, agora para um público que consome animação via streaming.

Para quem cresceu com o personagem e para quem vai conhecê-lo agora, a estreia na HBO Max é uma daquelas boas surpresas de início de ano. Afinal, como o próprio Chapolin já ensinou, nem sempre é preciso ser forte para ser herói.

Com informações do Yato e Dublapedia

Genshin Impact celebra o Ano Novo de Teyvat na Versão Luna IV com Columbina e o Ritual de Lanternas

Genshin Impact começa 2026 olhando para o céu de Teyvat. A HoYoverse confirmou que a Versão Luna IV, intitulada Um Viajante Numa Noite de Inverno, chega em 14 de janeiro trazendo a aguardada Columbina como personagem jogável, o retorno do tradicional Ritual de Lanternas em Liyue e avanços importantes na narrativa de Nod-Krai. É uma atualização que mistura celebração, lore pesado e mudanças relevantes no sistema de combate.

Confira o trailer da Versão Luna IV

Columbina entra em cena e muda o ritmo das batalhas

Conhecida como a Dama da Lua, Columbina Hyposelenia estreia como personagem Hydro de 5 estrelas usuária de Catalisador. O diferencial está no foco total nas chamadas Reações Lunares, funcionando como uma suporte ofensiva capaz de causar dano mesmo fora de campo. Seu Domínio Lunar amplia o potencial dessas reações, oferecendo bônus variados que afetam desde Carga Lunar até Florescimento e Cristalização Lunar.

Um detalhe curioso é que Columbina consegue converter reações clássicas como Eletricamente Carregado, Florescimento e Cristalização de Hydro em versões lunares, criando uma nova dinâmica para composições de equipe. Além disso, em situações específicas de Nod-Krai, ela pode até reviver aliados, algo raro no ecossistema de Genshin Impact e que reforça seu papel estratégico.

Cristalização Lunar e Zibai elevam o meta Geo Hydro

A Versão Luna IV também introduz a Reação de Cristalização Lunar, ativada quando Geo e Hydro se encontram sob condições específicas. Ao ser acionada, a reação invoca Jaulas Lunares ao redor dos inimigos e, após três ativações, libera a Sonata da Jaula Lunar, causando dano Geo com chance de crítico.

Quem brilha junto com essa novidade é Zibai, a Adeptus Cavalo Branco de Liyue, uma personagem Geo de 5 estrelas que utiliza espada. Presente em lendas e livros do universo do jogo, Zibai entra em um estado especial conforme a Cristalização Lunar é ativada, aumentando a frequência e o dano de suas habilidades. Na prática, ela transforma a reação em uma engrenagem ofensiva constante, ideal para quem gosta de equipes técnicas e bem ajustadas.

Nod-Krai avança e o confronto com Dottore esquenta

Enquanto o clima festivo toma conta de Liyue, Nod-Krai segue em tensão máxima. A Missão do Arconte da versão atinge seu clímax com Dottore aprofundando suas pesquisas após roubar o poder da Medula Lunar. O confronto leva o Viajante a um domínio distorcido, onde as regras do mundo são subvertidas, reforçando o tom mais sombrio dessa fase da história.

A região também se expande pela primeira vez ao norte, revelando Piramida, o quartel-general dos Ratniki. De lá, é possível avistar pontos estratégicos como o Pilar de Embla e o Penhasco Kipumaki, áreas diretamente ligadas à Caçada Feroz. Novas Missões do Mundo colocam o jogador lado a lado com Illuga e os Ratniki, aprofundando ainda mais o conflito local.

Ritual de Lanternas retorna com história, mini jogos e recompensas

De volta a Liyue, o Ritual de Lanternas reaparece como um dos eventos centrais da atualização. Em 2026, a narrativa gira em torno do fenômeno celestial Zhanzhu, o Devorador da Lua, conectando diretamente o evento ao retorno de Zibai ao mundo mortal.

Além da história, o evento traz atividades clássicas como soltar Lanternas Celestes com mensagens personalizadas, coletar Moedas da Sorte nas Árvores do Tesouro Fortuito e participar de mini jogos que mantêm o clima leve da celebração. É aquele tipo de evento que mistura tradição, lore e recompensas de forma equilibrada.

Orações, visuais inéditos e muitos bônus gratuitos

Nas Orações da Versão Luna IV, a primeira fase destaca Columbina ao lado do retorno de Ineffa. Na sequência, Zibai divide espaço com Illuga, novo personagem Geo de 4 estrelas que luta com lança e conta com um pássaro mensageiro em combate. Neuvillette também retorna e ainda recebe um novo vestuário disponível na loja com desconto por tempo limitado.

Falando em recompensas, a atualização entrega 1.600 Gemas Essenciais via e-mail, 10 Destinos Entrelaçados em eventos de login, um novo traje para Yaoyao e a chance de convidar gratuitamente um personagem 4 estrelas de Liyue. Um conjunto especial de cavalo e eventos adicionais completam o pacote.

Uma atualização que equilibra festa e evolução do jogo

A Versão Luna IV chega como um dos updates mais completos de Genshin Impact nos últimos tempos. Columbina e Zibai expandem o meta com novas possibilidades de equipe, Nod-Krai aprofunda o lado mais sério da narrativa e o Ritual de Lanternas mantém viva a tradição que os jogadores já esperam todo início de ano.

Disponível a partir de 14 de janeiro, Genshin Impact segue acessível no PlayStation, Xbox, PC, Android e iOS, mantendo progressão cruzada e multiplayer. Para quem acompanha o jogo de perto, a Lua nunca esteve tão influente em Teyvat.

Janeiro no PlayStation Plus traz Need for Speed Unbound e Epic Mickey

A Sony dá a largada em 2026 com uma seleção de jogos mensais que conversa direto com diferentes perfis de jogador. A partir de 6 de janeiro, assinantes do PlayStation Plus Essential, Extra e Deluxe podem resgatar Need for Speed Unbound, Disney Epic Mickey: Rebrushed e Core Keeper. Os títulos ficam disponíveis até 2 de fevereiro e atendem tanto quem busca adrenalina quanto quem prefere aventura e exploração em ritmo próprio.

Need for Speed Unbound é o destaque do mês

O nome mais forte da lista é Need for Speed Unbound, que chega ao PS5 trazendo a identidade visual que dividiu opiniões e, justamente por isso, marcou a franquia. A Criterion aposta em uma mistura de carros realistas com efeitos gráficos inspirados em arte urbana, criando uma estética que se destaca no meio das corridas tradicionais. A estrutura do jogo gira em torno de corridas ilegais, perseguições policiais e eliminatórias semanais em Lakeshore, com foco em personalização pesada de veículos e estilo próprio na pista. É um Need for Speed que assume riscos e tenta dialogar com uma nova geração sem abandonar o espírito arcade da série.

Disney Epic Mickey volta repaginado

Para quem prefere algo mais aventureiro, Disney Epic Mickey: Rebrushed funciona como um resgate histórico. O clássico estrelado por Mickey Mouse retorna em versão remake, mantendo a proposta de usar tinta e solvente para alterar o mundo e o destino dos personagens. A Terra Desolada, habitada por figuras esquecidas da Disney, ganha nova vida com visual atualizado e jogabilidade refinada. A presença de Oswald, o Coelho da Sorte, segue como um dos pontos mais curiosos da experiência, conectando o jogo às origens do estúdio de Walt Disney.

Core Keeper completa o pacote com clima indie

Fechando a seleção, Core Keeper representa bem o espaço que o PlayStation Plus tem dado a experiências independentes. A aventura em pixel art mistura mineração, construção de base e progressão cooperativa para até oito jogadores. Ambientado em cavernas geradas de forma dinâmica, o jogo aposta na liberdade de exploração, na evolução de habilidades e no combate contra criaturas e chefes gigantes. É o tipo de título que cresce com o tempo e costuma render boas horas para quem gosta de descobrir sistemas aos poucos.

Um começo de ano equilibrado para os assinantes

A seleção de janeiro reforça a estratégia do PlayStation Plus de equilibrar grandes franquias, remakes conhecidos e sucessos indie. Need for Speed Unbound puxa o holofote, enquanto Epic Mickey dialoga com a nostalgia e Core Keeper oferece profundidade e cooperação. Para quem assina o serviço, é um início de 2026 consistente e variado, com opções que vão do asfalto às cavernas.

Os jogos mensais de janeiro do PlayStation Plus ficam disponíveis para resgate entre 6 de janeiro e 2 de fevereiro, tanto no PS4 quanto no PS5, dependendo do título. Uma boa largada para o ano e um convite para ocupar a biblioteca logo nos primeiros dias.

Com informações do Blog Playstation BR

Magnum recebe novo trailer e aposta em uma metalinguagem da própria Marvel

A Marvel divulgou um novo trailer de Magnum, série que chega ao Disney+ trazendo uma abordagem diferente dentro do Universo Cinematográfico Marvel. Aqui, o foco não está apenas em batalhas ou ameaças globais, mas na construção de um personagem que sempre viveu entre dois mundos: o dos super-heróis e o da atuação. Simon Williams, conhecido como Magnum no Brasil, é apresentado como um aspirante a ator tentando se firmar em Hollywood enquanto lida com um passado nada convencional dentro do MCU.

O trailer reforça esse tom mais intimista e metalinguístico. A série assume de vez a ideia de ser uma história sobre atuação, ego, fracasso e reinvenção, usando o universo Marvel como pano de fundo. É uma proposta que conversa mais com personagens e conflitos pessoais do que com grandes crossovers, algo que se alinha ao selo Marvel Spotlight.

Trailer

Quem é Magnum no MCU

Interpretado por Yahya Abdul-Mateen II, Simon Williams é um ator em busca de espaço que acaba envolvido no remake fictício de um filme de super-herói chamado Wonder Man. A grande sacada está no fato de que ele próprio carrega esse nome nos quadrinhos. O trailer deixa claro que a série brinca com essa camada dupla, misturando ficção e realidade dentro do próprio MCU.

Ao lado dele está Trevor Slattery, vivido novamente por Ben Kingsley, personagem conhecido pelos fãs como o falso Mandarim de Homem de Ferro 3. A relação entre os dois é o coração da narrativa: dois atores em fases bem diferentes da carreira, unidos pelo amor à atuação e por escolhas questionáveis ao longo do caminho.

Uma adaptação com DNA dos quadrinhos

Criado por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck nos anos 1960, Magnum surgiu originalmente como vilão antes de se tornar herói e integrar equipes como os Vingadores e os Vingadores da Costa Oeste. Nos quadrinhos, Simon Williams sempre teve uma ligação forte com o mundo do entretenimento, trabalhando como ator e dublê, algo que a série parece abraçar sem medo.

O trailer também sugere referências visuais e temáticas à fase clássica dos anos 1980, especialmente à época dos West Coast Avengers, além de brincar com o fato de Nathan Fillion ter aparecido como Magnum em uma cena deletada de Guardiões da Galáxia Vol. 2, algo que a Marvel nunca ignorou totalmente como cânone.

Curiosidades que chamam atenção

A série foi desenvolvida como uma sátira afetuosa aos bastidores de Hollywood, mas sem cair no cinismo. O próprio estúdio descreve Magnum como uma carta de amor à profissão de ator. Outro detalhe curioso é o formato: serão oito episódios, com duração variando entre 20 e 40 minutos, reforçando a ideia de uma narrativa mais direta e focada.

Além disso, a produção passou por interrupções durante as greves de roteiristas e atores em 2023, o que acabou influenciando o cronograma e a reformulação criativa da Marvel para suas séries. Ainda assim, o projeto sobreviveu e ganhou status de aposta diferenciada dentro da Fase Seis do MCU.

Pôster

Data de estreia e onde assistir

Magnum estreia oficialmente no dia 27 de janeiro de 2026, com exclusividade no Disney+.

Persona celebra 30 anos com site oficial e arte inédita de Shigenori Soejima

A Atlus lançou o site oficial de 30 anos da série Persona, marcando três décadas de uma das franquias mais importantes dos JRPGs. O destaque do lançamento é uma nova ilustração assinada por Shigenori Soejima, que reúne todos os protagonistas principais da série em uma arte comemorativa inédita.

O site funcionará como um espaço central para as celebrações do aniversário e já antecipa novidades. A primeira atualização oficial está confirmada para o dia 8 de janeiro, embora o conteúdo ainda não tenha sido revelado.

Arte completa

Uma franquia que atravessa gerações

Criada em 1996 como um spin off de Shin Megami Tensei, Persona construiu sua identidade ao misturar RPG tradicional, simulação social e temas ligados à psicologia. A virada de chave veio com Persona 3, que estabeleceu a fórmula moderna da série, consolidada depois em Persona 4 e Persona 5.

Atualmente, Persona soma mais de 27 milhões de cópias vendidas e segue em plena atividade, com lançamentos recentes como Persona 3 Reload e projetos futuros já anunciados.

O que esperar do aniversário

O lançamento do site indica que a Atlus pretende concentrar anúncios e ações especiais ao longo do ano. Para os fãs, a data de 8 de janeiro passa a ser o primeiro ponto de atenção nas comemorações dos 30 anos de Persona.

Cobertura Geral | Mangá, Café e Companhia - Coletiva de imprensa da Editora JBC

No dia 4 de dezembro, a Editora JBC convidou parceiros para um balanço dos títulos lançados em 2025 e para a apresentação das novidades previstas para 2026. Apresentada por Marcelo Del Greco e Cassius Medauar, a coletiva aconteceu no Café Sakura, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

O ano foi marcado por títulos como Vampeerz, Fobia, Sob a Luz da Lua, A Prisão no Céu, Versus, Três Dias de Felicidade e Pino, além de retornos importantes como O Cão que Guarda as Estrelas e a nova versão brasileira de Xógum.

Durante o encontro, Marina comentou sobre o aniversário da Editora JBC e sua trajetória até a Companhia das Letras. Em um dos trechos mais marcantes, destacou: “São trinta anos de um caminho guiado por um propósito, carregado de conquistas e enriquecido por encontros entre pessoas.” Ela também refletiu: “Esses anos podem parecer uma linha contínua, mas, na verdade, são formados por infinitos pontinhos iluminados: encontros, desencontros, conquistas e oportunidades que só existiram naquele momento das nossas vidas.”

Créditos – Giuliano Peccilli

Anúncios e destaques editoriais

Créditos: Giuliano Peccilli

Cassius Medauar agradeceu a Marina e falou sobre os planos para 2026, arrancando reações do público ao mencionar xxxHolic, do CLAMP. O mangá chega no primeiro trimestre do ano em formato Premium Collection.

Outro anúncio aguardado envolve Dragon Quest, que finalmente recebeu sinal verde do Japão. Após anos de negociações e um processo que contou com a participação de Michel Borges, responsável pelo mangá de Jaspion, todas as capas foram aprovadas. Segundo Cassius, mais detalhes serão revelados durante a CCXP25.

Medalist, que fez sucesso no Disney+, finalmente ganha publicação em mangá no Brasil. Anunciado durante o café, o título também esteve disponível na CCXP25 e será um dos lançamentos de janeiro de 2026.

Sanctuary, publicado originalmente no Brasil pela Conrad, retorna agora pela JBC em um novo formato, com edição maior do que a original brasileira. A obra poderá ter seu final publicado no país pela primeira vez e será concluída em sete volumes.

Cassius Medauar e Marcelo Del Greco também comentaram sobre a linha Exploradores, que não terá numeração nas edições e aposta em um formato que remete à revista Recreio, reunindo curiosidades e conteúdos voltados ao público infantil.

No universo dos BLs, Cassius explicou o processo de publicação de Pink Heart Jam no Brasil. O título chega na CCXP25 como lançamento de janeiro e contará com dois formatos simultâneos: dois volumes individuais e uma edição especial em box com brindes, nos moldes da versão japonesa. Publicado originalmente em 2020 na revista Mellow Kiss, o mangá está na reta final de aprovação dos brindes no país.

Quando o assunto é Fullmetal Alchemist, o destaque fica para o novo mangá de Hiromu Arakawa, Yomi no Tsugai – Daemons do Reino das Sombras, que chegou às lojas brasileiras em dezembro.

Um 2026 de consolidação e retomadas

Créditos: Giuliano Peccilli

O ano de 2026 também marca a conclusão de Nausicaä, com o lançamento do último volume em janeiro. A obra, fundamental para a fundação do Studio Ghibli, chegou ao Brasil pela Editora Conrad, mas nunca havia sido finalizada no país. Somente agora, com a republicação pela JBC, será possível ler a história completa.

Por fim, Cassius comentou sobre a retomada das republicações, envolvendo negociações de valores e renovações de contrato após a reestruturação da empresa com a Companhia das Letras. Embora seja inviável manter todos os títulos sempre disponíveis, a editora segue estudando formas de repor obras atualmente esgotadas.

Dê mangá de presente

Créditos: Giuliano Peccilli

Cassius comentou da campanha Omakê, feita especialmente para livrarias parceiras da Companhia das Letras. A campanha vem para conscientizar que mangá pode virar um presente para alguém, ainda mais em período de festas como Natal.

O mascote será utilizado em livrarias e o adesivo da campanha foi criado, dando de presente para o público nos dias do CCXP25. Tudo foi pensado para conscientizar as pessoas que mangás também podem virar presentes e ser uma ótima opção, tão quanto livros.

O café da Editora JBC deu o tom do que se pode esperar da CCXP25, mostrando uma empresa fortalecida, apostando em públicos diversos e trazendo títulos relevantes para o mercado brasileiro. Com clima de “Spoiler Night”, o encontro também antecipou parte do que a editora reserva para 2026, deixando anúncios importantes para serem revelados dentro do próprio evento.

Créditos: Giuliano Peccilli

Fotos dentro do Café Sakura

Agradecimentos a Editora JBC pelo convite

Tron: Ares chega ao Disney+ em janeiro

Depois de passar pelos cinemas brasileiros em outubro, Tron: Ares já tem data para chegar ao streaming. O novo filme da franquia estreia no Disney+ no dia 7 de janeiro, ampliando o alcance de um universo que segue cultuado desde os anos 1980. Estrelado por Jared Leto, o longa tenta reposicionar Tron para uma nova geração, apostando em uma abordagem menos nostálgica e mais conectada ao presente.

A história acompanha Ares, uma inteligência artificial criada dentro do ambiente digital que acaba sendo forçada a atravessar para o mundo real. Fora da Grade, o personagem passa a questionar suas próprias diretrizes, em uma jornada que mistura ação, reflexão e conflito entre controle e livre-arbítrio. A proposta dialoga diretamente com temas atuais sobre tecnologia, IA e autonomia das máquinas, algo que sempre esteve no centro da franquia.

Recepção morna nos cinemas

Apesar da curiosidade em torno do retorno de Tron, Ares não conseguiu repetir o impacto comercial de Tron: O Legado. O filme recebeu críticas divididas e teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheteiras, arrecadando pouco mais de US$ 142 milhões, frente a um orçamento estimado em US$ 220 milhões. O resultado acabou colocando em dúvida o futuro da franquia nos cinemas, ao menos no curto prazo.

Elenco que expande o universo

Além de Jared Leto no papel principal, o elenco reúne nomes que ajudam a conectar passado e presente da saga. Greta Lee interpreta Eve Kim, Evan Peters vive Julian Dillinger, herdeiro de um sobrenome histórico dentro da franquia, e Jeff Bridges retorna como Kevin Flynn, mantendo o elo direto com os filmes anteriores. Gillian Anderson, Jodie Turner-Smith, Hasan Minhaj e Cameron Monaghan completam o time.

Bastidores e caminhos tortuosos

Dirigido por Joachim Rønning, Tron: Ares é resultado de um desenvolvimento longo e cheio de idas e vindas. O projeto nasceu a partir de conceitos descartados de uma continuação direta de Tron: O Legado e acabou reformulado como uma espécie de reinício criativo. As filmagens só começaram em 2024, após adiamentos provocados pelas greves em Hollywood, e apostaram em técnicas de virtual production para reforçar a estética digital da franquia.

Pôster

Tron em um novo contexto

Desde o filme original de 1982, Tron sempre esteve à frente ao discutir a relação entre humanos e tecnologia. Ares mantém esse espírito ao inverter a lógica clássica da saga, trazendo o digital para o nosso mundo. Mesmo com uma passagem discreta pelos cinemas, a chegada ao Disney+ pode dar ao longa uma segunda chance de encontrar seu público e reacender as discussões sobre o futuro da Grade.

Tron: Ares estreia no Disney+ em 7 de janeiro.

Madan Senki Ryukendo retorna na TV Cultura em HD

A TV Cultura confirmou o retorno de Madan Senki Ryukendo à televisão brasileira. O anúncio foi feito durante o programa Antimatéria e marca a volta da série tokusatsu à TV aberta em versão remasterizada em HD, mantendo a dublagem brasileira original e oferecendo também a opção de áudio em japonês via SAP.

Ainda sem data oficial revelada, a emissora trabalha com a previsão de estreia até a segunda quinzena de janeiro. A exibição contará com os 52 episódios completos, algo pouco comum quando se trata de reprises de produções do gênero na televisão aberta.

Anúncio do retorno de Ryukendo

Dublagem brasileira como peça central desse retorno

Mais do que a melhoria de imagem, o principal diferencial desse retorno é a preservação integral da dublagem brasileira original, produzida no fim dos anos 2000. Ryukendo foi uma das últimas séries tokusatsu inéditas a estrear na TV aberta no Brasil, e sua versão dublada teve papel decisivo para consolidar o título junto ao público.

O protagonista Kenji Narukami, o Ryukendo, ganhou voz de Wendel Bezerra, em um trabalho que ajudou a definir o tom heróico do personagem e a torná-lo imediatamente reconhecível para o público brasileiro. Já Juushirou Fudou, o Ryugan’o, foi dublado por Márcio Araújo, enquanto Koichi Shiranami, o Ryujin’o, recebeu a interpretação de Yuri Chesman, reforçando o contraste entre o herói clássico, o veterano e o anti herói da trama.

As armas falantes, elemento central da série, também tiveram destaque na dublagem. A espada GekiRyuuKen contou com a voz de Sidney Lilla, enquanto a GouRyuuGun ficou a cargo de Fritz Gianvito e a ZanRyuuYin foi interpretada por Márcio Marconato, ajudando a dar personalidade própria a cada dispositivo de transformação.

Elenco de apoio reforça a identidade da versão nacional

O elenco brasileiro também se destacou no núcleo da S.H.O.T., com Luiz Antônio Lobue como Yuuya Amachi, Fátima Noya como Lin Sakyo e Dado Monteiro interpretando Kichi Setoyama. Ricardo Sawaya deu voz ao Professor Mikuriya, completando a base da organização.

Entre os vilões, Silvio Giraldi foi responsável por interpretar o Doutor Worm, enquanto Lady Gold ganhou voz de Gilmara Sanchez. O Grande Rei Demônio Fantasma Verde foi dublado por César Marchetti, e personagens como Conde Bloody e Yack Moon ajudaram a consolidar o clima mais sombrio da segunda metade da série.

O elenco se completa com nomes recorrentes da dublagem brasileira, como Luciana Baroli, Tatiane Keplmair, Denise Reis, Tess Amorim, Letícia Quinto, Francisco Freitas, Ivo Roberto, Douglas Guedes e Vágner Santos, entre outros, formando um time bastante representativo da produção nacional da época.

Um retorno em HD

Além da dublagem, a emissora também confirmou que Ryukendo será exibido em HD, com imagem tratada e qualidade superior à vista nas exibições anteriores. A expectativa é de um trabalho de upscaling que valorize figurinos, armaduras e cenários, elementos centrais da produção.

Originalmente exibida no Brasil em 2009 dentro do bloco TV Kids da RedeTV!, a série teve uma trajetória marcada por mudanças de horário e cortes. Mesmo assim, conseguiu formar uma base fiel de fãs e se consolidar como um dos tokusatsu mais lembrados fora do circuito tradicional das franquias da Toei.

Um resgate que vai além da nostalgia

Produzida em 2006 pela Takara Tomy em parceria com a We’ve Inc., Madan Senki Ryukendo foi a primeira incursão da empresa no tokusatsu, abrindo caminho para outras produções do selo Tomica Hero. A série apostava em um sistema de evolução constante dos heróis, com múltiplas formas, armas falantes e um arco narrativo progressivo, algo que a diferenciava dentro do gênero.

O retorno à TV Cultura reforça a importância de Ryukendo como parte da história do tokusatsu exibido no Brasil e sinaliza um interesse renovado da emissora em conteúdos que dialogam com gerações diferentes, sem tratar esse tipo de produção apenas como material descartável.

Agora, resta a confirmação oficial da data e do horário. Até lá, o anúncio já cumpre um papel claro: recolocar Ryukendo no centro da conversa e lembrar que tokusatsu também faz parte da memória da TV brasileira.

Vingadores: Doutor Destino | Marvel divulga novo teaser com foco em Thor

A Marvel Studios divulgou o segundo teaser oficial de Vingadores: Doutor Destino, desta vez colocando Thor no centro da cena. O vídeo marca o retorno do personagem vivido por Chris Hemsworth em um momento pouco comum no MCU: o Deus do Trovão aparece sozinho, falando ao vento e pedindo ajuda ao pai, Odin, diante de um novo perigo.

O teaser foi exibido nos cinemas na segunda semana de exibição de Avatar: Fogo e Cinzas, mantendo a estratégia da Marvel de apresentar seus primeiros materiais exclusivamente nas salas de cinema.

Trailer

Thor reconhece uma ameaça maior

No vídeo, Thor surge visivelmente abalado e faz um apelo direto ao pai, sem qualquer cena de ação ou demonstração de força. A escolha reforça que a ameaça apresentada em Vingadores: Doutor Destino ultrapassa o confronto físico tradicional e exige algo além da força bruta.

O tom do teaser é mais contido e sério, indicando que o personagem retorna em uma posição diferente da vista em seus últimos filmes, agora consciente da gravidade do que está por vir.

Conexão com o primeiro teaser

O novo material dialoga diretamente com o primeiro teaser, que marcou o retorno de Steve Rogers, vivido por Chris Evans. Naquele vídeo, a Marvel apostava em uma cena doméstica ao lado de Peggy Carter, mostrando o desfecho do personagem após Ultimato.

Se o primeiro teaser trabalhava o legado e o encerramento de um ciclo, o segundo desloca o foco para o presente e para a ameaça que começa a se formar.

Doutor Destino se impõe como eixo do filme

Embora ainda não apareça em cena, Doutor Destino é o elemento central da campanha. O teaser se encerra novamente com um glitch em um relógio de contagem regressiva, revelando a palavra Doomsday, reforçando a ideia de um evento inevitável dentro da narrativa.

Vingadores: Doutor Destino será o quinto filme da equipe e uma das principais produções da Fase Seis do MCU. Após o abandono definitivo do arco de Kang, a Marvel reposiciona sua história em torno de Victor von Doom, interpretado por Robert Downey Jr.

Elenco reúne diferentes gerações do MCU

O filme reúne personagens de diferentes fases do estúdio. Além dos Vingadores atuais e dos Novos Vingadores, o elenco inclui Wakandianos, Quarteto Fantástico e os X-Men da era Fox, com retornos de Patrick Stewart, Ian McKellen, James Marsden, Rebecca Romijn e Alan Cumming.

Entre os personagens do MCU pós-Ultimato estão Sam Wilson, Shuri, Shang-Chi, Loki, Yelena Belova, Namor e o Sentry.

Estreia confirmada para 2026

Vingadores: Doutor Destino estreia nos cinemas em 18 de dezembro de 2026, com lançamento também em IMAX. O longa será seguido por Vingadores: Guerras Secretas, previsto para dezembro de 2027, encerrando a Saga do Multiverso.

The Shepherd estreia em novembro de 2026 pela Imagem Filmes

The Shepherd chega aos cinemas brasileiros em novembro de 2026 pela Imagem Filmes com uma proposta de terror psicológico focada em tensão contínua e ameaça constante. Dirigido por John Hyams, o longa se passa ao longo de uma única noite nas estradas de Nevada, explorando o medo que nasce do isolamento e do encontro com o desconhecido.

A trama acompanha uma jovem em trabalho de parto que tenta fugir de um passado marcado por abusos. Sua jornada é interrompida quando um estranho misterioso entra em cena e transforma a fuga em um pesadelo. Aos poucos, o filme revela que a verdadeira ameaça não está apenas na estrada vazia, mas no banco de trás do carro.

Terror contido e claustrofóbico

Protagonizado por David Dastmalchian e Georgina Campbell, The Shepherd constrói o horror a partir da proximidade, do silêncio e da sensação de que não há saída. Sem recorrer a excessos, o filme aposta no desconforto psicológico e na tensão crescente, colocando o espectador dentro de uma situação limite.

Com estreia marcada para novembro de 2026, o longa se posiciona como um terror seco e sufocante, voltado a fãs do gênero que preferem histórias íntimas, ameaças humanas e o medo que se instala antes mesmo do primeiro susto.