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Produzido pela A24, Backrooms chega aos cinemas em setembro de 2026

Produzido pela A24, Backrooms estreia no Brasil em setembro de 2026 e leva para as telas uma das lendas urbanas mais inquietantes da internet. Dirigido por Kane Parsons, o filme mistura terror e ficção científica ao adaptar a famosa creepypasta que transformou corredores vazios e espaços infinitos em sinônimo de medo contemporâneo.

A trama acompanha uma terapeuta que se vê presa em uma dimensão paralela conhecida como Backrooms. Para escapar, ela precisa enfrentar o desconhecido e resgatar um paciente desaparecido, cruzando ambientes que desafiam a lógica e a percepção da realidade.

Terror de atmosfera e estranhamento constante

O roteiro assinado por Kane Parsons, Roberto Patino e Will Soodik aposta menos em sustos diretos e mais na sensação de isolamento, repetição e desconforto. A proposta dialoga com o horror liminar que consagrou o mito online, transformando espaços banais em cenários de tensão contínua.

No elenco estão Renate Reinsve, Chiwetel Ejiofor e Mark Duplass, reforçando o peso dramático da narrativa. Backrooms se posiciona como um terror voltado a fãs do gênero que buscam experiências mais conceituais, estranhas e silenciosamente perturbadoras.

Com estreia marcada para setembro de 2026 no Brasil, o longa já desponta como um dos projetos mais curiosos da A24 para quem acompanha o terror que nasce do vazio e do inexplicável.

Entity Within chega ao Brasil em maio de 2026 e aposta no terror sobrenatural clássico

A Imagem Filmes lança Entity Within nos cinemas brasileiros em maio de 2026. Dirigido por Nick Simon e escrito por Thomas Fenton, o longa se passa nos subúrbios de Los Angeles em 1974 e aposta em um terror mais contido, guiado pela atmosfera e pelo impacto psicológico.

Heather Graham interpreta uma mãe solteira que passa a sofrer ataques violentos de uma entidade invisível. Isolada e desacreditada, ela enfrenta o medo sozinha até decidir buscar ajuda de investigadores paranormais. A partir desse encontro, o que parecia um drama íntimo ganha contornos de um caso sobrenatural amplamente documentado.

Pôster

Terror psicológico com clima de caso real

Com foco na tensão constante e na sensação de vulnerabilidade, Entity Within dialoga com histórias clássicas de fenômenos paranormais dos anos 1970. O filme evita exageros e constrói o horror a partir da presença invisível, da descrença ao redor da protagonista e do peso emocional de um ataque que ninguém consegue ver.

A estreia em maio de 2026 coloca o longa no radar dos fãs de terror que buscam narrativas mais secas, inquietantes e ancoradas em relatos que parecem reais.

WAY BETTER | Grupo de K-pop cruza 13 cidades brasileiras com a turnê Global Warming

O WAY BETTER confirmou oficialmente sua passagem pelo Brasil com a 2026 WAY BETTER WORLD TOUR: Global Warming, uma turnê que atravessa 13 cidades brasileiras entre março e abril e reforça um movimento cada vez mais visível no K-pop: sair do óbvio e se aproximar do público. Em vez de concentrar tudo em poucas capitais, o projeto aposta em uma circulação ampla, criando experiências mais diretas entre artistas e fãs.

A produção é assinada pela K-Beat Entertainment, com parcerias locais em algumas cidades. Em Recife, por exemplo, a coprodução fica por conta da Caixa de Fósforo Produções, marcando a estreia do WAY BETTER na capital pernambucana. Locais dos shows e horários ainda serão anunciados.

Datas da turnê WAY BETTER no Brasil

A agenda brasileira já está definida e inclui apresentações nas seguintes cidades:

  • Porto Alegre, 25 de março
  • Florianópolis, 26 de março
  • Curitiba, 28 de março
  • São Paulo, 29 de março
  • Goiânia, 8 de abril
  • Brasília, 9 de abril
  • Fortaleza, 11 de abril
  • Recife, 12 de abril
  • Belo Horizonte, 15 de abril
  • Belém, 17 de abril
  • Manaus, 19 de abril
  • Salvador, 21 de abril
  • Rio de Janeiro, 22 de abril

A organização informou que os detalhes sobre ingressos serão divulgados no início de janeiro, com início das vendas marcado para 08/01.

Artistas confirmados no Brasil

O WAY BETTER reúne artistas que construíram relevância tanto em grupos quanto em carreiras solo, dialogando com fãs que acompanham a cena além dos grandes lançamentos das majors. Estão confirmados nos shows brasileiros:

  • Kang Yuchan (A.C.E.)
  • Lim Sejun (VICTON)
  • HELLO GLOOM (ex-IMFACT)
  • from20 (ex-BIGSTAR)

A produção também confirmou que YYJ não participa da turnê no Brasil, apesar de integrar o projeto em outras etapas internacionais.

HELLO GLOOM e from20, identidade autoral no centro do projeto

Co-fundadores do selo WAY BETTER, HELLO GLOOM e from20 representam bem a proposta da turnê. HELLO GLOOM atua como artista e produtor, explorando vocais e rap sobre bases sofisticadas, sempre com foco em identidade própria. Já from20 combina música e direção visual, criando lançamentos intensos e consistentes que ajudaram a consolidar o selo como um espaço criativo dentro da K-culture.

O que é o WAY BETTER

O WAY BETTER funciona como um selo artístico sul-coreano voltado à música, vídeo e moda, com uma visão que prioriza autonomia criativa e experimentação. A Global Warming Tour traduz essa filosofia em formato de estrada, aproximando artistas e fãs e ampliando o alcance do K-pop em territórios que raramente entram no mapa das grandes turnês.

Com passagem por 13 cidades brasileiras, o WAY BETTER no Brasil se posiciona como uma das turnês mais interessantes da temporada para quem acompanha o K-pop além do mainstream.

Serviço

WAY BETTER WORLD TOUR: Global Warming Brasil 2026
📍 Cidades: Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Goiânia, Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Belém, Manaus, Salvador e Rio de Janeiro
📅 Datas: de 25 de março a 22 de abril
🎟️ Ingressos: informações no início de janeiro
🗓️ Início das vendas: 08/01
🎤 Produção: K-Beat Entertainment
🤝 Coprodução local (Recife): Caixa de Fósforo Produções

Para atualizações sobre locais, horários e valores, o ideal é acompanhar os canais oficiais da produção e do projeto WAY BETTER.

Longa francês Eu, Que Te Amei estreia nesta quinta (1) nos cinemas

O cinema francês começa 2026 olhando para o próprio passado. Eu, Que Te Amei chega ao circuito brasileiro nesta quinta-feira, 1º de janeiro, trazendo uma leitura íntima e nada idealizada do relacionamento entre Simone Signoret e Yves Montand, um dos casais mais emblemáticos da história do cinema europeu. Dirigido por Diane Kurys e distribuído pela Autoral Filmes, o longa aposta menos no glamour e mais nas contradições que sustentaram três décadas de amor, desgaste e permanência.

Uma história de amor longe da idealização

A premissa do filme parte de uma frase que resume bem a dinâmica do casal: ela o amava mais do que tudo, ele a amava mais do que todas as outras. Assombrada pela relação de Montand com Marilyn Monroe e por sucessivas infidelidades, Simone Signoret nunca aceitou o papel de vítima. É a partir dessa recusa que Kurys constrói sua narrativa, interessada não no começo arrebatador do romance, mas no seu período final, quando amor e ruína passam a coexistir.

Marina Foïs vive Signoret com intensidade contida, explorando a força e a vulnerabilidade da atriz francesa sem recorrer a caricaturas. Roschdy Zem assume o papel de Yves Montand com uma abordagem igualmente humana, distante da lógica tradicional das cinebiografias que resumem trajetórias a sucessos e quedas. Aqui, o foco está no afeto que resiste mesmo quando tudo parece desmoronar.

Diane Kurys e o fascínio pelos contrastes

Conhecida por filmes que exploram relações femininas e memórias afetivas, Diane Kurys encontrou em Simone Signoret o ponto de partida ideal. Para a diretora, são as sombras que definem os contornos de um grande personagem. O roteiro, escrito ao longo de cerca de cinco anos em parceria com Martine Moriconi e Sacha Sperling, reflete esse olhar cuidadoso, interessado mais em perguntas do que em respostas definitivas.

Por que eles continuam juntos apesar das traições? O que mantém esse vínculo ativo mesmo quando o amor parece ferido demais para sobreviver? Essas questões atravessam o filme e ajudam a transformar Eu, Que Te Amei em um estudo sobre permanência, orgulho e desejo.

Elenco, trilha e reconhecimento internacional

Além de Foïs e Zem, o elenco conta com Thierry de Peretti, Vincent Colombe e Raphaëlle Rousseau. A trilha sonora é assinada por Philippe Sarde, nome marcante do cinema francês e responsável por trabalhos como A Guerra do Fogo. O filme teve sua première mundial na seleção Cannes Classics do Festival de Cannes de 2025, reforçando seu diálogo direto com a história do cinema.

Onde assistir Eu, Que Te Amei no Brasil

O longa estreia comercialmente em salas de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Maceió, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo e Vitória. A relação completa de praças de exibição está disponível no Instagram da distribuidora, no perfil @autoral_filmes.

Trailer

Pôster

Um filme sobre o que fica quando o amor não acaba

Mais do que um retrato biográfico, Eu, Que Te Amei propõe um mergulho em um relacionamento marcado por contradições, orgulho e afeto persistente. Para fãs de cinema, o longa funciona como homenagem a duas lendas e, ao mesmo tempo, como um lembrete de que grandes histórias de amor raramente são simples.

Netflix revela trailer do episódio final de Stranger Things

STRANGER THINGS: SEASON 5. (L to R) Caleb McLaughlin as Lucas Sinclair, Natalia Dyer as Nancy Wheeler, Gaten Matarazzo as Dustin Henderson, Joe Keery as Steve Harrington, Charlie Heaton as Jonathan Byers, Finn Wolfhard as Mike Wheeler, Noah Schnapp as Will Byers, and Maya Hawke as Robin Buckley in Stranger Things: Season 5. Cr. Courtesy of Netflix/Netflix © 2025

A Netflix divulgou o trailer do episódio final de Stranger Things, deixando claro que a despedida de Hawkins será tudo menos discreta. O capítulo derradeiro estreia no dia 31 de dezembro, às 22h, no horário de Brasília, e encerra uma jornada que começou de forma intimista, com o desaparecimento de um garoto, e termina em escala épica, com o destino de um mundo inteiro em jogo.

Um trailer que fala em tom de despedida

As imagens do trailer apostam menos em explicações e mais em sensação. Hawkins surge fragmentada, tomada pelo caos, enquanto os personagens carregam no rosto o peso de tudo o que viveram desde a primeira temporada. O confronto final com o Mundo Invertido não é apresentado apenas como uma batalha física, mas como o teste definitivo dos laços que sustentaram a série ao longo dos anos. Amizade, sacrifício e escolhas difíceis conduzem cada cena, reforçando que não existe volta possível.

Como a temporada final foi construída

STRANGER THINGS: SEASON 5. Jamie Campbell Bower as Vecna in Stranger Things: Season 5. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2025

A quinta temporada de Stranger Things foi dividida em três partes, lançadas sempre às 22h, no horário de Brasília. O Volume 1 e o Volume 2 já estão disponíveis na Netflix, preparando o terreno emocional e narrativo para o episódio final, que chega no dia 31 de dezembro de 2025. A estratégia transformou o encerramento da série em um evento contínuo, acompanhando os fãs até a virada do ano.

De série a fenômeno cultural

Criada pelos irmãos Duffer, Stranger Things estreou em 2016 e rapidamente se tornou um marco da cultura pop. Ambientada na aparentemente tranquila cidade de Hawkins, a série construiu um universo onde terror, ficção científica e nostalgia dos anos 80 caminham lado a lado. O sucesso foi imediato e crescente, com a quarta temporada ultrapassando a marca de 140 milhões de visualizações ao redor do mundo.

Mais do que números, a série influenciou comportamentos, resgatou referências esquecidas e levou músicas como “Running Up That Hill”, de Kate Bush, de volta ao centro da cena cultural. Ao longo dos anos, a produção acumulou dezenas de prêmios e indicações, consolidando-se como uma das maiores apostas da história da Netflix.

Mesmo com o fim da série principal, Stranger Things segue como franquia viva. O universo se expandiu para o teatro, com Stranger Things: The First Shadow, experiências imersivas, livros, animações e eventos oficiais. O Stranger Things Day, celebrado em 6 de novembro, continua funcionando como um ritual anual para os fãs, reforçando a conexão emocional criada ao longo da década.

A despedida de uma geração

O episódio final de Stranger Things representa mais do que o encerramento de uma história. Ele marca o fim de uma era para uma geração que cresceu acompanhando Eleven, Mike, Dustin, Lucas, Max e companhia. Na última noite do ano, Hawkins se despede, deixando para trás um legado que ajudou a redefinir o alcance das séries e o impacto da cultura geek no mainstream.

Três décadas depois, o caso ET de Varginha volta ao centro do debate nacional

Memorial do ET, em Varginha, receberá a pré-estreia da série

Trinta anos após um dos episódios mais controversos da história recente do Brasil, o chamado caso ET de Varginha volta a ocupar espaço no debate público. A partir de arquivos inéditos, novos depoimentos e uma revisão crítica da cobertura original, a série documental O Mistério de Varginha retoma os acontecimentos que colocaram a cidade do Sul de Minas no centro da atenção nacional e internacional em janeiro de 1996.

Coproduzida pela Globo e pela EPTV, a produção aposta em rigor jornalístico e memória histórica para reconstruir não apenas o suposto avistamento de um ser extraterrestre, mas também o impacto social, cultural e midiático que o episódio provocou ao longo de três décadas.

Janeiro de 1996 e o relato que mudou Varginha

Em 20 de janeiro de 1996, três jovens relataram ter visto uma criatura de aparência incomum em um terreno baldio da cidade. Segundo os depoimentos, o ser tinha pele marrom, grandes olhos vermelhos e uma cabeça desproporcional, em formato de coração, com três protuberâncias. Nos dias anteriores, moradores já mencionavam movimentações estranhas no céu da região, alimentando rumores que rapidamente se espalharam.

A partir desses relatos, o caso ganhou força e passou a ser acompanhado de perto pela imprensa. A EPTV foi a primeira emissora a registrar oficialmente os acontecimentos, dando início a uma cobertura que logo alcançaria dimensão nacional, com destaque no Fantástico, da Globo. O episódio transformou Varginha em sinônimo de ufologia no Brasil e no exterior.

Arquivos resgatados e novas perguntas

Entre outubro e dezembro de 2025, a equipe do documentário percorreu cidades de Minas Gerais, São Paulo e Brasília em busca de documentos, imagens e entrevistas capazes de ampliar a compreensão sobre a cadeia de eventos que cercou o caso. O trabalho inclui registros que nunca haviam sido exibidos, além de depoimentos de personagens que optaram pelo silêncio durante anos.

Um dos eixos centrais da série é a revisita aos bastidores da cobertura original feita pela própria EPTV. As imagens de arquivo, hoje parte de um acervo histórico, ajudam a contextualizar como a narrativa foi construída, quais dúvidas surgiram ao longo do caminho e de que forma o episódio foi absorvido pelo público e pela cidade.

As testemunhas e o peso da memória

Kátia, Liliane e Valquíria, as principais testemunhas do caso, voltam ao centro da narrativa. Seus relatos, confrontados com novos dados e análises, ajudam a entender por que o episódio permanece vivo no imaginário coletivo. Mais do que reafirmar versões, a série propõe uma reflexão sobre memória, crença, mídia e identidade local.

Ao longo dos três episódios, o documentário também discute o papel dos ufólogos, a atuação das autoridades e as múltiplas interpretações que surgiram ao longo do tempo, sem recorrer a respostas definitivas ou simplificações.

Produção regional com alcance nacional

Com direção de Ricardo Calil, da Globo, e Paulo Gonçalves, da EPTV, O Mistério de Varginha reforça o protagonismo da emissora regional na apuração e preservação da história. Toda a produção, captação de imagens e entrevistas foi realizada pela EPTV, sediada justamente em Varginha, o que reforça o vínculo entre o projeto e a comunidade local.

Esse laço também se reflete nas ações de lançamento. A cidade receberá uma pré-estreia especial da série, destacando a importância de Varginha não apenas como cenário, mas como parte ativa da narrativa.

Pré-estreia no Memorial do ET e exibição nacional

A exibição pública e gratuita do primeiro episódio acontece no dia 4 de janeiro, a partir das 17h, no Memorial do ET, museu inaugurado em 2022 para preservar a memória do caso e que também serviu de locação para entrevistas da série. O espaço se consolidou como um dos símbolos da relação da cidade com o episódio que a projetou mundialmente.

A série completa vai ao ar na Globo nos dias 6, 7 e 8 de janeiro, após O Auto da Compadecida, na segunda linha de shows do horário nobre. Os episódios também ficarão disponíveis no Globoplay, ampliando o acesso para novas gerações que conhecem o caso mais como mito do que como acontecimento histórico.

Trinta anos depois, o ET de Varginha segue sem respostas definitivas, mas com perguntas que continuam mobilizando curiosidade, debate e memória coletiva.

São Florestas volta ao SescTV em janeiro com novos episódios

A série documental São Florestas retorna à programação do SescTV em janeiro com episódios inéditos que ampliam o debate socioambiental a partir de quem vive a Amazônia no dia a dia. Dirigida pelo jornalista Miguel De Almeida, a produção aposta em uma abordagem jornalística e sensível para discutir cidades, clima, economia e água, sempre conectando saberes tradicionais, ciência e experiências locais.

Exibida às terças-feiras, às 20h, a série acompanha comunidades ribeirinhas, povos indígenas, pesquisadores e agentes culturais, revelando como temas como urbanização, produção responsável e mudanças climáticas atravessam o cotidiano amazônico e impactam o equilíbrio ambiental do Brasil e do planeta.

Cidades amazônicas e outras formas de urbanizar

O episódio Cidades e Comunidades Sustentáveis, exibido em 6 de janeiro, visita Afuá, no arquipélago do Marajó, conhecida como a Veneza marajoara. Construída sobre palafitas e marcada pelo uso da bicicleta como principal meio de transporte, a cidade se torna ponto de partida para refletir sobre modelos urbanos adaptados à floresta e às marés. Participam da conversa a turismóloga Andra Lúcia Ataíde, o radialista e artesão Raimundo Gonçalves, o Sarito, e o arquiteto e urbanista Juliano Pamplona Ximenes Ponte, que analisam os impactos históricos da colonização e os desafios atuais para cidades mais justas e ambientalmente responsáveis.

Produção responsável e economia da floresta

Em Consumo e Produção Responsáveis, no dia 13 de janeiro, o foco recai sobre a Saboaria Rondônia, iniciativa liderada por mulheres que produzem cosméticos a partir de frutos da floresta como buriti, babaçu e copaíba. O episódio discute cadeias produtivas sustentáveis, geração de renda e empoderamento feminino no meio rural, com depoimentos de Mareilde Freire Almeida e análises da jornalista Juliana Lopes, que defende a Amazônia como potência econômica conectada a políticas públicas e mercados mais conscientes.

Clima, desmatamento e o futuro do território

Exibido em 20 de janeiro, Ação contra a Mudança Global do Clima investiga os efeitos do desmatamento e do aquecimento global sobre os territórios amazônicos. Lideranças comunitárias, como integrantes da Rede Jandyras, e especialistas como o meteorologista Terzio Ambrizzi, da USP, alertam para o risco de savanização da floresta, a alteração dos regimes de chuva e a urgência de políticas que unam educação ambiental, justiça social e transição energética.

A vida que depende da água

Encerrando o mês, Vida na Água, no dia 27 de janeiro, acompanha a comunidade de Espírito Santo de Tauá, no Pará. A pesca artesanal, a agricultura e o extrativismo sustentam a vida local, mas enfrentam ameaças como a pesca industrial, a poluição e o intenso tráfego de embarcações. Moradores e pesquisadores discutem os impactos ambientais e econômicos dessas transformações e reforçam a necessidade de políticas que respeitem territórios tradicionais e preservem rios e manguezais.

Uma série que conecta meio ambiente e sociedade

Ao reunir diferentes perspectivas sobre cidades, economia, clima e água, São Florestas reforça o compromisso do SescTV com conteúdos que conectam meio ambiente, ciência e sociedade. A série convida o público a olhar para a Amazônia além dos estereótipos, entendendo seus desafios, suas soluções possíveis e a força das comunidades que a mantêm viva.

Serviço

São Florestas
Série documental
Direção e apresentação: Miguel De Almeida
Produção: Marcelo Braga, Santa Rita Filmes
Realização: SescTV
Conteúdo: 17 episódios
Duração aproximada: 30 minutos cada
Classificação indicativa: Livre
Exibição: terças-feiras, às 20h
Reapresentações: quartas, 15h30; quintas, 0h30; sextas, 17h30; sábados, 10h30; domingos, 21h

Episódios de janeiro de 2026
Cidades e Comunidades Sustentáveis – 6 de janeiro
Consumo e Produção Responsáveis – 13 de janeiro
Ação contra a Mudança Global do Clima – 20 de janeiro
Vida na Água – 27 de janeiro

A série também está disponível sob demanda na plataforma sesc.digital, com acesso pelo site ou pelo aplicativo Sesc Digital. Para assistir ao SescTV, consulte sua operadora ou acompanhe a transmissão online.

POV: Presença Oculta ganha trailer e aposta em terror imersivo nos cinemas

A Imagem Filmes divulgou o trailer e o pôster de POV: Presença Oculta, longa que estreia nos cinemas brasileiros em 12 de março de 2026. O filme chama atenção pela proposta direta e inquietante: colocar o espectador dentro da narrativa por meio de uma experiência em primeira pessoa, onde cada imagem registrada importa e cada silêncio pesa.

Dirigido por Brandon Christensen, o longa mergulha em uma noite que sai completamente do controle. A narrativa acompanha os acontecimentos a partir do ponto de vista dos próprios personagens, criando uma sensação constante de claustrofobia e vigilância. Aqui, o medo não se limita ao sobrenatural. Ele surge também da culpa, da paranoia e da tentativa desesperada de esconder decisões irreversíveis.

À medida que os eventos se acumulam, POV: Presença Oculta transforma câmeras, registros e imagens em peças centrais do horror. A noção de que tudo pode estar sendo observado conduz a história por um caminho de tensão psicológica crescente, onde o espectador compartilha o desconforto de quem já perdeu o controle da situação.

Uma proposta ousada dentro do terror contemporâneo

Christensen, que assina o roteiro ao lado de Ryan Christensen, destaca o caráter experimental do projeto e o trabalho cuidadoso de encenação e efeitos visuais. A ideia é usar a linguagem da imagem como ferramenta narrativa e como fonte direta de medo, explorando o limite entre o que é visto, o que é ocultado e o que insiste em se manifestar.

O elenco conta com Jaime M. Callica, Sean Rogerson, Catherine Lough Haggquish, Angel Prater e Keegan Connor Tracy, que sustentam a intensidade emocional exigida por uma história que nunca desvia o olhar do espectador.

Trailer

Pôster

Sinopse

O que começa como uma chamada de rotina se transforma em um pesadelo quando dois policiais se envolvem em um acidente fatal. Bryce, interpretado por Sean Rogerson, tenta proteger seu emprego e sua família convencendo o parceiro a apagar todos os registros do ocorrido. Conforme a madrugada avança, fica claro que as câmeras não foram as únicas testemunhas e que uma presença sobrenatural acompanhou cada movimento daquela noite.

Com estreia marcada para março, POV: Presença Oculta se apresenta como uma experiência de terror crua e inquietante, voltada para fãs do gênero que buscam narrativas imersivas, tensão constante e histórias onde a imagem nunca mente, mas pode cobrar um preço alto.

Cinedebate Mottainai Kitchen leva ao Sesc Vila Mariana uma conversa necessária sobre comida, cultura e sustentabilidade

Mottainai Kitchen

A relação do Japão com a comida sempre foi atravessada por respeito, reaproveitamento e consciência coletiva. É a partir desse olhar que o Cinedebate Mottainai Kitchen chega ao Sesc Vila Mariana, propondo uma reflexão direta sobre desperdício alimentar e sustentabilidade, temas cada vez mais urgentes no cotidiano urbano.

A atividade acontece na quarta-feira, 7 de janeiro, e integra a programação da exposição Antípodas Tão Distantes, Tão Próximos, em cartaz na unidade. A sessão reúne a exibição do documentário e um debate aberto ao público, conectando cinema, cultura japonesa e práticas sociais que atravessam fronteiras.

O conceito de mottainai na prática

Lançado em 2020, Mottainai Kitchen acompanha o cineasta e ativista alimentar David Gross em uma jornada pelo Japão em busca do significado real da palavra mottainai, expressão japonesa usada para lamentar o desperdício e valorizar aquilo que ainda pode ser aproveitado.

Com duração de 35 minutos, o documentário mostra Gross viajando com uma cozinha móvel, preparando refeições exclusivamente com ingredientes descartados. Ao longo do caminho, ele encontra chefs, agricultores e ativistas que transformam restos de alimentos, plantas silvestres e até insetos em pratos criativos, revelando um Japão menos idealizado e mais conectado a soluções práticas para o futuro da alimentação.

Para quem acompanha a cultura japonesa além do pop, o filme dialoga diretamente com valores tradicionais que seguem vivos no dia a dia, mesmo em meio à tecnologia e à vida acelerada das grandes cidades.

Debate amplia o olhar para o Brasil

Após a exibição, o público participa de um debate mediado por Edmara Roque, nutricionista do Sesc Vila Mariana e educadora em saúde. A conversa também conta com a presença do professor doutor Victor Hugo Kebbe, antropólogo social e docente da UFSCar, e de Aline de Oliveira, nutricionista e coordenadora do programa Sesc Mesa Brasil da unidade Itaquera.

O encontro propõe uma ponte entre as práticas apresentadas no documentário e a realidade brasileira, discutindo desperdício alimentar, segurança nutricional e políticas de reaproveitamento, sem perder de vista os aspectos culturais que moldam a forma como nos relacionamos com a comida.

Antípodas e os encontros possíveis entre Brasil e Japão

O cinedebate faz parte da exposição Antípodas Tão Distantes, Tão Próximos, que parte da ideia de que culturas localizadas em lados opostos do planeta podem compartilhar valores, desafios e soluções comuns. A mostra propõe conexões entre Brasil e Japão, São Paulo e Tóquio, explorando pontos de contato na gastronomia, nas artes, na música e nas tradições transmitidas ao longo de gerações.

Com curadoria de Tomoe Moriyama, do Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, a exposição reúne artistas japoneses da nova geração que trabalham com tecnologia, interatividade e experiências coletivas. O resultado é um convite para repensar o mundo a partir de perspectivas menos óbvias e mais colaborativas.

Serviço

CineDebate

Cinedebate Mottainai Kitchen
Data: 7 de janeiro de 2026, quarta-feira
Horário: 19h
Local: Auditório do Sesc Vila Mariana, Torre A, 1º andar
Vagas: 130 lugares
Ingressos: gratuitos, com retirada na Central de Atendimento do Sesc Vila Mariana ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP a partir de 6 de janeiro de 2026

Kamen Rider Build chega (finalmente) dublado à Prime Video

Depois de uma espera que testou a paciência dos fãs, Kamen Rider Build finalmente pode ser assistido dublado na Prime Video. A série, uma das mais populares da era Heisei, encerra agora um percurso incomum no Brasil, passando por exibições presenciais, YouTube e clube de membros antes de alcançar um streaming de grande alcance.

A chegada ao catálogo da Prime Video coloca Build em um patamar mais acessível, ampliando o público e reforçando o espaço do tokusatsu dublado no mercado nacional.

Da exibição especial ao streaming

A primeira apresentação da dublagem aconteceu em 2023, durante sessões no Sato Cinema, no Bunkyo, em São Paulo, com os três episódios iniciais exibidos ao público. Já em 2024, a série entrou em rota de lançamento digital, mas acabou encontrando no YouTube o caminho para não ficar engavetada.

A exibição regular por lá, com episódios inéditos liberados ao longo das semanas, permitiu que a dublagem fosse concluída e amadurecesse junto ao público. Agora, com a estreia oficial na Prime Video, Build finalmente ocupa o espaço que havia sido prometido desde o início.

Vozes brasileiras que dão identidade à série

Um dos grandes destaques da versão nacional está no elenco de dublagem, que reúne nomes conhecidos e bem alinhados ao espírito da série.
Alex Morales dá voz a Sento Kiryu, enquanto Ricardo Campos assume Ryuga Banjo. Entre os Riders, Guilherme Marques interpreta Gentoku Himuro, Ailton Rosa vive Kazumi Sawatari e Rex Nunes dubla Nariaki Utsumi.

No núcleo de apoio e vilões, o elenco conta ainda com Alex Minei, Monalisa Capella, Paula Zanetti, Luiz Amorim, Nathalia Guillen, Bruno Yoshioka, Carlos Seidl, Diego Muras e Fernando Prata, entre outros. O resultado é uma dublagem consistente, que respeita o tom dramático da série sem perder fluidez.

Por que Kamen Rider Build é tão lembrado

Exibida originalmente entre 2017 e 2018, Kamen Rider Build se destaca por unir ciência, conspiração política e drama pessoal. A história acompanha Sento Kiryu, um físico genial que perde a memória enquanto enfrenta os Smash em um Japão dividido pela Skywall após a descoberta da Caixa de Pandora.

A temporada ficou marcada pelo uso constante de conceitos científicos, pelas transformações baseadas em combinações e por uma narrativa que evolui de forma contínua, algo que conquistou tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

Detalhes que os fãs adoram

Entre as curiosidades, Build é lembrada por seus títulos de episódios que misturam inglês e japonês, sempre acompanhados de fórmulas matemáticas exibidas na tela. O recurso reforça a identidade da série e conversa diretamente com o tema central da ciência.

Outro ponto forte é a dinâmica entre Sento e Banjo, construída mais como parceria do que rivalidade, algo que ajudou a série a ganhar peso emocional ao longo de seus 49 episódios.

O cenário atual do tokusatsu dublado

A chegada de Kamen Rider Build dublado na Prime Video ajuda a consolidar um movimento maior. Atualmente, a franquia segue viva no Brasil com Kamen Rider Zeztz, que recebe dublagem em formato de simulcast no canal TokuSato, com episódios chegando em português quase ao mesmo tempo da exibição japonesa.

Agradecimentos ao Orlando Naninho pelas informações

2025 foi o ano que transformou o PlayStation no território “definitivo” de ninjas e samurais

2025 não foi apenas um bom ano para jogos de ação no PlayStation. Foi o momento em que ninjas e samurais tomaram o centro da cena. Katana desembainhada, passos silenciosos, vilarejos em guerra e histórias guiadas por vingança, honra e sobrevivência passaram a definir boa parte do catálogo do PS5. O Japão Feudal deixou de ser pano de fundo e virou protagonista, explorado com mais identidade, ritmo e personalidade do que em qualquer outro período recente.

Entre a honra do samurai e as sombras do shinobi

O ano ganhou forma com Assassin’s Creed Shadows, título que finalmente levou a série da Ubisoft ao Japão. A escolha por dois protagonistas com estilos opostos funcionou como eixo central da experiência. De um lado, Yasuke representa o combate direto, o peso da espada e a presença em campo aberto. Do outro, Naoe traduz o espírito ninja, com foco absoluto em furtividade, infiltração e eliminações silenciosas. A reconstrução histórica detalhada fortaleceu ainda mais essa dualidade, fazendo cada abordagem parecer parte natural do mundo do jogo.

Cinema jogável e improviso como arma

Na sequência, Ghost of Yōtei consolidou a ideia de filme de samurai jogável que a Sucker Punch vinha lapidando desde Ghost of Tsushima. A jornada de Atsu, uma mercenária que não se prende a códigos rígidos, trouxe um combate mais flexível e estratégico. O retorno do Modo Kurosawa reforçou o peso cinematográfico, enquanto o uso de kusarigama, kunais e bombas de fumaça colocou a furtividade em outro patamar. Cada confronto exige leitura do ambiente e adaptação, algo que virou marca do jogo ao longo de 2025.

A velocidade como identidade ninja

Para quem prefere ação em ritmo máximo, Ninja Gaiden 4 entregou exatamente o que se espera da franquia. Desenvolvido pela Team Ninja em parceria com a PlatinumGames, o jogo aposta em mobilidade extrema, reflexos rápidos e combos que não dão espaço para erro. Correr pelas paredes, atravessar cenários em alta velocidade e eliminar inimigos antes que reajam define a experiência.

O ano também foi generoso com os fãs do 2D. Ninja Gaiden Ragebound revisitou o passado da série com uma leitura moderna, focada em domínio de campo e decisões rápidas. Já Shinobi Art of Vengeance trouxe Joe Musashi de volta às origens, com rolagem lateral fluida e ênfase em enfraquecer inimigos para executá-los em sequências quase coreografadas. Aqui, ser ninja é pensar antes de atacar e agir rápido quando a brecha surge.

Samurais, demônios e sobrevivência

Entre os retornos mais celebrados do ano está Onimusha 2 Samurai’s Destiny Remaster. A nova versão do clássico da Capcom preserva o combate preciso, os contra-ataques Issen e a atmosfera tensa marcada pela presença demoníaca. O jogo equilibra ação samurai com elementos de terror e sobrevivência, criando uma experiência que dialoga diretamente com outras séries icônicas da época em que foi lançado, sem perder identidade.

Um ano que deixou legado

2025 também abriu espaço para redescobertas. Ninja Five O, antes restrito a consoles portáteis, chegou ao PS5 e apresentou sua mistura curiosa de ação ninja com resgates e combate urbano para uma nova geração. Não é um título grandioso, mas representa bem como o ano soube valorizar diferentes escalas e propostas dentro do mesmo tema.

Mais do que encerrar um ciclo, 2025 deixou claro que ninjas e samurais seguem em alta. Com expansões, continuações e novos projetos já no horizonte, o PlayStation encerra o ano como o principal palco para esse tipo de experiência. Seja nas sombras, em silêncio absoluto, ou de frente, com a katana em mãos, o Japão Feudal nunca esteve tão vivo no controle quanto agora.

Com informações do Blog Playstation BR

Quintal da Cultura transforma lembranças em missão especial na virada do ano

Foto Nadja Kouchi/ Acervo TV Cultura

Na véspera do Ano Novo, o Quintal da Cultura na Missão do Dia aposta em um tema universal para fechar 2025: a memória. O episódio especial vai ao ar nesta quarta-feira, 31 de dezembro, às 11h45 e 16h30, na TV Cultura, e convida o público infantil a revisitar histórias, aprendizados e emoções que marcaram o ano.

Quando lembrar vira parte da missão

A trama se passa no B.O.R.A., onde os agentes se reúnem para relembrar as missões vividas ao longo do ano. O clima de retrospectiva, no entanto, ganha um elemento de tensão quando a Ro.Bóra sofre uma pane e perde parte de suas memórias. Para restaurar os dados, os personagens precisam contar novamente cada aventura, transformando o ato de lembrar em uma missão coletiva.

Enquanto as histórias são reconstruídas, as cores do prisma começam a reaparecer. Cada cor restaurada representa uma memória recuperada, criando uma narrativa que conecta lembranças, imaginação e emoção de forma clara e envolvente para o público infantil.

Um encerramento que dialoga com afeto e aprendizado

Mais do que um especial de fim de ano, o episódio funciona como um resumo simbólico de 2025 para o Quintal da Cultura na Missão do Dia. Ao colocar a memória no centro da história, o programa reforça a importância de revisitar experiências, reconhecer aprendizados e valorizar os caminhos percorridos.

A proposta mantém a identidade do Quintal ao unir entretenimento e educação, estimulando a curiosidade, a criatividade e a construção de memórias afetivas junto às crianças que acompanham a atração ao longo do ano.

Produção e realização

O Quintal da Cultura na Missão do Dia é uma realização da TV Cultura, com apoio da Lei Rouanet, de Incentivo a Projetos Culturais, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Serviço

Programa: Quintal da Cultura na Missão do Dia
Especial: Episódio de Ano Novo dedicado às memórias
Data: Quarta-feira, 31 de dezembro
Horários: 11h45 e 16h30
Onde assistir: TV Cultura