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Pernambucanas entra no clima do novo filme do Bob Esponja com pré-estreia para convidados

A Pernambucanas é a parceira oficial da pré-estreia de Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada, novo longa da Paramount que chega aos cinemas no dia 25 de dezembro. A ação marca a entrada da varejista no circuito de lançamentos pop do fim de ano, conectando moda, experiência presencial e um personagem que atravessa gerações.

Mais do que associar marca e filme, a iniciativa aposta na relação afetiva do público com Bob Esponja e no interesse crescente por produtos licenciados que dialogam com identidade, humor e nostalgia. A pré-estreia para convidados acontece no dia 13 de dezembro, no Cinemark do Shopping Eldorado, em São Paulo, com presença da Pernambucanas em todas as salas.

Coleção-cápsula chega a 70 lojas pelo país

Desde 10 de dezembro, 70 lojas da Pernambucanas passaram a receber uma coleção-cápsula inspirada no universo do personagem. A linha foi desenvolvida a partir de pesquisas de tendências nacionais e internacionais e dialoga com o atual movimento da moda nostálgica, que resgata ícones da cultura pop com leitura contemporânea.

A coleção contempla diferentes públicos e categorias, ampliando o alcance da parceria dentro das lojas físicas.

Itens da coleção Bob Esponja na Pernambucanas

  • Moda feminina
  • Moda masculina
  • Moda infantil
  • Pijamas
  • Itens para casa

Vitrines temáticas e ingresso como experiência

Duas unidades ganham destaque especial na ação. As lojas da Pernambucanas nos shoppings West Plaza e Interlagos, em São Paulo, receberam vitrines totalmente customizadas com a identidade visual do filme e dos personagens de Fenda do Biquíni.

Nessas duas lojas, compras acima de R$ 70 em produtos da coleção Bob Esponja garantem um par de ingressos para assistir ao filme nas salas Cinemark, reforçando a proposta de transformar consumo em experiência cultural.

Ativações no cinema durante a pré-estreia

No evento de pré-estreia no Shopping Eldorado, a Pernambucanas marca presença com ações dentro das nove salas de cinema. A programação inclui exposição de produtos, distribuição de brindes, vídeos promocionais e a tradicional poltrona premiada, criando pontos de contato diretos com o público convidado.

Segundo a vice-presidente comercial da Pernambucanas, Francine Mottin, personagens icônicos seguem como fortes catalisadores de engajamento, especialmente quando associados a produtos que unem estilo e identificação cultural.

Cultura pop como ponte com o público

Com a parceria, a Pernambucanas reforça sua estratégia de dialogar com o entretenimento e com a cultura pop de forma acessível, trazendo licenciamento e experiências para dentro do varejo físico. Ao se aproximar do lançamento de Bob Esponja nos cinemas, a marca amplia sua presença no imaginário do público e transforma a ida às compras em parte do ritual de estreia de um filme que já nasce com apelo multigeracional.

LOS confirma retorno ao CBLOL em 2026 e recoloca nome histórico na elite do LoL brasileiro

A LOS está oficialmente de volta ao CBLOL em 2026. O anúncio marca o retorno de uma organização com passado vencedor à principal liga de League of Legends do país, reacendendo debates sobre tradição, reconstrução e ambição no cenário competitivo brasileiro. A volta acontece sob a gestão da EZOR, grupo responsável pela operação da LOS, que reforça a estratégia de investir em ativos consolidados do ecossistema nacional de esports.

Mais do que um simples retorno, a movimentação sinaliza uma tentativa de reposicionar a LOS como protagonista em um CBLOL cada vez mais profissionalizado e disputado. Para quem acompanha o cenário há mais tempo, o nome carrega peso, história e expectativa.

CBLOL como peça central da estratégia da organização

Segundo Alexandre Kakavel Peres, CEO da EZOR, o CBLOL segue sendo um eixo fundamental para o desenvolvimento do League of Legends no Brasil. A decisão de retornar à liga está diretamente ligada a uma visão de longo prazo, com foco em governança, planejamento e sustentabilidade esportiva.

A fala reforça um discurso cada vez mais comum entre organizações que buscam estabilidade em um cenário que já viveu ciclos de crescimento acelerado e quedas abruptas. No caso da LOS, a promessa é de um projeto estruturado, alinhado à realidade atual do CBLOL e às exigências competitivas da liga.

Um passado campeão que ainda ecoa no cenário

A história da LOS no League of Legends brasileiro passa, inevitavelmente, pela campanha de 2017. Na época competindo como Team One, a organização venceu o primeiro split do Circuito Desafiante, garantiu o acesso à elite e, poucos meses depois, conquistou o título do CBLOL no segundo split. Uma trajetória curta, intensa e que entrou para a memória dos fãs como uma das ascensões mais rápidas do campeonato.

Desde então, a organização passou por mudanças institucionais, ampliou sua atuação no ecossistema de esports e investiu em estrutura e operação. O retorno ao CBLOL em 2026 surge como um novo capítulo dessa história, agora em um cenário bem diferente daquele de quase uma década atrás.

Expectativa pelo projeto esportivo de 2026

Por enquanto, a LOS mantém em sigilo detalhes sobre elenco, comissão técnica e planejamento competitivo para a temporada de 2026. A expectativa é que essas informações sejam reveladas nos próximos meses, alimentando a curiosidade da comunidade e abrindo espaço para especulações naturais do período de pré temporada.

Com um histórico vencedor e um discurso focado em estabilidade e crescimento sustentável, a LOS retorna ao CBLOL cercada de atenção. Resta saber como esse passado campeão vai se traduzir dentro do Rift em um campeonato que mudou muito, mas segue sendo o palco máximo do League of Legends brasileiro.

Path of Exile 2 recebe The Last of the Druids com nova classe, liga inédita e fim de semana gratuito

Path of Exile 2 já está com a atualização The Last of the Druids disponível, e ela mexe em pontos centrais da experiência. O destaque imediato é a chegada do Druida, uma classe inédita que aposta na transformação como eixo de gameplay. Nada de alternar estilos de forma superficial: aqui, cada forma altera radicalmente ritmo, posicionamento e abordagem em combate.

O Druida pode assumir três aspectos. Na forma de Lobo, o foco está em congelamento e liderança de aliados, ideal para builds agressivas em grupo. O Urso transforma Raiva em força bruta, avançando sem sutileza sobre hordas inimigas. Já a Serpe aposta em mobilidade aérea, misturando relâmpagos, fogo e ataques de cima para baixo. Fora das transformações, o personagem atua como um conjurador completo, manipulando tempestades, vulcões e raízes com apoio do novo Totem Mágico.

Ascendências aprofundam o meta do Druida

A classe chega acompanhada de duas ascendências bem distintas. O Xamã é voltado à destruição elemental, consumindo Raiva para amplificar dano e usando Runas e Ídolos ancestrais para personalizar builds complexas, culminando em habilidades de impacto como o Bringer of the Apocalypse. Já o Oráculo aposta em controle e previsão, usando Presciência para antecipar ações inimigas, explorar janelas de vulnerabilidade e acessar mais de 130 novas passivas, incluindo mecânicas de risco como Self-Sacrificing e Corruption Endures.

Nova liga aposta em criação de dungeons e legado Vaal

A atualização também marca a estreia da liga The Fate of the Vaal, que coloca o jogador no controle da construção de templos personalizados. O sistema permite moldar o layout, desbloquear dezenas de salas únicas e enfrentar desafios progressivamente mais perigosos até chegar ao confronto com Atziri, agora posicionada como o novo Chefe Supremo do endgame.

As mecânicas Vaal retornam com variações focadas em risco e recompensa, incluindo corrupção avançada de itens, distorção de Núcleos de Alma e tentativas de recuperar componentes raros de equipamentos. Vencer Atziri garante acesso ao Atziri’s Rule, um cajado que altera profundamente o uso de gemas corruptas, trocando vida por dano e criando explosões secundárias a partir de projéteis.

Abismo se torna parte permanente do jogo

Outra mudança relevante está no Abismo, agora integrado de forma definitiva ao endgame. Passivas do Atlas e Tábuas foram retrabalhadas, enquanto sistemas considerados excessivamente burocráticos foram removidos para tornar o fluxo mais direto. As Tábuas ganharam peso estratégico e podem ser elevadas à raridade Rara após derrotar o Árbitro das Cinzas, reforçando a progressão a longo prazo.

Gemas, itens e balanceamento entram em nova fase

The Last of the Druids adiciona mais de 30 novas Gemas de Suporte, incluindo Suportes de Linhagem que ampliam a diversidade de builds, além de 11 novos Itens Únicos. O pacote vem acompanhado de um rebalanceamento amplo, ajustando habilidades, sinergias e números que já estavam no radar da comunidade.

Fim de semana gratuito e recompensas para quem acompanha

Para marcar o lançamento, Path of Exile 2 pode ser jogado gratuitamente entre 12 e 15 de dezembro, a partir das 16h no horário de Brasília, no PC, Steam, PlayStation e Xbox. O período também ativa campanhas de Twitch Drops e missões no Discord, com recompensas cosméticas como efeitos de habilidade, visuais de baú, portais e avatares, liberadas conforme o tempo de jogo ou de visualização.

Com nova classe, liga focada em criação de conteúdo e ajustes estruturais no endgame, The Last of the Druids reforça a proposta de Path of Exile 2 de aprofundar sistemas sem perder brutalidade. Para veteranos ou curiosos aproveitando o acesso gratuito, é uma atualização que vale ser explorada com calma e atenção aos detalhes.

Sertões Petrobras transforma a edição 2025 em cinema no documentário Tocando em frente

Documentário revela os bastidores do maior rally das Américas por meio de seus diferentes personagens (Siete.doc:divulgação)

O Sertões Petrobras ganhou um novo capítulo fora das trilhas. Já está disponível no YouTube o documentário Tocando em frente (desde 1993), produção oficial da edição 2025 do maior rally das Américas. O filme costura histórias, bastidores e imagens de uma prova que, mais uma vez, foi além da disputa entre motos, carros, UTVs e quadriciclos para revelar um Brasil profundo, diverso e muitas vezes fora do radar.

Exibido recentemente em uma sessão para convidados no Espaço Petrobras de Cinema, em São Paulo, o documentário acompanha o percurso realizado entre 26 de julho e 3 de agosto, atravessando cinco estados e mais de 3 mil quilômetros. A largada em Goiânia, cidade símbolo da história do rally, e a chegada inédita em Marechal Deodoro, em Alagoas, traduzem a proposta da edição 2025: olhar para as origens sem perder o foco no futuro.

Um Sertões feito de pessoas, bastidores e caminhos

Com 80 minutos de duração, Tocando em frente evita a leitura puramente esportiva do evento. O filme observa pilotos e navegadores, mas também equipes de apoio, organização e personagens que mantêm a engrenagem do rally em movimento. Entre terrenos extremos, mudanças de estratégia, quebras inesperadas e pequenas vitórias pessoais, o Sertões aparece como um mosaico de experiências distintas que se encontram na rampa final de chegada.

A narrativa reforça uma ideia recorrente entre quem vive a prova: cada participante carrega um Sertões próprio. Alguns feitos de pódios, outros de superação silenciosa, todos atravessados pela intensidade de uma jornada que continua mesmo depois da linha final.

Volta às raízes e imagens que atravessam o tempo

O documentário também dialoga com a memória do rally. A edição 2025 marcou o reencontro com cidades históricas do Sertões, como Januária, presente no roteiro da primeira prova, em 1993. Essa conexão aparece no filme por meio de imagens de arquivo, depoimentos e paralelos entre passado e presente, reforçando o caráter histórico do evento e sua capacidade de se reinventar sem romper com a própria identidade.

Um registro coletivo do Sertões 2025

Para Leonora Guedes, CEO do Sertões, o filme não tenta dar conta de tudo, mas captar a essência do que foi vivido. Segundo ela, Tocando em frente registra alguns caminhos com sensibilidade e verdade, sabendo que muitas histórias ficam fora da tela, sem perder a importância de quem faz o rally acontecer.

Já o diretor técnico Edgar Fabre destaca que o roteiro exigente da edição 2025, com diferentes tipos de terreno e desafios mecânicos e humanos, está refletido diretamente no documentário, que mistura ação, contexto histórico e depoimentos de quem esteve lá.

O diretor geral Guilherme Bastian define o Sertões como uma fábrica de boas histórias e vê o filme como um esforço coletivo para representar, de alguma forma, todos os envolvidos nessa jornada que ele define como Brasil puro.

Onde assistir e ficha técnica

Tocando em frente (desde 1993)
Disponível gratuitamente no canal oficial do Sertões no YouTube

Ficha técnica
Realização: siete.doc
Produção: Tangram Content
Direção geral: Dehner Guth e Guilherme Bastian
Direção: Lucas de Souza
Produção: Sinara Migot
Montagem: Ana Ogliari
Color grading e finalização: Fernanda Turchetto
Motion designer: Mavi Prado

O documentário se soma ao acervo audiovisual do Sertões como mais um registro de uma prova que, desde 1993, segue avançando, acumulando histórias e deixando marcas pelo caminho.

Game é Cultura | Ministério da Cultura lança manual para orientar quem trabalha com jogos no Brasil

O Ministério da Cultura deu um passo importante para quem vive e produz jogos eletrônicos no Brasil. Durante o MICBR + Ibero-América 2025, o MinC, por meio da Secretaria do Audiovisual, apresentou o Manual Game é Cultura, Game é Audiovisual, publicação que organiza, em um só lugar, os principais programas e instrumentos do Governo Federal voltados ao desenvolvimento do setor de games.

O material surge como uma resposta prática a uma demanda antiga da comunidade. Em vez de informações espalhadas por editais, leis e sites distintos, o manual reúne de forma clara como acessar recursos públicos, programas de apoio e iniciativas de internacionalização voltadas aos jogos eletrônicos, reforçando o reconhecimento do game como expressão cultural e audiovisual.

Um guia direto para estúdios, indies e estudantes

Gratuito, o manual foi pensado para atender estúdios independentes, coletivos, desenvolvedores solo, estudantes e profissionais que querem entender melhor como dialogar com as políticas públicas. A proposta é fortalecer a autonomia dos criadores e reduzir as barreiras de entrada nos mecanismos de financiamento e fomento cultural.

Segundo Milena Evangelista, diretora de Formação e Inovação Audiovisual da SAv, ampliar o debate sobre políticas públicas para games é essencial para impulsionar uma indústria que articula cultura, inovação, geração de empregos e circulação de recursos no país.

O que o manual explica na prática

Entre os principais pontos abordados, o documento detalha como projetos de jogos podem acessar a Lei Rouanet, dentro do Pronac, e quais são as possibilidades de apoio via Fundo Setorial do Audiovisual, tradicionalmente associado ao cinema e à TV, mas cada vez mais conectado aos games. O conteúdo também apresenta programas de internacionalização e ações que ajudam jogos brasileiros a ganhar visibilidade fora do país.

Outro destaque é o mapeamento de iniciativas como o Brazil Games, realizado pela ApexBrasil em parceria com a Abragames, que atua diretamente na promoção internacional da indústria nacional de jogos.

Conexão com o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos

O lançamento do manual dialoga diretamente com o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos, sancionado em 2024. A legislação reconhece oficialmente os games como atividade profissional, define quem compõe esse mercado e cria diretrizes para incentivar pesquisa, desenvolvimento e competitividade da indústria brasileira.

Com o Game é Cultura, Game é Audiovisual, o Ministério da Cultura sinaliza que os jogos deixaram de ser um tema periférico nas políticas públicas. Para quem cria, produz ou estuda games no Brasil, o documento funciona como um mapa mais claro de oportunidades e caminhos possíveis dentro do ecossistema cultural do país.

O manual completo para download está disponível aqui.

Tomb Raider volta em dose dupla com Catalyst e Legacy of Atlantis

A franquia Tomb Raider foi um dos grandes destaques do The Game Awards 2025. Em parceria, Amazon Game Studios e Crystal Dynamics revelaram não apenas um novo capítulo inédito da série, mas também uma releitura completa da aventura que apresentou Lara Croft ao mundo. O resultado é um anúncio em dose dupla que dialoga tanto com fãs veteranos quanto com uma nova geração de jogadores.

O primeiro anúncio foi Tomb Raider: Catalyst, projeto ambicioso que marca o próximo grande passo da saga. Desenvolvido pela Crystal Dynamics desde o início da parceria com a Amazon, anunciada em 2022, o jogo leva Lara ao norte da Índia, cenário de um cataclismo mítico que expôs segredos ancestrais e forças adormecidas. Com caçadores de tesouros disputando artefatos de poder incalculável, a narrativa aposta em tensão, alianças instáveis e escolhas difíceis, colocando Lara no centro de um conflito que conecta passado e presente de forma direta.

Um novo Tomb Raider, maior e mais ambicioso

Rodando na Unreal Engine 5, Tomb Raider: Catalyst promete o maior mundo já criado na história da franquia. A exploração ganha escala com ambientes densos, tumbas cheias de enigmas elaborados e desafios que exigem raciocínio, observação e o uso criativo dos equipamentos clássicos da personagem. A proposta é equilibrar ação, exploração e narrativa, apresentando uma Lara Croft testada por traições, disputas de poder e decisões que podem redefinir o futuro do mundo que ela tenta proteger. O lançamento está previsto para 2027 no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

Trailer

O retorno às origens com um olhar moderno

Se Catalyst olha para frente, Tomb Raider: Legacy of Atlantis faz o caminho inverso. Revelado como anúncio surpresa, o jogo é uma releitura moderna do Tomb Raider original de 1996, responsável por estabelecer Lara Croft como um ícone dos videogames. Desenvolvido em parceria entre Crystal Dynamics e Flying Wild Hog, o projeto revisita a busca pelo artefato Scion, agora com narrativa expandida, visual reconstruído na Unreal Engine 5 e soluções de design atualizadas.

A essência do clássico permanece intacta. Exploração de locais exóticos, armadilhas mortais, quebra-cabeças e combates contra criaturas perigosas continuam sendo o coração da experiência. A diferença está na forma como tudo isso é apresentado, com uma abordagem mais fluida e cinematográfica, sem abrir mão da atmosfera que definiu a identidade da série. Tomb Raider: Legacy of Atlantis chega em 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

Trailer

Lara Croft ganha voz conhecida

Os dois jogos terão Alix Wilton Regan no papel de Lara Croft. A atriz, conhecida por trabalhos em Dragon Age: Inquisition, Cyberpunk 2077 e Mass Effect 3, retorna à personagem trazendo uma interpretação que busca equilíbrio entre a força clássica da heroína e novas camadas emocionais. A escolha reforça a intenção de manter continuidade e identidade mesmo em projetos com propostas tão diferentes.

Dois jogos, uma mesma herança

Ao anunciar Tomb Raider: Catalyst e Tomb Raider: Legacy of Atlantis no mesmo palco, Amazon Game Studios e Crystal Dynamics deixam claro que o futuro da franquia passa tanto pela inovação quanto pelo respeito às suas origens. Um jogo expande o universo e aposta em escala e narrativa inédita. O outro revisita o ponto de partida com tecnologia atual e novas leituras. Para os fãs, é a confirmação de que Lara Croft segue relevante, adaptável e pronta para atravessar gerações sem perder sua essência.

Mega Man: Dual Override marca o retorno da franquia e chega em 2027

O robô azul mais famoso dos games está de volta ao centro do palco. Durante o The Game Awards 2025, a Capcom anunciou oficialmente Mega Man: Dual Override, novo título principal da franquia e o décimo segundo capítulo da linha clássica da série. O jogo chega em 2027 e representa o primeiro grande retorno de Mega Man desde o lançamento de Mega Man 11, em 2018.

A revelação reforça a intenção da Capcom de reposicionar a franquia no cenário atual dos games, mantendo a identidade de ação e plataforma que consagrou o personagem, mas dialogando com uma nova geração de jogadores. Mega Man: Dual Override está confirmado para Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC via Steam.

Um novo Mega Man para uma nova fase da Capcom

Embora poucos detalhes de jogabilidade tenham sido divulgados até agora, o trailer de anúncio sugere um jogo que aposta em ritmo acelerado, cenários dinâmicos e um conceito inédito dentro da série principal. O subtítulo Dual Override indica mecânicas que devem expandir o sistema clássico de habilidades e armas, algo que a Capcom vem refinando desde Mega Man 11.

O anúncio também sinaliza um cuidado especial com a base de fãs. Ainda este mês, a Capcom abre um concurso oficial para criação de chefões, convidando a comunidade a colaborar diretamente com o universo do jogo. O Mestre Robô vencedor fará parte de Mega Man: Dual Override, mantendo viva a tradição de interação entre criadores e jogadores que acompanha a série desde os anos 1990.

Trailer

40 anos de Mega Man e um legado que atravessa gerações

O lançamento de Mega Man: Dual Override acontece em um momento simbólico. Em 2027, a franquia completa 40 anos desde sua estreia no Nintendinho, em 1987. Ao longo desse período, Mega Man se consolidou como um dos pilares da história dos videogames, com mais de 43 milhões de cópias vendidas e presença constante em quadrinhos, animações e produtos licenciados.

Como parte das comemorações pelo anúncio, Mega Man 11 entrou em promoção nas principais lojas digitais por tempo limitado. O jogo também recebe uma atualização que adiciona novos idiomas, incluindo português brasileiro e espanhol latino-americano, ampliando o acesso para públicos que cresceram acompanhando a série.

O que esperar daqui pra frente

A Capcom promete divulgar mais informações sobre Mega Man: Dual Override ao longo dos próximos meses, incluindo detalhes de jogabilidade, história e identidade visual. Até lá, o anúncio já cumpre um papel importante: recolocar o Bombardeiro Azul no radar e lembrar que Mega Man ainda tem muito espaço para evoluir dentro da indústria.

Para quem acompanha a franquia desde os cartuchos ou chegou mais recentemente pelas coletâneas e relançamentos, Dual Override surge como um ponto de encontro entre nostalgia e reinvenção, algo que o The Game Awards 2025 ajudou a deixar bem claro.

ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE marca o retorno da franquia e promete redefinir o combate aéreo nos games

Depois de um hiato longo o bastante para virar assunto recorrente entre fãs de combate aéreo, ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE finalmente saiu da sombra. O novo capítulo da franquia foi revelado durante o The Game Awards e marca o retorno da série principal após sete anos, trazendo a promessa de expandir o que sempre definiu o nome ACE COMBAT: ação arcade refinada, espetáculo visual e uma narrativa que tenta ir além do cockpit.

Desenvolvido pela Bandai Namco Aces Inc., o jogo está sendo construído com a Unreal Engine 5 combinada a tecnologias proprietárias do estúdio. O resultado, ao menos pelo que o trailer de anúncio sugere, é um salto técnico claro, com céus mais densos, nuvens volumétricas detalhadas e cenários que reforçam a escala épica dos confrontos aéreos. O impacto visual não aparece apenas como vitrine tecnológica, mas como parte ativa da jogabilidade, especialmente em combates sob condições climáticas adversas.

Uma campanha focada em identidade, guerra e sobrevivência

O grande foco de ACE COMBAT 8 está no Modo Campanha, descrito como profundo e fortemente narrativo. O jogador assume o papel de um piloto de elite em Strangereal, universo fictício já conhecido pelos fãs da série, onde conflitos políticos e militares carregam um peso dramático constante. Desta vez, a história gira em torno da queda da Federação de Usea Central, a FCU, que vê sua capital, Theve, tomada e sua marinha destruída.

É nesse cenário que surge o Asas de Theve, um ás lendário que se transforma em símbolo de esperança para uma nação em ruínas. Ao lado de três pilotos novatos, o jogador entra em uma campanha que mistura missões de alto risco, decisões sob pressão e a tentativa de recuperar um território perdido frente à República de Sotoa. A proposta é clara: colocar o jogador no centro de um conflito onde o heroísmo não vem sem custo.

Combate aéreo clássico com ambição de nova geração

O trailer de anúncio, intitulado A queda do Asas, entrega um primeiro vislumbre do gameplay e reforça o DNA da franquia. Caças inspirados em aeronaves do mundo real, manobras agressivas em alta velocidade e uma câmera que alterna entre espetáculo cinematográfico e leitura tática do campo de batalha. Há também uma ênfase maior em cenas em primeira pessoa, buscando aumentar a sensação de imersão e a conexão com a narrativa.

Além da campanha solo, a Bandai Namco confirmou que ACE COMBAT 8 contará com modos multiplayer, pensados para confrontos aéreos entre jogadores. Detalhes sobre essas modalidades ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que o jogo amplie as possibilidades competitivas da série sem abandonar sua identidade arcade.

Um retorno esperado e cercado de expectativas

ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE chega em 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Até lá, a Bandai Namco promete revelar mais informações sobre sistemas de jogo, multiplayer e outros recursos que devem definir o escopo final da experiência.

Para uma franquia que sempre foi referência em combate aéreo nos games, o novo título carrega a responsabilidade de atualizar sua fórmula sem perder o que a tornou icônica. Pelo que foi mostrado até agora, o retorno aos céus parece menos sobre reinventar tudo e mais sobre elevar o que ACE COMBAT sempre fez bem, agora com o fôlego técnico e narrativo da nova geração.

Com visual dos animês dos anos 90, Orbitals será exclusivo do Switch 2

Anunciado durante o The Game Awards 2025, Orbitals surge como uma das estreias mais curiosas do evento ao confirmar lançamento exclusivo para o Nintendo Switch 2 em 2026. O jogo marca o primeiro projeto original da Shapefarm, estúdio independente sediado em Mitaka, Tóquio, com publicação da Kepler Interactive, conhecida por apostar em experiências autorais e fora do eixo tradicional.

Orbitals se apresenta como uma aventura cooperativa para dois jogadores, construída do zero em torno de um multiplayer assimétrico. A proposta coloca a cooperação no centro da experiência, apostando menos em performance individual e mais em sintonia entre os jogadores.

Dois protagonistas, uma estação à beira do colapso

Na narrativa, os jogadores assumem os papéis de Maki e Omura, exploradores inseparáveis que precisam lidar com uma tempestade cósmica sobrenatural enquanto tentam salvar uma estação espacial em ruínas. A jornada mistura exploração, resolução de desafios e pilotagem de nave em cenários cheios de asteroides, sempre com foco na comunicação e no trabalho em equipe.

O ritmo alterna momentos de tensão com pausas mais contemplativas, valorizando a ambientação e o clima de ficção científica com forte influência da animação japonesa clássica.

Coop pensado para jogar junto, do sofá ao online

Desenvolvido na Unreal Engine 5, Orbitals foi pensado para tirar proveito das funcionalidades do Switch 2. O jogo oferece coop local em tela dividida com dois pares de Joy-Con 2, suporte ao GameShare para partidas locais em diferentes consoles compatíveis e modos online com uso do GameChat e do microfone integrado do sistema.

A ideia é facilitar o acesso ao multiplayer, independentemente da forma como os jogadores escolhem se conectar, mantendo a experiência cooperativa como eixo central.

Estética anime dos anos 90 como identidade

Visualmente, Orbitals abraça sem medo o legado dos animes retrô do início dos anos 90. A direção de arte aposta em cores quentes, cenários expressivos e personagens com forte identidade visual. Para reforçar essa proposta, a Shapefarm firmou parceria com o Studio Massket, responsável por animações conhecidas no Japão, que assina as cutscenes artesanais do jogo.

O pacote se completa com dublagem completa em japonês e inglês, reforçando a conexão com o público fã de animação e ficção científica japonesa.

Trailer

Uma estreia autoral para ficar no radar

Com lançamento previsto para 2026, Orbitals chega como um projeto que foge do lugar comum, apostando em cooperação, estilo e identidade própria. Exclusivo do Nintendo Switch 2, o jogo amplia o catálogo do console com uma experiência claramente pensada para ser vivida a dois, daquelas que funcionam melhor quando compartilhadas.

Para quem acompanha anúncios do The Game Awards em busca de ideias novas e jogos com personalidade, Orbitals já entra no radar como um dos projetos mais interessantes apresentados no evento.

ONTOS é anunciado como novo thriller sci-fi dos criadores de SOMA no The Game Awards

Durante o The Game Awards, a Frictional Games voltou aos holofotes ao anunciar ONTOS, seu novo thriller de ficção científica com lançamento previsto para 2026 no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Conhecido por experiências densas e desconfortáveis como SOMA e as séries Amnesia e Penumbra, o estúdio sueco apresentou o projeto como um sucessor espiritual de seu jogo mais celebrado, agora com ambições ainda maiores em escopo, narrativa e interatividade.

Publicado pela Kepler Interactive, ONTOS reforça a identidade autoral da Frictional ao apostar menos em sustos fáceis e mais em tensão psicológica, dilemas morais e questionamentos filosóficos. A proposta dialoga diretamente com o legado de SOMA, mas troca o debate sobre consciência por reflexões mais amplas sobre a própria natureza da realidade.

Uma base lunar abandonada e perguntas que não têm respostas fáceis

Em ONTOS, o jogador assume o controle de Aditi Amani, uma engenheira que retorna ao passado ao investigar o desaparecimento e o legado de seu pai. O cenário principal é Samsara, uma base lunar que também funcionava como complexo hoteleiro, construída sobre os destroços de uma antiga colônia de mineração fracassada. O local funciona como um grande labirinto interconectado, onde cada sala, corredor e máquina carrega fragmentos de histórias mal resolvidas.

A exploração é aberta e guiada pela curiosidade. Não existe um único caminho ou solução definitiva para os obstáculos. O jogo incentiva o jogador a observar, experimentar e assumir as consequências de suas decisões, especialmente ao se deparar com experimentos perturbadores espalhados pela instalação.

Trailer

Jogabilidade imersiva e escolhas com peso narrativo

Seguindo a tradição da Frictional, ONTOS não se apoia em combates convencionais. A experiência gira em torno da exploração, manipulação de sistemas complexos e resolução de problemas que exigem raciocínio e leitura do ambiente. As escolhas feitas ao longo da jornada afetam a interpretação dos eventos e o desfecho da narrativa, reforçando a ideia de que entender o mundo de Samsara é tão importante quanto sobreviver a ele.

O jogo também marca a estreia da engine proprietária HPL4, desenvolvida internamente pelo estúdio para elevar o nível de imersão, iluminação e interação ambiental, elementos centrais para o impacto emocional da experiência.

Um projeto ambicioso e autoral

Thomas Grip, diretor criativo e cofundador da Frictional Games, define ONTOS como o projeto mais ambicioso da história do estúdio. Segundo ele, a ideia é permitir que o jogador não apenas acompanhe a história, mas participe ativamente de reflexões sobre existência, realidade e identidade, temas que só funcionam plenamente dentro da linguagem dos videogames.

A parceria com a Kepler Interactive reforça esse posicionamento. A publisher, responsável por títulos como Sifu, Pacific Drive e ULTROS, tem se destacado por apoiar projetos autorais e experiências fora do padrão comercial.

Do ARG ao palco do TGA

Antes do anúncio oficial, ONTOS já vinha sendo provocado de forma discreta desde setembro de 2025, por meio de um ARG ligado à atualização de dez anos de SOMA no PC. Pistas escondidas levaram jogadores a sites, perfis e mensagens enigmáticas que antecipavam os temas filosóficos e o clima do novo jogo, criando um diálogo direto com a comunidade mais atenta.

Com o trailer revelado no The Game Awards, ONTOS deixa de ser mistério e passa a ocupar um lugar claro entre os lançamentos mais aguardados de 2026 para fãs de terror psicológico e ficção científica. O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos nas principais plataformas, enquanto a Frictional promete revelar mais detalhes ao longo do próximo ano.

Marathon ganha ViDoc “Panorama de Marathon” e aprofunda o sci-fi sombrio do novo FPS da Bungie

A Bungie divulgou nesta segunda-feira o ViDoc “Panorama de Marathon”, material que amplia a leitura sobre o cenário, as mecânicas e o ritmo do seu FPS PvPvE de extração e sobrevivência. Com estreia prevista para março de 2026, o jogo coloca o jogador no papel de Corredores biocibernéticos em Tau Ceti IV, uma colônia abandonada que mistura tecnologia decadente, ameaças ambientais e confrontos constantes com forças hostis e outros jogadores. A proposta é clara: explorar, coletar recursos e decidir quando insistir ou sair vivo.

Extração, sobrevivência e tensão constante

O ViDoc detalha ajustes importantes na jogabilidade tática. A experiência de sobrevivência foi reforçada para tornar o mundo mais opressivo e imprevisível, com encontros que exigem leitura de cenário e gestão de risco. Entre as novidades apresentadas estão o bate-papo por proximidade, que adiciona camadas de estratégia e blefe aos encontros, e a fila solo, pensada para quem prefere encarar Tau Ceti IV sem depender de esquadrões fixos. Outro destaque é a Armação ROOK, um equipamento de entrada com recursos limitados, ideal para partidas em andamento e para jogadores que querem testar rotas e decisões sem comprometer inventários mais valiosos.

Visual mais denso e interface refinada

A Bungie também mostrou avanços na fidelidade gráfica e uma interface atualizada, buscando leitura rápida de informações em situações de alta pressão. O objetivo é reforçar a imersão sem sacrificar clareza, algo essencial em um jogo onde cada segundo pode definir a extração ou a derrota. O ViDoc deixa claro que o perigo faz parte do design, e que o mundo reage às escolhas do jogador de forma direta.

Lançamento, plataformas e modelo competitivo

Marathon chega em março de 2026 para Steam, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com progressão compartilhada e integração entre plataformas. O preço previsto é de US$ 39,99, com valores regionais a serem anunciados. A Bungie reforça o compromisso com a integridade competitiva, sem mecânicas pay to win e sem resultados definidos por gastos monetários. Os Passes de Recompensas não expiram, podem ser resgatados a qualquer momento e até adquiridos retroativamente, enquanto todas as atualizações de jogabilidade, como mapas, armações e eventos, estarão incluídas ao longo do ano. A primeira temporada abre o Crioarquivo, a cabine inicial da nave UESC Marathon.

O que vem a seguir

Mais informações sobre o conteúdo sazonal e a programação de atualizações devem ser divulgadas mais perto do lançamento, com novas notícias previstas para janeiro de 2026. O ViDoc “Panorama de Marathon” funciona como um retrato do momento atual do projeto e deixa claro o caminho escolhido pela Bungie: um FPS de extração que aposta em atmosfera, decisões sob pressão e um universo sci-fi que não perdoa erros.

Stray Kids leva o K-pop para dentro da Roblox com show virtual no The Block

O Stray Kids segue expandindo suas fronteiras e, desta vez, cruza o caminho entre K-pop e games. O grupo sul-coreano será atração do The Block, espaço musical dentro da Roblox, em uma experiência que conecta performance ao vivo, interação digital e cultura gamer. Entre os dias 19 e 21 de dezembro, fãs do mundo todo poderão acompanhar uma apresentação especial do grupo diretamente na plataforma.

A proposta do The Block vai além de apenas assistir a um show. O ambiente funciona como um hub musical onde usuários podem explorar novos sons, participar de atividades interativas, performar com seus próprios avatares e desbloquear itens UGC exclusivos. A presença do Stray Kids reforça o peso global do K-pop dentro dos espaços virtuais e mostra como os idols estão cada vez mais próximos das comunidades gamers.

Stays no centro da experiência

Durante o evento, os stays terão acesso a uma performance pensada especialmente para o formato digital, aproveitando as possibilidades visuais e interativas da Roblox. É um tipo de encontro que dialoga diretamente com a lógica dos jogos online, em que o público não é apenas espectador, mas parte ativa da experiência.

Esse movimento também reflete uma tendência clara da indústria musical, que passa a enxergar plataformas como a Roblox não só como jogos, mas como espaços culturais e sociais. Shows virtuais, itens colecionáveis e eventos limitados ajudam a criar um senso de pertencimento que conversa muito com o fandom.

De recordes no Brasil ao palco virtual

A chegada do Stray Kids à Roblox acontece poucos meses após a passagem histórica do grupo pelo Brasil. Em abril, a turnê DominAte reuniu cerca de 175 mil fãs em três apresentações, números que consolidaram novos recordes e reforçaram a força do grupo no país. Agora, o palco muda de formato, mas o alcance se torna ainda maior, conectando fãs de diferentes partes do mundo em um mesmo espaço digital.

A apresentação no The Block mostra como o Stray Kids continua atento às transformações do entretenimento, transitando com naturalidade entre grandes arenas físicas e universos virtuais. Para quem acompanha K-pop, games ou os dois mundos ao mesmo tempo, é mais um capítulo interessante dessa convergência cultural que já faz parte do presente.