A Ubisoft anunciou que Assassin’s Creed Shadows estará disponível para Nintendo Switch™ 2 a partir de 2 de dezembro de 2025. A versão do console promete entregar a experiência completa da franquia de forma otimizada, permitindo que os jogadores explorem o Japão feudal tanto em casa quanto em movimento. Com suporte a telas sensíveis ao toque, menus, mapas e esconderijos se tornam mais intuitivos e ágeis para navegar.
Conteúdos e progressão integrada
No lançamento, a versão do Switch 2 incluirá todas as atualizações de conteúdo, exceto a expansão “Claws of Awaji”, prevista para o início de 2026. O jogo terá suporte a progressão cruzada via Ubisoft Connect, possibilitando que os jogadores continuem suas jornadas de onde quiserem, integrando consoles e PC. O título estará disponível em versão física e digital, via Nintendo eShop.
Dois protagonistas, dois estilos de combate
Desenvolvido pela Ubisoft Quebec, com apoio de diversos estúdios globais, Assassin’s Creed Shadows mergulha os jogadores em um Japão feudal detalhado e imersivo. É possível alternar entre Naoe, uma assassina shinobi furtiva, e Yasuke, um poderoso samurai, explorando estilos de combate complementares enquanto desvendam seu destino compartilhado. O jogo roda no aprimorado motor gráfico Anvil, garantindo fluidez e riqueza visual em cada cenário.
Disponível em várias plataformas
Além do Nintendo Switch 2, Assassin’s Creed Shadows já está disponível em:
Ubisoft+
Xbox Series X|S
PlayStation 5 e PS5 Pro
Macs com chip Apple Silicon
PC via Ubisoft Store, Steam e Epic Games Store
A franquia, lançada em 2007, já vendeu mais de 230 milhões de cópias em todo o mundo, consolidando-se como uma das séries mais icônicas dos videogames, com presença em games, livros, séries e outras mídias.
Sobre a Ubisoft
Com estúdios ao redor do mundo, a Ubisoft cria experiências de entretenimento diversificadas, de Assassin’s Creed a Just Dance, oferecendo conteúdo premium e lançamentos Day One via Ubisoft+. No ano fiscal de 2024-25, a empresa registrou reservas líquidas de vendas de €1,85 bilhão, reforçando sua posição como uma das gigantes da indústria de games.
Depois de conquistar milhões de leitores no Wattpad, O Bad Boy e Eu chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de novembro. Com distribuição da Diamond Films, a comédia romântica adapta o romance de Tay Marley, originalmente publicado em 2017 como The QB Bad Boy and Me, mostrando que o amor muitas vezes surge de onde menos se espera.
No centro da história estão Dallas Bryan (Siena Agudong, de Resident Evil: A Série) e Drayton Lahey (o TikToker Noah Beck), cujas diferenças e provocações transformam uma rivalidade inicial em um romance inesperado.
Dallas e Drayton
Dallas está concentrada em um único objetivo: honrar a memória de sua mãe entrando na melhor instituição de dança do país. Festas, despedidas e romances? Para ela, isso é secundário. Até que Drayton, o garoto mais popular da escola, cruza seu caminho.
Entre passos de dança, provocações e segredos, Dallas e Drayton descobrem que não podem evitar a atração que surge entre eles. É a típica dinâmica de “bad boy apaixonado” que conquistou os leitores do Wattpad e agora ganha vida na tela grande.
Direção e elenco
Dirigido por Justin Wu e com roteiro de Crystal Ferreiro e Mary Gulino, o filme ainda conta com James Van Der Beek (Dawson’s Creek) no papel de Leroy Lahey, o pai rigoroso de Drayton, adicionando camadas de humor e tensão familiar à narrativa adolescente.
Tay Marley, autora do romance original, comentou ao Sweety High: “Acho que os leitores adoram ver um cara que está perdidamente apaixonado pela mulher da sua vida. Tenho confiança de que a dinâmica de Dallas e Drayton vai se traduzir numa linda comédia romântica adolescente.”
Trailer
Estreia nacional
Com a força da Diamond Films, maior distribuidora da América Latina, O Bad Boy e Eu promete encantar tanto os fãs do Wattpad quanto novos públicos, mostrando que o amor pode surgir de forma inesperada e divertida. A estreia acontece em 13 de novembro, em salas de cinema de todo o país.
O carismático Tio Tony está de volta. Marcus Majella retoma seu papel na terceira parte da franquia “Um Tio Quase Perfeito”, que começou a ser filmada no Rio de Janeiro sob a direção de Pedro Antonio. O longa marca a sexta colaboração do diretor com Majella no cinema, incluindo os dois primeiros filmes da série, além de “Os Salafrários”, “Tô Ryca” e o ainda inédito “Agentes Muito Especiais”.
Um novo desafio para o tio favorito da família
Marcus Majella, caracterizado como Tony,Soffia Monteiro, João Barreto e Julia Svacinna como Valentina, João e Patrícia nos bastidores de “Um Tio Quase Perfeito 3
A trama acompanha Tony enquanto seus sobrinhos crescem e seguem seus próprios caminhos. Patrícia (Julia Svacinna) planeja estudar no Pantanal, João (João Barreto) quer produzir um filme e Valentina (Soffia Monteiro) se dedica à dança em Minas Gerais. Entre ensaios e aulas como professor de teatro, Tony recebe um inesperado visitante: um bebê deixado na porta de sua casa. De repente, fraldas, noites em claro e até uma passagem pela delegacia se tornam parte da rotina do tio quase perfeito, que agora precisa contar com a ajuda dos sobrinhos para desvendar o mistério e cuidar da criança.
Sinopse
Sentindo-se cada vez mais distante dos sobrinhos, Tony tem sua vida virada de cabeça para baixo quando um bebê é deixado em sua porta. Sem saber como agir, ele se une aos sobrinhos em planos inusitados para encontrar os pais da criança. Entre choro, papinhas e noites mal dormidas, um novo laço de amor transforma a vida do tio que já parecia quase perfeito.
Elenco principal
Tony – Marcus Majella
Patrícia – Julia Svacinna
João – João Barreto
Valentina – Soffia Monteiro
Angela – Leticia Isnard
Cecília – Ana Lucia Torre
Beto – Danton Mello
Equipe e produção
O filme é dirigido por Pedro Antonio, com roteiro de Sabrina Garcia, Pedro Antonio e Rodrigo Goulart. A direção de fotografia é de Felipe Reinheimer, direção de arte de Monica Delfino, figurino por Elisa Faulhaber e caracterização por Dudu Barón. A produção executiva é assinada por Tathiana Mourão, enquanto Erica Iootty lidera a produção geral.
“Um Tio Quase Perfeito 3” é uma produção da Arpoador Audiovisual, em coprodução com H2O Produções e Sony Pictures International Productions. A distribuição fica a cargo da H2O Films, com codistribuição da Sony Pictures.
Produtoras em destaque
A Arpoador Audiovisual, produtora independente carioca fundada por Erica Iootty e Jorge Peregrino, mantém uma linha sólida de projetos para cinema e TV, incluindo o longa de ficção “Perfeitos Desconhecidos” e o remake “Odeio Verão”. A Sony Pictures International Productions, liderada por Shebnem Askin, atua em coproduções locais e lança mais de 30 filmes anualmente em 12 territórios. Já a H2O Produções, fundada em 2023, estreou com a sequência de “O Auto da Compadecida” e mantém um lineup robusto de comédias, cinebiografias e true crimes. A H2O Films distribui desde documentários musicais até comédias de sucesso nacional, incluindo os filmes da franquia “Um Tio Quase Perfeito”.
Expectativa e legado da franquia
A série conquistou o público por unir comédia, emoção e situações familiares universais. Com a chegada do bebê e os desafios inusitados que transformam a vida de Tony, “Um Tio Quase Perfeito 3” promete reforçar o legado da franquia como uma das mais queridas do cinema familiar brasileiro, mantendo Marcus Majella como um dos protagonistas mais carismáticos da comédia nacional.
O thriller de terror e ação Insano estreia em locação digital nesta semana, prometendo uma experiência intensa para fãs de suspense e adrenalina. O filme estará disponível a partir de 23 de outubro em plataformas como ClaroTV+, Prime Video, Vivo Play, Google Play Filmes, YouTube Filmes, Apple TV+ e Microsoft.
Vingança, loucura e criaturas sombrias
Em Insano, Jake Morgan (interpretado por Britt Bankhead) retorna à sua cidade natal após a guerra, mas um ataque devastador transforma seu reencontro com o passado em pesadelo. Durante uma festa de boas-vindas, um grupo de vampiros invade a celebração, resultando no desaparecimento de sua namorada, Samantha. Jake se torna o único sobrevivente e acaba condenado pelo crime, passando nove anos em um hospital psiquiátrico.
Ao sair, ele embarca em uma jornada de vingança e busca por justiça, enfrentando tanto os horrores externos quanto os conflitos internos que assombram sua mente. O filme mistura terror e ação, oferecendo tensão constante e momentos de pura adrenalina.
Trailer
Direção e elenco
O filme é dirigido por Chip Joslin (Mad Bad), com roteiro assinado por Britt Bankhead e Joslin. A produção fica por conta de Britt Bankhead, que também lidera o elenco ao lado de Eric Roberts, Grace Patterson e Samantha Reddy, entre outros. As atuações se destacam por sustentar o clima sombrio e a atmosfera de suspense que permeia toda a narrativa.
Elenco principal: Britt Bankhead, Eric Roberts, Grace Patterson, Samantha Reddy, Jack Maxwell, Paul Kolker, Meg Hobgood, Marie Wetherell, River Perkins, Blake Higdon
Detalhes
País/ano de produção: EUA, 2024
Gênero: Terror, Ação
Duração: 86 minutos
Insano oferece um mergulho intenso nas sombras da mente humana, ideal para maratonas de Halloween ou para quem busca uma história que mistura medo, ação e mistério psicológico.
A PerifaCon 2025, conhecida como a “Comic Con das Favelas”, chega à sua 5ª edição nos dias 25 e 26 de outubro, na Fábrica de Cultura Jardim São Luís, em São Paulo. O evento segue como um dos maiores encontros de cultura geek e inovação da periferia, reunindo milhares de jovens em uma programação que mistura quadrinhos, games, cosplay e oportunidades profissionais.
Este ano, o destaque fica para o Perifa Emprega, espaço voltado à empregabilidade e ao fortalecimento de talentos periféricos no mercado criativo. A iniciativa, que chega à sua terceira edição, é liderada pela BRQ Digital Solutions, empresa referência em transformação digital e inteligência artificial no Brasil. Desde sua criação, o Perifa Emprega já impactou mais de 100 jovens e projetos.
BRQ leva debates sobre IA e futuro do trabalho
Durante o evento, a BRQ promove uma série de palestras e atendimentos voltados à formação profissional e ao uso da tecnologia como ferramenta de inclusão.
No sábado (25), Silvio Andrade, VP de Digital Transformation e Generative AI, abre a programação com a palestra “Limites e potências do uso da Inteligência Artificial”, analisando o papel da IA no futuro do trabalho.
Já no domingo (26), às 13h, Bruno Lucarelli, gerente de marketing da BRQ, fala sobre “Marketing Digital como Carreira”, explorando caminhos e oportunidades na área. Logo depois, às 14h, Weslley Borges, executivo de operações de TI, apresenta “Trampo em Tecnologia: Como Começar do Zero e Chegar Lá”, voltada para quem quer iniciar na área de tecnologia.
Além das palestras, haverá atendimentos personalizados. No sábado, das 14h às 16h, Lucarelli orienta criadores de conteúdo sobre marketing digital. No domingo, das 16h às 18h, Borges realiza análises de portfólios e currículos para quem busca uma colocação no setor.
Tecnologia e periferia lado a lado
Para a BRQ, o evento é mais do que uma vitrine — é uma oportunidade de escuta e conexão com novas gerações.
“Estar presente na PerifaCon nos permite ouvir, aprender e nos conectar diretamente com novas gerações, fortalecendo a cultura de inclusão e destacando talentos que muitas vezes não têm visibilidade no mercado de tecnologia”, afirma Paula Molina, gerente de endomarketing da BRQ.
A idealizadora do evento, Andreza Delgado, reforça a importância dessa parceria:
“Sabemos que é urgente inserir e dar continuidade aos debates sobre tecnologia nas periferias, e o apoio da BRQ tem sido essencial para tornar isso possível. Nossa parceria reforça o compromisso em abrir caminhos para que mais pessoas da quebrada ocupem esse espaço.”
Um evento feito pela quebrada e para a quebrada
Reconhecida por aproximar o universo geek da juventude periférica, a PerifaCon continua sendo um ponto de encontro entre cultura, criatividade e transformação social. A expectativa é superar o público de 10 mil pessoas registrado em 2024, com atrações como concursos de cosplay, painéis, oficinas e atividades voltadas ao mercado de trabalho.
Serviço — PerifaCon 2025
📅 25 e 26 de outubro de 2025 (sábado e domingo) 📍 Rua Antônio Ramos Rosa, 651 — Jardim São Luís, São Paulo 🎟️ Entrada gratuita, sem necessidade de inscrição 👾 Classificação livre
Agenda BRQ — Palestras e atendimentos
25/10 (Sábado)
13h – Limites e potências do uso da Inteligência Artificial — Silvio Andrade
14h às 16h – Marketing digital para criadores de conteúdo — Bruno Lucarelli
26/10 (Domingo)
13h – Marketing Digital como Carreira — Bruno Lucarelli
14h – Trampo em Tecnologia: Como Começar do Zero e Chegar Lá — Weslley Borges
16h às 18h – Análise de portfólio e currículo para ingressar no mercado de tecnologia — Weslley Borges
A ATLUS lançou oficialmente Persona 3 Reload para o Nintendo Switch 2, e os fãs da série agora podem viver (ou reviver) a jornada do SEES em versão portátil. O anúncio veio acompanhado de um novo trailer de lançamento, destacando os visuais atualizados, melhorias de performance e toda a atmosfera do RPG que marcou uma geração.
A equipe do JWave já jogou a versão de Nintendo Switch 2 e você pode ler o nosso review aqui.
Demo gratuita disponível na Nintendo eShop
Uma demo gratuita de Persona 3 Reload já pode ser baixada na Nintendo eShop. Nela, os jogadores experimentam o início do jogo, assumindo o papel de um estudante transferido que descobre a misteriosa “Hora Sombria”. O melhor é que o progresso da demo pode ser transferido para a versão completa, permitindo continuar a história do ponto em que parou — ideal para quem quer testar antes de comprar.
Um clássico repaginado para a nova geração
Originalmente lançado em 2006 e completamente refeito em 2024, Persona 3 Reload é uma reimaginação moderna de um dos RPGs mais influentes da ATLUS. O remake traz gráficos atualizados, combate refinado, interface redesenhada, e nova dublagem em inglês, além de localização completa em português brasileiro.
O jogo foi amplamente elogiado pela crítica, recebendo o Award for Excellence no Japan Game Awards 2024 e ultrapassando 1 milhão de cópias vendidas em sua primeira semana. Agora, com a chegada ao Switch 2, o título ganha a vantagem de ser jogado em qualquer lugar.
Edições e preços no Nintendo Switch 2
O jogo chega ao Nintendo Switch 2 em três versões digitais:
Standard Edition – R$ 299,90
Digital Deluxe Edition – R$ 349,90 (com artbook e trilha sonora digital)
Digital Premium Edition – R$ 444,50 (inclui todo o conteúdo da Deluxe + Pacote P3R DLC)
Além das versões principais, há conteúdos extras que expandem a experiência, como o Episode Aigis – The Answer (R$ 169,90), que adiciona uma nova história após os eventos do jogo base. Também estão disponíveis o Pacote Premium de DLC (R$ 179,90) e o Pacote de DLC padrão (R$ 129,90), trazendo skins e trilhas de Persona 4 Golden e Persona 5 Royal.
Trailer
Um novo despertar para o SEES
Com suporte a áudio em japonês e inglês e legendas em nove idiomas, incluindo português, Persona 3 Reload mostra o cuidado da ATLUS com o público global. O jogo mantém o mesmo conteúdo e qualidade das versões para PlayStation, Xbox e PC, mas agora com a portabilidade do Switch 2, que torna explorar o Tártaro e gerenciar a vida escolar ainda mais prático.
A NC America anunciou a chegada da nova classe Samurai Crow em Lineage II, um dos MMORPGs mais antigos e influentes do gênero. A atualização gratuita chega no dia 4 de novembro para PC, via plataforma PURPLE, e marca um momento histórico: será a primeira vez que todas as regiões receberão o update simultaneamente.
Lançado em 2003 e ativo há mais de duas décadas, Lineage II segue como um dos pilares do gênero online. A atualização Samurai Crow representa uma mudança significativa na estratégia da NCSOFT, que tradicionalmente publicava seus conteúdos por território. Agora, a empresa aposta em uma experiência global e sincronizada, permitindo que jogadores de diferentes regiões compartilhem o mesmo ciclo de conteúdo e eventos.
Quem fizer o pré-registro já pode garantir recompensas que estarão disponíveis no lançamento, incluindo o Crow Earring, Fox Necklace e o Crow Start Package — um empurrão inicial para explorar o novo conteúdo.
Samurai Crow
A nova classe chega não só aos servidores Live, Aden e Wolf, mas também a um novo servidor exclusivo: o Samurai Crow. O servidor trará diversas inovações pensadas para modernizar a experiência do jogo, mantendo o espírito competitivo que marcou Lineage II desde o início.
Entre os principais destaques:
Arena Global: os eventos agora permitirão comparações de desempenho entre jogadores de todas as regiões, ampliando o senso de comunidade global.
Field Raid Bosses simultâneos: todos os chefes aparecerão ao mesmo tempo, evitando o domínio de uma única guilda e promovendo disputas mais equilibradas.
Foco em PvP: as batalhas entre jogadores acontecerão em horários de pico, reduzindo o tempo de espera e aumentando a intensidade dos confrontos.
Economia flexível: a moeda principal continua sendo a Adena, mas a nova estrutura recompensa períodos de maior atividade nos servidores com itens raros e materiais valiosos, fortalecendo o comércio via World Trade.
Comunidade e criação de conteúdo
Além da atualização, a NCSOFT está incentivando a comunidade a participar mais ativamente do universo do jogo. O Programa de Criadores de Lineage II está aberto para quem deseja produzir conteúdo oficial e receber recompensas exclusivas.
Um clássico que resiste ao tempo
Com 22 anos de suporte contínuo, Lineage II mantém uma base fiel de jogadores. Em seu auge, o título registrou mais de 40 milhões de jogadores únicos e chegou a contar com 2,1 milhões de assinantes mensais em 2005. Mesmo após duas décadas, o MMORPG segue evoluindo e encontrando formas de permanecer relevante no cenário competitivo.
A nova classe Samurai Crow e o update global mostram que, mesmo após tantos anos, Lineage II ainda tem muito a oferecer aos fãs de fantasia, grind e batalhas lendárias.
A espera acabou. Chainsaw Man está de volta, agora nos cinemas. Criado em 2018 e viralizado como animê em 2022, Chainsaw Man surgiu nas páginas da Shonen Jump, com uma pegada atual, descolada e cheia de personalidade, ao lado de outros títulos da época como Dan Da Dan, Jujutsu Kaisen e Kaiju N° 8.
Seguindo os moldes de produções como Demon Slayer, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze vem direto do mangá, sem filler ou história original para o cinema, adaptando o arco que sucede a primeira temporada.
Criado por Tatsuki Fujimoto, o filme traz de volta o estúdio MAPPA e o diretor Tatsuya Yoshihara.
Se por um lado Chainsaw Man parece caótico e insano no visual, por outro Denji é o típico jovem em ebulição, com sentimentos à flor da pele e descobrindo na cara e na coragem o que sente pelo sexo oposto.
A história
A trama começa logo após os eventos da luta contra o Katana Man. Denji finalmente descansa enquanto não chega nenhuma nova missão por aí.
É justamente nesse momento que ele sai em uma maratona de filmes com Makima. Ela comenta que gosta de assistir a todo tipo de filme, mesmo que, de dez, normalmente só um a agrade. Denji, que teve a mesma impressão depois da maratona, percebe que sente algo parecido com o que Makima descreveu e, principalmente, que aquele passeio foi especial, o que o convence de que ela é a mulher certa para ele.
Mas, como típico adolescente, ele imagina que Makima o convidaria para qualquer outra coisa, o que rende cenas hilárias das divagações dele.
Tudo muda quando Denji conhece Reze no meio da chuva. Dividindo uma cabine telefônica, eles riem juntos e ela o convida para visitar a cafeteria onde trabalha.
Denji aparece por lá no mesmo dia, lutando contra seus sentimentos por Makima e percebendo que pode amar duas mulheres diferentes.
A partir daí, Denji e Reze passam mais tempo juntos. Seria apenas amizade ou algo a mais?
O auge dos passeios vem quando os dois invadem a piscina de uma escola fechada. Tirando as roupas, nadam nus à noite, em um momento que testa os limites de Denji. Reze parece saber exatamente o que faz, ciente da confusão de sentimentos do garoto.
Aos poucos, Denji se deixa conquistar, deixando Makima de lado. O ponto alto vem no festival, com um beijo sob uma chuva de fogos de artifício.
Nem tudo é o que parece
Com o tempo, percebemos junto de Denji que Reze não é tão inocente assim. Na verdade, ela é o Bomb Devil e só quer o coração de Denji, literalmente.
Deixando o romance de lado, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze abraça o que está no DNA da obra: o caos brutal das batalhas. A luta entre Denji e Reze é explosiva, com ele em desvantagem emocional e ela atacando sem piedade.
Será que ele conseguirá enfrentar sozinho aquela que, até pouco tempo atrás, era seu grande amor?
Opinião
Trazendo mais romance do que se esperava, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze eleva o nível da animação, com uma qualidade inédita na franquia.
Se as batalhas são surreais e o romance juvenil é o grande motor da história, Tatsuki Fujimoto entrega uma trama que traduz perfeitamente a mente de um adolescente. Mesmo que o público não seja mais um, as divagações de Denji soam autênticas e familiares.
A versão cinematográfica, dirigida por Yoshihara e roteirizada por Hiroshi Seko, adapta o arco como uma tragédia já anunciada. E funciona muito bem na telona, com ritmo natural e sem pressa, resultando em uma ótima adaptação.
Com excelente bilheteria no Japão, o filme chegou a desbancar Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito logo na estreia. Um feito que mostra o poder da franquia e do estúdio MAPPA, que continua em alta.
No Brasil, o filme recebeu classificação para maiores de 18 anos, algo esperado, considerando cenas como a nudez na piscina e as situações mais adultas. Chainsaw Man sempre foi uma obra “adulta”, e a decisão faz sentido. Só resta torcer para que isso não atrapalhe o desempenho nos cinemas.
Trilha sonora
Falando em música, o filme traz a canção “Iris Out”, de Kenshi Yonezu, o mesmo artista responsável pela abertura “KICK BACK” da primeira temporada. Ele retorna com mais uma música chiclete, agora em tom de encerramento épico. Além dela, há “Jane Doe”, uma colaboração entre Kenshi Yonezu e Utada Hikaru, que entrega uma balada romântica e igualmente viciante.
Veredito
Com boa história, cenas de ação intensas e trilha sonora marcante, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze se destaca como uma das grandes estreias do ano nos cinemas. A dublagem brasileira, mantendo o elenco original da primeira temporada, continua impecável, um ponto extra que reforça o impacto da adaptação.
Pré-estreia nos cinemas
Giuliano Peccilli
Fomos convidados pela Crunchyroll e pela Sony Pictures para o Anime Nights, com a primeira exibição da animação para o público brasileiro. A sessão aconteceu no Cinemark do Shopping Eldorado, todo tematizado com os personagens do animê, e contou com a presença dos dubladores, entre eles Erick Bougleux, voz de Denji.
Rolou sorteio de Funkos, pelúcias do Pochita e viseiras com a serra elétrica do Chainsaw Man, deixando a noite ainda mais divertida. Agradecemos o convite da Crunchyroll por permitir assistir ao filme em primeira mão.
O mangá de Tatsuki Fujimoto, publicado desde 2018 pela Shueisha, já acumula 20 volumes. No Brasil, a obra sai pela Panini em edição física, enquanto a Parte 2 tem lançamento simultâneo em português via MANGA Plus.
Para quem quiser revisitar o anime antes do filme, a adaptação completa está disponível na Crunchyroll.
Trailer
Pôster
Nota: 5 (de 5)
Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze
Data de lançamento: 23 de outubro de 2025 (Brasil)
Diretor: Tatsuya Yoshihara
Duração: 1h40
Adaptação de:Chainsaw Man
Produtora: MAPPA
Gêneros: Animação, Terror, Aventura
Agradecimentos a Crunchyroll e a Sony Pictures pelo convite para produção deste conteúdo.
Será que podemos mudar o nosso destino? Dando vida a Elvira (Lea Myren), uma garota “feia” que sonha em casar com um príncipe encantado, A Meia-Irmã Feia chega aos cinemas pela Mares Filmes e Alpha Filmes.
Co-produção entre Noruega, Dinamarca, Romênia, Polônia e Suécia, o longa apresenta uma versão inusitada de Cinderela, onde a viúva Rebekka (Ane Dahl Torp) e suas filhas, Elvira (Lea Myren) e Alma (Flo Fagerli), assumem o protagonismo. Já Agnes (Thea Sofie Loch Næss), a nossa Cinderela, é transformada em uma personagem secundária e até fútil nesta releitura ousada.
Um conto distorcido e provocante
Agnes contando a Elvira que seu pai só se casou com a mãe dela achando que fossem ricos
Misturando elementos de terror e sátira, A Meia-Irmã Feia vem recebendo elogios em festivais e agora chega ao Brasil com cópias dubladas e legendadas. E a pergunta é inevitável: vale a pena? Sim, e muito. É uma experiência curiosa, incômoda e inteligente dentro das estreias da semana.
A trama se inicia em uma era medieval, repleta de banquetes nada apetitosos. É nesse cenário que Rebekka (Ane Dahl Torp) se casa com Otto (Ralph Carlsson), unindo suas famílias por puro interesse: ela acredita que o noivo é rico, e ele pensa o mesmo dela. No dia do casamento, Otto morre, deixando a filha Agnes (Thea Sofie Loch Næss) aos cuidados de Rebekka e as terras confiscadas.
Com o príncipe da região prestes a se casar, as jovens da nobreza são convidadas para o grande baile. Alma (Flo Fagerli) recebe um convite e, de forma improvisada, Rebekka tenta incluir Elvira também, usando o convite da meia-irmã. Percebendo que está envelhecendo e teme perder sua chance de ascender socialmente, Rebekka decide transformar Elvira em sua nova aposta.
Cirurgias da época eram bem “agressivas”
O dinheiro que seria usado para o enterro de Otto vira investimento em Elvira: aulas de dança com Sophie von Kronenberg (Cecilia Forss), cirurgia no nariz com o excêntrico Dr. (Adam Lundgren) e a remoção do aparelho dental. A sequência da cirurgia é desconfortável e realista, com o médico quebrando o nariz da jovem em uma cena grotesca e marcante. Ainda insegura com o corpo, Elvira tenta controlar a gula para conquistar o príncipe.
Enquanto isso, Agnes se envolve com Isak (Malte Gårdinger), um empregado da casa, mas é descoberta e punida. Rebekka expulsa o rapaz e rebaixa Agnes à condição de serviçal, repassando seus vestidos caros às filhas. As aulas de dança revelam que, para Sophie, apenas Agnes tem talento, e que Elvira está ali apenas porque a mãe paga.
Entre vermes e vaidade
Dança no baile
O príncipe Julian (Isac Calmroth), típico herdeiro arrogante, zomba de Elvira enquanto ela ainda se recupera da cirurgia. Determinada, ela ignora as humilhações e aceita até mesmo um “ovo de tênia” que supostamente ajudaria a emagrecer, um toque grotesco e simbólico da obsessão pela beleza.
Agnes, por sua vez, tenta usar o vestido deixado pela mãe falecida, interpretada por Agnieszka Żulewska, mas o ciúme de Rebekka e Elvira leva à destruição da roupa. Quando tudo parece perdido, a jovem recebe ajuda sobrenatural da mãe, em uma sequência que brinca com o conto de fadas original, com o vestido restaurado por bichos-da-seda.
No baile, Elvira surge deslumbrante, com vestido novo e peruca loira. Mas é Agnes quem chama atenção do príncipe, disfarçada com um adereço. Mesmo nesta versão distorcida, o destino parece repetir o mesmo enredo: é a Cinderela quem conquista o príncipe e foge à meia-noite.
Só que aqui, tudo o que Elvira sacrificou para ser bela começa a cobrar o preço. O cabelo cai, o corpo reage e a sanidade se esvai. Ao tentar tomar o antídoto fornecido por Madame Wandzia (Katarzyna Herman), ela já não pensa por conta própria.
Crueldade disfarçada de fábula
A Meia-Irmã Feia impressiona pela coragem em reinterpretar o clássico. Mostra sem filtros o desespero de mulheres que precisam agradar homens ricos para garantir segurança e status. Rebekka é o retrato dessa dependência, moldando as filhas para seguirem o mesmo caminho.
Apesar de conter elementos grotescos, o filme se encaixa melhor na sátira do que no terror. A sujeira, os vermes e até o corpo em decomposição de Otto, mantido em casa à espera do “casamento perfeito” de Elvira, funcionam como metáforas da decadência moral.
A nudez é usada de forma simbólica com Elvira diante do espelho, questionando a própria beleza, e os corpos masculinos, como o de Isak e do príncipe Julian, expostos de modo quase banal, reforçando a relação entre desejo, poder e aparência.
O momento mais impactante chega quando Elvira, tentando calçar o sapatinho, corta o próprio pé e, desmaiada, é mutilada pela própria mãe, que completa o ato sem hesitar. É a crueldade do pragmatismo levado ao extremo. Na sequência, vemos Frederik von Bluckfish (Willy Ramnek Petri) e Jan (Kyrre Hellum) reforçando a presença masculina superficial e cínica que orbita a história, enquanto a chef (Oksana Czerkasyna) e o administrador (Richard Forsgren) completam o retrato social dessa corte decadente.
Na reta final, Alma foge levando Elvira, enquanto Rebekka se entrega a outro homem, indiferente ao que causou. É um encerramento que escancara o ciclo de abusos e ambições que cercam aquelas mulheres.
Não é exatamente um filme de terror, mas um retrato sombrio sobre o que a busca pela aceitação pode fazer com as pessoas. Ao inverter os papéis e questionar quem é, de fato, a protagonista de um conto de fadas, A Meia-Irmã Feia mostra que mudar o destino tem um preço, e nem sempre o final feliz pertence à heroína.
Agnes com seu pai em decomposição
Nota: 4,5 (de 5)
A Meia-Irmã Feia
Título Original:Den Stygge Stesøsteren (The Ugly Stepsister) Direção: Emilie Blichfeldt Roteiro: Emilie Blichfeldt, baseado em Aschenputtel dos Irmãos Grimm Elenco: Lea Myren, Ane Dahl Torp, Thea Sofie Loch Næss, Flo Fagerli, Isac Calmroth, Malte Gårdinger, Ralph Carlsson, Cecilia Forss, Katarzyna Herman, Adam Lundgren, Willy Ramnek Petri, Kyrre Hellum, Oksana Czerkasyna, Richard Forsgren, Agnieszka Żulewska Fotografia: Marcel Zyskind Montagem: Olivia Neergaard-Holm Música: Kaada e Vilde Tuv Produção: Mer Film, Lava Films, Motor, Zentropa Distribuição: Mares Filmes, Alpha Filmes Países: Noruega, Dinamarca, Romênia, Polônia e Suécia Ano: 2025 Duração: 109 minutos Gênero: Terror, Comédia Classificação: 18 anos
Agradecimentos a Alpha Filmes e a Mares Filmes pelo convite para produção deste conteúdo.
O estúdio brasileiro Liminal Road traz para o PC o survival horror Doctor Viscera, com lançamento marcado para 28 de outubro de 2025. Inspirado nos clássicos do PlayStation 1 e 2, o jogo combina visual retrô, atmosfera sombria e mecânicas modernas, já conquistando a atenção de gamers ao redor do mundo. A pré-save já está disponível na Steam.
Em Doctor Viscera, você vai se perder pelo misterioso manicômio GrimmHaus, tentando escapar das garras do próprio Dr. Viscera, um cientista louco que transforma visitantes em cobaias para seus experimentos. O jogo mistura terror, ação e aventura, entregando uma experiência intensa e cheia de tensão, mesmo para quem já é veterano do gênero.
O título ainda traz quatro níveis de dificuldade, dublagem em português, inglês e francês e diversas opções de personalização da gameplay, permitindo estratégias diferentes a cada partida. A rejogabilidade é alta: cada exploração pode virar uma experiência completamente nova.
Lucas Chagas, fundador da Liminal Road, comenta:
“Mesmo com estética retrô, Doctor Viscera usa tecnologia moderna para uma jogabilidade fluida. Cada detalhe, da IA dos inimigos à trilha sonora, foi pensado para que o terror seja real.”
Demo bombando e herança indie
Fotos: Divulgação/Liminal Road
A demo de Doctor Viscera já acumula mais de 5 mil downloads e o hype só aumenta. A Liminal Road conquistou público global com Laser Tag Massacre, que chamou atenção de CaseOh, eleito “Melhor Criador de Conteúdo do Ano” no The Game Awards 2024, além de youtubers brasileiros como Cellbit e Alanzoka.
Pedro Luz, outro fundador, resume a ambição do estúdio:
“Doctor Viscera é evolução pura. Foram 10 meses intensos criando algo assustador, mas divertido. Queremos mostrar que o Brasil tem força no cenário global de games indie.”
Onde jogar
O jogo estará disponível a partir de 28/10 nas plataformas Steam e itch.io, por R$ 19,90. A demo gratuita na Steam permite sentir o clima do GrimmHaus antes do lançamento completo.
Fundada em 2024, a Liminal Road é um estúdio brasileiro dedicado a criar jogos de terror com estética PSX. Seus títulos incluem Golly Soda Pop, Laser Tag Massacre e agora Doctor Viscera. Com foco em experiências imersivas e autorais, o estúdio quer colocar o Brasil no mapa global do desenvolvimento indie.
A icônica série de ninjas da SEGA retorna em SHINOBI: Art of Vengeance, agora com promoção imperdível: a edição Digital Deluxe está com 25% de desconto na PlayStation Store e Nintendo Switch eShop. A oferta é válida até 1º de novembro no Switch e 6 de novembro no PlayStation, garantindo acesso antecipado ao DLC Fase Vilões da SEGA, que chega em 2026 com batalhas contra Dr. Eggman, Death Adder e Goro Majima.
Ninja clássico encontra modernidade em 2D
Desenvolvido pela Lizardcube e publicado pela SEGA, Art of Vengeance combina a ação intensa de plataformas em 2D com elementos de Metroidvania. Jogadores controlam Joe Musashi, mestre shinobi do clã Oboro, em níveis repletos de inimigos, chefes poderosos e segredos escondidos.
O combate permite usar tanto espada e kunai quanto poderes mágicos chamados Ninpo. Marcando inimigos com o sistema de “Shinobi Execution”, é possível eliminar vários adversários simultaneamente. Amuletos e upgrades de combate ampliam ainda mais a profundidade estratégica, enquanto a mobilidade ninja garante saltos duplos, dashes no ar e rolamentos ágeis.
História de vingança e sombras
O enredo mergulha o jogador em um mundo assolado pela ENE Corporation, uma organização paramilitar que domina soldados humanos e yokais. Musashi, junto de sua esposa Naoko, enfrenta a destruição de seu clã e embarca em uma jornada de vingança e resgate. A narrativa cruza com criaturas e vilões clássicos da SEGA, criando um universo compartilhado que conecta o passado e o presente da franquia Shinobi.
Legado da série Shinobi
Desde o primeiro lançamento em 1987, nos arcades, a série Shinobi se consolidou como referência em ação ninja, combinando gráficos de ponta, trilhas sonoras marcantes e dificuldade desafiadora. Joe Musashi se tornou o protagonista clássico, atravessando décadas de jogos com diferentes mecânicas, desde o estilo side-scrolling dos arcades e consoles da Sega, até experiências em 3D no PlayStation 2 e títulos portáteis no Game Gear e Nintendo 3DS. Cada entrada da franquia expandiu a mitologia ninja, introduzindo novos inimigos, cenários variados e poderes de Ninpo, sem perder a identidade de agilidade e precisão que define um verdadeiro shinobi. Art of Vengeance continua essa tradição, modernizando o combate e a exploração enquanto mantém o espírito clássico da série vivo para novos e antigos fãs.
Promoção Digital Deluxe
A edição Digital Deluxe inclui o jogo completo e acesso ao DLC Fase Vilões da SEGA, desbloqueando chefes lendários. A promoção está ativa nas seguintes datas:
Sabe aqueles programas de auditório japoneses que de tempos em tempos viralizam por aí? Once Upon A KATAMARI mostra exatamente aquela versão do Japão meio amalucada que muitos imaginam, e que no fim parece mesmo ser um pouco assim por lá.
A franquia nasceu em 2004 e agora retorna com Once Upon A KATAMARI, chegando para PCs (via Steam), Nintendo Switch e PlayStation 4 e 5. Desta vez, está ainda mais maluca, onde o importante é rolar e pegar tudo o que estiver pela frente. Com trilhas de J-pop, o Japão Feudal e o Rei de Todo o Cosmo de olho no Príncipe e seus 68 primos que estão na Terra.
Simples, maluco e ótimo para jogar quando você não quer algo muito complexo, Once Upon A KATAMARI é perfeito para ligar o console e ser feliz com a jogatina.
História
O Rei de Todo o Cosmo acabou derrubando um pergaminho e, por engano, quebrou a Terra e as estrelas. Agora, ao enviar o Príncipe e seus primos, eles precisam rolar seus katamaris atrás de objetos para restaurar a energia da força.
A grande sacada aqui em Once Upon A KATAMARI (Era uma vez um Katamari, em português) é que você precisa viajar por diferentes eras, passando pelos dinossauros, pelo Japão Feudal e por muitos outros cenários. A missão é coletar objetos, enrolar katamaris nos tamanhos exatos e, junto dos primos, customizar tudo e colocar ordem na bagunça cósmica.
Jogabilidade
Giuliano Peccilli
O jogo oferece dois tipos de controle: um voltado para quem já está acostumado com Katamari e outro mais simples. E devo confessar, fui direto na versão simples, que usa basicamente os dois direcionais, enquanto funções extras vão sendo apresentadas aos poucos.
É aqui que Once Upon A KATAMARI brilha. Ele é simples e muito gostoso de jogar. Você vai apenas rolando pelas fases e coletando tudo o que vê pela frente: insetos, sushi, botões, palitos de dente… tudo entra no katamari até atingir o tamanho pedido em cada missão. Seja 7 cm ou 15 cm, o que importa é continuar rolando e até subindo estruturas das fases para cumprir o objetivo. O desafio vai crescendo gradualmente, e logo você aprende a acelerar, subir rampas, atravessar pontes e lidar com obstáculos que testam sua habilidade.
As fases ainda trazem presentes, coroas e outros itens essenciais para concluir desafios e desbloquear novas áreas no mapa, cada vez mais amplas e criativas.
Customização
A grande sacada está na customização. Quanto mais itens você coleta, mais opções de penteados, rostos, bigodes e roupas são liberadas para criar o visual dos seus primos. Com 68 primos disponíveis, dá para ousar muito, criando visuais distintos e originais com tudo o que você encontrar nas fases.
É verdade que, por ser um jogo tão excêntrico, alguns visuais são completamente fora da casinha. Mas é justamente isso que torna Katamari tão divertido. Aqui, a regra é abraçar a maluquice.
Steam Deck
Jogando no Steam Deck – Giuliano Peccilli
Puzzle e fácil de jogar, Once Upon A KATAMARI combina perfeitamente com o modo portátil de consoles como o Steam Deck e o Nintendo Switch. Testando no Steam Deck, dá para dizer que o jogo é uma delícia nesse formato, parecendo até que foi feito para ele.
Embora o Steam Deck possa avisar no início que o jogo não é otimizado, ele rodou 100%, totalmente adaptado ao portátil da Valve. Ponto positivo para a Bandai Namco, que lança o jogo já compatível com o sistema e otimizado para o modo portátil.
Opinião
Once Upon A KATAMARI é completamente maluco, e se eu tivesse que explicar para alguém que nunca jogou, diria que é o estranho encontro entre Tetris e Wario. Isso porque, embora seja um puzzle, traz a irreverência dos minigames do Wario. Once Upon A KATAMARI seria, então, o ponto de encontro desses dois mundos.
Divertido e sem noção, Once Upon A KATAMARI é perfeito para relaxar depois de um dia de trabalho ou estudo. É o tipo de jogo em que você ri, se diverte pegando itens pela tela e vai completando missões sem estresse. Se você costuma se irritar com certos jogos, aqui é o oposto: Once Upon A KATAMARI é puro relaxamento e fica cada vez mais viciante quanto mais você joga.
Mesmo sendo uma franquia antiga, lá do PlayStation 2, Once Upon A KATAMARI mantém a caricatura divertida do Japão, ainda que agora em uma viagem pelas eras, tirando sarro de si mesmo e mantendo o humor leve. Os personagens são absurdos e não há como levá-los a sério, o que só torna tudo mais divertido.
O único ponto negativo é a ausência de legendas em português, algo que hoje já se espera da maioria dos jogos. Aqui, jogamos em inglês, o que pode dificultar o entendimento das missões, especialmente para quem não domina o idioma ou para crianças que certamente vão se encantar com a simplicidade da jogabilidade.
Viciante e carismático, Once Upon A KATAMARI prende sua atenção com uma proposta simples, maluca e divertida. É um ótimo jogo para ter sempre instalado quando você quiser algo leve para jogar. Eu conhecia a franquia, mas nunca tinha jogado, e depois de Once Upon A KATAMARI, virei fã e já quero ajudar o Rei de Todo o Cosmo mais vezes.
Nota: 4 (de 5)
Once Upon A KATAMARI
Data de lançamento: 24 de outubro de 2025
Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox Series X|S, Steam
Desenvolvedor: RENGAME
Gêneros: Quebra-cabeça, Ação/Aventura
Distribuidora: Bandai Namco
Agradecimentos a Bandai Namco pelo envio do jogo para produção deste conteúdo.