A Diamond Films revelou o teaser pôster de Destruição Final 2, sequência do sucesso Destruição Final: O Último Refúgio (2020). O longa, dirigido por Ric Roman Waugh, chega aos cinemas brasileiros em 5 de fevereiro de 2026 e retoma a saga da família Garrity em um mundo devastado.
Na trama, John e Alisson Garrity, interpretados por Gerard Butler e Morena Baccarin, precisam deixar o bunker na Groenlândia que os protegeu durante a catástrofe global. Junto do filho Nathan (Roman Griffin Davis), eles enfrentam desafios extremos enquanto buscam um novo lar em um planeta irreconhecível.
O filme promete expandir o universo pós-apocalíptico da franquia, explorando não apenas a luta pela sobrevivência, mas também os laços familiares diante de um cenário de destruição total.
Elenco e equipe
Além do trio principal, Destruição Final 2 conta com Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa, Tommie Earl Jenkins e William Abadie. O roteiro é assinado por Mitchell LaFortune e Chris Sparling, reunindo tensão, ação e drama familiar.
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Distribuição e estreia
A Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, é responsável pelo lançamento do filme, que chega aos cinemas em 5 de fevereiro de 2026, consolidando a franquia como um dos destaques do gênero de ação e desastre nos próximos anos.
O maior campeonato competitivo de PUBG MOBILE das Américas está de volta. A PMSL Americas Fall 2025 reúne as principais equipes do continente em busca do título, da premiação de US$ 200 mil e de duas vagas diretas para o PUBG MOBILE Global Championship (PMGC) 2025, marcado para novembro.
O torneio terá 16 organizações do Brasil, América Latina e América do Norte. O Brasil será representado por Team Liquid, Alpha7 Esports, INFLUENCE RAGE, INTENSE GAME (atual campeã), Loops Esports e Maryland Esports.
Da América Latina, nomes como 9z Team, RoW Esports, Resilience Esports, United For Gaming e Team Jaguar Esports entram na disputa. A América do Norte traz iNCO Gaming, Wolves Esports, X FORCE, VIP ESPORTS e Straight Outta Nepal.
A competição não é apenas pelo troféu. Cada equipe busca conquistar a maior parte da premiação total e garantir presença no cenário global.
Estrutura do torneio e mapas
A PMSL Americas Fall 2025 começa nesta quarta-feira (1º) com duas rodadas de liga antes das finais, que vão acontecer entre 10 e 12 de outubro. Os jogadores enfrentarão adversários em mapas icônicos como Erangel, Rondo e Miramar, onde estratégia, coordenação e reflexos rápidos serão decisivos.
Transmissão ao vivo e narradores
As partidas serão transmitidas nos canais oficiais do PUBG MOBILE no YouTube, Facebook, Instagram e TikTok, a partir das 17h nos dias de competição. A narração e os comentários ficam por conta de Leona, Stoker, Ferzote, Reppulsor e Kadi, garantindo uma cobertura completa e cheia de energia para os fãs.
Tecnologia a favor dos jogadores
O Infinix GT30 Pro retorna como o celular oficial do torneio, oferecendo taxa de atualização de quadros superior e desempenho otimizado, permitindo que os jogadores entreguem seu melhor desempenho dentro do jogo.
PUBG MOBILE está disponível gratuitamente naApp Store e Google Play Store, permitindo que qualquer jogador acompanhe e participe da ação.
Fortnite une forças com o universo K-Pop ao trazer Rumi, Mira e Zoey para o Battle Royale. Os jogadores agora podem não apenas acompanhar músicas e coreografias do trio, mas também integrar suas habilidades em batalhas, enfrentando ondas de inimigos com amigos.
O Modo Horda Impetuosa retorna como Horda Demoníaca. Entre 2 de outubro e 1 de novembro, é possível recrutar Rumi, Mira ou Zoey para combater ondas infinitas de demônios sem rosto. Cada fase de sobrevivência concede vantagens inspiradas nas Guerreiras do K-Pop, combinando estratégia, ritmo e estilo.
Trajes e acessórios: leve o trio para sua jogabilidade
O Pacote HUNTR/X, disponível a partir de 2 de outubro, traz trajes, acessórios e gestos de Rumi, Mira e Zoey. Além da estética, completar missões no Battle Royale e Blitz desbloqueia itens exclusivos, como a Espada de Rumi e o Ramen Extra Apimentado de Mira, integrando poder e estilo à experiência do jogador.
Fortnite Creative: crie seus próprios mundos K-Pop
Os criadores têm a oportunidade de desenvolver experiências inéditas com as Guerreiras do K-Pop a partir de 2 de outubro, utilizando o Unreal Editor para Fortnite (UEFN) e o Fortnite Creative.
Entre os recursos disponíveis:
HUNTR/X como PNJs com habilidades de combate corpo a corpo
Inimigos demoníacos que desafiam reflexos e estratégia
Itens exclusivos e mecânicas inspiradas no universo K-Pop
É possível criar ilhas focadas em confrontos coreografados ou combinar elementos de combate com a estética do trio, proporcionando experiências únicas para a comunidade.
Trailer
Unreal Engine e a cinematografia das Guerreiras
A Sony Pictures Imageworks utilizou o Unreal Engine durante a produção para criar cinematografia e animar as coreografias de luta das Guerreiras do K-Pop. O resultado é uma integração entre estética visual e jogabilidade, trazendo o estilo e a energia do K-Pop para dentro do Fortnite.
Na última segunda-feira (29), a SEGA anunciou no X que Joe Musashi terá um novo desafio: enfrentar Death Adder, o gigante icônico da série Golden Axe. O anúncio faz parte do DLC Fase Vilões, que trará ainda Dr. Eggman e um terceiro vilão misterioso para o universo de SHINOBI: Art of Vengeance.
A promessa é de confrontos épicos, onde a katana de Musashi vai se chocar contra o machado de Death Adder em batalhas que combinam agilidade, estratégia e ataques ninjas.
SHINOBI: Art of Vengeance em detalhes
Lançado em 29 de agosto de 2025, Art of Vengeance é um jogo de ação e plataforma 2D desenvolvido pela Lizardcube e publicado pela SEGA, disponível para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Windows, Xbox One e Xbox Series X/S.
O jogador controla Joe Musashi, atravessando níveis repletos de inimigos e chefes desafiadores. Armado com espada, kunai e poderes mágicos chamados “Ninpo”, Musashi pode marcar inimigos e executar o Shinobi Execution, eliminando todos de uma vez. Amuletos fornecem bônus extras em combate, e a movimentação ágil permite saltos duplos, corridas aéreas e rolamentos para esquiva.
Metroidvania e modos extras
Diferente das entradas anteriores, Art of Vengeance aposta em exploração estilo Metroidvania, com segredos e conteúdos opcionais escondidos em cada fase. O ouro obtido nos níveis pode ser usado para desbloquear ferramentas, movimentos e melhorias, ampliando o arsenal de Musashi.
Após completar cada estágio, o modo Arcade desafia os jogadores a terminarem os níveis no menor tempo possível, adicionando uma camada extra de replay e competitividade.
Próximos passos no DLC Fase Vilões
Com Death Adder já confirmado e Dr. Eggman garantido, fica a expectativa sobre o terceiro vilão. A SEGA mantém o suspense, mas a expectativa é que Art of Vengeance continue trazendo confrontos memoráveis entre os personagens mais icônicos do seu universo.
Nos anos 1990, ligar a TV era entrar num mundo onde X-Men, Homem-Aranha, Hulk e Quarteto Fantástico dominavam as manhãs na Globo ou na Fox Kids. Ao mesmo tempo, nas bancas, os quadrinhos entregavam encontros grandiosos como Guerras Secretas. E quem cresceu nessa época sabe a frustração: por que os jogos não acompanhavam essa festa? Cada título vinha isolado, focando em apenas um herói ou uma equipe, sem nunca arriscar um grande crossover. Parecia que aquele sonho de juntar todo o universo Marvel num só jogo ia ficar só na imaginação.
É aqui que Marvel Cosmic Invasion entra em cena. Produzido pela Tribute Games, a mesma que reacendeu a chama dos beat ‘em ups com Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, e publicado pela Dotemu, que já virou sinônimo de “ressurreição retrô bem feita”, o jogo chega em 2025 com a missão de entregar um fliperama moderno com alma dos anos 90. Ele não é só uma carta de amor ao gênero, mas também uma tentativa de finalmente realizar o sonho de infância de muitos jogadores: ver vários heróis da Marvel lado a lado enfrentando uma ameaça cósmica.
Um beat ‘em up com DNA Marvel
De cara, o que chama a atenção é a jogabilidade em duplas. Diferente dos beat ‘em ups tradicionais, aqui você não está preso a um único herói. É possível escolher dois personagens, alternar entre eles em tempo real e até usar golpes combinados. Essa mecânica, além de dar variedade, traz lembranças dos jogos versus da Marvel, como Marvel vs. Capcom, que sempre destacaram ataques espetaculares em equipe.
A demo coloca nas nossas mãos um elenco bem variado. Do lado dos clássicos, temos Homem-Aranha, Capitão América, Wolverine e Tempestade, todos com movimentos que remetem diretamente às HQs e animações. Mas a surpresa fica por conta de escolhas menos óbvias como She-Hulk e Phyla-Vell. É legal ver como cada personagem tem seu próprio estilo de luta: Rocket Raccoon, por exemplo, transforma o campo de batalha num verdadeiro festival de tiros, enquanto a Tempestade solta raios que parecem arrancados diretamente da série animada dos X-Men.
Essa variedade deixa claro que o jogo não quer se limitar ao básico. A sensação é de que o time da Tribute pensou tanto em agradar os fãs mais casuais, que vão se divertir com nomes populares, quanto em dar presentes para os leitores de quadrinhos que conhecem até os personagens mais obscuros.
Cenários que respiram nostalgia
Os dois estágios disponíveis na demo já dão uma boa amostra do clima do jogo. Nova York aparece como um palco cheio de referências ao universo do Homem-Aranha, enquanto o Helicarrier da S.H.I.E.L.D. carrega aquela imponência que tanto marcou sua estreia nos cinemas em Vingadores (2012).
Explorar esses cenários vai além de derrotar inimigos. É como revisitar lugares que já conhecemos em outros formatos, mas agora com a liberdade de interagir e caçar easter eggs espalhados por todo canto. A sensação é parecida com folhear um gibi antigo e encontrar pequenos detalhes que só os fãs mais atentos vão perceber.
A jogabilidade ajuda nessa imersão. Os movimentos são fluidos e respondem bem, cada herói tem ataques que parecem fiéis às suas histórias e os especiais conjuntos dão espetáculo à parte. Ver a She-Hulk esmagando o chão, o Capitão América lançando seu escudo em círculo ou o Homem-Aranha enchendo a tela com suas teias é o tipo de fan service que funciona, porque não está lá apenas para agradar, mas sim porque realmente faz sentido na mecânica do jogo.
Som que ecoa os fliperamas
Se tem algo que não pode faltar num bom beat ‘em up, é trilha sonora que empolgue. Aqui a responsabilidade caiu nas mãos de Tee Lopes, conhecido por dar nova vida a sons retrô sem perder a pegada moderna. Mesmo com apenas duas músicas disponíveis, já deu para perceber que o jogo está no caminho certo. As faixas grudam na cabeça, são cheias de energia e combinam perfeitamente com a ação. É aquele tipo de música que você continua assobiando mesmo depois de fechar o jogo, como acontecia nos fliperamas.
Pensado para o presente, com sabor do passado
Outro ponto que merece destaque é como o jogo já chega bem adaptado ao Steam Deck. A demo mostra que não se trata apenas de portar controles: até o posicionamento das legendas foi pensado para o formato portátil. Isso significa que você pode jogar tanto na telinha do console quanto ligado na TV, e em ambos os casos a experiência é natural.
Localização que abraça o fã brasileiro
A versão em português também chama a atenção. Além de traduzida com cuidado, ela brinca com detalhes visuais, como o uso de uma fonte que lembra os antigos formatinhos da Editora Abril. Para quem cresceu lendo essas HQs no Brasil, o impacto é imediato. É como se o jogo quisesse conversar diretamente com essa memória afetiva, entregando não apenas a jogabilidade, mas também a sensação de estar dentro de um gibi da infância.
Primeiras impressões
Ainda estamos falando de uma demo, mas já dá para sentir o potencial. O elenco é diverso, a jogabilidade encontra o equilíbrio entre raiz e inovação, os cenários carregam charme e referências, e a trilha sonora prende. Rocket Raccoon já desponta como um dos mais apelativos e divertidos de jogar, enquanto Tempestade traz aquele impacto visual que remete diretamente aos jogos de luta.
Mais do que isso, Marvel Cosmic Invasion consegue algo raro: resgatar a emoção de gastar ficha atrás de ficha nos arcades, mas sem parecer apenas uma cópia do passado. O jogo sabe brincar com a nostalgia ao mesmo tempo em que se sustenta como uma experiência nova.
Conhecendo o histórico da Tribute Games e da Dotemu, não é exagero esperar que o título seja um dos grandes destaques de 2025. Afinal, se Shredder’s Revenge já foi um sucesso em transformar lembrança em diversão, aqui a promessa é ainda maior, porque envolve um universo que há décadas pede um beat ‘em up à altura.
Ficha Técnica – Marvel Cosmic Invasion
Desenvolvedora: Tribute Games
Publicadora: Dotemu
Compositor: Tee Lopes
Plataformas: Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 4, PlayStation 5, Windows, Xbox One, Xbox Series X/S
Lançamento: 2025
Gênero: Beat ‘em up
Modos de jogo: Um jogador, Multijogador
Agradecimentos a Tribute Games, Dotemu e a Masamune por nos enviar a demo no Steam Deck para produção deste conteúdo.
A nova atualização de outubro de World of Warships chega carregada de conteúdo histórico e celebrações especiais. Além do evento em homenagem aos 250 anos da criação da Marinha dos EUA, os jogadores também poderão explorar um novo contratorpedeiro pan-asiático, participar do Passe de Evento dedicado à Reunificação Alemã e conferir várias novidades no Estaleiro.
O legado da Marinha dos EUA no Cais da Liberdade
No dia 13 de outubro, a Marinha dos Estados Unidos completa 250 anos. Para marcar a data, o jogo introduz o evento Cais da Liberdade, disponível a partir do dia 9. A proposta mistura jogabilidade e narrativa, apresentando a história de um jovem oficial que revive as memórias de seu pai, comandante naval, enquanto restaura uma base de brinquedo que simboliza o passado da marinha.
O evento se estrutura em quatro áreas principais — Comandante Naval, Comando Operacional, Porto Militar e Terminal de Combustível — onde os jogadores cumprem missões, enviam navios em expedições e coletam recursos para evoluir o Cais. Cada parte pode ser aprimorada em três níveis, trazendo recompensas que vão desde conteúdos históricos até itens exclusivos, como:
Bandeira do 250º aniversário da Marinha dos EUA
Comandante John Barry, considerado o “pai da marinha americana”
Camuflagens permanentes exclusivas
O cruzador de nível VIII Bridgeport como recompensa final
Dois novos portos temáticos completam a homenagem, permitindo aos jogadores mergulhar ainda mais no espírito comemorativo.
Lüshun B: poder pan-asiático no Estaleiro
O Estaleiro abre espaço para um novo contratorpedeiro: o Lüshun B, variante preta do original. Disponível em 35 fases de construção, ele chega ao jogo como um navio de nível X, equipado com:
Quatro canhões de 130 mm de recarga rápida
Dez tubos de torpedos com grande poder de penetração
Boa ocultação, apesar da baixa manobrabilidade
Consumíveis especiais como Equipe de Reparos Pesados e Busca Hidroacústica
Um reforço de respeito para quem busca versatilidade ofensiva nas batalhas navais.
Passe de Evento e a Reunificação Alemã
Outubro também marca os 35 anos da Reunificação Alemã, e o World of Warships traz o Passe de Evento Unidade, Justiça e Liberdade com temática germânica. Entre as recompensas estão:
Comandante Goldelse
Camuflagem Preto, Vermelho e Ouro
Skin Cruz de Ferro para o contratorpedeiro F. Schultz
Comandante Delphius Ora-cle como bônus de progressão
Camuflagem Infernal para navios de nível VIII e X, além do encouraçado Prinz Eitel Friedrich
Confira as novidades
10 anos de World of Warships
A atualização também continua as celebrações do 10º aniversário do jogo, trazendo o evento Grande Viagem, o modo especial Recordar é Viver, além da chegada de uma nova linha de cruzadores alemães da Kriegsmarine em acesso antecipado.
As Brigas retornam para mais uma temporada, enquanto o raro porta-aviões britânico Ocean entra no Arsenal. Ajustes no sistema de bate-papo e melhorias gerais na jogabilidade completam o pacote de outubro, reforçando o compromisso da Wargaming em manter o jogo vivo e em constante evolução.
A Paramount Pictures Brasil anunciou que o longa de terror “O Primata” terá exibições antecipadas durante o Festival do Rio. A primeira sessão acontece em 3 de outubro no Cinesystem Belas Artes, seguida por exibições nos dias 5 e 9 de outubro nos cinemas Estação NET Gávea e Kinoplex São Luiz. A estreia oficial do filme está marcada para 8 de janeiro de 2026.
O filme acompanha Lucy, que retorna da faculdade e se reúne com a família, incluindo seu chimpanzé de estimação, Ben. O que deveria ser um período de férias tranquilo entre familiares e amigos se transforma em uma luta desesperada pela sobrevivência quando o chimpanzé perde o controle. Lucy e seus amigos enfrentam uma noite aterrorizante em que cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte.
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Elenco e direção de peso
O longa reúne talentos reconhecidos: Troy Kotsur, vencedor do Oscar por CODA – No Ritmo do Coração, Johnny Sequoyah, conhecida por Dexter: Sangue Novo, e Kevin McNally, famoso por Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra. A direção é de Johannes Roberts, especialista em terror e responsável por filmes como Medo Profundo.
O Rio de Janeiro se torna palco de uma disputa implacável pelo poder na nova série de ficção da Netflix, Os Donos do Jogo. Com estreia marcada para 29 de outubro, a produção original brasileira mergulha em um mundo de ambição, luxo e rivalidades, onde cada movimento pode decidir o destino dos protagonistas.
O trailer recém-lançado mostra Profeta (André Lamoglia), aspirante a ocupar o topo da contravenção carioca. Sua jornada coloca-o frente a frente com famílias influentes, transformando uma guerra fria em confrontos intensos, revelando o lado mais perigoso da cidade. Os cenários da cidade maravilhosa, com seus contrastes e pontos icônicos, funcionam como um tabuleiro onde vale tudo pelo poder.
Elenco estrelado e direção brasileira
A série reúne nomes como Chico Diaz, Giullia Buscaccio, Juliana Paes, Mel Maia e o rapper Xamã, trazendo peso e autenticidade à narrativa.
Produzida pela Paranoïd, Os Donos do Jogo é criação de Heitor Dhalia (DNA do Crime), Bernardo Barcellos e Bruno Passeri, com roteiro assinado por Barcellos. A direção é de Heitor Dhalia, Rafael Miranda Fejes e Matias Mariani, garantindo um olhar cinematográfico sobre o submundo carioca.
O novo marco das séries de máfia brasileiras
A produção inaugura o universo das séries de máfia na Netflix Brasil, trazendo diálogos e situações imersivas que refletem o “carioquês” autêntico. Com estreia em 29 de outubro, a série promete prender o público do início ao fim, mostrando que, neste jogo, não há regras fixas e cada decisão pode ser fatal.
Disponível globalmente, exclusivamente na Netflix.
Filmado em quatro dias, entre Heliópolis e São Bernardo do Campo, o curta-metragem IRADOH – 3 Atos de Irmandade: a Música, o Crime e a Justiça acompanha o segundo álbum do cantor, compositor e produtor Hodari e vem ganhando destaque em importantes premiações internacionais. A obra foi indicada ao Grammy Latino 2025 na categoria Melhor Vídeo Musical Versão Longa e concorre também no Amsterdam Lift-Off Film Festival e no Cannes Indie Shorts Awards, com indicações em categorias como Cinematografia, Direção e Vídeo Musical.
Produzido por KondZilla, Africa Creative, Sweet Filmes e o selo slap, da Som Livre, o projeto une música, cinema e narrativa urbana, chamando atenção pela potência estética e pela força da história que retrata. Com 11 faixas que transitam por pop, Amapiano, R&B, MPB e House, o álbum foi acompanhado de 11 visualizers e do próprio curta, lançado no canal da KondZilla no YouTube.
Três atos, três destinos
A narrativa do curta divide-se em três atos, seguindo a trajetória de três irmãos — um músico, um advogado e um traficante — cujas vidas tomam rumos distintos, mas permanecem conectadas pela mesma raiz familiar. As vielas e encontros que percorrem a história traduzem a complexidade da realidade urbana brasileira, refletindo sobre laços familiares, escolhas e reencontros.
Segundo Hodari, o álbum é uma espécie de diário musical: “Ele conta a trilogia da minha vida na música: começo, meio e agora. É muito especial para mim. Esse processo começou no início da minha carreira, em 2018, com Teu Popô. Agora, com meu segundo álbum, sinto que fechei um ciclo”.
Uma produção cinematográfica de impacto
Kaique Alves, diretor do curta e diretor criativo da KondZilla, reforça o desafio de criar uma obra de relevância internacional: “Dois anos consecutivos sendo indicado ao Grammy é mais que uma realização, é um sonho. Fizemos o filme com profundidade emocional e potência estética, retratando a força dos laços familiares diante da dor e das escolhas difíceis”.
Para Kako Tufano, produtor executivo da Sweet Filmes, cada detalhe da produção foi planejado: “Desde o elenco até locações, direção de arte e fotografia, tudo foi meticulosamente pensado para traduzir a essência do álbum em imagens”.
O diretor Thiago Eva destaca a colaboração intensa da equipe: “Buscamos criar uma narrativa autêntica sobre a jornada dos três irmãos, espelhando experiências reais de quem cresce sem mãe e precisa assumir sua própria vida. Todo o trabalho coletivo resultou em um filme digno de Grammy”.
A produção também contou com paisagem sonora da A Gandaia e efeitos visuais assinados pela Tribo, ampliando a experiência sensorial do projeto.
Premiações internacionais e relevância artística
Além do Grammy Latino, IRADOH se destaca em festivais internacionais: o Amsterdam Lift-Off Film Festival reconheceu a obra em Direção, Cinematografia e Vídeo Musical, enquanto o Cannes Indie Shorts Awards avaliou cinematografia e música. A trajetória do projeto reforça a crescente presença do audiovisual brasileiro em circuitos internacionais, combinando identidade local com reconhecimento global.
“TIMIDEZ”, suspense psicológico baiano estreia no Festival do Rio
O cinema brasileiro recebe TIMIDEZ, longa baiano que estreia no dia 4 de outubro no 27º Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina. O filme mergulha na intimidade, na solidão e nas marcas invisíveis do passado, acompanhando a jornada de um jovem que enfrenta fantasmas pessoais e familiares enquanto busca amor e conexão.
Com narrativa intensa e sensível, TIMIDEZ conduz o espectador por um drama de suspense psicológico marcado por tensão, afetos e possibilidades de reinvenção. O roteiro, assinado por Susan Kalik, Cláudia Barral e Marcos Barbosa, adapta o texto teatral baiano O Cego e o Louco, de Cláudia Barral, um espetáculo que há 25 anos reverbera na cena teatral do Brasil.
A história de Jonas
O longa acompanha Jonas, jovem negro que divide a casa com Nestor, seu irmão cego, numa relação marcada pelo afeto e pela tensão. Carregado por memórias que o adoecem, Jonas vive isolado, nutrindo em segredo sentimentos por Lúcia, sua vizinha. Quando ela aceita um convite para jantar, Jonas precisa confrontar não apenas o irmão e o passado, mas os fantasmas que o impedem de se sentir digno de amor.
“Timidez é um retrato íntimo dos extremos que a experiência de pessoas como Jonas, num país como o nosso, pode ser. Mas principalmente, é uma reafirmação de que a memória afetiva pode ser uma cura permanente. O filme mostra que buscar viver em totalidade pode ser um caminho para a tão sonhada liberdade”, afirma Dan Ferreira, protagonista do longa.
100% baiano
O elenco é inteiramente negro e composto exclusivamente por atores da Bahia, reforçando autenticidade e representatividade. Totalmente gravado na Bahia, o filme é estrelado por Dan Ferreira (A Porta ao Lado, Pixinguinha, Meu Nome é Gal, Alemão 2) e Antônio Marcelo (As Balas que Não Dei ao Meu Filho, Couraça).
Experiência sensível e introspectiva
TIMIDEZ não é apenas um drama familiar: é um mergulho na experiência de um homem negro diante das marcas silenciosas do racismo, cicatrizes íntimas que moldam a timidez, a intimidade e a capacidade de amar. O filme explora feridas profundas e a luta pela conexão emocional em um país que ainda carrega desigualdades invisíveis.
A direção de Susan Kalik (Couraça, indicada ao Emmy Internacional pela série Anderson Spider Silva) e Thiago Gomes Rosa (Bando, um filme de, Tudo que Move) aposta em narrativa intimista, revelando os labirintos psicológicos dos personagens e as marcas silenciosas da solidão e do racismo.
“O que me move em TIMIDEZ é olhar para o que não se diz. Para os silêncios que o racismo instala dentro de nós, e como eles podem se transformar em labirintos íntimos. O filme é sobre cicatrizes invisíveis, mas que, no afeto, encontram um caminho para existir em voz alta”, explica Susan Kalik.
“Todos nós temos nossos monstros e fantasmas. A forma como lidamos com eles nos momentos mais íntimos de conflito, e como o afeto pode se tornar ponto de virada, foi o que mais me impulsionou na direção. Buscamos construir um suspense psicológico que não fosse sobre susto, mas sobre silêncio”, complementa Thiago Gomes Rosa.
A estética delicada e potente do filme é assinada por Carol Tanajura (diretora de arte de Timidez e Oeste Outra Vez) e Matheus da Rocha Pereira (diretor de fotografia, trabalhos em Elon Não Acredita na Morte e Trabalhar Cansa). A casa dos personagens funciona como palco de passado, presente e futuro, com cores que traduzem memória, presença e desejo. A coreografia da cena de dança é de Zebrinha (Balé Folclórico da Bahia, Dança dos Famosos), enquanto a trilha original inclui composições de Jarbas Bittencourt e Gilberto Gil.
Produção e distribuição
TIMIDEZ é uma produção da Modupé Produtora em coprodução com a Raccord Produtora, com distribuição da 02 Play. O longa contou com investimentos do FSA/BRDE/ANCINE e Governo da Bahia, além de apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura e Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo e Política Nacional Aldir Blanc.
Serviço
Sinopse: Jonas divide a casa com Nestor, seu irmão cego, que é ao mesmo tempo amparo e prisão. Sob o silêncio de memórias que o adoecem, Jonas alimenta em segredo o afeto por Lúcia. Quando ela vem jantar, Jonas precisa enfrentar sua timidez e confrontar os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.
Festival do Rio – Lançamento TIMIDEZ
05/10 | 16h15 – Estação NET Rio (sessão + bate-papo)
Yu-Gi-Oh! DUEL LINKS, da KONAMI, recebe uma atualização que transforma o mundo clássico de Duel Monsters em uma experiência ainda mais dinâmica para duelistas de todos os níveis. O destaque desta temporada vai para os estilos alternativos de Yami Yugi e Seto Kaiba, trazendo visuais inéditos que remetem à série original de animação.
Além disso, os jogadores podem enfrentar Noah Kaiba, antagonista marcante do anime, que estará disponível em um evento de desbloqueio a partir de 1.º de outubro.
Cartas e efeitos atualizados
A atualização introduz cartas com efeitos renovados e visuais diferenciados. Entre as novidades, estão: Supremo Cavaleiro Mestre dos Dragões (SPEED) com um novo efeito de Processamento Especial, Dragão de Cinco Cabeças (RUSH) em estilo OR e uma versão animada do lendário Mago Negro. Também é possível aplicar o novo “Processamento de Superfície: Animado” em cartas específicas, ampliando a experiência visual durante os duelos.
Novas caixas e recompensas de login
Os duelistas terão acesso à MAIN BOX — The Ultimate Chaos, à SELECTION MINI BOX Vol.7 e ao Structure Deck EX Soul Servant, com direito a pacotes e Ultra Rares garantidos por tempo limitado.
Recompensas diárias incluem cartas raras em versões SPEED e RUSH, tickets de habilidade e desbloqueio de personagens, pedras preciosas, tabuleiros e capas para cartas. Entre os destaques estão: Supremo Cavaleiro Mestre dos Dragões (SPEED/Cor: Dourado/Processamento Luminoso), Dragão de Cinco Cabeças (RUSH/Cor: Dourado/Processamento Tenebroso) e arte alternativa para o Mago Negro.
Uma experiência global de duelos
Yu-Gi-Oh! DUEL LINKS já ultrapassou 150 milhões de downloads em todo o mundo, com mais de 65 bilhões de cartas coletadas e seis bilhões de duelos disputados. O jogo permite que fãs do TCG original revivam batalhas icônicas com personagens como Yami Yugi, Jaden Yuki e Yusei Fudo, tanto em dispositivos móveis quanto no PC via Steam.
A série Yu-Gi-Oh! continua sendo referência no universo de jogos de cartas colecionáveis, desde sua estreia em mangá em 1996, passando pelo primeiro jogo de console em 1998, até as diversas versões animadas e conteúdos digitais lançados mundialmente.
Yu-Gi-Oh! DUEL LINKS está disponível gratuitamente na App Store, Google Play e Steam, oferecendo acesso a uma comunidade global de duelistas em mais de 80 países e nove idiomas.
O longa de terror “A Própria Carne”, dirigido por Ian SBF (“Entre Abelhas”) e produzido por Deive Pazos e Alexandre Ottoni, do Jovem Nerd, terá sua première pública nesta sexta-feira, 3 de outubro, às 23h30, durante a seleção ‘Première Brasil: Midnight Movies’ do Festival do Rio. A seleção é conhecida por reunir filmes ousados, provocativos e alternativos, muitas vezes com potencial cult.
Após a estreia no festival, o filme seguirá em uma turnê por seis capitais brasileiras – Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo – com sessões exclusivas para fãs, antes de sua estreia oficial em 30 de outubro, nas salas Cinemark de todo o país.
Sinopse e atmosfera
“A Própria Carne” se passa em 1870, durante a Guerra do Paraguai, e acompanha três soldados desertores que encontram refúgio em uma casa isolada na floresta. O que parecia seguro se transforma em um pesadelo quando eles descobrem que o fazendeiro misterioso e a jovem que vivem ali escondem segredos macabros, confrontando os fugitivos com horrores ainda maiores do que os da guerra.
O elenco reúne Luiz Carlos Persy (Fazendeiro), Jorge Guerreiro (Gustavo), Jade Mascarenhas (Garota), George Sauma (Anselmo) e Pierri Baitelli (Gabriel).
Equipe e produção
O roteiro é assinado por Ian SBF, Alexandre Ottoni e Deive Pazos, com colaboração de Leonel Caldela. A produção é uma parceria entre Neebla Filmes e Nonsense Creations, com produção executiva de Maria Monteiro e Glauco Urbim, e direção de fotografia de Vinicius Brum. A direção de arte ficou por conta de Martino Piccinini.
O filme foi gravado em Farroupilha, RS, e combina terror histórico com estética experimental, reforçando a busca por inovação e originalidade que caracteriza as produtoras envolvidas.
Sobre os produtores
O Jovem Nerd, fundado em 2002 por Alexandre Ottoni e Deive Pazos, se consolidou como referência no universo nerd e geek, com podcasts, videocasts e notícias de entretenimento. Desde 2023, a dupla também atua pela produtora Nonsense Creations, especializada em áudio dramas e conteúdo audiovisual inovador, incluindo o audiodrama “França e o Labirinto” e a série T-Zombii.
A Neebla Filmes, criada por Ian SBF, tem foco em conteúdos autorais e independentes, priorizando inovação e experimentação. Entre seus trabalhos, destacam-se o filme “Ciclo” e a série de animação adulta “Sociedade da Virtude”, lançada no Adult Swim e na MAX.
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Exibição e tecnologia
A estreia comercial será nas salas Cinemark, que representam cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema, com tecnologia Extreme Digital Cinema (XD) e salas VIP e Bradesco Prime para experiências diferenciadas. Pelo aplicativo da rede, é possível comprar ingressos e combos, conferir a programação e acessar cupons exclusivos.