O Reag Belas Artes celebra a nova temporada de terror com uma edição especial do Noitão, marcada pelo lançamento de “Invocação do Mal 4”. A sessão acontece na sexta-feira, 5 de setembro, a partir das 23h30, oferecendo aos fãs da franquia uma experiência completa com os filmes anteriores.
A maratona acompanha o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, protagonistas de uma das franquias de terror mais populares do cinema contemporâneo.
Os filmes exploram casos reais de possessões e eventos sobrenaturais, combinando suspense, horror e o rigor investigativo dos Warren.
Programação por salas
Sala 1
23h30 – Invocação do Mal 4 (The Conjuring: Last Rites) 2025 | 135 min | 16 anos | Terror | EUA | Legendado Direção: Michael Chaves Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Mia Tomlinson Sinopse: Ed e Lorraine Warren tentam banir um demônio que assombra uma família.
02h05 – Invocação do Mal (The Conjuring) 2013 | 110 min | 14 anos | Terror | EUA | Legendado Direção: James Wan Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Ron Livingston Sinopse: Os Warren ajudam uma família aterrorizada por uma presença maligna em uma casa de campo.
04h10 – Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2) 2016 | 134 min | 14 anos | Terror | EUA | Legendado Direção: James Wan Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Frances O’Connor Sinopse: O casal investiga fenômenos sobrenaturais na casa de uma mãe solteira no norte de Londres.
Sala 2
23h50 – Invocação do Mal 4 (The Conjuring: Last Rites) Mesma exibição da Sala 1.
02h25 – Invocação do Mal (The Conjuring) Mesma exibição da Sala 1.
04h30 – Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio (The Conjuring: The Devil Made Me Do It) 2021 | 112 min | 14 anos | Terror | EUA | Legendado Direção: Michael Chaves Elenco: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ruairi O’Connor Sinopse: Um jovem acusado de assassinato alega possessão demoníaca, desafiando a experiência dos Warren.
Informações sobre o evento
Data: 5 de setembro
Horário: a partir das 23h30
Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423
Ingressos: R$60 (inteira) / R$30 (meia-entrada para estudantes e melhor idade)
Poltronas: Numeradas, com opções para obesos e cadeirantes
Os ingressos podem ser adquiridos no site ou na bilheteria do cinema.
A nova temporada do Porão do Belas Artes mergulha no lado mais sombrio da estação, reunindo filmes que exploram a relação entre o homem e a natureza, revelando mistérios e terrores escondidos. Ao longo de setembro, o ciclo Primavera dos Horrores apresenta quatro títulos essenciais para fãs de cinema de gênero, exibidos sempre às quartas-feiras, às 21h.
Cinema australiano e japonês em destaque
A programação traz desde o mistério etéreo australiano de Piquenique na Montanha Misteriosa (1975), de Peter Weir, até o terror metafórico japonês de Matango, a Ilha da Morte (1963), de Ishirō Honda. Os filmes exploram atmosferas oníricas e narrativas que combinam suspense, terror e críticas sociais, mostrando que o horror pode refletir questões humanas e ambientais.
O ciclo também revisita a produção britânica O Homem que Enganou a Morte (1959), de Terence Fisher, um exemplo do terror gótico consolidado pelo estúdio Hammer, com Anton Diffring em uma das performances mais memoráveis do gênero. Encerrando a programação, Um Longo Fim de Semana (1978), de Colin Eggleston, antecipa debates sobre o impacto humano na natureza, sendo pioneiro no chamado “ecoterror”.
Programação completa
03/09 – Piquenique na Montanha Misteriosa (Picnic at Hanging Rock, 1975, 115 min, 14 anos, Austrália) Durante um piquenique, alunas de um internato desaparecem misteriosamente em uma montanha, deixando a comunidade em choque. Um clássico cult australiano, de fotografia etérea e atmosfera onírica.
10/09 – Matango, a Ilha da Morte (Matango, 1963, 89 min, 14 anos, Japão) Sobreviventes naufragam em uma ilha coberta por cogumelos mutantes. Ao consumi-los, passam por transformações grotescas. Uma metáfora sobre guerra e destruição ambiental.
17/09 – O Homem que Enganou a Morte (The Man Who Could Cheat Death, 1959, 83 min, 14 anos, Reino Unido) Um cientista obcecado em prolongar a vida recorre a métodos macabros para manter a juventude. Exemplo clássico do terror gótico da Hammer.
24/09 – Um Longo Fim de Semana (Long Weekend, 1978, 97 min, 16 anos, Austrália) Um casal em crise decide acampar, mas seu descaso ambiental provoca a fúria da natureza. Um marco do eco terror australiano.
Serviço
Datas: 03, 10, 17 e 24 de setembro Horário: 21h Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423 Ingressos: R$ 30 (promocional: filme + pipoca), R$ 30 (meia), R$ 60 (inteira) – à venda no site ou na bilheteria
O ciclo Primavera dos Horrores propõe uma primavera fora do comum, onde flores e natureza se misturam a mistério, suspense e reflexão sobre o impacto humano no mundo que habitamos.
O dia 25 de setembro marca a estreia nacional de Zoopocalipse – Uma Aventura Animal, animação distribuída pela Diamond Films que apresenta o universo dos zumbis de forma divertida e acessível para crianças. A produção conta com as vozes de Viih Tube e Ed Gama, e traz uma história que combina aventura, humor e amizade no cenário de um zoológico em crise.
No Zoológico Colepepper, a rotina dos animais muda drasticamente quando um meteoro cai no local, transformando alguns bichos em zumbis coloridos. Para restaurar a ordem, uma turma improvável precisa agir: a loba Gracie (Viih Tube) e o lêmure Xavier (Ed Gama) lideram o grupo formado por Dan, o leão-da-montanha ranzinza; Frida, a capivara confiante; Ash, o avestruz cheio de estilo; e Felix, o macaquinho atrapalhado. Juntos, eles enfrentam desafios para salvar seus amigos e impedir que o caos se espalhe pelo zoológico.
O produtor Wes Lui ressalta que o filme foi pensado para criar uma experiência compartilhada entre pais e filhos. “Os filmes que mais tocam são aqueles que os pais levam seus filhos para assistir, sabendo que as crianças vão se identificar com um dos personagens, aprender algo com isso e depois conversar sobre”, afirma.
Os diretores Ricardo Curtis (‘Os Incríveis’, ‘Monstros S.A.’) e Rodrigo Perez-Castro (‘Festa no Céu’, ‘O Touro Ferdinando’) explicam que os zumbis foram concebidos para não assustar o público jovem. A escolha por cores vibrantes, formas gelatinosa e elementos de slime transforma a ameaça em algo divertido, mantendo o clima de aventura e leveza da narrativa.
Um elenco diverso de vozes
Além de Viih Tube e Ed Gama, o filme apresenta um elenco de dublagem composto por Luiz Feier, Manolo Rey, Valentina Pawlowna, Jorge Vasconcellos, Carina Eiras, Mauro Horta, Mariangela Cantú, Eduardo Drummond, Jessica Dannemann, Marianna Alexandre, Maurício Berger, Rafinha Lima e Telma da Costa.
Trailer
Chegada aos cinemas
Distribuído pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, Zoopocalipse – Uma Aventura Animal será exibido em salas de todo o Brasil a partir de 25 de setembro, oferecendo ao público infantil uma aventura que combina risadas, amizade e zumbis de um jeito totalmente novo.
O alto do Morro do Cantagalo, na Zona Sul do Rio, foi palco de um evento histórico: a 3ª edição da Copa AfroGames, realizada em 29 de agosto de 2025. A arena recebeu cerca de mil pessoas e mais de 150 competidores de comunidades do Rio de Janeiro, consolidando o torneio como o maior campeonato de eSports já realizado em favelas do país.
As classificatórias reuniram jovens de centros de treinamento do programa AfroGames em comunidades como Maré, Vigário Geral, Mandela, Salgueiro (São Gonçalo) e Cantagalo.
Na final, o AFG Timbau, da Maré, conquistou o título de Valorant. O Blackout, do Cantagalo, levou o troféu de Free Fire. Já a dupla Winx, do Salgueiro, venceu no Fortnite. O formato variou entre séries melhor de três (Free Fire), confrontos únicos (Valorant) e rodadas acumuladas (Fortnite).
Favela como vitrine gamer e tecnológica
Imagem Divulgação: AfroReggae / Isabelle Carvalho (V3A), Renato Oliveira (Logitech), Fernando Hackme (Governo do Estado do Rio de Janeiro), Leandro Valentim (Player1), BlackWill (Apresentador)
Mais do que competição, a Copa mostrou a força criativa e tecnológica das favelas. Criado pelo Grupo Cultural AfroReggae, o AfroGames mantém seis centros de treinamento que atendem mais de 500 jovens com cursos de eSports, design de games, trilha sonora, inglês técnico e formação cidadã em temas como diversidade, cyberbullying e sustentabilidade.
A iniciativa é reconhecida internacionalmente como um modelo de inclusão digital e inovação social, provando que a favela não apenas consome entretenimento, mas também forma talentos e gera tecnologia.
Um show dentro e fora das telas
A final foi conduzida por BlackWill e Kakarota, com narração de Lobão, e contou com apresentações culturais e o painel “Dia do Gamer é na Favela”. O debate trouxe nomes como Leandro Valentim (Player1 Gaming Group), Isabelle Carvalho (V3A), Renato Oliveira (Logitech) e Fernando Hakme (Cidade Integrada), destacando o potencial das periferias no cenário gamer.
Entre os convidados estavam influenciadores como Puro Roxo, Esdras Saturnino e DZ7 KING, além de representantes de organizações como W7M e veículos como o IGN Brasil.
Parcerias e reconhecimento
A edição contou com apoio de Guaraná Antarctica, IHS Towers Brasil e da Logitech G, parceira oficial desde 2024, que premiou os campeões com periféricos de alto desempenho. Autoridades também marcaram presença, reforçando o AfroGames como modelo de impacto social.
José Junior, fundador do AfroReggae e atualmente um dos principais showrunners brasileiros, esteve no evento e destacou a relevância da iniciativa.
Impacto além dos games
Para Danilo Costa, Diretor Executivo do AfroReggae, a Copa AfroGames prova que a tecnologia pode ser ferramenta de transformação real:
“O AfroGames é um espaço de formação, inovação e conexão, que transforma potencial em oportunidade e inclusão.”
Um marco para os eSports brasileiros
A Copa AfroGames 2025 consolidou o Cantagalo como referência internacional no cenário gamer comunitário. O evento mostrou que a juventude periférica está pronta para ocupar também os palcos globais do eSports e que o entretenimento pode se transformar em formação, oportunidade e inovação social.
A Sessão Vitrine Petrobras divulgou o trailer e o pôster oficiais de Dormir de Olhos Abertos, novo longa-metragem da cineasta alemã Nele Wohlatz. A produção chega aos cinemas brasileiros no dia 11 de setembro, depois de um percurso marcante pelos principais festivais internacionais.
O filme acompanha a jovem Kai, que vem de Taiwan ao Brasil após um término amoroso. Em Recife, ela conhece outros estrangeiros que se deslocam em busca de trabalho, como Xiaoxin, e se vê atravessada por encontros e ausências em uma cidade que parece sempre escapar ao olhar.
Narrado em diferentes idiomas (mandarim, português, espanhol, inglês e alemão), o longa aposta em uma dramaturgia delicada, cheia de mal-entendidos e silêncios. No elenco, estão a estreante Liao Kai Ro, Chen Xiao Xin e o argentino Nahuel Pérez Biscayart, conhecido por 120 Batimentos por Minuto.
Reconhecimento internacional
Dormir de Olhos Abertos estreou mundialmente no Festival de Berlim, onde conquistou o prêmio da crítica internacional (FIPRESCI) na mostra Encontros. Desde então, passou por festivais de prestígio como San Sebastián, IndieLisboa, Karlovy Vary, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Festival do Rio.
Um dos produtores, Kleber Mendonça Filho, destaca a originalidade do olhar de Wohlatz: “O filme é lindo e apresenta um ponto de vista sobre o Recife e sobre o Brasil, a partir do estrangeiro, nunca antes visto. Poliglota, contém graça, estranheza e Gal Costa”.
Coprodução internacional
A produção une Brasil, Argentina, Taiwan e Alemanha, com nomes de peso nos bastidores. Além de Wohlatz na direção e roteiro (em parceria com Pío Longo), a equipe reúne Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho na produção, Roman Kasseroller na fotografia e Rita Azevedo no figurino.
O resultado é um filme que, ao mesmo tempo em que aborda deslocamentos geográficos, reflete sobre pertencimento e identidade em uma narrativa que desafia os limites entre documentário e ficção.
Pôster
Trailer
Estreia no Brasil
Com 97 minutos de duração, Dormir de Olhos Abertos estreia em 11 de setembro nos cinemas brasileiros, dentro da Sessão Vitrine Petrobras, que mantém ingressos a preço reduzido e aposta em produções nacionais e internacionais premiadas.
World of Warships completa uma década e a Wargaming lançou uma atualização especial de aniversário que mergulha os jogadores em uma viagem pela história do título. A novidade inclui modo retrô, novos cruzadores alemães, um Porto comemorativo e uma série de recompensas diárias para marcar os 10 anos de combates navais.
Um mar de recompensas para todos os jogadores
A atualização de setembro traz um calendário de login recheado de prêmios: Supercontêineres, navios, Créditos, XP Livre, dias de Conta Premium e Tokens Festivos. Esses tokens podem ser trocados no Arsenal por até 130 Supercontêineres, incluindo contêineres temáticos como “A Melhor Hora”, “Resoluto e Rápido” e “Batalha do Passo da Pátria”, além de navios como o cruzador pesado japonês Premium Kushiro de nível X.
Jogadores de longa data recebem benefícios extras: contêineres Elite Navio Premium VIII para quem tem mais de cinco anos de jogo e 25 batalhas, e contêineres Elite Navio Premium X para quem está há dez anos no game. Além disso, há contêineres especiais de aniversário garantindo navios de níveis VI e VII, oferecendo novas formas de expandir a frota.
‘Recordar é Viver’
O modo temporário ‘Recordar é Viver’ leva os jogadores para os primeiros anos de World of Warships, sem porta-aviões e submarinos, recriando a experiência original. Dividido em seis capítulos, o modo impõe restrições de navios, mapas e jogabilidade de cada época, culminando em um capítulo final com desafios inéditos.
Para complementar, o novo Porto Doca da Década chega cheio de Easter Eggs e um diário detalhando os 10 anos de história do jogo. O Navegador de Atualizações permite conferir estatísticas personalizadas de batalha e acessar notícias e recursos recentes.
Novos cruzadores alemães em acesso antecipado
A frota de cruzadores alemães também cresce na atualização, com cinco embarcações em acesso antecipado: Deutschland (VI), Admiral Scheer (VII), Knesebeck (VIII), Manteuffel (IX) e Prinz Adalbert (X). Knesebeck, Manteuffel e Prinz Adalbert recebem camuflagens permanentes de celebração.
Especializados em combate corpo a corpo, esses cruzadores têm grande poder de fogo e baterias secundárias ativas, além de Busca Hidroacústica Aprimorada e alta defesa, tornando-os adversários formidáveis em alto mar.
Além da comemoração
A atualização também dá continuidade à campanha “Em Nome do Amanhã”, traz de volta Batalhas Assimétricas, adiciona mecânica de danos aos módulos, inclui submarinos em Operações e abre novas temporadas de Batalhas de Clãs e Classificatórias.
Com mais de 800 navios historicamente precisos e 1,2 bilhão de horas jogadas, World of Warships transforma o 10º aniversário em uma experiência completa, celebrando tanto os veteranos quanto os novos comandantes que entram nesse universo naval.
A Riot Games anuncia para os dias 27 e 28 de setembro a Runeterra Fan Fest, evento que vai reunir fãs de League of Legends em São Paulo no Mercado Pago Hall, dentro da Arena Pacaembu. O encontro promete misturar competição, cultura gamer e experiências interativas dentro do universo de Runeterra.
O evento terá como destaque a Watch Party oficial da Grande Final da LTA, que acontecerá em Dallas, nos EUA. Os fãs poderão torcer e acompanhar o clima de adrenalina ao vivo, enquanto os melhores times da LTA Sul disputam a vaga no Mundial de League of Legends, marcado para outubro e novembro na China.
Experiências imersivas no universo de Runeterra
A Fan Fest não será apenas sobre LOL: o espaço contará com ativações de outros jogos da Riot, como Wild Rift e 2XKO, o novo jogo de luta da empresa. Cada título terá área dedicada, permitindo que os visitantes joguem com amigos, ganhem brindes e interajam com influenciadores e cosplayers.
Entre os nomes confirmados estão Dynquedo, Minerva, Absolut e Esa, Co-streamers oficiais da LTA. Além disso, o evento terá showmatch de Wild Rift e a final do Wild Rounds, com times formados por profissionais de LOL e Wild Rift:
Time 1: Keoma, Minerva, Tealz, Jime e Lufelii
Time 2: LeoVeio, Bomber, Absolut, Rahkys e Pilo
Cultura gamer, cosplay e ativações especiais
Segundo Samanta Penhalbel, gerente de Publicação de League of Legends e Wild Rift no Brasil, o evento busca reunir a comunidade para viver a experiência completa de Runeterra: “Cosplay, disputas entre amigos, encontro com influenciadores e torcida pelos maiores times e jogadores. Uma celebração de paixão, emoção e diversão.”
Os patrocinadores da LTA Sul também participarão com ativações exclusivas, e será possível adquirir produtos oficiais dos times e da Riot em lojinhas espalhadas pelo evento, aumentando ainda mais a imersão para os fãs.
Ingressos e informações
A Runeterra Fan Fest terá capacidade de 1.200 pessoas por dia e os ingressos estarão à venda a partir de 4 de setembro, pelo Eventim, por R$ 120. Cada CPF poderá adquirir até 4 ingressos.
Mais informações podem ser conferidas nas redes sociais de League of Legends (Instagram e X) e no site oficial.
A Diamond Films promove uma sessão especial de A Vida de Chuck (The Life of Chuck) em parceria com a Casa do Saber, no dia 2 de setembro, às 19h30, no Cinesystem Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo). A exibição será exclusiva para membros da plataforma, pagantes ou não, e contará com um debate conduzido pelo filósofo e psicanalista Douglas Rodrigues Barros. Para participar, é necessário fazer login ou criar uma conta e acessar a aba “Eventos”.
Um olhar sensível sobre Stephen King
Com estreia marcada para 4 de setembro nos cinemas brasileiros, A Vida de Chuck é uma adaptação do conto homônimo de Stephen King que evidencia o lado mais sensível e poético do autor, tão presente em obras como À Espera de um Milagre (1999), Conta Comigo (1986) e Um Sonho de Liberdade (1994).
Dirigido por Mike Flanagan, conhecido por adaptações de King como Jogo Perigoso e Doutor Sono, o filme acompanha a vida de Chuck (Tom Hiddleston), um homem comum, explorando as complexidades da experiência humana de maneira profunda e afetiva, sem recorrer ao terror que costuma marcar a obra do escritor.
Flanagan comenta sobre a experiência: “Uma das grandes surpresas para mim ao ler a história foi o quão incrivelmente afirmativa da vida e esperançosa era sua tonalidade geral. Saltava das páginas como uma verdadeira celebração da alegria e da arte”.
Temas universais em foco
Diferente da maioria das adaptações de King, A Vida de Chuck mergulha em questões existenciais e emocionais: amor, luto, crescimento pessoal, laços familiares, afeto, esperança e herança emocional. Flanagan reforça a raridade do tom da obra: “É surpreendente ler algo tão cheio de luz e esperança, especialmente vindo de um autor tão conhecido pelo terror”.
O elenco reúne nomes como Chiwetel Ejiofor, Carl Lumbly, Benjamin Pajak, Mia Sara, Karen Gillan, Matthew Lillard, Mark Hamill e Jacob Tremblay, reforçando a densidade dramática do filme.
Reconhecimento internacional
O longa foi exibido no Festival de Toronto, onde conquistou o Prêmio do Público, um dos principais reconhecimentos da competição. No Brasil, chega aos cinemas em 4 de setembro, com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina.
Direto das páginas da Weekly Shōnen Magazine, a Crunchyroll estreou, em julho, o novo animê da Bones Film, chamado Gachiakuta. Ambientado em uma sociedade utópica onde ricos e pobres jogam lixo literalmente em um abismo, o animê questiona um dos valores mais famosos da cultura japonesa: o Mottainai.
Nunca ouviu falar em Mottainai? Com origem budista e xintoísta, o conceito se opõe ao desperdício, incentivando a reutilização máxima de objetos. Acreditando que esses objetos tenham alma, a expressão japonesa hoje é usada mundialmente, e aqui parece ser levada ao extremo pelo protagonista shonen, Rudo.
Rudo é um jovem de cabelos brancos que vive em uma sociedade tribal oposta à dos ricos. Ali, a alta sociedade produz grandes volumes de lixo que ficam na fronteira entre os dois povos, enquanto os tribais, descendentes de antigos bandidos, tentam viver em paz com os ricos.
Ele vive sob a tutela de Regto, que o criou após seu pai ser preso por assassinato e lançado no abismo. Sim, nessa sociedade, crimes hediondos são punidos dessa forma, tornando-se atrações bizarras para o povo tribal.
Enquanto isso, acompanhamos Rudo, que aprendeu a valorizar qualquer objeto, vasculhando o lixo dos ricos e tentando restaurar itens para ganhar alguns trocados, dando-lhes um novo significado.
Apaixonado por Chiwa, Rudo restaura um bicho de pelúcia, mas fica envergonhado e não consegue entregá-lo. Regto o recrimina, lembrando que quanto mais demorar para revelar seus sentimentos, maior o risco de Chiwa se apaixonar por outro rapaz.
Rudo cresceu à sombra do crime envolvendo seu pai. Com as mãos sempre sujas de trabalhos pesados, ele passou a usar luvas fornecidas por Regto, que foi uma figura paterna para ele. Ainda assim, sofreu bullying de outros jovens, que o lembravam de ser filho de um assassino.
Voltando à história, Rudo finalmente consegue entregar o bicho de pelúcia, mas, ao perceber que Chiwa também gosta dele, corre desesperado para casa, encontrando Regto esfaqueado. Desesperado, e vendo o assassino fugir, Rudo desmaia após um ataque. Ao acordar, é preso pelo assassinato de Regto e punido com o lançamento no abismo. Sua maior decepção é ver que Chiwa acreditou nos outros, o que faz Rudo desejar a morte de ricos e tribais enquanto cai.
Mas será que esse é o fim de tudo? Em seu primeiro episódio, Gachiakuta mostra a essência de Rudo, mas ainda está longe de apresentar as regras do próprio universo. Este episódio funciona mais como um episódio 0, preparando o terreno, do que como a verdadeira introdução da história.
O que há no abismo? O que acontece lá? Parte do mistério pode ser intuída pela sinopse, mas, ao menos neste início, Gachiakuta foca nos traumas e na quebra de confiança de Rudo com a sociedade, que precisará ser reconquistada nos episódios seguintes.
Gosto de histórias utópicas e futuristas, que levam os problemas da nossa sociedade ao extremo. Mesmo o Japão sendo um dos países com melhor reciclagem do mundo, grande parte do planeta ainda ignora totalmente a questão do lixo.
Gachiakuta eleva esse problema às últimas consequências, mostrando o que podemos nos tornar se continuarmos negligenciando nossa responsabilidade.
E o shonen da obra? Temos aqui um mangá tradicional para meninos, com lutas, poderes e diferenciais que serão revelados nos próximos capítulos. Por enquanto, ainda não sabemos como tudo funciona nesse universo.
Com boa animação e trama envolvente, Gachiakuta apresenta um protagonista traumatizado, mas ainda sonhador, apaixonado e desejoso de uma vida normal. São esses pequenos detalhes, aliados ao universo apresentado, que tornam a série interessante e digna de acompanhamento.
No Anime Friends
Espaço do animê no estande da Crunchyroll no Anime Friends – Giuliano Peccilli
Em uma ação global, a Crunchyroll exibiu o primeiro episódio dublado no Anime Friends. No palco Ultra, a série foi mostrada antes da estreia no streaming, permitindo que o público conhecesse melhor os personagens e suas vozes em português.
Gachiakuta recebeu atenção semelhante à de animês como Solo Leveling e, mais recentemente, Kaiju N.º 8, sendo apontado como uma das apostas para o animê da temporada.
Palco Ultra onde passou Gachiakuta no Anime Friends – Giuliano Peccilli
Mônica Carvalho (Andrea) e Jeniffer Setti (Carla). Crédito- Thamires Silva |@tha.juba
As filmagens de “Deixe-me Viver”, dirigido por Walther Neto e estrelado por Mônica Carvalho, tiveram início em agosto, trazendo ao público uma narrativa intensa sobre amor, fé e a urgência de viver plenamente. O longa também reúne Humberto Martins, Cat Dantas, Roberta Rodrigues e um elenco diversificado que mistura nomes consagrados da TV, cinema e teatro com jovens talentos em ascensão.
Entre medos e desejos
No centro da trama está Julia (Cat Dantas), uma jovem diagnosticada com câncer terminal, que pede à mãe, Andrea (Mônica Carvalho), que interrompa o tratamento hospitalar e a deixe aproveitar o tempo que lhe resta. Entre medos, julgamentos e conflitos com o pai de Julia (Humberto Martins) e o sistema de saúde, Andrea embarca em uma jornada transformadora, marcada por descobertas, desafios e momentos de intensa emoção.
Para Mônica Carvalho, o filme é uma reflexão sobre o tempo, o sentido da vida e a importância de viver com qualidade ao lado de quem amamos. “Trancoso será uma das estrelas do filme, com seus cenários e sua gente, que serão enaltecidos na história”, comenta a atriz e produtora.
A maior parte das filmagens acontece em Trancoso, na Bahia, explorando praias, ruas históricas e a energia local. Algumas cenas também serão rodadas no interior de São Paulo, incluindo Campinas e Presidente Prudente, além de locações na capital paulista. A alternância entre o litoral baiano e o ambiente urbano paulista reforça o contraste entre o desejo de liberdade e as limitações que os personagens enfrentam.
Um elenco que mistura experiência e novas gerações
O longa reúne atores veteranos e novos talentos. Entre os destaques estão:
Luciana Vendramini como uma juíza rigorosa
Oscar Magrini, CEO da empresa onde Andrea trabalha
Roberta Rodrigues, mãe de Miguel e chef em Trancoso
Eduardo Silva, advogado de Andrea
Daniela Albuquerque, enfermeira
Participações especiais de Gilmelândia e João Pataxó, líder Pataxó
A nova geração também tem espaço, com Cat Dantas como protagonista, Stephano Strand como par romântico e Juju Covas interpretando a amiga de Julia.
O cineasta Walther Neto assina a direção e a fotografia do longa, além da trilha sonora e coprodução pela WN Produções. Pianista e regente musical de formação, Walther construiu carreira em filmes, séries e documentários, com trabalhos como Sonhos, Destinos Opostos e o longa Estranhos na Noite (em produção).
À frente da Yva Filmes, Mônica Carvalho acumula experiência como atriz, roteirista e produtora, com projetos premiados como Licença para Enlouquecer (Melhor Filme no Art Film Award 2025, Macedônia), além de co-produções como Estranhos na Noite e Os Emergentes.
A WN Produções, com 30 anos de atuação, atua em cinema, TV, música e teatro, acumulando mais de 30 prêmios nacionais e internacionais. A empresa cobre todas as etapas da produção audiovisual, da concepção à pós-produção, e já trabalhou com distribuidoras como Paris Filmes, Imagem Filmes e Pipa Films.
Hajime no Ippo, clássico do shōnen esportivo, acaba de ser lançado no Brasil pela Editora MPEG e já está disponível nas principais lojas. O anúncio foi feito durante o MPEG Fest e marca a estreia oficial da obra de Joji Morikawa em território brasileiro.
Publicado no Japão desde 1989 na Weekly Shōnen Magazine, o mangá chega em edição 2 em 1, com cerca de 400 páginas por volume, transformando os 144 volumes originais em 72 volumes brasileiros, cada um com preço de R$ 42,90.
Desde sua estreia, Hajime no Ippo conquistou mais de 100 milhões de cópias vendidas, ultrapassou 1.000 capítulos e se consolidou como um dos shōnen esportivos mais longos e detalhados do mundo. Mas a obra vai além dos números: é uma enciclopédia de boxe, combinando técnicas reais, lutas memoráveis, desenvolvimento psicológico dos personagens e uma narrativa que mistura humor, drama e superação.
História
A história acompanha Ippo Makunouchi, um adolescente tímido que trabalha com sua mãe em uma loja de aluguel de barcos. Sem amigos e sem experiência esportiva, ele é atacado por colegas de escola e salvo por Mamoru Takamura, campeão de pesos médios conhecido por sua força descomunal e carisma excêntrico. Impressionado com o soco natural de Ippo, Takamura o apresenta ao boxe, e o jovem passa a perseguir a pergunta que define toda sua jornada: “O que é ser forte?” Assim começa sua trajetória no Kamogawa Gym, onde aprende golpes, estratégias e disciplina, enquanto cresce pessoalmente e como atleta.
Personagens
O elenco de personagens é uma das marcas da obra. Ippo, com seu estilo de luta in-fighting, desenvolve golpes icônicos como o Gazelle Punch, um uppercut com impulso corporal que desequilibra adversários; o Liver Blow, um soco certeiro no fígado; e o Dempsey Roll, uma combinação de ganchos e rolamentos que se tornou a assinatura de sua carreira. Mamoru Takamura, campeão japonês de pesos médios, é egocêntrico, brincalhão e extremamente poderoso, detentor de cinturões mundiais da WBC e WBA em diferentes categorias, e serve como mentor e rival informal para Ippo.
Os companheiros do ginásio Kamogawa acrescentam diversidade e técnica ao enredo. Tatsuya Kimura, com velocidade e jogo de pernas refinado, se destaca em combate mesmo sem golpes extremamente fortes, usando técnicas como o Dragon Fish Blow. Masaru Aoki combina movimentos criativos e cômicos, como o Soco Duplo e o Pulo do Sapo, mostrando que criatividade no ringue também é arma. Itagaki Manabu, kouhai de Ippo, é um gênio do outboxe e campeão do torneio dos novatos do Leste, representando a nova geração do ginásio. O próprio Genji Kamogawa, treinador lendário, é responsável por moldar Ippo, Takamura e outros talentos, ensinando desde técnicas básicas até estratégias complexas de combate.
Os rivais de Ippo são igualmente memoráveis e contribuem para a densidade do universo da série. Ichirou Miyata, eterno rival de Ippo, é mestre do contra-ataque, usando velocidade e precisão para controlar o ritmo das lutas. Takeshi Sendou, o “Rocky de Naniwa”, é um adversário explosivo que busca constantemente oponentes mais fortes para se superar. Ryou Mashiba, irmão de Kumi Mashiba, utiliza o Flicker Jab, uma sequência de jabs de esquerda rápidos e de longo alcance, enquanto Alexander Volg, o “Lobo” russo, combina força brutal e técnica refinada, utilizando o golpe Caninos Brancos, dois socos verticais devastadores. Eiji Date, campeão japonês peso pluma, possui golpes como Heart Brake Shot e Corkscrew Punch, combinando força e precisão cirúrgica. Cada adversário testa Ippo de maneiras únicas, criando narrativas de crescimento e superação, enquanto a evolução de golpes e estratégias reflete um conhecimento profundo de boxe real aplicado à narrativa.
Entre os personagens secundários, a obra também se destaca. Kumi Mashiba, irmã de Ryou, passa de resistente ao boxe a aliada e interesse romântico de Ippo. A mãe de Ippo é presença constante, apoiando seu filho e, por vezes, se tornando motivo de reflexão sobre responsabilidades e escolhas. Umezawa, que inicialmente intimidava Ippo, transforma-se em aliado e aspirante a mangaká, mostrando que o crescimento pessoal é tão importante quanto a evolução dentro do ringue. Personagens como Kobashi Kenta, Takeshi Ryūzaki e Padawan Yoda expandem ainda mais o universo, cada um trazendo técnicas, estilos de luta e histórias únicas, reforçando a profundidade da obra.
Animêe Games
Produzido pelo estúdio Madhouse e dirigido por Satoshi Nishimura, a primeira temporada de 76 episódios cobre os primeiros 30 volumes do mangá. Hajime no Ippo: New Challenger (2009) e Hajime no Ippo: Rising (2013) expandem a narrativa, explorando novos desafios e rivais, e consolidando o universo visual da obra. OVAs e filmes complementam arcos específicos, oferecendo adaptações fiéis e detalhadas das lutas mais memoráveis. A trilha sonora também é icônica: aberturas como Under Star, Tumbling Dice e HEKIREKI e encerramentos como Yuuzora no Kamihikouki e Buchikome! que provavelmente você já ouviu por ai, seja em eventos de animê ou num karaokê com amigos.
A franquia se estendeu para os videogames, criando experiências interativas para PlayStation 2, PSP, PS3, Wii, Game Boy Advance e PC. Jogos como Victorious Boxers, Hajime no Ippo: Legends of Spirits e Hajime no Ippo: Revolution recriam golpes e lutas do mangá, incluindo easter eggs que desbloqueiam personagens e técnicas especiais, permitindo que fãs explorem toda a história de Ippo de forma interativa.
Lançamento do mangá no Brasil
AutorJoji Morikawa
FormatoEdição 2 em 1 | 400 páginas
ISBN978-65-998661-2-8
Mais informações
Status da Obra: Em andamento com 1 volume | Em andamento no Japão com 144 volumes
Editora MPEG
O lançamento brasileiro de Hajime no Ippo surpreende por ser um mangá bastante longo, porém mostra um novo momento dos títulos de mangás no Brasil. O título é mais do que um mangá sobre esporte, sendo uma série que traz uma narrativa sobre crescimento, perseverança, superação e amizade. Cada luta, vitória e derrota contribui para o desenvolvimento dos personagens, enquanto a obra continua a ensinar, inspirar e entreter leitores ao redor do mundo.
Hajime no Ippo é uma obra que une técnica, emoção, humor e narrativa, criando um universo tão detalhado que qualquer fã de boxe, mangá ou animação encontra nele algo para se apaixonar. Com a chegada ao Brasil, a saga de Ippo Makunouchi começa um novo capítulo do mercado brasileiro de mangás, permitindo que a próxima geração de leitores possa conhecer uma uma ótima história.
A editora MPEG confirmou no MPEG Fest, realizado na Akiba Station, que o mangá BL japonês Sonna ni Iu nara Daiteyaru será publicado no Brasil em outubro de 2025. A obra chega com o título traduzido como Se quiser, é só pedir, prometendo conquistar fãs de yaoi e BL e com 3 volumes (por enquanto).
Originalmente publicado no Japão, o mangá de Niyama segue em andamento no Japão com 3 volumes. Com narrativa ágil e cenas de romance adulto, o mangá combina humor, tensão e sedução, oferecendo uma leitura intensa em poucas páginas.
Personagens centrais e seus jogos de sedução
Shinobu Urakawa – Durante o dia, é um funcionário comum; à noite, um playboy irresistível que domina o cenário gay noturno. Sua vida dupla é seu segredo, até a chegada de alguém capaz de desestabilizá-lo.
Hikaru Omoteya – Narcisista e príncipe do departamento de vendas, Hikaru invade o bar favorito de Shinobu em busca de popularidade com outros homens. A interação entre os dois se transforma em um jogo de sedução repleto de mal-entendidos, tensão e momentos cômicos: “Você estava esperando, certo? Que eu fosse me aproximar de você.”
Romance e comédia
O enredo acompanha a dinâmica entre Shinobu e Hikaru, misturando romance adulto, comédia e conflitos de personalidade, tudo em um formato que mantém o leitor engajado do início ao fim. Com traços expressivos e ritmo direto, Sonna ni Iu nara Daiteyaru é ideal para quem procura BL divertido e intenso, perfeito para colecionadores ou novos leitores.
Por que este BL é imperdível
Além de ser uma obra completa em volume único, o mangá oferece uma história divertida e sensual, com personagens memoráveis e diálogos marcantes. É uma ótima porta de entrada para quem quer explorar yaoi e BL japonês, ou para quem deseja adicionar um título compacto e impactante à coleção.