A Temporada 7 de Call of Duty: Mobile, intitulada Phantom Current, estreia no dia 30 de julho de 2025 trazendo uma série de conteúdos inéditos e colaborações que vão agitar a comunidade gamer. Entre as novidades, destaca-se a parceria com o jogo tático Girl’s Frontline, que traz um evento limitado exclusivo, além da introdução do tão aguardado modo Gulag em formato temporário — uma primeira vez na história da franquia mobile.
Novos modos e eventos
O modo multiplayer RC-XD Car Racing promete uma experiência eletrizante, colocando os jogadores numa corrida tensa e estratégica com veículos RC-XD. A temporada também apresenta o Dark Shepherd Mythic Draw, um sorteio temático que adiciona ainda mais adrenalina à jogatina.
Além disso, o evento in-game em parceria com Girl’s Frontline traz missões e recompensas exclusivas, ampliando o universo do jogo com uma vibe inédita para os fãs.
Trailer
Passe de Batalha e arsenal reforçado
O Passe de Batalha da temporada Phantom Current mergulha no tema náutico, entregando uma série de itens gratuitos e premium. Entre os destaques está a metralhadora leve MG 82, perfeita para combates rápidos e dinâmicos. Também chegam o Drill Charge Reskin C4 e a nova Série de Pontuação Bomb Drone, que adicionam novas estratégias para os confrontos.
Projetos de armas com design inspirado no mar, aparências de operador, pacotes e muito conteúdo cosmético garantem a customização e diversidade para os jogadores.
A Temporada 7 de Call of Duty: Mobilereforça a aposta em conteúdo diversificado e parcerias que ampliam a experiência, consolidando o game como uma referência no cenário mobile competitivo.
A Editora JBC trouxe para o Brasil o mangá Sob a Luz da Lua (In the Clear Moonlit Dusk), de Mika Yamamori, que vem conquistando fãs no Japão desde 2020. Com nove volumes lançados e um anime confirmado para 2026, essa história envolve romance, autodescoberta e identidade de um jeito sensível e cativante, tornando-se uma das principais apostas do universo shojo no momento.
Romance e autoconhecimento
Yoi Takiguchi é uma garota com aparência andrógina, voz grave e porte que frequentemente a faz ser confundida com um garoto. No colégio, é conhecida como “príncipe” e vive uma rotina de isolamento até conhecer Kohaku Ichimura, um veterano igualmente chamado de “príncipe” pela beleza e status.
Kohaku se interessa por Yoi, propondo um “teste” para namorá-la. A relação entre os dois vai muito além das aparências e revela temas profundos de identidade, aceitação e crescimento emocional, conquistando leitores que buscam histórias com personagens complexos e verdadeiros.
Sucesso no Japão e chegada oficial ao Brasil
Desde sua estreia em 2020 na revista Dessert (Kodansha), Sob a Luz da Lua acumula premiações importantes, como indicações ao Next Manga Award e ao Kodansha Manga Award, além de ter vencido o ebookjapan Manga Award em 2023.
No Brasil, o primeiro volume foi lançado com exclusividade no Anime Friends e já está disponível nas principais livrarias e comic shops, com um marcador de páginas exclusivo como brinde. A edição física tem 192 páginas, formato 13,2 × 20 cm e custa R$ 44,90.
Anime confirmado para 2026
A adaptação para anime, produzida pelo East Fish Studio, estreia em janeiro de 2026 pela TBS. Com direção de Yūsuke Maruyama e roteiro de Ayumu Hisao, a animação promete levar a emoção e a delicadeza do mangá para as telas, ampliando ainda mais o alcance da história.
Por que Sob a Luz da Lua merece sua atenção?
O mangá se destaca por abordar temas como identidade de gênero e aceitação com naturalidade e sensibilidade. Personagens profundos, narrativa envolvente e um romance que foge do óbvio conquistam tanto o público jovem quanto leitores que buscam algo além do tradicional no shojo.
Na San Diego Comic-Con 2025, o universo MARVEL ganhou uma nova expansão em formato de game com o anúncio surpreendente de dois personagens jogáveis para MARVEL Cosmic Invasion: o Surfista Prateado e Bill Raio Beta. A Dotemu e a Tribute Games, responsáveis por sucessos retrô como Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, revelaram a dupla com um trailer que mistura pixel art de alta qualidade e animação digna de HQs clássicas.
O game, previsto para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5 e Xbox, aposta no clássico estilo beat ‘em up com uma pegada moderna. Jogadores poderão montar equipes de dois personagens e alternar entre eles durante a luta usando o sistema inovador Cosmic Swap. Isso traz mais estratégia ao combate, aproveitando os poderes únicos de cada herói.
Personagens revelados
O Surfista Prateado é uma figura icônica da MARVEL, com sua pele metálica e domínio do Poder Cósmico. Em Cosmic Invasion, ele desliza pelos cenários, atordoando inimigos e trazendo a sensação de voar pelo espaço. Já Bill Raio Beta, meio ciborgue e meio korbinita, chega com seu martelo Rompe-Tormentas para esmagar legiões de insetos invasores comandados pelo vilão Aniquilador.
Ambos se juntam a um elenco já recheado de estrelas: Capitão América, Wolverine, Homem-Aranha, Tempestade, Venom, Nova, Mulher-Hulk e Rocket Raccoon, totalizando 15 personagens jogáveis até o momento. O universo do jogo se estende da Nova York tradicional até as profundezas da Zona Negativa, palco da batalha contra a ameaça intergaláctica da Onda de Aniquilação.
Vozes lendárias dão vida aos heróis
Uma das grandes novidades apresentadas na Comic-Con foi o elenco de dubladores para a equipe jogável e personagens da trama. Com nomes como Brian Bloom (Capitão América, Surfista Prateado), Steve Blum (Venom, Bill Raio Beta), Matt Mercer (Nova, Aniquilador) e Josh Keaton (Homem-Aranha), o jogo promete uma imersão ainda maior no universo MARVEL, unindo narrativa e gameplay.
Gameplay, acessibilidade e multiplayer para até quatro jogadores
MARVEL Cosmic Invasion oferece um estilo side-scrolling que remete às clássicas máquinas de fliperama, mas com uma roupagem moderna em pixel art. O título incluirá modos cooperativos locais e online, suporte ao crossplay e uma série de recursos de acessibilidade, reforçando a ideia de que qualquer jogador pode se tornar um super-herói — ou até um vilão.
Expectativa para 2025: nostalgia e inovação
Com lançamento previsto para 2025, MARVEL Cosmic Invasion chega para combinar a nostalgia dos beat ‘em ups clássicos com uma proposta de combate dinâmica e variada, recheada de personagens de diferentes eras da MARVEL. O anúncio na San Diego Comic-Con reforça a aposta da Dotemu e Tribute Games em reviver franquias e universos que marcaram gerações.
Para quem é fã de ação pixelada, universos intergalácticos e personagens icônicos, o jogo já está disponível para ser adicionado à lista de desejos no Steam, prometendo ser uma das surpresas do próximo ano no cenário gamer.
Um dos filmes mais simbólicos da história do rock psicodélico volta às telonas em grande estilo: no dia 17 de agosto, às 14h, o Cine Reag Belas Artes, em São Paulo, recebe uma sessão especial de Pink Floyd – The Wall, com trilha executada ao vivo pela banda Pink Floyd Dream. A exibição faz parte do projeto Belas Sonoriza, que mensalmente resgata clássicos do cinema com acompanhamento musical ao vivo.
Lançado em 1982 e dirigido por Alan Parker, o longa é uma poderosa adaptação do álbum conceitual de mesmo nome, escrito por Roger Waters. Sem diálogos tradicionais, a narrativa se apoia nas canções do Pink Floyd e em impactantes sequências visuais — incluindo animações criadas por Gerald Scarfe, conhecido por seu trabalho como cartunista político.
A história gira em torno de Pink, um astro do rock à beira do colapso, isolado em um quarto de hotel em Los Angeles. Suas memórias — da infância marcada por perdas à fama alienante — se fundem em delírios que o afastam cada vez mais da realidade. A construção metafórica do “muro” que o separa do mundo é o fio condutor da obra.
Mais do que um show ou uma simples exibição de cinema, o evento é uma experiência audiovisual completa. A Pink Floyd Dream, que há mais de uma década homenageia fielmente a obra da banda britânica, executa as faixas de The Wall com total sincronismo em relação às imagens do filme. A proposta resgata o espírito do cinema do início do século XX, quando exibições eram acompanhadas por trilhas tocadas ao vivo — mas, aqui, com o peso de uma das mais icônicas bandas da história do rock.
A banda em cena
Criada em 2010, a Pink Floyd Dream é formada por Marcos Meneghel, Alexandre Chamy, Victor Melo, Chico Weiss, Cassiano MusicMan, Carina Assencio, Rachel Cossemeli e Regina Migliore. O grupo é conhecido por apresentações que recriam álbuns clássicos com alta fidelidade sonora e visual. Além de The Wall, o repertório da banda já passou por álbuns como Atom Heart Mother, P.U.L.S.E. e The Dark Side of the Moon, com shows especiais sincronizados também com o filme O Mágico de Oz.
Serviço – Belas Sonoriza: Pink Floyd – The Wall 📅 Data: 17 de agosto ⏰ Horário: 14h 📍 Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423 – São Paulo/SP 🎟️ Ingressos: R$ 80 (inteira) / R$ 40 (meia) 🪑 Poltronas numeradas, com acessibilidade 🎫 Vendas: na bilheteria ou pelo site oficial 📞 Informações: (11) 2894-5781
Tags: pink floyd the wall, belas sonoriza, filme musicado ao vivo, cine belas artes, pink floyd dream, alan parker, roger waters, rock progressivo no cinema, trilha sonora ao vivo, música e cinema
Depois de estrear mundialmente no prestigiado Festival Internacional de Cinema de Chicago, o longa Suçuarana, de Clarissa Campolina e Sérgio Borges, já tem data confirmada para o circuito nacional: 11 de setembro, com distribuição da Embaúba Filmes. Antes disso, o filme será exibido em São Paulo, no dia 26 de julho, às 20h, na Sala 3 do Reserva Cultural, como parte da programação da 3ª Mostra Cinema, Mineração e Meio Ambiente — evento que propõe reflexões sobre os impactos ecológicos e sociais da atividade mineradora no Brasil.
Com produção da Anavilhana, o filme combina o espírito errante do road movie com elementos de realismo mágico para narrar a busca de Dora, uma mulher solitária que percorre paisagens destruídas pela mineração em direção a Suçuarana, um lugar que talvez exista apenas na fotografia desbotada que carrega com ela. Ao longo dessa trajetória, marcada por encontros efêmeros e perigos imprevisíveis, Dora parece perseguir menos um destino geográfico e mais um sentimento de pertencimento — o desejo de um lar, de uma comunidade possível.
No roteiro, coescrito por Campolina e Rodrigo Oliveira, Dora encontra abrigo em uma antiga fábrica abandonada, onde trabalhadores sobrevivem em regime de coletividade. É nesse espaço de resistência que o filme muda de ritmo: da câmera inquieta e paisagens em movimento da primeira metade — que reflete a desorientação da personagem — para planos mais longos e imersivos, que capturam a convivência cotidiana da vila e a potência das relações humanas em meio ao colapso ambiental.
Inspirado livremente em A Fera na Selva, de Henry James, Suçuarana propõe uma adaptação radicalmente brasileira da ideia de espera e busca, mergulhando em um território devastado pelo extrativismo e onde os resquícios de cultura e ancestralidade ainda florescem como formas de resistência. O filme levanta questões contemporâneas urgentes: como habitar um mundo ferido? É possível criar novas formas de comunidade em meio à ruína?
Na tela, Sinara Teles interpreta Dora com sensibilidade e força contida, acompanhada por um elenco que mistura atores profissionais e personagens do cotidiano, incluindo Carlos Francisco, Tony Stark e a Guarda de Moçambique de Ouro Preto. A trilha original, composta por Ajítenà Marco Scarassati e Djalma Corrêa, pontua a atmosfera entre o onírico e o real, enquanto a fotografia de Ivo Lopes Araújo alterna o áspero e o poético.
A exibição do dia 26 de julho, com entrada gratuita, integra a mostra organizada pelo Instituto Camila e Luiz Taliberti, e marca um encontro entre cinema e ativismo ambiental. As vagas são limitadas e sujeitas à lotação da sala.
Mao Tsé-Tung e Kim Jong-Il foram figuras importantes no conflito
O fim da Segunda Guerra Mundial parecia prometer um futuro de paz global, mas essa esperança se dissipou rapidamente. Em 1950, apenas cinco anos depois da rendição do Japão, a península coreana se tornava o novo campo de batalha de um mundo dividido — o primeiro confronto militar de proporções globais da Guerra Fria. É esse episódio que o documentário inédito A Guerra da Coreia em Foco, dividido em duas partes, analisa com profundidade no canal Curta!.
Produzido pela ZED e dirigido por John Maggio, o filme reúne material de arquivo raro, entrevistas com ex-combatentes, historiadores e civis que viveram o conflito, conectando passado e presente em uma narrativa poderosa e urgente. A obra estreia no dia 1º de agosto, às 22h, na faixa “Sextas de História e Sociedade”.
De Hiroshima ao Paralelo 38
A primeira parte do documentário, intitulada A Guerra Esquecida, investiga as raízes do conflito. O fim da ocupação japonesa e a subsequente rendição do Japão deixaram um vácuo de poder no leste asiático. Os Estados Unidos e a União Soviética, já rivais ideológicos, ocuparam a Coreia em lados opostos do paralelo 38 — uma linha arbitrária que dividiria o país e definiria zonas de influência ocidental e comunista, sem consulta aos coreanos.
O filme apresenta a lembrança de Park Kyung-Soon, que tinha 9 anos na época da libertação japonesa: “Lembro-me de ver todo mundo feliz. Minha mãe entrou e nos disse em voz alta que nós não precisávamos nos preocupar com mais nada.” No entanto, a realidade foi outra. O país logo mergulhou em disputas internas, alimentadas por interesses externos e o desejo de unificação sob bandeiras opostas.
O conflito explode e o mundo assiste
A tensão atingiu o ápice em junho de 1950, quando tropas da Coreia do Norte, apoiadas pela China e pela URSS, invadiram o Sul. A reação internacional foi imediata: a ONU autorizou a intervenção militar, liderada pelos Estados Unidos. O que se seguiu foi um conflito brutal, de trincheiras, bombardeios e massacres, em que civis se viram no meio de batalhas que não escolheram.
O historiador Bruce Commings afirma que a guerra teve um impacto devastador também nas tropas estrangeiras: “Foi uma guerra muito suja. Isso também desmoralizou os soldados americanos. Eles não sabiam pelo que estavam lutando e foram forçados a fazer coisas que não fizeram na 2ª Guerra Mundial.”
A narrativa é intensificada pelos depoimentos de sobreviventes como Yang Hye-Suk, então uma adolescente: “Éramos agricultores pobres, sempre moramos no campo. Então, os soldados dos EUA vieram e disseram: ‘se quiserem viver, saiam’. Eles disseram que tínhamos de nos agrupar, senão iriam atirar.”
Uma cicatriz aberta na história contemporânea
Mais do que reconstituir o passado, A Guerra da Coreia em Foco oferece uma análise das consequências políticas, diplomáticas e humanitárias que se estendem até hoje. A divisão da península permanece, os traumas do conflito moldaram gerações, e o temor nuclear segue presente em um mundo onde a Coreia do Norte continua sendo um ponto de tensão geopolítica.
Com duas partes de 52 minutos, o documentário é uma oportunidade rara para revisitar um conflito muitas vezes ignorado nas narrativas ocidentais. Além da exibição no canal Curta!, o filme também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, via Prime Video Channels, Claro TV+ e no site CurtaOn.com.br.
A versão remasterizada de um dos maiores clássicos do RTS brasileiro, Outlive 25, acaba de entrar em pré-venda exclusivamente pela Nuuvem. A novidade marca a abertura da Retrocon 2025, que acontece entre os dias 25 e 27 de julho, em São Paulo, e traz um forte apelo nostálgico para quem viveu a era das LAN houses nos anos 1990 e 2000.
Versão remasterizada de um marco do RTS nacional
Originalmente lançado em 2000 pela Continuum Entertainment, Outlive foi pioneiro no Brasil ao apresentar um jogo de estratégia em tempo real com padrão internacional. O game chamou atenção da mídia e da indústria, sendo distribuído pela Take-Two Interactive nos EUA e Europa — a mesma de Grand Theft Auto.
Agora, Outlive 25 chega com melhorias visuais e sonoras que aproveitam os arquivos originais sem compactação, garantindo uma qualidade superior em relação à versão original. A remasterização traz ainda compatibilidade com monitores modernos, modo multiplayer via Steam e o retorno do clássico Editor de Campanhas, completamente reconstruído para facilitar a criação e o compartilhamento de conteúdo.
Quatro edições na pré-venda
A pré-venda, disponível exclusivamente na Nuuvem, oferece quatro pacotes diferentes:
Explorador (R$ 49,90) – Jogo base com 10% de desconto
Invasor (R$ 99,90) – Adiciona trilha sonora, artbook digital, wallpapers, acesso antecipado e cargo no Discord (15% de desconto)
Tanque Pesado (R$ 149,90) – Inclui nome nos créditos e acesso ao Closed Beta (13% de desconto)
Apocalipse (R$ 399,90) – Conteúdo completo, incluindo artbook físico, pôster, livestream exclusiva com os desenvolvedores e sessão especial nos créditos (12% de desconto)
A página do jogo também foi lançada no Steam, permitindo que jogadores adicionem o título à lista de desejos.
Retrocon 2025: nostalgia, bate-papo e documentário
Durante a Retrocon, a Continuum participa do palco indie no sábado (26), às 17h, para discutir o processo de produção de Outlive 25. O evento também marca a estreia do documentário Outlive 25: Remasterizando um Clássico, que explora os bastidores do desenvolvimento da nova versão e revela detalhes inéditos sobre o jogo original.
No estande da Nuuvem, o público poderá mergulhar em uma réplica de uma LAN house dos anos 2000, com direito a monitores de tubo e PCs da época rodando o Outlive clássico. A proposta é reviver a experiência gamer brasileira de duas décadas atrás.
“Recriar o clima das LANs é uma forma de conectar passado e presente da história dos games no Brasil. Outlive representa exatamente isso para muitos jogadores”, afirma Thiago Diniz, cofundador da Nuuvem.
Além da área temática, os visitantes poderão levar para casa brindes como kits card montáveis de naves icônicas da cultura pop, como a X-Wing (Star Wars) e a Enterprise (Star Trek).
Um universo expandido à vista
Para Alexandre Vrubel, criador de Outlive e líder de programação da Continuum, Outlive 25 é mais que uma simples remasterização. “Estamos retomando o universo Outlive, com suporte aos monitores atuais, som e gráficos atualizados, multiplayer e o editor totalmente revitalizado. É uma nova fase que promete muito para os fãs”, diz.
O projeto reforça o comprometimento da Continuum com o legado da indústria nacional de jogos, enquanto a Nuuvem aposta no potencial do mercado latino-americano como publisher e distribuidora.
Trailer
Outlive 25 Gênero: Estratégia em tempo real (RTS) Plataforma: PC (Steam) Idiomas: Português e Inglês Jogadores: até 16 simultâneos Lançamento: 2025
Retrocon 2025 Data: 25 a 27 de julho de 2025 Local: Transamerica Expo Center, São Paulo – SP Ingressos: retrocon.com.br (meia-entrada social com 1 kg de alimento)
A jornada em Elden Ring NIGHTREIGN acaba de ganhar um novo fôlego. A FromSoftware lança no dia 30 de julho a atualização 1.02, que introduz o aguardado modo Expedições em Dupla, permitindo que os jogadores encarem juntos os horrores do mundo mutante de Limveld. A novidade promete transformar completamente a dinâmica do RPG de ação cooperativo que já se mostrava um terreno fértil para fãs de desafios e partidas imprevisíveis.
Diferente do Elden Ring original, NIGHTREIGN aposta numa experiência mais direta, focada na sobrevivência, no cooperativismo e na tensão crescente que domina cada ciclo de três dias e noites. Os jogadores assumem o papel de Notívagos, guerreiros amaldiçoados que devem enfrentar monstros, explorar ambientes instáveis e sobreviver até o confronto derradeiro com o temido Nightlord — entidade que domina a escuridão crescente de Limveld.
Com a adição do modo cooperativo em duplas, o peso da jornada pode ser dividido com outro jogador, reforçando a urgência de decisões estratégicas em tempo real. O mapa se modifica a cada nova campanha, incluindo biomas diferentes, inimigos inéditos e rotas alternativas, o que reforça a natureza roguelike da experiência. Cada Notívago possui habilidades e armas próprias, o que obriga os jogadores a repensarem abordagens e sinergias com seu parceiro a cada expedição.
A atualização também inclui ajustes de balanceamento, melhorias de performance e mudanças na interface que visam facilitar a comunicação e fluidez do gameplay, principalmente no modo cooperativo. Ainda não foram reveladas todas as mudanças da versão 1.02, mas o suficiente já foi mostrado para empolgar os veteranos e os novatos que buscam uma entrada menos solitária nesse mundo devastado.
Trailer
Lançado como um spin-off ousado, Elden Ring NIGHTREIGN está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC via Steam, e segue expandindo o universo sombrio da FromSoftware com mais ousadia e tensão a cada atualização.
O estúdio indie alemão Bippinbits, conhecido por Dome Keeper, volta com um projeto ainda mais excêntrico e ambicioso: PVKK: Planetenverteidigungskanonenkommandant. O nome complicado esconde um conceito direto e explosivo: colocar o jogador no comando de um canhão de defesa planetária com controles analógicos e interface retrô. O game fará sua estreia jogável na gamescom 2025, com uma experiência física única.
Durante a feira, que acontece de 20 a 24 de agosto em Colônia, na Alemanha, os visitantes poderão testar PVKK no Indie Arena Booth, no Pavilhão 10.2. O grande diferencial da demo não é apenas o acesso antecipado, mas o fato de ser jogada em uma estação de controle real, onde interruptores, botões, mostradores e dials mecânicos simulam a operação do canhão gigantesco do jogo. É como pilotar uma máquina de guerra interplanetária direto de um bunker de ficção científica dos anos 80.
Além da demo interativa, o estande também oferecerá brindes exclusivos para os visitantes e a chance de trocar ideia com os desenvolvedores da Bippinbits, que estarão presentes explicando o processo criativo do jogo. A experiência deverá circular por outros eventos, incluindo a Tokyo Game Show.
A proposta de PVKK parece ser uma evolução do que o estúdio fez com Dome Keeper, só que agora com foco total em imersão, controles físicos e ambientação técnica. O jogador vai precisar alinhar disparos, calibrar sistemas e tomar decisões em tempo real para deter forças invasoras. Uma verdadeira simulação sci-fi hardcore.
Trailer
O lançamento do jogo está previsto para 2026 no Steam, com publicação pela Kepler Interactive — empresa por trás de jogos como Bionic Bay, Clair Obscur: Expedition 33 e REMATCH. A Kepler vem se destacando também por suas colaborações artísticas, como a coleção de joias digitais inspirada em Expedition 33, feita com a joalheria Hannah Martin, e uma linha de roupas desenvolvida com a estilista Robyn Lynch.
Para quem ficou curioso, a página oficial de PVKK no Steam já está ativa, com atualizações regulares no Devlog, além de vídeos de bastidores narrados pelo cofundador René Habermann nas redes sociais do estúdio.
A grande decisão da chave superior da South America League (SAL) de Rainbow Six Siege X está marcada para sábado (26), com FaZe Clan e FURIA disputando quem avança direto para a final do torneio. Campeã mundial do Six Invitational 2025, a FaZe enfrenta a atual vencedora do RELOAD, FURIA, em um confronto que promete intensidade máxima.
No domingo (27), a grande final da SAL definirá o campeão da temporada. O adversário de quem vencer a disputa entre FaZe e FURIA será o vencedor da chave inferior, que ainda reúne Black Dragons, Ninjas in Pyjamas (NiP), Team Liquid e w7m Esports.
Chave inferior segue pegando fogo
Na parte eliminatória do torneio, as partidas prometem ser eletrizantes. Team Liquid, depois de ser derrotada pela FURIA, encara a NiP, que caiu diante da FaZe Clan. A w7m Esports busca recuperação contra a Black Dragons, superada recentemente pela NiP.
Quem perder o confronto entre FaZe e FURIA ainda terá uma segunda chance: cairá direto para a final da chave inferior, onde encara uma das equipes restantes na disputa.
Convites garantidos para a Esports World Cup
FaZe e FURIA já garantiram lugar na Esports World Cup, que acontecerá em agosto na Arábia Saudita. Os quatro melhores times da SAL recebem convite para o torneio internacional, o que assegura que mesmo a equipe que terminar em terceiro ainda terá presença garantida na competição global.
Onde acompanhar
As partidas decisivas da primeira etapa da SAL começam na sexta-feira (25). A transmissão oficial acontece nos canais da Ubisoft na Twitch e no YouTube. Para atualizações em tempo real, acompanhe os perfis da liga no X e no Instagram.
O Prêmio eSports Brasil 2025 já começou a movimentar a comunidade gamer com a abertura da fase de votação popular em quatro categorias. Até o dia 18 de agosto, fãs podem acessar o site oficial da premiação e indicar seus favoritos nas categorias “Craque Betano da Galera”, “Streamer do Ano”, e nas estreantes “Melhor Creator – Short Form” e “Melhor Creator – Long Form”.
A principal novidade deste ano é justamente a inclusão das categorias voltadas para criadores de conteúdo. O objetivo é reconhecer o trabalho de quem movimenta o cenário para além das arenas competitivas, destacando nomes que se dedicam a formatos diferentes — dos vídeos rápidos de até três minutos aos conteúdos longos, que aprofundam narrativas e experiências no universo dos games.
Segundo Gustavo Freudenfeld, diretor geral do prêmio, o PeB acompanha as transformações do ecossistema gamer e amplia seu olhar para além dos eSports. “Há anos a comunidade pede reconhecimento aos criadores, e agora é hora de celebrar esses talentos em suas diferentes linguagens. O prêmio continua a refletir a pluralidade do cenário brasileiro”, afirma.
A votação atual contempla apenas as categorias 100% populares. Após o encerramento dessa fase, o PeB fará uma curadoria com base nas indicações do público e revelará os nomes selecionados durante a “Live dos Indicados”, no início de setembro. A partir daí, o processo entra em sua segunda etapa, com votação aberta tanto ao público quanto ao Superjúri — um grupo de 60 especialistas, incluindo jornalistas, streamers, comentaristas e outros profissionais do setor.
Rumo à sua 10ª edição, o Prêmio eSports Brasil reafirma seu compromisso com a diversidade, a representatividade e a valorização de todos os segmentos da comunidade gamer. A cerimônia de premiação acontecerá em 18 de dezembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo SporTV, YouTube, Twitch e redes sociais do evento.
O cenário brasileiro de jogos mobile ganha um novo nome de peso: Capa Royale, battle royale desenvolvido pela Jungle, estúdio nacional fundado em 2022 por veteranos da indústria. Depois de um período de acesso antecipado que reuniu 10 mil jogadores, o game entra oficialmente em beta aberto, com download gratuito para dispositivos Android e iOS.
A proposta do jogo é direta: oferecer uma experiência de battle royale dinâmica, acessível e brasileira. Produzido em parceria com o streamer e empresário Cerol (Lúcio Lima), uma das figuras mais influentes do gênero no país, o título busca entregar combates frenéticos, com jogabilidade otimizada para rodar até mesmo em smartphones de entrada.
Em Capa Royale, os jogadores escolhem entre agentes com habilidades exclusivas, cada um com estilos próprios de enfrentamento, o que adiciona variedade às batalhas em tempo real. A diversidade de personagens e o ritmo acelerado das partidas reforçam a proposta de ser um título competitivo, mas com DNA local.
A fase de beta chega após um acesso antecipado que teve pico de 10 mil jogadores e serviu como laboratório de ajustes com a própria comunidade. O feedback colhido ajudou a moldar o balanceamento de agentes e a estabilidade dos servidores. Apesar da abertura do beta, os pacotes pagos do acesso antecipado ainda estão disponíveis em número limitado, oferecendo recompensas exclusivas — incluindo skins originais, moedas in-game e o próprio Cerol como personagem jogável.
Capa Royale representa mais um passo para consolidar a presença brasileira no competitivo universo dos shooters mobile, combinando produção nacional, acessibilidade e forte engajamento com a comunidade. O jogo já está disponível nas principais lojas digitais para quem quiser testar essa nova proposta de sobrevivência e estratégia no campo de batalha.