A Fluxo W7M quer jogar perto da comunidade. Na gamescom latam 2026, a organização monta uma operação focada em experiência direta com o público, deixando de lado só presença de marca para apostar em interação real.
Entre 30 de abril e 4 de maio, no Distrito Anhembi, o estande do Banco do Brasil vira ponto de encontro para quem acompanha o time e também para quem só quer jogar.
X1 aberto e creators no meio da galera
O destaque mais direto é a estação de X1 liberada para o público. Chegou, joga. Sem burocracia. A proposta é simples e funciona: colocar fã contra fã e, em alguns momentos, contra os próprios influenciadores.
Nomes como Nobru e Cerol aparecem no meio da programação, jogando, participando de desafios e puxando interação ao vivo. É o tipo de dinâmica que aproxima mais do que qualquer postagem.
Meet & greet e agenda cheia
O encontro com fãs acontece no sábado, 2 de maio, às 14h, reunindo o elenco de influenciadores. Além dos nomes principais, a agenda roda com criadores ao longo dos dias, garantindo movimento constante no estande.
A lógica aqui é manter fluxo. Sempre tem alguém, sempre tem algo acontecendo.
Loja física reforça presença fora do digital
Outro ponto é a loja oficial dentro do estande. Produto exclusivo, venda direta e aquele apelo clássico de evento: levar algo que só existe ali.
Funciona como extensão da marca. O fã não só acompanha, ele consome e leva um pedaço da experiência.
Mais do que presença, teste de força com a comunidade
A participação do FluxoW7M segue um movimento cada vez mais comum no cenário de esports: sair da tela e testar conexão no presencial.
Evento como a gamescom latam 2026 vira termômetro. Se o público cola, interage e volta, a estratégia funciona. Se não, vira só mais um estande bonito.
Aqui, a aposta é clara. Menos vitrine, mais contato direto. Para uma organização que nasceu da comunidade, faz sentido colocar o público no centro do jogo.


