O terror Hokum: O Pesadelo da Bruxa chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril com distribuição da Diamond Films. Protagonizado por Adam Scott, conhecido pela série Ruptura, o longa aposta em uma combinação de horror psicológico, atmosfera isolada e elementos do folk horror.
A direção é de Damian McCarthy, que já havia chamado atenção no gênero com Oddity: Objetos Obscuros.
Hotel isolado e luto conduzem a narrativa
Na trama, Scott interpreta Ohm, um escritor em luto que viaja para o interior da Irlanda para concluir seu livro. Ao se hospedar em um hotel aparentemente comum, ele descobre que o local carrega histórias envolvendo uma bruxa e uma suíte de lua de mel que permanece fechada há anos.
A partir daí, o filme constrói sua tensão com base em pesadelos, memórias reprimidas e eventos inexplicáveis, que se intensificam após um desaparecimento dentro do hotel.
Referências clássicas e abordagem menos solene
McCarthy assume influências diretas de John Carpenter, especialmente de filmes como O Enigma de Outro Mundo e Eles Vivem. A proposta é equilibrar tensão e momentos mais leves, evitando um tom excessivamente solene.
Segundo o diretor, o longa combina sustos, estranheza e um certo humor, criando uma experiência que transita entre o terror tradicional e uma abordagem mais acessível.
Novo título reforça fase do diretor no gênero

Após trabalhos independentes que circularam bem entre fãs de terror, McCarthy consolida sua presença com um projeto de maior alcance. Hokum mantém elementos recorrentes de sua filmografia, como isolamento, construção atmosférica e personagens confrontando forças desconhecidas.
Com estreia marcada para 30 de abril, o filme chega mirando o público que busca terror mais atmosférico, com influência clássica e narrativa centrada em personagem.


