O curta-metragem brasileiro Barulho disputa o II Festival Curta Aparecida neste sábado (16), em Aparecida de Goiânia. Dirigido por Karen Suzane, o filme mistura drama, música e relações humanas em uma história marcada pelo luto e pelo poder transformador do samba.
A trama acompanha Humberto, interpretado por Carlos Francisco, um viúvo solitário que vive preso à dor da perda. Sua rotina silenciosa começa a mudar quando dois vizinhos sambistas passam a ocupar o cotidiano do prédio, criando um contraste entre isolamento e convivência.
Além de Carlos Francisco, o elenco reúne Elisa Lucinda, Dan Ferreira, Vitor Britto, Alicia dos Anjos, Anne Belize, Joyce Bella, Mihh Moraes e Veto Martins.
Segundo a diretora Karen Suzane, o filme busca discutir o sofrimento do luto de forma sensível e humana.
“Viver exige de nós resiliência e entusiasmo e esse filme nos traz a lembrança de que a esperança é uma fonte de renovação da vida”, afirma a cineasta.
Com roteiro assinado por JulyFrans, Leonardo Lumas e Caio Pudenzi, o curta trabalha temas como ancestralidade, acolhimento e amizade ao longo de seus 17 minutos.
Para a roteirista JulyFrans, o título carrega um significado simbólico importante.
“Barulho, apesar de ser antônimo do silêncio, nesse projeto torna-se sinônimo.”
Estreia

O filme estreou em março durante uma sessão especial do Cine 72, em Alto do Rio Doce, e agora segue em circulação por festivais de cinema pelo país.
“Barulho” é produzido pela Maruti Blue Produções, com patrocínio da BB Seguros e distribuição da Tarrafa.


