O Rocky Spirit Festival voltou a ocupar o Parque Villa-Lobos e confirmou o que já virou padrão: mais do que um evento, virou ponto de encontro.
Ao longo de sábado e domingo, cerca de 10 mil pessoas passaram pelo parque para acompanhar uma programação que mistura cinema, esporte e atividades ao ar livre, tudo gratuito.
Do slackline ao yoga, parque virou espaço de experimentação
Durante o dia, o público teve acesso a atividades práticas. Slackline, escalada, oficina de malabares e até clínica para crianças aprenderem a pedalar sem rodinhas.
Também teve aula funcional e yoga, além da presença do programa Sampa Saúde em Movimento, que levou orientação esportiva e nutricional ao público.
A ideia é simples: não só assistir, mas participar.
Música e cinema seguram o público até a noite
Quando o sol baixa, o evento muda de ritmo. Shows e exibição de documentários entram em cena.
A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana colocou o público para dançar, enquanto a banda The Dogs puxou clássicos que funcionam para diferentes gerações.
Nos filmes, os destaques ficaram para histórias ligadas ao esporte. A presença de atletas após as sessões ajudou a aproximar ainda mais o público.
Clima de comunidade virou marca do evento

O que mais se repetiu ao longo dos dois dias foi o uso do espaço como ponto de encontro. Gente comemorando aniversário, grupos se reunindo e novos visitantes conhecendo o festival pela primeira vez.
O Rocky Spirit já não fala só com quem é do outdoor. Ele amplia o público e transforma o parque em um espaço coletivo.
Com apoio da Decathlon e da Prefeitura de São Paulo, o evento reforça um caminho que vem crescendo: ocupar espaços públicos com atividades gratuitas e abertas.
A edição de 2026 do Rocky Spirit aconteceu nos dias 25 e 26 de abril no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, reunindo cerca de 10 mil pessoas.


