Anitta segue expandindo o universo de “EQUILIBRIVM” com o lançamento de “Deus Mãe”, terceiro ato da sequência audiovisual do álbum.
O novo capítulo junta as faixas “Mandinga” e “Nanã” e reforça um eixo claro do projeto: usar imagem e música para discutir poder, espiritualidade e identidade.
Liberdade feminina abre o ato
“Mandinga” inicia o bloco com uma construção direta. A narrativa parte de um cenário dominado por figuras masculinas de poder e evolui para a quebra dessa estrutura.
No clipe, Anitta e Marina Sena aparecem inicialmente presas e, ao longo da música, rompem esse espaço, recusando o papel imposto.
A faixa ainda ganha leitura dupla: começa como sedução e vira afirmação de autonomia.
“Nanã” leva o discurso para o espiritual
Na sequência, “Nanã” muda o ritmo e aprofunda o conceito. A música se inspira na orixá ligada à criação e ao ciclo da vida.
Participações de Rincon Sapiência e King Saints ampliam o alcance da faixa, que aposta mais na atmosfera do que na estrutura pop tradicional.
A ideia aqui não é só contar uma história, mas provocar leitura simbólica.
Visual reforça conceito do projeto
O audiovisual trabalha com elementos naturais, figurinos orgânicos e referências à cultura afro-brasileira.
Folhas, barro e tons terrosos aparecem como extensão do discurso. A estética acompanha a narrativa: da opressão à reconstrução.
Projeto segue narrativa contínua
“EQUILIBRIVM” não funciona como clipes isolados. Cada ato avança um conceito maior, conectando música, imagem e discurso.
“Deus Mãe” reforça essa proposta ao deslocar a ideia de divindade para uma perspectiva feminina e coletiva.
O ato “Deus Mãe”, de “EQUILIBRIVM”, foi lançado em 28 de abril de 2026, dando sequência à narrativa audiovisual do novo álbum de Anitta.


