O Brasil colocou Teamfight Tactics no topo do pódio na primeira edição internacional do #DEDsafioTFT. A dupla formada pelos brasileiros TFToddy e Daniels Marcon venceu a grande final do torneio na última quinta-feira (10), em Los Angeles, e garantiu o título da competição.
A decisão aconteceu presencialmente no campus da Riot Games, nos Estados Unidos, e reuniu jogadores e criadores de conteúdo de diferentes regiões. Os brasileiros terminaram a disputa com 16 pontos, superando os representantes da Europa, América do Norte e América Latina.
A competição foi organizada pelo influenciador e streamer mexicano elded e marcou a chegada do #DEDsafioTFT ao cenário internacional.
Brasil supera representantes de três regiões
Na grande final, TFToddy e Daniels tiveram pela frente Bastida e Lucas Rojo, da Europa; Subzeroark e Jalon, da América do Norte; e JustKiryy e Lukwer, da América Latina.
O torneio adotou o formato “Dupla Dinâmica”, colocando jogadores profissionais e criadores de conteúdo na mesma equipe. A disputa começou com uma fase de grupos no início de setembro e terminou com a decisão presencial em Los Angeles.
O campeonato também serviu como celebração do novo conjunto de Teamfight Tactics, Selvas Encantadas.
Quem são os campeões brasileiros?
TFToddy é streamer e jogador profissional da KaBuM! e um dos principais nomes brasileiros de Teamfight Tactics. O jogador também já havia conseguido destaque internacional ao terminar no Top 4 mundial do TFT Paris Open Set 16.
Já Daniels Marcon construiu sua trajetória principalmente com conteúdo de League of Legends. Seu canal no YouTube foi criado em 2012, e o criador também passou pelo cenário competitivo do MOBA, defendendo equipes como INTZ Gaming e KaBuM!.
Atualmente, Daniels produz conteúdo voltado aos jogos da Riot Games, incluindo análises e dicas.
Com a vitória em Los Angeles, a dupla brasileira encerra a primeira edição internacional do #DEDsafioTFT com o troféu do campeonato que reuniu nomes da comunidade de Teamfight Tactics em torno do novo set Selvas Encantadas.
A South America League (SAL) volta neste fim de semana para mais uma rodada de confrontos decisivos no cenário sul-americano de Rainbow Six Siege. A segunda semana da Etapa 2 começa neste sábado (12), a partir das 13h, com a FURIA tentando manter a liderança e um confronto direto contra a Team Liquid Alienware entre os destaques.
A FURIA chega à rodada na primeira colocação e ainda não perdeu na competição. A FaZe Clan aparece logo atrás, também invicta. Black Dragons e Team Liquid completam o grupo de equipes que seguem sem derrotas, embora tenham chegado às vitórias da rodada anterior na prorrogação.
E é justamente a Liquid que aparece no caminho da FURIA neste sábado.
FURIA x Team Liquid é o destaque de sábado
A programação começa às 13h, com Fluxo W7M x Imperial. Na sequência, às 14h15, FURIA e Team Liquid entram no servidor em um dos confrontos mais interessantes da rodada.
O sábado ainda terá LOUD x INTZ, LOS x Black Dragons e LuckyFive x FaZe Clan.
Com FURIA e FaZe disputando as primeiras posições e outras equipes invictas tentando acompanhar o ritmo, os resultados deste fim de semana podem mexer bastante com a parte de cima da tabela.
Domingo também tem duelo importante
A segunda rodada do fim de semana começa novamente às 13h, desta vez com LOUD x Team Liquid Alienware.
A FURIA volta a jogar às 14h15, contra a Imperial. Mais tarde, LOS x FaZe Clan coloca frente a frente duas equipes que podem influenciar diretamente a disputa pelas primeiras posições.
A agenda completa fica assim:
Sábado, 12 de setembro
13h: Fluxo W7M x Imperial
14h15: FURIA x Team Liquid Alienware
15h30: LOUD x INTZ
16h45: LOS x Black Dragons
18h: LuckyFive x FaZe Clan
Domingo, 13 de setembro
13h: LOUD x Team Liquid Alienware
14h15: FURIA x Imperial
15h30: LuckyFive x Fluxo W7M
16h45: LOS x FaZe Clan
18h: Black Dragons x INTZ
As partidas da South America League podem ser acompanhadas pelos canais oficiais de Rainbow Six Siege na Twitch e no YouTube, com atualizações também nas redes sociais da competição.
Quem acompanha K-dramas pelo Viki vai encontrar uma programação especial no fim de setembro. O K-Drama Day retorna para sua quarta edição entre 25 de setembro e 1º de outubro, reunindo séries gratuitas, conteúdos exclusivos e uma votação que coloca os próprios fãs no comando de uma das ações da celebração.
Durante o período, dez séries selecionadas do catálogo poderão ser assistidas gratuitamente, sem a necessidade de uma assinatura paga. A lista reúne produções de diferentes gêneros, passando por romance, suspense, ação, investigação e histórias de amadurecimento.
Entre os títulos estão A Justiceira, Naquele Verão, Positivo, é seu, IDOL I, Espírito de Artista e Sra. Incógnita.
Qual K-drama merece um outdoor?
A principal novidade desta edição acontece antes mesmo do K-Drama Day.
Entre 14 e 21 de setembro, os fãs poderão votar na produção que gostariam de ver em destaque. O título vencedor será anunciado em 25 de setembro e ganhará uma campanha em outdoors digitais no Brasil e em outros países.
A iniciativa brinca com uma característica que acompanha o crescimento dos K-dramas fora da Coreia do Sul: o envolvimento dos fãs. Recomendações, discussões nas redes sociais e comunidades internacionais ajudaram diversas séries a encontrar novos públicos, e agora o Viki transforma essa participação em parte da própria campanha.
Dez séries para colocar na lista
O EspantalhoEspírito de ArtistaPositivo, é seuÀ minha ladra queridaSra. IncógnitaMe AmeNaquele VerãoIDOL IA Justiceira
A seleção gratuita tem opções para diferentes tipos de espectadores.
Em Naquele Verão, dois irmãos gêmeos acabam separados após o divórcio dos pais. A história acompanha também a relação construída por um deles com a vizinha Ha Gyeong, até que uma tragédia muda o rumo dos personagens.
Já IDOL Imistura investigação criminal e o universo do K-pop. A protagonista é uma advogada que precisa defender o vocalista de seu grupo favorito depois que ele é acusado de assassinato.
Para quem procura ação, A Justiceiraacompanha Yoo Bo Na, uma mãe que esconde uma segunda vida como uma lendária atiradora de elite. Depois de três anos afastada, ela volta a agir enquanto tenta manter sua família protegida.
O Espantalho, por outro lado, aposta no suspense policial. A série acompanha um analista de comportamento criminal que retorna ao trabalho depois de 33 anos para investigar conexões entre um assassino preso e mortes que permaneceram sem solução.
A programação do K-Drama Day não termina nos episódios. O Viki também preparou entrevistas, AMAs e vídeos especiais com atores e diretores.
Entre os convidados estão Yoon Jong Ho, diretor de A Justiceira, e So Jae Hyun, responsável por De volta para você. O público também poderá conferir uma entrevista com Bae In Hyuk, além de mensagens de Park Ji-hoon, Lee Hye-ri, Hwang In-youp, Choi Soo-young, Kang Tae-oh, Kim Sejeong e Gong Hyo-jin.
Outro destaque é uma conversa com o elenco de De volta para você, enquanto concursos prometem itens autografados por nomes como Moon Sang Min, Park Sung Hoon, Nam Ji Hyun e Gong Hyo Jin.
O Viki ainda terá ações promocionais com LG, Agoda e WEBTOON, ampliando a programação para além do streaming.
Para quem já acompanha as produções coreanas, a semana funciona como uma oportunidade para revisitar alguns títulos e descobrir outros. Para quem chegou agora ao universo dos K-dramas, a seleção gratuita também pode servir como uma porta de entrada para o catálogo do Viki.
O K-Drama Day 2026 acontece de 25 de setembro a 1º de outubro, com os dez títulos selecionados disponíveis gratuitamente durante a celebração.
A investigação de uma chacina deveria ser o principal problema de Edvaldo, policial que trabalha em uma pequena cidade do interior de Goiás. Em Morrer Feito Homem, porém, o caso rapidamente perde espaço quando rumores sobre sua sexualidade começam a circular pela comunidade.
Interpretado por Irandhir Santos, o protagonista vê sua autoridade ser questionada justamente dentro de um ambiente marcado pelo machismo. O novo filme de Erico Rassi, diretor de Oeste Outra Vez, mistura drama, policial e western para acompanhar a transformação de um homem que passa de investigador a alvo.
As filmagens começaram em Alvorada do Norte (GO), município localizado a cerca de 456 quilômetros de Goiânia.
Uma chacina que deixa de ser o principal problema
Edvaldo recebe a missão de investigar uma chacina ocorrida em um bar. A apuração, no entanto, toma outro rumo quando comentários sobre sua orientação sexual começam a ganhar força.
A partir daí, o policial passa a ser gradualmente isolado. Primeiro, sua autoridade é colocada em dúvida. Depois, ele é afastado da própria corporação e passa a enfrentar a rejeição da comunidade.
A investigação do crime deixa de ser o centro da história enquanto Edvaldo enfrenta uma violência de natureza diferente — aquela praticada por pessoas que antes reconheciam sua autoridade.
É nesse momento que Morrer Feito Homem aproxima o gênero policial de uma discussão sobre masculinidade, homofobia e machismo. Em vez de simplesmente aceitar a posição de vítima, Edvaldo decide reagir e parte em busca de vingança contra aqueles que o humilharam.
Irandhir Santos volta ao interior brasileiro
A escolha de Irandhir Santos como protagonista coloca no centro da produção um dos atores mais reconhecidos do cinema brasileiro. Ao seu lado estão Rodrigo Garcia, Digão Ribeiro, Enio Cavalcante e Laura Lufesi.
O filme também marca mais uma parceria de Erico Rassi com histórias ambientadas no interior do país. Em Oeste Outra Vez, o diretor já havia utilizado uma paisagem rural para construir um western brasileiro marcado por conflitos e violência.
Agora, a ambientação nos anos 1990 serve para colocar Edvaldo em uma sociedade ainda mais fechada, onde a reputação e as expectativas sobre o comportamento masculino determinam o espaço que cada pessoa pode ocupar.
Produzido pela RT Features, Morrer Feito Homem ainda não tem data de estreia divulgada.
Se você ainda lembra do Orkut, do MSN e das comunidades que definiam boa parte da internet brasileira, Lana, como eu odeio esses caras!começa em um território bastante familiar. O romance de estreia de Arthur Simon volta para 2008 para acompanhar uma adolescente que deixa Florianópolis e precisa começar praticamente do zero em uma pequena cidade do interior de Santa Catarina.
Só que a história não fica apenas na nostalgia.
Em Hortênsias, cidade fictícia de colonização alemã, Jéssica conhece Lana, uma vizinha de cabelo platinado, tatuagem de arco-íris e uma habilidade que definitivamente não faz parte da rotina de uma adolescente comum: ela consegue mover objetos com a mente.
A partir desse encontro, Simon transforma uma história de descoberta adolescente em uma mistura de romance, coming-of-age, suspense sobrenatural e thriller político.
Britney Spears, MSN e uma cidade que esconde seus próprios fantasmas
A escolha de 2008 não está ali apenas para criar uma estética retrô.
Jéssica vive em um período em que redes sociais e aplicativos de mensagem começavam a transformar as relações pessoais. Enquanto conversa pelo MSN com a amiga que ficou em Florianópolis, ela acompanha Britney Spears e escuta Blackout. O Orkut e suas comunidades também fazem parte desse cotidiano.
É um cenário reconhecível para quem viveu aquela época, mas que funciona de maneira diferente para a protagonista. Jéssica está justamente tentando descobrir quem é enquanto deixa para trás tudo aquilo que conhecia.
E é nesse processo que Lana entra em sua vida.
A amizade entre as duas gradualmente se transforma em romance, enquanto Jéssica começa a compreender a própria bissexualidade. A descoberta vem acompanhada pelo medo da rejeição, pelo peso de permanecer no armário e pela dificuldade de viver em uma comunidade que trata qualquer diferença com desconfiança.
O romance, portanto, não usa o passado apenas como decoração. A atmosfera de 2008 serve para colocar a protagonista em um momento específico da adolescência e, ao mesmo tempo, discutir questões que continuam bastante atuais.
O problema é que Hortênsias tem um passado bem mais sombrio
Se a relação entre Jéssica e Lana conduz o lado emocional da história, os acontecimentos de Hortênsias levam o livro para outro caminho.
A descoberta de diários de 1942 revela que o avô de Lana viveu um amor proibido durante o Estado Novo. A partir desses registros, a história começa a conectar o passado da cidade com o presente das personagens.
E o suspense deixa de ser apenas sobrenatural.
O romance trabalha com a permanência de ideias ligadas ao nazismo e ao integralismo, apresentando uma organização secreta que continua atuando na cidade. A investigação faz com que Jéssica e Lana percebam que determinadas ideias que pareciam pertencer aos livros de História continuam encontrando espaço no presente.
É aí que Lana, como eu odeio esses caras! encontra seu diferencial. A história de duas adolescentes tentando entender seus sentimentos acontece ao mesmo tempo em que elas descobrem uma ameaça muito maior.
O romance e o suspense não funcionam como duas histórias separadas.
Uma história contada por posts, diários e mensagens
Simon também decidiu brincar com a maneira como essa história é apresentada.
Além da narrativa tradicional, o livro incorpora bilhetes, posts de fóruns da internet, artigos de jornal e um diário, criando diferentes perspectivas para reconstruir os acontecimentos de Hortênsias.
A estrutura funciona como uma espécie de investigação dentro do próprio romance. O leitor acompanha o presente enquanto encontra pistas de acontecimentos que começaram décadas antes.
Essa escolha combina particularmente bem com a ambientação. A internet de 2008 aparece como parte da narrativa, enquanto os documentos antigos revelam um passado que insiste em voltar.
O resultado é uma história que transita entre a memória afetiva dos anos 2000 e um conflito muito menos confortável.
Entre nostalgia e pertencimento
Capa de Lana, como eu odeio esses caras!Arthur Simon
No fim, Lana, como eu odeio esses caras! parece interessado justamente nesse choque.
De um lado estão Britney Spears, MSN, Orkut e a cultura pop de 2008. Do outro, uma cidade marcada pelo conservadorismo, uma história familiar escondida e personagens que precisam decidir se vão simplesmente deixar aquele lugar para trás ou enfrentar o que existe por baixo dele.
Para Arthur Simon, a ideia do romance começou com uma imagem: duas meninas em uma floresta. A partir dela surgiu uma história que mistura referências da cultura pop, literatura e questões relacionadas à identidade e ao pertencimento. O autor também aponta influências como Carol Bensimon, além de obras como O Morro dos Ventos Uivantes, O Apanhador no Campo de Centeio e Os Sete Maridos de Evelyn Hugo.
Publicado pela Casa de Astérion, o livro tem 326 páginas e marca a estreia de Simon na literatura. Mais do que simplesmente voltar aos anos 2000, Lana, como eu odeio esses caras! usa aquele período como ponto de partida para falar sobre primeiro amor, sexualidade, memória e a permanência de ideias que deveriam ter ficado no passado.
E talvez seja justamente essa combinação que torne a proposta curiosa: uma história que começa com a nostalgia de uma época em que o MSN fazia parte da rotina, mas rapidamente lembra que nem tudo que ficou para trás realmente desapareceu.
A Semana do Cinema começou com um resultado expressivo nas salas brasileiras. Cerca de 460 mil pessoas foram aos cinemas na quinta-feira (10), primeiro dia da nova edição da campanha. O número representa a maior abertura desde o início da iniciativa e supera em 35% o recorde anterior, registrado em fevereiro de 2025.
A campanha segue até quarta-feira (16) com ingressos promocionais em cinemas participantes de todo o país.
Ingressos a partir de R$ 10
Durante a Semana do Cinema, as sessões tradicionais têm ingressos por R$ 10 para horários iniciados antes das 17h e R$ 12 nos demais horários, incluindo os finais de semana.
A promoção não se aplica a pré-estreias, shows e salas especiais. As redes participantes também oferecem combos de pipoca e refrigerante com preços promocionais.
A programação reúne lançamentos e filmes que já estão em cartaz, incluindo produções como Homem-Aranha e a comédia nacional Minha Melhor Amiga.
Campanha reúne principais redes do país
A edição de setembro conta com a adesão das grandes redes de cinema do Brasil. A Semana do Cinema é uma iniciativa voluntária idealizada pela FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas), com apoio da ABRAPLEX, Ingresso.com e Grupo Consciência.
O público pode consultar horários, cinemas participantes e valores diretamente nos sites das redes exibidoras e plataformas de venda de ingressos.
Com o recorde registrado na abertura, a campanha ainda tem seis dias de ingressos promocionais para ampliar o movimento nas salas brasileiras.
Divulgação
Combinação entre tradição, entretenimento e cultura pop mostra como um objeto cotidiano pode ganhar novos significados
Poucos objetos atravessam tantas gerações da cultura pop quanto um baralho de cartas. Nas telas, ele pode aparecer em uma mesa de cassino, em uma disputa entre personagens ou como parte da identidade visual de uma franquia. Mais do que um simples objeto de cena, as cartas muitas vezes ajudam a estabelecer a atmosfera e até a conduzir uma narrativa.
O significado também muda conforme a história. Uma partida pode representar uma disputa, enquanto um blefe revela características de um personagem. Em produções como Truque de Mestre, por exemplo, as cartas estão diretamente associadas ao universo apresentado pela trama.
“Os baralhos têm uma linguagem visual muito própria e são facilmente reconhecidos pelo público. No audiovisual, essa característica permite que sejam utilizados para representar diferentes ideias e situações, desde competição e estratégia até sorte e imprevisibilidade”, afirma Marília Ramos Ribeiro, VP de Marketing LATAM da COPAG.
Quando as cartas fazem parte da narrativa
A presença dos baralhos no audiovisual está ligada a conceitos como acaso, estratégia, risco e imprevisibilidade que são elementos que combinam com gêneros como suspense, ação, fantasia e drama.
A própria estrutura visual das cartas facilita essa associação. Áses, reis, rainhas, coringas e naipes podem assumir significados específicos dentro de uma produção e se transformar em símbolos reconhecidos pelo público mesmo fora do contexto original.
Essa familiaridade também permite que o baralho funcione como uma espécie de atalho visual. Antes mesmo de uma cena explicar o que está acontecendo, uma mão de cartas pode sugerir competição, tensão ou uma situação em que o resultado depende tanto da habilidade quanto da sorte.
Da tela para as coleções
A relação entre baralhos e cultura pop não termina quando os créditos sobem. Personagens, símbolos e identidades visuais de filmes, séries, animações, games e quadrinhos também podem chegar aos baralhos licenciados e colecionáveis.
Nesse caso, o objeto deixa de ser apenas um jogo e passa a funcionar como item de coleção. Para fãs, ter um baralho relacionado a uma franquia pode representar uma maneira de manter uma conexão física com um universo que acompanha.
É uma extensão natural da cultura do colecionismo, em que produtos licenciados também carregam uma relação afetiva com personagens e histórias.
Um objeto que atravessa gerações
Parte da força do baralho está justamente na capacidade de ocupar espaços diferentes. O mesmo objeto pode remeter a partidas em família, encontros entre amigos ou lembranças da infância e, ao mesmo tempo, incorporar referências contemporâneas da cultura pop.
Essa combinação ajuda a explicar sua permanência no imaginário de diferentes gerações. O baralho não precisa abandonar sua função tradicional para ganhar novos significados: ele pode continuar sendo um jogo enquanto também se transforma em objeto de coleção e representação de franquias.
No fim, talvez seja essa versatilidade que mantenha as cartas tão presentes no entretenimento. Entre uma partida, um blefe e uma coleção, o baralho continua funcionando como um ponto de encontro entre jogos, narrativas e memória afetiva.
A EXPOCINE 2026 reforça neste ano o espaço dedicado a estudantes de cinema e profissionais que estão entrando no mercado audiovisual. A programação inclui novas atividades de formação, além do já conhecido Decupa, que coloca diferentes etapas da produção cinematográfica no centro das discussões.
A iniciativa também ganhou uma ação inédita antes da convenção: o EXPOCINE Day, realizado em faculdades de cinema de São Paulo para apresentar o evento e aproximar universitários das possibilidades profissionais do setor.
Decupa leva produção de um filme para dentro da programação
Realizado em 29 de setembro, das 9h às 17h, no Cine Marquise, o Decupa promove uma análise das diferentes áreas envolvidas na realização de um longa-metragem.
Nesta edição, a atividade conta com parceria da Paris Entretenimento e utiliza o filme inédito Minha Vida com Shurastey como estudo de caso. Profissionais responsáveis pelas áreas criativas e estratégicas da produção participam de seis painéis:
Direção, casting e direção de fotografia;
Produção executiva;
Desenho de som, captação, trilha sonora e licenciamento musical;
Direção de arte, figurino e caracterização;
Montagem;
Produção e materiais promocionais.
A proposta é mostrar como as decisões tomadas em cada departamento interferem no resultado final de uma produção.
Novas vozes discutem como construir uma carreira no audiovisual
Outro destaque acontece em 30 de setembro, às 17h, na sala Spcine, no Espaço Center 3 de Eventos. O painel “Eu Te Fiz Escolher Cinema: as Novas Vozes que Inspiram o Futuro do Mercado” reúne profissionais que construíram sua relação com o cinema também a partir das plataformas digitais.
Participam Carol Moreira, jornalista e criadora de conteúdo; Luisa Clasen, cineasta e criadora do canal Lully de Verdade; e Rafael Dias, da DiaTV. A conversa terá mediação de Caio Garritano, do AdoroCinema.
O painel parte de uma transformação na maneira como o público descobre e discute filmes. YouTube, Instagram e outras plataformas deixaram de ser apenas espaços de recomendação e passaram a funcionar também como portas de entrada para novas carreiras ligadas ao audiovisual.
EXPOCINE Day aproxima evento das universidades
Antes da convenção, a organização levou o EXPOCINE Day para estudantes da FAAP, Belas Artes e ESPM, em São Paulo. A ação apresentou a programação de 2026 e destacou atividades como cases, oficinas com certificado e discussões sobre o cotidiano profissional do setor.
Com o tema “TELA ABERTA: CINEMA QUE SE MOVE POR SI SÓ”, a EXPOCINE 2026 também propõe discutir a relação cada vez mais próxima entre cinema, celulares, tablets e streaming.
A edição anterior reuniu mais de 2.300 credenciados, enquanto a área de negócios passou de 24 marcas expositoras em 2023 para mais de 60 em 2025. Para 2026, a organização também prevê recursos de acessibilidade em parceria com a MAV e tradução simultânea para espanhol e inglês.
A EXPOCINE 2026 acontece em São Paulo, com programação voltada tanto aos profissionais já estabelecidos quanto a quem busca os primeiros caminhos dentro da indústria audiovisual. As credenciais estão no terceiro lote, incluindo a categoria Forum, que reúne acesso à feira de negócios, oficinas e painéis estratégicos. Confira a programação oficial da EXPOCINE 2026
A BlizzCon 2026 começa neste sábado (12) com a tradicional Cerimônia de Abertura, marcada para as 14h30 (horário de Brasília). O evento reúne as principais franquias da Blizzard em dois dias de programação, com anúncios, painéis, apresentações de desenvolvedores e campeonatos de esports.
A abertura será transmitida online pelos canais oficiais da Blizzard, incluindo YouTube, Twitch e Battle.net. A programação segue ao longo do fim de semana, com atividades dedicadas a World of Warcraft, Diablo, Overwatch, Hearthstone e aos jogos clássicos da companhia.
O que esperar da Cerimônia de Abertura
A apresentação de abertura ocupa o primeiro bloco da programação, das 14h30 às 15h45. A Blizzard promete novidades de diferentes franquias, mas o material divulgado não detalha quais anúncios serão feitos.
Após a cerimônia, o sábado terá apresentações como World of Warcraft: O Que Vem Por Aí, uma atualização de desenvolvimento de Diablo e uma segunda apresentação de World of Warcraft.
O público também poderá acompanhar um painel sobre o novo herói de Overwatch, além da Noite da Comunidade da BlizzCon.
Overwatch, Warcraft e Hearthstone dominam os esports
A programação competitiva ocupa boa parte do evento. No sábado, a Copa Mundial de Overwatch terá suas quartas de final, enquanto World of Warcraft recebe as finais do MDI 2026.
O Hearthstone também terá partidas do Campeonato Mundial, com as quartas de final distribuídas ao longo do sábado.
No domingo, a competição de Overwatch avança para as semifinais, partida pelo terceiro lugar e grande final, com um show de intervalo de YOASOBI.
World of Warcraft também terá as finais do AWC 2026, além de apresentações sobre design, arte, desenvolvimento e o modo Hardcore.
Jogos clássicos também ganham espaço
A BlizzCon 2026 ainda reserva uma programação dedicada aos títulos clássicos da Blizzard.
A Classic Cup terá confrontos de Heroes of the Storm, Warcraft III, StarCraft II e StarCraft Remastered, além de partidas especiais e apresentações sobre jogos históricos da empresa.
No domingo, a programação inclui ainda uma final do RSL Revival, enquanto o palco de Diablo Immortal terá atividades específicas durante o evento.
LE SSERAFIM encerra a programação
Entre os destaques do domingo está o show ao vivo de LE SSERAFIM, marcado para as 22h, no encerramento da programação principal.
Também estão previstos painéis sobre narrativa, localização, design de áudio, cinematografia de Diablo IV, moradia e criação de mundos em World of Warcraft, além de apresentações com desenvolvedores e criadores.
A BlizzCon 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro, com a Cerimônia de Abertura começando às 14h30 (BRT).
A KRAFTON lançou a atualização 43.1 de PUBG: BATTLEGROUNDS, trazendo mudanças que afetam combate, movimentação e interação com itens durante as partidas. O update também adiciona conteúdo inspirado no anime Jujutsu Kaisen e amplia as opções de personalização e acompanhamento de desempenho.
Combate ganha novas possibilidades
O combate desarmado agora conta com um novo golpe de chute, capaz de derrubar outros jogadores e também quebrar determinados objetos, como janelas e portas de madeira.
A atualização também modifica os confrontos na água. Os jogadores passam a poder utilizar armas secundárias e itens arremessáveis enquanto estão na superfície, enquanto as velocidades de nado e mergulho foram aumentadas em 25%.
Outra mudança está na interação com objetos. Dependendo do item, agora é possível pegá-lo, carregá-lo ou arremessá-lo diretamente para companheiros sem precisar colocá-lo primeiro no inventário. Itens de cura, impulso e alguns objetos implantáveis também podem ser utilizados diretamente do chão.
LMGs recebem novo balanceamento
As metralhadoras leves (LMGs) passaram por novos ajustes baseados em dados de partidas e no feedback dos jogadores desde a atualização 42.3.
As mudanças afetam principalmente velocidade de mira, recuo, eficiência contra veículos e taxa de surgimento das armas. A intenção é ajustar o impacto da categoria no equilíbrio das partidas sem alterar suas principais características.
Jujutsu Kaisen chega a Erangel
A atualização 43.1 também adiciona uma nova colaboração com Jujutsu Kaisen. Algumas áreas de Erangel passam a receber espaços e elementos visuais inspirados no anime, incorporando a parceria ao cenário das partidas.
Outro destaque é o novo menu de Placares, disponível na área de Carreira. Além das posições ranqueadas, o sistema permite acompanhar categorias como vitórias por temporada, eliminações com diferentes armas e XP de clã.
O update ainda traz o retorno do Solo Deathmatch ao Arcade, mudanças na durabilidade e no reparo de barcos, alterações nas condições de ativação do paraquedas e mais espaços para personalização.
No PC, a atualização adiciona suporte a NVIDIA DLSS 4.5 e AMD FSR 4.1, enquanto o console recebe ajustes na detecção de impactos nos personagens. O Rumble no formato Duo também retorna ao PC.
DIG Raiders – Caçadores de Buracos já está disponível para PC via Steam. Desenvolvido pela Soda Game Studio e publicado pela Infini Fun, o jogo combina exploração subterrânea, extração de recursos e combate contra alienígenas em uma proposta que aposta tanto na cooperação quanto na competição.
No Brasil e em outros países da América Latina, a publicação fica por conta da CriticalLeap. O game custa R$ 29,99 e recebe 30% de desconto de lançamento durante duas semanas.
Uma nave alienígena abriu o caminho
A história começa com a queda de uma nave alienígena nas profundezas de uma cidade. O acidente dá origem a um enorme buraco que acaba sendo reivindicado por um grupo conhecido como Caçadores de Buracos.
A ideia parecia simples: explorar o local em busca de riquezas. O problema é que a operação acaba deixando o grupo diante de um enorme prejuízo financeiro. A saída é continuar descendo e encontrar recursos suficientes para recuperar o negócio.
A exploração leva os jogadores por nove níveis, incluindo ambientes como um cofre de banco, as misteriosas Backrooms e uma estação espacial futurista.
PvE e partidas 4v4
Além da exploração, o jogo aposta em diferentes formatos multiplayer. No modo PvE, os jogadores precisam reparar um monólito alienígena para evitar a falência da equipe.
Já no modo competitivo 4v4, dois times disputam os recursos disponíveis no mapa enquanto enfrentam criaturas alienígenas. Entre os inimigos estão seres com aparência de homens-crocodilo, múmias e robôs capazes de atacar com lâminas.
O jogo também utiliza chat de voz por proximidade, permitindo que os jogadores coordenem estratégias sem necessariamente serem ouvidos pelos adversários.
Alienígenas, roupas e mercado
A progressão inclui sete fantasias de animais, cada uma com diferentes vantagens para os personagens, como velocidade, vida e dano.
Os recursos encontrados durante as expedições podem ser utilizados no mercado do jogo para transformar o cenário decadente em uma área comercial próspera. A proposta mistura, assim, a exploração subterrânea com elementos de gerenciamento e progressão.
A DreamWorks divulgou um novo trailer de A Ilha Esquecida (Forgotten Island), animação que mistura aventura, fantasia e humor em uma história sobre amizade e amadurecimento.
Antes da estreia oficial, o filme poderá ser visto nos cinemas brasileiros durante a Semana do Cinema, que acontece até 16 de setembro. As sessões antecipadas têm ingressos por R$ 10 antes das 17h e R$ 12 nos demais horários, nos cinemas participantes.
Uma viagem para a ilha de Nakali
A trama acompanha Jo e Raissa, melhores amigas desde a infância que acabam de concluir o ensino médio. Com a chegada de uma nova fase da vida, as duas percebem que estão prestes a seguir caminhos diferentes.
Durante a última noite que passam juntas, elas encontram um portal misterioso que as transporta para Nakali, uma ilha fantástica habitada por criaturas mágicas e mitológicas presentes nas histórias contadas pelas famílias filipinas das personagens.
A aventura coloca a amizade das duas à prova enquanto elas precisam lidar com um mundo completamente diferente daquele que conheciam.
Elenco reúne nomes premiados
A animação tem vozes originais de H.E.R., vencedora do Oscar e do Grammy, e Liza Soberano, além de Dave Franco, Jenny Slate, Manny Jacinto, Dolly de Leon, Jo Koy, Ronny Chieng e Lea Salonga.
A direção é de Joel Crawford e Januel Mercado, dupla indicada ao Oscar por Gato de Botas 2: O Último Pedido. Mark Swift assina a produção.
A Ilha Esquecida terá sessões antecipadas nos cinemas participantes até 16 de setembro, durante a Semana do Cinema, e estreia oficialmente em 24 de setembro em todo o Brasil.