Início Site Página 1280

Ataque dos Titãs será lançado nos cinemas do Brasil!


Sato Company e Cinemark, depois do sucesso de Death Note nos cinemas brasileiro, repetem a parceria com a saga Shingeki no Kyojin ou como é conhecida no Brasil por “Ataque dos Titãs”.

Produzidos em 2015, os dois filmes de Shingeki no Kyojin serão exibidos na rede Cinemark nos dias 04 de abril e 22 de maio. Assim você terá um mês e meio de diferença entre a primeira parte e a segunda.

Ainda não se sabe quais cidades serão escolhidas pela rede Cinemark, porém não deve ser muito diferente de Death Note e Akira, portanto fique atento na programação da empresa.

O JWave irá atualizar você quando tiver mais informações sobre lançamento dos filmes por aqui.

Via All About Asia

Pac-man e Sonic fazem crossover inesperado entre seus jogos!

O dia amanheceu diferente e veio com a bomba que a Bandai Namco e a Sega estão cruzando seus mundos. Calma que não é uma fusão, mas seus personagens estão fazendo participação um no jogo do outro!

Como assim? A gente explica. Pac-Man e Sonic decidiram unir suas forças assim os seus dois jogos mais recentes para smartphone terão participação um do outro. Assim o jogo PAC-MAN terá o Sonic e o jogo Sonic Dash terá participação do Pac-man.

Vale salientar que esse crossover não será pra sempre, assim os jogos terão participação um do outro durante o período de 20 de fevereiro a 20 de março. Então corra no Google Play ou na App Store para baixar os dois jogos e ver a participação de Sonic em PAC-MAN, e a do Pac-Man em Sonic Dash.

Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas será relançado no Brasil!

Uma das melhores versões de Cavaleiros do Zodíaco (para muitos até melhor que a original!) acaba de ser anunciada que será relançada no Brasil pela Editora JBC. Com sucesso da série original lançada em capa dura, além do artbook de Lost Canvas, o ano de 2018 começará com a publicação de Lost Canvas pela editora que virou a casa dos Cavaleiros de Athena no Brasil.

No começo se questionou o formato que esse relançamento teria, principalmente porque o relançamento mais recente do título no Japão havia sido condensado em 10 volumes (ao estilo big). Só que com release enviado a nossa redação, confirmamos que o relançamento seguirá os moldes de Sakura Card Captor, Guerreiras Mágicas, Fullmetal Alchemist entre outros no qual se privilegiou o papel, assim será publicado em 25 volumes.

Vale salientar que hoje Lost Canvas se encontra esgotado, sendo quase impossível comprar os últimos números. Além disso, sua versão animada teve duas temporadas, porém nunca foi concluída por não ter correspondido em vendas de bonecos pela Bandai no Japão (produtor do animê comentou sobre isso num evento na França).

Lost Canvas se passa numa encarnação anterior do mangá original, no qual Cavaleiro de Pégaso é o jovem Tenma. Ele é amigo de Alone, futura reencarnação de Hades e Sasha, a reencarnação de Athena. A história teve supervisão do criador Kurumada, sendo roteirizada e desenhada pela Shiori Teshirogi.

Lost Canvas foi publicado no Brasil pela primeira vez em 2007, sendo que agora chegou a vez do título receber um tratamento de colecionador por aqui.

O que acharam da novidade?

ca

Anatashia: Grupo de Idols masculinos encontra GPS em bicho de pelúcia!


Existem fãs loucas em qualquer canto do planeta e assim de forma inusitada o grupo Anatashia fez um pronunciamento sobre um GPS encontrado num bichinho de pelúcia recentemente.

Basicamente o grupo avisou suas fãs que devido ao aparelho rastreador está dentro de um dos bichos de pelúcia, agora fica terminantemente proibido dar novos bichos de pelúcia para o grupo.

Ter um rastreador e simplesmente aparecer fãs nas cadas dos membros do grupo, acarretaria em problemas para eles, assim a melhor solução foi suspender em receber presentes desse tipo.

Sinceramente me surpreendo com uma suspensão só de bichos de pelúcia, mas acredito que deva ser algo temporário e num futuro o grupo volte a permitir a receber qualquer tipo de presente.

Bayonetta 2 será lançado com código para Bayonetta 1 e inclui Brasil!

Cada dia o Switch está mais perto do Brasil oficialmente e agora a história ganha um novo capítulo com a homologação do console pela Anatel e com lançamento de Bayonetta 2 que vem com aviso em português.

Mas como assim? Anda se circulando na internet a capa de Bayonetta 2 com adesivo confirmando código do primeiro jogo para eShop. Além disso, vem um aviso falando sobe as eShop Brasil, Chile e outros países da América Latina.

De qualquer maneira o Bayonetta 2 está chegando e com ele, podemos ter o console vendido oficialmente no Brasil, além do eShop funcionando no país.

Fonte: Switch Brasil

Soul Calibur VI revela Heishiro Mitsurugi!

A Bandai Namco está tirando a poeira da franquia Soul Calibur. Depois de 6 anos de ausência desde o último lançamento, a franquia está voltando e finalmente estreando nos consoles dessa geração. Semelhante aos outros jogos de luta, a empresa está divulgando cada personagem aos poucos, assim a bola da vez é o Heishiro Mitsurugi.

Soul Calibur é uma franquia que começou como sequência de Soul Blade, que nasceu lá no Dreamcast. Criada em 1995, o último jogo da franquia foi de PS3, Xbox 360.

Trazendo um novo vídeo com comentários do produtor Motohiro Okubo, Heishiro Mitsurugi está de volta como conhecemos na franquia. Sendo um dos personagens mais icônicos do jogo, ele está de volta.

Soul Calibur IV será lançado do PS4, Xbox One e Steam.

Review | The Legend of Zelda (Ocarina of Time)

Completando o combo de lançamentos da Panini ocorridos em dezembro, um título que é um verdadeiro deleite para os fãs de aventura e, além disso, um clássico que alegrou a infância de muitos dos nossos leitores.

The Legend of Zelda – Ocarina of Time chegou às bancas e lojas especializadas em uma linda edição, estrela deste JMangá.

A história

Tudo começa com Link, um garoto que vive em Hyrule, na floresta dos Kokiri. Essas criaturas andam sempre em companhia de suas fadas e são liderados pela Grande Árvore Deku, uma espécie de guardião da floresta.

Link se dá bem com todos, mas, ao contrário de seus companheiros Kokiri, não possui uma fada. Por isso, sofre preconceito de alguns deles, mas tenta não dar muita bola e focar na menina de quem gosta, a meiga Saria.

Um dia, a Grande Árvore Deku é atacada por um parasita que a torna maligna, mas com a ajuda inesperada de um dos Kokiri, consegue desfazer a maldição. O único problema é que esse acontecimento desencadeia a morte da árvore, que finalmente revela à Link parte de seu destino: ele deve proteger Hyrule das forças malignas que a rodeiam e, para isso, deve ir até o castelo e entregar a esmeralda dos Kokiri para a princesa escolhida pelas deusas.

Abalado pelo peso de sua missão, Link parte deixando a floresta onde cresceu acompanhado da fada Navi, rumo ao castelo de Hyrule. No mundo de “fora”, aprende muitas coisas e conhece Zelda, a princesa de quem a Grande Árvore Deku falava. Ela o intera da situação do país e lhe conta a premonição que teve com aquele que salvará Hyrule da destruição.

Link só não imagina que as forças que vitimaram a Grande Árvore Deku já estão agindo no castelo e que sua missão é muito maior do que ele poderia imaginar. Nessa aventura, o garoto não só encontra respostas para as perguntas que carregou consigo por toda a vida, como acaba por tornar-se o Herói do Tempo e cumprirá o destino para ele tecido, mesmo deixando para trás sua inocência.

A edição brasileira

Zelda – Ocarina of Time é uma espécie de formato big, porém com orelhas. A edição ficou muito bonita e com um preço até que justo. Serão cinco edições no total.

O papel utilizado foi o off-set, o mesmo das páginas coloridas no início do volume. O resultado ficou bem bacana. Se tenho algo a dizer de negativo, o hot stamp dourado na lombada pode sair dependendo de como se segura o volume, então, cuidado redobrado na hora da leitura!

O exemplar também vem com um marca páginas lindo de brinde, mas não foi publicado o tradicional glossário.

A tradução ficou por conta de Fernando Mucioli e a edição é de Beth Kodama.

Opinião

Eu era uma daquelas que chamava Link de Zelda, confesso. Nunca joguei nenhum dos jogos, nunca me interessei por nada relativo à franquia; sendo bem sincera, as únicas franquias da Nintendo que tive contato foram Super Mário e Pokémon (sendo que, no lançamento deste último no Brasil, eu já  era maiorzinha).

Com o tempo, fui conhecendo melhor o mundo de Zelda e Link, mas não a ponto de me considerar uma especialista (nem sabia que existia mangá dessa franquia). Assim, quando peguei o mangá em mãos, não sabia muito o que esperar além de uma edição bonita.

Ao começar a ler, percebi que, mesmo sendo uma trama de aventura e fantasia como tantas outras, a história de Link me tocou. Fiquei um pouco emocionada ao vê-lo crescer de forma tão abrupta, sem nem ao menos digerir as respostas para as perguntas que fez a vida toda, e, ainda assim, ajudar os habitantes de Hyrule com um sorriso no rosto.

Como iniciante no mundo de Zelda, espero que as próximas histórias sejam tão emocionantes e envolventes quanto Ocarina of Time. Estou ansiosa pelo próximo volume!

Agradecemos ao pessoal da editora Panini e da Litera, que, gentilmente, enviou o exemplar para análise.

Divulgada imagem do jdrama Otouto no Otto

Baseado no mangá de mesmo nome, Otouto no Otto está se transformando em série em live action pela NHK. Otouto no Otto pode ser traduzido como “O Marido do meu irmão mais novo” e é um mangá de temática LGBTQ que fez um grande sucesso no Japão.

Para a sua versão em atores, foram convidados o lutador de sumo da Estônia, Baruto Kaito para fazer o canadense Mike, Maharu Nemoto para fazer Kana e o ator Ryuta Sato para interpretar Yaichi.

A história é sobre a morte do irmão de Yaichi e a ida do seu marido Mike para casa de Yaichi no Japão. Mike quer viver as experiências do seu marido e com isso acaba se hospedando na casa do seu irmão mais velho, Yaichi.

O mangá é didático e explica preconceito no Japão, além de explorar que no Canadá o casamento gay era possível e no Japão não. Otouto no Otto foi publicado de 2014 a 2017, num total de 4 volumes, ganhando diversos prêmios no Japão.

Já a sua versão em live action terá apenas 3 episódios e será exibida de 4 a 18 de março.

Vale salientar que o casamento gay não é legal no Japão, em nenhum nível. O que existe são possibilidades de registro de parcerias homossexuais em alguns municípios (Shibuya, Setagaya, Takarazuka, Sapporo, Iga, Naha e, a partir de abril, Fukuoka). O registro só considerado dentro dos municípios e para políticas municipais, como apartamentos públicos e benefícios daquela cidade. Não tem valor legal.

Agradeço ao Roberto Maxwell do Direto do Japão pela atualização da nota.

Ator Ryuta Sato e o lutador de sumô Baruto Kaito

Divulgado a nova voz da Bulma no Japão!

No ano passado a dubladora Hiromi Tsuru veio a falecer e com isso não sabíamos quem iria substituir ela em Dragon Ball Super. Agora foi divulgado a dubladora Aya Hisakawa entrará no lugar nessa reta final de Dragon Ball Super, já estreando no próximo episódio.

Aya Hisakawa já participou de Dragon Ball, sendo a personagem Chiko no episódio 16. Só que a dubladora é mais conhecida por ter sido a Princesa Leona em Fly, O Pequeno. Mas o público do Brasil lembrará dela como Ami Mizuno/ Sailor Mercury de Sailor Moon de 1992 a 1996,e o Kero de Sakura Card Captor de 1998. Entre outros personagens, a dubladora também fez Retsu Unohana de Bleach e Skuld da versão de 2005 de Oh My Goddess!.

Crítica | Pantera Negra

Antes de mais nada, assumo que nunca conheci Pantera Negra a ponto de gostar ou desgostar do herói. Sabia que o personagem havia se casado com a Tempestade dos X-Men. Inclusive ambos chegaram a se tornar membros do Quarteto Fantástico, porém meus conhecimentos do personagem acabava por aí.

Aí tivemos Capitão América: Guerra Civil que trouxe o personagem em live action, num momento que as atenções estavam para Homem Aranha entrando no universo Marvel nos cinemas. Homem Aranha foi legal no Guerra Civil? Foi, mas quem roubou a cena e mostrou pra que veio foi o Pantera Negra. Assim tínhamos um pontapé inicial do que seria Pantera Negra.

Paralelo ao universo da Marvel nos cinemas, conhecíamos Creed que nasceu sendo um spin off de Rocky: O Lutador e acabou se tornando uma continuação oficial, quando Sylvester Stallone comprou projeto e se entregou de cabeça. Por que falar de Creed em Pantera Negra? Foi com Creed que Ryan Coogler mostrou pro mundo que era um roteirista e diretor excepcional, chamando atenção da Marvel Studios e dando a cadeira de diretor para Pantera Negra.

E esse não foi o único legado de Creed, já que o vilão de Pantera Negra é ninguém menos que Michael B. Jordan. Sim, o próprio ator que foi Adonis Johnson Creed  e este se tornaria o vilão de Pantera Negra.

Pantera Negra é um filme excelente por mérito próprio. Este segue toda a fórmula Marvel dos cinemas em construir uma mitologia forte, trazendo um universo único, além de sabermos que aquela história faz parte de algo maior. Pantera Negra é importante por trazer um herói negro sim, porém seu roteiro e direção estão no mesmo nível de Capitão América: Soldado Invernal e Capitão América: Guerra Civil, sendo bem superiores que outros filmes da própria Marvel. Então não crie rótulos para Pantera Negra e entre no cinema sabendo que é um filme muito bem executado.

Mas vamos falar da história?

Pantera Negra é um legado de um reino que reúne diferentes tribos. Num processo “democrático” em que tribos se questionam e decidem quem é quem.

E o filme seguindo a fórmula Marvel, acaba nos trazendo um recorte de 1992, em que o Pantera Negra daquela época investiga um caso de vazamento de informações sobre Wakanda nos EUA. Ele acaba descobrindo que o culpado era ninguém menos que seu próprio irmão, assim levando numa luta que acaba em morte em família.

Passado mais de 25 anos, temos a morte do Pantera Negra atual em Guerra Civil e com isso T`Challa voltou como rei para seu país. Só que ele precisa passar por um processo de aprovação entre a cúpula e as tribos que formam Wakanda.

Paralelo a isso, temos Erik Stevens que está ajudando traficante de armas Ulysses Klaue em um roubo num museu que tem itens da tribo de Wakanda. Erik Stevens não só sabia do Vibranium, como quer muito mais sobre Wakanda, sendo Ulysses Klaue a sua porta de entrada.

Assim T’Challa parte em missão com Nakia, encontrando o agente da CIA, Everett Ross em um leilão obscuro em Busan, na Coreia do Sul. Iniciando uma perseguição histórica atrás de Ulysses Klaue e Vibranium encontrado por ele.

Opinião

Pantera Negra se constrói numa obra única de começo, meio e fim. É verdade que o pontapé em Capitão América: Guerra Civil tenha sido usado aqui, mas o diretor soube muito bem em usar desconstruir e criar uma mitologia própria. Trazendo assim fatos do passado, moldando a relação de herói e vilão, numa jornada de extremos.

Não sabíamos como era Wakanda, sendo que o diretor Ryan Coogler trouxe um país futurista, aliado a tradições e lendas. Não muitas vezes, a visão sobre legado e sucessão acabam se parecendo com obras, como: O Rei Leão e Avatar: A lenda de Aang. Não duvido que todas as obras tenham ido se inspirar nas mesmas lendas africanas, assim Pantera Negra bebe da mesma fonte e faz uma tradução visual impressionante sobre o papel de um imperador.

Não poderia deixar de citar que Pantera Negra também me impressionou no quesito de lutas. Trouxe e incorporou diferentes estilos de luta, entre elas a Capoeira. Então diversos personagens usam mãos e pernas, mas também fazem a dança e giro tão característico da Capoeira.

E ainda falando de diversidade, o filme abraça e apresenta personagens femininos tão ou mais fortes que os masculinos. Seja a irmã do T’Challa que é uma jovem prodigia e criadora de grande parte da tecnologia de Wakanda, como também a guarda imperial feminina. Isso sem contar a antiga rainha e mãe de T’Challa e que também tem um peso muito forte ali.

Só queria dar um adendo que realmente não esperava que a Coreia do Sul fosse aparecer no filme. Ainda mais Busan que ganhou destaque internacional com o filme Train to Busan, tivemos um filme que apresentou muito do país, além de trazer algumas músicas coreanas em toda a sua sequência. Foi algo inesperado e ao mesmo tempo surpreendente, quando pensado e comparado que o Flash gostava de kpop em Liga da Justiça. Aqui vimos muito mais que isso, sendo o segundo filme da Marvel a tocar na Ásia (o primeiro tinha sido Vingadores: Era de Ultron que mostrou a China e teve até cenas extras por lá com astros chineses).

Voltando ao Pantera Negra, o filme traz personagens bem construídos, uma quantidade de personagens femininas bem maior que outros filmes da Marvel, além de uma mitologia africana riquíssima em detalhes. É um filme de herói, além de um filme de diversidade, mas ao mesmo tempo é um filme muito melhor executado que outros da própria Marvel. Chego a dizer que Pantera Negra será tudo que o Fantasma nunca será nos cinemas. Abraçou o legado de um herói que existe desde sempre, porém fazendo com competência (o que faltou em muito no filme do Fantasma na época).

E se Pantera Negra pode ser resumido em poucas características, eu resumo em um filme com boas coreografias de luta, um excelente roteiro, boas revelações, embalado numa trilha sonora competente. É um filme completo e cumpre o que promete, portanto deve ser apreciado como tal.

Vale a informação que o filme tem duas cenas pós-créditos, sendo uma explicando o papel do personagem e de uma possível continuação, enquanto a outra costura o filme com os outros filmes da Marvel.

Apresentado assim, Pantera Negra encerra mais uma fase da Marvel, deixando para Vingadores: Guerra Infinita as consequências do que aconteceu com personagem e com Wakanda.

Nota

9,5

Osamu Tezuka ganhará novo almanaque no Japão!

Se você é fã do Tezuka, talvez esse novo projeto da Tezuka Productions chame bastante a sua atenção. A empresa acaba de anunciar que lançará uma nova publicação que virá com várias releituras de obras do Osamu Tezuka.

Chamada de Tezuka Mix, a publicação tem como objetivo em se comemorar 90 anos do nascimento de Osamu Tezuka. Seu lançamento está marcado para 30 de abril, sendo que inicialmente a revista terá data para terminar, tendo um total de 18 números.

A publicação terá tanto artistas japoneses como de outros cantos do planeta, trazendo nomes de peso, como: Hiroyuki Takei ( criador do Shaman King) Atsushi Kaneko (Bambi) e Yuko Higuchi.

Entre as obras que ganharão homenagens por artistas estrangeiros, temos: Message to Adolf (Juan Diaz Canales), Kimba/Jungle Emperor (Reno Lemaire), Black Jack (Ken Niimura & Joe Kelly), Son-Goku the Monkey (Kenny Ruiz), A Princesa e o Cavaleiro/Princess Knight (Elsa Brants), Metropolis (Mathieu Bablet), Dororo (Philippe Cardona & Florence Torta) e Apollo’s Song (Luis NCT).

No Brasil, algumas obras foram publicadas pela Editora Conrad, Editora JBC e mais recentemente pela Editora Newpop. Até o momento não sabemos se essa nova publicação será publicada fora do Japão, mas torcemos que ela venha de alguma forma pro Brasil.

Lembrando que Adolf foi publicado pela Editora Conrad, A Princesa e o Cavaleiro pela Editora JBC, Metropolis e Kimba pela Newpop. E essas são algumas das obras que serão homenageadas na publicação.

Qual a sua obra favorita do Tezuka?

Fonte: Otaku PT

Marvel Studios comemora 10 anos de universo nos cinemas!

Marvel Studios “The First Ten Years” Class Photo Front Row L to R: Sean Gunn (Kraglin), Hannah John-Kamen (Ghost), Director Scott Derrickson, Executive Producer Trinh Tran, Jeremy Renner (Hawkeye), Paul Rudd (Ant-Man), EVP, Physical Production Victoria Alonso, Zoe Saldana (Gamora), Angela Bassett (Ramonda), Director/Actor Jon Favreau (Happy Hogan), Chris Hemsworth (Thor), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Chris Evans (Captain America), Robert Downey Jr. (Iron Man), Executive Producer/Writer Stan Lee, President of Marvel Studios Kevin Feige, Scarlett Johansson (Black Widow), Co-President of Marvel Studios Louis D’Esposito, Kurt Russell (Ego), Danai Gurira (Okoye), William Hurt (Thaddeus Ross), Director Alan Taylor, Karen Gillan (Nebula), Executive Producer Brad Winderbaum, Emily VanCamp (Sharon Carter), Director Louis Letterier Second Row L to R: Director Jon Watts, Casting Director Sarah Finn, Tessa Thompson (Valkyrie), VP, Physical Production David Grant, Don Cheadle (War Machine), Tom Holland (Spider-Man), Director James Gunn, Dave Bautista (Drax), Michael Peña (Luis), Anthony Mackie (Falcon), Evangeline Lilly (Wasp), Director Joe Russo, Director Anthony Russo, Chris Pratt (Star-Lord), Chadwick Boseman (Black Panther), Benedict Cumberbatch (Doctor Strange), Elizabeth Olsen (Scarlet Witch), Director Joss Whedon, Paul Bettany (Vision), VP, Physical Production Mitchell Bell, Frank Grillo (Crossbones), Director Anna Boden, Director Ryan Fleck, Letitia Wright (Shuri), Editor Jeffrey Ford Third Row L to R: Director Peyton Reed, Laurence Fishburne (Dr. Bill Foster), Linda Cardellini (Laura Barton), Executive Producer Jonathan Schwartz, Sebastian Stan (Winter Soldier), Ty Simpkins (Harley Keener), Mark Ruffalo (Hulk), Brie Larson (Captain Marvel), Michael Douglas (Hank Pym), Executive Producer Stephen Broussard, Director Ryan Coogler, Michelle Pfeiffer (Janet van Dyne), Executive Producer Jeremy Latcham, Hayley Atwell (Peggy Carter), Pom Klementieff (Mantis), Exe

Ontem a Marvel Studios comemorou 10 anos de seu universo nos cinemas. Iniciado em 2008 com Homem de Ferro, Marvel Studios ganhou forma, acabou sendo comprado pela Disney durante a produção de Vingadores, seguindo uma fórmula de sucesso.

Para comemorar esses dez anos, a Marvel Studios decidiu reunir todo o elenco de seus filmes, assim reunindo 80 atores em Atlanta (nos EUA), no set de Vingadores: Guerra Civil.

E quem está na foto: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Paul Rudd, Benedict Cumberbatch, Chris Pratt, Chadwick Boseman, Brie Larson, Jeremy Renner, Tom Holland, Sean Gunn, Hannah John-Kamen, Zoe Saldana, Angela Bassett, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Kurt Russell, Danai Gurira, William Hurt, Karen Gillan, Emily VanCamp, Tessa Thompson, Don Cheadle, Dave Bautista, Michael Peña, Anthony Mackie, Evangeline Lilly, Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Frank Grillo, Letitia Wright, Laurence Fishburne, Linda Cardellini, Sebastian Stan, Ty Simpkins, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Hayley Atwell, Pom Klementieff, Benedict Wong, Michael Rooker, Vin Diesel, Cobie Smulders, Samuel L. Jackson e Jeff Goldblum.

E a foto não para só com atores, mas também reuniu produtores e diretores, como: Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Stan Lee, Scott Derrickson, Trinh Tran, Alan Taylor, Brad Winderbaum, Louis Letterier, Jon Watts, Sarah Finn, James Gunn, Joe Russo, Anthony Russo, Joss Whedon, David Grant, Mitchell Bell, Anna Boden, Ryan Fleck, Jeffrey Ford, Peyton Reed, Jonathan Schwartz, Stephen Broussard, Ryan Coogler, Jeremy Latcham, Nate Moore, Christopher Markus, Stephen McFeely, Taika Waititi, Erik Carroll, Ryan Meinerding e Craig Kyle.

Não podemos deixar de ficar impressionados com tantos nomes de peso numa só imagem. E que o mercado mudou graças a essas pessoas, a ponto de outras empresas tentarem repetir a sua fórmula de sucesso.