[powerpress] O JWave volta para falar de Vampire Hunter D de 1985 e de 2000.
Os dois animês são bem diferentes e podem ser interpretados como continuações, tendo livros, game, audio drama nesse universo que nasceu em forma de conto.
Juba, Sergio , Calliban e Dash falam da criação do personagem e dos dois filme.
Sexta-feira passada tivemos o show do ONE OK ROCK no Cine Joia e estivemos presentes no show.
Não estive na primeira passagem no Brasil, mas tenho uma sensação de nostalgia quando falo dessa banda. Escrevi sobre ela há mais de dez anos atrás na revista Neo Tokyo, sendo que eles estavam no começo de carreira, aonde se falava mais da vida deles antes da banda do que da sua própria trajetória.
Passado tantos anos, ONE OK ROCK construiu uma carreira consolidada, tocando em diversos países, agora retornando pela segunda vez ao país. Além disso, por mais que toquem na trilogia de Rurouni Kenshin, ONE OK ROCK não é uma banda de animesongs, sendo vista como uma banda de rock e é o que definitivamente ela deve ser vista e apreciada.
Cine Joia – Um lugar que respira cultura japonesa
Vamos começar falando do Cine Joia que fica entre a Liberdade e a Sé. Escondido atrás do prédio da Ikesaki, Cine Joia nasceu como cinema e foi um dos 4 cinemas que exibia filmes japoneses na cidade de São Paulo.
Numa época que preferimos esquecer, Cine Joia fechou as portas, devido a criação de leis que serviam para proteger o cinema nacional, mas esqueciam cinemas que tinham seu nicho.
Cine Joia ainda guarda resquícios de seu passado, tendo pôsteres de filmes japoneses antigos, porém ele se transformou numa casa de show. E se você olha para a casa identificando que ali foi um cinema, também verá equipamentos que transformam ali num palco que acabou se tornando a casa oficial da banda no Brasil.
As duas apresentações do ONE OK ROCK foram lá e pela casa cheia nesse show mais recente, podemos dizer que a casa está ficando pequena para eles. Além disso, era evidente a quantidade de japoneses que estão trabalhando no Brasil e vieram prestigiar o show, não se limitando a fãs de rock, aonde no seu público se ouvia tanto português como japonês.
Ambitions e uma viagem ao passado
O show começou pontualmente às 21 horas, sendo que eles não fizeram nenhuma parada, fazendo um show de uma hora e meia. Trazendo em especial um set baseado em seu recente álbum, também trouxe sucessos do passado, homenageando fãs de longa data.
Muitas músicas fizeram a casa ir abaixo, mas podemos destacar algumas em especial. Tivemos logo no começo a Clock Strikes lançada em 2013, sendo uma música que mexe com nosso coração.
Grande destaque veio com The Beginning, tema do primeiro filme de Rurouni Kenshin. E quando você pensava que teria acabado, acaba surpreendido com Mighty Long Fall, lançado em 2014 e tema do segundo filme de Rurouni Kenshin.
E se você acha que existe alguma barreira de idiomas, We Are veio na consagração da noite, mostrando que todos ali eram fãs da banda que surgiu em Tóquio.
Mesmo com as luzes apagadas, o show não tinha acabado, assim tivemos o retorno de Taka, Toru Ryota e Tomoya com as camisetas da seleção brasileira e com seus nomes escritos nas costas.
E foram com as camisetas do Brasil que ONE OK ROCK presenteou os fãs com American Girls e Wherever You Are. E o que falar de Wherever You Are? Público cantando e já com os olhos marejados, ONE OK ROCK deixava o palco e se encerrava mais uma turnê no Brasil. Mas o desejo era que eles não demorem tanto tempo para voltar em terras brasileiras.
Desde o dia 5 de outubro, o Bunkyo junto da Fundação Japão trouxeram os filmes japoneses de volta ao bairro da Liberdade em São Paulo. Sempre na primeira quinta-feira do mês, às 13h, acontecerá o Bunkyo Cinema.
Tendo entrada franca, Bunkyo Cinema terá 250 títulos japoneses legendados em português.
A origem
O Bunkyo Cinema iniciou em 2009, sob a coordenação da Comissão de Biblioteca e Filmes, com a exibição de filmes em japonês, sem legenda. Agora, retoma as atividades em novo formato com a Comissão de Incremento Social. As sessões estão programadas para a primeira quinta-feira útil do mês, com legendas em português.
“Queremos atender aos pedidos dos antigos frequentadores que, com a interrupção da programação em 2016, ficaram sem alternativas para assistir aos filmes japoneses” justifica Henrique Matsuo, presidente da Comissão de Incremento Social.
“Ao mesmo tempo, pretendemos atrair novos interessados”, continua o presidente, “não só os aficionados em cinema japonês, mas também aqueles que querem aprender a língua japonesa, pois é uma boa oportunidade para treinar os ouvidos”.
09/11 – As irmãs Makioka (Sasameyuki)
Direção: Ichikawa Kon
Roteiro: Hidaka Shin’ya / Ichikawa Kon
Baseado no romance: Jun’ichiro Tanizaki
Direção de Arte: Muraki Shinobu
Fotografia: Kiyoshi Hasegawa
Música: Shinnosuke Okawa
Ano de Produção: 1983
Duração: 140 minutos
Classificação: 14 anos
07/12 – Escola II (Gakko II)
Direção: Yoji Yamada
Roteiro: Yoji Yamada, Yoshitaka Asama
Produção Executiva: Shigehiro Nakagawa
Produção: Hiroshi Fukuzawa
Fotografia: Mutsuo Naganuma
Música: Isao Tomita
Ano de Produção: 1996
Duração: 122 minutos
Classificação: Livre
Bunkyo Cinema
Quando: primeira quinta-feira útil do mês, às 13h
Entrada Franca (por ordem de chegada)
Local: Pequeno Auditório do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP (próx. ao Metrô São Joaquim / estacionamento terceirizado: Rua Galvão Bueno, 540)
Informações: (11) 3208-1755 www.bunkyo.org.br | www.fjsp.org.br
Realização: Comissão de Incremento Social do Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Parceria: Fundação Japão São Paulo
Há muito que quero falar dessa série, que além de ser número um nos fliperamas japoneses, é também baseado num famosíssimo anime. Eu estou falando de GUNDAM VERSUS, que talvez não seja muito conhecida aqui no Brasil devido a falta de divulgação do anime e de lançamento dessa franquia no ocidente.
História
Por ser um jogo de luta bem tipico de fliperama, não temos modo história ou qualquer história pra juntar todo os GUNDAM em um lugar só para dar porrada. Mas também não vejo necessidade de ter.
Gameplay
Depois do fator fan game, o gameplay é o que mais chama atenção por ser algo “novo” e diferente. Eu disse “novo” pois Arena fighter não são tanta novidade assim mas esse foi o primeiro grande sucesso do gênero. O core do jogo são comandos simples mas que situacionais dá um bom leque de opções. Nessa última versão da série Versus, tivemos algumas mudanças e balanceamentos, o que fez diminuir o número de GUNDAM, por outro lado, aumentou a competitividade dos que ficaram.
Gráficos/Som: Aqui se você é fã da série GUNDAM, é para pirar. Muitas musicas clássicas dos anime além de mais de 90 GUNDAM diferentes como personagens jogáveis e outros como auxiliares. O gráfico pode não ser o melhor do ps4 mas entrega bem o que esperamos para este tipo de jogo com framerate sólido e boas animações.
Consideração final
Um ótimo jogo para os fan e melhor ainda para os que querem se iniciar na franquia. Alguns fan das antigas podem reclamar que alguns GUNDAM , que estava em versões anteriores, ficaram de fora.
Pegue os roteiros do mestre Akira Toriyama e misture com o traço fantástico de Masakazu Katsura e você terá o último lançamento da Panini: Katsura Akira Short Stories.
O mangá já está disponível em bancas e livrarias e é uma boa oportunidade para ver dois mestres trabalhando juntos. Nós também conferimos a parceria e contamos nossas impressões neste JMangá.
Sachie-chan Good!
Alienígenas estão com problemas em seu planeta natal e vêm à Terra para pedir ajuda aos humanos mais fortes que puderem encontrar; em troca, eles prometem realizar um desejo que esteja disponível em seu catálogo.
Eita heroína interesseira…
Ao recrutar o jovem Zarido, que quer ajudar sua aldeia que está passando por dificuldades, eles acabam recrutando também Sachie Momochi, filha do mestre de Zarido.
A garota topa ajudar desde que eles removam uma marca de nascença que a incomoda bastante, mas que pode ser o diferencial na hora do desfecho da batalha para salvar os alienígenas.
Jiya
A segunda e última história da edição conta a saga de Jiya, um patrulheiro galáctico e honrado, que vem à Terra para averiguar se o relatório transmitido por seu colega Stis procede: “A Terra não tem mais salvação”.
Ao mesmo tempo, um vampiro cruel está sugando o sangue de jovens garotas até matá-las e transformando a vida dos habitantes de uma cidadezinha em um inferno. Comandando criaturas estranhas apelidadas de pulgões, o biltre Vampa não conhece o significado da palavra limite.
No meio das suas investigações, Jiya acaba salvando um casal de viajantes (patroa e empregado) de uma emboscada armada por capangas de Vampa. Após entender o que acontece na cidade, o patrulheiro pega emprestado o corpo de um deles e finalmente descobre o porquê do relatório de seu antigo colega não bater com a realidade.
Quem não ama um patrulheiro estelar?
A edição brasileira
Nossa versão de Katsura Akira foi publicada em papel pisa-brite e com a primeira página colorida, ficando bem próxima da edição japonesa a não ser pelo tamanho um pouco maior, usual por aqui.
A tradução ficou por conta de Drik Sada.
Opinião
Sou muito fã de Masakazu Katsura e estava curiosa para ver como seria uma parceria dele com o Toriyama, considerado referência para a maioria dos mangakás.
Tive uma boa surpresa, pois apesar de ser possível reconhecer direitinho a contribuição dos dos na obra, ela foi bem dosada e resultou em duas histórias divertidas e que cumpriram seu papel de entreter.
Mesmo mais estilizado, não há como não reconhecer o traço de Katsura (Zarido é muito parecido com o protagonista de Video Girl Ai), especialmente nas figuras femininas. Já o mestre Toriyama está bem representado nos roteiros, todos com falas bem características de suas obras.
Sachie e Patrulheiro na versão do mestre Toriyama
Achei engraçada a entrevista com os autores, que mostrou um lado deles desconhecido para a maioria dos fãs, imagino. Finalmente consegui perdoar a aparência de Saiyajin do protagonista de D.N.A.2 e confesso ter agradecido aos céus por Katsura não ter implantado as ideias do Toriyama em Zetman.
Qualquer semelhança com uns certos sayajins não é mera coincidência…
No mais, é uma edição bem legal, gosto muito dessas parcerias entre autores que admiro e essa foi uma das mais bem sucedidas que já vi.
Agradecemos à editora Panini e ao pessoal da Litera por ter encaminhado o exemplar para análise.
Já que a coleção foi relançada em uma versão mais bonita e durável, nada mais justo do que trazer de volta também os guides. O primeiro volume do guia completo de Fullmetal Alchemist volta às bancas brasileiras da mesma forma e é claro que não podíamos deixar de te mostrar tudo neste JMangá.
Os personagens
Como em todo guide que se preze, o volume 1 do guia de FMA traz fichas, detalhes e momentos marcantes dos personagens que apareceram até o momento, neste caso, por volta do volume 7.
Relembrando a trama até aqui
Fullmetal Alchemist é uma história empolgante desde a primeira página e o guide não poderia deixar de lembrar cada detalhe: os melhores momentos e falas de cada um dos capítulos foram reproduzidos, só para maltratar nossos corações mais uma vez.
Além dos capítulos da trama oficial, também aparecem as histórias das novels, do Drama CD e até do jogo para PlayStation 2, uma boa oportunidade para conhecer as histórias paralelas dos irmãos Elric.
Curso de Formação de Alquimista Federal
Esta parte do guia é muito interessante, pois traz várias informações sobre a história, divididas em sessões, como documentos sobre a jornada em busca da pedra filosofal, diagramas de relações entre os personagens, detalhes sobre todo o processo da Alquimia, sobre o Exército e a misteriosa organização formada por homúnculos, explicações detalhadas sobre os automails, entre outras matérias bem bacanas.
Conhecendo um pouco mais a autora de Fullmetal Alchemist
Hiromu Arakawa dá uma entrevista bem divertida e conta vários detalhes sobre a obra.
Os organizadores do guide também visitaram o estúdio da mangaká, mostrando o local onde a alquimia acontece e alguns storyboards da obra.
Diário do Estábulo
Uma das sessões mais engraçadas do guide, traz tirinhas feitas pelos assistentes e que contam um pouco do dia a dia no trabalho com a sensei Arakawa.
Atrações variadas
O guide ainda traz algumas compilações comuns nesse tipo de publicação, como quantidade de aparições nos quadros, seleções de quadros cômicos, um teste de personalidade bem próximo da realidade (eu fiz e o meu deu o Ed!!!!) e outros passatempos para os fãs mais atentos, como um quiz sobre a obra com nível de dificuldade crescente e palavras cruzadas!
Imagina o trabalho que deu para adaptar essas cruzadinhas…
Sou igual ao Ed, baixinha e esquentada!! XD
Outra sessão bem bacana traz todas as paródias feitas pela autora e publicadas nos volumes até então, algumas tirinhas raras feitas em conjunto com as assistentes no banheiro (?!) e rascunhos curiosos, cheios do bom humor da Arakawa sensei.
Pode não ser o shonen tradicional, mas a gente ama mesmo assim
História curta – O Alquimista Cego
Há rumores de que um alquimista foi bem sucedido em uma transmutação humana e os irmãos Elric vão conferir a veracidade da história.
Lá chegando, conhecem a distinta família Humbelgang e o alquimista Judeau, que perdeu a visão realizando a transmutação e ressuscitou Rosalie, filha do casal Humbelgang.
Os garotos tentam convencer Judeau a compartilhar experiências, mas a mãe de Rosalie não permite. Diante da insistência dos rapazes, um segredo terrível é revelado.
Opinião
Guides são sempre legais de se ter porque eles permitem uma leitura mais aprofundada da obra. No caso de Fullmetal Alchemist é melhor ainda, já que a própria autora adora extras e faz graça com a história o tempo todo.
Agora é só aguardar os outros dois e fechar a coleção, pois uma história dessa qualidade merece ficar na estante para sempre.
Agradecemos ao pessoal da editora JBC por ter fornecido o exemplar para análise.
Mais uma versão mangá de uma obra de Makoto Shinkai chega às bancas nacionais, só que desta vez pela editora JBC.
Além de ser um dos únicos títulos mais “atuais” lançados pela editora neste ano, também inaugurou publicações com um novo papel, o off white.
Nós conferimos o título e contamos tudo para vocês neste JMangá.
A história
Mitsuha é uma colegial que mora em uma cidadezinha do interior. Cansada do falatório da vizinhança sobre sua família (ela, a irmã caçula e a avó são sacerdotisas do templo local) e profundamente magoada com o pai, que preferiu seguir pelo caminho da política, a garota começa a alimentar a vontade de ser um garoto bonito de Tóquio.
No dia seguinte, quando acorda, Mitsuha já não é mais a mesma. Parece surpresa por ter seios e não reconhece seu próprio reflexo no espelho.
No dia seguinte, Mitsuha tem a impressão de ter acordado de um sonho bom, mas todos à sua volta parecem aliviados por ela ter “voltado ao normal”. Durante o dia, ela descobre ter cometido várias gafes na escola e em casa, além de simplesmente ter se esquecido como uma garota normalmente se comporta.
Como se já não tivesse tudo isso para se preocupar, a garota ainda sofre bullying dos colegas quando participa da cerimônia tradicional do seu templo. Atormentada, pede às estrelas que a tornem um “garoto bonito de Tóquio”, sem saber que, ao acordar, tudo pareceria diferente.
Pela manhã, Mitsuha está em Tóquio e é um garoto. Tem um dia muito agradável e cativa todos ao seu redor com seu jeito animado e contagiante. O que ela não sabe é que, na verdade, algo faz com que ela realmente troque de corpo com um garoto alguns dias na semana, o certinho e um pouco tímido Taki.
Ele mora em Tóquio com o pai, trabalha em um restaurante charmoso e tem uma quedinha pela veterana do trabalho. Com a “ajuda” de Mitsuha, Taki se aproxima mais das pessoas ao seu redor e ambos começam a manter um diário que os ajude quando estiverem com os corpos trocados e, além disso, os ajuda a se conhecer melhor. Só não é o suficiente para entender o porquê desse fascinante encontro de almas e suas consequências.
A edição brasileira
Nossa versão de your name. foi o primeiro teste com um novo tipo de papel, o off-white.
Na minha opinião, ele é menos áspero do que o pisa brite e a gramatura parece ser maior. As primeiras páginas do volume são coloridas e combinaram com o papel escolhido.
A tradução ficou sob responsabilidade de Karen Kazumi Hayashida.
Opinião
Assisti ao filme que originou a versão mangá e confesso que não curti tanto (desconfio também que ter dormido pouco no dia anterior e acordar cedo não ajudou), apesar de ter ficado admirada com a qualidade da animação. O mangá me fez dar uma nova oportunidade à história e agora fiquei bem empolgada para ver como eles dividirão o restante da obra.
Os personagens são todos muito carismáticos; a Mitsuha do mangá parece mais dinâmica e o Taki mais concentrado. Apesar de saber que dificilmente o mangá fugirá do que a animação mostrou, ainda sinto aquela empolgação esperando que os dois se encontrem.
Analisando de forma profunda, essa história fala também sobre não perder oportunidades. Ao longo da trama, os protagonistas têm a chance de fazer o usual de formas diferentes e isso os faz evoluir como seres humanos. O crescimento interior de Taki ao viver na pele de Mitsuha é notável e belo, enquanto a experiência da garota no corpo de um desconhecido a faz enxergar o mundo de forma mais ampla, longe da caixinha que é a cidadezinha em que vive.
É uma bela história, para ser vista e lida mais de uma vez. Vale a pena.
Agradecemos ao pessoal da editora JBC por nos encaminhar o exemplar para análise.
A história dos cross-ups começou com X-Men vs. Street Fighter em 1996 e tomou forma clássica em Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes de 1998. E começou a “bombar” nos e-sports com Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes de 2000. Agora em 2017 temos um recomeço e uma modernização da franquia com Infinite.
História:
Nada mais atual que jogos de luta com modo história, esse daqui vem melhor que seu irmão mais velho, Street Fighter V. Ainda não é glorioso como Mortal Kombat 9, mas . O começo é meio fraco por ser exatamente aquele polêmico demo da PSN, porém com o tempo a história vai se acertando e o fim chegou a me agradar bem e surpreender. Espere passar aqui umas 4 a 5 horas com um desafio bem fácil na maioria dos cenários. Uma ou duas batalhas muito fácil, principalmente contra os minions que chega a ser ate desnecessário te-las, ou difíceis.
O grande erro aqui ao meu ver, e que ocorre e todo os jogos do gênero, é que o modo não ensina a jogar o jogo de verdade e muito menos usa as mecânicas comum do jogo(como as Stones ou jogo em duplo)
Gameplay:
O principal de todo jogo de luta é sem dúvida a jóia das gemas. Assim como Street Fighter V, o gameplay ficou mais simples para pode se tornar mais acessível a todos, mas ainda mantém muitas coisas que exigem um bom treinamento.
Infelizmente não pude jogar muito online para pega um pouco do como será o metagame, mas parece promissor. Não posso deixar de lembrar que a serie Versus foi quem trouxe o gameplay de tag ou trios, porém hoje com a concorrência forte chegando, uma má escolha do elenco, fez com que o jogo perdesse brilho, ainda mais com a polêmica dos gráficos.
Gráficos/Som:
Tendo um péssimo design em alguns personagens, agora temos uma mistura de animê, HQ e realismo que não combinam entre si.
O som também me assustou, não tendo voz em japonês, mas devo confessar que a maioria dos cast ficou ótimo em inglês, porém outros prefiro nem comentar.
Considerações finais:
É difícil avaliar um jogo de luta sem jogar muitas partidas versus com outros players, mas pelas mudanças aqui apresentadas e o conteúdo para jogar solo ainda mais comparado com Street Fighter V ou outros jogos gênero.
Falta de um elenco mais carismático e chamativo para a atualidade, e isso apagou o brilho das novidades do gameplay que foram muito bem vistas.
Em parceria com Move Concerts Brasil, o site JWave preparou um sorteio que dará uma camiseta a você da turnê Ambitions South America Tour 2017 da banda ONE OK ROCK.
Será sorteada uma camiseta da turnê Ambitions South America Tour 2017 que será nos entregue pela equipe da Move Concerts Brasil na data do show. (enviaremos para vocês assim que tivermos a camiseta em mãos).
Para isso, você deve entrar no sorteio que será realizado no dia 27 de setembro de 2017, através da nossa página no Facebook até às 20hs. Para participar, você precisa seguir algumas regras:
Para participar, você precisa: 1 – Acessar a nossa página do Facebook através do botão abaixo.
Estamos de luto aqui no JWave! A cantora Namie Amuro anunciou hoje que está se aposentando. Tendo 25 anos de carreira, a cantora soltou um comunicado informando sobre sua decisão.
Lembrando que a cantora era uma das promessas do Centenário da Imigração Japonesa há quase dez anos e lamentamos muito quando acabou não se realizando.
A cantora também fez parte do mundo de animês com Inuyasha e One Piece, além de cantar temas de doramas e também de filmes, como Death Note: Iluminando um NOVO mundo de 2016.
Torcemos para que a cantora reconsidere, igual Utada Hikaru, Ai Otsuka e outras cantoras que depois de uma parada, acabaram voltando a carreira musical.
A cantora deixou a seguinte mensagem aos fãs:
” Para meus queridos fãs:
Muito obrigado a todos pelo seu apoio contínuo.
16 de setembro marcou o 25º ano desde a minha estréia. Eu não poderia ter passado esses 25 anos sem o apoio de todos, pelo que eu sou eternamente grata.
Obrigada!
Hoje, gostaria de escrever sobre algo que esteve em minha mente e decidi no 25º aniversário da minha estréia.
Eu, Namie Amuro, gostaria de aproveitar esta oportunidade para informar todos os meus fãs da minha decisão de me aposentar a partir de 16 de setembro de 2018.
Eu planejo tornar o último ano da minha carreira musical significativo ao concentrar toda a minha atenção na criação de um álbum final e na realização de concertos.
Então, receberei a data de 16 de setembro de 2018 da melhor maneira possível.
Espero que este ano seja preenchido com maravilhosas lembranças para mim junto dos fãs.
Juntos, vamos fazer deste ano próximo o melhor possível!