É fã do Ninja da vila da Folha? Saiba que a Bandai Namco está lançando o primeiro jogo mobile da série e se chama Ultimate Ninja, Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Blazing, já está disponível no Brasil para iPhone e Android. Ao longo dos próximos meses, o jogo será liberado em vários outros países.
Em Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Blazing, os jogadores irão completar missões através de combates épicos turno-a-turno, escolhendo diversos personagens dentre uma grande seleção de ninjas do universo de Naruto, cada um com seus ataques e habilidades.
Fidelidade na História?
É o que o jogo promete com o modo história que poderá ser jogado sozinho ou em multiplayer. Com o evento mensal competitivo, Phantom Castle, os ninjas mais habilidosos poderão testar seus poderes contra os melhores jogadores do mundo e competir pelos lugares mais altos do ranking.
Então aproveite e baixe o jogo na loja do seu telefone.
Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações
ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=R289m2cCLe0
Isso mesmo, a excelente editora especializada em títulos de terror decide entrar para o mercado de mangás.
A informação surgiu primeiramente na fanpage do blog Sr. Machado que conseguiu em primeira mão um flyer ou catalogo que informa a primeira publicação da editora.
Nesse mesmo material promocional, o mangá de estreia da DarkSide será Fragments of Horror, uma coletânea de historias de terror do mestre no assunto, Junji Ito.
Posteriormente, a própria editora confirmou, por meio de sua fanpage no Facebook, seu ingresso no ramo dos mangás.
A linha de mangás muito provavelmente se chamará Tokyo Terror (cacofonia com Toque o Terror, intencional).
Ainda segundo o blog Sr. Machado, Fragments of Horror será o primeiro mangá de muitos que a editora pretende lançar.
Fragments of Horror, o primeiro mangá da Darkside não tem data de lançamento.
A Anteiku está em estado de alerta: Ken Kaneki foi sequestrado pelos membros da Árvore de Aogiri e há uma grande chance de que ele não volte mais. É claro que eles não desistirão sem lutar e é nesse clima que começa Tokyo Ghoul #7. Vamos lá?
Nesta edição
Dessa vez nosso não tão intrépido protagonista se deu MUITO mal. Além de ter sido capturado como se não fosse nada, ainda por cima confiou mais uma vez em quem não deveria, causando a morte de dois companheiros mais fracos. Como se não fosse o bastante, Ken está sofrendo tortura pesada por parte de um dos líderes da Árvore de Aogiri, o sádico Yamori, conhecido como o “Jason do Distrito 13”.
Essa tortura causa uma espécie de transformação em Ken, que pode virar o jogo a partir daí. Enquanto isso, a Anteiku recebe um reforço inesperado e a CCG resolve invadir também, levando consigo a criança-problema (e esquisita) Suzuya, que só está aguardando uma oportunidade para… dar o bote. Muitas coisas irão mudar a partir desse volume, que está imperdível.
Capa da edição #7 brasileira de Tokyo Ghoul
A edição brasileira
Após quilos de reclamações por conta do resultado final de algumas edições anteriores após a leitura, acredito que a Panini conseguiu encontrar um bom termo com relação à gráfica responsável por Tokyo Ghoul. Esta edição está num padrão de qualidade ok para papel jornal e, como de costume, traz um brinde: dessa vez, um cartão postal bem bacana com um agradecimento do autor para os leitores brasileiros e uma imagem incrível do Kaneki.
Olha quem voltooooou XD
Opinião
Sendo bem sincera, comecei a ler Tokyo Ghoul há menos de um mês e devo dizer que me arrependi de não ter começado antes. Felizmente, não tive tanto problema para conseguir as edições anteriores e agora mal posso esperar pelas próximas.
Cartão postal especial para a edição brasileira com Kaneki divo
A história evoluiu de maneira gradativa, fazendo com que o protagonista mané ganhasse minha total atenção. As verdades sobre sua transformação e sobre o médico que o atendeu parecem estar cada vez mais próximas de serem reveladas e Ken já não é o mesmo do primeiro volume, literalmente. Vou continuar de olho.
Agradecemos ao pessoal da Panini por ter encaminhado o exemplar para análise (e me obrigar a ter mais uma coleção).
Pela primeira vez temos um dos melhores animês Shounen (e um dos mais diferentes), sendo comentado aqui por causa de seu jogo. Estou falando de Jojo’s Bizarre Adventure, um mangá muito importante, que só ganhou reconhecimento no ocidente nos últimos anos devido a sua adaptação recente para animê (e sua primeira temporada é de se tirar o chapéu!).
História
Nesse novo jogo temos uma história inédita, que se localiza após o fim da terceira temporada e que se encaixa perfeitamente com as loucuras costumeiras da série e ainda liga todas as temporadas já existentes no mangá.
Mas como é a história? Basicamente um novo artefato mágico aparece no mundo, um que tem o poder de reviver as pessoas e abrir portais temporais entre outras coisa, dando a desculpa perfeita pra termos um crossover entre todas as gerações. Se você é fã da série, o modo história vale a pena a ser jogado, como se fosse um OVA bem divertido para rever seus personagem favoritos.
Gameplay
Jojo é um animê com muita luta, mas nada convencionais e aqui temos uma jogabilidade que tenta trazer bem isso para o mundo dos games. Diferente do último jogo que era um jogo de luta tradicional numa pega 2,5D, agora temos uma jogabilidade que lembra um pouco “Power Stone” com elementos de Arena Fighters (tipo Gundam ou Jump Stars). Para um modo versus não achei tão atrativo, mas para jogar solo e completar os desafios do modo história e fico muito boa, bem simples e funcional. Talvez a única coisa que eu não tenha gostando muito foi as fases com buracos devido a câmera e a mecânica de focar funciona nesse jogo.
Gráficos
A Bandai novamente traz um jogo com gráficos perfeitos para a proposta, lembrando mais o mangá do que o animê. O jogo está recheado de personagens (o maior cast dos jogo de JoJo até agora) e estão muito bem representados aqui com suas poses malucas.
Som
Tirando a dublagem do Quarto Jojo, o restante está muito bem. Quem sabe pra ficar melhor, o jogo deveria ter as aberturas do anime, mas como o publico alvo é mais o do mangá, então não estraga a experiência.
Considerações finais
Um jogo obrigatório para todo fã da série. É um bom ponto de partida para os que ainda não conhecem a obra, mesmo com os spoiler massivos. É um bom jogo para se finalizar e jogo solo, ainda mais nessa época de online e versus.
Um protagonista animado e bonzinho, uma criatura mala sem alça e um relógio com poderes sobrenaturais. Esses são os ingredientes do novo lançamento da Panini, o fofinho Yo-Kai Watch, que você confere no JMangá da vez.
A história
Natham Adams (Keita Amano, no original) é um estudante normal e mediano (de acordo com a descrição que faz de si mesmo), sem nenhum talento especial. Um dia, enquanto voltava da escola, encontrou debaixo de uma árvore misteriosa uma máquina de gachapon (sabe aquelas máquinas que você enfia uma moeda e daí sai uma bolinha que nunca tem o personagem que você quer? Então, o personagem é o gachapon).
Capa brasileira de Yo-Kai Watch
Ao colocar uma moeda, a máquina libera uma bolinha de pedra e, quando Natham abre a cápsula, libera uma estranha magia e… uma criatura esquisita.
A criatura se apresenta como Whisper, o yo-kai mordomo e diz que, em agradecimento pela liberdade, será o mordomo do garoto daí em diante. O problema é que, além de não ter talento algum para ser mordomo, Whisper é a mala sem alça por excelência, o que rende as melhores tiradas de Natham.
Jibanyan, o melhor youkai da edição <3
Whisper presenteia seu amo com um relógio, o Yo-Kai Watch. Com ele, Natham poderá enxergar os outros yo-kai e, quem sabe, tornar-se amigo deles. E é a partir daí que os dias de Natham deixam de ser meramente comuns para virar algo bem movimentado.
Outras mídias
Além do mangá de Noriyuki Konishi (versão que a Panini está publicando por aqui), Yo-kai Watch conta com mais cinco franquias de mangá, oito jogos diferentes, uma temporada de anime e dois filmes. É mídia pra ninguém botar defeito e tem para todos os gostos.
A edição brasileira
Como todo mundo sabe, a edição brasileira de Yo-Kai Watch será publicada no formato meio-tanko, o que foi apropriado, considerando o público alvo do mangá: as crianças.
A edição ficou bem feitinha, semelhante à outros mangás da editora, como Pokémon, por exemplo. Os leitores também foram presenteados com um brinde bacana, um adesivo do yo-kai mais fofo e bacana do mangá até o momento, o gato Jinbanyan.
Adesivo do Jibanyan-chan
A tradução ficou com o Fernando Mucioli, letras um trabalho conjunto de Gabriela Kato e Ricardo Santana e a edição com Beth Kodama. Optou-se por manter os nomes americanos dos personagens, assim como na versão brasileira do anime.
Imagens na contra-capa
Opinião
Gosto bastante de mangás voltados para crianças e Yo-Kai Watch foi uma grata surpresa. Fiquei apaixonada pela sinceridade do protagonista e tenho uma vontade grande de esganar o Whisper. Os capítulos, até o momento separados em “missões” nas quais Natham conhece outras criaturas e faz amizade com elas são bem divertidos e a história promete render bons momentos de diversão unidos com lições básicas de moral. Em resumo, é um título agradável e uma boa surpresa!
A vinda desse mangá me dá a esperança de que, um dia, consiga ver meu amado Doraemon publicado em terras brasileiras. Tomara!
Agradecemos ao pessoal da Panini por ter encaminhado o exemplar para análise.
O JWave dessa semana será sobre comida ou melhor…. Desafios culinários!
Masterchef? Não, o JWave está falando de um dos melhores mangás da atualidade que se chama Shokugeki no Souma e que é publicado na maior antologia de mangás, a famosa Shonen Jump.
Dragon Ball? Cavaleiros do Zodíaco? Não.. Shokugeki no Souma pega os clichês de mangás de luta e coloca na visão culinária da coisa. Vamos conhecer Souma e sua jornada em se tornar o melhor cozinheiro do mundo?
O JWave dessa semana é direto do Brasil Game Show.
Estivemos nos stands da Sony, Microsoft, Warner, Capcom, NVidia entre outros. Quais são os próximos lançamentos? E o mercado indie brasileiro como está representado no evento?
Está começando a nona edição da Brasil Game Show (BGS), a maior feira de games da América Latina, que acontece de 1º (só para imprensa e negócios) a 5 de setembro, no São Paulo Expo/SP. O destaque dessa edição são os recém-anunciados jogos para PlayStation 4 que estarão em mais de 100 estações por todo evento com grandes lançamentos de 2016 e 2017. Serão apresentados jogos como The Last Guardian e Detroit: Become Human, Gran Turismo Sport, Horizon Zero Dawn, Gravity Rush, No Man’s Sky, Uncharted 4: A thief’s end, Ratchet and Clank e Bound.
E os brasileiros não ficarão de fora, porque diversos títulos feitos aqui terão uma área dedicada no evento e serão lançados exclusivamente para o PlayStation 4.
Não comprou ingresso? Não se preocupe, porque é só acessar www.brasilgameshow.com.br/ingressos/ e realizar a compra, que pode ser parcelada em até 6 vezes sem juros, com parcela mínima de R$ 30. Os ingressos para sábado, 03/09, já estão esgotados, mas ainda há tickets para os dias 02, 04 e 05/09.
BGS 2016
01 a 05 de setembro Onde: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo – SP Horário: 13h às 21h
Ingressos (até 31/08/2016): Individual (meia-entrada) – R$ 79 (ingresso para 1 dia de evento – 02, 04 ou 05 de Setembro) Passaporte (meia-entrada) – R$ 276 (acesso a todos os dias de evento abertos ao público – 02, 03, 04 e 05 de Setembro) Premium – R$399 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 01, 02, 03, 04 e 05) Parcelamento – As compras dos ingressos podem ser parceladas em até 6x sem juros, com parcela mínima de R$ 30,00.
Todos os ingressos disponíveis podem ser adquiridos em opções combo que incluem a publicação “Brasil Game Show – O livro”, que conta a história da BGS, por um acréscimo de apenas R$25.
Os cariocas tem motivo de comemorar, por que a Iron Studios Concept Store chegou por lá. Especializada em figuras colecionáveis presente em dois endereços de São Paulo, desembarca agora na cidade maravilhosa dentro do Shopping Nova América.
De Hot Toys, Sideshow, Funko, Bandai e Shfiguarts, além de peças produzidas pela própria Iron Studios.
“Os fãs cariocas de cultura pop agora podem encontrar colecionáveis oficiais e ter um atendimento especializado. Queremos replicar as experiências das nossas outras unidades e oferecer eventos exclusivos, exposições e peças life size, criando um ambiente especial e único no Rio de Janeiro”, ressalta Gabriel Eberhardt, gerente de novos negócios da empresa. A Iron Studios Concept Store já conta com duas lojas em São Paulo, no shopping Eldorado e na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 946.
Iron Studios Concept Store RIO
Shopping Nova América – Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126 – bloco 1, 1º piso, loja 102, unidade 423. Rio de Janeiro/ RJ Horário: de segunda a sábado das 10h às 22h, e domingos e feriados das 13h00 às 21h
Agradecimentos a Iron Studios pelas informações
Provavelmente você já deve conhecer o GOG.com, da empresa do jogo The Witcher. Não? Então está na hora de conhecer, porque a empresa está chegando ao Brasil com parceria brasil junto da UOL BoaCompra. Toda localizada em português, o serviço está com preços em Reais de acordo com a realidade brasileira, além de uma seção do Fórum oficial dedicada aos gamers brasileiros e oferecendo suporte ao usuário no idioma nacional.
O serviço estreia com um catálogo de mais de 1600 títulos do seu portfólio, as principais opções de pagamento do BoaCompra, como cartão de crédito, transferência bancária, boleto e os créditos Gold do Go4gold.
Mas o que é GOG?
Conhecido anteriormente por Good Old Games, GOG nasceu em 2008 com a missão de levar aos jogadores todos os títulos clássicos dos videogames do passado em uma plataforma digital fácil de usar e sem DRM. Isso significa que os jogos adquiridos no GOG podem ser instalados em todos os computadores que o jogador deseja, sem precisar de cd-key e conexão com a internet. Em 2012, no entanto, o GOG.com abriu os braços para todo o universo gamer, passando então a comercializar grandes títulos AAA modernos, como The Witcher 3 e No Man’s Sky.