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Vivendo no Japão #18: Entrando no Mestrado

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Pensa num tema. Conversa com professor. Escreve projeto. Corrige projeto. Submete inscrição. Passa por provas e entrevista. Aguarda aprovação. Aguarda outra aprovação. Mais uma aprovação. Prepara as malas e vai. Chega aqui. Conversa com professor. Pensa em outro tema. Escreve outro projeto. Corrige o outro projeto. Submete a inscrição. Passa por provas e entrevista. Aguarda aprovação. Tudo isso enquanto estuda, estuda, estuda e desenvolve pesquisa. E finalmente, após quase dois anos desde que comecei os preparativos, aqui estou, concluindo minha segunda semana no mestrado na Universidade de Kyushu, uma das grandes imperiais do Japão.

Pra quem quer saber mais detalhes sobre as etapas e todo o processo, recomendo que leia as primeiras postagens que fiz aqui para o JWave, e caso tenha mais alguma curiosidade, é só perguntar que ficarei feliz de responder. Hoje eu quero contar um pouco como é essa experiência de estar efetivamente no mestrado. Você deve estar acostumado a ver animês ou mangás que mostram aquelas cerimônias grandiosas e formais de início das aulas, seja de escola ou faculdade, bem, aqui não é diferente. Porém a grande cerimônia no salão é voltada para os estudantes de graduação. Nós, da Pós-graduação, temos cerimônias isoladas para cada departamento. Portanto, a minha foi num salão menor, com cerca de 50 alunos de Mestrado e Doutorado da Escola de Pós-Graduação em Ciências Integradas para a Sociedade Global. Todos vestidos em roupas sociais após enfrentar um temporal, tivemos uma apresentação de coral para nos recepcionar, e após um almoço uma longa tarde de explicação sobre os procedimentos burocráticos para o início do semestre.

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Foi nesse momento que eu fiquei sabendo que além das aulas de literatura moderna e comparada que eu já estava cursando, eu teria alguns cursos obrigatórios de introdução ao sistema de conhecimento da faculdade, além de escolher um sub-curso, fora da área de comunicação. Destrinchando o material, acabei me deparando, na área de estudos sociológicos com cursos de Teoria do Gênero, e resolvi dar uma olhada (até por ser um dos poucos cursos em inglês que eu poderia escolher). Ao chegar na primeira aula de Teoria de Gênero, a professora apresenta o plano do curso para esse semestre, em que ela decidiu fazer algo “diferente”: analisar uma obra de animação sob diversas perspectivas de teorias de gênero, e a obra é Wolf Children – Ame and Yuki, do meu diretor predileto Hosoda Mamoru. Podem imaginar a alegria incontida no meu rosto quando vi o programa né. Desde então tenho lido diversos textos teóricos introdutórios sobre feminismo e questões de identidade e gênero e estou achando fascinante. Principalmente por ter notado que minha mente foi condicionada durante a minha formação na USP a fazer análises de teor estruturalista e semiótico, e perceber que há outras formas de se enxergar a obra de arte, me abre para inúmeras possibilidades de pesquisa.

Devido à nova rotina, tentarei manter os textos aqui mais curtos e objetivos. De modo que sejam escritos e lidos em pouco tempo. Vejo vocês novamente em breve.

PS. Minha obsessão esta semana (na verdade há umas duas semanas já) é o novo single da Koda Kumi, intitulado Shhh!. Eu fui no show dela aqui em Fukuoka, e como sempre fiquei boquiaberto com a energia e o talento da Rainha dos Lives. No local do show estão sendo vendidas versões exclusivas do single e eu não podia perder a chance de adquirir o meu. A faixa, que também é a abertura do show é um pop dançante, com um ar de Christina Aguilera misturado à sensualidade e qualidade única da voz da Kuu-chan.  DSC_2177

Review | One-Punch Man

JMangá POST 2016 74

Finalmente o mangá que conta a história do homem de um soco chegou ao Brasil. Com uma edição caprichada feita pela editora Panini e uma trama muito engraçada, as aventuras de Saitama ganham seu espaço nas bancas e o coração dos leitores e da equipe do JWave. Vamos às batalhas!!

A história
A cidade A está em perigo; Piccolo, quero dizer, a criatura que se intitula Vaccine-Man deixou um rastro de destruição e pavor, mas eis que surge um herói que irá impedir que o terror se propague ainda mais!! Um careca de capa que combate o mal por hobby termina a contenda com apenas um soco e… fica chateado por ter sido tão rápido, o que nos leva a um breve flashback.

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Há três anos, nosso herói era apenas um rapaz normal em busca de um emprego e frustrado por não encontrar nada até então. Um dia ele se depara com uma criatura que não o mata pelo simples fato de ter encontrado semelhanças em seu olhar com o dele, “um olhar de quem não se importa com nada”.

A criatura revela que irá matar um garoto de covinha (bom, acho que aquilo não pode ser chamado de covinha, é uma bunda mesmo) e sai à procura de sua vítima, encontrada por acaso pelo rapaz que, do nada, desperta a vontade de protegê-lo da morte iminente (bom, desenhar mamilos com uma caneta permanente em um monstro maligno pode ser um motivo e tanto para ser morto por ele, garoto esperto…) e após muito socar e socar vence a batalha.

A partir daí Saitama (sim, esse é o nome do nosso protagonista) treina a ponto de ficar careca e frustrado por terminar suas lutas com só um soco. Em seu caminho, pilhas de monstros derrotados e a solidão blasé de alguém que se tornou herói por hobby. Para acompanhar essa saga que promete trazer muitas risadas e surpresas, é só marcar um encontro nas bancas a cada dois meses ou esperar o exemplar no conforto do seu lar!

Outras mídias
Na verdade, One-Punch Man começou como uma webcomic publicada desde 2009 pelo autor ONE. O sucesso foi tal que ele foi contatado por Yusuke Murata para propor uma reestruturação da história para publicação no site da Weekly Young Jump e, posteriormente, no formato impresso, o que como todos já sabem deu MUITO certo. One-Punch Man também conta com um anime feito pela Mad House com 12 episódios e 07 OVA’s.

Opinião
Como já falei lá em cima, a edição brasileira de One Punch-Man deu um verdadeiro show: foram mantidas as orelhas e o papel é muito bom, espero que a qualidade seja mantida em todos os volumes futuros.

Para quem comprar apenas nas bancas, dentro do mangá veio um marca páginas comum, de papelão, mas bem estiloso e melhor do que os que a Panini fez antes (como o do Maestro, que era triste). Já para os assinantes, um mimo diferente: um marca página de acrílico, menor do que o usual, mas que tem bastante charme e traz, junto com Saitama, o carismático Genos, que já ganhou meu coração como personagem favorito.

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Neste primeiro volume, a trama segue um esquema parecido com as histórias dos tokusatsu que tanto gostamos: a fórmula do “monstro da semana”. Com motivações duvidosas e poderes esquisitos, é engraçado e ao mesmo tempo interessante ver como o protagonista se comporta enfrentando cada um deles. Confesso que sinto vontade de vê-lo perder pelo menos uma vez já como One-Punch Man, mas não sei se meu desejo será satisfeito.

Agora, fica a vontade de ver se a história vai evoluir pra algo diferente do monstro da semana e se outros heróis farão parte da trama. Meu coração também bateu mais forte pelos cientistas gêmeos do mal (e de óculos, pronto, falei) que prometem deixar o mangá do jeito que a gente gosta.

O número 1 de One-Punch Man dá gostinho de quero mais e a esperança de que não seja algo que te desanime lá pelo quinto volume. Vamos acompanhar e torcer pela obra.

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Agradecemos à Panini que, gentilmente, nos mandou o exemplar para análise e leu a mente desta resenhista tarada por marca páginas! <3

JWave #299 | Como são as escolas no Japão?

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O JWave dessa semana é sobre cultura japonesa e dessa vez vamos comparar as escolas brasileiras e japonesas. O que elas tem de parecido? E de diferença? Sabia que uma aula tem o mesmo tempo no Brasil e no Japão?

Como funcionam os clubes nas escolas japonesas? E nossos grêmios são o mais próximos disso?

O Japão continua sendo um dos países mais estudiosos do planeta?

Juba e Sasuke explicam as diferenças do Brasil e Japão, além de palpitam o que fariam para melhorar os dois países. Concordam? Discordam?

Obs: A opinião de cada membro restringe a opinião dele e não é uma posição da equipe do site JWave.

PARTICIPANTES


Para saber mais do assunto
A origem do uniforme japonês
A educação no Japão

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OUÇA

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)

JWave Capa 267 Post site

JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

JWave Capa 269 Post site

JWave #273: Ijime – Bullying

JWave Capa  273 Post site

JWave #275: Mai Waifu

JWave Capa  275 Post site

JWave #282: As 8 Regiões do Japão
JWave Capa  282 Post site

INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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JWave #298 | Zootopia – Essa Cidade é o Bicho

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O JWave dessa semana é sobre um mundo aonde não tem humanos. Sim, estamos falando de Zootopia, a nova produção da Disney.

Se a Pixar nos decepcionou com “O Bom Dinossauro”, agora temos Zootopia numa história de tirar o fôlego.

Juba, Nerdmaster (Paranerdia) e Dash se juntam para adentrar em Zootopia e falar da nova animação da Disney.

Participantes


No JWave #298: Zootopia – Essa Cidade é o Bicho
Direção Byron Howard
Rich Moore
Codireção Jared Bush
Produção Clark Spencer
Produção executiva John Lasseter
Roteiro Jared Bush
Phil Jonhston
História Byron Howard
Rich Moore
Jared Bush
Phil Johnston
Jennifer Lee
Joshie Trinidad
Jim Reardon
Elenco Ginnifer Goodwin
Jason Bateman
Shakira
Idris Elba
J.K. Simmons
Jenny Slate
Nate Torrence
Raymond S. Persi
Alan Tudyk
Bonnie Hunt
Don Lake
Octavia Spencer
Tommy Chong
Tommy Lister
Jesse Corti
Gênero Fantasia
Aventura
Comédia
Música Michael Giacchino

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Review | Knights of Sidonia

JMangá POST 2016 73
Estrela do Henshin +, evento anual da JBC que desta vez aconteceu no último sábado, 09/04, na Saraiva Mega Store do shopping Center Norte, Knigths of Sidonia finalmente chega ao Brasil pegando carona com o anime no Netflix. Saiba tudo sobre a obra de Tsutomu Nihei junto com o JWave!

A história
Já se passaram mil anos desde que o Sistema Solar foi destruído pelos Gaunas. Os sobreviventes da espécie humana agora vivem a bordo de Sidonia, uma nave espacial orgânica e misteriosa, que é o orgulho e a razão de viver de seus tripulantes.

Nagate Tanikaze é um jovem que cresceu isolado no nível mais inferior da nave, sem nunca ter tido contato algum com humanos além de seu avô morto há três anos e do qual só restou um cadáver mumificado. Ao desobedecer uma ordem dada por ele para ir procurar comida, Nagate acaba conhecendo o “outro lado” de Sidonia e tendo contato com outros humanos (digamos que ele não teve muita sorte nesta primeira vez). Um deles é o misterioso Ochiai, que alega ser representante da pessoa que irá responsabilizar-se por Nagate e conta ao rapaz que seu avô era dado como morto há mais de dez anos; além disso, não consta nenhum “Nagate Tanikaze” como cidadão de Sidonia.

Com muitas informações novas a processar (como humanos alimentando-se por fotossíntese e reprodução assexuada) e sofrendo um certo bullying por parte dos outros tripulantes da nave, Nagate acaba aceitando tornar-se um dos pilotos que protegem Sidonia e lutam contra os Gaunas. Agora, além de arriscar sua vida para proteger a humanidade em batalhas que utilizam tanto sua capacidade inata como piloto como sua sanidade mental, Nagate ainda irá lidar com o fato de que o Guardião que controla é o lendário Tsugumori, reverenciado por todos em Sidonia e alvo de inveja de outros cadetes talentosos.

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O autor
Tsutomu Nihei é conhecido pela sua arte extremamente detalhada, com toques cyberpunk. Aqui no Brasil, já foi publicado em duas ocasiões pela Panini: com o mangá Abara (completo em dois volumes), e a edição especial “Wolverine – Snikt!”. Outras obras conhecidas do autor mas ainda inéditas por aqui seriam Blame!, NOiSE e Biomega, esse último um queridinho de muitos.

A vinda de Sidonia para o Brasil e a simpatia demonstrada pelo mangaká no vídeo em que apareceu no Henshin + podem abrir espaço para mais obras do autor no País, tenho certeza de que ninguém vai reclamar.

A edição nacional
Para a edição nacional, a JBC trouxe alguns agrados para os fãs: quem participou do evento ganhou um pôster muito legal que também pode ser utilizado como sobrecapa (foi o que eu fiz com o meu). Os assinantes também receberão um marca-páginas exclusivo e laminado, bem como um cartão postal com uma imagem bem bacana.

CONTRACAPA

POSTER

MARCAPAGINAS

As primeiras páginas são coloridas, mas como o papel utilizado na impressão delas não é o mesmo de Zetman, acho que não deu a valorizada que os desenhos mereciam. Não sou especialista em papel, mas acho que o off-set utilizado nesta edição é mais fino do que de outros mangás da editora, mas mesmo assim dá pra perceber que é mais durável do que o nosso velho amigo papel jornal.

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Opinião
Só pelo fato de ser uma obra de Nihei, o lançamento de Knights of Sidonia já teve minha total atenção. Trata-se de uma obra que pode parecer um tanto quanto confusa no começo, mas tem potencial para se tornar uma história de ficção científica tão envolvente quanto clássicos como Evangelion ou Gundam.

O protagonista é puro e inocente, com gana de se tornar alguém pelo seu próprio esforço (e, graças a Kami-sama, não é chato que nem nosso velho amigo Shinji Ikari). Sua origem envolta em mistérios deve ser explorada nos próximos volumes, os quais mal posso esperar para ler.

Os personagens em sua volta são bem interessantes e parecem guardar uma série de segredos que vamos descobrir junto com o protagonista, especialmente a 28ª capitã de Sidonia e sua máscara sinistra.

No mais, a obra prende bastante e o traço é ao mesmo tempo grandioso e perturbador, o que dá o tom que uma história deste tipo pede. Espero que continue bacana como o primeiro volume e que Nagate mostre a que veio. Afinal, o futuro da humanidade agora depende dele.

Agradecemos à JBC pela parceria de sempre e pelo exemplar para análise. Ah, também amei o marca-páginas! 😉

Vencedores do concurso cultura de Knights of Sidonia!

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Semana passada fizemos um novo concurso cultural entre a Editora JBC e JWave. Depois de vários e-mails, chegou a hora de anunciar os ganhadores desse concurso cultural de lançamento da editora: Knights of Sidonia.

Para participar do concurso tinham que responder as seguintes perguntas:

Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia? 

Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave baseada na cultura brasileira, como ela se chamaria na sua opinião?

Vale frisar que tivemos diversos e-mails com faltas de dados, por isso pedimos que sempre prestem atenção nas regras do concurso cultural (no caso responder as perguntas, dar like nas duas fanpages e mandar nome com endereço completo no e-mail do nosso site).

Agora vamos aos ganhadores?

1 – Cassio Kim Tiba
2 – Rafael dos Santos Tomas
3 – Rita de Sá
4 – Dulcelino Neto
5 – André Moreira

Agradecemos todos que participaram e quanto aos ganhadores, o JWave está enviando seus nomes e respectivos endereços para receberem o mangá mais rápido possível. Obrigado pela participação e são vocês que fazem esse tipo de ação da editora JBC aqui no site JWave.

Henshin + 2016: Sidonia, a volta de Fullmetal Alchemist, Henshin Drive e muito mais!!

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Como em todos os anos, o JWave não poderia ficar de fora do Henshin +! O evento, que aconteceu no último sábado na Saraiva Mega Store do shopping Center Norte contou com muitas novidades, como por exemplo a participação da banda Senpai Old School tocando temas que todos amam, como “Again” e “Hohoemi no Bakudan”.

Logo de cara, foi confirmado o relançamento de Fullmetal Alchemist em edição especial, no mesmo formato de Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho.

O primeiro painel foi sobre ficção científica no mundo dos quadrinhos e mangás, com a participação especial de Marcelo Campos, ilustrador e um dos fundadores da Quanta Academia de Arte e de Paulo Gustavo Pereira (jornalista e apresentador do programa “Loucos por Séries”). Nele, foram dados mais detalhes sobre a “estrela” do evento, o mangá “Knights of Sidonia” (logo mais resenha no JWave) e finalmente foram liberados mais detalhes sobre a edição brasileira de Akira: o mangá será em preto e branco, no formato 17 x 24 cm e com leitura no sentido oriental. A primeira edição do título deverá chegar às livrarias e lojas especializadas ainda em 2016.

O segundo painel foi sobre o BMA (o Brazil Manga Awards) e o mercado de quadrinhos nacionais. Foi um bate papo muito bacana reunindo um dos vencedores da primeira edição do concurso, Kaji Pato, criador de Quack!, e o Rafael OCB, o 1º colocado da segunda edição do concurso e criador de Chuva de Meteoros. Vídeos divertidos com os outros vencedores da segunda edição do concurso foram apresentados e, além disso, o bate papo também contou com o convidado Marcelo Cassaro, roteirista da Turma da Mônica Jovem e com Cassius Medauar, editor de conteúdo da JBC. A JBC também trouxe um vídeo bacana com o criador de Sidonia, o mangaká Tsutomu Nihei, que deu respostas muito divertidas às perguntas feitas pela editora.

Além de esclarecer dúvidas dos leitores que foram prestigiar o evento, a JBC ainda anunciou mais dois títulos muito esperados: Sakura Wars, mangá baseado em uma franquia de games de sucesso mundial e Saintia Shô, que traz uma amazona de Pégasus e vem como parte das comemorações pelos 30 anos de Saint Seiya.

Mas o que deixou todo mundo com o coração batendo mais forte e que pode ser considerado como o grande anúncio do evento foi o Henshin Drive, a plataforma digital que a JBC lançará ainda em 2016 (provavelmente no segundo semestre). Com ela, a JBC promete entrar de forma definitiva no mundo digital e trazer mais uma forma de acesso dos leitores aos mangás, ajudando ainda mais a difundir os quadrinhos japoneses no Brasil ou em qualquer lugar do mundo onde a pessoa tenha acesso à internet. Quem tiver interesse em ler mangás digitais já pode se cadastrar em henshindrive.com e responder à pesquisa (eu já me cadastrei! :)). Além de ajudar a JBC a saber quais títulos vocês gostariam que de ler de forma digital, você ainda corre o risco de ser selecionado como um beta tester, que irá auxiliar a editora a identificar possíveis problemas no aplicativo.

Segundo a JBC, “o Henshin Drive é mais um complemento no conjunto de ações que a editora vem desenvolvendo nos últimos anos, com foco na diversidade de acesso aos seus conteúdos e na inovação. Exemplos disso são o evento anual Henshin+, a criação de um canal de vídeo no YouTube, o lançamento do formato econômico de Super Onze e o “formatão Big” (2 em 1) de Éden e Blade, além do Concurso Nacional de Mangás (BMA) e muitos outros.”

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“Henshin” significa “transformação” em japonês. O Henshin Drive nasce com o objetivo de transformar a maneira como as pessoas leem mangás. A plataforma digital tornará possível a leitura em PC, Mac, Notebook, tablets e também nos smartphones (o aplicativo é compatível com Android e iOS).

Para encarar este desafio, a JBC encontrou na Hive, empresa renomada no ramo de desenvolvimento de aplicativos, o parceiro ideal. Fundada em 2007 por Charles Betito Filho e Mitikazu Lisboa, a Hive é uma publicadora e desenvolvedora de games e tecnologias digitais. Contando com um time de mais de 50 pessoas altamente especializadas, se tornou referência no mercado de marketing digital e maior desenvolvedora de games do Brasil. Esta plataforma digital possibilitará que os leitores tenham acesso a um grande acervo de títulos, sejam inéditos – e que talvez jamais viessem ao Brasil – a títulos esgotados, já publicados pela editora.

Quem esteve na Saraiva, além dos anúncios, palestras e banda, também pôde comprar Knights of Sidonia, UQ Holder, o volume final de Yu YU Hakusho e ainda diversos kits de mangás JBC com descontos especiais. No ano que vem tem mais.

Agradecemos à JBC pelo convite e pelo envio dos releases!

JWave #297 | Você utiliza algum serviço de streaming?

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O JWave dessa semana é especial porque fecha a temporada Brasil e Japão com Sasuke RK. Ele está voltando pro Brasil e gravamos o último podcast enquanto ele estava em território japonês.

Mas do que se trata? De serviços de streaming. Já assinou Netflix? Claro Vídeo? Netmovies? Spotify? Kindle Unlimited? Então você já está acostumado com streaming e o quanto ele mudou nossas vidas.

Será mesmo que tudo que gostamos precisa estar numa prateleira? Juba e Sasuke explicam conversam sobre os tipos de serviço e como eles mudaram o nosso cotidiano.

Obs: No sábado foi anunciado o Henshin Drive, primeiro serviço de mangás digitais no Brasil. Infelizmente o podcast acabou ficando desatualizado devido a esse fato.

PARTICIPANTES


Serviços falados no podcast
Netflix
Viki
Drama Fever
Crackle
Daisuki
Crunchyroll
Playstation Now
Social Comics
Spotify

OUÇA

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)

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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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JWave #273: Ijime – Bullying

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JWave #275: Mai Waifu

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JWave #282: As 8 Regiões do Japão
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INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
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Falece cantor Koji Wada

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É com enorme pesar que anunciamos o falecimento do cantor Koji Wada, de 42 anos, cantor e compositor famoso por suas musicas no animê Digimon.

Por meio de nota oficial, a agencia Solid Vox anunciou que Wada faleceu na manhã do dia 03 de abril devido a um câncer na nasofaringe, parte superior da faringe. O cantor já vinha lutando a muito tempo, há uns cinco anos, Wada deixou sua carreira de lado para se focar no tratamento do câncer. Uma década atrás, um tumor maligno foi descoberto em sua faringe superior e gânglios linfáticos no pescoço. Foi feito o tratamento com quimioterapia e cirurgia e foi dito que ele havia se recuperado completamente. No entanto, ele sentiu uma mudança no seu estado de saúde e um exame em um hospital confirmou que o câncer havia se espalhado para outro local.

Koji Wada veio diversas vezes ao Brasil e gostava muito de nosso pais, como bem lembrou Ricardo Cruz em seu Facebook. Neste momento de tristeza, prefiro lembrar do que ele fez em vida. De todo o sentimento que ele passava em suas musicas. Vamos celebrar sua vida e obra.

Vamos lembrar dele fazendo o que gostava e fazia bem, cantar. Por isso, gostaria de deixar aqui duas musicas icônicas para mim e que resumem muito bem o Wada.

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[soundcloud url=”https://api.soundcloud.com/tracks/114145138″ params=”color=ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false” width=”100%” height=”166″ iframe=”true” /]

 

Vá em paz, Koji Wada. Obrigado por tudo!

Vivendo no Japão #17: Mudança

_20160408_212015Olá!!
Na semana passada eu mencionei que estava de casa nova, e as pessoas, quando eu mencionei minha mudança, me fizeram várias perguntas: Por que eu saí do dormitório? Foi difícil encontrar casa? Como funciona? Então hoje eu resolvi escrever um pequeno relato sobre todo esse processo. Se você tem interesse em saber sobre os procedimentos de aluguel de uma casa, eu já aviso de antemão, que meu processo foi um pouco diferente do “normal”, então talvez este texto não seja tão útil.

Pois bem, como bolsista pelo MEXT, nós geralmente recebemos uma permissão de estadia no dormitório da Universidade por um ano. Como cheguei aqui no começo de abril do ano passado, minha permissão ia até 23 de março deste ano. No semestre anterior eu havia recebido um email a respeito da abertura de inscrições para os interessados em estender a estadia. Porém, desta vez, conforme o meu prazo foi se aproximando eu fui “cobrar” a secretaria por uma resposta a respeito da abertura dessas inscrições e a resposta era um pouco desanimadora (pra não dizer desesperadora): eles não saberiam se abririam vagas,pois devido à transferência de uma faculdade para este campus, haveriam um grande número de novos alunos, e me sugeriram considerar procurar um apartamento por segurança. Eu adiei até o último segundo, mas no final de janeiro, com a falta de resposta, resolvi começar a correr atrás disso.

Meu grande receio é por já ter sido alertado anteriormente da grande burocracia que envolve o contrato de aluguel. Você precisa encontrar um fiador, pagar uma porção de taxas, muitas vezes bastante caras (como a luva e o caução), além de mobiliar a casa. Eu cheguei a procurar por algumas opções de dormitórios privados, que pareciam ser a melhor opção, pois o preço não diferia muito do que gastaria num aluguel de uma casa, mas teria toda a mobília, internet e suporte. Porém, já estava um pouco cansado de viver sob regras de alojamentos. Felizmente, neste mesmo período, a empresa que presta serviço para a universidade CO-OP (que toma conta dos restaurantes, livrarias e algumas lojas de conveniência dentro do campus) estava abrindo um serviço de suporte de imobiliária, ou seja, eles atuariam como mediadores, oferecendo diversas opções de apartamentos, e intercedendo no processo do contrato, tudo muito funcional, para auxiliar os estudantes.

Enquanto eu visitava as diversas opções oferecidas, a secretaria enviou o email abrindo para inscrições para extensão da estadia no alojamento, o que me deixou num grande limbo de dúvida. Ainda nesse período conheci um rapaz que estava na mesma situação que eu, e começamos a cogitar a hipótese de dividirmos o aluguel de um apartamento. Quando fui na secretaria tirar dúvidas sobre a possibilidade de extensão, levei outro banho de água fria, me disseram que havia a possibilidade do meu pedido ser negado, e eu teria um tempo de menos de duas semanas para me mudar, portanto recomendaram que eu procurasse um apartamento de antemão, no caso do meu pedido ser negado.

Como ansiedade é meu sobrenome, eu logo entrei em contato com aquele meu amigo, e resolvemos dar uma olhada nas possibilidades de apartamento com dois quartos. No dia seguinte fomos à esse escritório da CO-OP ver as opções. Logo percebemos que aparamentos com dois quartos eram bastante limitados, e quando achamos um, com um preço interessante ficamos bastante empolgados. Logo, recebemos a confirmação de que haviam possibilidade de morar duas pessoas (porque também tem isso, é necessário pedir permissão do dono para dividir o aluguel com outra pessoa). Ao chegarmos na casa, a fachada deu uma pequena má impressão, mas ao entrar ficamos encantados. Super espaçosa (para padrões japoneses), com diversas mobílias (como geladeira, microondas, máquina de lavar, mesa, cadeiras e sofá) e ainda um dos quartos em estilo japonês. Decidimos ir para casa “dormir sobre a ideia”, mas a empolgação com a casa, e com a possibilidade de morarmos junto (vai sentindo pra onde essa história tá indo…), nos levou a, no dia seguinte, decidir abandonar a ideia de ficar no alojamento e fomos assinar o contrato. Dois dias após termos assinado o contrato e resolvido ser colegas de quarto, nós mudamos de ideia e resolvemos ser namorados. E assim começou minha vida de semi-casado.

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Assinamos o contrato na primeira semana de fevereiro, e nos mudamos no começo de março. Durante este período a própria CO-OP se encarregou de contatar a companhia de luz, nos guiou sobre como entrar em contato com a empresa de gás e de água, para contratar os serviços (para quem não sabe, o aquecimento dos chuveiros e pias – sim, a maioria das torneiras tem água quente – é feita por meio de gás encanado – o fogão, por outro lado, está sendo cada vez mais sendo substituído por bocas elétricas, que não necessitam de gás), e ainda nos ajudou dando dicas de serviços de internet disponíveis, assim como tem nos auxiliado quando temos um problema. Foi uma tarefa hercúlea carregar todos os meus pertences para a nova casa, que fica bem perto da estação (ou seja, 20 minutos de distância do campus – de bicicleta), mas finalmente nos mudamos, compramos os itens que ainda faltavam, como futons, fogão e forno elétrico, estante para os meus livros e mangás,etc.

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No começo havia um misto de empolgação e receio de morar com meu namorado dormir num futon no quarto tradicional japonês, mas apesar do leve desconforto algumas vezes, ele é bastante prático, e sempre dá aquela sensação de estar vivendo a cultura japonesa de forma bastante intensa. Eu só fui me sentir devidamente instalado quando a empresa de internet veio colocar o cabeamento e finalmente pudemos estar novamente conectados. Aí sim me senti seguro para colar meus pôsteres e chamar este lar de meu. Já completei um mês morando aqui, e posso dizer que é excelente estar mais próximo da área urbana. Saber que se eu sentir fome de madrugada posso descer as escadas e comer um gyudon no restaurante 24hrs diante da minha casa, ou ir pro karaokê que fica ao lado do restaurante, a qualquer hora, ou ainda poder fazer compras no mercado sem ter que pedalar por 20 minutos de ida e 20 de volta. Eu sinto que quando começar a rotina das aulas (na próxima semana), vou ficar um pouco preguiçoso de ter que pedalar esse percurso para ir pra aula, mas é um esforço que vale a pena.

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PS. Como bem sabem os assistidores de animês, a nova temporada está começando nesta semana, e minha obsessão atual é este animê que “eu mal conheço mas já considero pacas”: Joker Game. Situado na Era Showa, a história gira em torno de uma academia de treinamento de espiões de guerra. O primeiro episódio traz uma tensão que deve ser trabalhada ao longo do animê todo, que é o questionamento dos valores tradicionais do Japão e do ultranacionalismo cego que sustentou o totalitarismo e levou o país à guerra e à derrota e todas as consequências desastrosas que vieram com ela. O protagonista é um japonês cheio de “valores” impregnados pela ideologia da subserviência e integridade samurai, e ele começa a aprender na pele que essa integridade não rege as classes mais altas do poder, que não se importam de usar de métodos baixos e corruptos para estabelecer sua dominação política. Claro que essa é a impressão que tive ao assistir apenas o primeiro episódio, e pode ser que a história se desenvolva em outra direção. Seja como for estou empolgado com a atmosfera século XX e o desenvolvimento mais “inteligente, que me lembra bastante Bacanno, e me faz ter esperanças de que esse é um daqueles animês que você pode aprender muito sobre história (e sobre política), enquanto se diverte. FikDik de nada68318509gw1ezbp86odahj20m80vtn6g

Crítica | Invasão a Londres

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Essa semana está chegando aos cinema o filme “Invasão a Londres” e ele parece ter sido produzido para aquela galera que gosta de filmes de ação direto dos anos 80.

Dirigido por Babak Najafi, o filme foi produzido pela G-BASE, Milenium Films, LHF Filme, sendo distribuído aqui no Brasil pela Diamond Films.

Trailer

Mas vamos falar da história?
A história tem foco no agente dos Serviços Secretos Norte Americano Mike Banning (interpretado pelo Gerard Butler). Com a esposa grávida e pensando em se demitir do serviço para poder curtir melhor sua família.

Só que a vida não seria tão mansa assim, porque o Primeiro-Ministro Britânico acaba sendo morto após uma cirurgia e faz com que 40 países enviem seus chefes de estado para seu funeral. É nessa realidade, que o presidente americano, Benjamin Asher (interpretado por Aaron Eckhart) precisa do Mike Banning e acaba o retirando de sua folga.

O filme coloca a grandiosidade que é 40 chefes de estado indo para Inglaterra e o quão trabalhoso é para cada equipe, além da própria inglesa em administrar essa “convivência”.

A “invasão”
E é a partir desse ponto que o filme deixa pra trás as falas meio piegas em que se constrói o relacionamento de amizade de Mike com Benjamin, para debater a realidade atual e seu problema com terrorismo.

Cada chefe de estado está presente em algum ponto de Londres. Todos estão indo para a cerimônia do chefe de estado, quando acontecem os primeiros ataques que revelam que até a policia britânica estava com infiltrados.

Da explosão do carro do governo canadense, temos a explosão da Ponte com possível morte do Primeiro-Ministro do Japão. Em poucos segundos, você percebe uma série de ataques em grandes proporções por toda Londres, o que faz que o presidente americano se torne o centro das atenções, restando Mike e sua equipe proteger o presidente.

Opinião
O “Invasão a Londres” tem toda pirotecnia de filmes americanos, mas nem por isso deve ser ignorado ou banalizado como mais um filme de ação.

Ele sabe dosar os diálogos piegas com ótimos diálogos, subvertendo e subindo o nível em algo crescente. Isso sem mencionar as cenas de tirar o fôlego da cidade sendo destruída e virando terra de ninguém.

Em épocas de crise na política do Brasil, temos uma atuação sublime do Morgan Freeman no papel de Vice Presidente dos EUA, Allan Trumbull. Ele assume o país, quando presidente americano vira o alvo dos terroristas e debate em frente as câmeras quando confrontado que já trabalhou com vendas de armas para outros países no passado.

Por mais que a fuga do Mike com Benjamin acabe sucumbindo sua equipe aos poucos, isso não os torna heróis. Todos os lados tem pontos positivos e negativos, sendo debatido em cena que mesmo lutando para sobreviver, aqueles que estão no governo americano não estão tão certos assim.

E é nesse ponto que somos apresentados aos terroristas e a motivação deles de ter criado a “morte do Primeiro-Ministro britânico” para chamar atenção do mundo e sucumbir o próprio num processo de renovação. E que muito além disso, seus planos começaram no momento que eles foram atacados no passado.

Os fatos que aconteceram em “Invasão a Londres” tem a ver com seu inicio rápido no Oriente com um ataque vindo de alguns desses países que estavam ali naquele dia velando o Primeiro-Ministro morto.

E o filme não deixa de lado a violência brutal de “Tropa de Elite” ou “Operação Invasão” e notamos isso com diversos momentos em que Mike tortura os terroristas. Seja em diferentes níveis de tortura, diversas vezes você achará que o personagem irá falar: “Pede para sair”.

O “Invasão a Londres” é um bom filme e pontua o debate da luta contra os terroristas e como eles surgem. Tem seus clichês, mas isso não desmerece nem um pouco a direção de Babak Najafi. Não havia visto nada do diretor antes, mas agora ficarei atento por gostar muito de como foi conduzido e produzido esse filme.

Nota
4 de 5.

Galeria

Agradecimentos a Diamond Films Brasil pelo convite.

Concorra a primeira edição de Knights of Sidonia!

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Mais uma vez temos o prazer de anunciar uma parceria JBC e JWave. Desta vez, preparamos juntos para vocês um concurso cultural em comemoração ao novo lançamento da editora: Knights of Sidonia.

Para participar é bem simples, basta curtir as páginas da Henshin e do JWave no Facebook e responder às seguintes perguntas:

Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia? 

Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave baseada na cultura brasileira, como ela se chamaria na sua opinião?

As respostas devem ser enviadas para o email jwavecast@jwave.com.br.

Não esqueça de enviar seu nome e endereço completos, ou o mangá não chegará às suas mãos.

As 5 melhores respostas irão ganhar a primeira edição de Knights of Sidonia.

Serão considerados os e-mails enviados até às 23:59 do dia 11. Os vencedores serão divulgados no dia 12 e terão um prazo de 24 horas da hora da publicação para se manifestarem.

O participante que descumprir qualquer um dos requisitos será automaticamente desclassificado. Sendo assim, pedimos que envie o link do seu perfil no Facebook para checarmos se a pessoa curtiu as páginas, OK?

Ficou tão animado com nosso concurso que esqueceu como fazer para participar? Tudo bem, vamos recapitular.

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Para participar da promoção você deve:

  1. Curtir paginas da Henshin e do JWave no Facebook
  2. Responder as perguntas: Qual povo destruiu a Terra em Knights of Sidonia? Sidonia é uma nave baseada na cultura do Japão. Se tivéssemos uma nave com a cultura do Brasil… Como ela se chamaria?
  3. Enviar a resposta, o seu perfil no Facebook e seu endereço para jwavecast@jwave.com.br até às 25:59 do dia 11.

Boa sorte à todos os participantes!