O serviço de streaming Netflix está presente em mais de 170 países e com gostos diferentes fazem que nasça co-produções em diferentes cantos do mundo. Se tem produção no Japão, no Brasil, não seria estranho que uma das novas produções viria da Espanha.
A série que será feita por lá é um drama que contará a história de quatro mulheres de diferentes origens, contratadas como operadoras da única companhia de telefone da Espanha nos anos 20. De todos os cantos do país para trabalhar à frente da revolução da comunicação, bem no meio de Madri – um lugar que representa progresso e modernidade, onde ciúme, inveja e traições se misturam com a fome pelo sucesso, amor e amizade, mas, acima de tudo, com sonhos.
A Bambú Producciones assina a co-produção e fica em Madri e é liderada por Ramón Campos e Teresa Fernández Valdés, que também são produtores de séries de sucesso no país, como Gran Hotel e Velvet, e co-criada por Gema Neira. A série terá episódios de 50 minutos e 16 episódios em sua primeira temporada.
“É muito empolgante ter a Netflix na Espanha. Somos fãs das séries originais do serviço e é uma honra fazer parte desse projeto”, disse Ramón Campos, cocriador e produtor executivo da série. “É uma alegria trabalhar com o time extremamente talentoso da Netflix, que está revolucionando a indústria televisiva ao redor do mundo”, complementou Teresa Fernández Valdés, produtora executiva da série.
“Estamos encantados em trabalhar com a Bambú Producciones, o diretor Carlos Sedes e a cocriadora Gema Neira em nossa primeira série original filmada na Espanha. Somos fãs de Gran Hotel e Velvet, romances épicos que foram abraçados por assinantes ao redor do mundo”, disse Erik Barmack, vice-presidente de séries originais internacionais da Netflix. “Temos certeza que nossa audiência vai amar esse drama único e cativante criado por alguns dos melhores contadores de histórias da Espanha”.
A série espanhola será filmada em 2016 e tem lançado marcado para 2017. A expectativa é bastante alta para a primeira produção hispânica da Netflix.
JoJo é puro amor e por mais que o mangá não esteja nas bancas brasileiras, temos o animê e jogo por aqui, e assim a Bandai Namco divulga segundo trailer do novo jogo da série. Chamado de JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven,esse é o novo título recheado de ação desenvolvido pelo estúdio Japonês CyberConnect2 (Alguém lembrou de Naruto?). O novo jogo será lançado exclusivamente para PlayStation 4.
O novo jogo terá batalhas ultra estilosas de 2 contra 2 e terão personagens de cada um dos arcos da incrivelmente influente franquia JoJo’s Bizarre Adventure. JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven terá uma história completamente nova, supervisionada por Hirohiko Araki, o criador do mangá original.
Tem jogo brasileiro chegando nos consoles de mesa e é o Gryphon Knight Epic. Tendo lançamento seis meses após sua estreia nos computadores, agora também acompanharemos as aventuras de Sir Oliver e Áquila, o Grifo no PS4 e no Xbox One.
Mas do que se trata? Aqui temos o bom e velho sidescroller shoot ‘em up, que provavelmente você já chamou esse tipo de jogo de “jogo de navinha”. Mas o que tem de diferente? Aí que o Gryphon decidiu inovar e trouxe para nós uma temática de fantasia medieval: Sir Oliver é um cavaleiro lendário e honrado, que atravessa o mundo na sela de seu fiel grifo Áquila. Assim ao controlar ele, poderá disparar virotes com sua besta de repetição encantada e tem que manobrar habilmente para desviar de obstáculos, monstros, projéteis e feitiços.
Gryphon Knight Epic temSão seis fases iniciais, cada uma dividida em duas telas e todas elas possuem um subchefe intermediário. Há três níveis de dificuldade (Escudeiro, Cavaleiro e Épico), que aumentam as recompensas e os desafios.
Gosta de jogos com aquele jeitão retrô? Aqui ta uma opção, lembrando que o game não é linear. Ele permite escolher livremente as fases que desejamos completar e em qual ordem. Além disso, há uma mecânica especial dentro do jogo com a qual o jogador pode mudar a direção do personagem. Livre das amarras permanentes de “ir para a direita”, é possível explorar os cenários, voltar por onde se veio, subir, descer, e encontrar power-ups secretos e muito poderosos.
O jogo foi realizado com financiamento coletivo através do Kickstarter e vem com aquele visual pixelado da era de 16-bits. Nos seis meses que separam o lançamento no PC do lançamento nos consoles o game só colecionou elogios, da imprensa e público nacional e estrangeiro.
Gryphon Knight Epic foi produzido por Sandro Tomasetti, Daniel Kai e Joe Junior, além de ter trilha sonora do Estúdio Urbano.
O jogo já está disponível e no Xbox One, o game sai por R$ 19,90, enquanto no PlayStation 4, o preço é de R$30,90, ou R$27,81 para assinantes PS Plus.
A editora Panini acaba de divulgar seus lançamentos para o mês de abril. Serão 17 títulos programados para serem lançados em bancas, livrarias e lojas especializadas. Como destaque temos o lançamento do aguardado Pandora Hearts e a despedida de High School DxD.
Pandora Hearts #1 – de Jun Mochizuki Série bimestral. Concluída no Japão com 24 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 12,90.
A Cerimônia de Maioridade de Oz Vessalius acaba se tornando um verdadeiro caos quando o garoto é acusado de um crime do qual nada sabe. Agora, ele terá de enfrentar terrores inimagináveis e se envolver numa guerra pelo poder. As engrenagens do destino começam a rodar…
Black Rock Shooter: Innocent Soul #2 – de Sanami Suzuki Série bimestral. Em andamento no Japão com 3 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 12,90.
Você é o resultado de uma purificação imperfeita… As incessantes batalhas exaurem o corpo e a mente de Rock, e ela é trazida para cada vez mais perto da verdade. Quando está à margem do desespero, os oficiais do Limiar mostram à garota que lutar com toda a força de sua alma é só o que a separa da estagnação. Mas algo ainda pulsa no peito de Rock, e talvez a verdade sobre suas origens ainda possa ser alcançada.
Lovely Complex #2 – de Aya Nakahara Série bimestral. Concluída no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 12,90.
Com todo o clima romântico no ar e tantos pares de namorados formados à sua volta, Koizumi e Otani continuam livres, leves e soltos na disputa de quem encontra primeiro uma paixão. Contudo, surge uma garota do passado de Otani, o que parece colocá-lo na dianteira do amor!
Air Gear #34 – de Oh!great
Série bimestral. Concluída no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 13,90.
A luta de Aeon Clock e Kazu contra Nike se complica, e o pupilo de Spitfire terá que reunir todas as forças que puder para derrotar esse assombroso adversário!
Ataque dos Titãs – Antes da Queda #5 – de Hajime Isayama, Ryo Suzukaze, Satoshi Shiki e THORES Shibamoto.Série bimestral. Em andamento no Japão com 7 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 220 páginas, R$ 12,90.
Kuklo e Cardina seguem Jorge, o lendário ex-capitão da Divisão de Reconhecimento, até a Cidade Industrial, onde conhecem um pouco mais sobre a tecnologia a ser desenvolvida contra os titãs e segredos sobre essas assombrosas criaturas. É a hora de Kuklo decidir qual caminho irá tomar!
Berserk #11 – de Kentaro Miura Relançamento. Série bimestral. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 240 páginas, R$ 16,90.
O Bando do Falcão Branco continua fugindo da fúria do rei de Midland, que envia guerreiros cada vez mais monstruosos para caçá-los!
Fate/Stay Night #5 – de Dat Nishiwaki e TYPE-MOON Série mensal. Concluída no Japão com 20 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 180 páginas, R$ 12,90.
Enquanto Emiya ainda precisa se acostumar à presença da Saber em sua casa e aprimora suas técnicas de luta, Shinji se vê de mãos atadas e abre mão de seus escrúpulos na Guerra do Cálice!
High School DxD #8 – de Ichiei Ishibumi, Hiroji Mishima e Zero Miyama Série bimestral. Em andamento no Japão com 8 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 160 páginas, R$ 12,90.
Os Três Poderes, formados por demônios, anjos e anjos caídos, finalmente decidem estabelecer uma trégua, mas alguém não quer que isso aconteça! Em meio ao caos que irrompe nessa conferência, Issei e Rias precisam convencer Gasper a aceitar a si mesmo e entrar efetivamente para a equipe deles!
Kuroko no Basket #22 – de Tadatoshi Fujimaki Série mensal. Concluída no Japão com 30 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas, R$ 12,90.
Seirin e Kaijo se enfrentam pela primeira vez em uma partida oficial, e não vai ter moleza pra ninguém! Mas Kise foi para o banco de reservas por causa de uma lesão. Será que o Kaijo ficará na desvantagem durante sua ausência? Os outros jogadores estão dispostos a provar que não! E o segredo do Phantom Shot é revelado!
Naruto GOLD #10 – de Masashi Kishimoto Série mensal. Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 176 páginas, R$ 16,90.
O torneio preliminar da terceira fase está acirrado! Chegou a hora de Lee, que conta apenas com seu taijutsu sobre-humano, enfrentar o misterioso Gaara e seu poder de controlar livremente a areia!!
Naruto Pocket #71 – de Masashi Kishimoto
Série mensal. Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 11,4×17,7 cm, 208 páginas, R$ 10,50.
Com os poderes de Rikudou Sennin, agora, Naruto e Sasuke são os únicos que podem selar a deusa-mãe de todos os shinobis, Kaguya Ootsutsuki, e impedir que ela absorva todo o chakra do mundo, além de salvar as pessoas que estão presas pela Árvore Divina antes que se transformem em Zetsus Brancos!! A Equipe Sete volta à sua formação original para encarar a mais importante de todas as suas missões!!
One Piece #51 – de Eiichiro Oda
Série mensal. Em andamento no Japão com 80 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 232 páginas, R$ 11,50.
Após derrotarem Gekko Moriah em Thriller Bark, o Bando do Chapéu de Palha dá as boas-vindas a seu mais novo membro, Brook, e segue em direção à sua próxima jornada, na Ilha dos Homens-Peixe! No caminho, eles conhecem a sereia Kamy, que promete ajudá-los a chegar à ilha se eles salvarem seu chefe das mãos do Bando do Makro e do temível Duval da Máscara de Ferro!
One Piece #61 – de Eiichiro Oda Série bimestral. Em andamento no Japão com 80 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 12,50.
Luffy toma uma importante decisão que definirá o futuro do bando! Durante os próximos dois anos, cada um irá atrás de uma forma de evoluir, antes do tão esperado reencontro para explorar o Novo Mundo!
Toriko #19 – de Mitsutoshi Shimabukuro
Série bimestral. Em andamento no Japão com 38 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas, R$ 12,90.
Toriko, Komatsu e Coco são convidados para a área secreta do Cassino Gourmet! Lá, eles terão que usar toda a sua sorte, habilidade e conhecimento em um jogo no qual apostarão algo mais valioso do que ingredientes gourmet!
Tutor Hitman Reborn #32 – de Akira Amano Série mensal. Concluída no Japão com 42 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 208 páginas, R$ 12,50.
A Família Simon deixou Yamamoto gravemente ferido, destruiu os Anéis Vongola, sequestrou Chrome Dokuro e desafiou os Vongola para uma batalha decisiva em sua terra sagrada! Para resgatar sua amiga, Tsuna e seus Guardiões precisam dar um jeito de recuperar seus Anéis… E eis que surge um ancião capaz de ajudá-los com isso! Quando os Anéis Vongola recebem a potência máxima das Chamas Shinuki, eles renascem com uma nova forma e incríveis poderes!!
Clique para ver a capa completa
Vagabond #03 – de Takehiko Inoue Série mensal. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 232 páginas, R$ 17,90.
Três anos depois de deixar sua vila natal, Takezo adota o nome Miyamoto Musashi. Agora em Kyoto, sua ambição é desafiar a academia Yoshioka e derrotar o espadachim mais forte da antiga capital japonesa!
Vinland Saga #14 – de Makoto Yukimura
Série bimestral. Em andamento no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 200 páginas, R$ 13,90.
Thorfinn e Einar se preparam para partir e deixar a vida de escravo, mas o ex-guerreiro decide colocar em prática sua nova crença e vai confrontar o rei Knut, na tentativa de acabar com a guerra e salvar a Fazenda Ketil.
O jogo mais difícil de todos os tempos, como também um dos mais belos, Dark Souls III em breve estará disponível. Com a data de lançamento chegando, a Bandai Namco liberou um novo trailer chamado “Amaldiçoado” e ele está legendado em português.
Para os marinheiros de primeira viagem, Dark Souls III é um RPG de Ação repleto de inimigos , armas letais, e o clássico combate de espada e feitiçaria. Só não pense que o jogo torna iguais aos outros, porque não é.
Nesse contraste de luz e escuridão, vida e morte, temos o trailer com conflitos intensos que acabaram se tornando a marca da série em todo mundo.
Trailer
Dark Souls III será lançado para PS4, Xbox One e PC (STEAM) no dia 15 de abril.
Agradecimentos a Bandai Namco Brasil pelas informações.
One Piece está ganhando seu primeiro jogo de luta. Isso você já sabe, não é? Estamos na “Batalha de Marineford” e graça de ver a turma do Luffy em um jogo de luta só pra eles é que teremos estilos bem próprios dentro dessa jogatina. Os diferentes estilos de batalha e modos de jogo farão a alegria dos fãs da franquia. Sabem por que? Porque o jogador poderá desfrutar das habilidades da Fruta do Diabo e do Haki para lançar ataques especiais.
Mas é o trailer? Já assistiu? Então vale o destaque para as cenas de ação de 3 VS 3, em que jogadores poderão usar o time completo nos ataques Unity Chain e Unity Assist. Mas o que são? Começando pelo Ataques Unity Chain, eles oferecem a possibilidade de chamar seus aliados para juntar forças e disparar combos mais poderosos, enquanto Unity Assists serão utilizados para “quebrar” o combo de seus oponentes.
Outro ponto alto é que este novo vídeo também introduz diversas modalidades de jogo, incluindo Free Mode (um modo versus onde jogadores podem preparar suas próprias batalhas com variáveis de sua escolha) Online Mode (onde poderão enfrentar pessoas do mundo inteiro), Paramount War Mode (aqui jogadores poderão vivenciar o arco Marineford da história de One Piece de diferentes pontos de vista), e o recém anunciado WANTED Versus Mode, que dá aos jogadores a chance de coletar recompensas através de vários desafios.
E como já falamos antes, One Piece: Burning Blood terá 60 personagens de apoio. Apesar de não serem jogáveis, estes personagens podem adicionar vários modificadores, como dano de ataque aumentado, fortificação de defesa, e a habilidade de curar aliados.
One Piece: Burning Blood será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PlayStation Vita no dia 03 de Junho e para PC via STEAM em Junho.
Agradecimentos a Bandai Namco Brasil pelas informações
Tendo estreia confirmada no dia 17 de junho, a Netflix divulgou as primeiras imagens da quarta temporada de Orange os the New Black.
A série é aclamada desde sua criação e foi criada por Jenji Kohan que também criou a maravilhosa “Weeds”. Orange is the New Black chega a seu quarto ano e nem por isso encontra marasmo, porque continua instigante, divertida e evocativa, ao abordar a vida em uma prisão feminina.
E se você não sabe, a série é baseada no best-seller de Piper Kerman e é baseada em fatos reais.
O que a nova temporada promete? Tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. A série ganha novas detentas e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.
Orange is the New Black está de volta e com sua nova temporada completa no dia 17 de junho.
Agradecimentos a Netflix pelas informações e pelas fotos.
Ohisashiburi!
Sim, eu sei, faz um tempão que não escrevo, e não tenho muita desculpa porque eu estava de férias. Mas, como explicação preciso dizer que nesse período eu estava de mudança, arrumando a vida, ajeitando minha casa, e só essa semana finalmente tive a internet instalada na casa nova. Por isso, estou voltando a entrar no ritmo agora. Outra coisa que aconteceu nesse período foi minha viagem para a região de Kansai (por Kyoto e Osaka), onde morei anteriormente por um ano. Vou fazer outra postagem sobre esta viagem, mas hoje vou falar de um ponto específico desta viagem: nossa passagem pelo Universal Studios Japan.
Pra quem não ligou o nome à coisa, Universal Studios é uma rede de parques de diversões, cujo principal parque localiza-se em Orlando, nos Estados Unidos, com temática de filmes e séries de TV, e que nos últimos anos tomou um boom com a construção da área Wizarding World of Harry Potter. Tal boom também afetou a versão japonesa, localizada em Osaka, que ganhou sua própria Hogwarts e Hogsmeade em 2014. Eu morei em Kyoto (cidade vizinha de Osaka) entre 2012 e 2013, e foi um grande choque pra mim saber que eles abririam esta área no ano seguinte, quando eu teria voltado para o Brasil, e passou a ser um dos meus sonhos visitar o parque quando possível. E a realização deste sonho veio no verão do ano passado, quando eu, tendo voltado a morar no Japão, aproveitei uma viagem de visita aos meus amigos em Kyoto e dediquei um dia à esta maravilha. Porém, na oportunidade anterior acabei não ficando tempo que gostaria ao mundo mágico, e por isso, ao planejar outra viagem para a região, resolvi que estava na hora de passar por lá novamente. Mas não apenas isso, o parque tem áreas dedicadas a temas temporários, e no momento o tema é Cool Japan, com atrações estampando Shingeki no Kyojin, Evangelion, Monster Hunter, Resident Evil e Kyary Pamyu Pamyu.
Uma dica que sempre se ouve quando você pergunta a “veteranos” do parque, ou pesquisa na internet, é que se você quer aproveitar todas as atrações mais populares (que no momento são as da área de Harry Potter, e as do Cool Japan), você deve comprar o passe expresso, que te dá o direito de furar fila, ou melhor, você usa uma fila prioritária para entrar nos brinquedos e assim gastar 20 minutos ao invés de 2 horas. Porém, como eu sempre escolho bem as minhas datas, para ir em dias que não tenha muito movimento, nunca achei necessário.
O que fizemos, no entanto foi chegar com antecedência. Ficamos cerca de 2 horas enfileirados na porta do parque antes de abrir. Assistimos o incrível ritual de abertura dos portões. Uma surpresa foi ver que os portadores de ingresso VIP tem o direito de entrar no parque cerca de 20 minutos antes dos demais. Quando entramos finalmente já tinhamos um plano. Eu corri para pegar a senha para entrarmos no Mundo de Harry Potter, enquanto meus amigos se enfileiravam para o primeiro brinquedo, a Montanha-Russa (que eu não faço questão /medroso). Por ter ido logo no momento de abertura do parque as senhas ainda não estavam sendo distribuídas, e acabei entrando direto em Hogsmeade. Toda a área é cercada por árvores que ajudam na imersão daquele mundo, parecendo com os arredores da Floresta Proibida, você passa então pelo Ford Anglia, e finalmente se depara com os portões de Hogsmeade, onde se depara com a plataforma do Expresso de Hogwarts e à frente se estendem diversas lojas e restaurantes do mundo mágico de J.K. Rowling. O parque mistura lojas que realmente ficam em Hogsmeade, como a Dedosdemel, o Três Vassouras e o Cabeça de Javali, com outras que nos livros ficam no Beco Diagonal, como o Olivaras e o Empório de Corujas. Olivaras é uma das atrações, você pega uma fila para ver uma encenação da escolha da varinha. O Olivaras escolhe uma pessoa na “plateia” para vivenciar o momento de ser escolhido por sua varinha. Nas duas vezes que fui, infelizmente não fui escolhido, mas após a encenação somos levados para a loja, onde são vendidas as varinhas de cada personagem, além de varinhas com design original, cujas propriedades mágicas da madeira são descritas, possibilitando que você compre aquela que melhor se adequa à sua personalidade. Outras atrações incluem o Vôo de Hipogrifo (uma montanha-russa light, mas divertida, cuja fila passa pela cabana do Hadrid), o adestrador de corujas, e o Castelo de Hogwarts (Principal atração onde, após passar por alguns cenários do castelo, como a escadaria, o escritório de Dumbledore e a Torre da Grifinória, você embarca numa viagem 4D, com direito a vento, calor e frio, e diversas outras sensações que permitem uma verdadeira imersão na fantasia). Desta vez, uma das minhas recordações favoritas foi ao comer no Três Vassouras, que pude ficar na área externa,e devido ao bom tempo pude ter uma visão privilegiada, do Castelo refletido no Lago Negro. Uma verdadeira overdose de emoção para qualquer fã.
Fora o universo de Harry Potter, estávamos bastante empolgados para ver as atrações do Cool Japan. As filas eram longas, mas não tão demoradas quanto havíamos sido informados. Shingeki no Kyojin e Evangelion dividem um cinema 4D, sendo o filme dos Titãs exibido na primeira metade do dia, e os Anjos na outra. Ainda há diversos pontos de fotografia, como a Muralha rachada, o salão com bonecos em tamanho real dos personagens e a mão do gigante. Já Monster Hunter tem uma variada exposição de trajes, armas e estátuas de personagens e monstros em tamanho real, além de uma área de confraternização para jogadores, que ainda podem fazer download de itens especiais limitados. A atração de Resident Evil é uma espécie de “mansão assombrada”, mas é cobrado um valor à parte, e acabamos não vendo. E a de Kyary Pamyu Pamyu também não nos instigou o suficiente, apesar da fila gigantesca onde se podia escutar hits como Pon Pon Pon e Invader Invader.
Na minha passagem pelo parque no verão cheguei a experienciar a atração de Jurassic Park (que estava fechada desta vez, mas eu não me deixou uma impressão positiva e eu possivelmente não repetiria), a de Spiderman (semelhante ao castelo de Hogwarts), o teatro musical estrelado por monstros clássicos como Bettlejuice e o monstro de Frankenstein, e diversas área com tema de One Piece (que faziam parte de uma atração temporária, e por isso não existem mais).
E não tem como falar de USJ, sem falar das dezenas de lojas de “goods” espalhadas por todo o parque (principalmente na saída de cada atração), que torna uma tarefa impossível sair de lá sem algumas compras, se você é grande fã de alguma série. Ao final do dia eu troquei meu ingresso de um dia por um ingresso de um ano, que pode ser usado inúmeras vezes, pois eu já sei que vou querer voltar diversas vezes para a minha querida Hogwarts.
E você? Quando vai vir visitar a USJ? Eu só sei que cada vez que eu vou lá, saio com o pensamento de “Que perfeita seria a vida se eu pudesse trabalhar na área de Harry Potter!” Deixo vocês com um vídeo que gravei de uma performance dos alunos de Beauxbatons e Durmstrang, apresentados por uma Hermione Granger bilíngue. Mal feito feito. Nox
PS. Minha obsessão atual é com a minha casa nova. No começo do mês eu saí do dormitório da faculdade e estou morando com meu namorado numa casa mais perto da estação. As primeiras semanas foram de adaptação ao novo lugar e à nova vida. Mas esta semana com a instalação da nossa internet e eu tendo criado vergonha na cara e decorado a casa com meus pôsteres, sinto que finalmente estamos aconchegados. É tão bom ter espaço para colocar uma belíssima estante de livros, mangas e CDs. E ainda melhor com essa luz verde piscando mostrando que estamos conectados.
No JWave #296: Street Fighter – A Batalha Final Direção Steven E. de Souza Produção Edward R. Pressman Kenzo Tsujimoto Akio Sakai Roteiro Steven E. de Souza Baseado em Street Fighter da Capcom Elenco Jean-Claude Van Damme Raúl Juliá Ming-Na Wen Damian Chapa Kylie Minogue Wes Studi Gênero Ação Música Graeme Revell Cinematografia William A. Fraker Edição Edward M. Abroms Donn Aron Dov Hoenig Anthony Redman Robert F. Shugrue Companhia produtora: Capcom
Continuando com a publicação dos databooks, que nada mais são do que pequenas enciclopédias que desvendam todos os bastidores das nossas obras favoritas e são o sonho dos fãs, o pesadelo dos tradutores e editores e o desafio dos resenhistas, a Panini traz One Piece Yellow – Grandes Elementos. Esta obra abrange desde o início do mangá até o final da saga de Enies Lobby, quando a arqueóloga Robin entra definitivamente pro bando do Chapéu de Palha. Embarquem comigo nessa aventura pela Grand Line!
O guia
Assim como nos databooks anteriores, Red e Blue, One Piece Yellow traz uma gama enorme de assuntos que destrincham a trama e seus personagens, sejam protagonistas ou não.
Logo no começo somos brindados com um pôster duplo; de um lado, Luffy aparece com seu novo poder, o gear, adquirido em Skypea. Do outro lado, uma homenagem a um importante membro do bando do Chapéu de Palha, que lutou bravamente até seu último suspiro… O navio Going Merry.
Para não se tornar mais do mesmo e prender a atenção dos leitores, a edição se divide em Event Log’s, que são uma espécie de tópicos sobre a história até ali (já estamos prestes a chegar no volume #61, onde a história dá mais um grande salto após um evento decisivo, no qual um personagem importante e querido nos deixa). São eles:
Event Log 1 – Bando do Chapéu de Palha
Aqui, Oda-sensei nos mune com mais informações sobre o Bando do Chapéu de Palha: o caminho até cada um tornar-se parte dele, um pouco dos lacrimosos flashbacks, bem como a oficialização da entrada do carpinteiro Franky (na saga Water Seven) e Robin (de vez, na saga Enies Lobby). É neste capítulo também que nos despedimos de Merry e damos boas vindas ao Thousand Sunny, que passa a ser o novo navio de Luffy e seus companheiros, rumo a muitas outras aventuras.
Event Log 2 – Governo Mundial
Neste capítulo, nos aprofundamos mais na hierarquia da Marinha, relembrando os grandes e temidos nomes dos membros desta organização. Também damos uma olhada de leve no Shichibukai e nos Imperadores (um deles o mentor de Luffy, Shanks – O Ruivo), bem como outras organizações menores, como a CP9.
Event Log 3 – Piratas
Aqui, relembramos um pouco dos piratas mais temidos e respeitados da saga, como os bandos do Barba Branca e do Ruivo, passando pelos desprezíveis Barba Negra e Bellamy e os simpáticos membros da Aliança Primata.
Event Log 4 – Cidadãos
Neste capítulo, lembramos de sagas que nos fizeram perder o fôlego e entrar em legítimo desespero: Skypea, cujos cidadãos lutam para se livrar do jugo do maligno God Enel, enquanto se esforçam para esquecer a diferença que separa os dois povos que lá vivem; Water Seven, onde somos apresentados à Galley-La Company, lar de grandes carpinteiros e palco de um dos maiores conflitos de toda a saga, que culminou na entrada de Franky e Sunny para o bando e, finalmente, uma espiada no Exército Revolucionário, liderado por Dragon, o pai de Luffy, que ainda parece guardar muitos segredos.
Além de tudo isso, o guide ainda traz uma enciclopédia com mais de 500 palavras-chave, índice remissivo e bônus muito bacanas, como a “Art of One Piece”, onde Luffy e seus companheiros dão suas opiniões sobre diversos assuntos como arte e paisagens; “Teatro Chapéu de Palha”, que são mini historinhas muito divertidas que trazem o bando do Chapéu de Palha em situações inusitadas (minhas favoritas são eles de agindo como velhinhas e como mafiosos) e “Teatro One Piece – O Passeio Submarino de Hatchan”, que é a compilação das aberturas de capítulos que mostram o que aconteceu com o homem-peixe Hatchan após a derrota na ilha Kokoyashi.
Opinião
Sempre adorei guides, apesar de saber que eles dão um trabalho dos diabos. Tenho alguns de Bleach no original japonês e fiquei muito feliz ao ver que obras como One Piece, Naruto e Rurouni Kenshin (entre outras) contaram com a coragem das editoras brasileiras para ter suas versões tupiniquins publicadas. Esta edição, em particular, ficou bem bacana e seria 100%, a não ser por dois pequenos detalhes:
“Crocância” – Todo mundo aqui já sabe o quão fresca sou pra abrir os mangás, o que fez com que eu me surpreendesse bastante ao ouvir um “crec” ao abri-lo. Fiquei meio aborrecida, mas como não soltou nenhuma folha até o momento não dei tanta importância assim ao episódio.
“Propaganda de link do YouTube” – Bom, não sei se todo mundo viu (eu mesma tive que dar milhões de olhadas até achar), mas na página 88, em uma parte muito divertida sobre a luta do fotógrafo Ata-chan para tirar uma foto decente do Sanji “Perna Negra” para o cartaz de procurado, em um dos quadros aparece um link do YouTube. Não sei como isso foi parar lá e ele passa quase despercebido por causa da poluição visual da página, mas fica aqui o registro e o desejo de que não aconteça mais.
Na minha humilde opinião, One Piece é uma obra que, apesar de não dar cara de que vai acabar tão cedo, não fica chata. Podemos nos emocionar mais ou menos em algumas sagas (a partida do Merry e de um certo personagem aí até hoje me fazem suar pelos olhos), mas a gente tem a plena certeza de que Oda-sensei sabe o que está fazendo e não irá nos decepcionar.
Espero de coração que tanto os outros databooks de One Piece como os de outras obras venham para cá (se tiver de Reborn tô aceitando). Apesar de serem trabalhosos tanto para traduzir como para editar, são verdadeiros tesouros para os fãs. Afinal, “piratas nunca vão deixar de sonhar”.
Agradecemos à editora Panini que nos cedeu o exemplar para análise.
O ano mal começou e as bancas brasileiras já receberam muitas novidades. Dentre elas, está o segundo lançamento da JBC de 2016, Blood Blockade Battlefront (Kekkai Sensei, no original). O mangá, de autoria de Yasuhiro Nightow (Trigun, Trigun Maximun), foi uma das últimas surpresas que a editora anunciou no meio da avalanche de títulos de 2015 e agora vamos contar tudo sobre ele pra vocês!
A história Leonardo Watch é um jovem jornalista em busca de respostas para um misterioso evento que envolveu ele e sua irmã Michella. Tal procura o fez vir parar na cidade de Hellsalem’s Lot, lugar esquisito que surgiu logo após a destruição da Nova Iorque que todos conhecemos.
Devido à sua característica física peculiar, acabou sendo confundido com alguém esperado por Zapp Renfro, membro da organização Libra, uma sociedade secreta formada por super-humanos de Hellsalem’s Lot e que busca o equilíbrio do mundo.
Graças à um grave incidente e estimulado pela confusão inicial de Zapp, Leo acaba se juntando à organização e revelando ser portador de um poder singular: os olhos de deuses, que enxergam coisas que os seres humanos normais não conseguem.
Envolvido em batalhas de vida e morte, Leo deverá deixar pra lá sua natureza medrosa e pacífica para descobrir o que realmente desencadeou o desabrochar de seu poder e, acima de tudo, ajudar a irmã, que perdeu a visão no dia em que o rapaz ganhou seus poderes. Tá curioso? Se for o caso, a primeira fase de Blood Blockade Battlefront ficará completa em 10 volumes e terá periodicidade mensal.
Outras mídias Os fãs brasileiros estavam mais familiarizados com o anime, que estreou com grande barulho no primeiro semestre de 2015 e fez com que chovessem pedidos para a publicação do mangá.
Além dos 12 episódios do anime (já concluído), existe um OVA com previsão de lançamento em junho deste ano.
Opinião Sinceramente falando, nunca morri de amores pelos mangás de Nightow. Além de não ser fã do traço (que parece não evoluir nunca), acho que, apesar dos plots e dos personagens em geral serem bacanas, ele meio que se perde um pouco, causando uma certa confusão.
Fugindo um pouco a essa regra, Blood Blockade Battlefront parece ser mais centrado. A obra tem personagens carismáticos e um protagonista que ainda não mostrou a que veio, e que nos faz querer saber o que vai acontecer nos próximos volumes.
Apesar de ter perdido um pouco o “timing” do anime, creio que foi um lançamento importante para frisar ainda mais a diversidade de títulos da editora e espero que venham cada vez mais coisas interessantes. Afinal, quem tem a ganhar somos nós, leitores e fãs.
Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos encaminhou o exemplar para análise.
Dizem que a terceira vez é a que vale, então vamos comemorar! Depois de duas editoras terem tentado publicar esta obra e falhado por motivos distintos, a Panini assume este legado de cabeça erguida e traz uma edição de encher os olhos. Estou falando de Vagabond, obra genial de Takehiko Inoue (Slam Dunk, Real), baseada no best-seller “Musashi”, obra máxima de Eiji Yoshikawa. Vamos conferir?
A história
A batalha de Sekigahara terminou. Dois jovens que saíram de sua vila em busca de honra, glória e da cabeça de um general para serem respeitados estavam do lado derrotado e, agora, precisam fugir dos caçadores de recompensa. Eles são o indolente Honi’den Matahachi e o selvagem Shinmen Takezo; amigos de infância e companheiros de fuga.
Ajudados por duas mulheres moradoras das imediações, ambos derrotam alguns bandoleiros e acabam se separando no processo: Matahachi esquece completamente que deixou mãe e noiva na vila e resolve ir embora com as duas mulheres; Takezo, por sua vez, volta para a vila para avisar à velha mãe de Matahachi, a amarga Obaba, e à noiva abandonada, Otsu, que o amigo está vivo mas impossibilitado de voltar tão já.
Sua fama de selvagem o persegue e desperta interesse do lado vencedor da batalha, uma vez que, enquanto fugia dos dissidentes do bando do azarado bandoleiro, Takezo deixou uma trilha de sangue às suas costas. Antes de seguir seu caminho e tornar-se o guerreiro valoroso de quem o mundo fala até os dias de hoje, Shinmen Takezo deverá enfrentar primeiro a ira de Obaba e a mágoa de Otsu, que nem consegue se lembrar do rosto do noivo. Para saber se Takezo conseguirá seguir seu caminho e acompanhar sua trajetória de lutas até se tornar Miyamoto Musashi, basta marcar um encontro mensal nas bancas, periodicidade deste título.
A edição
Eu diria que a edição da Panini é algo entre a primeira e a segunda versão da Conrad; ela vem com as capas da versão standard mas com um acabamento semelhante ao de Planetes, com orelhas e papel off-set, o que remete um pouco à edição “definitiva” da Conrad, que encontrou seu fim prematuro no volume 14.
Apesar de ser uma edição diferenciada, ela saiu por R$ 17,90, ou seja; cabe no bolso da maioria. Com um papel de alta durabilidade, todo mundo pode ficar sossegado porque daqui a alguns anos ninguém vai abrir o mangá e dar de cara com uma pinta amarela no rosto do Takezo.
Se for pra citar algo que deixou o pessoal triste (me included) seria o fato de que, como os contratos são diferentes, as páginas coloridas que existiam no formato standard da Conrad são p&b na versão da Panini (apenas as primeiras páginas do primeiro capítulo estão coloridas). Claro que isso não prejudica a leitura de ninguém e todo mundo vai sobreviver a isso, mas mesmo assim achei que deveria citar.
Como nas versões anteriores, a tradução ficou por conta da veterana Dirce Miyamura. As orelhas trazem ilustrações aquareladas de Inoue, bem como poemas relacionados ao que aconteceu na edição. O acabamento ficou lindo e mal posso esperar para ver os próximos.
Opinião
Não é todo dia que saem mangás como Vagabond nas bancas. Já tinha passado da hora de termos esse título em nossas estantes de forma contínua. Nunca me esqueço da decepção que tive quando abri o número 44 da edição standard da Conrad há alguns séculos e me deparei com um flyer dizendo que ela seria suspensa a partir dali, mas que a edição definitiva não nos desapontaria.
Naquele ano, voltei carregada do Fest Comix (universitária pobre é uma desgraça) com todas as edições definitivas lançadas até então e lembro que, a princípio, me empolguei por causa da sobrecapa, mas… vi que tinham mudado algumas coisinhas na tradução, “tirado” algumas páginas coloridas (nessa época eu era praticamente uma pirralha, nem sonhava que existiam contratos diferentes para licenciamento de um mesmo título) e, pra piorar, tinham uns quadrados brancos que ficavam fora do balão e me deram muita dor de cabeça só de olhá-los. Anos depois, minha esperança reacendeu-se com a publicação pela Nova Sampa mas o preço me derrubou, afinal, eu não estava no meu melhor momento financeiro (digamos que eu ainda esteja bem oscilante nesse ponto),
mas… a edição da Panini coube no meu bolso calejado.
Espero do fundo do coração que ela vingue, que venda bem e que abra portas para mais publicações nesse formato, bem como para Real, um mangá que, na minha humilde opinião, já deveria ter vindo há muito tempo.
Agradecemos à editora Panini que, gentilmente, cedeu o exemplar para análise.