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Bill Murray e Sofia Coppola estão de volta em dezembro em “A Very Murray Christmas”

A Very Murray Christmas

Desde “Encontros e Desencontros”, você esperava um novo filme da Sofia Coppola Bill Murray e essa espera acabou com uma ajuda da Netflix. No dia 4 de dezembro, o serviço lançará o filme “A Very Murray Christmas” que é uma homenagem aos tradicionais especiais que são exibidos no Natal.

Bill Murray fará ele mesmo e portanto preocupado de não ter nenhum convidado para participar de seu programa de TV devido à uma terrível tempestade de neve que cai em Nova York.E o que fazer? Lógico que estamos falando de um especial de natal, portanto alguns convidados irão chegar para alegria do natal e o filme promete trazer música, dança e tudo que faz parte do espírito natalino.

No elenco, temos George Clooney, Paul Shaffer, Amy Poehler, Julie White, Dimitri Dimitrov, Michael Cera, Chris Rock, David Johansen, Maya Rudolph, Jason Schwartzman, Jenny Lewis, a banda Phoenix, Frederic Moulin, Rashida Jones, Miley Cyrus, entre outros.

A Very Christmas chegará no dia 4 de dezembro.

Trailer

Darksiders II – Deathinitive Edition chega às lojas!

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Se você gosta de um jogo que envolve guerra e morte, provavelmente estará esperando o lançamento de Darksiders II – Deathinitive Edition.

A História
Despertado pelo Fim dos Tempos, Death – o mais temido dentre os quatro lendários Cavaleiros do Apocalipse – embarca em uma jornada para restaurar a raça humana e redimir o nome de seu irmão. Em seu caminho, o Cavaleiro descobrirá que existem destinos piores do que o um Apocalipse terreno, e que um antigo mal retornou para ameaçar toda a Criação…

E quais as novidades?
Darksiders II com todo conteúdo de download já lançado e integrado ao game, totalizando mais de 30 horas de jogo.

Motor gráfico aprimorado para trazer a melhor qualidade gráfica possível, com novos efeitos de iluminação e sombras.

Fases, personagens e ambientes retrabalhados e melhorados.

Roda em resolução 1080p nativa.
Balanceamento do jogo e distribuição de loot retrabalhados

Jogabilidade
Você poderá jogar com Death e se tornar o mais temido e lendário Cavaleiro do Apocalipse, capaz de destruir mundos inteiros e batalhar contra forças além do Céu e do Inferno.

Seguindo na contramão dos visuais que os jogadores estão acostumados, traz um estilo unico criado no traço do famoso desenhista Joe “Mad” Madureira.

Customize sua experiência com dezenas de armas, conjuntos de armaduras, e árvore de habilidades.
Explore um vasto mundo, complete dúzias de missões paralelas e customize seu personagem de diversas maneiras possíveis, com combinações de habilidades e armas quase infinitas.

Preço
Chegando no Brasil na primeira semana de Novembro, Darksiders II – Deathinitive Edition poderá ser encontrado com preço de R$ 179,90, em ambas as plataformas.

Trailer

Com informações do release

TEKKEN 7: Série comemora 20 anos e ganha trailer!

Tekken_7_LogoA série TEKKEN está comemorando 20 anos e a Bandai Namco anunciou o lançamento de TEKKEN 7 para os consoles.

E as novidades?
A principal novidade é que a série TEKKEN volta a sua origem, trazendo combates 1 a 1, como também uma história focada na disputa do clã Mishima.
Temos a chegada de Kazumi Mishima, que promete bagunçar o clã e abar as batalhas entre pais e filhos, como marido e esposa.

Produção
Se na Capcom temos Ono na supervisão de Street Fighter, quando falamos de TEKKEN, o padrão de qualidade vem de Katsuhiro Harada. Harada continua como diretor do projeto e promete muitas novidades ao jogo.

Qualidade gráfica
TEKKEN 7 está sendo produzido no Unreal Engine 4, o que é um enorme salto para o jogo, prometendo gráficos mais modernos e atuais para franquia.

“TEKKEN 7 promete uma experiência sólida com um game de luta com gráficos revolucionários, animação e gameplay em estilo de torneio. Os jogadores profissionais devem notar que nós queremos acender o fogo do cenário competitivo com o TEKKEN mais brutal já feito.” Eric Hartness, vice-presidente de marketing da BANDAI NAMCO Entertainment America.

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Console X Arcade
TEKKEN é uma série muito popular nos Arcades na Ásia e aqui não é diferente, mas similar a TEKKEN 6, o novo jogo da série terá diversos modos de jogo e melhorias, quando comparado a sua versão em árcade. Isso inclui um modo história complexo com toda a plot principal do jogo.

Os jogadores poderão pogar e testar os novos personagens Kazumi Mishima, Claudio, Josie, Shaheen, Katarina, Lucky Chloe, Gigas, e outros, pela primeira vez fora dos fliperamas.

“A série TEKKEN não é apenas um marco na line-up de jogos da BANDAI NAMCO Entertainment; ela também é um game importante para os fundamentos dos torneios de jogos de luta por mais de duas décadas,” Eric Hartness, vice-presidente de marketing da BANDAI NAMCO Entertainment America.

Trailer

Street Fighter V: Dhalsin é anunciado! Jogo ganha data de lançamento e informações pós lançamento

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Novo evento, nova informação e assim a Capcom continua sua turnê mundial pelos eventos de games em falar novidades sobre Street Fighter V. A bola da vez é o Dhalsim que foi anunciado no Paris Games Week, sendo o penúltimo personagem anunciado num total de 16 personagens iniciais que o jogo terá.

Data de lançamento

Um dos destaques do evento francês é que finalmente Yoshinori Ono confirmou a data de lançamento do Street Fighter V. Anotem ai porque Street Fighter será lançado 18 de fevereiro em versão física e 19 de forma digital.

Primeiras informações sobre o pós-lançamento!

Street Fighter é um jogo que não acaba em seu lançamento e sabemos disso desde Street Fighter II. Assim, o jogo recebe as primeiras novidades sobre o que acontecerá quando o jogo já estiver nas prateleiras. A primeira novidade é que o jogo terá 6 personagens novos até o final de 2016, completando num total de 22 personagens. As outras novidades vão de jogabilidade, roupas, desafios e atualizações de balanceamentoque serão também disponibilizadas ao longo de 2016 e 2017.

E como comprar os novos personagens?

Os novos personagens estarão disponíveis para os jogadores que conquistarem Fight Money. Mas o que é Fight Money? Como o nome diz, a moeda “Fight Money” poderá ser conquistada por meio de atividades no jogo.

Mas eu não quero juntar as Fight Money… Como proceder? Esses conteúdos também poderão ser comprados na hora usando dinheiro real. As demais atualizações de sistema e mudanças de balanço serão disponibilizadas de graça.

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E quem é o Dhalsim?

Personagem estreou em Street Fighter II e Dhalsim usa seu estilo de luta baseado no ioga para esticar suas pernas e braços. E como é bem conhecido do público, o personagem solta projéteis de fogo lentos que testam a paciência do outro competidor.

Dhalsim está sempre auxiliando as pessoas, seja ajudando a levantar fundos para os pobres, seja destruindo barragens que impedem que a água chegue em sua vila. Em Street Fighter V, Dhalsim volta à ativa mais uma vez, agora com novas habilidades de ioga refinadas em seu treinamento recente, incluindo sua V-Skill (Yoga Float) e seu V-Trigger (Yoga Burner).

E quem mais foi anunciado?
Até o momento, Street Fighter V teve confirmado: Dhalsin, Laura, Zangief, Karin, Rashid, R. Mika, Ryu, Chun-Li, M. Bison, Nash, Birdie, Cammy, Ken, Necalli e Vega.

Quantos personagens?
16, sendo 15 foram revelados.

Plataformas
Playstation 4 e PC.

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Review | Mauricio de Sousa – Biografia em Quadrinhos

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Na semana em que o criador da Turma da Mônica e fonte de inspiração de muita gente faz 80 anos, o JWave faz uma homenagem singela em forma de resenha. Contamos tudo sobre a republicação de Mauricio de Sousa – Biografia em Quadrinhos.

A publicação

Em setembro de 2007, a editora Panini lançou a primeira edição deste título. A capa trazia a turminha observando Mauricio desenhando a si mesmo olhando um espelho, com seu sorriso tão característico e marca registrada.

Oito anos depois, a Panini republica o gibi com uma verdadeira repaginada na capa, que traz três momentos de Mauricio: ainda criança, já com o lápis na mão e expressão que demonstra sua curiosidade interminável; em sua fase jovem, caracterizado como repórter policial à la Dick Tracy e com uma expressão de atenção absoluta e nos dias atuais, como o proprietário da lanchonete que é o cenário da capa e com um sorriso que une todos os seus momentos ali retratados.

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Resumindo, mas nem tanto

A história se passa em uma festa de gala, na qual o homenageado é o Mauricio e seus personagens, os apresentadores, que são escolhidos a cada momento, como se cada fase da vida de seu criador fosse um capítulo da história. Somos transportados ao tapete vermelho, no qual personagens antigos e atuais aparecem em seus melhores trajes. Além deles, outros personagens igualmente famosos e queridos de todos nós vêm prestigiar a festa: Asterix, Obelix, Mickey, Garfield, Recruta Zero, Spirit, Snoopy e Hagar.

A biografia propriamente dita começa com Maria Cebolinha contando sobre o nascimento de Mauricio. Mônica, Anjinho e Jotalhão alternam suas participações, falando sobre a fase criança de Mauricio: seus pais artistas, sua infância tranquila em Mogi das Cruzes e a benéfica influência de sua avó, dona Benedita (que inspirou a vó Dita de Chico Bento), em sua vida.

Depois disso, o Louco nos mostra as influências dos gibis na vida de Mauricio: títulos clássicos como Flash Gordon, Príncipe Valente, Tarzan, Flash Gordon, entre tantos outros. Ele também apresenta personagens conhecidos que serviram de inspiração para suas próprias criações, como Pinduca e Brucutu. Chico Bento ilustra a infância do mestre no interior de São Paulo e Bidu e Mingau falam sobre seus bichinhos de estimação, dentre eles o Cuíca, cachorrinho que serviu como modelo para a criação de Bidu.

Capitão Picolé e Astronauta contam sobre o difícil começo na Folha da Manhã e Penadinho conta como foi sua breve atuação como repórter policial. Tina nos introduz aos anos 60 e Cebolinha finalmente revela os bastidores da criação da Mônica.

Horácio fala sobre a expansão de Mauricio para o mundo, Cascão e Magali sobre as conquistas dos anos 80, como a encenação de Romeu e Julieta com Cebolinha e Mônica como personagens principais no teatro Tuca, e a ida da turminha para as telas de Cinema com clássicos como “A Princesa e o Robô” e, nos anos 90, a abertura do Parque da Mônica no shopping Eldorado.

Marina, Nimbus e Do Contra não ficam de fora; falam sobre seus personagens, o estouro do 3D Virtual e dão a deixa para que Mônica volte e nos fale sobre as atuais conquistas de Mauricio, numa parte exclusiva para esta republicação. Denise e Xaveco também dão sua contribuição, ajudando a abordar fatos como a exposição Mônica em Quadrões, a volta da turminha ao cinema, a criação de novos personagens, a criação da turma jovem em estilo mangá e os novos projetos, como o MSP 50, Ouro da Casa e as tão amadas Graphics MSP.

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Sobre a obra

Esta republicação é um verdadeiro presente para os fãs, pois além de trazer detalhes muito bacanas sobre a vida de Mauricio, não deixa de ter o bom humor tão característico das histórias clássicas e sua intertextualidade sem fim. A edição está extremamente bem feita, digna de ser chamada de comemorativa. Ela traz uma divertida entrevista do editor Sidney Gusman com Mauricio e uma instrutiva sessão com Notas e Curiosidades sobre a história.

As contra-capas estão “encapadas” com historinhas clássicas da Turma da Mônica de várias épocas. Além disso, temos logo no começo uma página dupla que traz a capa da primeira publicação da obra, direto de 2007.

Opinião

Não é exagero ou redundância ressaltar a importância que Mauricio de Sousa tem como formador de opiniões e inspiração para tantas pessoas, artistas ou não. É uma alegria imensa ver que, aos 80 anos, este mestre de sonhos continua cheio de surpresas e de vontade de nos trazer experiências novas, usando o que já conhecemos tão bem ao longo destes mais de 50 anos de carreira.

A Biografia em Quadrinhos é apenas uma amostra de tanta coisa interessante que saiu neste ano para homenageá-lo e vem para somar à biblioteca dos fãs e colecionadores, insaciáveis por tanto conteúdo. Sendo assim, só nos resta desejar um Feliz Aniversário, Maurício! Que venham mais 80!

Cultura Japonesa | Jogos japoneses

Hoje eu gostaria de falar sobre os Jogos japoneses, não me refiro a jogos de vídeo games mas sim a jogos de tabuleiro, cartas, jogos neste estilo. É bom falarmos sobre algo diferente, e eu me sinto mais confortável falando sobre algo mais especifico, porque tem alguns leitores que generalizam na hora de ler texto, então quero escrever algo mais light…

Shogi

Shogi (将棋) é a versão japonesa do famoso Xadrez. O Shogi foi introduzido no Japão no período Nara (704 a 790 d.C.), e tem o mesmo objetivo do Xadrez, capturar o rei. A diferença esta entre as peças e no sistema de captura.

O jogo possui 20 peças distribuída em 3 fileiras de 9, neste jogo o rei é solteiro porque não existe rainha. Existem 2 generais de outro, 2 generais de prata e 2 lanceiros, 2 cavalos, 1 bispo, 1 torre e 9 peões.

Diferente do xadrez, ao invés de você comer uma peça, você a captura e pode colocar ela no jogo depois, no seu time. O jogo exige muito mais estrategias, visto que as peças podem nunca acabar. Para mais sobre as regras do Shogi e como se joga, eu escrevi um artigo no meu site que você pode ler clicando aqui.

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Go

Com origem na China há cerca de 5 mil anos, GO (碁) é um jogo estratégico onde duas pessoas posicionam pedras de cores opostas com objetivo de conquistar territórios. No sistema japonês somente as zonas que estão rodeadas por pedras são consideradas como território. O sistema chinês considera como território o número de pedras existentes; em outras palavras cada jogador deve ocupar a maior quantidade de intersecções possíveis.

Em um tabuleiro de Go há 19 linhas horizontais e 19 linhas verticais. No Go se usa o cruzamento das linhas para jogar. Há 361 intersecções. O tamanho do tabuleiro varia de acordo com seu uso. Existe diversas variações deste jogo, alguns com tabuleiros menores, algumas versões brasileiras, você provavelmente ja deve ter jogado este jogo ou algo parecido. Existe outros jogos japoneses que usam tabuleiro de GO como o Irensei, Renju e o Ninuki-renju.

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Kendama

Não é bem um jogo de tabuleiro, mas é um brinquedo tradicional com origens japonesas que você provavelmente deve ter visto. O Kendama é uma especie de bilboquet ou Balero, aquele brinquedo onde você tem que fazer uma bolinha que esta amarrada no fio se encaixar no pico do copo (sei la o nome daquilo).

Ah diferença é que o estilo Kendama leva influências de uma variada gama de habilidades, incluindo yo-yo, diabolo, malabarismo e dança. Ele tem uma aparência diferente parecendo um martelo. Este jogo tem sido utilizado como uma medida da precisão, agilidade, e a capacidade de aprendizagem em braços robóticos.

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Este jogo japonês é bem simples, ele consiste em lançar dois dados de 6 lados em um copo, antes dos dados serem mostrado o jogador faz a aposta dizendo cho (pares) ou han (impar). Então mostra os dados e os valores são somados. Esse jogo é comum ser jogado pela Yakuza.

Hanafuda

Hanafuda (花札 “Cartas de Flores”) é um jogo de cartas colecionáveis e consiste em 48 cartões. As cartas têm imagens de flores, sendo que o baralho é dividido em 12 montes, cada um representando os meses do ano com flores, animais e objetos diferentes. Existem diferentes formas de se jogar o Hanafuda.

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Karuta

A ideia básica por trás de qualquer jogo de karuta é definir rapidamente qual carta, dentro de muitas, é aquela que é a certa e então pegá-la antes de seu oponente. Há vários tipos de cartas que podem ser usadas para jogar karuta. Também é possível jogar usando dois decks padrão de cartas de baralho. É um jogo complexo que necessitaria de 1 artigo inteiro para explicar os tipos e maneiras diferentes de se jogar.

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Claro que existe inúmeros outros jogos japoneses, e as versões japonesas de alguns jogos que conhecemos, ate jogos simples como amarelinha tem sua versão japonesa chamada de Ken Ken Pa. Existe tambem o famoso Mahjong que é um jogo chines muito popular no Japão. Mas por hoje vamos ficar apenas com esses 5 jogos que mencionamos.

Review | Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados

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(Texto com colaboração de Giuliano Peccilli)

Cavaleiros do Zodíaco é uma série que é um marco para diferentes gerações. Foi o primeiro animê a fazer um boom nas produções do gênero nos anos 90 pela extinta Rede Manchete, como também foi o primeiro animê a ser redublado e relançado na tv paga quase dez anos depois.

Pensando assim, Cavaleiros do Zodíaco dispensa apresentações, então vamos direto para o jogo em si. Esse é o 3º jogo da série pra Playstation 3 e o primeiro de Playstation 4,  mas esse é uma continuação direta Cavaleiros do Zodíaco: Bravo Soldado, ou talvez devo dizer a versão definitiva do mesmo.

História:

Diferente de Dragon Ball Xenoverse, aqui não temos viajantes do tempo e nem nada do tipo, mas a história como ela aconteceu. Temos todas as sagas: Santuário, Asgard, Poseidon e Hades.

As histórias estão fiéis ao mangá e ao animê, talvez sendo até melhores, a exemplo de Naruto no Playstation 3. Mas não se empolgue com as armaduras divinas e pensar que a história de Cavaleiros do Zodíaco: Alma de Ouro esteja no jogo, porque infelizmente ainda não foi dessa vez.

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Gameplay:

Mesmo que o conteúdo seja enorme comparado com o jogo anterior, o gameplay praticamente não teve mudanças, talvez o jogo esteja mais fluido. Não que seja ruim isso, o “Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados” é bem funcional e junto dos especiais é um show ver as lutas, porém elas são muito simples.

Possivelmente após finalizar o modo campanha e jogar uns contras você não voltará a joga-ló novamente. Uma pena, pois pequenas mudanças poderia deixar o jogo mais competitivo e fazer-ló um jogo pelo menos ao nível da série Naruto Storm.

Gráficos:

Para quem está jogando no Playstation 3 não verá muito diferença do jogo anterior, porém no Playstation 4, o gráfico está bem interessante, porém ainda inferior a outros jogos da Bandai Namco, como Naruto e Dragon Ball.

Som:

Chegamos no motivo pelo qual a maioria dos meus amigos compraram esse jogo, a dublagem oficial em português. Okay, algumas vozes não são as mesmas porque não deu pra trazer todo os dubladores por N motivos.

Mas ela é boa? Em grande parte sim e é fantástico jogar dublado, porém o jogo ás vezes fica com o lipsync correto e as conversas parecem um pouco paradas.

Mas vale a nostalgia? Sim, vale. As músicas eu nem preciso dizer que não teve  porque no Japão as coisa são vendidas separadas infelizmente e por isso não estão no jogo. Mas se tivesse abertura oficial com o Edu Falaschi cantando, eu acho que eu infartava.

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Considerações finais:

Em um frase simples esse jogo ao meu ver entra na categoria: Obrigatório para fãs. Bonito de ver jogar e simples de jogar. Se tratando de um jogo de luta, Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados é uma aventura com adição da dublagem, modo extra e um robusto modo historia. Com tudo isso, o produto se torna algo obrigatório para os fãs de Cavaleiros do Zodíaco.

Sem duvido, esse é o melhor jogo de Cavaleiros do Zodíaco já teve, mas se você não é fã da série possivelmente não terá interesse nenhum em jogar e apreciar a nostalgia presente no Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados.

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Nota:

3,5/5

 Agradecimentos a Bandai Namco pelo envio do jogo a equipe do JWave.

Review | Orange

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Se você recebesse uma carta que te permite saber o que irá acontecer no futuro e, além disso, te pede para mudá-lo, o que você faria? Essa é a premissa de Orange, mais um dos lançamentos (sim, já perdemos a conta) da JBC em 2015.

Naho Takamiya é uma estudante colegial boazinha, responsável e sem grandes preocupações além de ser uma boa aluna. Em seu primeiro dia de aula, ela acorda atrasada pela primeira vez e, enquanto corre com os preparativos para ir à escola, encontra uma carta endereçada a ela… por ela mesma.

Já na escola, Naho passa a analisar melhor a carta misteriosa. Ela supostamente foi escrita por seu “eu” de dez anos no futuro e contava tudo o que iria acontecer, além de trazer orientações sobre como ela deveria agir para mudar certas coisas. Naho acha aquilo esquisito, mas começa a acreditar quando a carta menciona um aluno que virá transferido, Kakeru Naruse; quase ao mesmo tempo, o professor apresenta Kakeru à sala e este senta-se ao lado de Naho, exatamente como diz a carta.

Kakeru é um rapaz agradável e bonito; veio de Tóquio e é um pouco quieto, soltando-se mais quando um dos colegas de Naho, Suwa, o apresenta a todos e imediatamente o inclui no grupo, inclusive convidando-o para sair depois das aulas.

Com o passar dos dias, Naho passa a sentir cada vez mais algo diferente quando está perto de Kakeru, até que, ao avançar mais na leitura da carta, descobre algo terrível: Kakeru nõa está no futuro que seu “eu” de 26 anos vive. Para completar, ela traz um apelo doloroso: “Salve o Kakeru”.

Naho percebe que, ao mudar alguns detalhes dos acontecimentos descritos na carta, o futuro começa a mudar, ainda que bem pouco. Baseada e encorajada por essas pequenas mudanças, além de sentir a dor insuportável só em cogitar que Kakeru não estará com eles no futuro, ela irá se esforçar para salvá-lo, mesmo que para isso tenha que mudar a si mesma.

Opinião

Orange é uma história que te prende desde o início. O traço expressivo e competente da autora, Ichigo Takano, dispensa o uso de balões em algumas situações, permitindo saber o que se passa com o personagem só de observar sua expressão. Isso fica ainda mais evidente em Kakeru e Suwa, que claramente gosta de Naho mas anula-se ao perceber que esta gosta de outra pessoa.

O cenário é bem simples, porém cumpre bem sua função de ambientar os personagens. Os vislumbres do futuro de Naho e seus amigos são bem planejados, não deixando os leitores confusos, pelo contrário; nos deixa desesperados para saber o que irá acontecer com eles quando a Naho do passado passa a agir. Ao mesmo tempo, conseguimos sentir direitinho a mesma angústia que eles sentem ao evocar a lembrança de Kakeru.

Extras

O primeiro volume de Orange também traz a primeira parte de uma história curta da autora, “Haruiro Astronaut”. A trama conta de modo divertido as descobertas de duas irmãs gêmeas sobre o amor verdadeiro.

A autora, Ichigo Takano, retomou a produção de Orange não faz muito tempo, após ter restabelecido-se de uma doença. Para “comemorar” seu restabelecimento e agradecer ao apoio dos fãs e de seu editor, os volumes de Orange foram republicados em uma versão um pouco mais luxuosa e com capas exclusivas pela editora Futabasha (os primeiros tanko foram publicados pela Shueisha). A versão brasileira é baseada nesta segunda publicação.

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Filme

O filme baseado no mangá está com estreia marcada para 12 de dezembro no Japão. Os protagonistas serão interpretados por atores conhecidos dos brasileiros: Naho ganhará vida através de Tao Tsuchiya, que também interpretou Misao Makimachi no filme de Rurouni Kenshin e Chieko Kamiya no dorama de Limit.
O ator responsável pela versão live-action de Kakeru é Kento Yamazaki, que também viveu o protagonista de Another, Kouichi Sakakibara e o adorado detetive L, no dorama de Death Note.

Já o papel do adorável e resignado Suwa coube ao ator Ryou Ryuusei, que já interpretou o Nekozawa-senpai no dorama de Ouran High School Host Club e o Kyuuryuu Red no super sentai Juudensentai Kyuuryuuja.

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Versão brasileira

Orange é um título muito bem vindo às bancas. Além de obviamente cumprir (com louvor) sua função como entretenimento, nos faz pensar que a vida é muito breve para nos arrependermos por não termos agido de certa forma em determinados momentos. Arrisco dizer que nos encoraja a arriscar, mesmo que não dê em nada, pois, além de existir a possibilidade de um futuro feliz estar em jogo, a dor do arrependimento pode ser devastadora.

** Agradecimentos especiais à nossa parceira e minha consultora de doramas, a querida amiga Karen Kazumi Hayashida.

JWave #264 | Harry Potter e o Cálice de Fogo

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O JWave encerra o mês das bruxas com o quarto ano letivo de Harry Potter. O público pediu e atendemos em gravar dois livros em 2015, assim Harry Potter volta para mais uma semana no JWavecast.

Harry Potter está em uma nova etapa da vida e mudanças estão acontecendo por toda parte. Copa de Quadribol, novo professor, jornalista em seu pé, como também torneio Tribruxo.

Juba, Leo, Camis e Calliban se juntam para falar tudo desse novo ano de Harry Potter.

PARTICIPANTES



No JWave #264: Harry Potter e o Cálice de Fogo
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
J.K. Rowling
Bloomsbury
Rocco
Warner Bros. Pictures
Chris Columbus
Daniel Radcliffe
Rupert Grint
Emma Watson

Ouça também JWave #154: Harry Potter e a Pedra Filosofal
JWCast-154-Post1

Ouça também JWave #196: Harry Potter e a Câmara Secreta
JWave Capa 196 Post site

Ouça também JWave #263: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
JWave Capa 263 Post site

INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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Harry Potter: Oitava história se passa 19 anos depois!

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Já sabíamos que Harry Potter ganharia uma peça em seu país de origem, mas ainda não sabíamos aonde exatamente a história se passaria, mas a bomba veio hoje com Pottermore que confirmou que a história se passa depois do sétimo livro, portanto 19 anos depois.

Casado, Ministro da Magia, e pai de 3 filhos, Harry tem que lidar com um novo desafio. Alvo, seu filho mais novo, não aceita o fardo de sua família e isso fará um conflito entre pai e filho. Passado e presente se misturam fazendo pai e filho terem que aprender uma triste lição.

Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter e a Criança Amaldiçoada) estreia no verão britânico em 2016 e tem elenco com mais de trinta atores, sendo apresentada em duas partes.

J.K. Rowling comentou que a história só nasceu, porque um grupo de pessoas vieram com a idéia brilhante para apresentar Harry Potter no teatro. Essa idéia brilhante fez com que a autora voltasse ao universo do bruxinho.

Torcemos para adaptação da peça em livro e também ganhe uma versão em cinema muito em breve.

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Vivendo no Japão #02: Praia ou montanha? Na Universidade de Kyushu você tem os dois

DSC_1266Yo! Aqui é o Rafael escrevendo direto de Fukuoka mais uma vez. Na semana passada eu contei um pouquinho de como foi minha trajetória pra chegar aqui, e essa semana eu resolvi apresentar um pouquinho sobre como é uma universidade japonesa, de acordo com a minha curta experiência. Portanto fiquem cientes que isso não passa de um relato subjetivo, majoritariamente sobre a Universidade de Kyushu, e pontualmente pode ser que eu faça alguns paralelos com a experiência que tive um ano estudando em Kyoto na Universidade Ritsumeikan.

Vamos por partes, Kyushu é o nome dado àquele arquipélago formado por uma grande ilha e outras menores que a cercam, situado no sudoeste do Japão. A ilha de Kyushu é ligada à ilha principal (chamada de Honshu – onde ficam cidades como Osaka, Kyoto, Tokyo, Nagoya, Hiroshima, etc), apenas por uma rodovia e pela linha do trem bala que atravessam o estreito entre as duas ilhas. A ‘capital’ regional é a cidade de Fukuoka, uma cidade costeira, com tudo que uma metrópole pode oferecer, mas também com diversas regiões rurais. É na ilha de Kyushu também que fica a cidade de Nagasaki, famosa mundialmente devido ao ataque nuclear no fim da Segunda Guerra. A Universidade de Kyushu é uma das grandes imperiais, muito bem conceituada. Ela é composta de quatro campi, localizados na cidade de Fukuoka: Hakozaki, Maidashi, Ohashi e Ito (espero não ter esquecido nenhum), sendo este último recém construído (na realidade ainda com diversos prédios ainda em construção).

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Localizado no meio das montanhas, e há cerca de 3 quilômetros do mar, o campus de Ito é consideravelmente afastado da região metropolitana, sendo necessário tomar ônibus ou trem por cerca de 30 à 40 minutos (e desembolsar uma grana considerável) para ter acesso a partir do centro. Porém, próximo ao campus há regiões de concentração de urbana, ao longo da linha de trem, onde é possível encontrar shoppings, super mercados, grandes redes de lojas de roupas, serviços (como hospitais), além de lazer (KARAOKÊ *-*). Porém, uma distância de mais de cinco quilômetros separa o campus dessas áreas mais urbanas, fazendo com que seja necessário desembolsar uma quantia com transporte ou pedalar sua bike por uns 15 minutos para fazer compras no super mercado por exemplo. No entanto, sejamos justos, é possível encontrar lojas de conveniência 24 horas há 5 minutos de caminhada do campus, e muitos devem saber que em lojas de conveniência no Japão você encontra de tudo um pouco, de chocolate, sorvete e salgadinho, a marmitas de todos os tipos, comida congelada, revistas, roupas, utensílios eletrônicos, artigos de papelaria e muito mais. O crescente fluxo de alunos (com a inauguração de novos prédios do campus), também tem incentivado o crescimento do comércio local, e já é possível optar entre mais de dois restaurantes para almoçar sem se distanciar da universidade. Além disso, dentro do próprio campus estão instaladas diversas lojas de conveniência, restaurantes universitários, e redes de fast food e café, tudo para facilitar a vida dos estudantes que costumam passar o dia todo no campus, quer assistindo aulas, ou participando dos clubes de atividades extracurriculares.

Eu estou instalado em um dos quatro alojamentos do campus (por isso todo o mimimi sobre a distância da área urbana), e aqui é possível ver um grande número de estrangeiros, grande parte deles de outros países do leste asiático, é verdade, mas também um número considerável de ocidentais. Há um sistema de suporte a intercambistas, em que a universidade providencia um tutor para ajudar os novatos em processos burocráticos, como abrir conta em banco, registros na prefeitura e afins. Na universidade Ritsumeikan há um sistema muito bem organizado, que promove uma interação bastante intensa entre os tutores japoneses e os intercambistas. Aqui em Kyushu é mais um sistema simples de auxílio inicial. Ainda sobre a vida de intercambistas, se por um lado encontramos diversos serviços traduzidos em inglês e funcionários devidamente treinados para dar suporte a não falantes de japonês, por outro, ainda há situações que estudantes sem qualquer conhecimento da Língua Japonesa podem encontrar dificuldade. Na faculdade há algumas opções de cursos de japonês para os interessados em aprimorar a língua, além de um grupo de voluntários que se reúne semanalmente para ensinar alunos e parentes de alunos que não podem se matricular nas aulas ‘oficiais’.

Não vou entrar em detalhes sobre os cursos oferecidos na Universidade, para isso vocês podem acessar o site, mas sendo uma Universidade pública imperial, pode-se esperar que tenha uma vasta oferta. Eu estou matriculado na Faculdade Ciências Integradas para a Sociedade Global, que oferece cursos de pós-graduação em ciências sociais com uma pluralidade de direcionamentos, possibilitando ao aluno trilhar caminhos inovadores para realizar pesquisas que levem em consideração o enfoque global da sociedade e dos aspectos culturais. A página principal dessa faculdade apresenta em uma de suas abas um texto convidando interessados em estudos de mangá (e outros elementos da cultura pop), pois é uma faculdade que realmente abre espaço para pesquisas inovadoras. E foi assim que eu consegui a bolsa de estudos para realizar minha pesquisa que envolve mangá, literatura e light novel. Apesar do meu curso ser predominantemente em língua japonesa (por ser a área de literatura comparada), esta faculdade oferece programas de aulas inteiramente em língua inglesa.

Por enquanto vou encerrar este relato, que já está ficando longo e chato, mas já deixo um spoiler que nas próximas semanas eu vou fazer um relato bem bacana sobre minha experiência participando de clubes de atividades extracurriculares. Na Universidade Ritsumeikan eu frequentei o clube de mangá por poucas semanas, e depois passei a frequentar o Clube de Artes Midiáticas (pra quem conhece o animê/mangá Genshiken, é parecido com aquilo, só que com mais de 30 membros), e agora em Kyushu estou frequentando o acapela, HarmoQ. Se tiverem interesse também falarei alguns outros clubes que conheci de vista nos festivais culturais e afim. Por enquanto, fica aí o cheirinho de sushi e shoyu. Até a próxima semana!

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PS. Assim como na semana passada, vou falar sobre minha “weekly obsession”. Na verdade, já deve fazer uma semana que eu estou me controlando pra não jogar, mas eu estive realmente muito obcecado pelo jogo Agario um tempo atrás, após umas poucas experiências eu peguei o jeito e cheguei…. bem…. vejam vocês mesmos na foto abaixo. Porém, como o dever fala mais alto, eu dei uma parada na jogatina pra estudar, porque é o que realmente importa.

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Ursinhos Carinhosos e seus primos ganha trailer

Care-Bears
Ursinhos Carinhosos faziam um grande sucesso nos anos 80 e depois de uma passada pelo Disney Junior, os personagens estão de volta em uma série original pela Netflix.

A primeira temporada de “Ursinhos Carinhosos e seus primos” terá seis episódios e ganha seu primeiro trailer pela Netflix.

A série estréia no dia 6 de novembro.

Trailer

Com informações do release enviado pela Netflix Brasil.