O filme em Live action de Cavaleiros do Zodíaco acaba de ganhar data oficial em diversos países. Numa matéria do portal Deadline, a distribuidora Sony Pictures confirmou datas para América Latina, Europa e também na África. No Brasil, o filme será lançado no dia 27 de abril.
Países e Regiões com as respectivas datas de lançamento:
27 de abril – Brasil, México, América Latina
28 de abril – Quênia, Romênia
12 de maio – Nigéria, Polônia
16 de maio – Alemanha
24 de maio – França
25 de maio – Médio Oriente, República Checa, Ucrânia, Portugal
26 de maio – Espanha, Bulgária
26 de junho – Itália
23 de junho – África do Sul
28 de julho – Reino Unido
Responsável pelo boom dos animês no Brasil, Cavaleiros do Zodíaco foi criado pelo Masami Kurumada e sua versão com elenco ocidental tem o papel de cativar uma nova geração, junto com outra adaptação produzida em computação gráfica e que foi lançada pela Netflix e continuada recentemente pela Crunchyroll.
A produção é da Toei Animation, Sony e Stage 6 Filmes, trazendo o ator Mackenyu como Seiya, além de Madison Iseman no papel de Athena/ Sienna Kido (Saori Kido no original), Sean Bean como Alman Kido (Mitsumasa Kido no original), Mark Dacascos como Mylock (Tatsumi no original), Famke Janssen como Guraad entre outros.
O filme tem direção de Tomasz Baginski (The Witcher), além do diretor de ação Andy Cheng ( Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis , A Hora do Rush 2 ) com roteiro de Matt Stuecken e Josh Campbell ( Rua Cloverfield, 10).
Essa semana os personagens de Demon Slayer irão invadir os cinemas de todo Brasil e desta vez para apresentar a nova temporada que está chegando em abril. Contando com duas temporadas e um filme entre elas, Demon Slayer retorna agora com uma nova leva de episódios produzidos pelo estúdio ufotable.
Mas o que você precisa saber para assistir este lançamento especial nos cinemas? Separamos algumas informações que ajudarão antes de sair de casa. Confira:
Do que se trata o especial “Para a Vila do Espadachim”?
Antes de mais nada, Demon Slayer – Para a Vila do Espadachim não deve ser tratado como filme. O especial reúne os dois últimos episódios da segunda temporada e apresenta o primeiro episódio da nova temporada.
Importante ressaltar que esta exibição não foi feita nenhuma montagem especial com os episódios, sendo apenas exibidos na sequência no cinema. Além disso, a nova temporada já está garantida na Crunchyroll, enquanto a Netflix tem apenas a primeira temporada e existe uma previsão para lançamento do restante da série para este ano.
Exibição nos cinemas
Para o lançamento de ‘Demon Slayer – Para a Vila do Espadachim’, a distribuidora Cinecolor Films Brasil está disponibilizando o especial para 410 salas de cinemas em todo território. Sendo lançado pelas redes UCI, Cinemark, Cinepólis, Kinoplex e outras redes no cinema.
O especial tem versões dubladas e legendadas, porém, é necessário ficar atento com horários de exibição. Tendo menos opções de horário que outros filmes em cartaz, ‘Demon Slayer – Para a Vila do Espadachim’ se restringe mais ao período da tarde e começo da noite.
Ingressos
O preço nos cinemas fica em torno de 30 a 37 reais inteiras durante a semana e chegando em algumas regiões a até 58 reais nos finais de semana. Lembrando que você sempre pode pegar uma promoção igual a da UCI de segunda-feira que traz ingressos a 11,39 reais em sua Super Meia.
É preciso ter assistido todos episódios de ‘Demon Slayer’, para entender o especial?
Sim, por se tratar de uma continuação direta dos fatos da segunda temporada, se indica que assista as duas temporadas e o filme Demon Slayer – Mugen Train: O Filme para se ter uma compreensão do que está acontecendo na trama.
Falando do especial em si
Com a derrota de Gyutaro, as Luas Superiores se reúnem, numa mistura de mistério, deboche com a vitória dos caçadores de demônios. Este encontro vai além de uma mera apresentação de personagens, demonstrando personalidades conflitantes numa guerra que está para se desenrolar.
Paralelamente, temos a recuperação de Tanjiro das batalhas contra Gyutaro e Daki. Além disso, ele precisa de uma nova espada e precisará ir a uma vila de ferreiros para continuar a aceitar as missões de caçador de demônios.
O personagem Mario Bros chega aos cinemas, numa enorme produção hollywoodiana que tem tudo para se tornar uma enorme saga de sucesso dos personagens da Nintendo nas telonas.
Depois de tentativas com filme em animação japonesa na década de 80, seguido de um filme com atores nos anos 90, a Nintendo relutou em dar uma nova chance aos irmãos encanadores. Só que numa sinergia entre a Universal Studios fez com que a empresa japonesa desse uma nova chance, numa negociação que atravessou dez anos até chegar no resultado que estamos vendo nos cinemas brasileiros.
Trazendo grandes nomes do momento, como Chris Pratt no papel do Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad, Fred Armisen como Cranky Kong, o filme chega com toda atenção que os personagens sempre mereceram ter.
A história
Para atualizar a história dos personagens, o filme apresenta uma invasão do Bowser em diferentes reinos do universo. Conseguindo uma estrela extremamente poderosa, Bowser pretende invadir o Reino Cogumelo para pedir a Princesa Peach em casamento.
Enquanto isso, vemos os irmãos Mario e Luigi tentando se destacar como encanadores e tendo problemas corriqueiros. Só que num enorme problema de encanamento na cidade, faz com que Mario e Luigi investiguem esgoto da cidade, dando de encontro com um enorme cano verde.
Nesta parte que os personagem se separam entre os reinos, fazendo com que Mario caia no Reino Cogumelo e o Luigi no território do Bowser (em especial no castelo do personagem do Super Mario World).
As verdadeiras motivações do filme começam a se desenhar a partir daqui com Mario descobrindo que precisa salvar Luigi do misterioso Bowser, enquanto o próprio vilão descobre que o sequestrou o irmão bigodudo daquele que está sendo treinado pela princesa.
Numa batalha que se forma, a princesa e o Mario terão que ter ajuda para enfrentar o Bowser e aí que a aventura se desenrola repleto de referências a quase todos os jogos do personagem.
Um filme que fez a lição de casa
Produzido numa parceria entre a Illumination e a Nintendo, o filme é fiel aos jogos, mas além disso, traz camadas que conversa tanto com o público adulto, como o público infantil do personagem.
Trazendo uma princesa Peach que está ali para lutar ao lado do Mario e não ser resgatada por ele. A mudança mais importante do filme até aqui, lembrando que ela já foi jogável algumas vezes, desde Super Mario Bros 2, ganhando até jogo próprio. A princesa conversa com uma geração em que o papel dela é tão importante igual o do Mario e foi um enorme acerto no roteiro do filme.
É verdade que o filme tem muitas piadas e mudanças que dão ao tom da produtora do filme, aproximando os personagens de outros filmes como Malvado Favorito. E alguns personagens acabam herdando características de seus dubladores, como Bowser e o Donkey Kong que lembram bastante Jack Black e Seth Rogen, respectivamente.
Ao mesmo tempo, ‘Super Mario Bros – O Filme’ tentou a sua maneira incorporar a sua mitologia tudo que já foi produzido dos personagens. Temos referências a quadrinhos, séries animadas, aos filmes e principalmente aos jogos da franquia. Parte dessas referências vão além dos personagens, trazendo citações a jogos como Kid Icarus e Punch-Out e o próprio NES (Nintendinho) em que o Mario joga.
Uma coisa que provavelmente deve agradar todo fã da franquia é como o filme expande as relações familiares dos irmãos Mario e Luigi. Apresentando diversos personagens, temos uma representação clara de uma família italiana morando no Brooklyn, o que torna tão natural o explica o jeito de falar dos dois irmãos.
Com uma produção de alto nível e um elenco de peso, “Super Mario Bros – O Filme” conquistou o coração dos fãs da franquia. Tendo uma trama bem construída e repleta de referências aos jogos, aliada a uma abordagem mais moderna e inclusiva dos personagens, fez com que o filme fosse um sucesso tanto entre o público adulto quanto infantil. Além disso, a produção não poupou esforços em expandir a mitologia dos irmãos encanadores, apresentando novos personagens e aprofundando as relações familiares dos protagonistas. No final das contas, o filme cumpriu a sua missão de trazer o universo de Mario Bros para as telonas de forma satisfatória e emocionante.
Numa parceria histórica, a Crunchyroll e a Sony Music Entertainment anunciaram durante o Anime Awards 2023 que a plataforma de streaming estaria recebendo nada menos que um catálogo musical de 250 artistas com 100 shows completos e 3200 videoclipes.
Trazendo artistas de todos os tempos, a Crunchyroll lançou shows de artistas como: Aimer (Chainsaw Man, Demon Slayer), LiSA (Demon Slayer, Sword Art Online), ASIAN KUNG-FU GENERATION (Naruto, Bocchi the Rock) e Hiroyuki Sawano (Attack on Titan).
Lembrando todos os shows e clipes estão na aba “Videoclipes & Shows” recém inaugurado na plataforma e que todos o conteúdo se encontra sem legendas em nenhum idioma (nem no idioma nativo que é o japonês).
Crunchyroll é um streaming dedicado a animês, porém a plataforma também conta com alguns doramas e agora videoclipes e shows. A empresa faz parte do grupo Sony Pictures, desde 12 de agosto de 2020 quando foi comprado do grupo AT&T/WarnerMedia, sendo fundido com o streaming Funimation da própria Sony.
A British Film Institute atualizou as lista de 100 melhores filmes da história e temos 8 filmes japoneses na relação. Criado em 1952, a lista com 100 Melhores Filmes da História foi criada pela equipe Sight and Sound e é atualizada de dez em dez anos.
Para a lista, a equipe 1.639 pessoas que vão de críticos, curadores, acadêmicos que enviam sua relação de dez primeiros, sendo classificado na lista dos cem melhores filmes da história.
Na relação de filmes, curiosamente todos os filmes japoneses que estão nela, foram exibidos no Brasil e tem nomes em português. Em compensação os filmes brasileiros infelizmente não aparecem em nenhuma das posições da lista.
Todos os meses, o Bunkyo Cinema acontece no Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social gratuitamente numa parceria com a Fundação Japão e a Comissão de Incremento Social do Bunkyo. O Bunkyo Cinema exibirá o filme ‘Todos os dias são bons dias’ do diretor Tatsushi Omori no dia 05 de abril.
Sobre o filme
Baseado no long-seller da ensaísta Noriko Morishita, o filme mostra a protagonista descobrindo questões importantes da vida através da Cerimônia do Chá.
Por recomendação de sua mãe, Noriko, 20 anos, e sua prima Michiko começam a frequentar as aulas de chá com a Mestre Takeda, que tem a reputação de ser uma professora extraordinária. No começo, Noriko fica confusa com todas as regras, mas depois de dois anos ela percebe a profundidade da Cerimônia do Chá.
Mini Bazar (Flea Market)
Junto do Bunkyo Cinema, a comissão da Biblioteca realiza o Mini Bazar onde se pode adquirir produtos diversos, como artesanato, alimentos, livros, roupas e objetos novos e usados.
Todos os dias são bons dias (Nichinichi Kore Kôjitsu)
Direção: Tatsushi Omori
Ano de Produção: 2018
Duração: 100 minutos
Gênero: Drama
Elenco: Haru Kuroki, Kirin Kiki, Mayu Tsuruta, Mikako Tabe e Shingo Tsurumi
Quando: 5 de abril de 2023 (quarta-feira), às 13h
Local: Grande Auditório do Bunkyo Rua São Joaquim, 381, Liberdade, São Paulo-SP
Entrada Franca* (por ordem de chegada – 1000 lugares)
Sucesso mundial, “Alice in Borderland” tem conquistado novos fãs neste ano com a chegada da segunda temporada, na semana passada. Conquista esta que, cabe ressaltar, vale uma verdadeira medalha de ouro. A trama japonesa contabilizou nada menos do que 77 milhões de horas assistidas na segunda temporada, além dos 30 milhões da primeira. Tamanho volume colocou a série na primeira e segunda posição mundiais da Netflix, na categoria de obras de idioma não-inglês.
O enredo traz uma combinação perfeita para que o espectador não desgrude os olhos da tela. Estão presentes os jogos crueis e mortais, conflitos entre os players, cenários distópicos e a agonizante luta dos protagonistas para se manterem vivos. Tudo isso dentro de uma trama alucinante que faz alusão ao conto de “Alice no País das Maravilhas”.
Alice in Borderland – Primeira TemporadaAlice in Borderland – Segunda Temporada
A estreia da primeira temporada aconteceu em 2020. Logo “Alice in Borderland” foi comparada a outros títulos como “Battle Royale” e “Jogos Vorazes”. Contudo, não resta dúvidas que a explosão de “Round 6”, em 2021, alavancou a série japonesa, quando parte do público extasiado com a série sul-coreana descobriu “Alice”, produzida um ano antes.
Mas, afinal, qual é a fórmula de sucesso de Alice in Borderland? Por que a série se tornou um fenômeno mundial? Algumas pistas dão o caminho para a escalada da série no gosto do público:
1 – Do mangá para as telonas
Alice in Borderland nasceu nos mangás, criado por Haro Aso nas páginas da Shonen Sunday S da editora Shogakukan. O título acabou mudando de revista no meio da publicação, chegando na Shonen Sunday em 2015. Lançada com título de Imawa no Kuni no Arisu, a obra foi concluída em 18 volumes, saindo na mesma casa de títulos, como Detetive Conan, Magi, InuYasha entre tantos outros.
O título será publicado no Brasil pela Editora JBC e teve um total de 18 volumes.
2- Diretor de sucessos de mangás
Para a adaptação de Alice in Borderland, o diretor Shinsuke Sato foi convocado para a produção da Netflix. Ele não só assumiu a direção, como o roteiro da adaptação também tem assinatura dele, sendo possivelmente o maior motivo do sucesso da adaptação. Todos os acertos da produção em filmar em Shibuya, utilizar combinação de técnicas como telas verdes para funcionar nas telas, veio de uma experiência do diretor em outras adaptações de animê e mangá.
Shinsuke Sato e o diretor e responsável pelas adaptações der Gantz em 2011, I Am a Hero de 2016, Death Note: Iluminando um novo mundo também em 2016, Bleach em 2018, Inuyashiki também em 2018 e os dois filmes de Kingdom em 2019 e 2022. Além disso, o diretor japonês foi convocado para adaptação americana de My Hero Academia, trazendo seus acertos para as produções ocidentais na futura produção da Netflix.
3- O sucesso das séries asiáticas
Alice in Borderland – Netflix DivulgaçãoRound 6 – Netflix Divulgação
É inevitável falar que a Netflix desde que mudou seu posicionamento com investimentos na Ásia, tem produzido excelentes séries na Coreia do Sul e no Japão. Dando orçamentos cada vez mais robustos que as televisões destes respectivos países, a Netflix obteve sucesso com Round 6, Alice in Borderland, Profecia do Inferno e o Diretor Nu.
O sucesso destas produções foi tanto que o mercado de streaming mudou de tal maneira, que outras produções da Ásia começaram a ser desenvolvidas por outros serviços de streaming. Podemos destacar a belíssima história de Pachinko contando a histórias das famílias coreanas que moram no Japão.
Pachinko – Apple TV+ DivulgaçãoCanibal – Star+ Divulgação
Até empresas como a Disney, também se renderam a Ásia, trazendo produções como Canibal, Kindaichi, O Clube do Sumô entre tantas outras. No Brasil, as séries estão sendo divididas entre os dois serviços da empresa, saindo por aqui pelo Disney Plus e Star Plus.
4 – Jogos sempre mortais
Alice in Borderland – Netflix Divulgação
Alice in Borderland e Round 6 carregam em seus roteiros a adrenalina de passar por jogos cada vez mais ousados e insanos, E outro ponto que carregam em comum é que qualquer um pode morrer a qualquer instante, fazendo não tirarmos a bunda da cadeira de tanta adrenalina em cena.
Ambas as produções abusam nas mortes, não adiantando torcer pra ninguém sobreviver. Enquanto Round 6 temos todos os personagens em cena desde o primeiro momento, em Alice in Borderland há diversos jogos simultâneos, o que faz que cada jogo traga novos participantes em cena. O que podemos concluir em cada episódio é que provavelmente alguém em cena irá falhar e que teremos uma morte violenta em cena.
Round 6- Netflix Divulgação
5- Alice no país das maravilhas macabro
Ryōhei ArisuAlice
Por mais que sua história tenha surgido nas páginas dos mangás, Alice in Borderland é uma releitura de Alice no país das maravilhas de Lewis Carroll. Muito além da histórias, temos personagens como Alice aqui representado pelo Ryōhei Arisu (leitura de Alice em japonês), além da Yuzuha Usagi também ser uma representação de Coelho (que é Usagi em japonês).
Acredite: existem muitos outros personagens da obra que são metáforas dos personagens de Alice no país das maravilhas.
Coelho BrancoYuzuha Usagi
6 – Participação do criador do mangá na série
Haro Aso de camiseta preta fazendo cameo no sexto episódio da série
O criador do mangá, Haro Aso, esteve presente nas filmagens da adaptação da Netflix. Assistindo e contribuindo, provavelmente fez diferença para o sucesso da série. Entre mudanças em relação a obra original, a equipe de produção teve contato com criador, além do diretor Shinsuke Sato que também assina o roteiro da adaptação.
Além disso, o autor também faz participação no arco da Praia na primeira temporada da série.
7 – Trilha sonora
A trilha sonora da série foi composta por Yutaka Yamada que já havia trabalho anteriormente com Shinsuke Sato em Bleach e Kingdom. Produzida por Kohei Chida, a música foi interpretada pela FILMharmonic Orchestra de Praga.
8 – Adaptação do mangá
Alice in Borderland tem um total de 64 capítulos no mangá original, sendo que 31 foram utilizados para adaptação dos 8 capítulos da primeira temporada da Netflix. Os demais 33 episódios foram adaptados para a segunda temporada que foi lançada no final do ano de 2022, concluindo a adaptação da obra original.
Até o momento não se sabe se a série criará novas temporadas, porém o sucesso da obra fez com que o autor criasse séries derivadas, nascendo assim a série “Alice on Border Road” e a série “Alice in Borderland: Retry”. Ambas as séries trazem outros personagens no mesmo mundo e poderiam servir de base para novas temporadas.
9 – Compartilhando cenários com filme de sucesso chinês
A produção chinesa ‘Um Detetive em Chinatown 3‘ foi filmada simultaneamente com a primeira Alice in Borderland. A curiosidade é que por mais que fossem usadas técnicas de computação gráfica, parte do cenário é real e foi construído há mais de 100 quilômetros de Tóquio. Normalmente produções japonesas não usam cenários cenográficos em suas produções, sendo um diferencial utilizar em parceria com uma produção de outro país.
Tanto a produção chinesa como a produção da Netflix utilizaram este cenário cenográfico que, no caso de Alice in Borderland, foi combinado com filmagens em diversas cidades, deixando a equipe de pós-produção para fazer a magia de parecer tudo foi filmado no mesmo local.
Por curiosidade ‘Um Detetive em Chinatown 3‘ quando lançado, superou em lançamento o filme ‘Vingadores: Ultimato’, além de filmes em formato IMAX no final de semana de estreia na China.
10 – Acerto na escolha do elenco
Ryōhei Arisu em JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond Is UnbreakableRyōhei Arisu em OrangeRyōhei Arisu em Alice in Borderland
A escolha do elenco é um dos motivos de Alice in Borderland ter sido um sucesso. O ator Kento Yamazaki que interpretou o protagonista Ryōhei Arisu, estrelou diversas séries e filmes japoneses, inclusive o protagonista da adaptação em live action de JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond Is Unbreakable.
Tao Tsuchiya em Alice in BorderlandTao Tsuchiya em Rurouni Kenshin The FinalTao Tsuchiya em Alice in Borderland
Tao Tsuchiya por sua vez, além de ter interpretado Yuzuha Usagi, também tem um histórico em produções japonesas. Para fãs de animações japonesas, a atriz fez a personagem Misao Makimachi em Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno e Rurouni Kenshin: A Lenda Termina, ambos na Netflix. Mas a atriz tem um histórico de outras produções baseadas em mangá, além de ter protagonizado a série Mare da NHK.
Keita Machida em Cherry MagicKeita Machida em Alice in Borderland
Já o amigo do Arisu, o Daikichi Karube foi interpretado por Keita Machida que também é conhecido internacionalmente pelas produções japonesas. Recentemente o ator ficou conhecido pela série Cherry Magic que foi lançada no Brasil pela Crunchyroll.
Tomohisa Yamashita em Code BlueTomohisa Yamashita em Alice in Borderland 2
Para a segunda temporada, algumas surpresas como a participação de Tomohisa Yamashita fez a alegria de fãs de JPOP. Conhecido pelo apelido Yamapi, o ator é conhecido por diversos doramas de 2000, além de ter protagonizado live action de Ashita no Joe. Como cantor, ele fazia parte do grupo NewS, da agência Johnny & Associates.
Alice in Borderland promete continuar como uma das séries de maior sucesso da Netflix, conquistando a posição de maior lançamento do Japão na plataforma. Até aonde este crescimento irá? Acompanharemos nas próximas semanas pelo streaming.
Uma pesquisa realizada entre 26 de dezembro a 2 de janeiro pelo site Anime!Anime! traçou uma lista de personagens que os japoneses não gostariam que morressem em animê.
Tendo um total de 4.924 votos, sendo 60% feminino e 40% masculino, a lista de personagens traz alguns “spoilers” de famosos personagens que morreram em mangás e animês.
Outro dado interessante na pesquisa é que 60% dos entrevistados tem menos de 19 anos, enquanto 15% na faixa dos 20 anos. Por isso, a relação de animês sejam tão recentes.
Nesta época no Japão se espera as flores de cerejeira aparecerem por todo país. E antes do esperado, uma cerejeira floresceu totalmente nesta quarta-feira, tornando-se a primeira a florescer no Japão, segundo a agência meteorológica de lá. Localizada no Santuário Yasukuni em Chiyoda Ward, a cerejeira Somei-Yoshino começou a florescer no 14 de março, alcançando seu apogeu hoje. Geralmente a floração ocorre alguns dias depois, sendo registrado este ano como mais cedo do que nos últimos anos, em 2020 e 2021.
O monitoramento ocorre, considerando 80% ou mais dos botões abertos na floração de Somei-Yoshino. Outro dado considerado pela agência de meteorológica é que o Parque Kitanomaru, no distrito de Chiyoda, teve uma média de 12,4 graus Celsius nos primeiros 20 dias de março, superando a médias dos outros anos. Normalmente, a floração acontece em torno do começo de abril, porém ela ocorreu 12 dias mais cedo do que o normal e 10 dias mais cedo do que em relação ao ano passado.
A possível explicação para ter acontecido o florescer tão cedo foram as temperaturas quentes em todo o Japão, destacando 25,2 graus na cidade de Osaka, no oeste, e 25,1 graus na cidade de Nagasaki, no sudoeste. Esta foi a primeira vez que as duas cidades registraram temperaturas acima de 25 graus no mês de março. Outras regiões do Japão também tiveram temperaturas mais altas do que o normal.
Rica Matsumoto é conhecida por ser a dubladora no Japão do Ash (Satoshi no original) há mais de 20 anos, além disso, ela também canta a música Mezase Pokémon Master que é a primeira abertura da animação japonesa.
Num momento que o personagem Ash sai de cena para uma nova geração de Pokémon estrear em abril no Japão, a cantora e dubladora Rica Matsumoto participou do “The First Take” para cantar a abertura que se tornou sinônimo de Pokémon e seu sucesso foi instantâneo, conseguindo quase 7 milhões de visualizações em seu vídeo.
Sobre “The First Take”
A premissa é o mais simples possível com um microfone e um estúdio clean. É com esse conceito minimalista que o canal japonês no YouTube “The First Take” tem bombado na web, trazendo artistas para interpretações extremamente simples de canções conhecidas do público.
Com artistas internacionais como Avril Lavigne e Harry Styles, o “The First Take” também se tornou conhecido por artistas japoneses expoentes e suas performances, como: Mika Nakashima, Aimer, Lisa, Dish, Yoasobi, passando pelos “medalhões” Asian Kung Fu Generation, Glay e Fumiya Fuji.
No Brasil era diferente
O sucesso de Pokémon pelo mundo todo foi uma estratégia que a animação ganhou uma versão “ocidental” produzida pela 4Kids Entertainment. Por isso, a animação sofreu cortes, alterações e principalmente, teve músicas alteradas por versões originais produzidas nos EUA.
Assim “Mezase Pokémon Master” com a Rica Matsumoto foi trocada pela “Pokémon Theme” interpretada originalmente pelo cantor Jason Paige. No Brasil, a mesma música ganhou uma versão em português interpretada pela cantora Janaína Bianchi.
Em 2022, o Festival do Japão trouxe a cantora Janaína Bianchi para o palco do evento, durante uma palestra sobre Pokémon Go, encantando a todos que cresceram com a música “Pokémon Theme”.
Por mais que brasileiros não cresceram com “Mezase Pokémon Master”, também reconhecemos a grandeza desta música por ter sido a origem de tudo.
Nesta época no Japão se espera as flores de cerejeira aparecerem por todo país. E antes do esperado, uma cerejeira floresceu totalmente nesta quarta-feira, tornando-se a primeira a florescer no Japão, segundo a agência meteorológica de lá. Localizada no Santuário Yasukuni em Chiyoda Ward, a cerejeira Somei-Yoshino começou a florescer no 14 de março, alcançando seu apogeu hoje. Geralmente a floração ocorre alguns dias depois, sendo registrado este ano como mais cedo do que nos últimos anos, em 2020 e 2021.
O monitoramento ocorre, considerando 80% ou mais dos botões abertos na floração de Somei-Yoshino. Outro dado considerado pela agência de meteorológica é que o Parque Kitanomaru, no distrito de Chiyoda, teve uma média de 12,4 graus Celsius nos primeiros 20 dias de março, superando a médias dos outros anos. Normalmente, a floração acontece em torno do começo de abril, porém ela ocorreu 12 dias mais cedo do que o normal e 10 dias mais cedo do que em relação ao ano passado.
A possível explicação para ter acontecido o florescer tão cedo foram as temperaturas quentes em todo o Japão, destacando 25,2 graus na cidade de Osaka, no oeste, e 25,1 graus na cidade de Nagasaki, no sudoeste. Esta foi a primeira vez que as duas cidades registraram temperaturas acima de 25 graus no mês de março. Outras regiões do Japão também tiveram temperaturas mais altas do que o normal.
Maior bilheteria entre os animês em 2022 no Brasil, One Piece Film Red está de volta em cena com anúncio oficial da Toei para América Latina. Trazendo lançamento para o mercado de locação digital, One Piece Film Red está chegando para Microsoft Store no México e Brasil e no iTunes para toda a América Latina com versões com dublagem em espanhol e português.
Numa data posterior, One Piece Film Red será lançado digitalmente para locação e compra nas plataformas da Amazon Prime Video, Google Play e YouTube. Não existe anúncios referentes à inclusão do filme em nenhum catálogo de de streaming de assinatura sem ser necessário a locação a parte do título.
Sobre One Piece Film Red
Uta é a cantora mais famosa do mundo e estará fazendo um show ao vivo para o mundo inteiro. Luffy acaba visitando a ilha onde será o show e revela que a cantora é a sua antiga amiga de infância e “filha” do Shanks.
Numa luta em descobrir quem é o vilão desta vez, Luffy se confrontará com a própria Uta numa busca por um passado trágico em que Uta foi parar numa misteriosa ilha.
Recordes no Brasil e no Japão
One Piece Film Red marcou recordes em diversos países, num lançamento especial que invadiu a Time Square em Nova York. Arrecadando marca de 19 bilhões de ienes (equivalente a 752 milhões de reais) o filme ficou em cartaz no Japão até 29 de janeiro.
O sucesso da personagem Uta fez com que ela tivesse aparições no mangá e também no animê, porém o maior sucesso é a personagem fazendo shows pelo Japão, além de ter participado do Kouhaku Utagassen do ano passado. Sendo na realidade a cantora Ado, Uta rompeu a fantasia quando ganhou até uma série de vídeos no Youtube, interagindo com seus fãs por lá.
One Piece Red foi republicado no Brasil com ingressos do filme – DivulgaçãoO filme ganhou copos exclusivos na rede UCI
One Piece Filme Red ganhou uma série de produtos, como bolo de pote, mostrando um potencial além do que a própria marca One Piece já é conhecida do público.
No Brasil, a Panini Comics numa ação com o lançamento do filme, trouxe o relançamento de One Piece Red, databook com curiosidades da obra com direito a ingressos do filme. Além disso, a rede UCI trouxe copos personalizados do Zoro e da Uta para seus cinemas.
A série One Piece pode ser assistida na Netflix, HBO Max e na Crunchyroll, enquanto os filmes também podem ser encontrados no Prime Video.