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Opinião | As produções coreanas trouxeram o prestígio oriental de volta?

La Casa de Papel: Coreia

Não é de hoje que as séries e filmes produzidos na Coreia do Sul ganham noticiário, devido a onda pop coreana que conquistou o mundo. Seja musicalmente, série, jogos, desenhos e inclusive ganhando Oscar, os sul coreanos conseguiram popularizar o seu país pela cultura.

É verdade que não devemos esquecer que a Ásia tem uma exportação cultural muito forte, com diretores como Akira Kurosawa, ou também com artistas de filmes e artes marciais, como Jackie Chan. Só que lamentavelmente o sucesso deles se exportava a produção de um remake ou a vinda do próprio Jackie Chan para filmes ocidentais.

Sete Samurais – Akira Kurosawa
Sete homens e um destino – Remake do filme do Kurosawa

A culpa é do Ocidente?

Normalmente sempre procuramos um culpado, quando as coisas não dão certo, mas na verdade estamos presos a escolhas de executivos que não acreditavam na demanda daquele produto.

Um dos pontos de partida conhecido é o filme do Godzilla de 1954, quando este foi lançado em 1956 para os americanos, incluindo novas cenas do ator Raymond Burr, tornando a produção mais “ocidentalizada”.

Nos anos de 1990, tivemos o surgimento da fórmula “Power Rangers” que reforçou ainda mais isso. Em que se pegava seriados japoneses do gênero Super Sentai, retirava as cenas dos atores japoneses e inseriram cenas de atores americanos, trocando o cenário para os EUA. O resultado eram heróis americanos utilizando cenas de heróis japoneses. A fórmula deu certo e até hoje é praticada.

Mas a pergunta que fica… Realmente a história sempre precisa passar nos EUA hoje em dia? Com a abrangência cultural dos serviços de streaming e a popularização de séries como “La Casa de Papel” da Espanha, “Amor e Anarquia” da Suécia, “Round 6” da Coreia do Sul, fica a dúvida se realmente devemos ficar sempre refém de produções onde os protagonistas são personagens americanos.

Assim, quando a Disney decidiu abrir seu streaming, a Netflix teve que se reinventar para preencher a lacuna das produções que estavam saindo de seu catálogo. Uma das soluções foi investir na Ásia, seja em animês e doramas no Japão, mas principalmente nas produções de doramas também na Coreia do Sul.

O sucesso está na Ásia?

Quando a Netflix rompeu as barreiras do licenciamento mundial, produzindo séries em vários países, lançando de forma simultânea em mais de 170 países, fez com que agradasse países que têm o serviço, mas apresentasse uma diversidade nunca vista antes de protagonistas de diferentes idiomas e narrativas próprias.

Quando vamos para a Coreia do Sul, vemos uma aliança tão forte com as emissoras locais que o ranking da Netflix local acaba se tornando 100% de produções produzidas no próprio país. Quando se olha no restante da Ásia, acaba que essas produções também fazem muito sucesso no Japão e outros países próximos. Agora, quando olhamos no Brasil, existem semanas pontuais que podem acabar até 3 séries coreanas no top 10 brasileiro da Netflix.

Ao mesmo tempo, serviços como Disney+ apostou no seu catálogo próprio e acabou tendo um início complicado em 2022, quando perdeu diversos assinantes na Coreia do Sul. Qual o motivo? É que a ausência de títulos produzidos por lá, se limitando a poucas séries como Snowdrop, afastaram o público que procurou outras opções que representavam mais eles por lá.

Então hoje, o que acontece é que para esses serviços se manterem relevantes na Ásia, precisam fomentar a indústria local, ao mesmo tempo que usar esse potencial para conquistar o público de outros países.

Existe espaço para heróis americanos como Power Rangers hoje em dia?

Sinceramente por mais que Power Rangers ainda use a mesma fórmula criada nos anos de 1990, a resposta é não. Acreditamos que já passou da hora de séries desse tipo apostar em outras nacionalidades e até mesmo deixar de usar cenas de uma produção asiática a trocando por atores americanos.

Por mais que Power Rangers também seja uma parceria Hasbro com a Netflix, ela herda características que desvalorizam a obra original, por um estigma que seja mais comum heróis americanos do que de outros países.

Então torço para mais remakes que não impedem as versões originais estarem disponíveis, como o recente La Casa de Papel: Coreia que anda junto da sua versão original espanhola, do que produções como Power Rangers que impedem as versões originais japonesas de serem licenciadas no Brasil. Lamentavelmente existiu uma época que até acreditamos que isso teria mudado com os DVDs das séries japonesas sendo lançados nos EUA, porém quando tivemos a produção sendo assumida pela Hasbro, voltamos a sermos limitados de consumir suas versões originais novamente.

Full House | Kdrama clássico entra no catálogo da Netflix!

Se você é fã de kdramas antigos, acaba de ser surpreendido que a Netflix está trazendo a série de 2004, Full House. Agora se você assistiu a série Vinte cinco, vinte um lançada esse ano também pela Netflix, saiba que esse kdrama é exatamente sobre a adaptação em live action dos quadrinhos que a protagonista dessa produção gostava tanto.

Trazendo o casal protagonista com a atriz Song Hye-Kyo e o cantor/ator Rain, Full House foi responsável pelo boom dos kdramas no mundo inteiro, numa época chegava mais informalmente do que formalmente as produções por aqui. A série já está no catálogo da Rakuten Viki em sua assinatura mais cara com acervo da Kocowa e agora entra no acervo da Netflix.

Vale aqui salientar que a época que Full House foi produzido (em 2004), muita coisa era diferente, por isso parte do público pode achar abusivo a relação dos personagens. Sinceramente é sim, mas foi graças a esses doramas que as produções mudaram e hoje não temos mais esse tipo de relação entre os personagens.

Personagem de 25, 21 lendo Full House

Mas do que se trata Full House?

Aqui temos a personagem Han Ji-Eun que acaba “ganhando” uma viagem pra China e quando volta, descobre que sua casa foi vendida pelos seus “melhores” amigos. Pedindo ajuda ao ator Lee Young Jae que conheceu na China, ela acaba tendo que fazer um casamento acordado em troca dele pagar pela casa e devolver para ela.

O que poderia ser simples, acaba virando um relacionamento em que o ator vai pedindo mais e mais favores a Han Ji-Eun, transformação numa relação de amor e ódio.

Este drama tenta responder à questão de saber se duas pessoas – um ator famoso e uma mulher comum – podem aprender a amar um ao outro em um casamento acordado apenas no papel. Também explora o significado da família, apresentando, por mais difícil que o presente possa parecer, o mundo ainda é um bom lugar por causa daqueles que trazem esperança em nossas vidas apenas por meio de sua presença.

Apresenta diversos personagens: atenciosos, carinhosos, francos, pacientes, apegados aos valores básicos da vida. Mas não importa quão diferentes sejam as personalidades, todos encontram a felicidade no final.

Sucesso internacional do Rain!

Uma coisa que não podemos separar da carreira do cantor e ator Rain é que depois do sucesso da série Full House, o ator teve vôos maiores, estreando no mercado americano no filme em live action Speed Racer, seguido de se tornar protagonista do filme Ninja Assassino.

Na época, o ator surpreendia o elenco americano por ser o rei do pop na Ásia.

Full House ganha uma “continuação”

Depois de ganhar o mundo e também começar a ganhar remakes, Full House Take 2 que é da mesma autora de quadrinhos, Won Su-Yeon, acabou também sendo adaptado em formato de Kdrama. Aqui similar a Goong e a Dream High, a sua continuação não é exatamente uma continuação, mas uma abordagem similar a série original, mantendo a mesma essência em sua continuação.

Quando a série estreia na Netflix?

Oficialmente ainda não sabemos, porém a série já aparece no catálogo, assim torcemos que logo o serviço nos informe uma data para seu lançamento. Por se tratar de uma série clássica, podemos concluir que a série será lançada apenas legendada em português, porém a Netflix pode nos surpreender.

Full House

Nome Original: 풀하우스 / 풀 하우스
Diretor: Pyo Min-Soo
Roteirista: Won Su-Yeon (dos quadrinhos), Min Hyo-Jung
Emissora: KBS2
Episódios: 16
Exibição original: 14 de Julho a – 2 de Setembro de 2004

Meu diário para a Liberdade | O Kdrama  da JTBC ganha data de estreia na Netflix!

Tem Kdrama novo chegando na primeira semana de Julho na Netflix. Na Coreia do Sul, a série entrou no lugar da outra produção também exibida na Netflix chamada Clima de Amor. Agora a produção da JTBC chamada Meu Diário para a Liberdade chegará na plataforma no dia 2 de julho.

Mas qual a história?

“Meu diário para a Liberdade” conta a história de três irmãos e um estranho.

Yeom Chang-Hee (Lee Min-Ki) é o filho do meio dos três irmãos. Ele quer fugir da casa de sua família na Vila Sanpo, mas não tem um sonho e passa a vida sem sentido. Ele é desprezado por seus familiares.

Yeom Mi-Jeong (Kim Ji-Won) é a filha mais novo dos três irmãos. Ela gostaria de ter a liberdade de sua vida chata, mas é introvertida e tímida. Ela é solitária e se sente insatisfeita em sua vida.

Yeom Gi-Jeong (Lee El) é a filha mais velha dos três irmãos. Ela tem um temperamento quente. Ela perde muito tempo indo para o trabalho em Seul da Vila Sanpo. Sua vida está cheia de reclamações e ela quer encontrar o amor.

Sr. Gu (Son Suk-Ku) é um homem misterioso, que aparece de repente na Vila Sanpo. Ele está sempre bêbado. Um dia, Yeom Mi-Jeong se aproxima dele.

Meu Diário para a Liberdade

Nome Original: 나의 해방일지
Diretor: Kim Suk-Yoon
Roteirista: Park Hae-Young
Emissora Original: JTBC
Episódios: 16
Exibido originalmente: 9 de Abril – 29 de Maio, 2022
Dias que foram exibidos: Sábado & Domingo 22:30
País: Coreia do Sul

Sonic Origins é lançado no Brasil!

Cresceu nos anos 90 jogando Sonic? Pode comemorar com o lançamento da SEGA chamado Sonic Origins. Sendo lançado originalmente para SEGA Genesis também conhecido por nós como Mega Drive, estamos falando dos jogos Sonic The Hedgehog 1, 2, Sonic 3 & Knuckles e Sonic CD que agora foram remasterizados digitalmente para os consoles da atual geração com o nome de Sonic Origins.

Remasterizado, 2D, Widescreen e Nova Geração!

No aniversário do personagem Sonic, a SEGA reintroduz os títulos 2D do Sonic para uma nova geração, ao lançar nos consoles PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC. O jogo está sendo lançado ao preço sugerido R$ 214,95.

E quais as novidades dessa remasterização?

Vamos combinar uma coisa? Não tem graça lançar um jogo antigo se este não tiver novidades, então Sonic Origins trazem novidades além da remasterização. Assim temos recursos adicionais, personagens bônus, novo conteúdo e mais, Modo Aniversário (eliminando limites de tempo com vidas ilimitadas), além do Modo Clássico.

Com gráficos aprimorados, novos personagens, modos e zonas de jogo, Sonic Origins tem a missão de trazer o melhor dos títulos originais do Sonic.

Modo Clássico

Vá à velha escola com o Modo Clássico e experimente a coleção de vários jogos do legado de Sonic em sua forma retrô com desafios clássicos. Este modo apresenta as regras originais do jogo com vidas finitas e game overs.

Modo Aniversário

O Modo Aniversário oferece uma exibição em tela cheia e proporciona aos jogadores um número infinito de vidas para manter a diversão sem game overs.

Missões, Moedas e Museu

Teste suas habilidades e ganhe moedas completando várias missões ao longo das fases. Os jogadores podem gastar as moedas no Museu para desbloquear novos conteúdos, tentar novamente os Estágios Especiais e mais.

Melhor do que nunca

Sonic Origins pode ser jogado no PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, a família de sistemas Nintendo Switch e PC com todos os novos visuais, animações e melhorias para as plataformas da geração atual. Experimente a emoção lendária e uma reviravolta nova e moderna com o Sonic, Tails e Knuckles.

Sonic Origins será lançado em dois formatos digitais diferentes (Standard e Deluxe), além do Premium Fun Pack e o Classic Sound Pack.

Preços e pacotes:
Sonic Origins – Bônus de Pré-Venda Digital (para compras feitas antes de 23 de junho)
100 Bonus Coins
Mirror Mode desbloqueado
Letterbox no padrão do Mega Drive

Sonic Origins – Digital Standard – R$ 214,95
Jogo principal

Sonic Origins – Digital Deluxe – R$ 239,90
Jogo principal
Missões difíceis
Mirror Mode desbloqueado
Personagens no Menu Principal
Island Camera no Menu Principal
Animação de personagens durante a Music Islands
Faixas exclusivas dos títulos Mega Drive & Genesis

Sonic Origins – Premium Fun Pack – R$ 21,45
Missões difíceis
Letterbox no padrão do Mega Drive
Personagens no Menu Principal
Island Camera no Menu Principal
Animação de personagens durante a Music Islands

Sonic Origins – Classic Sound Pack – R$ 21,45
Faixas exclusivas dos títulos do Mega Drive & Genesis

La Casa de Papel: Coreia | O Kdrama estreia nesta sexta-feira na Netflix!

Nesta sexta-feira, teremos a chegada do remake La Casa de Papel: Coreia, trazendo em 6 episódios uma Coreia unificada aonde a Casa da Moeda foi assaltada.

O remake trará a história do Professor ( Yoo Ji-Tae ) planeja um assalto ambicioso que terá um grande pagamento. Para seu plano, o Professor procura por potenciais membros da equipe. Os membros recrutados selecionam nomes de cidades como seus codinomes e todos eles têm personalidades fortes. O plano deles parece perfeito, mas devido aos reféns que fazem, eles enfrentam uma situação inesperada.

Conheça o elenco

Trailer

La Casa de Papel: Coreia

Nome Original: 종이의 집: 공동경제구역

Diretor: Kim Hong Sun

Roteirista: Ryoo Yong-Jae

Rede: Netflix

Episódios: 6

Data de lançamento: 24 de junho de 2022

País: Coreia do Sul

ONE N’ ONLY | Grupo de JPOP é anunciado no Anime Friends!

Os eventos estão voltando e o Anime Friends anunciou essa semana que o o grupo ONE N’ ONLY estará em terras paulistas para um show único no dia 10 de julho. Se você gosta dessa música entre música brasileira e japonesa, não pode perder esse show.

Quem são ONE N’ ONLY

O grupo é formado por seis integrantes: os vocalistas Tetta, Rei e Eiku e os dançarinos e rappers Hayato, Kenshin e Naoya. O grupo japonês conquistou o público do Brasil dançando vários hits da nossa música no TikTok. “Senta com Amor”, de MC Kevinho e Zé Felipe; “Recairei”, de Os Barões da Pisadinha; e “Cansar Você”, de Luísa Sonza e Thiaguinho, são apenas algumas das músicas brasileiras que o grupo já apareceu dançando na rede social.

Lembrando que eles farão um show único no dia 10/07 (domingo).

SÃO PAULO  

Anime Friends 2022   

Quando: 8, 9 e 10 de julho  

Sexta: das 11h às 22h | Sábado: das 10h às 22h | Domingo: das 10h às 21h  

Onde: Espaço Anhembi – Pavilhão Norte/Sul. Avenida Olavo Fontoura, 1209 – Santana  

Quanto: a partir de R$ 90 (meia-entrada)  

Garanta o seu ingresso antecipado no link: www.animefriends.com.br

RIO DE JANEIRO  

Anime Friends Tour Rio de Janeiro 2022  

Quando: 16 e 17 de julho  

Sábado: das 10h às 21h | Domingo: das 10h às 20h  

Onde: Expo Mag – Avenida Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova/Centro  

Quanto: a partir de R$ 45 (meia-entrada)  

23º Festival do Japão | Evento realizado pelo KENREN está de volta em julho!  

Divulgação - Festival do Japão - Foto de Marcel Uyeta.

Divulgação/ Imagem da capa da matéria – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.

Quando falamos do maior evento cultural japonês no Brasil, não existe outro que o Festival do Japão, organizado pelo Kenren na cidade de São Paulo. E o evento depois de dois anos, está de volta e será realizado nos dias 15 , 16 e 17 de julho de 2022.

O evento será realizado no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, lugar que acontece os maiores eventos da cidade, como Comic Con Experience. Neste retorno, o evento seguirá todos os protocolos determinados pelas autoridades e contando com a orientação de um conselho formado por especialistas.

O 23º Festival do Japão vai oferecer shows musicais, atrações culturais, danças típicas, culinária regional tradicional das províncias japonesas, exposições culturais, workshops, ikebana, cerimônia do chá e atividades gratuitas para as crianças, jovens, adultos e idosos, com toda segurança, conforto e qualidade.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta

Sobre o KENREN

Conhecido como KENREN , a Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, realiza o Festival do Japão desde 1998. E o evento chega à sua 23ª edição , mantendo o objetivo de preservar e divulgar a cultura japonesa e transmitir as tradições para as novas gerações, representando as 47 províncias que compõem o Japão.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.

Tema deste ano

Neste ano, trazendo “Do Sonho à Realidade”, simbolizando a superação de todas as dificuldades e obstáculos, nestes dois anos de pandemia da Covid-19.

“Devido a pandemia, há dois anos não realizamos o Festival do Japão, e analisando as participações dos visitantes em outros eventos ocorridos recentemente, com clara demonstração de retomada de eventos, acreditamos que teremos um público superior a 100 mil visitantes nos três dias do 23º Festival do Japão, trazendo benefícios aos nossos patrocinadores e à comunidade”.

Resume o presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, Toshio Ichikawa.
Divulgação – Festival do Japão – Foto de Keiny Andrade.

Comida regional de 47 províncias do Japão

Um dos pilares do Festival do Japão está no auxilia na manutenção das 47 associações de províncias (kenjinkais) e de 07 entidades beneficentes da comunidade nipo-brasileira. O evento não tem fins lucrativos, sendo organizado por mais de 15.000 voluntários.

Assim um dos destaques principais, senão o principal da feira é a Praça de Gastronomia, trazendo 44 estandes representando a culinária típica de cada região do Japão, com receitas familiares, muitas vezes desconhecidas até pelos restaurantes japoneses.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.

Ingressos e mudanças em 2022

Novidades para 2022 são as promoções, com desconto para entrada na sexta-feira (15/07), entrada após às 14 horas; passaporte (ingresso válido para os 3 dias do evento) e os combos família, para 3 e 5 adultos com valor promocional, recomendados para famílias e grupos de amigos.

“Tudo indica que o evento será um sucesso, para a alegria de todos. Neste ano o Festival disponibilizará a venda de ingressos antecipados pela Internet, com desconto, o que facilitará muito, evitando as longas filas para aquisição de ingressos nas bilheterias. Ainda há ingressos combos para famílias, que também são vantajosos, pela sua economia e praticidade. Convidamos a todos, e principalmente a você que ainda não conhece o Festival do Japão, o maior evento cultural japonês fora do Japão, a visitar o nosso evento”,

Convida o presidente da comissão organizadora do 23º Festival do Japão, sr. José Taniguti.

O Festival do Japão oferece entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos, e meia-entrada para estudantes, professores da rede pública e homens entre 60 a 65 anos, com acesso permitido somente com apresentação de documento de comprovação original.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.

#FJTAON – Novo espaço para jovens

O evento propõe um modelo inovador, que vai unir o Festival do Japão tradicional ao virtual, no espaço #FJTAON. Esta será uma área dedicada aos jovens, dedicada aos games, com muita interação e interatividade, propondo uma imersão na cultura japonesa e na cultura digital, com o objetivo de estabelecer uma interação direta entre o #FJTAON e o AKIBASPACE, principais atrações do Festival do Japão para o público jovem.

O #FJTAON trará uma cenografia especial, com espaços instagramáveis; prevendo também área para challenges (desafios) e brincadeiras interativas, sorteio de brindes e campeonatos; instalação de arcade games clássicos para o público; e atividades que reúnam os jovens e famílias, mantendo a premissa de falar com os jovens. Além disso, o espaço promoverá desafios interativos e diversas atividades ligadas ao tema da sustentabilidade, envolvendo e atraindo o público para refletir sobre questões como meio-ambiente, reciclagem, propósito social, upcycling e mobilidade.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Rafael Salvador.

Patrocínios e Apoios

O Festival do Japão conta com o patrocínio master do Bradesco, apoio cultural da GL Events / São Paulo Expo e Fundação Kunito Miyasaka, e patrocínio do Hospital Japonês Santa Cruz, Hospital Nipo-Brasileiro, Honda Automóveis do Brasil, Nissan Automóveis do Brasil, Hirota Food Supermercados, Comgas, Sakura Nakaya Alimentos, Yokogawa, NTT e Panasonic. Dentre os apoiadores, destaque para Yamaha do Brasil, Alfa Alimentos, Hinomoto, Hisamitsu do Brasil, Nachi, Sompo Seguros, Kikkoman, Sansuy e Tecfogões.

O evento tem colaboração oficial do governo do Japão, através do Consulado Geral do Japão em São Paulo, Jetro (Japan External Trade Organization), JICA (Japan International Cooperation Agency), Fundação Japão, MAFF (Ministry of Agriculture, Forestry and Fisheries), Ministério do Meio-Ambiente e Japan House São Paulo, além do apoio do Ministério da Cidadania, Prefeitura do município de São Paulo, São Paulo Turismo, CET, Polícia Militar, Secretaria da Cultura e da Economia Criativa do Estado de São Paulo e PROAC.

Divulgação – Festival do Japão – Foto de Marcel Uyeta.

Mas o que tem no Festival do Japão?

O Festival do Japão trará culinárias típicas regionais representando as 47 províncias do Japão, além disso o evento trará oficinas, workshops, além de exposições de ikebana, cerimônia do chá, música, shows, teatro, bon odori, danças folclóricas, taiko, artes marciais e workshops das principais escolas Área das Crianças, Área da Terceira Idade, Miss Nikkey Brasil, Akiba Cosplay Summit e #FJTAON.

23º Festival do Japão – Do Sonho à Realidade

Data: 15, 16 e 17 de julho de 2022

15/07 sexta – 11 às 21 horas

16/07 sábado – 09 às 21 horas

17/07 domingo – 09 às 18 horas

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo

Ingressos: até R$ 30 – www.guicheweb.com.br/festivaldojapao

Estacionamento no local (terceirizado) – R$ 55

Transporte gratuito do metrô Jabaquara, das 8 às 22 horas

* Entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos

* Meia-entrada para estudantes e professores da rede pública e particular, homens entre 60 a 65 anos, apenas com documento de comprovação Informações:

Site: www.festivaldojapao.com Tel: (11) 3277-6108 / 3277-8569 @festivaldojapao

Realização: Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – KENREN

Tel: (11) 3277-6108 / 3277-8569

Review | Nintendo Switch Sports

Wii Sports trouxe diversas simulações de esportes para a palma da mão do público, que graças à simplicidade dos controles do Wii e da imitação dos movimentos reais por meio do controle remoto e do nunchuk do Wii, eram extremamente divertidos. Não demorou muito para que o jogo consolidasse sua posição como um dos mais jogados do sistema.

A Nintendo que não é boba nem nada logo trouxe mais uma versão de Wii Sports, chamada Wii Sports Resort, que funcionou como ponto de entrada para um novo acessório, o Wii Motion Plus, que podia ser plugado no controle remoto, dando ainda mais precisão aos controles de movimento. Com o sucessor do Wii, o WiiU, não foi diferente. Ele recebeu o Wii Sports Club, que como o próprio console acabou não fazendo tanto sucesso quanto os anteriores.

Com isso em mente e lembrando que a pegada do Switch é outra quando comparada à ideia do Wii, principalmente levando em conta o lançamento do modelo Lite, que elimina a possibilidade dele ser jogado em uma TV, a noção de uma coletânea de joguinhos de esportes parecia ser totalmente remota. Para nossa surpresa, a Nintendo acabou indo contra a maré este ano, com a estreia do Nintendo Switch Sports.

Lançado no final de abril, Nintendo Switch Sports traz para o Switch seis minigames que contam com o sensor de movimento dos JoyCons. Entre eles está o futebol, estreante da série e dentre os jogos o único que faz uso do novo acessório incluso na caixinha da versão física de Nintendo Switch Sports, a faixa que prende o controle à sua perna. Não poderiam faltar tênis e boliche, sucessos das versões anteriores, que acompanham chambara, o joguinho de luta com espadas, voleibol e badminton. 

Uma olimpíada em miniatura na sua sala de estar

Cada um desses jogos faz uso de movimentos relativamente diferentes do JoyCon e variam um pouco no quanto conseguem transmitir a sensação de estar realmente praticando o respectivo esporte virtualmente. Os joguinhos de tênis e boliche são os medalhões a que muitos irão migrar logo de cara, e olha, continuam um show de se jogar, mas as novidades também são bem divertidas, mesmo que não tão próximas ao realismo esperado com a evolução do hardware de movimento do Switch.

De todos os jogos, o que talvez traga mais opções é chambara, o jogo de batalha com espadas. Nele, dois jogadores travam uma luta em cima de uma plataforma, vencendo quem conseguir empurrar o outro na base da porrada até a borda. Há três modos de jogar este minigame, com a opção de usar ambos JoyCons ou somente um. Dependendo da sua opção, sua arma muda, o que diferencia seu poder e velocidade de ataque.

De modo parecido com o jogo de boxe de Wii Sports, o chambara de Nintendo Switch Sports possui um certo nível tático, já que é possível se defender de várias formas, dependendo de como seu colega o ataca. Ou, como acaba rolando na maioria das partidas, a porradaria acaba sendo generalizada, o que acaba sendo tão divertido quanto.

O futebol é o que menos se aproxima da sensação de se jogar de fato, mas mesmo assim é até divertido. Há uma precisão até que boa na força com que os chutes são captados pelo controle grudado na perna enquanto se joga. Se você já curtiu o modo Lúciobol em Overwatch ou o amadíssimo Rocket League, já dá pra ter uma ideia de como o futebol do Nintendo Switch Sports funciona.

Infelizmente, há limitações no joguinho de futebol que fazem com que ele seja o mais fraco do pacote. Basicamente, você só pode jogar com somente um jogador a mais, enquanto o resto dos participantes são controlados com o computador, o que deixa bastante a desejar. 

Além disso, como já dito anteriormente, o acessório que acopla o JoyCon na sua perna acaba não passando de uma novidade supérflua, já que a precisão pouco varia e independe de você estar jogando com ela ou só movimentando seu braço. Isso faz com que o preço mais elevado da versão física do jogo acabe não compensando tanto quanto comparado com a digital.

Uma bela pelada virtual – bom, mais ou menos…

Apesar da decepção com o futebol, acabei me divertindo muito mais com os outros modos, principalmente o de vôlei e os clássicos tênis e boliche. Desses, o que acaba rendendo partidas mais intensas e longas é o boliche, e é sinceramente o minigame que mais se beneficia dos controles de movimento, junto com a chambara. Não tem muito o que se dizer sobre a jogabilidade dos jogos que voltam nessa versão de Sports, todos funcionam bem e diverte bastante, mas não deixam de ser simples e com pouca profundidade, distrações ótimas para partidas rápidas e despretensiosas.

Para quem quiser seguir uma carreira no Nintendo Switch Sports, há um pouco de incentivo para isso em forma de ítens que você coleciona para personalizar seu personagem do jogo. A cada 100 pontos de experiência, você ganha uma rodada em um de vários catálogos temáticos disponíveis. No momento, há um com uma pegada futurista, e é claro que eu joguei o suficiente para tornar meu boneco um ciborgue esportista. Por que não, né?

Nintendo Switch Sports pode ser jogado localmente, de modo solo ou através da internet. Todos funcionam bastante bem, sendo que se optar por jogar pela internet vale relembrar que você necessitará de uma assinatura paga da Nintendo Online do Switch. De todas as partidas jogadas, tive pouquíssimos problemas de conexão ou lag. Só encheu um pouco a paciência quando um oponente resolveu largar o jogo no meio da partida. Quando isso acontece, não se ganha pontos nem nada, só se volta ao menu principal.

A Nintendo já prometeu novidades para o jogo, que virão em forma de conteúdo adicional gratuito para quem o comprou. A única confirmada até agora é o golfe, mais um dos minigames de sucesso das versões anteriores, fará parte do catálogo de Nintendo Switch Sports. Você poderá dar tacadas e tudo o mais até o final do ano.

Apesar de bastante limitado, Nintendo Switch Sports é um pacote interessante para quem procura uma boa distração para se jogar em família ou entre amigos. A facilidade dos controles e simplicidade dos jogos é perfeita especialmente para jogadores mais jovens e/ou inexperientes, uma introdução divertida para quem pouco joga videogames. Por outro lado, quem procura algo para se ocupar por meses e por horas afinco vai acabar se frustrando com o jogo, que traz poucas razões para continuar jogando.
Vale também citar que Nintendo Switch Sports é o primeiro lançamento oficial em mídia física da geração atual pela Nintendo no Brasil. O jogo conta com narração e textos em português brasileiro, o primeiro dos – espero! – muitos jogos da plataforma no nosso território.    

Nintendo Switch Sports

Desenvolvimento: Nintendo EPD

Distribuição: Nintendo

Lançamento: 29 de Abril de 2022

Anime Friends no Rio de Janeiro terá nova casa!

 Anime Friends é o maior evento de cultura pop oriental da América Latina e não está restrito só a São Paulo, mas também chegou ao Rio de Janeiro quando começou a ser gerenciado pela Maru Division. Agora a sua segunda edição carioca, o festival acontece no Expo Mag, na região central da cidade. Os ingressos já estão disponíveis!  

Nova casa no Rio de Janeiro pensando no público

“Tivemos bastante tempo para estudar a rede de transportes do Rio de Janeiro. O Expo Mag foi uma escolha óbvia, fica em uma região atendida por uma ampla rede, com ônibus vindos de todas as regiões da cidade, trem e metrô”, conta o CEO da Maru Division, Juliano Aniteli. 

Expo Mag

Com mais de 6 mil metros quadrados de área, o Expo Mag fica entre as estações de metrô Estácio e Cidade Nova. Para quem vem de trem, a estação mais próxima é a Central do Brasil. A distância da Rodoviária Novo Rio é de pouco mais de dois quilômetros. No quarteirão do espaço, um ponto de ônibus é parada para 12 linhas que servem a capital e as cidades da região metropolitana. Para quem optar pelo carro, o estacionamento conta com mais de mil vagas. 

“Estamos preparando uma festa muito especial. Trouxemos ícones internacionais da cultura otaku, investimos pesado nos melhores nomes da dublagem, montamos uma programação de música ao vivo e abrimos mais espaço para os concursos, que dependem essencialmente da participação do público. Tal como o Cristo Redentor, estamos de braços abertos para receber o público carioca”, finaliza Aniteli.   

Sobre a Maru  

A produtora de eventos nasceu em 2017 e tem como foco a realização de grandes shows e eventos com temática oriental. Apesar de ser uma empresa nova, seus sócios contam com larga experiência em eventos. O primeiro evento realizado pela Maru Division foi o Ressaca Friends 2017, no pavilhão do Anhembi. De lá para cá, a empresa só cresce e aprimora o seu trabalho incluindo outros tipos de evento em seu portfólio, como o show da banda japonesa SPYAIR, e levando o Anime Friends para outras cidades brasileiras.  

RIO DE JANEIRO  

Anime Friends Tour Rio de Janeiro 2022  

Quando: 16 e 17 de julho  

Sábado: das 10h às 21h | Domingo: das 10h às 20h  

Onde: Expo Mag – Avenida Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova/Centro  

Quanto: a partir de R$ 45 (meia-entrada)  Os ingressos já estão disponíveis!  

Crítica | Top Gun: Maverick

Qual é o peso de um legado? Tendo um intervalo de 36 anos, Top Gun: Maverick tinha o papel de trazer uma nova história naquele universo criado em 1986. Dirigido por Joseph Kosinski que também já havia trabalhado com franquias mantendo legado vivo como em Tron: Legacy.

A pergunta que fica é se realmente tudo que havia de bom em Top Gun: Ases Indomáveis está presente aqui? E sendo direto ao ponto, a resposta é sim e até além disso. Se entre franquias dos anos 80, tivemos o não êxito de Tron, podemos dizer que Top Gun: Maverick está muito mais próximo de um Cobra Kai para Karatê Kid, mantendo a chama acesa para uma nova geração, respeitando sua mitologia e personagens.

E se você esperava encontrar um Tom Cruise chegando aos 60 anos, parece que ele vive outras regras, vivendo muito mais um personagem jovem igual a nova geração, do que veteranos igual ali no primeiro filme.

Top Gun: Maverick

Qual a história do novo filme?

Aqui temos o Capitão Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) tentando salvar a equipe de cortes de orçamento da Marinha. Novos tempos trazem soluções mais baratas e que não envolvem vidas como drones, o que faz “Maverick” tentar a todo custo evitar o fim.

Rebelde e ainda “capitão”, o personagem “Maverick” é então transferido para a escola que foi nos anos 80 chamada de Top Gun. Ali, ele descobre que o personagem Tom “Iceman” Kazansky (Val Kilmer) o escalou para professor de uma nova geração que deve cuidar de uma missão suicida em 3 semanas.

Contra sua própria natureza de resolver as coisas, o “Maverick” sabe que está no fim da linha para sair da Marinha e acaba tendo que ensinar o seu estilo a esses pilotos que já eram os melhores até então. O que ele não sabia era que um desses pilotos era justamente Bradley Bradshaw (Miles Teller), filho do seu parceiro Nick “Goose” Bradshaw lá do filme original.

Só que a história ainda não terminou, porque Penelope “Penny” Benjamin (Jennifer Connelly) é o novo par romântico do Pete “Maverick” Mitchell. Tendo uma história de idas e vindas, ela acabou comprando o bar ali perto dos treinamentos há alguns anos atrás e não esperava cruzar o caminho do “Maverick” novamente. Esse é um arco da história que se desenvolve de acordo com esperado de um filme do Tom Cruise, mantendo o DNA do personagem “Maverick”, igual ao original.

Só que o filme aqui se foca nessa única missão, assim o grande objetivo é o sucesso do “Maverick” em conseguir extrair o impossível daqueles pilotos.

A nova geração funciona?

Se no filme original tínhamos o embate entre “Maverick” e o “Iceman”, aqui temos o embate entre Bradley “Rooster” Bradshaw (Miles Teller) e Jake “Hangman” Seresin (Glen Powell). Gostaria de ver mais desse embate  e sinceramente acho que renderia mais um filme sobre isso, caso decidissem continuar a história.

Trazendo uma equipe com mais diversidade, o filme tenta atualizar os personagens, porém sinto informar que a nova geração não tem tanto tempo em tela, porém reitero que poderiam muito bem explorar ela em outros filmes ou séries, por ter gostado muito dela.

Entre os atores, temos Manny Jacinto conhecido pelo The Good Place da Netflix, mas infelizmente totalmente apagado aqui, sendo um figurante em cena.

Precisa assistir Top Gun – Ases Indomáveis para entender o novo filme?

Não, Top Gun: Maverick foca no básico, mostrando onde seus personagens estão naquele momento do filme e quando necessário, utilizando flashback para explicar a rivalidade e trajetória deles.

Então se posso dizer algo sem estragar sua história é que o personagem Bradley Bradshaw (Miles Teller) tem um elo com Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) . Com a morte do amigo Nick “Goose” Bradshaw lá em 1986, o “Maverick” acabou tentando ser um pai pro Bradley Bradshaw. Cumprindo um desejo da mãe do Bradley Bradshaw, o “Maverick” evitou que o filho seguisse o caminho do pai, mas isso não impediu de se tornar um dos melhores pilotos. E isso fez com que seu caminho cruzasse com o do “Maverick” novamente.

Podemos concluir que esse é um dos dois elos entre os dois filmes, sendo o outro a amizade com o personagem Tom “Iceman” Kazansky (Val Kilmer). O que era um duelo para se tornar Top Gun no filme original, se transformou em respeito, além de “Iceman” salvar o “Maverick” muitas vezes de suas confusões.

O restante do filme é focado em mostrar que o personagem Pete “Maverick” Mitchell teve muitas experiências e histórias nessas décadas e isso envolveu na sua escolha de se manter solteiro, já limando qualquer participação da personagem Charlotte “Charlie” Blackwood por aqui.

Tom Cruise plays Capt. Pete “Maverick” Mitchell in Top Gun: Maverick from Paramount Pictures, Skydance and Jerry Bruckheimer Films.

Mas o filme é bom?

Isso eu posso garantir que sim. Quando disse lá no começo que este filme está mais próximo de Cobra Kai do que outras tentativas de trazer franquias do passado, eu reafirmo aqui que o diretor Joseph Kosinski conseguiu respeitar o máximo possível do filme original do Tony Scott. Trazendo a mesma atmosfera, trilha sonora, porém atualizando as cenas de ação e criando cenas espetaculares de voos com as aeronaves.

Além disso, trabalhando a questão de “legado”, o filme Top Gun: Maverick trabalha com repetição de fatos e situações com novos personagens o que faz o personagem “Maverick” ficar intrigado e fazendo o papel do público de entender as referências ao primeiro filme.

Da música na cena do bar, a cena de casal romântico e até mesmo embate de dois amigos pilotos, Top Gun: Maverick homenageia com maestria o filme original. Não sendo um remake, reboot ou mera continuação, mas respeitando e melhorando o que havia no filme original.

Devo confessar que por mais que gosto do filme de 1986, eu achava as cenas de ação confusas talvez por limitações na época. Isso não tira o brilho do original, mas quando comparado com o novo filme e vendo tudo que eles conseguiram, trazendo cenas espetaculares de combate, você fica impressionado como a tecnologia evoluiu e contribuiu aqui.

Sem brincadeira, as cenas de treino do “Maverick” seguida da missão na reta final, conseguem e muito trazer a imersão para você entrar no filme. Sendo recomendável que você assista no cinema, de preferência num Imax para sentir o que esse filme é capaz. Desde Ford vs Ferrari, eu não tinha este tipo de sensação. Estão de parabéns pelos efeitos visuais e efeitos sonoros que este filme possui.

Sobre a música da Lady Gaga, ela toca nos créditos do filme e destoa um pouco do restante, porém funciona. Devo combinar que quando toca “Danger Zone” do Kenny Loggins (do filme original), acaba empolgando muito mais que a música “Hold My Hand” da Lady Gaga. Só que isso é a nostalgia contando ao seu favor e além disso, o compositor Harold Faltermeyer que também trabalhou no filme original, está de volta, o que reforça ainda mais a nostalgia em cena nos primeiros minutos em cena.

Se você assistiu o filme original, vai entender as nuances de Top Gun: Maverick. Caso nunca tenha visto o primeiro filme, você mesmo assim irá ver uma excelente história em cena. Então independente do que for, este é um filme que precisa ser visto no cinema.

Top Gun: Maverick

Dirigido: Joseph Kosinski

Roteiro: Ehren Kruger, Eric Warren Singer e Christopher McQuarrie

História: Peter Craig, Justin Marks
Baseado nos personagens de Jim Cash e Jack Epps Jr.

Produzido por: Jerry Bruckheimer, Tom Cruise, Christopher McQuarrie e David Ellison

Elenco: Tom Cruise, Miles Teller
Jennifer Connelly, Jon Hamm
Glen Powell, Lewis Pullman, Ed Harris
Val Kilmer

Distribuição: Paramount Pictures

Nota: 9,5/10

Agradecimentos ao Sergio Sampaio, 88 Milhas e a Paramount Pictures pela cabine do filme.

Amor e Outros Dramas está disponível na Netflix!

A Netflix estreou nesse sábado a série “Amor e Outros Dramas” que terá atualizações semanais. Seguindo padrão de outros kdramas originais da plataforma, a série está sendo lançada dublada e legendada em português brasileiro.

Amor e Outros Dramas

Sobre a história

O amor é agridoce e a vida é cheia de altos e baixos. Estas são as histórias das pessoas que vivem e trabalham na agitada ilha de Jeju.

Lee Dong-Seok ( Lee Byung-Hun ) nasceu em uma pequena vila na ilha de Jeju. Ele agora vende coisas de seu caminhão na ilha. Ele não é um homem sofisticado. Lee Dong-Seok então se envolve com Min Seon-A ( Shin Min-A ), que acabou de se mudar para Jeju. Ela tem sua própria história que ninguém conhece.

Choi Han-Su ( Cha Seung-Won ) nasceu e foi criado na ilha de Jeju, mas se mudou para o continente. Ele agora voltou para sua cidade natal. Ele é um homem perfeito da cidade. Ele conhece seu primeiro amor Jung Eun-Hui ( Lee Jung-Eun ). Ela administra uma loja de pesca na ilha. Ela é amiga de Ko Mi-Ran ( Uhm Jung-Hwa ). Ko Mi-Ran voltou para sua cidade natal em Jeju, porque se cansou da vida difícil da cidade.

Lee Yeong-Ok ( Han Ji-Min ), que se mudou para a ilha de Jeju, tem sido uma haenyeo (mergulhadora) no ano passado. Ela é uma pessoa brilhante, mas muitos rumores a seguem. Ela conhece Park Jeong-Jun ( Kim Woo-Bin ), que é um capitão de barco de pesca. Ele é um homem de coração caloroso e está procurando uma mulher que não saia de Jeju. Ele se apaixona por Lee Yeong-Ok.

Amor e outros dramas

Nome original: 우리들의 블루스

Diretor: Kim Kyu-Tae

Roteirista: No Hee-Kyung

Emissora original: tvN / Netflix

Episódios: 20

Exibição original: 9 de abril – 12 de Junho 12, 2022

Estreia no Brasil: 21 de maio

Idioma original: Coreano

País: Coreia do Sul

Filme de Tico e Teco: Defensores da Lei disponível hoje no Disney+!

A Disney disponibilizou hoje a produção Tico e Teco: Defensores da Lei com John Mulaney e Andy Samberg que continua as aventuras dos personagens Tico e Teco, depois de 30 anos da série Defensores da Lei.

O filme tem diversas aparições especiais que vão muito além dos personagens da Disney, então vale a pena ficar atento enquanto assiste o filme na plataforma.

A História

De volta após 30 anos, “Tico e Teco Defensores da Lei” mostra os antigos astros da Disney na Los Angeles dos dias atuais. Nessa comédia de ação que mistura live-action com animação, o Tico e o Teco estão vivendo entre animações e humanos em Los Angeles, mas suas vidas são bem diferentes agora. Já faz décadas que a série de sucesso deles foi cancelada, e o Tico (dublado por John Mulaney) cedeu a uma vida de domesticidade suburbana como um vendedor de seguros. O Teco (dublado por Andy Sandberg), por outro lado, fez cirurgia computadorizada e aposta na nostalgia na tentativa de reviver seus dias de glória. Quando um antigo membro do elenco desaparece misteriosamente, o Tico e o Teco precisam recuperar a amizade perdida e assumir suas personas de Defensores da Lei mais uma vez para salvar seu amigo.