Pra galera que está ansiosa pelo Mortal Kombat X e tem um Playstation 3 ou 4, vale nota que hoje o A NetherRealm Studios se junta a PlayStation para dar aquela espiada básica no novo jogo.
Entre na Guerra civil, e conheça seus novos personagens, como Cassie Cage, filha de Johnny Cage e Sonya Blade, entre tantos outros rostos.
Quando será?
Hoje, segunda-feira, dia 6 de Abril, às 20:00 horário de Brasília.
E como assiste?
Pelo Twitch Twitch.tv/playstationlatam
Quem estará no video?
Tyler Lansdown, Community Specialist de Mortal Kombat X da NetherRealm Studios, jogará com a equipe de PlayStation.
E o que mais?
Consumidores também terão a chance de ganhar vários prêmios.
O JWave dessa semana irá falar do filme sobre a vida do matemático Alan Turing lançado em 2014 e que ainda se encontra em exibição nos cinemas brasileiros.
Falaremos da lei conta obscenidades que abalava os homossexuais, feminismo e o que isso fez com que Alan Turing de herói se tornasse um grande mistério não reconhecido pelo governo britânico.
Alan Turing só foi reconhecido pelos britânicos pelos seus atos em 2013, depois de 50 anos de seu suicídio.
Juba e Sasuke RK irão debater e falar tudo sobre esse filme, revelando que nosso JWave não é só humor.
No JWave #227: O Jogo da Imitação Benedict Cumberbatch Keira Knightley Matthew Goode Mark Strong Charles Dance Allen Leech Matthew bard Rory Kinnear Nora Grossman Ido Ostrowsky Teddy Schwarzman Morten Tyldum Black Bear Pictures Bristol Automotive
O tão esperando Bloodborne até que enfim está entre nós!
O famigerado Project Beast da Sony, um jogo que chamou minha atenção desde sua primeira aparição mas que me deixou um pouco receoso ao saber que seria mais um jogo da “serie Soul” pois não sou tão fã da série por motivos que falarei mais a frente, mas pelo jeito trocar almas por sangue foi um ótimo negócio para todos.
O que é?
Bloodborne é um jogo do mesmo criado e produtor da série Soul, Dark Souls e Demons Souls, jogo que criaram praticamente um estilo próprio de RPG/ação que já foi até seguidos por outros jogos como Lord of the Fallen, aqui temos a From Software de volta a fazer um jogo exclusivo para a plataforma Playstation, digo mais, a refazer o que ela mesmo crio pois o jogo não apenas uma continuação com um novo nome mas sim uma evolução e adaptação da formula original, uma passo a mais para chegar a perfeição.
Aliás não posso falar da série Souls e Bloodborne sem mencionar pelo que ela é mais conhecida, e ao meu ver o mais polêmico, a famosa dificuldade. Sempre discuto dizendo que o jogo não é difícil pelo contrário, estaria mais para fácil-médio pois o jogo pede apenas que você não cometa erros na execução dos comandos mas não requer tanto treino desses comandos (vide Ninja Gaiden, esse sim um jogo hardcore), além disso certas build e classes ao serem jogadas deixam o jogo bem mais fácil.
O jogo sim é muito punitivo além de não informar, de proposito, o jogador sobre muitas coisas para que o mesmo descubra, experimente e ai aprenda na porrada, literalmente, por si mesmo. O que causa um sensação de nostalgia por lembrar jogos mais antigos, os quais não tinha a mesma preocupação de ensinar o jogador a jogar. Mas verdade seja dita: essa punição é o grande charme do jogo. Um exemplo é o sistema de eco de sangue (o equivalente as almas da serie Souls) que ao morrer você perde tudo, podendo recuperar se voltar ao lugar que deixou cair mas se morre de novo tudo é perdido. Isso é genial e causa um medo e um adrenalina maravilhosa ao jogar que não encontramos em jogo modernos (até porque hoje a tendência dos desenvolvedores é prender o jogador deixando ele feliz com suas conquistas, vide God of War e Call of Duty).
História
Aqui sempre foi o ponto fraco da série, que continua meio confuso e depende muito do jogador ir atrás do que o jogo apresenta para ele. Aliás, o que nesse jogo é entregue facilmente a você mero jogador? Por isso não vejo a história como um defeito, é apenas a escolha do desenvolvedores, a filosofia da arte dele vamos dizer. Mas sinto que a cada jogo novo eles vem acertando isso para não ser muito obscuro e acabar fazendo o efeito inverso e desestimular o jogador a descobrir, até porque quest de história importante dão bons item e troféus valioso.
Gameplay
Aqui já foi o ponto que mais me afastou da série anteriormente mas que em Bloodborne me sugou por completo. A jogabilidade está muito mais fluida, sem se sentir o Rambo como é em God Of War e DMC, ela tem o seu peso em cada arma e cada escolha sua de atacar, esquivar ou tentar um counter mas sem precisar de treino para acertar o timing com janelas curtas no meio de horda de inimigos, como em Ninja Gaiden. Aqui também não é exigido o grind, apenas a habilidade do jogador e pede que você saiba o que está enfrentando e usar os seus recursos de uma maneira inteligente e eficiente até porque como já disse, qualquer erro é punido severamente, o que deixa você muito feliz pelos seus acertos. Se você, como eu, não curtia a jogabilidade pesada de Souls, fique tranquilo pois agora o foco está em esquivar e atacar sempre que possível mas sem apertar botões inconscientemente. Uma harmonia muito gostosa de RPG com jogo de ação, como em DMC, com um toque de jogo de survival horror que nem os últimos Resident Evil conseguiram me deixar tão ligado enquanto jogava para não ser emboscado pelo inimigos ou cair num buraco.
Gráficos
Gráfico escuro com uma arte que lembra a Era Vitoriana com zumbis e monstros que dá um ótimo clima ao jogo porem o frame rate flutua um pouco entre 30 e 25 frames por segundo. O que não chega a atrapalhar até porque a adrenalina e a atenção exigida na jogabilidade te prende muito.
Som
A música faz a sua parte mas não me cativa como em outro JRPG porem não percebi nenhum. O som dos bichos e cenários deixa você no clima, inclusive no headset da SONY que simula 7.1 canais, fazendo você se sentir dentro do jogo rodeado por esse clima de terror e tensão.
Considerações finais
Como já falei muito do jogo o que me sobra a dizer aqui são o segundo defeito do jogo: loading time, realmente estão grandes mas tirando isso e os FPS o jogo está muito bom no que se propôs a fazer além das mudanças da jogabilidade que me chamaram a atenção, mesmo com menos opções de armas, magias, etc o jogo recompensa com uma jogabilidade profunda e com muito segredos e até novidades como as mecânica das masmorras uma pena que não consegui testar o multiplayer direito e preferia um sistema com convites e coisa mas convenções, mas pelo jeito a produtora ainda aposta em ideias mais exóticas que ao meu ver nem sempre trazer a melhor experiência ao jogador.
Nesta edição irei falar sobre o esperadíssimo mangáAoharaido, o mais recente lançamento da Editora Panini.
Agradeço a Panini que gentilmente cedeu o mangá para esta análise.
História
Futaba Yoshioka é uma garota que quer dar um novo rumo a sua vida. No ginásio, Yoshioka não tinha nenhuma amiga porque muitos garotos gostavam dela. No entanto, o único por quem ela era apaixonada, Kou Tanaka, afastou-se dela antes que ela pudesse confessar seus sentimentos. Agora no colegial, Yoshioka está determinada a ser indelicada e grossa com os garotos para que suas novas amigas não sintam ciúmes dela. Ela estava feliz com sua vida, até reencontrar com Kou, que agora usa o nome Kou Mabuchi. Ele diz que também era apaixonado por ela naquela época porém que agora ele não sente nada por ela.
Formato
O formato é o padrão da editora, o 13,7 x 20 cm. O mangá não tem páginas coloridas mas contém impressão nas capas internas. Eu procurei em todos os lugares e não achei informação mas achei a capa diferente, com um material um pouco mais rígido e mais brilhante que o usual. Como não achei nada sobre, pode ser realmente apenas impressão mas ficou muito bonito.
Tradução e Adaptação
A tradução do mangá ficou a cargo da Drik Sada. Como já é padrão da editora, possui honoríficos e termos em japonês. O que causa uma certa despadronização com alguns termos. Um problema de se manter termos em japonês é o ruído que ele causa para os não falantes da língua que estão lendo a obra. Além disso, tal opção editorial causa alguns problemas. Por exemplo: chamar o professor de Joeicilei-sensei para mais a frente referir-se a ele como professor. Se vai chama-lo de professor, porque utilizar o termo em japonês? No glossário está lá “sensei: do japonês, professor, mestre” ou seja, o leitor entenderá que sensei é professor. Sendo assim, era necessário utilizar o termo em português? E se fosse utilizar o termo em português, porque utilizar sensei? Enfim, algo que me incomodou. Passou um pequeno errinho em um dos free talks da autora, ao ficou como verde quando na verdade é azul.
Outras Considerações
Agora vou falar sobre um tema que foi polemico há algum tempo: qualidade do papel. Teve um tempo que o pessoal ficou exaltado pedindo, quase exigindo, que os mangás no Brasil tivessem um papel melhor. O pessoal xingou muito no Twitter, fez vídeo, piquete…e a coisa começou a mudar, menos para a Panini. É inadmissível um mangá custar R$12,90 e ainda ter páginas transparentes de tão fina. As demais editoras brasileiras foram questionadas quanto ao papel que utilizavam, o mesmo deve ser feito com a Panini.
Capa
Quarta capa
Lombada
Considerações Finais
Eu estava ansiosíssimo para o lançamento de Aoharaido e de certa forma fiquei frustrado. O mangá tem uma excelente tradução da sempre competente Drik Sada porem o fato de misturar termos em japonês com seus correspondentes em português é algo que me incomoda, tanto como leitor quanto como tradutor. Somado ao fato do mangá estar com um preço alto para o que oferece, a nota para a edição nacional de Aoharaido é…
O JWave participou do podcast do seu parceiro Não deixe o JPop morrer.
O Não deixe o JPop morrer é um site voltado principalmente à musica japonesa mas aborda a cultura pop vez ou outra.
O Sasuke participou de dois episódios. O primeiro é sobre o porquê de não se ter mais animes e tokusatsu na TV brasileira.
O segundo fala sobre a venda de CD’s usados no Japão, a disputa entre idols no ranking de vendas da Oricon e o clipe de Beginner, do AKB48, que foi tirado do ar na época de seu lançamento.
O JWave dessa semana revisita o clássico da Disney de 1950, Cinderella, como também sua releitura em 2015.
Estamos falando de um clássico dos estúdios Walt Disney produzido depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Uma animação que foi o retorno das “princesas” e também pontapé inicial do estúdio depois que o mesmo ficou bons anos produzindo animações para soldados, como também auxiliando a países a apoiar os americanos.
Cinderella é um conto que tem mais de 3 mil anos e que ganhou versões no mundo todo, tanto na Ásia, Europa e na América, levando a ser estudado que seus personagens são arquétipos de uma sociedade, por isso tantas semelhanças em suas versões pelo mundo.
Camila, Calliban e Juba se reúnem para falar tudo da versão da Disney de 1950 e pincelar sobre sua versão em 2015.
No JWave #226: Cinderella Walt Disney Você já foi a Bahia? A Pequena Sereia Frozen Branca de Neve Bela Adormecida Cate Blanchett Lily James Richard Madden Stellan Skarsgård Holliday Grainger Derek Jacobi Helena Bonham Carter
Um modelo vivo, um colegial estudioso e um garoto que odeia estrelas. O que eles têm em comum? Todos eles são protagonistas de belas histórias de amor entre rapazes, contadas na coletânea Croquis, um dos lançamentos de março da editora New Pop. São quatro contos, dos quais vamos contar um pouco nesta JMangá.
Agradecimentos especiais à NewPOP, que nos cedeu o exemplar para análise!
Croquis, história de capa dividida em quatro partes, fala sobre o belo adolescente Nagi Sassahara. Ele faz vários bicos para juntar dinheiro pois tem um sonho: fazer uma cirurgia de implante de seios, pois acredita que se não ficar mais parecido com uma garota nunca será aceito por um homem. Um dia, começa a reparar no estudante de artes Shinji Kaji, um belo homem de 21 anos que o convida para ser seu modelo vivo particular e, a partir daí, começa o dilema de Nagi: será que Kaji é capaz de aceitá-lo como ele realmente é ou realmente não existe chance de dois homens viverem uma história de amor sem que, para isso, seja necessária alguma mudança em seu corpo?
O segundo conto do volume é “Do Meu Primeiro Amor”, que tem como protagonista Tori. Ele é um colegial estudioso e calmo, que adora ler livros. Um dia, na biblioteca, é abordado pelo elétrico Kamota, um dos alunos mais populares do colégio e que, por incrível que pareça, tem o mesmo gosto literário que ele. Os dois tornam-se melhores amigos até o dia da viagem de verão do colegial. Tori vê algo inesperado e descobre algo sobre si mesmo, que parecia ignorar e que marca seu oúltimo verão como colegial de forma permanente.
“Um Desejo para a Estrela” é uma história curta e divertida tendo como protagonista o espevitado Sei Mayama. Um garoto que odeia estrelas mas está sempre dando expediente no clube de Astronomia do colégio por causa de seu amigo de infância e presidente do clube, Daiki. Sei irrita os membros do clube diariamente porque não cansa de repetir que odeia as estrelas, mas essa implicância tem raízes na sua infância e o relacionamento com Daiki.
A última história é “Do Meu Primeiro Amor II”, a segunda parte da história de Tori e Kamota, porem do ponto de vista de Kamota. O que esclarece muitos pontos que ficaram um pouco no ar na primeira parte.
O mangá tem um traço bonito porém irregular, parecendo estar em constante mutação e aprimoramento. Se tem algo que devo destacar como ponto negativo na edição brasileira seria a quantidade de errinhos de digitação, que pode ser resolvido com uma revisão mais apurada. Mesmo com estes erros, devo dizer que estão melhorando bastante, pelo bem dos leitores.
Em suma, todas as histórias falam da pureza daquele amor que a gente só sente quando é adolescente. Todos os garotos são personagens carismáticos, tentando se encaixar num todo e entender sua orientação sexual, diferente da dos demais. São contos muito leves, bonitos e que nos fazem pensar que somos invencíveis quando o amor toma conta da gente. Recomendado para quem curte histórias que aquecem o coração.
O JWave Indica está de volta em parceria com a editora JBC e para falar um pouco do novo mangá da editora e também anunciar os vencedores do concurso que daria sete exemplares da primeira edição para os sete ganhadores.
Criado por Nakaba Suzuki e publicado na antologia Shōnen Magazine desde 2012, o mangá é um grande sucesso mundial. Ganhou animê em outubro de 2014 e é um dos grandes títulos mais esperados pelo público brasileiro.
Juba e Buga falam tudo sobre o novo mangá da Editora JBC.
Nesta edição irei falar sobre o mangá The Seven Deadly Sins, o lançamentos da Editora JBC para o mês de março.
Agradeço a JBC que gentilmente enviou o mangá para a analise.
História
O grupo Sete Pecados Capitais era um grupo de cavaleiros que agia na região de Britannia mas foram acusados de assassinar um guerreiro do alto escalão e por conspirar contra o reino de Lyonesse. Dez anos após esse incidente, os paladinos planejam um golpe e ninguém sabe se estão apenas defendendo o reino ou tomando as terras para si. Elizabeth, a terceira princesa do reino, parte à procura dos Sete Pecados Capitais acreditando que eles não são maus e que podem ajudá-la a retomar o reino das mãos dos Paladinos.
Formato
O formato é o padrão da editora, o 13,5 x 20,5 cm, aquele maiorzinho. O mangá não tem páginas coloridas mas contem impressão nas capas internas. Infelizmente a capa é espelhada. O preço ficou em R$12,90.
Tradução e Adaptação
A tradução do mangá ficou a cargo do Edward Kondo e não há nada a ser dito sobre ela, tradução muito competente e fluida. Como é padrão da editora, não possui honoríficos.
Outras Considerações
Um atrativo a parte da edição nacional de The Seven Deadly Sins é a mensagem do autor. Uma atitude que a JBC tomou como diferencial em alguns lançamentos, claro, sempre que possível. A mensagem é muito bonitinha e diz muito sobre o autor, ele me parece ser uma pessoa bem legal. Sabem o que é mais legal? O autor fez uma ilustração exclusiva para a edição brasileira.
Considerações Finais
Mais uma edição muito boa pela Editora JBC de um grande titulo que tem tudo para vender muito bem. Como eu disse anteriormente, o grande atrativo desta edição é a ilustração exclusiva, uma atitude inédita no mercado. Uma boa tradução, um bom papel e uma boa diagramação é o grande diferencial da JBC atualmente. Dito isso, a nota para a edição nacional de The Seven Deadly Sins é…
DmC: Devil May Cry chegou esse mês nas lojas e se por um lado é um recomeço, muito se falava sobre o anúncio de Devil May Cry 4 que também estava sendo trazido pra nova geração, mas que não se tinha muita notícia. E agora falamos no passado, porque a Capcom tem notícias sim desse relançamento e ele tem nome e se chama Devil May Cry 4 Special Edition.
O jogo está sendo desenvolvido para PC, PlayStation 4 e Xbox One e estará sendo lançado digitalmente no terceiro trimestre de 2015.
Mas por que Special Edition?
Você acha mesmo que a Capcom lançaria um jogo de 2008 sem novidades? Estamos falando de mais de 3 milhões de unidades mundialmente e para voltar em cena depois de 6 anos o jogo trás três personagens jogáveis adicionais, o modo Legendary Dark Knight e melhorias de jogabilidade.
Entre os destaques temos a chegada de Vergil, o irmão gêmeo de Dante, que chega ao Devil May Cry 4 Special Edition como um personagem jogável. Lembrando que o personagem chega com visual e movimentos melhorados (pra galera que jogou Devil May Cry 3: Dante’s Awakening Special Edition).
Para os fãs de Trish, a personagem será selecional e poderá jogar as missões de Dante na história principal. Mas essa não é a única personagem feminina, porque Lady também será selecionável e poderá ser escolhida para as missões com Nero. O jogo terá um total de cinco personagens jogáveis, Devil May Cry 4 Special Edition e definitivamente este é o maior elenco de protagonistas de toda a série Devil May Cry até hoje.
Mas o que é o modo Legendary Dark Knight? Trazido primeiramente pra galera que joga no PC, o modo traz jogadores dos consoles agora também serão desafiados a lutar contra hordas de inimigos a cada encontro, oferecendo o desafio supremo para suas habilidades no combate estiloso. Neste modo, aparecem mais inimigos, com mais força e vida, permitindo que os jogadores executem combos mais longos e surpreendentes.
Devil May Cry 4 Special Edition vem com suporte a 1080p de resolução e animação a 60fps do original. Mas as mudanças não acaba por ai e teremos melhorias no ritmo e no balanço do jogo.
O jogo terá também novas roupas e skins que serão compatíveis com as cutscenes, possibilitando um novo visual às cenas que os fãs já conhecem.
E a história?
Conhecemos uma vila chamada Fortuna e lá existe um grupo conhecido chamado por Order of the Sword e eles praticam uma religião misteriosa que louva um demônio guerreiro Sparda, que lutou para proteger os humanos.
Nero, um jovem cavaleiro da Ordem, tem a missão de encontrar Dante, a misteriosa figura que assassinou o líder da Order of the Sword.
Nero logo vai descobrir os motivos da aparição de Dante e a verdade por trás das intenções da Order of the Sword.
A série criada em 1962 para a CBS e ganhou um remake em 1993 produzido pela 20th Century Fox.
Estamos falando da vida do Zé Buscapé, um caipira que ao atirar em um animal acaba descobrindo um poço de petróleo e ficando milionário do dia para a noite. O que fazer quando se está rico? Morar em Beverly Hills.
Juba, Calliban e Stunts conversam e falam tudo desse clássico da Sessão da Tarde.
No JWave #225: A Família Buscapé Rob Schneider Jim Varney Diedrich Bader Erika Eleniak Cloris Leachman Lily Tomlin Lea Thompson Paul Henning Lawrence Konner Mark Rosenthal Jim Fisher Jim Staahl Ian Bryce Penelope Spheeris
One Piece está de volta e dessa vez o jogo chega estreando para Playstation 4, sem esquecer Playstation 3, PSVita e STEAM. Agora o jogo chega com novo trailer para atiçar nossa curiosidade e mostrar um pouco desse mundo dos Piratas do Chapéu de Palha.
O terceiro jogo da série produzido pela Bandai Namco ganha novo trailer com foco no gameplay do One Piece: Pirate Warriors 3. No novo jogo, temos os piratas do Chapéu de Palha precisam se aventurar nos mares perigosos e caóticos da Grand Line para alcançar seus objetivos e lutar para proteger seus preciosos camaradas.
O bicho vai pegar com a ação explosiva em One Piece: Pirate Warriors 3. O jogo será lançada nas Américas para Playstation 4, Playstation 3, Playstation Vita e STEAM no segundo semestre de 2015.