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Frozen 2: Disney lança primeiro trailer!


A Disney Brasil impressionou ao lançar o primeiro trailer da continuação mais esperada de todos os tempos quando se pensa em clássicos da própria Disney. Estamos falando de Frozen que finalmente está recebendo a tão esperada continuação.

Trazendo tensão e seriedade, a nova história promete aventura em lugares bem distantes daqueles que conhecemos no primeiro filme.

Frozen 2 será lançado em janeiro de 2020.

Trailer

Yuragi-sou no Yuuna-san será lançado em março no Brasil!


Yuragi-sou no Yuuna-san #1 é um dos três novos títulos da Panini Comics, sendo os outros são Beastars #1 e My Brother’s Husband #1. Mas esses não são os únicos lançamentos de março da editora, porque ela também lançará Dragon Ball Ultimate, Pokémon Ruby & Sapphire e Radiant.

Mas vamos falar um pouco de Yuragi-sou no Yuuna-san? Kogarashi Fuyuzora é um médium com a mão na massa. Desde o dia em que foi possuído por um espírito maligno, anda atolado em dívidas. Em busca de um quarto barato para alugar, ele acaba indo parar em uma pousada assombrada, a Pousada Yuragi, onde moram apenas garotas. Dentre as moradoras está Yuuna, um fantasma incapaz de avançar para o mundo espiritual. Apesar dos protestos das inquilinas, Kogarashi acaba começando sua nova vida na Pousada Yuragi.

Yuragi-sou no Yuuna-san será bimestral aqui no Brasil e está em andamento no Japão com 17 edições.

Beastars será lançado em março pela Panini Comics!


Panini Comics anunciou três títulos para março e assim teremos o lançamento de Beastars #1, Yuragi-sou no Yuuna-san #1 e My Brother’s Husband #1. Lembrando que no mesmo mês, a Panini Comics também lançará os títulos: Dragon Ball Ultimate, Pokémon Ruby & Sapphire e Radiant.

Mas voltando ao Beastars, o título traz um mundo povoado por animais antropomórficos, herbívoros e carnívoros que vivem juntos. O lobo Legosi, personagem principal da história e membro do clube de teatro da Escola Cherryton, apesar de sua aparência assustadora, tem um coração gentil, mas durante boa parte de sua vida foi objeto de medo e ódio entre os outros animais. Legosi acaba se envolvendo mais com seus colegas de classe, que têm suas próprias inseguranças, e vê sua vida escolar mudar lentamente.

Beastars está atualmente em andamento no Japão, tendo até o momento 11 edições, sendo que no Brasil, ele será publicado bimestralmente.

My Brother’s Husband (Otōto no Otto) será lançado pela Panini Comics!


Ganhando destaque internacional por causa do dorama produzido ano passado, Otōto no Otto é o mais novo título da Panini Comics. Anunciado com outros dois títulos (Beastars #1 e Yuragi-sou no Yuuna-san #1) para o mês de março, o título sairá com seu título internacional que é My Brother’s Husband (O Marido do meu irmão).

Nesse mangá de temática LGBT, conhecemos os personagens Yaichi, Kana e Mike. Há 10 anos o Ryōji (irmão gêmeo de Yaichi) se mudou para o Canadá e se casou com Mike. Só que nem sempre a história acaba no felizes para sempre e assim Ryōji acaba por falecer, o que faz Mike ir ao Japão para conhecer Yaichi e sua filha Kana.

O mangá aborda cotidiano e a estranha relação familiar entre Yaichi e Mike, em que Mike acaba conquistando Kana desde o primeiro minuto. O mangá também tem uma série de informações sobre LGBT, trazendo pesquisas e dados relevantes no Japão (não se sabe se a edição brasileira terá essas mesmas informações).

Em 2018, o mangá foi adaptado em três episódios em live action trazendo Sato Ryuta no papel de Yaichi e o lutador Baruto Kaito interpretando o canadense Mike.

Lançado completo no Japão em 4 edições, My Brother’s Husband será publicado no Brasil em formato que traz dois volumes originais japoneses em um brasileiro, totalizando dois volumes numa periodicidade bimestral.

Dragon Ball Ultimate: Panini Comics confirma formato, preço e periodicidade do mangá!


A Panini Comics via a sua assessoria de imprensa respondeu ao site JBOX sobre o lançamento do título Dragon Ball Ultimate no Brasil. Baseado na mesma edição lançada pela Editora Conrad, essa republicação será lançada em capa dura pela Panini Comics.

Ganhando tratamento de luxo, o mangá terá 14,7 por 21cm, sendo publicado em papel couché fosco 150g. Além disso, o mangá será publicado trimestralmente, tendo um total de 34 volumes.

A primeira edição terá um marcador de páginas de brinde e o preço do título será comercializado por R$ 64,90. O formato e o preço lembram bastante outro lançamento feito pela Editora JBC, que foi o título Cavaleiros do Zodíaco. Será esse um novo padrão para títulos clássicos no Brasil? O tempo e o mercado dirão isso nos próximos meses.

Bandai Namco e Toei ganharam 1 bilhão de dólares com Dragon Ball em 2018!


Tem gente que se pergunta por que Dragon Ball continua ganhando novas histórias enquanto outras histórias de sucesso não tiveram a mesma sorte. A resposta veio com relatório fiscal de abril de 2018 a março de 2019, em que foi revelado que a franquia Dragon Ball gerou 1 bilhão de dólares.

Para ter uma noção o quão abissal é o faturamento em torno da franquia Dragon Ball, a série no último trimestre do ano passado gerou 293 milhões de dólares. Tal movimentação financeira é maior que juntando One Piece, Naruto e Gundam no mesmo período. A Toei em compensação, acabou tendo 49 milhões de dólares, sendo proporcionalmente um terço de seu faturamento.

Mas os números continuam impressionantes, quando se olha de janeiro a dezembro do ano passado e se confirma que a Bandai Namco teria um ganho de 1 bilhão e 100 milhões de dólares com a série. Já a Toei Animation no mesmo período teve os também impressionantes 171 milhões de dólares com a franquia.

Vale ressaltar que a Toei não mediu esforços com a série Dragon Ball Super e o filme Dragon Ball Super: Brolly, enquanto a Bandai Namco teve o jogo Dragon Ball FighterZ, além de Season Pass do jogo Dragon Ball Xenoverse 2.

Fonte: Otaku PT

Aladdin ganha seu primeiro trailer!


A Disney está divulgando o primeiro trailer do live action do Aladdin. Depois de uma polêmica sobre o visual do gênio, agora vemos o Will Smith devidamente caracterizado igual a animação original, mostrando uma fidelidade a ideia original.

Seguindo caminho de outras animações sendo adaptadas em live action, a Disney atualmente está produzindo Aladdin, Dumbo e Mulan em live action. Todas elas, seguem o caminho de obras como Cinderela, Bela e a Fera entre outras.

Aladdin estreia no dia 23 de maio.

Trailer

A História do CD PROJEKT RED

A história do CD Projekt RED é bem impressionante! Um estúdio polonês que aparentemente “não tinha como dar certo”, porém fez o impossível virar possível, e hoje é referência de qualidade com a série de jogos The Witcher, ganhando elogios até do Barack Obama. Essa é daquelas histórias que servem como exemplo para quem não investe em seus sonhos com medo de não dar certo.

O líder do estúdio é Marcin Iwinski, que nos anos 80 era um pré-adolescente apaixonado pelo ZX Spectrum trazido pelo seu pai de uma viagem ao Reino Unido, sendo uma espécie de PC que rodava jogos 8bits em fitas cassetes.

Curiosamente, na época ainda reinava a Guerra Fria, e como a Polônia era uma província socialista da União Soviética, não havia a possibilidade de achar os jogos nas lojas de lá, e era uma enorme burocracia sair do país. A sorte de Iwinski é que seu pai era um documentarista, e portanto podia sair da Polônia a trabalho, e durante suas viagens, comprava os jogos eletrônicos.

A medida que o tempo foi passando, Iwinski foi querendo cada vez mais jogos e seu pai não podia corresponder. O jeito foi adquiri-los através do mercado negro (modo elegante de dizer pirataria), sendo que na época não existiam leis de copyright para protegê-los, sendo uma espécie de “pirataria legalizada” naquele país, onde qualquer autoridade fingia que não existia.

De consumidor a fornecedor, eventualmente Iwinski resolveu entrar no mercado negro, e passou a distribuir jogos do ZX Spectrum ao conseguir contato via carta com um grego que aceitou copiar os lançamentos do videogame. Era uma diferença de duas semanas entre o lançamento do jogo e a chegada as mãos de Iwinski – “Na época fiquei extremamente feliz. Cheguei ao mercado de computadores e ‘da noite para o dia’ era um grande astro. Levava os principais lançamentos antes de todo mundo” – diz em entrevista a Eurogamer.

Com o sucesso, decidiu que ia fazer um curso técnico de computação ao se graduar no que conhecemos por aqui como Ensino Fundamental. Na época ele foi reprovado nos exames, então ele ingressou no curso de Física Matemática, e acabou por conhecer um cara que virou seu melhor amigo, com uma carreira praticamente idêntica a dele, só que vendendo jogos do Atari: Michael Kicinski. Ambos faltavam constantemente as aulas para ficarem jogando, e assim surgiu uma parceria que existe até hoje.

No início dos anos 90 emergiu a revolucionária mídia em CD, que conseguia armazenar uma quantidade de informação equivalente a mais de quatrocentos disquetes, e que também era fácil de clonar.

Alie isso ao fim da Guerra Fria facilitando a importação de produtos, e de quebra ainda não existia legislações contra a pirataria, sendo a “brecha” para registrarem uma micro-empresa em cartório que distribua jogos alternativos. E assim, no ano de 1994 surgiu a CD PROJEKT (Projeto CD), clonando e distribuindo jogos famosos da época. Acontece que ninguém sabia que ambos só tinham dois mil dólares para investir na empresa e que o “escritório” era um quarto cedido por um amigo de ambos.

Cinco anos depois, conseguindo juntar algum dinheiro no mercado pirata, eles acharam melhor seguir o caminho da legalidade, sendo o único modo de entrar no cenário mundial. Com a decisão tomada, a situação se inverteu, e justamente o mercado negro que impulsionou a carreira de ambos, passou a ser o principal inimigo a ser vencido, afinal o pensamento era óbvio: “Como faremos com que o consumidor compre o produto original, se eles podem conseguir um pirata mais barato?”.

Foi aí que veio um dos movimentos mais arriscado da dupla: investir praticamente todo o orçamento da empresa num jogo que estava fazendo sucesso no mundo inteiro: Baldur´s Gate. A movimentação seria equivalente a investir todo o dinheiro em todos os novos jogos da NetBet.

Na época, os dois pagaram a quantia de trinta mil libras (cerca de cem mil reais) a Interplay para poderem distribuir três mil cópias do jogo. Gastaram mais trinta mil libras para contratar dubladores famosos para impulsionar as vendas; traduziram todos os textos para o russo, visto que muitos jogadores não entendiam inglês; incluíram mapa do jogo; CD com a trilha sonora e caixa em material de qualidade. De quebra, Baldur´s Gate foi escolhido por possuir cinco CDs, ficando caro também na pirataria. Desse modo, os piratas vendiam por 15 libras ( cerca de 55 reais ), e a CD Projekt vendia por 30 (cerca de 110 reais).

A estratégia deu certo, e as três mil cópias foram esgotadas três meses antes do lançamento. Na segunda leva licenciaram cinco mil, que em pouco tempo virou sete mil, oito mil, até que eles resolveram arriscar e licenciaram dezoito mil cópias de uma vez.

A quantidade era tanta que eles precisaram adquirir um galpão para comportar todos os jogos. Com o grande sucesso do jogo original, em 2001 a Interplay entrou em contato para ambos distribuírem a sequência: Baldur´s Gate: Dark Alliance. Só que aí veio mais um desafio, pois o jogo era exclusivo para consoles, e na Polônia a distribuição de videogames era praticamente nula. A solução foi entrar num novo território: converter um jogo de console para PC.

Ambos contrataram um jovem chamado Sebastian Zielinski, que anteriormente havia feito uma versão pirata de Return of Wolfenstein, conhecido lá como Mortyr para ajudar na conversão. Logo em seguida contrataram Adam Badowski, um roteirista de filmes para ajudar a escrever textos, e atual líder do estúdio.Enquanto os funcionários da CD Projekt desenvolviam a conversão, a Interplay telefonou rompendo o contrato, motivada por uma crise financeira.

O sentimento de decepção foi inevitável, mas já diria Winston Churchill: “O otimista vê na dificuldade uma oportunidade”, e foi este pensamento que fez a equipe tomar a decisão de modificarem o projeto e produzirem o primeiro jogo inteiramente deles.

Como a audácia sempre fez parte da filosofia da empresa, se inicia mais um projeto ambicioso: fazer um jogo do fenômeno The Witcher, uma série de livros que é considerado “O Senhor dos Anéis polonês”, sendo que seu autor, Andrzej Sapkowski é um ícone nacional, com sua obra adaptada para cinema e TV.

Marcin Iwinski foi se encontrar com Sapkowski pessoalmente para convencê-lo a vender os direitos da obra. Sapkowski não era um homem de negócios, era apenas um escritor, que aparentava não estar muito empolgado com a ideia, mas disse “Faça-me uma oferta”. Iwinski propôs uma quantia não muito alta, mas sendo o que ele podia pagar pelos direitos, e Sapkowski acabou aceitando a quantia. Com o acordo fechado, era hora de começar a produzir o jogo, mas eles não faziam a menor ideia de como começar.

Depois de inúmeras tentativas, a primeira demo do jogo foi finalizada cerca de um ano depois, mas o roteirista Adam Badowski dizia que o jogo estava “uma lata de lixo” e que nenhuma produtora aceitaria. A dupla Iwinski e Kicinski resolveu ir as distribuidoras europeias mesmo assim, mas nenhuma aceitou o projeto.

O stress tomou conta do grupo, e Sebastian Zielinski que além de programador, era o chefe do projeto, pediu demissão. As coisas não estavam nada boas, mas Kicinski resolveu liderar a equipe, e deu uma de “maluco”: resolveu chamar pessoas comuns para trabalharem no projeto, com absolutamente zero de experiência no desenvolvimento de games. A equipe de quinze pessoas se transformou em cem, e todo mundo aprendia tudo dentro dos estúdios “botando a mão na massa” e ouvindo conselhos uns dos outros.

A BioWare, desenvolvedora do Baldur´s Gate que foi um fenômeno na Polônia graças ao CD Projekt, resolveu ajudá-los cedendo a engine Aurora, bastante sofisticada para a época com belos gráficos em 3D e efeitos de luz e sombra. Eles ainda propuseram um estande na E3 caso a demo ficasse numa qualidade desejável utilizando essa engine. Dito e feito, e então o The Witcher foi parar na E3 de 2004.

Por fim, indo contra todas as previsões iniciais, o jogo foi lançado só em 2007, demorando cinco anos para ser produzido, custando vinte milhões de zlotis (cerca de 14 milhões de reais), representando cerca de 110% do orçamento que eles tinham (os 10% vieram de empréstimos que fizeram ao banco). Ficaram literalmente sem um centavo e ainda deveram, somente o sucesso do jogo poderia salvá-los. Ou seja, era tudo ou nada.

A competência do jogo era evidente, tendo uma qualidade técnica visível em todos os segmentos, utilizando elementos de RPG de ação e hack and slash, mas com um estilo bastante original, excelente trilha sonora, longevo, belíssimos gráficos, em suma: bom em tudo. The Witcher foi sucesso de público e crítica, vendendo cerca de dois milhões de cópias, e levando a obra do autor polonês a ser conhecida no mundo inteiro.

Quatro anos depois foi lançado uma sequência, considerada uma enorme evolução em relação ao primeiro, rendendo cerca de cinquenta prêmios para a empresa, vendendo o dobro do original, e ainda ganharam uma declaração pública do presidente norte americano Barack Obama: “Confesso que não sou muito bom em jogos eletrônicos. Mas me contaram que este é um grande exemplo do lugar da Polônia na nova economia global e que é um tributo aos talentos e éticas trabalhistas do povo polonês”. Curiosamente, Obama disse que nunca jogou o jogo.

JWave #413 | Baki the Grappler


[powerpress]

O JWave está de volta e pra falar de Baki the Grappler.

A nova série da Netflix é a terceira temporada de uma antiga série Shonen e o JWave investigou e vai falar sobre.

Dash, Lucas e Daigo Daigreon falam da emoção de ter mais um novo filme no universo do Rocky.

Edição do podcast realizada por Dash (montagem e edição).

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JWave & Projeto X: Votação Animes Mais Legais de 2018

O Projeto X e o JWave estão se unindo mais uma vez para uma pesquisa sobre os animês mais legais de 2018! Assistiu diversos animês produzidos no Japão no ano passado? Então chegou a hora de você ter a voz da decisão e por isso precisamos saber quais foram os animês mais legais de 2018.

Review | Mônica e a Guarda dos Coelhos

Turma da Mônica e videogames pode parecer que não combinam, mas desde seus primeiros jogos em parceria com a Tectoy, a Mônica invadiu uma área inexplorada e que se revelou um sucesso.

Passado 20 anos, a Mad Mimic Interactive está carregando esse novo legado e nem por isso desconsiderou o que veio antes. Nos primeiros minutos de Mônica e a Guarda dos Coelhos, acabamos descobrindo que tudo que veio nos jogos anteriores realmente aconteceu, dando aquela lágrima de alegria no jogador que já tem mais de 30 anos nas costas.

Só que antes de falar qualquer coisa desse novo jogo, gostaria de relembrar um pouco o processo de lançamento do jogo com vocês.

Maurício de Souza anuncia novo jogo da Mônica

Criador da Turma da Mônica apareceu segurando um controle de Playstation 4 num teaser sobre o novo jogo da turma. Ninguém sabia como seria, o que seria, mas tiro o chapéu para a forma que o jogo foi anunciado.

E o anúncio se confirmou na forma da parceria com a Mad MimicInteractive e o lançamento do jogo no mesmo, assim a empresa durante 2018 acabou trazendo diversos anúncios, confirmando a jogabilidade, mas em especial a quantidade irreal de personagens no jogo.

Semelhante a empresas de jogos de luta como a Bandai e a Namco, o jogo veio com uma série de anúncios, revelando que traria muito mais do que a Mônica, Cebolinha, Cascão e a Magali. Tivemos Franjinha, Bidu, Horácio, Do Contra e até mesmo o próprio Maurício de Souza entre os personagens confirmados.

Além disso, o jogo esteve disponível no Brasil Game Show 2018 em estande de empresas como Microsoft, permitindo avaliar a jogabilidade e a qualidade da nova produção.

O jogo e o trabalho em equipe

Em tempos de tantos jogos para um jogador, Mônica e a Guarda dos Coelhos é uma boa surpresa multiplayer. Mesmo que possa ser jogado em uma pessoa, a sensação que tenho ao começar a jogar é que seria muito mais divertido em ter amigos ali presente.

Esse tipo de pensamento e filosofia do jogo traduz a essência da Turma da Mônica que funciona por tantas décadas, exatamente por serem uma turma. Então nada melhor do que você trazer a sua turma para jogar Mônica e a Guarda dos Coelhos.

No Heroes Here

É verdade que esse jogo é uma coprodução com Maurício de Sousa Produções, mas Mad MimicInteractive já havia produzido um jogo de sucesso internacional em 2017 que foi o No Heroes Here.

Aqui que vemos que esse novo jogo da Turma da Mônica usa algumas idéias e conceitos criados no jogo anterior, mas totalmente refeitos e contextualizados para a Vila do Limoeiro.

E essa parte acreditamos que deve ter muito influência da parceria com Maurício de Sousa Produções por o roteiro do jogo ter sido feito por eles. E a grande sacada do jogo estaria exatamente aqui, trazendo diálogos e situações que funcionam muito bem pra quem é fã dos personagens.

A História

Mônica acaba encontrando uma estrela que pede a sua ajuda e assim Mônica e sua turma entraram num castelo e terão que defender ele para conseguir seu objetivo.

Assim, você terá que administrar seu tempo para trocar minério em um coelho e usar ele nos canhões para não ter o castelo invadido.

A história é premissa básica e não imaginaria diferente pra proposta que o jogo foi produzido. Funciona e isso que é o interessante do jogo.

A Jogabilidade

Aqui temos um dos pontos positivos do jogo que merecem ser falados e lembrados. Testamos a versão de Playstation 4 e sendo um jogo com jeitão de retrô, imaginávamos que o controle seria “duro” igual antigamente e o controle responde rápido, além de ser macia a jogabilidade, sendo uma enorme surpresa.

Por causa disso, um jogo que tem comandos simples acaba ficando ainda mais divertido e podendo ser jogar por horas a fio.

Tendo quatro mundo, acaba parecendo e tendo a sensação de curto, mas por ser um jogo que se reinventa e ganha a cara da equipe que está jogando, sua jogabilidade varia com a habilidade da equipe, sendo bastante prazeroso jogar com os amigos.

Replay

Por ser um jogo que reúne os amigos, Mônica e a Guarda dos Coelhos acaba sendo um jogo que rende um enorme replay o que acaba sendo bom no custo benefício do jogador.

É um jogo de estratégia e que exige sua inteligência com reflexo imediato, ao mesmo tempo que é um jogo simples para ser jogado quando você não quer pensar muito e apenas jogar.

Mad Mimic Interactive fez um ótimo jogo e torço que não esperemos mais 20 anos para jogar outro jogo da Turma da Mônica nos consoles. Ao mesmo tempo que torço que o próximo jogo puxe mais os outros jogos mais antigos e herde um pouco da série Wonderboy que dá tanta saudade a este jogador aqui.

Nota

8/10

Agradecemos a Mad Mimic por ter enviado a cópia do jogo para Playstation 4. Obrigado por ter gerado horas e mais horas de jogatina!

Mirai, o anime que concorre ao Oscar de animação em 2019

A cultura nipônica tem o dom de se expressar através da animação como provavelmente nenhum outro povo consiga ter. Há uma profundidade nas emoções e uma delicadeza na forma de mostrar tudo isso que é totalmente intrínseca ao povo da terra do sol nascente. Não é a toa que todos os anos, algum longa acabe sendo indicado ao grande prêmio do cinema mundial.

Desta vez não foi diferente, o anime Mirai é um dos fortes indicados ao Oscar de animação de 2019, evento que vai acontecer no próximo dia 24 de fevereiro, em Los Angeles, Estados Unidos. A animação de 2018, com 1h38 minutos de duração, tem feito sucesso nos festivais do gênero em todo o planeta.

O enredo

A história de Mirai gira em torno do garotinho Kun, uma criança tranquila, que vive uma infância feliz e cheia de mimos até a chegada da irmãzinha Mirai. Ele não consegue lidar com sabedoria a perda do protagonismo na família, começando a se retrair em um mundo solitário e totalmente imerso em sua imaginação.

No jardim de sua casa, ele cria um mundo imaginário onde começa a misturar o passado e o futuro, conhece parentes que nem chegou a conviver – sua mãe na infância ou seu bisavô e até mesmo sua irmã no futuro – tudo isso como uma analogia ao seu próprio autoconhecimento.

A abordagem japonesa à vida
Só os japoneses conseguem tratar de temas tão complexos – e ao mesmo tempo comuns – em animações populares. O enredo de seus roteiros são quase sempre baseados em teses psicológicas, além da sabedoria milenar do povo japonês. Talvez por isso acabem agradando a diferentes audiências em todo o mundo.

Existe, na cultura do Japão, um conceito conhecido como Ikigai, que significa a sensação de saber o motivo pelo qual você existe. O porquê de acordar pela manhã, entender os propósitos da vida e como conseguir viver bem durante toda a existência. Este filme trata sobre este assunto sem ser didático ou enfadonho.

Os temas mais profundos e até um pouco tristes são tratados com leveza, muita delicadeza e até um pouco de humor, fazendo com que até crianças se encantem pelas questões. Dificilmente, um anime japonês é indicado apenas para crianças. As referências e as mensagens subliminares embutidas nas histórias fazem com que toda a família seja tocada.

Um fato curioso sobre este filme e sua história. O roteiro se transformou em uma publicação literária. Geralmente é o contrário que costuma acontecer, livros que se tornam filmes. A publicação foi feita em 3 volumes, mas uma conhecida editora japonesa – a Yen Press – prometeu fazer uma grande e luxuosa edição em um único livro, em breve.

Sucesso mundial
O filme já foi lançado em diversos países do mundo – Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, dentre outros – e recebeu bastante atenção no mercado norte americano, após participar de alguns festivais, onde obteve excelentes críticas tanto do júri quanto do público presente.

Chegou a ser premiado no Florida Film Critics Circle Awards (2018) e no Sitges – Catalonian International Film Festival (2018). Dirigido por Mamoru Hosuda e com vozes de Moka Kamishiraishi, Haru Kuroki, Kumiko Aso e Gen Hoshino, ele ainda não tem data de lançamento no Brasil.

Veja o trailer: