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Crítica | X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

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Grande estréia da semana, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido foi produzido pra repetir com X-Men o que Star Trek tanto relutou em fazer… Um reboot. Não exatamente um reboot, mas uma chance de corrigir erros do passado, trazendo viagens no tempo numa saga com os mutantes que começou em 2000.

Estamos falando de uma saga que teve inicio em X-Men: O Filme, seguida por: X-Men 2, X-Men: O Confronto Final, X-Men Origens: Wolverine, X-Men: Primeira Classe e The Wolverine. Dessa lista de filmes, tivemos filmes que preferíamos esquecer e outros que foram oportunidade perfeita para um reinicio a franquia.

Ainda falando de Dias de um Futuro Esquecido, sabíamos que está foi uma “saga” muito importante nos quadrinhos. Publicado em 1981, essa saga teria “inspirado” James Cameron a criar Exterminador do Futuro. Além disso, essa foi uma das histórias mais icônicas nos quadrinhos com Kitty Pride viajando no tempo para evitar um futuro apocalíptico dominado pelos sentinelas. Saga esta que marcou o fim da parceria Chris Claremont e John Byrne em X-Men.

Para os fãs dos desenhos animados, Kitty Pride havia sido substituída pelo Bishop. Numa adaptação livre, Bishop que voltava no tempo para evitar a morte do senador Kelly provocado pela Mistica.

Já os fãs do cinema, sabíamos que o senador Kelly havia sido usado nos dois primeiros filmes, então o roteiro do filme iria para outro caminho.

Seguir outro caminho, muitas vezes significa algo ruim, mas utilizar essa saga, era uma chance perfeita em redefinir X-Men e tornar seus personagens tão importantes hoje, como eles foram em 2000. Estamos falando de uma época que não existia comparações, porque não existia Batman Begins, Marvel Studios, e tudo que veio depois do sucesso dos X-Men. Foi Bryan Singer que tornou filmes de heróis coloridos possíveis, mas o tempo fez que sua visão e sua abordagem tivessem envelhecido mal, talvez por má administração e a zona que fizeram na cronologia nas produções seguintes.

Apresentado isso tudo, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido tinha tudo para ser ruim. Porque pra juntar tudo isso, ainda tínhamos a tentativa de juntar com X-Men: Primeira Classe que por si só era discrepante com as outras produções e poderia ser aceito e interpretado como um reboot.

Pensando nisso tudo, e entrar no cinema com entusiasmo era difícil. Só que tudo mudou e é nisso que esse JWave Cine tentará te passar.

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O Filme

Estamos em 2023, numa época que as máquinas dominaram a Terra. Os sentinelas acabaram com os mutantes e com os humanos que tentaram ajudar a causa mutante. O nível de precisão dos sentinelas eram tão alto que os seres humanos eram analisados a partir do que seu gene poderá passar, assim eliminando qualquer um que poderia ter um filho ou neto mutante.

Nesse futuro, a aventura tem início em Moscou, quando Kitty Pride (Ellen Page), Colossus (Peter Rasputin), Bobby Drake (Shawn Ashmore), Wolverine (Hugh Jackman), Tempestade (Halle Berry), Professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen) e outros mutantes se reúnem com a última chance entre a luta dos humanos e mutantes contra as máquinas.

Descobrimos que Kitty Pride, além do poder de passar por objetos sólidos, ela também tem o poder de enviar mentes para o passado. Ela sempre envia Bishop (Omar Sy) para alguns dias no passado, assim avisando sua própria equipe que tem Sentinelas chegando e prolongando suas vidas nessa batalha.

Vale uma nota aqui, que os sentinelas desse futuro são Nimrod, que se adaptam com a fraqueza daquele mutante. Xavier sabe que essas sentinelas foram criadas a partir das células mutantes da Mística/Raven e que foi devido a um importante fato que aconteceu em 1973.

Pensando nisso, Xavier tem a ideia de se enviar ao passado para impedir um assassinado que desencadeou tudo isso. Aqui no caso, estamos falando da morte de Bolivar Trask (Peter Dinklage) que desencadeou uma série de pesquisas de sua empresa, além da captura da Mística, gerando uma horda de sentinelas que causará esse futuro apocalíptico.

Kitty Pride diz que não pode enviar Xavier a um passado tão distante assim, porque viagem no tempo destrói a alma. Pensando nisso, Wolverine que tem o poder de cura, poderia viajar pelo tempo sem problemas, assim Kitty a mando de Xavier, acaba enviando Wolverine ao passado.

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Um mundo de muito “Boogie-woogie”

Wolverine acorda numa cena digna da Noiva de Kill Bill. Perdido, pelado, num colchão inflável com uma garota que ele nem lembra quem é. Desnorteado, ele só sabe que precisa ir atrás do Xavier e do Magneto para impedir o assassinato do Bolivar Trask e impedir que Mistica caia em mãos erradas.

A partir daí, Logan parte para mansão Xavier, descobrindo um lugar desolado e abandonado, muito aquém ao que ele conheceu. O único aluno que restou foi Hank (Nicholas Hoult) que explica que não existe professor nenhum ali, mas mesmo assim Logan invade a casa e encontra um Xavier bêbado, sem poderes e andando.

Xavier questiona Logan ter vindo do futuro, mas este acaba dando pistas da vida do professor que o intrigam. A partir daí, sabemos que terão que ir atrás do Magneto, preso pelo governo americano por ter assassinado o presidente John F. Kennedy.

Acredite que o filme ainda nem começou, porque nessa busca teremos surpresas boas e outras nem tanto. Temos inclusive surpresas no futuro que possam impedir do Wolverine completar sua missão no passado.

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Opinião

Bato palmas para Bryan Singer ao assistir o filme e concluir que ele conseguiu a difícil missão de unificar a cronologia dos X-Men nos cinemas. O filme não só homenageou a saga original, como suas adaptações, agradando nerds de plantão.

Todo aquele clima brega dos anos 60 em Primeira Classe, que dava um charme na fotografia, figurino e visual dos personagens também marca presença aqui. E convenhamos que nos anos 70, as coisas só melhoram nesse aspecto, trazendo calças boca de sino e o clima “disco” ao filme.

Lógico que nem tudo é perfeito e ainda existem erros injustificados na franquia, como a existência de quatro versões de Stryker , três versões da Kitty Pride e duas da Emma Frost. Só que não incomoda, quando temos uma história boa disposta a consertar tudo isso.

Sabemos como viagens no tempo funcionam e que são chances perfeitas para mudar coisas que não gostamos. Sim, estamos nos referindo a X-Men: O Confronto Final e X-Men Origens: Wolverine, que são odiados até por quem não é fã da franquia.

O filme tem boas surpresas, como Mercúrio (Evan Peters) que rouba a cena e fará que você deseja ver mais filmes com esse personagem. E ele continua sendo filho do Magneto? E a Wanda? São perguntas que só assistindo filme pra você saber.

Agora, X-Men é uma franquia que tem 15 anos de existência no cinema e finalmente tivemos um filme que arrumou a casa e ainda deixou uma bela deixa para sua continuação. Um filme que tinha tudo pra dar errado, por algumas coisas que soam esdrúxulas, como apresentar todos os mutantes possíveis, como também servir de porta de entrada para novo “Quarteto Fantástico” (que não aconteceu) e mostrar uma certa “rixa” entre a Marvel Studios e a Fox com uso dos personagens Mercúrio e Feiticeira Escarlate.

Acima de todos os problemas, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido brilhou e Bryan Singer provou que consegue fazer um filme tão épico, como foi X-Men 2 em 2003.

Na realidade, sendo fã de X-Men, eu sai satisfeito pelo filme trazer tantas coisas boas, ainda referencias obras, como Matrix e apresentar um personagem muito esperado nos cinemas. Sim, estou falando da cena pós-créditos que apresenta o possível novo mal que o X-Men enfrentará em seu próximo filme.

Ele funciona como Star Trek? Não sei avaliar ainda, porque foram feitos de formas diferente, mesmo que utilizando viagens no tempo. O que posso garantir é que quem cresceu com os X-Men, sairá com um grande sorriso no rosto ao sair dos cinemas.

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Patrulha Estelar terá novo filme em dezembro!

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Foi confirmado a data do novo filme da série “Space Battleship Yamato 2199” (remake da famosa Batalha Estelar exibida na extinta Rede Manchete) nos cinemas japoneses em 6 de dezembro.“Space Battleship Yamato 2199: Hoshi-Meguru Hakobune” (O arco do Encouraçado Estrelar) será de responsabilidade de Yutaka Izubuchi, o qual já foi diretor-chefe da série de TV.Outros detalhes como historia e linha do tempo não foram ainda revelados.

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O anúncio foi feito em 21 de Abril na cerimônia de comemoração de 40 anos da série original “Space Battleship Yamato”, a qual estreou em outubro de 1974. O evento aconteceu no Seibu Gallery no Seibu Ikebukuro em Ikebukuro, Toquio, onde teve a “The Space Battleship Yamato 2199 Art Exhibition” desde de 7 de Maio.

Além disso, foi revelado que “Space Battleship Yamato 2199: Tsuioku no Kokai” será mostrado num evento especial em 11 de outubro, o filme é uma compilação da nova serie animada “Yamato 2199” que estreou em abril de 2013.

Os dubladores Takayuki Sugo (a voz do Capitão Juzo Okita), Aya Uchida (Yuria Misaki) e o produtor Shoji Nishizaki compareceram na galeria para este anuncio especial. A exibição de arte contou com uma maquete do encouraçado espacial em escala de 1/100, e também mais de 200 outros itens relacionados a produção da serie.

A série original foi exibida nos anos 80 pela Rede Manchete.

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Site do filme: http://yamato2199.net/

Tradução: Marcos V.M. Soares

Edição: Giuliano Peccilli

Dos parceiros da Anime Anime.jp

TERRAFORMARS: Animê de baratas chega a TV japonesa

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“TERRAFORMARS” é um mangá que está sendo considerado novo “Shingeki no Kyojin” no Japão. É sobre a luta entre pessoas e baratas mutantes, e agora está sendo adaptado em um animê por lá. A data de lançamento não foi divulgada ainda, porem já foi disponibilizado um teaser site.

Escrito por Yu Sasuga e ilustrado por Kenichi Tachibana, o mangá começou a ser publicado na Shueisha Inc.’s na publicação Miracle Jump em 2011 antes de ir para a Weekly Young Jump.

A historia se passa em 2599, durante o estágio final de terraformação (TERRAFORMARS) de Marte, 500 anos antes das baratas e mofo serem mandado da Terra para iniciar o processo de transformação. Porém, quando o time de expedição chega ao planeta, eles são fortemente atacado por baratas mutantes super fortes. Para exterminar esta praga, os humanos encontram um jeito de cirurgicamente dar-lhe super força.

Com uma historia audaciosa e um desenvolvimento inesperado, “TERRAFORMARS” se tornou um hit por lá. Pegando primeiro lugar entre os melhores shounen mangás na “Kono Manga ga Sugoi!” (Esse manga é ótimo! – literalmente) de 2013 um guidebook publicado pela Takarajimasha Inc. Atualmente conta com 8 volumes e já foi impresso numa tiragem de mais de 6 milhões de cópias

Site da animação: http://terraformars.tv/

Tradução: Marcos V.M. Soares

Edição: Giuliano Peccilli

Dos parceiros da Anime Anime.jp

Hyrule Warriors: Jogo será lançado em agosto no Japão!

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Saiu na Famitsu dessa semana novas informações sobre o novo jogo Musou que dessa vez será no mundo de Zelda, Hyrule Warriors:

-Lançamento no Japão em 14 de Agosto
-Preço irá variar de: 7,980 yen, eShop – 6,980, Premium Box Set – 11,664
-Premium set vem com um relógio na forma de Triforce, e um serial codes para dar download em 6 special costumes.
-Terá a versão ‘Treasure Box’ à venda na Amazon e Tecmo Koei’s online store ‘GAMECITY’, porém sem mais detalhes, por enquanto.
-Desenvolvida pela ωForce, Team NINJA, supervisionada por Aonuma.
-História é que Link, um soldado em  treinamento,  precisa ir resgatar a Princesa Zelda da bruxa Shia a qual virou malvada por alguma razão desconhecida.
– Modo de 2 player será jogado com um na tv e outro no gamepad, já no solo player o gamepad servirá como menu.
-Mudar a arma dos personagens dependerá do estilo de jogos dos personagens, como por exemplo: espadas de uma mão são rápidas e machado pesado e fortes.
-Update de arma e melhorias nos personagens
-Estilo de jogo Musou de sempre misturado com a mecânica Z do Zelda, significa que teremos esquivas e ataque a pontos fracos.
-Ataque giratória da serie Zelda estarão no lugar dos especial da serie Musou.
-Bombas estarão no jogo e não apenas para jogar nos inimigos.
-Impa, capitão da  guarda real,aparece como jogável usando uma espada gigante
-Muito outros personagens jogáveis, esperem por surpresas.
-Jogável na E3.
– 70% já feito do jogo.

Beleza Oriental #67

Salve salve amantes da Beleza Oriental!

Estamos de volta para mais uma edição da mais bela disputa da internet.

Vamos as candidatas?

Jenny Chu
Jenny Chu

Cammi Tse
Cammi Tse

Natalie Chanary
Natalie Chanary

Dannie Riel
Dannie Riel

Kaire Chu
Kaire Chu

 

Como todos sabem, todas as garotas nesta postagem possuem o “Selo Stunts de Aprovação”.
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Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário chega em junho no Japão

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Cavaleiros do Zodiaco está chegando aos cinemas em junho no Japão e em setembro no Brasil. Diferente das outras animações, o novo filme de Seiya e seus amigos é em CG e uma adaptação da famosa saga as 12 casas.

Toei Animation anunciou filme pela primeira vez em fevereiro de 2011, mas nada se sabia sobre o visual dos personagens. O anuncio na época nem dizia se o filme seria totalmente em CG ou não. Ano passado, porém as imagens divulgadas ora mostraram que se tratava de uma animaçao 3D.

O novo filme seguirá a saga mais popular do mangá que é a lendária “12 casas”. Seiya e os bravos cavaleiros de bronze enfretarão os cavaleiro de ouro para proteger Athena.

Kurumada trabalha como produtor executivo no filme, enquanto Keiichi Sato será o diretor do filme, ele havia trabalhado anteriomente em “Tiger and Bunny” e “Black Butler”. Tomohiro Suzuki será o responsável pelo roteiro.

Cavaleiros do Zodíaco foi publicado originalmente de 1985 a 1990 pela Shueisha Inc na antologia Shonen Jump, vendendo ao todo 34, 4 milhões de cópias no mundo inteiro.

No Brasil, o animê foi exibido nos anos 90 pela Rede Manchete, sendo reprisado (e redublado) anos mais tarde na Cartoon Network e na Bandeirantes. O mangá foi publicado no começo de 2000s pela editora Conrad, sendo republicado atualmente pela editora JBC.

Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário será exibido no Brasil no dia 23 de setembro nos cinemas pela Diamond Films.

Siteoficial: http://saintseiya2014.com

Texto dos parceiros Anime Anime.jp

Traduzido por: Marcos V.M. Soares

Editado por: Giuliano Peccilli

Music Bank Brasil: Começa a venda de ingressos para o festival!

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O maior festival de música pop coreana está em contagem regressiva no Brasil, mas ainda não sabíamos quanto custaria e nem quando começaria as vendas, mas agora novas informações sobre a edição brasileira do Music Bank. Para alegria da nação brasileira, a venda dos ingressos começaram nessa quinta-feira (dia 15 de maio), para o show do dia 7 de junho que será realizado no HSBC Arena, no Rio de Janeiro.

Quanto custa?

Primeiramente, começamos pelo preço, assim as entradas do festival custam entre R$600 e R$100 (incluindo meia-entrada).

Vale frisar que entre os dias 15 e 16 de maio, aconteceu a pré-venda exclusiva para clientes HSBC, membros de fã-clube e fidelidade da produtora Mix Jukebox, poderão comprar ingressos com 25% desconto. Assim, no dia 17 de maio, às 12h, começou a venda para o público geral.

Os ingressos poderão ser adquiridos pela internet, no site Ingresso Rápido; ou pelo telefone 4003-1212 e também nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.

A edição nacional do Music Bank terá um time integrado por sete dos maiores nomes da música coreana: SHINee, B.A.P, MBLAQ, INFINITE, CNBLUE, M.I.B e Ailee. Os artistas terão um encontro marcado com o público brasileiro, em uma apresentação única que entrará para a história do k-pop.

Mas o que é o Music Bank Brasil?

Exibido pela TV coreana, a KBS, o Music Bank é um dos programas musicais mais populares da Coreia do Sul.

Music Bank (ao estilo Globo de Ouro da Rede Globo) reúne semanalmente artistas para apresentações e para a premiação do grupo ou cantor mais popular da semana.

Em 2012, a KBS optou expandir a marca Music Bank e realizou uma turnê mundial com vários ídolos da música pop sul-coreana. O festival consiste em levar os principais nomes do k-pop para diferentes países. O show é gravado e transmitido na Coréia do Sul e para mais de 114 países, no mesmo formato do programa semanal. Além de gravar o programa, a turnê é uma chance única em se levar um festival de k-pop para os países onde a música coreana está ganhando cada vez mais força.

Além de apresentarem seus sucessos, os artistas sempre buscam homenagear a cultura do país em que visitam. O que os artistas estão preparando para o público brasileiro?

A turnê já passou pelo Japão, França, Hong Kong, Chile, Indonésia e Turquia, agora chegando ao Brasil em clima de Copa do Mundo.

O Brasil será o palco e o campo do maior evento esportivo do mundo e com os holofotes todos mirados para cá, a KBS optou também trazer o Music Bank ao Rio de Janeiro.

O grande festival de k-pop chega em sua contagem regressiva, sendo realizado no Rio de Janeiro, no dia 7 de junho às 19 horas. Lembrando que os portões do HSBC Arena serão abertos às 17 horas.

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Onde: HSBC Arena (Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ)

Capacidade: 15 mil pessoas

Atrações: SHINee, B.A.P, MBLAQ, INFINITE, CNBLUE, M.I.B e Ailee

Classificação: Até 13 anos: acompanhados de pais ou responsáveis. A partir de 14 anos: desacompanhados.

Produção: KBS, Music Bank World Tour, Dreammaker Entertainment, Mix Jukebox Comunicação e Eventos e Noix Producciones

Patrocínio: Hyundai Motor

Pré-venda: clientes HSBC, membros de fã-clubes oficias e fidelidade Mix Jukebox

Início das vendas: 15/05 (pré-venda) e 17/05 (público em geral)

Ingressos:

– Premier: R$600 (inteira) / R$300 (meia-entrada)
– Nível 1: R$550 (inteira) / R$275 (meia-entrada)
– Nível 3 Central: R$420 (inteira) / R$210 (meia-entrada)
– Nível 3 Lateral: R$300 (inteira) / R$150 (meia-entrada)
– Nível 3 Parcial: R$200 (inteira) / R$100 (meia-entrada)

Onde comprar: Pela internet, pelo telefone 4003-1212 e nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.

JWave #175 | Godzilla (2014)

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Criado em 1954 pela Toho, Godzilla, ou melhor dizendo, Gojira é um ícone do cinema japonês. Fazem 60 anos que esse monstro está destruindo e salvando a população mundial.

Desses 60 anos, Godzilla lutou contra tudo e a todos. Seja outros monstros populares como King Kong, passando por versões robóticas, como Mecha Godzilla.

Em 2014, o monstro ganhou uma nova chance e dessa vez homenageando seu legado japoneses.

Juba, Sasuke, Calliban, NerdMaster (ParaNerdia) e Tiago, o Tigre (Tigre no Cinema) se reúnem para falar de Godzilla. Da mitologia ao novo filme, iremos destrinchar tudo sobre o Godzilla.

Vai perder essa?

PARTICIPANTES





TEMA
Godzilla
Gojira
Mothra
Rodan
Anguirus
Minilla
Baragon
Ishirô Honda
Eiji Tsuburaya
Gareth Edwards
Aaron Taylor-Johnson
Bryan Cranston
Elizabeth Olsen
Ken Watanabe
Juliette Binoche
David Strathairn
Sally Hawkins
Alexandre Desplat
Legendary Pictures
Warner Bros.
Toho
INDICAÇÃO
Godzilla – Blu-ray
Godzilla 2000 Millennium – S.H. Monster Arts

ITUNES


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Crítica | Godzilla (2014)

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Em 2014 o Godzilla comemora 60 anos no Japão e também marca o retorno do personagem aos cinemas. Não pela produtora japonesa, Toho, mas pela Warner Pictures e Legendary Pictures.

Para os mais novos, Godzilla talvez só remeta ao filme de 1998 da Sony, a primeira produção 100% americana realizada pelo diretor Roland Emmerich (mais conhecido por Independence Day).

Desde então, ficaríamos 16 anos sem um filme do monstro no ocidente. Os japoneses acabaram se despedindo do Godzilla em 2004 com Godzilla Final Wars, que foi uma homenagem a série de duelos que o monstro teve nos cinemas.

Será que esse novo filme chegaria tão perto do que o Godzilla sempre foi pros japoneses? Será que Godzilla seria melhor que Círculo de Fogo? (lançado ano passado em homenagem aos grandes animês dos anos 70 de robô gigante pelo Guillermo del Toro)

É isso que o JWave irá te responder. A convite da Warner Pictures, assistimos Godzilla (2014) e falaremos tudo sobre o filme e o monstro.

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O Filme

Indo direto ao ponto desde o primeiro segundo, o filme começa com cenas do período da Segunda Guerra Mundial, mostrando que todos não só sabiam da existência de um monstro gigante como também estavam tentando controla-lo por meio de testes nucleares

Depois disso, o filme já vai para 1999, quando uma obra nas Filipinas acaba tendo um grande acidente que matou 40 operários que foram engolidos por uma enorme cratera. Assim somos apresentados ao personagem Dr. Ichiro Serizawa (interpretado pelo Ken Watanabe) que está de olho no gigantesco fóssil revelado pela cratera. Além disso, somos informados que foram encontrados junto ao fóssil, dois esporos em total conservação e que eles estão reagindo em contato do ar da superfície, sumindo um logo em seguida, enquanto o outro está dormente sendo levado pelos americanos.

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Japão (1999)

Joe Brody (Bryan Cranston) e sua esposa, Sandra (Juliette Binoche), trabalham numa usina nuclear no Japão. Seu filho, Ford (CJ Adams), queria fazer uma grande surpresa, porque era o aniversário de Joe, mas acordando cedo, ele acaba estragando os planos.

Assim, enquanto Ford vai para a escola, vimos Joe e Sandra indo para Usina e traçando um plano de avaliar os danos que o local está apresentando, além de Joe continuar estudos sobre o que poderia ser um terremoto naquele local.

Presente no trailer, essa é a cena que Sandra leva sua equipe para monitorar as instalações no subterrâneo, enquanto Joe descobre que o suposto terremoto segue um padrão, o que poderia ser um ser vivo e não um efeito da natureza. Isso já desencadeia na devastação da Usina e na fuga fracassada da Sandra de uma possível contaminação, tendo Joe assistindo a morte de sua esposa diante de uma enorme porta de ferro que contém a radiação da Usina.

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Havaí e Japão (2014)

Passaram-se 15 anos desde o acidente da usina no Japão, trazendo o adulto Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson) de volta aos EUA. Tenente do esquadrão antibombas, Ford construiu sua própria família e depois de 14 meses em missão (provavelmente em algum país árabe), ele está de volta para sua casa em São Francisco, junto de sua esposa, Elle Brody (Elizabeth Olsen) e seu filho, Sam Brody (Carson Bolde).

Só que ele nem tem tempo de aproveitar sua família, porque o telefone já toca, informando que seu pai foi preso no Japão, ao tentar invadir uma área proibida por lá. Ford pega o primeiro vôo para o Japão, buscando Joe na prisão e apresentando ao público que ele ainda está traumatizado com a morte da esposa.

Querendo dados guardados na sua antiga casa, ele precisa invadir a área que foi lacrada por acidentes radioativos. Ford decide ir com o pai para lá e eles acabam encontrando alguns disquetes com dados importantes, porém são pegos pela polícia japonesa.

Eles são levados para a antiga usina e são apresentados ao Dr. Ichiro Serizawa que se intriga com os dados do Joe tem em mãos. Só que paralelo a isso, descobrimos que um estranho ser está em um casulo dentro do que restou da Usina e que este ser está absorvendo a radiação daquele local.

O que sabemos é que esse monstro está fazendo um grande favor a eles, porque sugando a radiação tornando totalmente limpa a cidade novamente. Isso faz com que Dr. Ichiro, apenas monitore o local só que o casulo se abre e acaba revelando uma estranha criatura.

Depois de uma enorme devastação, Joe acaba saindo da prisão que está na Usina e cai de uma porte, falecendo e levando com ele, diversos resultados sobre o que ele descobriu com essas criaturas. Dr. Ichiro acredita que o Ford pode ajudar, o levando e explicando que a organização Monarca está cuidando da missão, apresentando que eles sabem da existência de monstros pré-historicos e citando Godzilla pela primeira vez.

Só que esse monstro que apareceu não era o Godzilla, e somos informados que ambos são do mesmo período histórico e precisam de radiação para viver. Eles consomem radiação, e buscam-na para sobreviver. O estranho monstro acaba revelando asas e some pelos ares, recebendo nome de MUTO #1.

Camuflando a fuga do monstro, a televisão japonesa informa que teve novos tremores na região da antiga usina. Paralelo a isso temo a Marinha americana assumindo o caso e Ford sendo transferido para porta aviões, seguido de Havaí, para conseguir pegar um voo e voltar para sua família em São Francisco.

O que fomos informados é que um submarino russo sumiu e acabou aparecendo em uma floresta no Havaí. E que foi o MUTO #1 que havia feito isso, seguido de uma estranha movimentação em Nevada, que pode explicar aquele segundo ser citado nas Filipinas em 1999.

Com isso, o filme ainda nem apresentou o Godzilla, mas já sabemos aqui que se ele aparecer, ele não será um “inimigo”.

O restante da história fica para o JWavecast, porque não chegamos nem na metade desse grandioso filme.

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Opinião

O filme é do diretor Gareth Edwards que se revelou um grande fã do Godzilla. Diferente da versão de 1998, aqui Gareth bebe do original, homenageia e revela uma versão bem fiel a japonesa. Do visual, da abordagem, dos personagens e da trama, a obra respira Godzilla.

Seguido disso, temos algumas surpresas, como Bryan Cranston e Juliette Binoche que aparecem bastante no trailer, mas não sabíamos que ambos morreriam no começo do filme, nos enganando o fim das contas. Em uma época que os trailers sempre revelam mais do que deveriam, parabéns a ousadia de nos enganar, principalmente em relação ao Bryan Cranston que está vivendo uma ótima fase, pós Breaking Bad, o que tornava alto as chances dele ser o protagonista desse filme.

Aaron Taylor-Johnson manda bem, como Tenente Ford Brody e segura o filme. Não é excepcional, mas ele funciona em cena, inclusive com a Elizabeth Olsen, que por ironia do destino, mesmo que sejam casal aqui, serão irmãos em Vingadores 2.

Trazendo lutas pela ótica dos humanos, muitas vezes você terá a sensação que viu isso antes em obras como Neon Genesis Evangelion. E o melhor de tudo isso é que toda vez que isso acontece.

As lutas entre os monstros são de uma qualidade absurda, sempre conduzidas muito bem, gerando gritos e torcidas no cinema. Godzilla não é o vilão, mas está ali pra cumprir um papel, ganhando status de “anti-herói”. Isso não muda que estaremos no cinema torcendo por ele.

Ainda não sabemos o desempenho do filme nas bilheterias, mas se vale a opinião desse critico, apenas desejamos que esse seja o primeiro de muitos filmes do Godzilla. Que aqui seja um recomeço da franquia no ocidente, e que ele ganhe a aprovação de todos.

E sobre Gareth Edwards, recomendo anotar esse nome. Podem aparecer outros grandes filmes desse diretor daqui alguns anos.

JWave #174 | Phoenix Wright: Ace Attorney – O Filme

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Criado em 2001 para Gameboy Advance, Gyakuten Saiban é uma franquia que ficou bastante conhecida no ocidente, quando este foi relançado para Nintendo DS anos mais tarde no ocidente.

O personagem Phoenix Wright não só é popular entre fãs de games, como ganhou espaço com louvor em Marvel X Capcom 3, em que o advogado entra na arena com os heróis da Marvel e os personagens da Capcom.

Tendo 7 jogos nas costas, Ace Attorney é mais que Phoenix Wright e sua mitologia continua em expansão com o novo jogo na era Meiji.

Nos cinemas, o diretor Takashi Miike (de Yatterman) adaptou a obra em 2012, se tornando uma das melhores adaptações de games nas telonas. Muitos consideram a melhor adaptação de videogames nos cinemas e a equipe do JWave não poderia deixar de falar desse filme.

Vai perder essa? Objection!

PARTICIPANTES

TEMA
Takashi Miike
Phoenix Wright: Ace Attorney nos games
Phoenix Wright: Ace Attorney nos cinemas
Capcom
Shu Takumi
Hiroki Narimiya
Mirei Kiritani
Takumi Saito

INDICAÇÃO
Street Fighter 25th Anniversary – PS3
Super Street Fighter Iv: Arcade Edition – PS3
Street Fighter 4 Collectors Edition – Ps3
Super Street Fighter Iv: 3D Edition – 3ds
Street Fighter X Tekken – PS3
Super Street Fighter IV – Ps3
Street Fighter – A Última Batalha – Blu-ray

ITUNES


Lembre de avaliar o JWave no iTunes

Conheça o Legenda Sonora (e participem da Pesquisa!)

unnamedCriado pelo Luigi, Legenda Sonora é um site de audiodescrição para deficientes visuais. Projeto bacana que tem apoio de diversos sites, podcasts e blogs, inclusive do JWave, e logicamente que não poderia deixar de citar e incentivar o projeto e pedir um tempo e atenção para nossos leitores e ouvintes para conhecer o Legenda Sonora.

Trazendo 3 lançamentos por semana e no youtube, o site voltou com tudo.

E a pesquisa? Não menos importante, Legenda Sonora está realizando uma pesquisa para deficientes visuais, ou que tem baixa visão.

Link para a pesquisa: https://pt.surveymonkey.com/s/6MMZ5VN

Vale aqui lembrar que o JWave tem um público vasto e entre eles, temos ouvintes com deficiência visual que ouvem exatamente o nosso cast, porque contamos a história do começo, meio e final.

Acessem o projeto do Luigi, o Legenda Sonora, e recomendem, porque merece.

Music Bank Brasil: Festival de K-POP acontece no Rio de Janeiro

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Music Bank é um dos programas musicais mais populares da Coreia do Sul. Conhecido pelos fãs de K-POP de todo mundo, o programa ganhou diversas edições em diversos países.

Criado pela emissora KBS, o programa segue ao estilo do antigo Globo de Ouro da Rede Globo, reunindo artistas mais populares da semana. O programa é exibido para 114 países e leva a onda do K-POP para dentro e fora da Coréia do Sul.

E o que o Brasil tem a ver com isso?

Bom, no dia 7 de junho, Music Bank ganhará uma edição aqui no Brasil, direto do Rio de Janeiro, no HSBC Arena. Sim, uma semana antes do início da Copa, teremos uma edição aqui no Brasil com maiores artistas da Coréia do Sul.

Music Bank Brasil não só acontecerá por aqui, como escolheu a cidade do Rio de Janeiro, conhecida no mundo todo como cartão postal do Brasil. Não seria diferente que é desse cartão postal em que será a sede desse super show.

A “nossa” edição do Music Bank terá sete dos maiores nomes da música pop coreana, que são: SHINee, B.A.P, MBLAQ, INFINITE, CNBLUE, M.I.B e Ailee. Esses artistas têm um encontro marcado com o público brasileiro, em uma única apresentação que entrará para a história do k-pop aqui no nosso país e também no mundo.

Music Bank World Tour

Criado em 2011, a turnê do programa expandiu Music Bank, como também escolhou Tóquio, no Japão, como primeiro local fora da Coréia do Sul para levar seus artistas.

A expansão continuou, passando pela França, Chile, Indonésia e Turquia. Essa nova etapa reuniu nada menos que 120 mil fãs por onde o programa passou.

Agora com a Copa do Mundo, todos os holofotes estão apontados para nosso país, e não seria diferente na Coréia do Sul, assim a KBS escolheu o nosso país para ser a nova mira da onda coreana, trazendo artistas populares por lá para um grande show por aqui.

Mas qual é a do Music Bank Brasil?

Esse grande festival musical, não só levará aos artistas apresentarem seus hits para nós brasileiros,como também seremos homenageados por eles durante a gravação do programa por aqui.

A passagem do programa por aqui é uma oportunidade única, se tratando de um festival que só se realiza uma única edição por país. Por isso, não perca essa oportunidade de assistir o maior evento do k-pop em solo brasileiro.

Algumas informações já divulgadas sobre o Music Bank Brasil

Quando: 7 de junho, às 19h (abertura dos portões às 17h)
Onde: HSBC Arena (Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ)
Capacidade: 15 mil pessoas
Atrações: SHINee, B.A.P, MBLAQ, INFINITE, CNBLUE, M.I.B e Ailee
Classificação: Até 13 anos: acompanhados de pais ou responsáveis. A partir de 14 anos: desacompanhados.
Produção: KBS, Music Bank World Tour, Dreammaker Entertainment, Mix Jukebox Comunicação e Eventos e Noix Producciones
Patrocínio: Hyundai Motor
Pré-venda: clientes HSBC, membros de fã-clubes oficias e fidelidade Mix Jukebox
Início das vendas: Em breve
Ingressos: Em breve
Onde comprar: Pela internet, pelo telefone 4003-1212 e nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Conheça as sete atrações do festival:

SHINee

SHINee(Divulgação)

Formado por cinco rapazes com pouco mais de 20 anos, Onew, Jonghyun, Minho, Key e Taemin, o SHINee já vendeu 8 milhões de cópias de discos em todo o mundo e impressiona com suas habilidades no canto e em elaboradas coreografias.

O primeiro sucesso do grupo foi “Replay”, um R&B contemporâneo ilustrado por passos bem coreografados. Em seguida, vieram hits dançantes como “Juliette”, “Dream Girl” e “Sherlock”, e outros mais voltados para as batidas eletrônicas, como “Lucifer”, “Ring Ding Dong” e “Everybody”, que ajudaram a consolidar o SHINee como uma das maiores estrelas da música coreana.

Aproveitando-se de sua bem sucedida carreira na Coreia, o SHINee se aventurou pela indústria fonográfica japonesa, onde alcançou o mérito de ser o primeiro artista em 45 anos no país a colocar três singles no topo das paradas por três vezes consecutivas e já lançou dois álbuns de estúdio.

Hoje, o SHINee é sem dúvida um dos maiores nomes da música coreana e um dos preferidos do público brasileiro que acompanha a música asiática. A importância do grupo no atual cenário do entretenimento coreano navega não apenas pelas aéreas da música, mas também da dança, das artes cênicas e da moda.

Veja o clipe de “Everybody”:

B.A.P

BAP(Divulgação)

Um dos maiores nomes da música asiática da atualidade, o B.A.P é um grupo sul-coreano de hip-hop que começou sua carreira no início de 2012, mas logo conquistou um status na cena pop mundial de dar inveja a veteranos.

O B.A.P é formado por seis jovens cantores sul-coreanos, com idade média de 20 anos: YongGuk, Himchan, Daehyun, Youngjae, Jongup e Zelo.

Apesar da pouca idade, a experiência dos cantores em diferentes ramos da música (que vão desde o hip-hop underground até a música folclórica sul-coreana) ajuda a compor o diferencial da banda, que não falha em usar seu talento e carisma para oferecer um som inovador e autentico, com influências do R&B e do rock.

A sigla B.A.P vem do inglês Best Absolute Perfect e deixa claro a ambição do grupo se destacar no mundo do entretenimento – ambição essa que tem sido cumprida com louvor.

O primeiro trabalho do grupo, “Warrior”, que misturou vocais poderosos com um rap habilidoso e agressivo, rendeu para a banda diversos títulos de principal artista estreante da Coreia do Sul em 2012. Outros sucessos do grupo são “One Shot”, “Power”, “No Mercy” e mais recentemente “1004 (Angel)”.

Diferente da maioria dos grupos adolescentes, o B.A.P se destaca com trabalhos autorais que abordam principalmente temáticas políticas e sociais. Com coreografias performáticas e intensas, que traduzem a mensagem de suas canções, o grupo conquista um número cada vez maior de fãs em todo o mundo.

Veja o clipe de “1004 (Angel)”:

MBLAQ

MBLAQ(Divulgação)

O MBLAQ fez sua estreia na cena pop sul-coreana em 2009, apadrinhado pelo megastar Bi Rain. Ao longo de sua carreira, a banda já lançou hits como “Oh Yeah”, “Mona Lisa” e “It’s War”, com álbuns que alcançaram grande rotatividade nas rádios e boas colocações nas paradas de sucesso da Coreia do Sul.

Formado pelos cinco cantores Seungho, G.O, Lee Joon, Cheondung e Mir, além da música, o MBLAQ se destacou na cena do entretenimento coreano com seu carisma e talento em programas de variedade e nas artes cênicas.
A apresentação do grupo no Music Bank Brasil não será a primeira vez do quinteto em terras brasileiras. Em 2011 o MBLAQ esteve no país pela primeira vez para julgar o concurso de dança K-pop Cover Dance Festival. Na ocasião, o grupo apresentou apenas duas músicas no evento, mas a presença da banda em solo brasileiro foi o suficiente para movimentar um número estimado de seis mil pessoas para a Av. Paulista, em São Paulo, onde aconteceu o concurso. A repercussão da visita do MBLAQ a capital paulista chamou a atenção da mídia brasileira, que destacou a “boyband sul-coreana que atraiu uma multidão de dar inveja a Justin Bieber”.

Veja o clipe de “Be A Man”:

INFINITE

INFINITE(Divulgação)

Formado em 2010 pela gravadora independente Woollim, o INFINITE se destaca entre os grupos coreanos com uma sonoridade madura inspirada na new wave dos anos 80. Com sons que misturam sintetizadores, técnicas vocais apuradas e passos sincronizados, a banda conquistou um lugar de respeito na música coreana e é hoje um dos nomes de maior sucesso na Ásia.

Composto pelos sete cantores Sunggyu, Dongwoo, Woohyun, Hoya, Sungyeol, L e Sungjong, o INFINITE começou sua carreira com o single “Comeback Again” e logo lançou sucessos como “Nothing’s Over”, “Be Mine” e “BTD (Before The Dawn)”, com influências de artistas como A-ha, Sting e Culture Club.

Em 2012, a revista americana Billboard, referência mundial em crítica musical, escolheu o single “The Chaser” da banda como a melhor música de K-pop daquele ano, elogiando os sintetizadores, os vocais e os licks de guitarra da canção. Na Coreia, esse sucesso se refletiu em shows com ingressos esgotados em minutos, que resultou na primeira turnê mundial da banda, em 2013, quando o grupo excursionou por 15 países, como Estados Unidos, França, Inglaterra e outros.
Além das referências oitentistas em suas canções, o INFINITE se destaca dos outros nomes da música pop coreana ao investir em sua musicalidade, com apresentações intimistas e acústicas.

Veja o clipe de “Destiny”:

CNBLUE

CNBLUE(Divulgação)

O CNBLUE começou sua carreira como uma banda indie, que tocava nas ruas japonesas, mas logo despontou para as paradas coreanas com o hit “I’m Loner”. A banda aposta em uma sonoridade no maior estilo rock britânico e com influências de bandas como Bon Jovi e Maroon 5.

O quarteto é integrado por Yonghwa (vocais / guitarra), Jonghyun (vocais / guitarra), Jungshin (baixo) e Minhyuk (bateria), que juntos já lançaram seis EPs e um álbum de estúdio na Coreia do Sul, onde são uma das poucas bandas de pop rock que se destacam nas paradas musicais e entre as preferidas do público jovem.

O grupo ainda conquistou uma bem sucedida carreira no Japão, onde já lançou quatro discos, com singles que despontaram entre as principais posições da Oricon, maior parada de sucessos nipônica.

Com hits como “Intuition”, “Love” e “Hey You”, a banda conquistou seu espaço entre os maiores artistas da Coreia do Sul com trabalhos em sua maioria autorais, assinados pelos guitarristas Yonghwa e Jonghyun, principais compositores do CNBLUE.
Veja o clipe de “Can’t Stop”:

Ailee

Ailee(Divulgação)

Nascida nos Estados Unidos e descendente de coreanos, Ailee conquistou fama na internet com covers de artistas como Beyoncé e Whitney Houston. A voz poderosa da jovem chamou a atenção de gravadoras, que logo a lançaram na cena pop coreana.

Vencedora de diversos prêmios de melhor artista estreante de 2012 na Coreia, Ailee vem firmando seu nome na música pop asiática com louvor.
“Heaven” e “You & I” são alguns dos sucessos lançados pela vocalista, que veio ao Brasil em 2013 e conquistou o público com seu talento, simpatia e carisma.

Veja o clipe de “You & I”:

M.I.B

MIB-(Divulgação)

O M.I.B é mais um representante do hip-hop no Music Bank Brasil. O grupo é obra da gravadora Jungle Entertainment, fundada pela lenda do hip-hip coreana Tiger JK. O quarteto é formado pelos jovens KangNam, 5Zic, Cream e SIMS e está na estrada desde 2009.

M.I.B é uma sigla para Most Incredible Busters, nome que também é título do primeiro disco dos rapazes. A empreitada surgiu com uma proposta inovadora no mundo do k-pop, com músicas solos de todos integrantes, o que deixou bem claro o talento de cada um.

O quarteto já lançou dois álbuns de estúdio, além dos EPs “Illusion” e “Money In The Building”. Essa será a primeira oportunidade do público brasileiro conhecer ao vivo o trabalho dos rapazes.

Veja o clipe de “Chisa Bounce”:

Com informações da Assessoria de Imprensa do Music Bank Brasil e da produtora Mix Jukebox