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Review | Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory

Editado e revisado por: Giuliano Peccilli

Mais uma vez, estou aqui para falar de Digimon, sendo que dessa vez falarei da sequência do RPG de 2015, Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory. Para quem não conhece, eu defino essa série como: Digimon encontra Persona.

História

Voltamos o mundo de Digimon Story, agora com outra perspectiva e depois do evento de Cyber Sleuth. Agora você controla um membro recente do grupo hodie, os  hackers do momento, e resolvem casos normais do Digimundo. Soa até algo estranho nas memórias dos usuários.

Até o clima das missões e histórias lembram Persona. E o tema das memórias, dados entre outras coisas, combinam bem com esse mundo digital de informações, eu diria que ficou até melhor que o primeiro jogo. Falando em melhorias, agora temos novas localidades para visitar em Ikebukuro, porém o resto são todos cenários antigos.

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Gameplay

É a mesma jogabilidade do jogo anterior, porém com mais digimon, quase 20 novos. Em geral as batalhas continuam muito fáceis, onde o auto battle dá jeito em quase tudo até o fim do jogo.

O grande “tchan” fica com o sistema de Digievolução que faz continuar jogando e querendo ver o que vai conseguir, devo confessar que prefiro isso até mesmo que o sistema de pokemon EV&IV. A história principal dura cerca de 17 horas de gameplay. Em geral eu diria que o gameplay tem ótimas mecânicas, porém faltou um pouco de brilho, quem sabe um multiplayer competitivo ou mais desafios no geral. Mas assim como o jogo anterior, faz o seu serviço e mantém você jogando e se divertindo.

Gráficos/Som

Seguem o padrão PS Vita para Playstation 4. O que quero dizer? Sim esse jogo ainda é um jogo de Vita que foi portado para Playstation 4, sem muito tratamento mas que ainda faz um ótimo serviço. As musicas são remix do jogo anterior ou apenas as músicas antigas. Como dizem: em time que está ganhando não se mexe.

O único ponto negativo aqui mesmo são os cenários digitais, que são muitos sem graça, cenário azul e sem vida, que depois de dois jogos podem fazer você enjoar, ou então você acostuma e nem liga. O que é um grande contraste com os cenários baseados em lugares reais de Tokyo, que são bem legais.

Considerações finais

Quem gostou de Digimon Cyber Sleuth irá amar Hacker`s Memory. Para quem não conhece, mas gosta de digimon e de JRPG como Persona, vale a pena testar. Você não  encontrará um rival de Pokémon, o que é uma pena porque a base para ser um jogaço está aí. Faltou algo apenas.

  

Nota

3/5

 

JWave & Projeto X: Votação Animes Mais Legais de 2017

O Projeto X e o JWave estão se unindo mais uma vez para uma pesquisa sobre os animês mais legais de 2017! Assistiu diversos animês produzidos no Japão no ano passado? Então chegou a hora de você ter a voz da decisão e por isso precisamos saber quais foram os animês mais legais de 2017.

Divulgado o trailer de “O Retorno de Mary Poppins”

Se passaram várias décadas que Mary Poppins cativou nos livros e saltou para os cinemas. Adaptação pelo Walt Disney da obra original de PL Travers, o novo filme continua esse legado, trazendo as outras obras de PL Travers para as telonas.

A atriz Emily Blunt (“A Garota no Trem”, “Caminhos da Floresta”) será a Mary Poppins. A nova aventura traz Mary Poppins de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (“Hamilton,” “Moana – Um Mar de Aventuras”), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres. “O Retorno de Mary Poppins” tem direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”, “Chicago”) e produção de Marshall, John DeLuca (“Caminhos da Floresta”) e Marc Platt (“La La Land: Cantando Estações”). O roteiro é de David Magee (“As Aventuras de Pi”) e a história é de Magee, Marshall & DeLuca baseada em The Mary Poppins Stories de PL Travers com música de Marc Shaiman (“Hairspray – Em Busca da Fama”) e canções de Shaiman e Scott Wittman (“Hairspray – Em Busca da Fama”).

A escritora PL Travers apresentou ao mundo a babá pela primeira vez em seu livro para crianças de 1934 “Mary Poppins”. Curioso aqui é que as aventuras da Mary Poppins não acabavam ali e existiam outros 7 livros subsequentes que permaneciam inéditos no cinema até então. O Retorno de Mary Poppins” trará uma história extraída desses livros adicionais.

Do elenco original, temos o retorno do ator Dick Van Dyke que aqui fará o personagem Mr. Dawes Jr., o presidente aposentado do banco que agora é presidido pelo personagem de Firth.

Mas o filme se passa quando?

Na década de 1930, exatamente 24 anos em Londres na época da depressão (crise de 29).
Michael Banks trabalha para o banco que empregou seu pai e ainda reside na 17 Cherry Tree Lane com seus três filhos, Annabel, Georgie e John e a governanta Ellen. Levando adianta a tradição de sua mãe, Jane Banks faz campanha pelos direitos trabalhista e ajuda bastante a família de Michael. Quando a família sofre uma perda pessoal, Mary Poppins magicamente retorna às suas vidas e com a ajuda de Jack, traz alegria e magia de volta a sua casa.

“O Retorno de Mary Poppins” será lançado nos cinemas do Brasil dia 20 de dezembro de 2018.

Detona Ralph ganha continuação com WiFi Ralph!

Fazendo sucesso ao abordar o mundo dos games, Detona Ralph está de volta, agora se aventurando na internet. Tendo data de lançamento para 3 de janeiro de 2019, WiFi Ralph é a continuação das aventuras de Ralph e Vanellope.

Agora a aventura envolve em encontrar uma peça sobressalente para o fliperama da Vanellope, assim obrigando os dois amigos a se jogar na internet.

Trazendo na direção Rich Moore e Phil Johnston, o filme reúne diretor, produtor e coroteirista originais do primeiro filme.

WiFi Ralph também ganhou pôster brasileiro e seu primeiro trailer.

E o JWave gravou um podcast muito especial sobre o primeiro filme.

https://www.jwave.com.br/2014/03/jwave-167-detona-ralph.html

Natsu Matsuri acontece em março!

Nesse mês de março a ASEBEX (Associação Brasileira de Ex-Bolsistas no Japão) estará realizando o evento Natsu Matsuri em comemoração ao verão. O evento terá taikô, yosakoi, bingo, dança, comidas típicas e sorteio de prêmios.

O JWave está atento ao evento e passamos para divulgar a edição desse ano. O evento já tem ingressos à venda no bairro da Liberdade e no Nippon Country Club (aonde será o evento).

Mas antes de mais nada… O que significa Natsu Matsuri?

Podendo ser traduzido como festival de verão, é um evento que acontece nesta estação do ano, nos mais diversos locais do Japão como: templos, beiras de rios, parques, santuários, ruas e até shopping centers, sendo muito popular pelas comidas típicas, apresentações de dança e músicas tradicionais.

Para trazer um pouco dessa experiência ao Brasil, a ASEBEX (Associação Brasileira de Ex-Bolsistas no Japão) anualmente organiza uma versão do evento contando com a ajuda de bolsistas e estagiários brasileiros que estarão embarcando para o Japão.

O Natsu Matsuri da ASEBEX é um evento para todo o público em geral que poderá apreciar e se divertir com as mais diversas atrações, sorteios, bingo e deliciosas comidas típicas japonesas e brasileiras, trazendo um pouco do que há de melhor do festival japoneses nesta estação.

O ingresso

Pode ser comprado por 10 reais antecipado e 12 reais no dia no evento.

2018 tem muito o que comemorar!

Em 2018 é uma data muito especial já que se comemora 110 anos da imigração japonesa no Brasil. Além disso, temos 50 anos da Asebex, uma organização de ex-bolsistas pro Japão, assim sendo duplamente comemorado no Natsu Matsuri.

O evento será realizado no salão principal do Nippon Country Club, sendo uma oportunidade de um almoço diferente no domingo do dia 18 de março.

Vale lembrar que se comprar antecipado, você deve informar Nome e RG para não ser cobrada taxa de não-membro do Nippon Country Club no dia.

Natsu Matsuri 2018
Data: 18 de março de 2018
Horário: das 11h às 17h
Local: Nippon Country Club – Estrada dos Vados, 260 – Fontes, Arujá – SP, 07400-000
Entrada: R$10,00 (antecipado)* e R$12,00 (na porta)**
Facebook: https://www.facebook.com/NatsuMatsuriBr
Instagram: https://www.instagram.com/natsumatsuribr
Site: www.natsumatsuri.com.br

Realização

http://www.asebex.org.br/

Pontos de venda dos ingressos

Nippon Country Club- Secretaria e Departamento de Tênis
Estrada dos Vados, 260 – Fontes, Arujá – SP, 07400-000
https://www.nipponcountryclub.com.br/

Sogo Plaza Shopping

Lojas: Anime Jump / Shinozaki
Rua Galvão Bueno, 40- Liberdade

https://www.facebook.com/animejumpmanga/

http://www.lojashinozaki.com.br/

Kenren – Bunkyo
R.São Joaquim, 381 – 6º andar
https://www.kenren.org.br

Aliança Cultural Brasil Japão
R.São Joaquim, 381 – 5ª andar
http://www.acbj.com.br/index.php?lang=pt

Observação:
– Entrada franca para crianças com até 8 e idosos a partir de 65 anos.

– O Nippon Country Club é um clube privado. Então, para controle de público, aconselhamos a compra de ingressos antecipados. No ato da compra, será necessário fornecer Nome completo e RG para lista de presença e liberação da entrada na portaria.

– Para facilitar a compra antecipada, temos nossos pontos de venda físicos, compra online ou contate nossa organização e vendedores.

Disney anuncia nova versão de Muppet Babies!

Tendo lançamento marcado para Junho, Muppet Babies está de volta em uma nova releitura. Produzida para Disney Junior e Disney Channel, a nova série bate na nostalgia do desenho dos anos de 1980, trazendo os famosos personagens Muppet em versão criança.

Clássico exibido em exaustão no SBT, Muppet Babies foi responsável em apresentar a cultura pop a muitas crianças naquela época. Diversas pessoas, acabaram conhecendo Star Wars via Muppet Babies.

Trazendo uma abertura que lembra a música clássica, agora os personagens tem todo um quintal para brinca. A série continuará com a mesma premissa que a original em mostrar o poder da imaginação dos personagens.

Entre o elenco confirmado, temos o Kermit (o eterno Caco), Piggy, Gonzo, Fozzie, Animal entre outros.

Muppet Babies chega em junho com a estreia de dois episódios.

Abertura do novo desenho

Galeria

Disney produz curta com ator do Segata Sanshiro para divulgação do Pantera Negra!

A Disney no Japão decidiu divulgar Pantera Negra de uma forma um pouco diferente. Convidando o ator Hiroshi Fujioka, a empresa produziu um curta de 5 minutos em que seu personagem investiga sobre o metal raro de Wakanda. Conhecido internacionalmente pelos comerciais do Sega Saturn como Segata Sanshiro, o ator é lembrado principalmente por ser o Kamen Rider 1 em 1971.

Infelizmente o curta não tem legendas em inglês ou português, porém basicamente o personagem de Hiroshi Fujioka está atraz de Vibranium e acaba encontrando alguns indícios.

Pantera Negra estreou no Brasil no dia 15 de fevereiro, enquanto no Japão o filme estreou no dia primeiro de março.

Curta

https://www.youtube.com/watch?time_continue=215&v=zkRcFXwMBbM

Antes de ir embora, não vá sem rever os comerciais do Segata Sanshiro!

Aproveite e ouça também nosso podcast sobre o filme!

https://www.jwave.com.br/2018/02/jwave-360-pantera-negra.html

Power Rangers troca Bandai pela Hasbro!

A troca aconteceu recentemente e no meio de um anúncio de qual série japonesa seria adaptada no ocidente pela Saban. Inicialmente a Bandai soltou um comunicado anunciando que estava deixando de produzir brinquedos da franquia Power Rangers, porém trabalharia todo ano de 2018 focado nos 25 anos da franquia. Dias depois, a Hasbro revelou que estaria produzindo brinquedos da série Power Rangers Beast Morphers, sendo que essa seria uma adaptação de Tokumei Sentai Go-Busters.

Vale salientar que paralelo a isso, a Nicklodeon havia anunciado renovação do acordo com a Saban Brands, assim mantendo exibição de Power Rangers até 2021. Isso chegou a gerar até um “meme” porque o canal errou a série que seria adaptada em 2019.

Voltando a Bandai, o importante aqui é frisar que o comunicado dela ressalta que ela continuará trabalhando com Super Sentai e as séries na Ásia. O que isso significa? Que iniciativas como na Coreia do Sul que séries de Super Sentai são rebatizadas de Power Rangers, devem continuar com brinquedos da Bandai. Além disso, sabemos que a Bandai financia o gênero Tokusatsu, influenciando nos temas, enviando criações para serem encaixadas nas séries, se tornando um dos alicerces da produção das séries no Japão. Não sabemos o que a Hasbro fará com a nova série Power Rangers, mas seria interessante ver diferenças exclusivas em relação ao Go-Busters, influenciadas em brinquedos exclusivos nos EUA.

Outro dado curioso é que essa é a primeira vez que Power Rangers adapta uma série tão “antiga”. Go-busters foi exibido em 2012 no Japão, sendo adaptada para temporada 2019 de Power Rangers.

Ainda sobre a Bandai, por mais que a empresa seja soberana no Japão, produzindo jogos de Super Sentai e Kamen Rider, acabou que nunca foi uma regra no ocidente. Desde a fase Disney, Power Rangers ganhou jogos por outras produtoras como THQ, assim já era um indicativo que a Bandai e Power Rangers não eram tão ligados, como no Japão.

O que acharam das mudanças? Power Rangers Beast Morphers estreia em 2019.

JWave #360 | Pantera Negra


[powerpress]

O JWave volta para 2018 com especial de Pantera Negra

Vocês pediram e a equipe do JWave foi ao cinema para conferir o novo filme da Marvel Studios.

Juba, Calliban, Sérgio Sampa (88 milhas), Dash e Ronnnie Pedra falam tudo do novo filme.

Edição do podcast realizada por Juba (montagem e edição).

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Review | Berserk – Guia Oficial

Janeiro costuma ser um mês parado, mas não no quesito lançamentos. O guide oficial de Berserk chegou às bancas e lojas especializadas no primeiro mês do ano e, agora, chega também ao JMangá.

O que encontrar neste guide

Uma das seções que não pode faltar em um guide book é a apresentação dos personagens. Geralmente, quando a história é longa, é lançado um guide por vez e cada um abrange uma quantidade limitada de arcos da história (como por exemplo One Piece, Naruto, Fullmetal Alchemist, entre outros).

No caso de Berserk, o guide é bem amplo, abrangendo até o volume 38 do mangá. Dessa forma, as apresentações de personagens foram divididas em “núcleos”: grupo do Espadachim Negro, o Novo Bando do Falcão, Pessoas do Mundo Real e Seres do Mundo dos Mortos. No meio dessas galerias de personagens, existem classificações inusitadas e engraçadas, como “galeria de personagens bonitinhos” ou a “enciclopédia das técnicas de Puck”.

Além disso, o guide traz um guia da visão de mundo (dividido entre os capítulos sobre os personagens), lindas ilustrações coloridas com os personagens do bando do Espadachim Negro (queria uma do Griffth divo, mas…), revelações sobre os próximos passos da trama e uma entrevista incrível com o Kentaro Miura, que revela as inspirações que ele teve para seus personagens (quem ainda duvidava que ele era fã de Hokuto no Ken???), bem como seu processo criativo, fotos dos materiais de referência no seu estúdio e os rascunhos de alguns personagens.

Ah, não podemos esquecer do tradicional teste de personalidade, tirei o Raksas, mas não sei dizer se isso é bom ou ruim, já que não me lembro dele na história…

A edição brasileira

O guide de Berserk foi publicado em papel off-set,  assim como a republicação do mangá.

Como toda compilação do tipo, elogio o trabalho enorme de tradução e edição, pois não é fácil ficar pescando informações de 38 volumes, alguns ainda nem republicados; localizei um lapso de revisão digno de nota, no qual os pontos “cardeais” viraram pontos “cardiais”, mas nada que tire o mérito pelo trabalho complicado que é publicar um guide.

Diferente da série regular, a tradução do guide ficou por conta de Karen Kazumi Hayashida.

Opinião

Desisti de colecionar Berserk ainda em 2013, quando alcançamos a publicação japonesa e ainda era meio tanko. Para variar, estava passando por problemas financeiros e não sofri tanto ao desapegar.

 

Quando, pouco tempo depois, a Panini começou a republicar em formato tanko e em um papel melhor, cheguei a considerar recomprar, mas sempre apareciam outras prioridades.

O lançamento do guide me fez relembrar de toda a saga, nos mínimos detalhes. O fascínio que eu sentia pelo Griffith, a amargura pelo destino que se abateu sobre o Bando do Falcão e como fiquei maravilhada com a Era de Ouro. Apesar de não acompanhar mais a obra e de ter tanta raiva do Miura como do Togashi (terminem logo seus mangás!!!!!), acredito que Berserk é uma ótima obra e que o guide veio em boa hora, para presentear esses fãs guerreiros que ainda acreditam que lerão o final dessa saga.

Agradecemos ao pessoal da Panini e da Litera por ter encaminhado o exemplar para análise.

Review | Ghost in The Shell 2.0

Mais um integrante do combo de lançamentos da JBC na CCXP 2017, Ghost in The Shell 2.0 vem para reforçar o case de ficção científica da editora e é a pauta deste JMangá.

A história

Quase cinco anos se passaram desde os eventos ocorridos no primeiro volume. A protagonista desta história é Motoko Aramaki, uma super ciborgue e diretora do grupo Poseidon Industrial.

Dentre as muitas atividades do grupo, está a implantação de genes em porcos para fabricação de órgãos para clonagem, o que motivou um ataque terrorista por parte da HLF (Human Liberty Front). Após contornar as consequências do ocorrido com sua lábia lendária, Motoko começa a investigar mais a fundo os rastros deixados pelo ataque, utilizando suas várias interfaces.

Em um desses mergulhos de incursão, Motoko se depara com um inimigo que é uma espécie de espelho dela e fica intrigada, mas não dá tanta importância até sofrer ataque de indivíduos manipulados pela Stabat Mater, uma espécie de organização que conecta pessoas à personagens, para compartilharem uma experiência coletiva em um jogo.

Quanto mais fundo Motoko avança na investigação, mais clara fica a solução do quebra-cabeça no qual se meteu, mas ainda existe a possibilidade de que ela seja apenas mais uma peça a ser encaixada em toda a trama… por alguém que ela conhece bem.

A edição brasileira

Ghost in The Shell 2.0 foi publicado em papel lux cream, assim como seu antecessor, e com sobrecapa. A edição tem mais de 200 páginas coloridas, o que realça bem o traço de Shirow, mas atrapalha a leitura de alguns balões menores por causa da cor clara das letras.

A tradução deste volume foi feita pela Drik Sada.

Opinião

Muito da poesia que encontrei na primeira edição de Ghost in The Shell se perdeu nesse segundo volume. Para mim, a grande beleza da história, é a visão da Motoko Kusanagi acerca da vida, sendo ela humana ou não.

Como previsto pelo autor, fiquei um pouco chateada por esta parte da obra quase não ter abordado essas questões, dando mais destaques à batalhas confusas (algumas, com um visual bem poluído) e deixando a parte verdadeiramente interessante espremida no final.

Talvez não seja a melhor parte de Ghost in The Shell, mas ainda assim é importante para compreender a obra como um todo e dar a atenção que ela merece. Fiquei curiosa para ver agora a “última parte” e completar a coleção. Vamos acompanhar.

Agradecemos ao pessoal da editora JBC por ter cedido o exemplar para análise.

Review | Fairy Tail Gaiden #1

Se os fãs de Fairy Tail estão tristes pelo término iminente da obra, podem adiar as lágrimas um pouquinho.

Também lançado pela JBC na CCXP 2017, Fairy Tail Gaiden é um spin-off em três volumes que conta outras histórias sobre personagens da obra. O primeiro volume fala sobre os membros da guilda Sabertooth e é dele que vamos falar neste JMangá.

As histórias

Seriam a união e a confiança nos companheiros a chave para ser uma boa guilda? Se for, a Sabertooth tem isso de sobra.

Na primeira história, Yukino, a feiticeira celestial da Sabertooth é sequestrada por uma guilda inescrupulosa. Sting e Rogue, os dragões gêmeos da Sabertooth, farão de tudo para resgatá-la, devolver suas chaves de portal e, além de tudo, impedir que aconteça uma tragédia.

Ao mesmo tempo, Yukino provará que ama seus companheiros acima de tudo, nem que para isso tenha que arriscar sua própria vida.

Na segunda e última história do volume, Sting e Rogue brigam e separam a equipe dos Dragões Gêmeos. Irritado, Sting pega um serviço junto com Yukino e partem para Obstone, a Cidade das Pedras. O único problema é que a cidade não é mais como antes e a Sabertooth pode ter alguns problemas se não chamar reforços.

Se quiserem resolver o caso e salvar a cidade, os Dragões Gêmeos precisarão deixar as diferenças de lado e mostrar seu verdadeiro poder.

A edição brasileira

O papel utilizado em Fairy Tail Gaiden foi o off-white, uma alternativa bem bacana ao pisa brite e utilizada pela editora desde o lançamento de .your name.

O off-white é bem semelhante ao papel utilizado nos volumes japoneses e parece ser mais durável (não se iludam quanto ao amarelamento, pois o tempo é implacável, tenho coleções japonesas que estão amareladas do mesmo jeito).

A tradução foi feita por Karen Kazumi Hayashida.

Opinião

Como falei anteriormente no review de Fairy Tail Zerø, parei de acompanhar a série regular há muito tempo e não sei que rumo a história tomou.

Por incrível que pareça, mesmo afastada do universo de FT, também gostei bastante das histórias que compõem esse gaiden; são personagens incríveis, que mostram o poder da amizade e confiança e, além de tudo, apaixonantes.

Achei o traço do autor, Kouta Shibano, bem parecido com o do Hiro Mashima, sem surpresas. As tramas foram bem construídas e os desfechos saíram como o esperado, mas ainda assim interessantes. Para quem é bem fã, vale a pena dar uma chance e tirar suas próprias conclusões. Para aqueles que não são, vale pelos momentos de diversão, nos quais tudo o que precisamos é apenas de uma história despretensiosa.

Agradecemos ao pessoal da JBC por ter cedido o exemplar para análise.