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Review | My Hero Academia Smash!! #1

Lançado pela JBC na CCXP 2017, My Hero Academia Smash!! é um spin-off de My Hero Academia.

Está curioso para saber mais sobre esta edição? Este JMangá conta tudo.

Tirinhas divertidas para todos os gostos

My Hero Academia Smash!! é composto por várias tirinhas de quatro quadros (yon koma), que mostram situações com os personagens que nunca veremos na história original.

Treinamentos alternativos para o Deku se acostumar com o One For All, a vida dos professores fora do Colégio U. A., o que os heróis fazem quando não estão combatendo o crime, um significado diferente para o lema “Plus Ultra”, o que os alunos realmente aprendem nas aulas… tudo com muito humor e criatividade.

Todos os personagens estão retratados em suas versões SD, o que os deixa bem fofinhos (inclusive o chatíssimo Ka-chan). Mesmo que seja uma brincadeira, não deixa de ser uma homenagem bacana ao universo de My Hero Academia.

A edição brasileira

O papel utilizado nesta edição é o mesmo da série oficial, o pisa brite. Não sei se a gramatura é menor (não sou especialista), mas o mangá é bem fininho.

A tradução ficou por conta de Naguisa Kushihara.

Opinião

My Hero Academia Smash!! é a materialização das ideias doidas que todo fã tem. É divertido pensar como seu personagem favorito realmente agiria em determinada situação, desconsiderando totalmente o enredo da história original.

O autor, Hirofumi Neda, explora direitinho o lado tarado do Mineta (sempre achei que a safadeza desse garoto não tinha limites), achei bem engraçado ver como o poder da Recovery Girl funciona “de verdade” e como a companhia do Ka-chan pode ser verdadeiramente nociva.

Acho bem legal quando o autor de uma obra permite que existam adaptações, desde que não fira a essência da mesma. No caso de Smash!!, acho que parece um complemento natural, como o próprio Neda sensei diz, uma espécie de compilação de “erros de gravação”.

Para quem consegue apreciar esse tipo de homenagem para sua obra favorita, é uma ótima opção.

Agradecemos ao pessoal da editora JBC por ter cedido o exemplar para análise.

Crítica | Pequena Grande Vida

Fazia tempo que não via filmes abordando redução de tamanho. Por mais que Homem Formiga possa entrar nessa categoria, podemos dizer que Pequena Grande Vida é um “Querida encolhi as criança” de maneira adulta.

Dirigido por Alexander Payne e tendo Matt Damon como protagonista, temos um filme que acompanha mudanças do nosso mundo e as vantagens de ser encolhido. E talvez esteja aqui a sacada genial, porque o filme mostra toda uma discussão sobre preservação do planeta, sendo que o buraco é muito mais embaixo. Estamos falando que encolher torna a sua vida mais “barata”, assim qualquer pessoa se torna milionária.

Assim conhecemos Paul Safranek e sua mulher Andrey que estão se questionando o momento que está passando. Se devem ousar e encolher tendo luxos e vantagens, ou deve permanecer estagnado como estão.

A questão que o filme não esconde que para conseguir “cruzar” pro outro lado, você terá que aceitar que não será tão fácil. Além disso, se algum ente querido seu usa por exemplo uma válvula artificial, provavelmente ele não poderá ser encolhido.

Partindo desse pressuposto, o filme apresenta a transição de Paul e Andrey. Seja vendendo tudo para uma nova vida, além do processo operatório traumático. Nesse ponto que Paul cruza, mas descobre que Andrey não aguentou a pressão e permaneceu no tamanho original. A consequência é um salto no tempo seguido de divórcio.

É interessante frisar que o filme segue com uma maturidade e tão cheio de detalhes dessa sociedade que convive cidades pequenas com cidades normais. Por exemplo, descobrimos que Paul abriu mão de sua mansão, hoje vive num apartamento, além de trabalhar como telemarketing. Em nenhum momento se fala como pequenos continuam trabalhando, mas num processo que seu dinheiro vira uma fortuna quando você é encolhido, acaba se concluindo que uma profissão como telemarketing se ganha bem na proporção.

Em contrapartida, o filme toda hora debate o choque da sociedade como um todo. Se um cara que decidiu viver encolhido e vive com menos, deveria ter a mesmo voto no governo americano ou deveria usar-se proporção, devido o peso financeiro que ele tem naquela sociedade.

Acredito que o ponto alto do filme é quando Ngoc Lan Tran entra na história. Porque aborda a possibilidade de refugiados viajarem de um país pro outro dentro de embalagens de eletrônicos. No caso dela, acabou sendo a única que sobreviveu, dentro de uma embalagem de televisão, assim sendo levada para cidade em que Paul vive. E os dois acabam se esbarrando numa festa do vizinho de cima, vivido pelo brilhante Christoph Waltz.

Pequena Grande Vida vai se moldando e mostrando que nenhuma sociedade é perfeita. Que mesmo uma sociedade encolhida, também tem diferentes níveis sociais, inclusive gerando toda uma cultura de gueto. Assim o filme se mistura entre os gêneros, abraçando drama, passando pela comédia, ao trazer uma possibilidade para o futuro com os problemas de hoje em dia.

Assumo que o filme segue caminhos inusitados, inclusive pegando gancho sobre todo processo de criação desse projeto e suas cidades. Mas talvez, esse caminho inesperado não deva ser interpretado como algo ruim, já que leva os personagens e suas mitologias para caminhos não esperávamos.

O filme tem 2 horas e 15 minutos, sendo que você não sente esse tempo em tela. E talvez Pequena Grande Vida acabe até trazendo a sensação que você esteja vendo dois filmes em um, devido a jornada de Paul se cruzar com a de Ngoc Lan Tran e ambos estarem encontrando seus respectivos papeis naquela sociedade.

Temos boas participações especiais com os atores James Van Der Beek (tocando tema da série Dawson´S Creek) e Neil Patrick Harris com Laura Dern que fazem casal Lonowski. Existem outras participações especiais para quem é fã do diretor, porém assumo que essas foram as que mais me chamaram a atenção.

A trilha sonora funciona, mas não tem grande peso aqui a ponto de se destacar algo. Agora, não posso deixar de comentar de uma escolha inusitada do diretor em uma cena especifica que aparece genitálias de quem será minimizado. Não costuma acontecer muito, mas como é um filme pra sair fora da casinha, talvez seja a proposta em ser diferente até na forma que é retratado isso.

Recomendo assistir e se colocar no papel de Paul. Não nego aqui que sai do cinema aceitando que seria uma boa possibilidade ser encolhido. Como o personagem do Christoph Waltz deixa claro no filme, as vantagens de ser encolhido é ter uma vida que você nunca terá como está agora.

Nota

8,5/10

Review | Battle Angel Alita #1

Publicado pela primeira vez no Brasil em maio de 2003, no formato meio tanko e em papel jornal, Gunnm – Hyper Future Vision retorna pela JBC, mas em versão repaginada.

Em formato um pouco maior que o big, com páginas coloridas e com o título americano Battle Angel Alita, esse clássico da ficção científica é o protagonista deste JMangá.

Relembrando a história

Em um dia como outro qualquer na Cidade da Sucata, o engenheiro cibernético Daisuke Ido encontra no meio do ferro velho partes de uma ciborgue, incluindo a cabeça. Ele resolve acolhê-la e consertá-la, para que tenha uma segunda chance.

Quando a ciborgue abre os olhos, Ido e seu assistente percebem que ela perdeu a memória. Ele então lhe dá o nome de Alita (Gally, no original e na primeira edição brasileira) e um novo corpo.

Alita deveria ser contratada pela L’Oreal

Alita passa a viver com Ido e, aos poucos, fragmentos de sua antiga memória aparecem quando ela se envolve em batalhas. Quando uma das lutas quase acaba com a morte dela, Ido resolve lhe dar o corpo de um guerreiro berserker, para que ela lute da forma como desejar

Assim, Gally segue como uma Guerreira Caçadora, trocando as cabeças de criminosos procurados por dinheiro, enquanto reaprende a viver como uma humana, mas num corpo cibernético. Logo, ela verá que a vida pode pregar peças cruéis e que não dá para escapar do passado, mesmo quando ele está um pouco adormecido.

A reedição brasileira

Como dito na introdução deste JMangá, a nova edição de Battle Angel Alita teve algumas mudanças. A mais visível seria a alteração do formato; em sua primeira publicação em 2003, não era comum a publicação de mangás em formato tanko completo (X/1999, do estúdio CLAMP, foi publicado em dezembro de 2003, sendo o primeiro mangá publicado no Brasil nesse formato).

Ao contrário da sua antecessora, esta versão não possui sobrecapa (que também foi uma inovação em 2003), mas nada que prejudique o visual final da edição. O papel escolhido foi o lux cream, que tem sido utilizado em mangás com uma edição diferenciada, como Blame!, O Cão que Guarda as Estrelas e Akira.

O único nome alterado até o momento foi o da protagonista, de Gally para Alita (apesar de terem alterado o título, mantiveram o subtítulo “Gunnm – Hyper Future Vision”), provavelmente por ocasião do lançamento do live-action.

A tradução ficou por conta de Arnaldo Oka.

Opinião

Quando li Alita pela primeira vez, lá em 2003 (meu espírito é jovem, tá, gente?), achei que a história tinha um clima bem de Pinóquio; o Ido me lembrou muito o Gepeto, que deu vida a um boneco de madeira que não sabia muito bem o que era certo ou errado.

Alita é um Pinóquio um pouco mais evoluído: ela não se recorda do seu passado, mas sabe o básico para se virar. Aos poucos, conforme seu corpo vai recuperando fragmentos de memória, percebe que não poderá passar a vida como uma garota normal. Em algum momento, deverá lidar com as consequências oriundas das escolhas que fez em algum momento de sua vida “anterior”.

Alita me lembra muito a Motoko de Ghost in The Shell; alguém ansiosa por saber sua real identidade, mas ao mesmo tempo atormentada com o que pode vir a saber. A busca de Alita é tão poética quanto a de Motoko, e ao mesmo tempo triste.

Com todos os elementos que realmente fazem uma boa história de ficção científica, Battle Angel Alita não faz feio na estante de ninguém. Recomendo de olhos fechados.

Agradecemos ao pessoal da editora JBC por ter cedido o exemplar para análise.

Uma linda mulher ganha primeira foto da sua versão musical!

Clássico da Sessão da Tarde, Uma Linda Mulher está ganhando um remake musical nos palcos de nova York. E a revista People divulgou a primeira foto oficial dessa nova versão.

Vale aqui frisar que passado quase 30 anos, a nova versão foi roteirizada pelo diretor original, Garry Marshal. O diretor havia preparado uma nova versão do roteiro em 2016 antes de falecer.

Para a nova versão, o papel interpretado originalmente pela Julia Roberts será interpretado pela atriz Samantha Barks. Já o papel que era do Richard Gere será interpretado pelo ator Steve Kazee.

Uma Linda Mulher estreia no dia 20 de julho em Neerlander Theatre, na cidade de Nova York. Já o filme está comemorando 28 anos esse ano, sendo lançado nos cinemas brasileiros no dia 27 de julho de 1990.

Pretty Woman the Musical:
Samantha Barks and Steve Kazee
Credit: Andrew Eccles

 

 

Lembrando que o JWave já gravou um podcast sobre o filme. Lembra dele?

https://www.jwave.com.br/2015/02/jwave-214-uma-linda-mulher.html

Netflix lança primeiro trailer de Perdidos no Espaço!

LOST IN SPACE
LOST IN SPACE

A Netflix está trazendo segundo remake de Perdidos no Espaço. Produzida em forma de série igual a original, a nova produção terá 10 episódios e trará a família Robinson para os dias atuais.

Nascida em 1965, a série original teve um total de 3 temporadas, sendo relembrada até hoje. Inclusive a série voltou a ser reprisada diversas vezes na tv paga pelo canal FOX. Agora a nova versão é uma produção original da Netflix, depois de uma tentativa nos cinemas em 1998 com os atores Gary Oldman e Matt LeBlanc (Friends).

A nova produção ganha um trailer mais realista, sendo que o primeiro episódio é assinado por Matt Sazama e Burk Sharpless, do recente Drácula: A História Nunca Contada.

O “novo” Perdidos no Espaço estreia no dia 13 de abril, tendo os dez episódios lançados juntos. Será que a nova série será um sucesso? Torcemos que a nova versão traga não só a mitologia da série, como também abrace o humor que a série tinha com o vilão Smith e sua relação com a família Robinson.

Ataque dos Titãs será lançado nos cinemas do Brasil!


Sato Company e Cinemark, depois do sucesso de Death Note nos cinemas brasileiro, repetem a parceria com a saga Shingeki no Kyojin ou como é conhecida no Brasil por “Ataque dos Titãs”.

Produzidos em 2015, os dois filmes de Shingeki no Kyojin serão exibidos na rede Cinemark nos dias 04 de abril e 22 de maio. Assim você terá um mês e meio de diferença entre a primeira parte e a segunda.

Ainda não se sabe quais cidades serão escolhidas pela rede Cinemark, porém não deve ser muito diferente de Death Note e Akira, portanto fique atento na programação da empresa.

O JWave irá atualizar você quando tiver mais informações sobre lançamento dos filmes por aqui.

Via All About Asia

Pac-man e Sonic fazem crossover inesperado entre seus jogos!

O dia amanheceu diferente e veio com a bomba que a Bandai Namco e a Sega estão cruzando seus mundos. Calma que não é uma fusão, mas seus personagens estão fazendo participação um no jogo do outro!

Como assim? A gente explica. Pac-Man e Sonic decidiram unir suas forças assim os seus dois jogos mais recentes para smartphone terão participação um do outro. Assim o jogo PAC-MAN terá o Sonic e o jogo Sonic Dash terá participação do Pac-man.

Vale salientar que esse crossover não será pra sempre, assim os jogos terão participação um do outro durante o período de 20 de fevereiro a 20 de março. Então corra no Google Play ou na App Store para baixar os dois jogos e ver a participação de Sonic em PAC-MAN, e a do Pac-Man em Sonic Dash.

Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas será relançado no Brasil!

Uma das melhores versões de Cavaleiros do Zodíaco (para muitos até melhor que a original!) acaba de ser anunciada que será relançada no Brasil pela Editora JBC. Com sucesso da série original lançada em capa dura, além do artbook de Lost Canvas, o ano de 2018 começará com a publicação de Lost Canvas pela editora que virou a casa dos Cavaleiros de Athena no Brasil.

No começo se questionou o formato que esse relançamento teria, principalmente porque o relançamento mais recente do título no Japão havia sido condensado em 10 volumes (ao estilo big). Só que com release enviado a nossa redação, confirmamos que o relançamento seguirá os moldes de Sakura Card Captor, Guerreiras Mágicas, Fullmetal Alchemist entre outros no qual se privilegiou o papel, assim será publicado em 25 volumes.

Vale salientar que hoje Lost Canvas se encontra esgotado, sendo quase impossível comprar os últimos números. Além disso, sua versão animada teve duas temporadas, porém nunca foi concluída por não ter correspondido em vendas de bonecos pela Bandai no Japão (produtor do animê comentou sobre isso num evento na França).

Lost Canvas se passa numa encarnação anterior do mangá original, no qual Cavaleiro de Pégaso é o jovem Tenma. Ele é amigo de Alone, futura reencarnação de Hades e Sasha, a reencarnação de Athena. A história teve supervisão do criador Kurumada, sendo roteirizada e desenhada pela Shiori Teshirogi.

Lost Canvas foi publicado no Brasil pela primeira vez em 2007, sendo que agora chegou a vez do título receber um tratamento de colecionador por aqui.

O que acharam da novidade?

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Anatashia: Grupo de Idols masculinos encontra GPS em bicho de pelúcia!


Existem fãs loucas em qualquer canto do planeta e assim de forma inusitada o grupo Anatashia fez um pronunciamento sobre um GPS encontrado num bichinho de pelúcia recentemente.

Basicamente o grupo avisou suas fãs que devido ao aparelho rastreador está dentro de um dos bichos de pelúcia, agora fica terminantemente proibido dar novos bichos de pelúcia para o grupo.

Ter um rastreador e simplesmente aparecer fãs nas cadas dos membros do grupo, acarretaria em problemas para eles, assim a melhor solução foi suspender em receber presentes desse tipo.

Sinceramente me surpreendo com uma suspensão só de bichos de pelúcia, mas acredito que deva ser algo temporário e num futuro o grupo volte a permitir a receber qualquer tipo de presente.

Bayonetta 2 será lançado com código para Bayonetta 1 e inclui Brasil!

Cada dia o Switch está mais perto do Brasil oficialmente e agora a história ganha um novo capítulo com a homologação do console pela Anatel e com lançamento de Bayonetta 2 que vem com aviso em português.

Mas como assim? Anda se circulando na internet a capa de Bayonetta 2 com adesivo confirmando código do primeiro jogo para eShop. Além disso, vem um aviso falando sobe as eShop Brasil, Chile e outros países da América Latina.

De qualquer maneira o Bayonetta 2 está chegando e com ele, podemos ter o console vendido oficialmente no Brasil, além do eShop funcionando no país.

Fonte: Switch Brasil

Soul Calibur VI revela Heishiro Mitsurugi!

A Bandai Namco está tirando a poeira da franquia Soul Calibur. Depois de 6 anos de ausência desde o último lançamento, a franquia está voltando e finalmente estreando nos consoles dessa geração. Semelhante aos outros jogos de luta, a empresa está divulgando cada personagem aos poucos, assim a bola da vez é o Heishiro Mitsurugi.

Soul Calibur é uma franquia que começou como sequência de Soul Blade, que nasceu lá no Dreamcast. Criada em 1995, o último jogo da franquia foi de PS3, Xbox 360.

Trazendo um novo vídeo com comentários do produtor Motohiro Okubo, Heishiro Mitsurugi está de volta como conhecemos na franquia. Sendo um dos personagens mais icônicos do jogo, ele está de volta.

Soul Calibur IV será lançado do PS4, Xbox One e Steam.

Review | The Legend of Zelda (Ocarina of Time)

Completando o combo de lançamentos da Panini ocorridos em dezembro, um título que é um verdadeiro deleite para os fãs de aventura e, além disso, um clássico que alegrou a infância de muitos dos nossos leitores.

The Legend of Zelda – Ocarina of Time chegou às bancas e lojas especializadas em uma linda edição, estrela deste JMangá.

A história

Tudo começa com Link, um garoto que vive em Hyrule, na floresta dos Kokiri. Essas criaturas andam sempre em companhia de suas fadas e são liderados pela Grande Árvore Deku, uma espécie de guardião da floresta.

Link se dá bem com todos, mas, ao contrário de seus companheiros Kokiri, não possui uma fada. Por isso, sofre preconceito de alguns deles, mas tenta não dar muita bola e focar na menina de quem gosta, a meiga Saria.

Um dia, a Grande Árvore Deku é atacada por um parasita que a torna maligna, mas com a ajuda inesperada de um dos Kokiri, consegue desfazer a maldição. O único problema é que esse acontecimento desencadeia a morte da árvore, que finalmente revela à Link parte de seu destino: ele deve proteger Hyrule das forças malignas que a rodeiam e, para isso, deve ir até o castelo e entregar a esmeralda dos Kokiri para a princesa escolhida pelas deusas.

Abalado pelo peso de sua missão, Link parte deixando a floresta onde cresceu acompanhado da fada Navi, rumo ao castelo de Hyrule. No mundo de “fora”, aprende muitas coisas e conhece Zelda, a princesa de quem a Grande Árvore Deku falava. Ela o intera da situação do país e lhe conta a premonição que teve com aquele que salvará Hyrule da destruição.

Link só não imagina que as forças que vitimaram a Grande Árvore Deku já estão agindo no castelo e que sua missão é muito maior do que ele poderia imaginar. Nessa aventura, o garoto não só encontra respostas para as perguntas que carregou consigo por toda a vida, como acaba por tornar-se o Herói do Tempo e cumprirá o destino para ele tecido, mesmo deixando para trás sua inocência.

A edição brasileira

Zelda – Ocarina of Time é uma espécie de formato big, porém com orelhas. A edição ficou muito bonita e com um preço até que justo. Serão cinco edições no total.

O papel utilizado foi o off-set, o mesmo das páginas coloridas no início do volume. O resultado ficou bem bacana. Se tenho algo a dizer de negativo, o hot stamp dourado na lombada pode sair dependendo de como se segura o volume, então, cuidado redobrado na hora da leitura!

O exemplar também vem com um marca páginas lindo de brinde, mas não foi publicado o tradicional glossário.

A tradução ficou por conta de Fernando Mucioli e a edição é de Beth Kodama.

Opinião

Eu era uma daquelas que chamava Link de Zelda, confesso. Nunca joguei nenhum dos jogos, nunca me interessei por nada relativo à franquia; sendo bem sincera, as únicas franquias da Nintendo que tive contato foram Super Mário e Pokémon (sendo que, no lançamento deste último no Brasil, eu já  era maiorzinha).

Com o tempo, fui conhecendo melhor o mundo de Zelda e Link, mas não a ponto de me considerar uma especialista (nem sabia que existia mangá dessa franquia). Assim, quando peguei o mangá em mãos, não sabia muito o que esperar além de uma edição bonita.

Ao começar a ler, percebi que, mesmo sendo uma trama de aventura e fantasia como tantas outras, a história de Link me tocou. Fiquei um pouco emocionada ao vê-lo crescer de forma tão abrupta, sem nem ao menos digerir as respostas para as perguntas que fez a vida toda, e, ainda assim, ajudar os habitantes de Hyrule com um sorriso no rosto.

Como iniciante no mundo de Zelda, espero que as próximas histórias sejam tão emocionantes e envolventes quanto Ocarina of Time. Estou ansiosa pelo próximo volume!

Agradecemos ao pessoal da editora Panini e da Litera, que, gentilmente, enviou o exemplar para análise.