Antes mesmo da E3 a Square ja anuncio um porte do grande sucesso dos fliperamas para o PS4, FF Dissidia NT, sera a nova versão da franquia de luta/rpg do Final Fantasy que chega ano que vem com força total para o playstation 4, não se sabe ainda se sera exclusivo. Segue o Trailer e alguns gameplay:
Dessa vez a Bandai se juntou a Arc System Works, a mesma produtora de Guilty Gear e Blazblue, novamente para trazer um novo jogo de Dragon Ball que promete muito. Alem de usar a engine gráfica de novo GG contara com batalhas 3×3 que lembra muito a serie Marvel VS.Segue o trailer alguns gameplay com os produtores japoneses:
Lançado na CCXP Nordeste de forma simultânea com o Japão, a JBC traz Ghost in the Shell – Perfect Book 1995 – 2017.
Um deleite para os olhos, o livro é uma verdadeira enciclopédia sobre todas as adaptações feitas em cima da obra do mestre Masamune Shirow, desde a animação clássica de 1995 até o filme que traz a diva Scarlet Johansson na pele da Major. Veja nossas impressões sobre a obra neste JMangá.
Sobre o lançamento
O lançamento nada mais é do que um super guide book, com tudo o que você sempre quis saber sobre o mundo de Ghost in the Shell.
Ele está dividido por obra, ou seja: cada capítulo traz uma avalanche de informações sobre cada uma das animações (com fichas completas) e sobre o filme live action. Espere um monte de imagens incríveis dos personagens, cenas de mais impacto, frases memoráveis e muitas curiosidades.
Para quem assistiu o filme tendo só lido o mangá e assistido à animação original (como eu), esse guide veio em ótima hora, pois ele recapitula as outras animações e te faz reconhecer as referências do filme que podem ter passado despercebidas.
A dona da p@#( toda, Scarlett Johansson, como a Major no live acton de GitS
Ele também traz entrevistas com as duas dubladoras da Major Motoko Kusanagi e com os três diretores de GiTS, uma série de perguntas e respostas sobre todas as obras e guias completos dos episódios das temporadas dos animes.
A edição brasileira
Não cheguei a ver a original, mas posso afirmar que a qualidade da obra está sensacional.
Sobrecapa da edição brasileira do Perfect Book
Ela tem sobrecapa, papel brilhoso (sim, não sei como se chama) e muita atenção em todos os detalhes. Imagino o trabalhão que deu para editar e para traduzir (um salve para a equipe JBC e para o tradutor Edward Kondo).
Uma das muitas fichas distribuídas ao longo do guide
Guides são bem trabalhosos, mas o resultado final ficou incrível, digno da magnitude de uma obra como Ghost in the Shell.
Opinião
Sou suspeita para falar de guides, pois adoro qualquer coisa que amplie nossa visão sobre uma obra que gostamos. Devo dizer que, para uma fã recente de Ghost in the Shell como eu, foi um super presente e, para quem acompanha a obra desde sempre, item obrigatório.
A grande sacada de lançar o Perfect Book de forma simultânea com o Japão e todo o cuidado demonstrado com a obra me deixa tranquila com as novidades que virão em breve. Afinal, se GiTS veio de forma magnífica, fico ansiosa para ver como outra obra tão revolucionária quanto esta ficou em sua republicação. Que venha Akira.
Agradecemos à editora JBC pelo envio do exemplar para análise.
Título muito aguardando pelo fandom brasileiro, A Voz do Silêncio (Koe no Katachi) foi um dos anúncios do New Pop Day de 2017 e já está disponível nas lojas especializadas e livrarias. Pegamos o primeiro volume e contamos tudo para vocês neste JMangá!
A história
Shouya Ishida é um estudante do primário que pode-se dizer ser desprovido de qualquer tipo de noção. Suas brincadeiras com os colegas de classe são sempre perigosas, sob a desculpa de fugir do tédio.
Quando seus amigos começam a querer parar com este tipo de coisa, a escola recebe uma nova aluna: Shouko Nishimiya, que é deficiente auditiva.
Ao invés de tentar compreender as necessidades da garota, Shouya faz com que parte da sala o ajude em uma verdadeira campanha de bullying contra a garota, que acaba culminando não só em um grande prejuízo para sua mãe como na transferência de Shouko para outra escola.
Responsabilizado por tudo, Shouya passa a ser o novo alvo de seus antigos amigos e nem mesmo o professor responsável pela classe intercede mais, deixando-o pagar pelos seus atos maldosos.
Cartão Postal de A Voz do Silêncio
Passam-se os anos e Shouya se isola de todos, não interagindo com a classe mais do que o necessário. Ao chegar no terceiro colegial, o garoto resolve abraçar a morte porém, antes disso, quer se redimir pelo passado, procurando Shouko. Agora, ele vai tentar convencê-la de seu arrependimento, enquanto se prepara para deixar este mundo.
A edição brasileira
Como de costume na maioria das publicações da editora, A Voz do Silêncio veio em papel off-set e capa cartonada.
Devo dizer que esta primeira edição veio bem melhor no quesito revisão, mas a fonte continua a mesma de sempre (mas não gostar dela é algo particular meu).
Opinião
A Voz do Silêncio é o tipo de história que vem para te dar um choque de realidade: quantas vezes não cometemos uma maldade em maior ou menor grau com alguém que está supostamente “fora dos padrões”?
Quantos não colocaram apelidos nos colegas, parentes, conhecidos e disseram para si mesmos que era só uma “brincadeira”? Chegaram a pensar no sentimento da pessoa que foi feita de alvo por ser diferente? Colocaram-se no lugar dela e perceberam o quão cruel é rotular as pessoas?
Quantos Shouyas da vida real estão por aí, causando dor às pessoas todos os dias? O Shouya da ficção quer “consertar tudo antes de morrer”, mas desde quando a morte redime algo? Mais do que se redimir de seu erro, Shouya deverá entender de verdade os sentimentos de Shouko, de sua mãe e os seus próprios. Só assim ele na ficção e nós realidade poderemos dizer que aprendemos o verdadeiro significado da palavra empatia.
Agradecemos ao pessoal da loja Anime Hunter que, em parceria com a editora New Pop, nos cedeu o exemplar para análise.
Na edição anterior tivemos novas revelações, novos personagens e… mais perguntas. Veremos agora o que o volume 9 de Fullmetal Alchemist nos reserva!
Nesta edição
Os irmãos Elric, Winry, Lin e seus acompanhantes seguem rumo à Central City, mas Lin se dá mal graças à sua mania de cair de fome por aí.
Barry permanece escondido com Fallman, mas algo que vê no jornal o intriga e o faz conversar com Mustang. Este, por sua vez, esconde dos irmãos o que aconteceu com Hughes, mas eles acabam descobrindo ao ler o jornal do dia.
Enquanto isso, Maria Ross é levada em custódia por suspeita no assassinato de Hughes e presa. Tudo indica que ela será condenada, já que todas as evidências estão contra e, para piorar, seu álibi não é válido e não foi permitido ao sargento Bross testemunhar.
Quando tudo parece perdido, Barry aparece para soltá-la e acaba ajudando Lin no embalo. Ao saírem da prisão, acabam se separando ao se depararem com os irmãos Elric, que voltaram ao quartel para confirmar a veracidade da notícia. Ross corre para um beco e encontra um Mustang possesso e com suas chamas à toda… e seu prematuro fim.
Ed e Al chegam bem nessa hora e vêem tudo, decepcionando-se com Mustang e aflitos por não entenderem como tudo chegou naquele ponto, odiando-se a si mesmos por se sentirem culpados.
Barry volta ao confinamento com Fallman levando Lin e seus subordinados, para mais tarde armar outra confusão envolvendo seu corpo verdadeiro.
Winry sofre ao estar com a família de Hughes, mas logo é consolada por Ed e Al, que prometem à esposa de Hughes que farão de tudo para recuperar seus corpos. Enquanto isso, os subordinados de Mustang parecem ter um plano em andamento, que envolve muito sigilo e acabam atraindo um inimigo difícil de se lidar.
Opinião
Posso falar mais do mesmo, mas a cada volume a trama se intrinca mais; os irmãos Elric sabem que o caminho que escolheram para recuperar seus corpos é tortuoso, e percebem que podem colocar em risco todos aqueles que se propõem a ajudar.
Além disso, como lidar com o fato de que os homúnculos parecem dominar a maior parte do Exército? Até onde Mustang e seus subordinados poderão avançar sem serem pegos? Simplesmente não dá para parar de ler.
Agradecemos à editora JBC, que nos cedeu o exemplar para análise.
Anúncio ovacionado no New Pop Day, GTO finalmente chegou ao Brasil. Você já conferiu aqui no JWave como foi o evento no qual o mangá foi lançado (que teve direito a brindes marotos e esteve bem movimentado) e ficou com uma palhinha do que esperar desta edição. Agora, fique com o review no JMangá!
A história
Eikichi Onizuka é um ex-delinquente de 22 anos em busca de um emprego. Ele veio para Tóquio há seis anos com um amigo em busca de um sonho: tornar-se um cara foda (?!). O problema é que sua faculdade de quinta, seu currículo sofrível e seu visual yankee não ajudam em nada e o brindam com mais de 30 recusas.
Enquanto pensa na vida (e espia calcinhas), Onizuka conhece Erika, uma colegial que faz com que ele pague um almoço para ela em troca da calcinha espiada. Durante o almoço, Erika quer satisfazer sua curiosidade sobre nosso herói, que começa a disparar várias mentiras sobre ser alguém bem-sucedido, deixando a garota impressionada e fazendo-o prometer que iria levá-la para passear em seu Porsche (que Porsche, Onizuka???).
Eles se reencontram novamente e Erika está chorando porque brigou com o namorado. Onizuka faz de tudo para continuar com a mentira e pede a garota em namoro em um karaokê-hotel. O que ele não esperava era que o namorado de Erika era… um professor. Isso dá um clique em Onizuka, que enfia na cabeça que será um professor de qualquer jeito, mudando até seu estilo.
Cartão postal e marca páginas de GTO
Tudo vai bem em seu “estágio” até que ele é apresentado para a turma Zero, que consiste em um bando de delinquentes que não respeitam ninguém. Após cair em uma armadilha elaborada por eles, Onizuka toma uma atitude inesperada, que pode ser um trampolim para que ele realize seu sonho, um pouco modificado: ser um grande professor, que se tornará uma lenda. O professor mais foda do Japão!
A edição brasileira
Como vocês já viram por aqui, a edição brasileira de GTO está bem parecida com as edições japonesas como um todo; sobrecapa, papel Lux Cream com gramatura maior e páginas coloridas são alguns dos destaques do ponto de vista gráfico. A capa é praticamente igual à japonesa.
Olha o Onizuka todo estiloso nas páginas coloridas!
A revisão deixa a desejar em alguns pontos, mas acredito que a editora esteja trabalhando nisso, afinal, é importante melhorar em todos os aspectos.
Ali seria um “fui eu”, não?
Também não sou grande fã da fonte utilizada e que meio que se tornou, para mim, uma marca registrada dos mangás da New Pop. Espero que, um dia, ela seja substituída.
No mais, a edição ficou linda e todos torcemos para que o padrão permaneça e a periodicidade seja regular.
Opinião
Fico satisfeita de ver que a New Pop está se esforçando para se tornar uma editora melhor a cada lançamento e que diversifica bastante os títulos, tentando agradar a todos os gostos. Só acho que a revisão realmente precisa de uma atençãozinha maior.
GTO é um mangá que eu queria ver por aqui há muito tempo, desde que assisti ao primeiro dorama, anos atrás. Acho a história de Onizuka hilária e adoro tramas que envolvem colégio e delinquentes (como Gokusen, por exemplo, fica a dica).
Torço pelo sucesso da publicação e que ela abra portas para outras semelhantes, pois as histórias antigas também têm seu encanto.
Agradecemos ao pessoal da loja Anime Hunter que, em parceria com a editora New Pop, nos cedeu o exemplar para análise.
AVISO: Esse review é feito por um mega fã da franquia em questão, mas vou tentar ser o mais imparcial possível. Enfim acho que nem preciso apresentar Tekken pra ninguém. Vamos direto ao que eu achei dessa nova versão!
História
Tekken 7 chega prometendo acabar com o rolo da família Mishima, e faz um bom resumo ao colocar um repórter narrando todo a saga da família até o momento atual. Só que infelizmente não entrega e nem desenvolve tão bem essa historia, ficando com um gosto de que isso foi apenas a metade do caminho.
Não posso deixar de lembrar os momento épicos no modo story. não só pelos belíssimas CG, gameplay especial ( ao estilo Boss Battle de Naruto Storm), a entrada do Akuma como um char importante, e não apenas convidado, além de um ótimo resumo (quase perfeito, falto uma pequena coisa, viu Mr. Jinpachi). E de bônus, um pequeno modo historia pessoal e todas as CGs no modo galeria.
Gameplay
Melhor Tekken até hoje! Jogabilidade fluida e intuitiva de sempre com novidades como o sistema de Rage e a volta de char mais equilibrado ainda. Tekken já costuma ser bem equilibrado, e ainda com a adição de Akuma com um jogabilidade que lembra muito Street. É estranho, mas muito legal.
Gráficos/Som
Aqui fico um pouco estranho, ouvi dizer q pela diferença da resolução entre o fliperama e os consoles atuais, mas ainda é bonito sem sobra de dúvida.
O som teve um bônus, pois agora quase todo os char falam a sua lingua nativa, Eddy e Katarina, por exemplo, falam português do Brasil.
Considerações finais
Basicamente é o Tekken 7 de fliperama, que foi lançado há 3 anos atrás com as últimas atualizações. Novo char e de bônus um modo story bonito, mas com uma cara de incompleto.
O jogo acabou no meio, e as minhas maiores decepções ficaram com a falta de item pra customização e um loading muito grande, principalmente no online (poderia ter sido feitas um pouco diferente como houve no Street V para não voltar tanto ao lobby e assim haver menos loading).
Mesmo assim é Tekken e estava fazendo muita falta nessa geração. Recomendo as todos os fãs de jogo de luta, principalmente os que querem um jogo competitivo e para jogar versus.
Quando parecia que a Editora JBC não ia surpreender mais, depois de Ghost in the Shell e Akira, ela nos surpreende com a bomba que “Kimi No Na Wa” será lançado no Brasil! A quarta maior bilheteria de todos os tempos do Japão, não só ganhou mangá, como está chegando no Brasil em três volumes pela Editora JBC. Para os fãs de plantão, o mangá terá o título internacional de “Your Name” aqui no Brasil.
O roteiro é do próprio Makoto Shinkai enquanto a arte é de Ranmaru Kotone. Your Name não teve data divulgada, nem o preço divulgado.
Autor
Já falamos diversas vezes de Makoto Shinkai por aqui, principalmente por causa de suas outras obras também lançadas no Brasil. Entre os títulos mais conhecidos, são: O Lugar Prometido em Nossa Juventude, Cinco Centímetros por Segundo, O Jardim das Palavras e o Kimi No Na Wa.
História
Mitsuha é uma menina que vive no interior com a família. Ela se sente entediada com tudo e começa a desejar que numa próxima existência seja um menino da cidade grande.
Taki é um garoto de Tóquio que divide os dias entre escola e um trabalho de meio período. Ele se sente sozinho mesmo em meio à multidão, mas se mantém calado sobre o assunto.
Um dia, Taki e Mitsuha acordam com a sensação de estarem no corpo de outra pessoa.
Ambos acham que estão vivendo um sonho apenas, até que no dia seguinte começam a ser questionados por atitudes estranhas quando retornam para seus respectivos corpos.
As trocas se tornam recorrentes e eles começam a registrar as alterações que fazem na vida um do outro. Uma misteriosa amizade surge entre eles e abre caminho para
sentimentos novos e até então desconhecidos.
Um dos títulos anunciados pela JBC em 2016, Fort of Apocalypse já está em seu terceiro volume nas bancas brasileiras. Conferimos o primeiro volume e contamos nossas impressões para vocês nesse JMangá.
A história
Yoshiaki Maeda é um jovem de 16 anos que foi condenado à prisão perpétua por assassinato e enviado ao Instituto Shouran, uma prisão para menores infratores. Apesar de jurar ser inocente, é colocado junto com outros jovens detentos na sala quatro e vê logo de cara que sua vida ali não será fácil.
Masafumi Yoshioka, o representante da sala quatro, o recebe com uma cordialidade maquiada por uma personalidade agressiva e cínica. Além dele, os outros colegas de quarto são o taciturno Go Iwakura e o pedante Mitsuru Yamanoi, conhecido também como Neumann.
Já é certo que, no meio de tantos delinquentes provocando uns aos outros o tempo todo à procura de briga, e policiais que não parecem ter real interesse em administrar os problemas, a vida do novato será um inferno… Mas o que Maeda não esperava é que ficaria ainda pior.
No meio de um treino-castigo por terem participado de uma briga no refeitório, Maeda e seus colegas se deparam com algo inusitado: um veículo de escolta bate em um poste dentro do campo e dele saem pessoas cobertas de sangue, que atacam quem está perto com mordidas brutais. Quem é atacado torna-se uma espécie de zumbi e assim o caos se instaura dentro do instituto.
A situação não está fácil para os internos do instituto…
Maeda e seus colegas tentam prevenir os outros internos, mas essa atitude mostra-se contra-producente. Os quatro jovens acabam fugindo de lá, apenas para perceber que a cidade toda está passando pelo mesmo problema.
Melhor aceitar essa ajuda, não?
Agora, os rapazes deverão agir para garantir sua sobrevivência em um inferno pior do que a instituição. Quanto tempo será que eles aguentarão neste mar de sangue e cadáveres?
A edição brasileira
Fort of Apocalypse foi publicado no já conhecido pisa brite, utilizado na maioria das publicações de banca da JBC. A tradução ficou por conta de Jae HW.
Capa brasileira de Fort of Apocalypse
Opinião
Não sou muito fã de história de zumbi, mas essa está um pouco diferente do que estou acostumada a ver por aqui.
Maeda é um protagonista que fica à sombra dos outros colegas de sala, que parecem muito mais interessantes (especialmente Iwakura, que só arrancou um para-raios com as mãos neste volume, coisinha básica). Ele não é inteligente, nem forte, nem atraente, nem rápido, nem nada. É o personagem clássico que serve de comida para zumbi.
Os galãs de Fort of Apocalypse
Exceto pelo fato de que é o protagonista e de que talvez esconda algum segredo (não consigo acreditar 100% na história dele), não imagino que Maeda evolua muito mais na obra, mas sempre tem um plot twist, então estou ansiosa por isso.
Um ponto forte é que não vi (até agora, pelo menos), outro clássico dos mangás de zumbi: meninas com peitos exageradamente grandes (parecendo balões, às vezes), pouca roupa e muita sorte. Espero que continue assim.
Mesmo não sendo fã do gênero, devo dizer que este título é bem interessante e que estou aguada de curiosidade para saber se existe um paciente zero, o que realmente levou os garotos ao instituto e se Maeda é mesmo inocente. Dez volumes é uma quantidade razoável para se desenvolver uma boa história, espero que o final seja de arrepiar os cabelos.
Agradecemos à editora JBC por ter cedido o exemplar para análise.
Na edição passada, descobrimos que o Führer King Bradley também é um homúnculo! Será que Ganância escapa dos olhos supremos? Vamos conferir neste JMangá!
Nesta edição
Sem dó de seus aniversários, King Bradley prende Ganância e liquida quase todos os subordinados do homúnculo. A brutalidade com a qual executa Martel, ainda abrigada na armadura de Al, faz com que o garoto relembre quando esteve diante da porta da Verdade.
Em seu dia de folga, a tenente Hawkeye se depara com um elemento que todos julgavam estar morto, fazendo com que as investigações de Mustang tomem uma direção mais assertiva.
Ganância é levado por Bradley à presença daquele que os homúnculos chamam de Pai e é revelado que o líder de Amestris é Ira, o primeiro homúnculo que envelhece, criado há 60 anos. Enquanto Ganância paga caro pela sua traição, novos personagens aparecem, vindos de Xing, um país do Oriente.
May Chang e seu mini panda de estimação, Xiaomei, aparecem nas minas de Younswell. Ed e Al voltam para Rush Valley e acabam encontrando Lin Yao, um viajante misterioso, faminto e boa-praça. Tanto ele quanto May estão buscando o método da imortalidade, mas… por qual motivo?
Curiosidade
Nesta republicação, optou-se por traduzir um país quase ao pé da letra: o que era Xerxes na primeira edição virou Cselkcess (em japonês, a leitura propriamente dita seria Kuserukusesu). Confesso não ter entendido o porquê dessa mudança, já que a fonética japonesa nesse caso é semelhante à do nome do professor Xavier dos X-Men no original (Professor Ecszeivier, numa tentativa de reproduzir a fonética). Sendo assim, Xerxes era uma boa adaptação, na minha humilde opinião.
Versão original da primeira aparição do termo “Xerxes” em FMA
Nova adaptação do termo “Xerxes”
Outra mudança interessante foi alterar a fonte dos balões dos personagens de Xing para sugerir um sotaque, ao invés de manter a decisão da primeira versão, onde se usava uma adaptação com um sotaque mais esteriotipado, utilizado comumente com personagens orientais. Confesso que gostei bastante desta solução atual.
Nova adaptação do sotaque de Xing
Opinião
A história segue avançando de forma ágil e interessante: o líder do país é um homúnculo; personagens misteriosos buscam algo que pode levá-los à situações bem perigosas, ao mesmo tempo em que os irmãos Elric parecem ter cada vez mais perguntas e menos respostas disponíveis… Fullmetal Alchemist só melhora a cada edição!
Agradecemos à editora JBC, que nos cedeu o exemplar para análise.
Esse final de semana aconteceu o lançamento do mangá Great Teacher Onizuka no Brasil. A editora NewPop numa ação com a loja Anime Hunter, acabou lançando o mangá GTO com uma edição diferenciada que tornou praticamente o primeiro mangá brasileiro a ficar idêntico ao mangá publicado no Japão, ao trazer sobrecapa, um papel de gramatura mais alta, além do preço convidativo de R$23,90.
Ação com a loja Anime Hunter
O mangá GTO é o primeiro título longo da editora NewPop e semelhante a algumas ações de filmes que algumas lojas como a Saraiva acabam lançando edições especiais, aqui o GTO terá cartões postais exclusivos com a Anime Hunter. Existe outra opção que é assinatura e nela também terá cartões postais.
A história
O jovem Eikichi Onizuka de 22 anos decide se tornar um professor, embora inicialmente pelos motivos errados, ele logo descobre sua vocação: transformar a escola num lugar divertido. O problema é que Onizuka está sempre se metendo em confusões e sendo responsável pelos alunos mais problemáticos. Sendo ele mesmo muito problemático e polêmico, o resultado são as palhaçadas mais absurdas, para cada boa ação de Onizuka, ele consegue cometer o dobro de erros e se enfiar nas situações mais ridículas por pura falta de noção.
Sobre o mangá
Tooru Fujisawa criou a obra em 1997 e terminou em 2002. O sucesso da obra foi tanto que gerou série em live action em 1998 e animê em 1999, além de um remake em live action recentemente em 2012. A série originalmente saiu na revista Shonen Magazine, lar de algumas publicações famosas aqui no Brasil, como Fairy Tail, Noragami e Inuyasha.
Sobre o lançamento
A festa realizada no sábado pela loja Anime Hunter, os jornalistas convidados acabaram recebendo um kit com pôster, chaveiro, bottom, além de marcador de página do Crunchyroll e o cartão postal.
O mangá está muito bonito e lembra bastante os mangás japoneses com sua sobrecapa.