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Top 10 dos cinemas japoneses: Deu Kamen Rider Decade em primeiro Lugar!


Foi divulgado o ranking desse final de semana nos cinemas japoneses, nos dias 8 e 9 de agosto. Tivemos três estreias essa semana no Japão, que foram, a dupla Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker & Samurai Sentai Shinkenger The Movie: The Fateful War que são considerados um filme só, mais o Hachiko: A Dog’s Story com Richard Gere, que só estreia nos EUA em dezembro e G.I. JOE que estreou na mesma data no Brasil.

Vale lembrar que Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker reune todos os Kamen Riders até hoje, com participações especiais como Tetsuo Kurata como Kamen Rider Black e RX, além do cantor Gackt que fará participação especial como Riderman. O Samurai Sentai Shinkenger The Movie: The Fateful War é o primeiro filme do gênero Super Sentai a utilizar a tecnologia 3D tão presente nos filmes Hollywood hoje em dia.

Harry Potter também mostra sua força no Japão ficando em segunda posição, sendo que o filme estreou há quatro semanas por lá.

Na lista, temos em terceiro lugar o filme Pokémon: Arceus and the Jewel of Life, que havia estreiado também há quatro semanas e caiu mais uma posição.

Temos Bolt na setima posição, tendo estreado bem atrasado por lá, há seis semanas atrás. Esse lançamento da Disney está bem atrasado em relação aos outros países do mundo.

Na oitava posição temos o filme Gokusen, baseado no dorama que teve três temporadas no Japão. O filme está muito bem, tendo estreado há cinco semanas, e provavelmente deve sair da lista semana que vem.

Naruto no entanto, estreou faz duas semanas, e está na nona posição. O filme que comemora 10 anos do mangá, acabou nao conquistando as primeiras posições do ranking.

Agradecimentos ao lagarto pela fonte.

TOP 20 – Veja os 20 comerciais favoritos pelos japoneses em 2009


Foi divulgada a relação dos 20 comerciais mais assistidos e favoritos pelos japoneses nesses primeiros seis meses de 2009.

Antes de comentar desses 20 comerciais, quero deixar claro que diferente da publicidade brasileira, a japonesa se apóia no prestigio e status de aidoru. Aidoru é a adaptação em japonês de Idol, que no Japão envolve celebridades que são cantores, modelos, atores, atletas, sendo que em sua maioria, fazem todas essas funções ao mesmo tempo.

Para quem não está acostumado com o universo pop japonês, pode parecer estranho que para se tornar um aidoru, você precisa fazer tantas ações e que todas elas tenham que ter qualidade. Pode soar mais estranho ainda, quando se lê que no Japão não precisa saber cantar bem, se você é um aidoru, já que é uma das funções que você exerce como um todo. Lembrando que quem sempre ressalva sua falta de aptidão em cantar é o cantor Masahiro Nakai, líder do grupo SMAP. Sendo apresentador, ator e cantor, ele mesmo sendo membro de uma boy band de mais de 20 anos de existência, o que ele menos faz de melhor é cantar.

Ai entra também o Sekentei, que pode ser traduzido como a visão que a sociedade tem do povo. Muitas celebridades colocam a prova o Sekentei quando comentem uma gafe e a mídia japonesa explora o fato, fazendo este artista perder contratos milionários com diversas empresas de diferentes segmentos no Japão. Foi assim com Koda Kumi, com a história batizada pela mídia japonesa de “óvulo podre”, como também foi assim com a atriz e cantora Erika Sawajiri que fez pouco caso da imprensa na coletiva de imprensa do filme Closed Case, e mais recentemente com Tsuyoshi Kusanagi que ficou pelado bêbado em Tóquio e com a expulsão do Alex da banda One Ok Rock, após ter sido acusado de estupro a uma estudante.

A imagem no Japão é muito importante, por isso tantas revistas e jornais procuram sempre um deslize de alguma celebridade por lá. A imagem chega a ser tão importante que ela é associada a produtos, por isso é tão importante para agências dessas celebridades que criam a imagem de “bom moça (o)”.

Se pensarmos no Brasil, aqui não é tão fundamental uma celebridade ser associada a publicidade, porém temos Juliana Paes associada a campanha Boa da cerveja Antártica e tivemos uma briga entre duas cervejarias por causa do cantor Zeca Pagodinho. Outra característica do Brasil, são convocar atores e atrizes que estão em destaque por causa de alguma novela, se tornando garotos propaganda de um segmento que está em alta graças a se tornar tema de alguma novela. Com exceção disso, a publicidade brasileira não se apóia na imagem das celebridades e na verdade cria mascotes para suas marcas, como foi o caso de Carlos Moreno e a esponja de aço Bombril.

Voltando ao top 20, temos como primeiro lugar a Softbank com comerciais da Aya Ueno. A atriz e cantora trabalha para a empresa de celular já faz alguns anos e sempre cai nas graças dos japoneses.

O cantor Sakurai Sho do grupo Arashi, ficou em segundo lugar com os comerciais da empresa de celular KDDI au. Lembrando que outros membros do grupo fizeram comerciais na mesma época, enaltecendo produtos como celular com filmadora em HD (em alta definição) e outras coisas que dificilmente veremos tão cedo pelas companhias de telefonia celular no Brasil.

Em terceiro lugar, temos a NTT DoComo que entre as celebridades que representaram essa grande empresa de telefonia celular, temos a Horikita Maki que é uma figura bem conhecida por quem assiste doramas (Atashinchi no Danshi, Teppan Shoujo Akane, Hanazakari no Kimitachi e Nobuta wo Produce).

A Nintendo que estava em 808º lugar, surpreendente voltou a quinta posição ao fazer propaganda do Nintendo DS com a dupla de comediantes Audrey.

Em 6º lugar aparece o ator e cantor Takuya Kimura, chamado pelos japoneses de kimutaku. Ele que representa diversos segmentos como câmeras fotográficas, relógios entre outros produtos, aqui está num comercial engraçadíssimo da Nissin Foods, com Cup Noddle.

Porém, nada se compara a 8º posição com o comercial Fit´s da empresa Lotte. Esse ano, o comercial que tem a Sasaki Nozomi e Takeru Sato (de Kamen Rider Den-o e Mei-chan no Shitsuji) fez a cabeça não só dos japoneses como do mundo inteiro. Acredite, a Lotte lançou a campanha no portal de vídeos Youtube, e atingiu pessoas do mundo inteiro que mandaram vídeos imitando as danças feitas pela Sasaki Nozomi e o Takeru Sato nos comerciais.

Essa matéria tem alguns dados do blog Kawaii Joyuu.

Crítica | Densha Otoko – Todo otaku merece ser feliz?

O dorama Densha Otoko foi o meu ponto de partida nas novelas japonesas. Falando sobre o universo Otaku, Densha Otoko é uma novela que sempre será especial.

Falemos um pouco dela.

Um best seller em poucas semanas no Japão, o livro Densha Otoko, rapidamente ganhou sua transposição para um filme, como também uma novela, dois mangas e diversos derivados. Baseado em fatos reais, a história do personagem Densha Otoko, conseguiu mudar a forma de concepção de ver as pessoas no Japão.

Sendo elogiado e comparado ao filme “Mensagem para Você” do Tom Hanks com a Meg Ryan, pelo jornal Estado de São Paulo, a história ganhou o mundo. Atualmente, está sendo lançado a novela nos EUA pela VIZ em dvd.
A novela chegou ter a media de 20% da audiência sendo uma das melhores novelas exibidas no ano de 2005 pela TV FUJI.
Escrito por Nakano Hitori, que credita que é a historia de alguém que ele realmente conheceu no fórum para solteiros no Japão, cogita-se que na verdade o autor juntou diversas situações que aconteceram com diversas pessoas no fórum.
O livro narra a historia do viciado por animes, jogos e garage kit, com 23 anos, o Yamada Tsuyoshi que nunca teve uma namorada na vida. Um dia no metro, voltando do bairro de Akihabara, voltando repleto de garage kits, ele assiste um bêbado incomodar a doce Saori Aoyama, de 25 anos, com toda sua coragem, o Yamada a defende do bêbado que ameaçava molestá-la.

A novela

Estreando no dia 15 de julho pela TV FUJI, composta de 11 episódios de 45 minutos, Densha Otoko, foi um Dorama (semelhante as nossas novelas) que arrecadou 18,5% de audiência.
Conhecemos Yamada Tsuyoshi, 23 anos, que nunca teve sorte com as mulheres. Vivendo na cola de dois únicos amigos, iguais a ele, os três freqüentam o bairro de Akihabara, atrás de animes, mangas e games. Freqüentando sempre as palestras da dubladora do anime favorito deles, da personagem Mina. A personagem foi criada especialmente para a novela, sendo também a protagonista da abertura em animação da novela, feita pelo estúdio Gonzo, em referencia a um trabalho da Gainax nos anos 80.

Ainda no primeiro episódio, temos a personagem Saori Aoyama, de 25 anos, que indo embora no metro, é incomodada um senhor de idade bêbado. Yamada tenta a salvar, ao ver aquela cena do outro lado do mesmo corredor. Ele se atrapalha e cai no chão, enquanto os policias retiram o bêbado, Saori e outra senhora o agradecem e anotam seu endereço para dar um presente por sua boa ação. Ele enche de esperanças por Saori e descreve o incidente no fórum 2 channel de solteiros. Logo, o denominam Densha otoko (o Homem do trem) e ele fica a espera de qual seria o presente que Saori iria lhe dar.
O fórum 2 channel realmente existe, sendo aqui representado por um bando de solteiros com problemas emotivos, por isso os personagens são por demais de caricatos em relação a nossa realidade. Temos um jogador de basquete que desistiu por causa de um desligamento da perna, desde outro que se apaixonou por uma acompanhante entre tantos outros solteiros que tentam ajudar Densha Otoko a ser feliz. Uma curiosidade é que nenhum deles se identifica, por isso por mais que a amizade deles com Yamada surja, nós nunca ficamos sabendo o nome de cada um deles.
Alguns dias depois, o presente de Saori chega na casa de Yamada, era um par de xícaras de uma das marcas mais caras do Japão, chamada Hermes. Densha se ilude que esse presente seja que ela queira sair com ele, e logo escreve no fórum sobre o fato. O presente logo vira o apelido da Saori no fórum (lembrando que ele sempre omitiu os nomes verdadeiros), assim ela se tornou conhecida como Hermes-san (Senhorita Hermes). O pessoal do fórum, aconselha ver se tem o telefone dela na entrega e logo ele confere que tem, assim entrando no dilema de conseguir conversar com ela.
No dia seguinte, temos um dos momentos mais engraçados de toda a novela, aonde Saori Aoyama, decide descobrir quem ligou pra ela e Yamada ao atender, percebe que caiu à ligação, pois seu celular tinha acabado a bateria. Ele se lembra que dormiu agarrado ao celular olhando para o número da Saori, por isso não o recarregou. Desesperadamente, ele procura por um recarregador, indo a supermercados da região do trabalho e encontrando muita confusão. No fim, ele encontra um recarregador na mesa de outro funcionário, aonde ele segue o fio no chão, agachado no chão, conseguindo falar com ela.
Yamada todo gaguejando, agradece o presente dado por ela, sugerindo um jantar, ela topa, porque um de seus hobbies é experimentar restaurantes exóticos, assim Yamada consegue mais um ponto com ela. Yamada decide não fazer nada errado, por isso com a ajuda do fórum, pesquisa bons restaurantes. Além disso, o pessoal do fórum recomenda uma mudança de visual por completo, assim numa citação a Uma linda mulher, temos a música do filme clássico e ele tendo seu visual totalmente mudado, desde corte de cabelo, deixando os óculos por lentes de contato, tintura de cabelo, roupas entre outros que camuflassem que ele era um otaku. No grande dia, Saori revela que no dia estava sem as lentes de contato, por isso nunca poderia reconhecer o Yamada (que fica pasmo), pois não conseguiu ver o seu rosto, no dia que ele o salvou.
O caso Densha Otoko fica extremamente famoso no Japão, ai até a funcionária do trabalho dele, a Musuzu, descobre que ele é o Densha no fórum. Ela é uma funcionaria problemática para a empresa, pois sempre arranja casos com seus clientes, assim Yamada teve o grande esforço de tentar impedir que isso aconteça novamente, tendo uma estranha amizade com ela. Além disso,o próprio irmão da Saori acaba descobrindo também, que curiosamente estava tendo um caso com a Musuzu. Saori descobre que Yamada tinha mentido de novo para ela, publicando tudo sobre ela num fórum de solteiros de internet, se sentindo totalmente traída.
Entramos na fase final da novela, aonde Yamada precisa provar para Saori que aqueles desconhecidos o ajudaram ele chegar nela. Saori não leu o fórum e decide ler se realmente as intenções de Yamada são verdadeiras. Chegando no capitulo especial de uma hora que bateu picos de 24% na audiência pela TV FUJI.

A pergunta que fica, Saori ira perdoar Yamada? Yamada ira confessar por uma vez por todas que ama ela?
A novela continuaria no especial Densha Otoko DX ~ Saigo no Seisen ~ que é muito engraçado, que estreou um ano depois da exibição da série original.
Para quem é apaixonado pela Saori, pode visitar o site da atriz, Itoh Misaki, http://www.ken-on.co.jp/itou/index.html, ou o blog dela , http://www.ken-on.co.jp/misakiBlog/main/. Lembrando que o site e o blog estão em japones.

Trechos da matéria original utilizada na Neo Tokyo 13.

Crítica | Ichi Rittoru no Namida – Você já chorou um litro de lágrimas?

Ichi Rittoru no Namida


Essa é uma série extramemente dramática, seguindo ao estilo de Beautiful Life e Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu. Abordando a doença Degeração Espinocerebelar, este dorama nos apresenta a doce Aya Ikeuchi que começa apresentar os primeiros sintomas dessa doença ainda incurável.

Best Seller

Baseado no drama da verdadeira Aya Kito (adaptaram Kito na série como Ikeuchi), o livro foi baseado nos diários pessoais que ela escreveu durante seu tratamento para retardar a doença. Lançado em 1988 e vendendo mais de 1 milhão e 100 mil exemplares, acabou-se tornando um dos livros mais lidos do Japão. Ichi Rittoru no Namida, só ganharia as telas japonesas em 2005. Exatos 17 anos após o lançamento do livro, Ichi Rittoru no Namida foi adaptado em duas versões: numa versão cinematográfica e outra que é a serie que abordaremos.

A série assim foi lançada em 11 episódios na estação de inverno de 2005 (entre outubro a dezembro) no Japão, pela TV Fuji.

A série

Aya Ikeuchi é uma garota de 15 anos que acabara de entrar na nova etapa de sua vida, o ensino médio. Entrando na escola que sempre desejou, Aya acaba se tornando uma das garotas mais populares da escola. Boa jogadora de basquete, aluna escolhida para ser representante de sala, também coordena a turma no ensaio de canto, além de estar próxima da pessoa que ama, o jogador de basquete Yuji Kawamoto. Com certeza é uma vida que muitos gostariam de ter, mas para Aya esses dias infelizmente estavam contados.

Morando numa casa humilde, aonde seus pais, Shioka e Mizuo, vendem tofu, Aya começa chamar atenção de sua mãe, por ser reflexos estarem ruins e ela começar a se machucar à toa a rua.

Desconfiado que algo havia errado a mãe da Aya pede para o médico Hiroshi Mizuno fazer alguns exames mais profundos, constatando que ela tem uma doença incurável chamada Degeneração Espinocerebelar. Decidindo esconder da filha, Shioka quer que a filha viva um pouco mais esse momento que ela está vivendo na escola. O doutor recomenda contar o mais rápido possível, mas aceita a condição da Shioka, receitando remédios para Aya com outros motivos que não os reais.

Chegando em casa, Shioka conta ao marido à situação grave da Aya, não acreditando no médico, Shioka começa a estudar a doença procurando outros profissionais e mostrando os exames da Aya, o resultado é sempre o mesmo para a tristeza dos dois.

Chega o dia do coral da escola, assim toda família vai ver Aya coordenando a música “Sangatsu Kokonoka”. Shioka e Mizuo choram vendo a Aya tão feliz, sem saber a verdade.

Aya que não é boba e nem nada, começa a investigar o que ela realmente tem. Desconfiada que sua família está lhe escondendo alguma coisa, ela decidi investigar nos computadores do hospital, chegando perto da verdade, quando é surpreendida pelo amigo de classe Haruto Asou. Os dois têm uma estranha amizade, desde quando ela foi prestar vestibular na escola e se machucou, fazendo Asou levar ela de bicicleta a escola. Desde então, Asou sempre esteve presente com a Aya, como também percebendo que havia algo de errado nela nos últimos tempos.

O que é Degeneração Espinocerebelar?

Essa doença não é muito conhecida por aqui e se trata de uma doença que ataca os neurônios, causando a morte deles gradativamente, gerando limitações gradativas em seu corpo. Inicialmente será motora como andar, comer, seguida de perda de controle da sua própria voz.

Tratando-se de uma doença incurável, o tratamento para retardar a doença é a combinação de remédios com fisioterapia e fonoaudióloga.

Aya descobre a verdade…

Numa consulta com o doutor Mizuno, Shioka, Mizuo e Aya estão presentes, quando Aya surpreende a todos e pergunta ao médico se ela tem Degeneração Espinocerebelar. Confirmando, Aya se pergunta o que ela fez de errado, para deus a amaldiçoar com essa doença. Shioka e Mizuo choram ao ver que a Aya que eles conheciam, não existiria mais.

A partir dessa etapa, a série ganha uma atmosfera muito negativa, aonde nós iremos acompanhar como a família Ikeuchi se adaptara as mudanças gradativas da Aya. Aya terá que se acostumar com sua doença assim desistindo de seus sonhos, o primeiro é o de jogadora de basquete.

A escola é informada da doença da Aya, assim ela começa a ter que usar uma cadeira de rodas, aonde alunos tem que ajudar pra ela se locomover pelas escadarias da escola. Isso acaba gerando alguns acidentes entre alunos, chegando a virar assunto da Associação de pais e mestres, a APP, que quer a retirada da Aya da escola.

Desistindo dos sonhos…

Shioka falando da situação de sua filha na escola para o médico, ele sugere que ela seja transferida para uma escola de deficientes físicos. Não desejando que sua filha viva numa escola de deficientes, Shioka e Mizuo precisam enfrentar seu próprio preconceito e se convencer que Aya precisava de um lugar totalmente adaptado para ela.

Assim, depois de uma discussão entre os alunos sobre a pressão em retirar a Aya, fazendo a se sentir um incomodo para todos, ela decide sair da escola que ela tanto batalhou para estar ali. Essa é uma das principais perdas que Aya sofre, sendo que no ultimo dia de aula, todos correm atrás dela e cantam a musica que cantaram juntos no coral, a “Sangatsu Kokonoka”.

Desejando apenas viver…

Aya começa aqui a etapa mais critica da sua doença. Na nova escola, ela é advertida por sua professora que não pode se atrasar, ao tentar caminhar e sim usar a cadeira de rodas. Aya também divide seu dormitório com uma garota com a mesma doença que a sua. Asou é o único que ainda visita ela nessa escola, contando como andas coisas na antiga escola.

O tempo passa, Aya se forma na escola e a doença também progredi já mostrando sinais na fala. Shioka e Mizuo buscam Aya e apresentam seu novo quarto adaptado num espaço na antiga sala, mas Aya não quer incomodar seus pais, decidindo ficar no hospital.
Asou se declara a Aya depois de tanto tempo, mas mesmo saindo juntos e tal, Aya decide que Asou não carregara esse fardo, o dispensando por meio de uma carta. Enquanto isso, Asou decide se tornar médico igual seu pai, acreditando que pode achar a cura para a Aya.
Paralelamente, vemos que trechos do diário da Aya estão sendo publicados em livros de auto-ajuda para deficientes no Japão, ajudando varias pessoas a acreditar na vida. Asou faz as pazes com a Aya levando um cartão postal de uma das fãs dos textos da Aya, fazendo Aya quer que finalmente conseguiu ajudar alguém.

A morte…

Não esperem um final mirabolante em que tenha um final feliz. Semelhante ao Beautiful Life, Sekachuu e Taiyou no Uta que abordam a doença do protagonista, aqui o público também mesmo que difícil, irá se despedir da adorável Aya, com sua morte no último capítulo. Aya está com 25 anos e fazem 10 anos que ela luta contra doença, sendo que ela não se recorda mais de quand era uma aluna popular que jogava basquete. Pedindo para Asou ler seu diário, ela adormece e começa a recordar e sonhar que estava jogando basquete, sim, Aya não estava mais entre nós.

De todos já citados, Ichi Rittoru no Namida vai além e entrega Aya aos sonhos eternos de uma forma linda, que ainda irá fazer muita gente chorar assistindo essa cena. Ainda não se recuperando da cena anterior, vemos Shioka e Mizuo deixando flores sobre o túmulo de sua filha, quando aparece milhares de pessoas em cadeiras de rodas, e outros personagens da série, fazendo sua última homenagem a Aya Ikeuchi. Essa cena tem uma das melhores fotografias de séries japonesas que eu já pude constatar, sendo mais uma vez, difícil segurar as lágrimas para esta maravilhosa série. Acredite, esse um litro lágrimas que leva o nome, com certeza, suas lágrimas farão parte dela para sempre.

A TV Fuji se despede do público contando que foi baseado numa história real e que Aya sempre estará viva em nossos corações. Enquanto isso aparecem diversas fotos da Aya verdadeira em todas as etapas da sua vida ao som da música tema Only human. Sim, Ichi Rittoru no Namida havia acabado e nos deixados órfãos, mas ainda não era o fim.

Especial

Fazendo uma surpresa a todos, esse ano faz exatamente dois anos que Ichi Rittoru no Namida havia sido exibido no Japão. Ninguém esperava um especial depois de tanto tempo, assim no dia 5 de abril foi exibido esse especial de duas horas e 20 minutos que mostra o que aconteceu seis meses depois da morte da Aya.

Os protagonistas aqui são Haruto Asou, que se tornou medico na mesma área que o Dr. Mizuno e a Ako, irmã da Aya, que se tornou enfermeira no mesmo hospital que o Asou. Esse especial gira em torno de uma garota que é paciente do Asou e desistiu da vida, assim não tomando os remédios e não fazendo a fisioterapia. Asou decide se abrir pela primeira vez a ela e conta sua história com a Aya, assim num grande flashback. Ako escondida se emociona ao saber que Asou não esqueceu da Aya, além de também se emocionar ao falar com ele no fim desse especial.

Diferencial da série

Muitas pessoas podem até virar a cara, quando tema abordado dessa novela é tão depressivo. Só que elas perdem a grande chance de conhecer um universo tão rico como a da Aya e aprender mais sobre a vida e mesmo como essa doença afeta toda a estrutura de uma família.

A família Ikeuchi é uma família japonesa tipicamente normal e tem bastante carisma em cena. Principalmente as brigas de Ako, irmã de Aya, e Mizuo, pai de Aya, na mesa de jantar, tornando um show de atuação de todos ali. Muitas vezes em cena, são esses momentos que diluem o sofrimento de Aya e sua doença.

A união da família também é testada até nos maus momentos, aonde são as lágrimas escorrendo no rosto de cada um deles, que “linka” o sofrimento de Aya entre eles e o telespectador.

Vale mencionar que chorar assistindo essa série deve-se a brilhante atuação da atriz Erika Sawajiri como Aya Ikeuchi. A atriz demonstra a evolução da doença no decorrer da série voltando realmente atenção sobre a doença de sua personagem. Desde perder os movimentos das pernas a começar a perder toda sua capacidade de se expressar, a Erika muda radicalmente de visual fazendo nos sentir com saudades da jogadora de basquete promissora no começo da série.

Sucesso em toda Ásia e o plágio

Ichi Rittoru no Namida tornou-se um grande sucesso por onde passou, assim fazendo muito sucesso em Hong Kong, Indonésia, Taiwan e Malásia. O sucesso da série logicamente chamou a atenção para séries com esse tipo de tema. Não é à toa que escolheram novamente a atriz Erika Sawajimi para o dorama Taiyou no Uta no qual ela interpreta a garota Kaoru Amane que tem a doença incurável chamada XP.

O sucesso da série fez a emissora da Indonésia, chamada RCTI desenvolver a série chamada Buku Harian Nayla que significa “O diário de Nayla” chegando a uma audiência acima de 30%, sendo um grande sucesso no país. Além da fácil associação do nome Aya com Nayla, a série composta de 15 episódios apresentou muitos detalhes “semelhantes” aos abordados em Ichi Rittoru no Namida, o que fez a emissora Tv Fuji processar a RCTI por plágio. A atriz Chelsea Olivia Wijaya que fez a protagonista Nayla admitiu o plágio por parte da RCTI, como também disse ficou receosa em assistir a série “original”. Para Chelsea por mais que as séries se baseiem em fatos reais, ela não deseja ver a atuação dela seja uma imitação da atriz japonesa, já que ela foi verdadeira em sua atuação na série. Foi uma saia justa, mas que até o momento não se sabe o resultado final nessa briga na justiça, aonde a emissora da Indonésia omitiu “inspiração” da série Ichi Rittoru no Namida, em sua série Buku Harian Nayla.

Ichi Rittoru no Namida e o Brasil

Um dos destaques da escolha dessa série é a repercussão desta no Brasil, pelo menos no orkut e em fóruns de jdrama. Destacando-se semelhante a GTO, Hana yori e Densha Otoko, esta série está entre as favoritas pelo público brasileiro. Vale lembrar que até então, como podem perceber, as séries preferidas pelo público brasileiro é em sua maioria comédia e comédia romântica, então foi uma surpresa uma série como Ichi Rittoru no Namida entrar na lista de uma das favoritas já que se trata de uma série com temática triste.

O dorama ainda não virá ao Brasil, porém o mangá baseado na mesma obra original virá ao Brasil. Semelhante a Socrates in Love que saiu no Brasil pela JBC, que é baseado no livro que inspirou o dorama Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu, o mangá também está vindo o Brasil, pela Newpop, a mesma que publicou Speed Racer por aqui.

Uma trilha sonora muito especial

A série além da música tema, tem mais duas músicas muito especiais, o que torna difícil julgar qual é a que tem mais destaque. Comecemos pela música tema, a “Only Human” do cantor coreano K. Tendo um timbre de voz parecidíssimo com o do cantor Ken Hirai, K empresta sua voz nessa canção que transmite uma melancolia, quando tocado, junto a fotos da verdadeira Aya em todos os episódios. É uma canção bastante carregada e que fez bastante sucesso ficando em 5º lugar na Oricon.

As duas outras canções é do grupo Remioromen, a Sangatsu Kokonoka (em português significa 9 de março) e a Konayuki. A primeira foi adaptada na forma do coral que a Aya organiza para a escola sendo que a segunda é tocada quando a Aya está com o Asou. Remioromen é banda de jpop e jrock que surgiu em 2000 e pertence ao selo Daizawa Records.

Elenco

Erika Sawajiri encabeça o elenco como a Aya Ikeuchi. Atuando de forma magnífica, a atriz depois de Ichi Rittoru no Namida, ficou conhecida entre os fãs como a atriz que “interpreta bem doentes”, já que seguido desse trabalho, ela fez a personagem Kaoru Amane que também tinha uma doença incurável. Em Taiyou no uta, a atriz tornou-se também cantora e lançou seu primeiro single intitulado Taiyou no Uta (Uma canção ao nascer do sol) o mesmo nome da série. Ela obteve o primeiro lugar do ranking da Oricon e ficou na lista de os dez mais do anos de 2006. Antes da Erika Sawajiri, nunca havia acontecido isso na história do Japão, um ator ir tão bem profissionalmente como cantor. A atriz trabalha para a agência Stardust e é cantora pelo selo Sony Records. Ela se casou em janeiro desse ano com Takashiro Tsuyoshi.

Ryo Nishikido interpreta o Haruto Asou, par romântico da Aya na série. Ele pertence a boy band NEWS que também pertence o ator e cantor Tomohisa Yamashita (conhecido por ter atuado nos doramas Dragon Zakura, Kurosagi, Proposal Daisuken, Nobuta wo produce e outros). Entre outros doramas de sucesso do ator/cantor estão Teru Teru Kazoku e Attention Please. Ryo é agenciado por Johnny’s Entertainment e além da banda NEWS, também toca na banda Kanjani8. Recentemente ele fez um dos polêmicos papeis de um namorado que espanca a namorada em Last Friends alavancando ainda mais sua carreira como ator.

Top dos doramas mais assistidos na televisão japonesa na Primaveira



Os doramas da primavera acabaram recentemente na televisão japonesa. Enquanto os holofotes estão todos voltados para as novas séries que estão estreando, resta a pergunta em quem mandou melhor. O site doramanouchi acaba de fazer uma relação de quais são os doramas campeões de audiência nessa temporada.

Para o pessoal que sempre conversamos de dorama no Twitter ou no MSN, tenho apenas um comentário a fazer, Kimura Takuya em primeira posição com Mr. Brain. Preciso responder que posição ficou Matsumoto Jun com o dorama Smile?

1) Mr. Brain con 20.48%

2)Boss 17.14%

3)Aishiteru Kaiyo 14.82%

4)Rinjou 14.48%

5)Shiroi Haru 12.60%

6)The Quiz Show 12.08%

7)Hisatsu Shigotonin 2009 11.21%

8)Atashinchi no Danshi 10.94%

9)Konkatsu!
10.63%

11)Hanchou 10.49%

12)Smile 10.15%

13)Meitantei no Okite 9.47%

14)God Hand Teru 8.72%

15)33pun Tantei 8.55%

16)Boku no Imouto 8.01%

17)Fufudou 7.77%

18)Majo Saiban 7.34%

19)LOVE GAME 5.33%

TOP 20 das Celebridades com menos sex-appeal

No Japão sempre sai algumas pesquisas estranhas, mas celebridades com menos sex-appel é uma novidade. O site Kawaii Koyuu divulgou uma pesquisa feita no Japão sobre as 20 celebridades menos sex-appeal para os japoneses. Vale frisar que uma das regras aqui era não colocar mulheres acima dos 60 anos. Impressionante que até como menos sex-appeal, a cantora Ayumi Hamasaki consiga o primeiro lugar.

No segundo lugar, temos a Shoko Nakagawa que virou uma grande celebridade japonesa, ainda que sua fama as vezes chega a ser bizarra, como seu gosto por gatos. Desejando desde pequena ser uma ranger rosa, num super sentai, Shoko é meiga e com certeza não tem nada de sex-appel. Mas logico que existem exceções, principalmente nos ensaios sensuais que ela já fez.

A antiga rainha do jpop, Matsuda Seiko, aparece na terceira posição. Ela já foi uma linda mulher nos anos 80, porém do mesmo jeito que sua fama veio, seus escândalos na vida pessoal afastaram ela dos grandes holofotes. Recentemente sempre lança uma coletânea de seus antigos sucessos e faz participações especiais em doramas, como Hanakimi.
Diversas celebridades como Ueno Juri de Nodame Cantabile e Last Friends, e Ueto Aya de Attack nº 1 e Azumi aparecem na lista.

Quanto a Erika Sawajiri, que fez doramas como Taiyou no Uta e Ichi rittori no namida, recebe a fama de ser uma das celebridades mais insossas cheia de altos e baixos. Bem possível que os japoneses não achem ela nada sex appeal por causa disso.

O que gera bastante estranhamento é ver Koda Kumi na lista, já que ela vende a imagem de Ero-Kawaii, como cantora da Avex Trax. Porém, recentemente a cantora cantando com sua irmã misono, acabou mudando um pouco o seu foco.

Outra cantora que seguiu o caminho de Sex-appeal copiando a Koda Kumi, foi a Maki Goto que também aparece na lista. Será que os japoneses não consideram elas mais símbolos do Ero-Kawaii?

Por favor, não façam comentários sobre a Asada Mao, eu me recuso inverter o nome dela pelos trocadilhos infames principalmente em relação ao Sex-appeal.

01 – Hamasaki Ayumi (30)
02 – Nakagawa Shoko (24)
03 – Matsuda Seiko (47)
04 – Kashiyuka [Perfume] (20)
05 – Asada Mao (18)
06 – Abe Natsumi (27)
07 – Suguri Fumie (28)
08 – Ueno Juri (23)
09 – Sawajiri Erika (23)
10 – Kuroki Hitomi (48)
11 – Ueto Aya (23)
12 – Ando Miki (21)
13 – Amuro Namie (31)
14 – Koda Kumi (26)
15 – Sasaki Mikako (32)
16 – Miyazaki Aoi (23)
17 – Matsushima Nanako (35)
18 – Tanaka Reina (19)
19 – Goto Maki (23)
20 – Niiyama Chiharu (28)

Número de estrangeiros visitando o Japão caiu 29% no período de janeiro a junho

Segundo o site Kyodo News, durante o primeiro semestre do ano, o Japão teve uma diminuição de 28,6% de turistas em relação ao ano anterior. Nesse período, transitaram pelo Japão, 3.095.000 turistas. Segundo os dados divulgados, as principais causas dessa queda foram a recessão internacional aliada com a valorização do iene e a gripe H1N1.
A maior queda de turistas, no entanto, foi em fevereiro com 41,3%, principalmente ligado ao fato da valorização do iene sobre o dólar.
Em contrapartida, no mesmo período, 7.190.000 japoneses viajaram para o exterior, tendo uma queda de 9,1% em relação ao ano anterior.

Crítica | Might Morphin Power Rangers: É hora de Morfar!

Quinze anos se passaram desde que essa frase foi dita pela primeira vez e surgiu o sucesso da franquia Power Rangers que dura até hoje. Sim, treze temporadas produzidas de algo que tinha tudo para dar errado para o público americano.

Retornando aquela época aonde vivíamos numa transição, aonde havia muitos heróis japoneses na televisão, mas que sua decadência estava começando e por outro lado estava chegando em nossas terras a série Power Rangers pela Fox e depois pela Rede Globo, aonde o sucesso foi um estouro.

Agora é só lembrar das gírias dos anos 90 como “Morfenomenal” e relembre um dos maiores sucessos dos anos 90.

Saban, a empresa que criou Power Rangers

Uma empresa considerada inimiga para muitas pessoas fãs de tokusatsu, ela também foi responsável por lançamentos de várias series japonesas no ocidente, na França mais precisamente. Haim Saban, famoso israelita criador da empresa odiada por muitos, lançou o tokusatsu na França obtendo sucesso que até hoje existem por lá.

Se no Brasil temos Jaspion e Changeman, os franceses têm Gaban e Bioman no coração. Inclusive até a tática de marketing de usar o mesmo nome com números para parecer continuação foi feito por lá sendo lançado outros dois Super Sentais com os nomes Bioman 2 e 3. No Brasil essa tática foi usada com Jaspion 2 que na realidade era Spielvan.

Voltando ao caso da empresa Saban, Haim Saban sabia que heróis japoneses nunca emplacariam nos EUA. Um país que tem super heróis que são símbolos mundiais, ele sabia que heróis japoneses não teriam sucesso nas terras do Tio Sam. A adaptação tinha que ser feita, para soar que os heróis japoneses eram americanos e tão bons e eficazes como os heróis em quadrinhos, filmes e outros da cultura americana. Conseguindo o sinal verde da Toei, dona e criadora das series de tokusatsu, Haim Saban sabia que tinha entrado num caminho de pedras até encontrar a formula ideal.

Um fato curioso que inicialmente Haim Saban desejava seguir o caminho de séries para o público adolescente por isso escolheu séries maduras japonesas como Metalder e posteriormente Jetman. Nenhuma das duas séries teve suas adaptações fora do papel, porque o público foi outro, as crianças. Usando a série japonesa posterior a Jetman, a série Zyuranger, que tinha um visual e uma temática mais infantil. Vale lembrar que Metalder posteriormente foi totalmente modificada junto de Spielvan para se tornar a série americana VR Troppers, mas fracassou no seu papel ao atrair as crianças que gostavam de Power Rangers.

Tirando a essência e as histórias japonesas e substituindo por histórias de adolescentes no colegial que poderia ser comparado ao sucesso da época, Barrados do Baile, a série Power Rangers tinha uma historia de adolescentes como pano de fundo e as aventuras de heróis coloridos como tema fantasioso do trama. Sua mistura gerou a série Power Rangers que até então não existia nada do gênero nos EUA.

Power Rangers, uma estréia sem alarde na tv a cabo e um sucesso na tv aberta

Um ano depois da série estrear nos EUA, a série logo veio para o Brasil de forma discreta no bloco Fox Kids que existia dentro do canal Fox. Vale lembrar que nesta época ainda não existia canal Fox Kids (Atual Jetix).

Junto com desenhos do tipo X-men Animated, Eek, o gato entre outros era o que constituía o bloco Fox Kids.

Um ano depois, a série teve sua estréia no horário do meio dia na maior emissora do país, a rede globo. Sendo a atração principal da TV Colosso, a série alcançou sucessos semelhantes iguais em outros países.

O sucesso da série foi tamanha que ganhou até uma musica pela dupla famosa naquela época que era de Sandy e Junior. Essa musica criada por eles, foi bastante divulgada na época em diversos programas infantis. Um detalhe que deve ser comentado é que essa musica apenas foi ao ar na época da segunda temporada, mas graças ao sucesso da primeira é que esta foi produzida. Além disso, podemos fazer um paralelo a uma banda infantil daquela época com uma banda mais antiga ainda, que é o Trem da Alegria que fez a musica Changeman e Jaspion por causa do grande sucesso que as duas séries estavam tendo.

Por fim, temos que ressaltar a gíria “Morfenomenal” falada pela personagem Kimberly, ranger rosa, no qual virou uma época até a gíria de muitas crianças graças a divulgação e sucesso da série.

Power Rangers, a série

A série tem inicio com a clássica cena de dois astronautas abrindo uma tampa de um enorme recipiente na Lua. Ao fazer tal ato, eles libertam Rita Repulsa e sua tropa numa nova era de maldades no universo.

Retomando ao seu castelo, Rita Repulsa decide atacar a Terra e assim Zordon e alpha 5 que defendem a Terra a espera de qualquer mal, eles escolhem cinco pessoas capazes para se tornar os guerreiros com poder dos dinossauros, os Power Rangers. Escolhendo cinco adolescentes da escola de Alameda dos Anjos, os escolhidos foram Jason (ranger vermelho), Zack (ranger preto), Billy (ranger azul), Triny (ranger amarela) e Kimberly (ranger rosa). Inicialmente, eles relutaram a aceitar tal missão, mas após lutarem com soldados de massa, eles percebem que a única coisa a fazer é se tornar os guerreiros Power Rangers.

A série tendo essa premissa logo de começo não tem grandes evoluções durante sua saga. Apenas alguns episódios especiais e bem carismáticos e senão inesquecíveis. Vale lembrar o episódio que o Billy e a Kimberly viram punks que tem que ser detidos pelos outros Power Rangers. O episodio que a Triny não para de correr por causa de um monstro semáforo. Tem também o episodio que o Billy desenvolve os comunicadores para a equipe se interagir com ondas de rádio. Por fim, o episódio que o Billy desenvolve o carro para os Power Rangers que era um fusca branco. Com certeza, você tem outros episódios favoritos como o Billy salvando a garota que ele se apaixona com um monstro marinho. A série se constitui de diversos episódios carismáticos, mas que não acrescentam em nada o trama, apenas desenvolvem melhor os personagens, uma característica que funcionou muito bem.

O ponto forte da primeira temporada é ao inserir o personagem ranger verde no trama, onde Rita Repulsa usando um cristal verde, ela ressuscita o ranger verde. Nesse ponto, sabemos que Rita roubou no passado o poder de um dos rangers e trouxe para o seu lado. Escolhendo o mestre de artes marciais, Tommy que tem as mesmas características que o Jason, a Rita esperava uma vitória fácil. Logo, como o público esperava, o ranger verde se alia aos Power Rangers para o temor de Rita Repulsa.

A série depois desse ponto tem como explorar as diversas formas diferentes que o mecha Dragonzord tem de fusão com o Megazord e a amizade entre dos rangers verdes e vermelho na posição de lideres da equipe Power Rangers. Nesse ponto, temos também o inicio do namoro entre a ranger rosa e o ranger verde gerando episódios inesquecíveis como monstro em flores que causou rancor entre os dois.

Perto do fim da primeira temporada, temos o ranger verde perdendo os poderes graças ao cristal de Rita Repulsa e para o poder não ser passado para o mal, Tommy é obrigado a repassar os poderes para o Jason que ganha o controle do DragonZord e o colete dourado em seu traje vermelho. Temos diversos episódios do Jason desse jeito, antes do retorno do Tommy num episódio posterior aonde ele usa os últimos poderes de ranger verde.

Vale ressaltar que em cada episodio tínhamos a dupla Bulk e Skull querendo dar uma de superiores sobre os adolescentes que eram os Power Rangers. Nesses momentos que tinham até a musica clássica deles, podem ser comparados com os três patetas, aonde só acontecia palhaçadas.

A conclusão da primeira temporada, basicamente não existe, porque a série deixa pra continuação a responsabilidade de encerramento, aonde temos já o vilão Lord Zedd no comando. Pode se dizer que a série com seu sucesso avassalador não precisava criar finais e por isso continuou sem medo em seu próximo ano aonde diversas mudanças foram feitas para manter a série ainda o sucesso da criançada.

Curiosidades

– A série Power Rangers por onde passou gerou sucesso, causando surpresa até para a empresa de bonecos Bandai que fabricava apenas no Japão os bonecos das séries originais. Um grande atraso teve, mas depois de corrigido, todos os anos tínhamos os Power Rangers bonecos juntos de sua temporada. Não esquecendo que há cada temporada, os bonecos ganhavam característicos de quadrinhos americanos que eram músculos e enchimentos sobre o traje.

– A série ganhou musicas bem interessantes na França, Japão e Itália.

– A atriz Machiko Soga, a Bandora, a Rita Repulsa japonesa, dublou Power Rangers quando está foi exibida por um canal que exibia produções americanas no Japão.

– A série é considerada tokusatsu e foi distribuída na internet pela Toei entre diversas série japonesas num sistema de assinatura semelhante ao da Globo.com aonde os assinantes tinham acesso ao acervo da emissora online.

– Todo vhs ou dvd lançado no Japão dos Power Rangers tem o selo Toei Channel.

– Massaki Endo que canta o tema de abertura do Super sentai, Abaranger, já cantou o tema Power Rangers no Japão ao vivo.

– A série Abaranger, segundo boatos, é uma homenagem ao sucesso de Power Rangers e não uma repetição proposital do tema dinossauro.

– A segunda temporada de Power Rangers, os mechas seriam inalterados, mas o ranger branco usado da série Dairanger teria sua inclusão. As cenas seriam filmadas no Japão de todas as lutas com o mecha exclusivo aonde o mecha do tigre branco seria possível se fundir com os mechas da primeira temporada. Por causa de custos, o projeto não saiu do papel e por isso todos os mechas foram substituídos, assim usando cenas prontas da série Dairanger.

– Diversos monstros e cenas de luta entre os mechas foram filmadas exclusivamente para a série Power Rangers direto do Japão. Por falta de técnica e ainda ser uma novidade a adaptação, os americanos não tinham recursos para continuar a primeira temporada, por isso a Toei criou monstros e as cenas de luta entre o Megazord e o monstro.

– As cenas americanas eram feitas em câmeras totalmente diferentes que as das versões originais, o que poderia se notar facilmente com cenas mais nítidas e claras comparadas com cenas escuras da série original.

Ficha técnica:

Direção: John Blizek e David Blyth

Produtor: Ronnie Haddar

Co-produtor: Ann Knapp

Produtores executivos: Shuky Levy e Haim Saban

Atores:

Power Ranger vermelho/ Jason Lee Scott: Austin St. John
Power Ranger Amarelo/ Trini Kwan: Thuy Trang

Power Ranger Preto/ Zachary ‘Zack’ Taylor: Walter Jones

Power Ranger Rosa/ Kimberly Ann Hart: Amy Jo Johnson

Power Ranger Verde/ Thomas ‘Tommy’ Oliver: Jason David Frank

Power Ranger Azul/ William ‘Billy’ Cranston: David Yost

Farkus ‘Bulk’ Bulkmeier: Paul Schrier

Eugene ‘Skull’ Skullovitch: Jason Narvy

Zordon: David Fielding

Ernie: Richard Genelle

Rita Repulsa: Barbara Godson

Goldar: Kerrigan Mahan

Squatt: Michael Sorich

Scorpina: Ami Kawai

Alpha 5: Romy J. Sharf

Crítica | Shaolin Girl | Uma seqüência do clássico Shaolin Soccer?

Produzido em 2008, o filme japonês do diretor Katsuyuki Motohiro, do excelente Summer Time Machine Blues, retorna ao universo criado por Stephen Chow em Shaolin Soccer.

Chamado de Shourin Shoujo, o filme acabou ganhando internacionalmente o nome de Shaolin Girl, justamente pra divulgar como seqüência de Shaolin Soccer. Nos roteiros, temos Masashi Sogo e Rika Sogo, que tem em seu currículo filmes como Yatterman lançado esse ano baseado no anime clássico da Tatsunoko. Vendo o currículo de Masashi Sogo, para fãs de anime, ele escreveu o filme Bleach: Memories of Nobody da série Bleach, como também alguns episódios de Bleach, Gantz e os ovas da série Rurouni Kenshin (Samurai X).

Para o papel da protagonista Rin, foi chamada a atriz Kou Shibasaki que é bem conhecida tanto no Japão como internacional. Não se lembra dela? Então, ela esteve presente em Battle Royale, Dororo, Tokyo Raiders, Sekai no chuushin de, ai o sakebu, One Missed Call entre outras produções. Já atuou em alguns doramas como Sora Kara Furu Ichioku no Hoshi, Good Luck, Orange Days e Galileo. Além disso, é uma cantora bastante conceituada no Japão, assim fica difícil dizer que nunca ouviu falar nelai.

Do elenco de Shaolin Soccer regressa Kai Man Tin como Tin e Chi Chung Lam como Ram, respectivamente o terceiro e o irmão mais novo em Shaolin Soccer. Eles vieram ao Japão para divulgar seu Kung Fu, e acabaram ficando como auxiliares do restaurante do antigo sensei de Rin, o Kenji Iwai.

O filme ainda tem como produtor Stephen Chow e foi distribuído pela Toho, que tem em seu catalogo desde clássicos como Godzilla, a sucessos atuais como HERO, Gokusen entre outros que estão chegando ao cinema após sucesso de suas séries na televisão. No Brasil ela é mais associada a filmes como Godzilla e a séries de tokusatsu, como Cybercops.

A história

Vamos para a China, ver os últimos treinamentos de Rin Sakurazawa em um templo Shaolin. Mestre ao perguntar em todas as alunas presentes, o que fariam com Kung Fu, apenas Rin responde que continuará com a arte, como também deseja ensinar aos demais. Mestre que é interpretado por Akaji Maro (Kill Bill) dá um conselho a Rin que a arte do shaolin é um eterno treinamento e que ela nunca deverá deixar de treinar sua arte.

Rumo ao Japão, Rin descobre que os anos que passou China, pesou para seus antigos amigos e companheiros que largaram seu antigo Dojo. Completamente destruído e abandonado, o Dojo que Rin pretendia continuar e começar suas aulas está fechado e seus alunos já seguiram suas vidas sem ter espaço para o Kung Fu. Seu antigo sensei abriu um restaurante e não quer saber de dar aulas novamente.

Inicialmente, Rin decide procurar novos alunos, mas a busca é em vão, fazendo a desistir de dar aulas.

Shaolin Lacrosse?

Ficando amiga de Minmin, Rin decide jogar Lacrosse na faculdade, mesmo não sendo aluna, ela acaba ganhando a chance de virar membro do time.

O que é Lacrosse?

Lacrosse é um desporte criado pelos indígenas americanos no século XV, sendo bastante praticado no Canadá e nos EUA. No caso, o time feminino é formado por 12 pessoas que uma rede (crosse), uma bola de borracha, aonde o contato não é permitido, apenas o stick, assim restringindo arremesso de bola entre as redes até baliza do adversário.

Voltando ao filme, Rin demonstra uma grande habilidade com a rede, porém não consegue fazer entrar nenhuma bola na baliza.

O sensei Kenji Iwai entrar no time como treinador, assim treinando o time e dando dicas entre o kung fu e o lacrosse, utilizando-se da mesma fórmula que já conhecemos em Shaolin Soccer.
Paralelamente, vemos sempre que Kenji desmerece Rin, deixando fora do time. Durante seu primeiro jogo, Rin é obrigada a ficar no banco, sendo que exige entrar no segundo tempo. Egoísta, ela tenta roubar todas as passagens de bola para si, resultando a perda do time no jogo. Kenji revela a falha dela em não confiar em suas parceiras, fazendo ela sair cabisbaixa do jogo.

O lado negro da força

Enquanto isso vai se montando a história de Yuichiro Ohba, um dos sócios da universidade, aonde Rin é membro do time de Lacrosse. Yuichiro se sente atraído por Rin decidindo destruir tudo que ela tem, para ela ir para o lado negro da força.

Ele manda seus homens seqüestrarem Minmin, enquanto ele luta com Kenji o derrotando. Ao mesmo, seus homens põe fogo no restaurante, fazendo Ram e Tin saírem correndo de lá.
Ao mesmo tempo, Riyuji Tamura que permitiu que Rin fosse do Lacrosse e sempre comia no restaurante do Kenji, acaba fugindo do lugar.

O antigo dojo e o restaurante explodem, deixando Rin sem nada. Querendo resgatar Minmin, ela parte para universidade, para descobrir quem é o Yuichiro.

A luta final

Rin, Ram e Tin vão para a universidade, atrás de Yuichiro. Rin continua, enquanto Ram e Tin luta contra os homens de Yuichiro. Enquanto isso Riyuji revela-se ser um dos olhos de Yuichiro, lutando contra Rin, mas ele acaba levando a pior com ela.

Rin encontra Minmin, mas vai ter que aceitar o desafio de Yuichiro e não entrar no lado negro da força. Numa força sem precedentes, os dois elevam seu ki numa batalha incrível .

O grande segredo de Rin é saber perdoar e a luta se desenvolve mais como uma segunda chance para Yuichiro que é abraçado por Rin e encontra seu verdadeiro eu de volta.

O fim

Rin salva a todos e retorna em cima da hora para o jogo de Lacrosse. Vemos junto Minmin de volta ao time, sendo que todas utilizam de golpes do kung fu para vencer o campeonato.

Ao fundo do jogo toca a canção tema do filme, Giri Giri Hero, do grupo Mihimaru GT, deixando uma vontade de querer ver como continua a história.

Conclusão

O filme infelizmente para quem esperava algo voltado a esportes como em Shaolin Soccer se decepciona. Sendo um filme carismático e que chega até a brincar com cinema asiático, principalmente na cena em que Rin se veste exatamente igual como Stephen Chow em Kung Fusão, numa sucessão de homenagens a filmes chineses, Shaolin Girl é um filme mal compreendido, por não ser focado no esporte, como o filme Shaolin Soccer.

Shaolin Girl é um filme que tem um bom desenvolvimento, porém não deveria ter conexões com Shaolin Soccer, já que funciona muito bem como filme sozinho e tem personagens bastante carismáticos, sendo que a presença de Tin e Ram são mesmo que grandes, bastante dispensáveis.

Kou Shibasaki está excelente como Rin e demonstra que teve boas aulas de artes marciais, nas cenas de luta, sendo bastante convincentes.

Lembrando que para quem já viu ela em doramas e outros filmes, é interessante ver essa nova faceta da atriz.

Takuya Kimura – Conheça Kimutaku: O desejo das mulheres japonesas e a inspiração dos homens japoneses

Para quem conhece doramas há algum tempo, já deve ter visto o galã Takuya Kimura. Membro do SMAP, Takuya entrou para o grupo em 1988. Hoje, mais de 20 anos depois, o grupo é um dos mais bem pagos do mercado musical.

Como garoto-propaganda de diversos produtos, Takuya foi eleito o homem mais sexy do Japão por 13 anos consecutivos, de 1994 a 2006.

Perfil

Nascido em 13 de novembro de 1972, em Tóquio, Japão, Takuya era uma criança bastante levada. Na juventude, começou a praticar kendo, um hobby que mantém até hoje. Quando pequeno, dizia que queria ser veterinário, mas sua vida mudou completamente quando sua tia enviou uma foto sua para a agência Johnny & Associates.

Os Skate Boys: Dançarinos dos Hikaru Genji

Em 1988, Takuya era um dos dançarinos de palco do superpopular grupo Hikaru Genji. Este grupo, famoso nos anos 80, tinha como diferencial o uso de patins em suas apresentações. Até hoje, Hikaru Genji é referência em animes, mangás e doramas, como na série Hanakimi, exibida em 2007.

Takuya Kimura, Inagaki Goro, Masahiro Nakai, Tsuyoshi Kusanagi, Shingo Katori e Mori Katsuyuki se conheceram como dançarinos do Hikaru Genji. Posteriormente, foram selecionados entre os integrantes do Skate Boys para formar o SMAP, que se tornaria o grupo mais popular do Japão.

SMAP: A Reinvenção de uma Boyband

O nome SMAP significa Sports Music Assemble People, ou, numa tradução livre, “Esportes e Músicas Unem as Pessoas”. O grupo está há mais de 20 anos na estrada, com 18 álbuns e 42 singles lançados.

Numa época em que a popularidade das boy bands no Japão estava em declínio, SMAP reinventou o conceito. Sua estreia aconteceu em uma peça de teatro baseada em Cavaleiros do Zodíaco, em agosto de 1991. Na peça, o SMAP interpretou os Cavaleiros de Bronze, com Takuya no papel de Poseidon.

Logo depois, o grupo lançou o single Can’t Stop!! – LOVING, em setembro, que foi o segundo mais vendido da Oricon na época.

A Johnny & Associates inovou ao colocar os membros do SMAP em várias produções individuais, como animes, doramas e comerciais, garantindo sua presença em todas as mídias. Essa estratégia bem-sucedida tornou-se um modelo seguido por grupos como Arashi, V6 e Kat-Tun.

Nos Doramas

A frase célebre de Takuya no dorama Asunaro Hakusho“Eu não sou bom o suficiente para você?” – marcou o início da febre “Kimutaku”. Em 1994, ele já era desejado pelas mulheres e admirado pelos homens, que imitavam seu estilo de vestir e seu corte de cabelo.

Takuya estreou nos doramas em 1990, com Otouto, mas foi em Asunaro Hakusho, no papel do universitário Osamu, que chamou a atenção da mídia. Sua consagração veio em 1996 com Long Vacation, interpretando Hidetoshi Senna.

Outros papéis marcantes incluem Okishima Shuji em Beautiful Life, onde viveu um cabeleireiro apaixonado por uma bibliotecária paraplégica, e Kuriyu Kouhei em Hero (2001), que bateu recordes de audiência com 36,8%. Em Good Luck (2003), interpretou o co-piloto Shinkai Hajime, papel que levou a audiência a incríveis 37,6%.

Atualmente, Takuya protagoniza o dorama CHANGE, no qual interpreta Asakura Keita, um professor que, pressionado pela família, entra para a política após a morte trágica de seu pai e irmão.

No Cinema

Takuya participou de 2046, um filme com estrelas de Hong Kong como Zhang Ziyi, Gong Li e Faye Wong. Em 2005, emprestou sua voz para o personagem Howl, no filme O Castelo Animado, de Hayao Miyazaki.

Ele também estrelou Bushi no Ichibun, do diretor Yoji Yamada, pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Ator no Japan Academy Prize. No entanto, recusou o prêmio por causa das diretrizes de sua agência, Johnny & Associates.

Casamento

Em 2000, Takuya se casou com a cantora Shizuka Kudo, ex-membro dos grupos Onyanko Club e Ushirogami Hikaretai. Eles têm duas filhas: Kokomi, nascida em 2001, e Mitsuki, nascida em 2003.

Nintendo transforma Times Square numa praia para lançamento de Wii Sport Resort nos EUA




A notícia veio do Fuck The Line, que postou as fotos do lançamento do jogo na Times Square, transformando esse famoso cenário de Nova York, numa enorme praia artificial.

Belissimo lançamento da Nintendo para o jogo e do acessório Wii Motion Plus, nos EUA. Lembrando que o primeiro jogo se tornou disparadamente o jogo mais vendido da Nintendo, iniciando uma era de jogos casuais para os videogames.

Crítica | Hero – O maior blockbuster de todos os tempos do Japão


Para estrear a seção doramas, não podiamos, começar com outro senão o maior dorama de todos os tempos no Japão. Hero tem diversos fatores pra ter sido um sucesso, desde sua trilha sonora assinada pela Utada Hikaru, no seu auge, como também ter como protagonista o ator Takuya Kimura, isso sem mencionar Matsu Takako que já havia feito par romantico com ele em outros doramas.

Um pouco sobre a série

Falar do dorama Hero, com certeza é um grande desafio. Não é todo dia que nos deparamos com uma série que bate um “recorde” de audiência dos últimos 25 anos de novelas na televisão japonesa.

Assistir Hero mesmo sendo de 2001, dá a sensação de ser uma série antiga americana, por sua música tema, ser tão característica daquela época de ouro. Os personagens andando em cena, com grandes kanjis aparecendo na tela, apresentando os atores, parece com a de séries americanas, como Dallas, criada em 1978 e cativou o Brasil nos anos 80 na Rede Globo.

Repleto de participações especiais, a novela bateu o recorde quando a cantora Utada Hikaru, fez uma participação especial como garçonete numa cena servindo o ator e também cantor Takuya Kimura.

Não preciso lembrar que um dos motivos da alta audiência se deve especialmente ao “casal” Takuya Kimura e Matsu Takako. Depois do amor platônico em Long Vacation e do casal “Gata e Rato” em Love Generation, o casal estava de volta às telas, após quatro longos anos.

Hero: Entrando no universo dos promotores públicos
Antes de entrar nesse universo, devemos deixar claro o que um promotor da justiça faz. Sendo membro do Ministério Público, o promotor num grosso modo é quem irá fiscalizar que a lei está sendo cumprida.

A figura do promotor é aquele que irá promover a justiça, para isso, utilizará de recursos como, encaminhar denúncias e delitos da área criminal. O papel do promotor é ser a defesa do Estado, não interferindo e nem prejudicando a obtenção de provas, para que seja feita efetivação da justiça. Na série Hero, muitas dessas funções são demonstradas um pouco exaltada, pelo jeito abordado na série. O personagem Kuryu Kohei realiza investigações, dando mais a impressão que o promotor atua como detetive nas investigações, antes de decidir se denuncia ou não, o acusado.

A chegada de um novo promotor

Um dos casos mais importantes da atualidade teve seu vazamento de informações, chamando a atenção de vários jornalistas, que se posicionam na frente do escritório em Tóquio, causando preocupação desde a cúpula, a todos os promotores ali presentes.

Eles nem percebem, mas hoje chega um novo promotor, transferido do interior. Chamado Kuryu Kohei, esse promotor é diferente de todos que já se viu. Trocando os tradicionais ternos, por calça jeans, camiseta e uma jaqueta marrom, Kuryu não tem uma formação acadêmica de faculdade, pois obteve sua licença de promotor, ao apenas fazer a prova e conseguindo com esforço próprio.

Kuryu chega ao escritório e percebe que estão todos trabalhando, e tenta ver televisão, mas esta quebrada e tenta conserta – lá. Quando conserta, todos os promotores vêem televisão e acham que o Kuryu é um técnico, por seus trajes.

Amamiya Maiko que havia pedido transferência, pra ser auxiliar do novo promotor, logo entra na sala do chefe, Ushimaru Yutaka, lamentando profundamente por sua escolha. O chefe, apenas diz que não é fácil ficar mudando de cargo assim, que a cúpula não é tão maleável assim.

Voltando para a sala, ela vê Kuryu fazendo exercícios físicos em aparelhos que você compra ao ver na televisão, descobrindo que ele é viciado nessas coisas. Por toda sala, tem aparelhos “milagrosos” de emagrecer, ou tantos outros aparelhos que chegam a ser vendidos aqui também da mesma forma.

O ladrão de calcinhas

O primeiro caso de Kuryu é sobre um ladrão de calcinhas que foi preso, mas que nega piamente que tenha cometido tal crime. Amamiya fica surpresa, que Kuryu investigue um caso tão “bobo” desse tipo, indo à casa do sujeito, vendo uma coleção de animes hentais que ele grava que foi no mesmo horário do suposto crime. Num interrogatório com o suposto culpado, ele revela que tem o estranho costume de comprar calcinhas usadas, de uma loja em Tóquio. Kuryu se revela interessado pela loja, causando a fúria de Amamiya.

Para conferir se as calcinhas são de suas respectivas donas, ele chama as vitimas para prestar depoimento, fazendo Amamiya perder a paciência, sobre um testemunho de que calcinha cada mulher ali presente, usa. Todas elas negam que aquelas calcinhas sejam delas, reforçando a idéia que o acusado estava certo.

Conferindo os animes no dia do crime, Kuryu percebeu que a fita não foi programada pra gravar, que o próprio acusado, teria gravado manualmente.

Por fim, utilizando uma das bugigangas compradas por telefone, Takuya instala numa dos varais das garotas, um alarme que disparada quando a roupa for arrancada. Assim, o verdadeiro ladrão de calcinha é preso, fazendo Amamiya aprender que todo caso é um caso, sem mais e sem menos.

Amamiya encrencada

Um dia, encontrando Kuryu e uns amigos no bar, que eles costumam jantar, Amamiya pensando no dilema que foi sempre certinha, acaba aceitando o convite de um dos amigos do Kuryu, indo para uma boate próxima que é cassino ilegal.

Chegando lá, Amamiya chega bem na hora que a policia pega em flagrante, causando uma vergonha pública pro escritório. Kuryu que vai a polícia pra ajudar a soltar Amamiya, que fica desesperada, por ter percebido que algo que estava em sua bolsa havia sumido.

Causando indagações da polícia e do escritório, chegam a suspeitar que a tímida e discreta Amamiya esteja envolvida com drogas. Por fim, ela forçando ao Kuryu investigar na antiga boate, encontra pistas sobre o caso, mas nada sobre o que ela misteriosamente tinha em sua bolsa.

Ironicamente, Kuryu revela no final que sempre esteve com ele e era um pingente do amor que vai fazer a pessoa encontrar o parceiro ideal.

Outros casos

Contamos apenas 2 casos, dos 11 capítulos, aonde por sinal os melhores ainda não foram citados. Por exemplo: A rival de Amamiya, uma advogada que namorou o Kuryu e vai ser rival dele no júri, achando que Amamiya é a namorada atual.

Temos um dos casos finais, que é sobre crime político, aonde dinheiro usado ilegalmente em campanha eleitoral.

Esses são alguns casos que a novela trás, sempre fazendo Kuryu e os outros promotores, investigarem para tentar solucionar o mistério. Para quem gosta de livros de suspense da escritora Agatha Christie, como o detetive belga Hercule Poirot, essa série é uma excelente pedida.

Logicamente, por Kuryu ser tão polêmico em seus casos, sempre batendo o pé, não ligando se a pessoa é uma celebridade, ou alguém poderoso, vai resultar em problemas pra cúpula. Chegando ao auge da série, que é o promotor provar que está certo e que o sistema se adaptou a dar tratamento diferenciado as pessoas. Agora pra provar isso, Kuryu terá que pagar o preço.


Hero Especial *Spoiler* – Dados sobre o fim da série

Cinco anos se passaram desde o fim da série Hero. Kuryu foi transferido pra Sapporo, aonde trabalhou esses cinco anos, longe do escritório Jôsei em Tóquio. Agora, está na hora de se transferir de novo, assim se mudando para a cidade litorânea de Nijigaura.

Uma cidade sem crimes, e extremamente nacionalista, valorizando tudo que se fabrica por lá, gerando uma das economias mais impressionantes da região. Essa tranqüilidade se deve a apenas um homem, Takita Akihiko, que controla diversas empresas na cidade, desde hotéis, construtoras, carros, fazendo a população ser totalmente grata a ele.

O que acontece quando esse mesmo homem comete um crime? E se ele apresenta dizendo que é culpado? Sobrou pro novo promotor, Kuryu Kohei, a missão de enfrentar a população e ir atrás das provas desse crime que abalou a cidade.

Para quem tava com saudades de Hero, decepciona, porque todos os personagens da série original só fazem participação especial, sendo o centro dos holofotes, o personagem Kuryu Kohei. Logicamente o especial tem pontos positivos, como manter a mesma atmosfera da série original, isso graças o elenco de apoio que consegue manter a mesma temática da série original.